Centros de registro e identificação atendem mais de 20 mil venezuelanos em Roraima

AUMENTAR LETRA DIMINUIR LETRA

Coletar informações precisas de quem chega a um novo país é fundamental para proteger as pessoas mais vulneráveis. E para os venezuelanos que chegam a Roraima, ser registrado e documentado pelas autoridades brasileiras é o primeiro passo para regularizar sua situação no país, acessar serviços básicos e facilitar a identificação e resposta a necessidades e vulnerabilidades adicionais.

Para fortalecer a resposta liderada pelo governo federal e tornar mais eficaz a coordenação entre os diferentes atores humanitários, dois centros públicos de registro e documentação estão em pleno funcionamento no estado: um em Pacaraima, na fronteira com a Venezuela, e outro em Boa Vista, capital roraimense.

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e outras agências das Nações Unidas apoiam os centros de registro e documentação, onde atuam órgãos públicos como a Polícia Federal, a Receita Federal e os ministérios do Trabalho e do Desenvolvimento Social – além de organizações da sociedade civil.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Coletar informações precisas de quem chega a um novo país é fundamental para proteger as pessoas mais vulneráveis. E para os venezuelanos que chegam a Roraima, no norte do Brasil, ser registrado e documentado pelas autoridades brasileiras é o primeiro passo para regularizar sua situação no país, acessar serviços básicos como saúde, educação e abrigamento, e facilitar a identificação e resposta a necessidades e vulnerabilidades adicionais.

Para fortalecer a resposta liderada pelo governo federal e tornar mais eficaz a coordenação entre os diferentes atores humanitários presentes em Roraima, dois centros públicos de registro e documentação estão em pleno funcionamento no estado: um em Pacaraima, na fronteira com a Venezuela, e outro em Boa Vista, capital roraimense.

Mais de 20 mil venezuelanos já foram atendidos, obtendo documentos fundamentais (como Carteira de Trabalho e CPF) e recebendo orientação sobre o encaminhamento de pedidos de refúgio ou de residência temporária junto às autoridades brasileiras.

O registro feito neste locais permite a identificação de casos mais vulneráveis ou com maiores necessidades de proteção, que são encaminhados para vagas disponíveis nos abrigos ou para serviços públicos específicos. As informações coletadas também alimentam a estratégia de interiorização, pois permitem definir melhor o perfil das pessoas interessadas em ser transferidas para outras cidades do país.

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e outras agências das Nações Unidas apoiam os centros de registro e documentação, onde atuam órgãos públicos como a Polícia Federal, a Receita Federal e os ministérios do Trabalho e do Desenvolvimento Social – além de organizações da sociedade civil.

As atividades do ACNUR têm sido implementadas com o apoio de doadores internacionais como a União Europeia, que financia equipes de registro e equipamentos necessários para a coleta de dados. Os resultados obtidos evidenciam a importância dos centros de registro e documentação para o ordenamento do fluxo de venezuelanos e para o atendimento das necessidades da população venezuelana que chega ao Brasil.


Mais notícias de:

Comente

comentários