Com apoio da OMS, governo brasileiro lança plano sobre mudanças climáticas com foco na saúde

O plano setorial brasileiro da saúde levou em conta as orientações da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS), descritas no documento “Estratégias e Plano de Ação sobre Mudança Climática”.

Foi lançado no início de junho, em Brasília (DF), o Plano Setorial da Saúde para Mitigação e Adaptação à Mudança do Clima (PSMC-Saúde).

O Brasil, que é signatário da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança Climática (UNFCCC), desenvolveu o plano para estabelecer medidas em duas linhas de ação — mitigação e adaptação — com enfoque nas ações voltadas ao fortalecimento da capacidade de resposta dos serviços de saúde frente aos impactos da mudança do clima.

O Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima (IPCC) aponta várias implicações sobre os aspectos ambientais, sociais e econômicos, com importante influência na saúde humana.

O plano setorial brasileiro da saúde levou em conta as orientações da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS), descritas no documento “Estratégias e Plano de Ação sobre Mudança Climática”.

O documento da representação da OMS na região foi aprovado pelo Conselho Diretor da OPAS/OMS em 2011.

Os grupos considerados em situação de maior vulnerabilidade são as crianças menores de 5 anos, mulheres grávidas e lactantes, idosos, populações rurais e urbanas marginalizadas, populações indígenas, populações costeiras, populações com alguma necessidade especial e populações deslocadas para outras regiões.

A OPAS destacou que o risco apresentado diante da intensidade do evento e das vulnerabilidades, além de comprometer seriamente os resultados já obtidos na saúde pública, pode ultrapassar a capacidade de resposta do sistema brasileiro, o SUS.

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