Cientista político assume cargo de diretor interino do UNAIDS no Brasil

A partir desta quinta-feira (14), o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) está sob a coordenação do cientista político Cleiton Euzébio de Lima. Ele assume a função de diretor interino após a saída de Georgiana Braga-Orillard, que esteve à frente do escritório de 2013 a 2019 e deixou o país para assumir o posto de representante residente do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) em El Salvador.

Cleiton tem mais de dez anos de experiência com a resposta ao HIV no Brasil, tendo trabalhado com foco em prevenção e promoção da saúde e dos direitos humanos das pessoas vivendo com HIV e das populações mais vulneráveis ao vírus.

O cientista político Cleiton Euzébio de Lima assumiu a a função de diretor interino do UNAIDS após a saída de Georgiana Braga-Orillard. Foto: UNAIDS

O cientista político Cleiton Euzébio de Lima assumiu a a função de diretor interino do UNAIDS após a saída de Georgiana Braga-Orillard. Foto: UNAIDS

A partir desta quinta-feira (14), o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) está sob a coordenação do assessor para apoio comunitário do UNAIDS, Cleiton Euzébio de Lima.

Ele assume a função de diretor interino após a saída de Georgiana Braga-Orillard, que esteve à frente do escritório de 2013 a 2019 e deixou o país para assumir o posto de representante residente do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) em El Salvador.

Cleiton tem mais de dez anos de experiência com a resposta ao HIV no Brasil, tendo trabalhado com foco em prevenção e promoção da saúde e dos direitos humanos das pessoas vivendo com HIV e das populações mais vulneráveis ao vírus. Ele faz parte da equipe do UNAIDS no Brasil desde 2014, quando assumiu a função de assessor para mobilização social e trabalho em rede, atualmente denominada assessor para apoio comunitário.

“A equipe do UNAIDS é extremamente grata pelo trabalho realizado por Georgiana ao longo destes últimos 18 anos, cinco deles como diretora do escritório da organização no Brasil. Desejamos a ela muito sucesso na nova empreitada”, disse ele.

“Daremos continuidade a esse trabalho tão importante porque sabemos que ainda temos muitos desafios diante de nós e, para isso, seguiremos trabalhando com nossos parceiros do governo, sociedade civil, academia, Nações Unidas e setor privado para acelerar a resposta à epidemia, com foco nas populações mais vulneráveis e nas pessoas vivendo com HIV.”

Antes do UNAIDS, Cleiton trabalhou como ponto focal para HIV em outros organismos do Sistema ONU no Brasil, como o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), entre 2012 e 2014, o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), entre 2010 e 2012, e o então Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (UNIFEM), atualmente ONU Mulheres, entre 2008 e 2010.

Ele é mestre em Ciência Política pela Universidade de Brasília e tem graduação em Ciência Política também pela UnB.