Chefe da UNESCO condena assassinato de jornalista mexicana; 13 foram mortos em 2016

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Em 2016, segundo a UNESCO, 13 integrantes da imprensa mexicana já foram mortos no exercício da profissão. Miroslava Breach Velducea trabalhava para o ‘La Jornada’, atuando no estado de Chihuahua, no norte do México.

Miroslava Breach Velducea (Facebook)

Miroslava Breach Velducea (Facebook)

A chefe da agência das Nações Unidas encarregada de defender a liberdade de imprensa denunciou nessa terça (28) o assassinato da jornalista Miroslava Breach Velducea na capital do estado mexicano de Chihuahua, ao norte do país, no último dia 23 de março.

Miroslava morreu no caminho para o hospital depois de ter sido baleada ao deixar sua casa, dentro de seu carro. Ela trabalhava em Chihuahua para o jornal mexicano de abrangência nacional ‘La Jornada’.

“Eu condeno o assassinato de Miroslava Breach Velducea”, disse a diretora-geral da UNESCO, Irina Bokova. “O uso da violência para silenciar o jornalismo é inaceitável. Medo e hostilidade são ferramentas daqueles que desejam restringir a liberdade de expressão. Os jornalistas estão na vanguarda da defesa dos direitos fundamentais universais que beneficiam a sociedade como um todo. O perpetrador deste crime não deve permanecer impune.”

Desde 1997, a UNESCO lançou cerca de 80 respostas a assassinatos de jornalistas no México. Só em 2016, a agência da ONU condenou 13 assassinatos de membros da imprensa mexicana.


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