Com apoio de centro da OPAS, governo qualifica técnicos para identificar vetores da febre maculosa

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No Rio de Janeiro, 21 técnicos de 11 estados brasileiros receberam capacitação sobre vetores da febre maculosa e diagnóstico laboratorial. Iniciativa é da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, com apoio do Centro Pan-Americano de Febre Aftosa (PANAFTOSA) e da Fundação Oswaldo Cruz.

Com apoio do Centro Pan-Americano de Febre Aftosa (PANAFTOSA), a Secretaria de Vigilância em Saúde do governo brasileiro capacitou 21 técnicos de 11 estados para identificar os vetores da febre maculosa. Realizado no Rio de Janeiro, o curso foi o primeiro promovido pelo Ministério da Saúde para qualificar entomólogos e descentralizar as capacidades de diagnóstico da doença no Brasil.

A unidades federativas que participaram da iniciativa — entre elas, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais, Espírito Santo, Mato Grosso, Ceará, Rio Grande do Norte e Rondônia — concentram as principais zonas endêmicas da infecção no país. A febre maculosa é provocada pela bactéria Rickettsia rickettsii, transmitida por carrapatos.

A qualificação de profissionais em práticas diagnósticas laboratoriais faz parte da estratégias das autoridades para articular uma rede de vigilância epidemiológica. A capacitação contou o suporte também do Laboratório de Referência Nacional em Vetores das Riquetsioses da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ).


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