Com apoio da UNESCO, pesquisa global abordará segurança de mulheres profissionais de mídia

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Repórteres e outras profissionais têm sofrido, entre outras ameaças, assédio moral e sexual e ‘ciberbullying’. Estudo quer ouvir trabalhadores da área para criar estratégias de proteção.

Manifestantes e jornalistas brasileiros correm de ataques no Brasil. Foto: INSI

Manifestantes e jornalistas brasileiros correm de ataques no Brasil. Foto: INSI

O Instituto Internacional de Segurança da Imprensa (INSI) lançou esta semana uma pesquisa global sobre a violência contra mulheres profissionais de mídia, em colaboração com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).

O estudo pretende entender quais são os perigos e ameaças enfrentados por essas profissionais no seu no dia-a-dia e criar estratégias para melhor protegê-las.

Segundo a diretora do INSI, Hannah Storm, as jornalistas recebem ameaças em todos os lugares do mundo e de diferentes formas, entre elas agressões sexuais, ciberbullying, assédio moral e ameaças contra parentes. “Infelizmente, muitos desses crimes não são relatados como resultado de fortes estigmas culturais e profissionais”, acrescentou.

Todos os trabalhadores de meios de comunicação podem responder à pesquisa, que estará disponível até o dia 20 de setembro. Os organizadores da proposta convidam especialmente as mulheres profissionais de mídia a participar. Os resultados servirão de base para o instituto trabalhar melhor com especialistas de campo e aumentar a segurança das jornalistas e outros profissionais do campo da comunicação.

O estudo vai contribuir para o chamado “Plano de Ação da ONU sobre a segurança dos jornalistas e a questão da impunidade”, que pretende criar um ambiente livre e seguro para os repórteres e profissionais de mídia, tanto em situações de conflito e quanto de não conflito.

Para participar da pesquisa, acesse:
https://www.surveymonkey.com/s/INSIsurvey2013


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