Chefe da agência de energia atômica da ONU visita Irã e diz que país está cumprindo acordo nuclear

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Em visita à cidade de Teerã, capital do Irã, no final de outubro (29), o chefe da Agência Internacional de Energia Atômica da ONU (AIEA) reiterou que os compromissos assumidos pelo país sob o acordo nuclear de 2015 estão sendo implementados.

Usina nuclear de Busher, no Irã. Foto: AIEA/Paolo Contri

Usina nuclear de Busher, no Irã. Foto: AIEA/Paolo Contri

Em visita na cidade de Teerã, capital do Irã, no final de outubro (29), o chefe da Agência Internacional de Energia Atômica da ONU (AIEA) reiterou que os compromissos assumidos pelo país sob o acordo nuclear de 2015 estão sendo implementados.

O diretor-geral da agência, Yukiya Amano, reuniu-se com o presidente do Irã, Hassan Rouhani, o presidente da Organização de Energia Atômica do Irã, Ali AKbar Salehi, e o ministro das Relações Exteriores, Mohammad Javad Zarif.

As atividades de verificação e monitoramento da AIEA estão sendo conduzidas de forma imparcial e objetiva, de acordo aos mecanismos definidos pelo plano de ação conjunto sobre o tema, destacou a agência da ONU.

O diretor-geral Amano reiterou que o acordo representa um ganho significativo, do ponto de vista dos mecanismos de verificação, e ressaltou a importância da implementação total dos compromissos assumidos pelo Irã para que o plano seja um acordo sustentável.

Desde janeiro de 2016, a AIEA têm verificado e monitorado a implementação dos compromissos do Irã em relação ao Plano de Ação Conjunto Abrangente (JCPOA, em inglês). O objetivo é acompanhar e supervisionar os limites do programa nuclear nacional. O acordo foi aprovado de forma unânime pelo Conselho de Segurança da ONU em julho de 2015.

O JCPOA – aprovado pelos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança (China, Estados Unidos, França, Reino Unido e Rússia), além da Alemanha, da União Europeia e do Irã – definiu rigorosos mecanismos para monitorar os limites do programa nuclear iraniano, além de abrir o caminho para encerrar as sanções da ONU contra o país.


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