Centro da ONU participa de simpósio sobre segurança dos alimentos no Paraná

O Centro Pan-Americano de Febre Aftosa e Saúde Pública Veterinária (PANAFTOSA) da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS) participou, entre 9 e 10 de outubro, do 3º Simpósio Paranaense de Saúde Única, que discutiu segurança dos alimentos.

O ciclo de palestras aconteceu na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), em Curitiba, e contou com a presença da médica veterinária e Coordenadora da área de Segurança dos Alimentos do PANAFTOSA/OPAS-OMS, Simone Raszl.

A médica veterinária abordou em sua fala os impactos econômicos e sociais da falta de segurança na comercialização de alimentos.

Entre 9 e 10 de outubro, a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR ), em Curitiba, recebeu a terceira edição do Simpósio Paranaense de Saúde Única. Foto: PANAFTOSA.

Entre 9 e 10 de outubro, a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR ), em Curitiba, recebeu a terceira edição do Simpósio Paranaense de Saúde Única. Foto: PANAFTOSA.

Entre 9 e 10 de outubro, a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR ), em Curitiba, recebeu a terceira edição do Simpósio Paranaense de Saúde Única. O evento contou com a participação da médica veterinária Simone Raszl, Coordenadora de Segurança dos Alimentos do Centro Pan-Americano de Febre Aftosa e Saúde Pública Veterinária (PANAFTOSA) da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS).

A resistência antibiótica e a inocuidade alimentar estavam no centro das discussões propostas por Raszl, que participou dos dois dias de debate.

A inocuidade dos alimentos diz respeito a sua qualidade em termos microbiológicos, físicos, químicos e sensoriais. Juntas, a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) e a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) trabalham para o alcance dessa meta em nível global.

Paraná discute segurança dos alimentos

O evento contou com a participação da médica veterinária e Coordenadora da área de Segurança dos Alimentos do PANAFTOSA/OPAS-OMS, Simone Raszl. Foto: PANAFTOSA.

O evento contou com a participação da médica veterinária e Coordenadora da área de Segurança dos Alimentos do PANAFTOSA/OPAS-OMS, Simone Raszl. Foto: PANAFTOSA.

No primeiro dia das discussões em Curitiba, a Coordenadora do PANAFTOSA, Simone Raszl, apontou como a aliança tripartite entre Organização Mundial da Saúde (OMS), Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) e Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) está trabalhando para alcançar os objetivos de uma Saúde Única; melhorar a inocuidade alimentar; e mapear o impacto dessas ações sobre o desenvolvimento econômico dos países e sobre os temas de saúde pública em geral.

No segundo dia, foram discutidos os impactos socioeconômicos da falta de inocuidade alimentar – o que afeta a vida de pessoas portadoras de doenças evitáveis e produz uma despesa econômica extra para o sistema de saúde, ao ter que ofertar o tratamento para essas enfermidades.

Segundo o PANAFTOSA, os investimentos em educação, estruturas regulatórias e tecnologia são essenciais para o avanço e o desenvolvimento da inocuidade alimentar nos territórios.

“A inocuidade alimentar é uma responsabilidade de todos: de quem produz, de quem consome, de quem fiscaliza, de quem controla, de quem avalia, enfim, de todas as partes comprometidas com a segurança dos alimentos”, afirmou Raszl.

Saiba mais sobre inocuidade alimentar e resistência antibiótica aqui (em espanhol).

Sobre o PANAFTOSA-OPS/OMS

O Centro Pan-Americano de Febre Aftosa e Saúde Pública Veterinária (PANAFTOSA) é um centro especializado da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) responsável pelos temas da febre aftosa, zoonoses (doenças transmitidas por animais) e segurança dos alimentos.

O PANAFTOSA tem a missão de oferecer cooperação técnica para os países da América Latina, com o objetivo de promover a saúde pública e o desenvolvimento socioeconômico da região.