Chefe da ONU condena assassinato de jornalistas na fronteira Equador-Colômbia

O secretário-geral da ONU, António Guterres, condenou o sequestro e assassinato de três trabalhadores da imprensa perto da fronteira entre Equador e Colômbia em 13 de abril, assim como o sequestro subsequente de dois outros cidadãos equatorianos.

“Esses atos são uma manifestação da ameaça representada por grupos criminosos operando na fronteira entre Equador e Colômbia”, disse o secretário-geral em comunicado divulgado por seu porta-voz.

Secretário-geral da ONU, António Guterres. Foto: ONU/Violaine Martin

Secretário-geral da ONU, António Guterres. Foto: ONU/Violaine Martin

O secretário-geral da ONU, António Guterres, condenou o sequestro e assassinato de três trabalhadores da imprensa perto da fronteira entre Equador e Colômbia em 13 de abril, assim como o sequestro subsequente de dois outros cidadãos equatorianos.

“Esses atos são uma manifestação da ameaça representada por grupos criminosos operando na fronteira entre Equador e Colômbia”, disse o secretário-geral em comunicado divulgado por seu porta-voz.

O chefe da ONU elogiou a colaboração entre os dois países para enfrentar essa ameaça comum, segundo o comunicado.

Guterres também reiterou a disponibilidade da ONU de apoiar os dois governos em áreas consideradas necessárias.

O secretário-geral da ONU enviou condolências às famílias das vítimas e manifestou solidariedade com governo e o povo do Equador.

De acordo com informações da imprensa, os três funcionários de veículos de imprensa — dois jornalistas e seu motorista — foram sequestrados perto do vilarejo de Mataje, norte do Equador, em 26 de março. Eles trabalhavam para o jornal equatoriano El Comercio.