Centro da ONU realiza oficina sobre diagnóstico de doenças confundíveis com febre aftosa

O Laboratório de Referência do Centro Pan-Americano de Febre Aftosa (PANAFTOSA) realizou entre 22 de julho e 2 de agosto a 6ª Oficina de Diagnóstico Molecular de Vírus e Doenças Vesiculares, com o objetivo de apresentar a experiência no diagnóstico de doenças prioritárias confundíveis com febre aftosa e discutir a necessidade de implantar novas metodologias nos laboratórios de referência nacionais dos principais membros da Comissão Sul-Americana para a Luta Contra a Febre Aftosa (COSALFA).

Participaram da oficina 11 profissionais dos laboratórios de referência nacionais de seis países: Argentina, Brasil, Colômbia, Equador, Paraguai e Uruguai.

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O Laboratório de Referência do Centro Pan-Americano de Febre Aftosa (PANAFTOSA) realizou entre 22 de julho e 2 de agosto a 6ª Oficina de Diagnóstico Molecular de Vírus e Doenças Vesiculares, com o objetivo de apresentar a experiência no diagnóstico de doenças prioritárias confundíveis com febre aftosa e discutir a necessidade de implantar novas metodologias nos laboratórios de referência nacionais dos principais membros da Comissão Sul-Americana para a Luta Contra a Febre Aftosa (COSALFA).

Participaram da oficina 11 profissionais dos laboratórios de referência nacionais de seis países: Argentina, Brasil, Colômbia, Equador, Paraguai e Uruguai.

A capacitação ocorreu como fruto de uma colaboração entre o Laboratório de Referência FAO/OIE da PANAFTOSA e o Instituto Biológico de São Paulo, como parte das atividades de cooperação técnica para formação de recursos humanos dos laboratórios de doenças vesiculares da região, no marco do Programa Hemisférico de Erradicação da Febre Aftosa (PHEFA).

O PANAFTOSA, da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), contribuiu para que os países da região das Américas desenvolvessem capacidades para responder às necessidades de diagnóstico de febre aftosa e doenças confundíveis.

Nos últimos anos, houve grandes avanços nas metodologias de diagnóstico. Na nova fase do PHEFA, o sistema de vigilância deve ser fortalecido, com base em um bom suporte de laboratório capaz de detectar e identificar o vírus no menor espaço de tempo possível.