Colômbia identifica surto de febre aftosa em propriedade no departamento de Arauca

Em notificação à Organização Mundial da Saúde Animal, o Instituto Colombiano Agropecuário informou no início da semana (24) ter identificado um surto de febre aftosa em um propriedade no departamento de Arauca, no norte da região de Orinoquia. Dos 136 animais vivendo no local, sete apresentaram lesões que foram comprovadas como causadas pela febre aftosa tipo “0”.

Agricultor pastoreia o gado na Colômbia. Foto: Banco Mundial / Edwin Huffman

Agricultor pastoreia o gado na Colômbia. Foto: Banco Mundial / Edwin Huffman

Em notificação à Organização Mundial da Saúde Animal, o Instituto Colombiano Agropecuário informou no início da semana (24) ter identificado um surto de febre aftosa em um propriedade no departamento de Arauca, no norte da região de Orinoquia. Dos 136 animais vivendo no local, sete apresentaram lesões que foram comprovadas como causadas pela febre aftosa tipo “0”.

Segundo o ministro da Agricultura e Desenvolvimento Rural da Colômbia, Aurelio Iragorri Valencia, todos os protocolos de resposta ao surto estão sendo seguidos. Segundo o Executivo, o terreno onde foram registrados casos de febre aftosa está localizado no município de Tame e cumpre os requisitos sanitários.

A doença que atingiu os animais não afeta a saúde das pessoas. Por isso, o consumo de carne e leite não apresenta nenhum risco para os seres humanos.

A febre aftosa afeta bovinos, porcinos, ovinos, caprinos e outros ruminantes. Uma característica clínica típica da patologia é o aparecimento de vesículas no nariz, língua, lábios, na cavidade oral, entre os dedos das patas e em cima dos cascos e mamas. Essas inflamações causam coceira extrema, dificuldades de locomoção e falta de apetite. Outras sintomas são febre, hipersalivação, perda de peso e queda na produção de leite.

Por ocasião da detecção do surto, o Centro Pan-Americano de Febre Aftosa (PANAFTOSA), vinculado à Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), informou que está permanentemente coletando informações e avaliando a situação sanitária associada à doença nos países das Américas. O organismo aponta que seus esforços visam tornar mais eficazes as ações de cooperação técnica com os países, sobretudo em emergências.


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