Chefe da UNESCO condena assassinato de jornalista filipino e pede investigação

“Jornalistas estão pagando um preço inaceitável pelo direito fundamental de liberdade de expressão”, disse a diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Irina Bokova.

"Parem de assassinar jornalistas". Foto: UNESCO

“Parem de assassinar jornalistas”. Foto: UNESCO

A chefe da agência da ONU encarregada de promover a liberdade de imprensa condenou na última quinta-feira (03) o assassinato do jornalista filipino Cosme Diez Maestrado, baleado por assaltantes desconhecidos em 27 de agosto em Ozamiz, nas Filipinas.

“Jornalistas estão pagando um preço inaceitável pelo direito fundamental de liberdade de expressão”, disse a diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Irina Bokova, “exorto as autoridades a não poupar esforços para apreender os responsáveis por este crime”, disse Bokova.

Maestrado era âncora na rádio DXOC, em Ozamiz. Ele já havia sobrevivido a uma tentativa de assassinato anterior, em novembro de 2013, de acordo com a Federação Internacional de Jornalistas.