Centro de Excelência debate alimentação escolar e agricultura familiar em Roma

A alimentação escolar vinculada à agricultura local não serve só para alimentar crianças, mas também para promover inclusão social e econômica em áreas rurais e para garantir acesso a alimentos a populações que sofrem com a insegurança alimentar.

Essa foi a principal mensagem do Centro de Excelência contra a Fome — fruto de uma parceria entre governo brasileiro e Programa Mundial de Alimentos (PMA) das Nações Unidas — aos 130 participantes do Seminário Global de Alimentação Escolar, em Roma. O evento reuniu equipes do PMA em 70 países para discutir a estratégia institucional para impulsionar a alimentação escolar.

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A alimentação escolar vinculada à agricultura local não serve só para alimentar crianças, mas também para promover inclusão social e econômica em áreas rurais e para garantir acesso a alimentos a populações que sofrem com a insegurança alimentar.

Essa foi a principal mensagem do Centro de Excelência contra a Fome — fruto de uma parceria entre governo brasileiro e Programa Mundial de Alimentos (PMA) das Nações Unidas — aos 130 participantes do Seminário Global de Alimentação Escolar, em Roma. O evento reuniu equipes do PMA em 70 países para discutir a estratégia institucional para impulsionar a alimentação escolar.

O Centro de Excelência participou de sessão sobre alimentação escolar vinculada à agricultura local e destacou a importância de integrar agricultores familiares aos programas de alimentação escolar e as diferentes maneiras de fazer isso.

A última vez que o PMA tinha realizado uma reunião global sobre alimentação tinha sido em 2011. O PMA está no processo de desenhar uma nova estratégia de alimentação escolar para aprimorar e ampliar iniciativas de alimentação escolar e para promover o desenvolvimento de capacidades nos países parceiros.

A estratégia vai contribuir para o desenvolvimento infantil nos primeiros 8 mil dias de vida. Vai também posicionar o PMA para prestar assistência aos governos na criação e implementação de programas nacionais de alimentação escolar que sejam multissetoriais e contribuam para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

E 14 a 16 de maio, os participantes discutiram o componente nutricional dos programas de alimentação escolar, a ampliação desses programas e o papel da alimentação escolar em contextos de emergências.

Eles também falaram sobre a oportunidade de proteção social que a alimentação escolar representa e sua contribuição para os ODS, inclusive igualdade de gênero. As implicações da nova estratégia para o trabalho nos países, as diferentes formas de engajar governos e doadores e o fortalecimento de capacidades também estiveram entre os temas discutidos.