CEPAL renova compromisso com desenvolvimento de países latino-americanos e caribenhos

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A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) renovou nesta sexta-feira (11) seu compromisso de servir como instrumento pertinente e eficaz para o desenvolvimento da região, durante o encerramento do 37º período de sessões do organismo regional das Nações Unidas, em Havana, Cuba.

Centro antigo de Havana, Cuba. Foto: Wikicommons/Emmanuel Huybrechts

Centro antigo de Havana, Cuba. Foto: Wikicommons/Emmanuel Huybrechts

A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) renovou nesta sexta-feira (11) seu compromisso de servir como instrumento pertinente e eficaz para o desenvolvimento da região, durante o encerramento do 37º período de sessões do organismo regional das Nações Unidas, em Havana, Cuba.

A cerimônia foi liderada por Amina Mohammed, vice-secretária-geral das Nações Unidas; Alicia Bárcena, secretária-executiva da CEPAL; e Rodrigo Malmierca, ministro do Comércio Exterior e do Investimento Estrangeiro de Cuba.

“Este período de sessões reforça a longa tradição da CEPAL de diálogo sustentável com seus membros mantendo uma base excepcional para o debate honesto sobre os desafios coletivos, as responsabilidades e, o mais importante, suas aspirações”, afirmou Amina Mohammed.

Ela elogiou o trabalho da comissão regional e afirmou que os acordos alcançados pelos países no marco do período de sessões “demonstram que temos uma CEPAL robusta e inclusiva”.

Amina completou que o relatório “A ineficiência da desigualdade“, lançado durante o evento, demonstra quais são os desafios da América Latina e do Caribe. Ela agradeceu os países da região “por seu firme compromisso com a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável”.

Alicia Bárcena, por sua vez, renovou o compromisso da CEPAL de servir como instrumento pertinente e eficaz para o desenvolvimento da região, e reiterou sua promessa de “servir com as capacidades da comissão junto a todos os países-membros, frente a suas demandas particulares, em respeito irrestrito à sua soberania”.

Diante dos ministros e altas autoridades dos países-membros da CEPAL, a secretaria-executiva afirmou que, “em tempos de complexos desafios relacionados ao valor do multilateralismo, latino-americanos e caribenhos, conscientes de nossa rica diversidade, confirmamos as virtudes de preservar este espaço de precioso diálogo fraterno e respeitoso”.

“A CEPAL é a ferramenta dessa região, é seu espaço para encontros construtivos sob a premissa de explorar juntos caminhos para o desenvolvimento digno, justo e sustentável de nossos povos, podemos nos reunir, dividir, trocar experiências e forjar olhares convergentes”, disse Bárbena.

Ela completou que, diante dos desafios da Agenda 2030 em suas dimensões econômica, social e ambiental, velhos paradigmas devem ser superados. Por isso, explicou, as políticas de estímulo ao desenvolvimento econômico e à redução da desigualdade não podem se separar.

“Trata-se de um novo estilo de desenvolvimento, trata-se de igualar para crescer e crescer para igualar, trata-se de encontrar nas raízes de nossa identidade compartilhada o ponto de apoio para nos impulsionarmos para um amanhã melhor. Trata-se de traçar um caminho promissor, latino-americano e caribenho, para a realização dos objetivos da agenda civilizatória que o mundo se propôs até 2030”, afirmou.


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