Centro da ONU avalia custos da alimentação escolar em São Tomé e Príncipe

Em missão a São Tomé e Príncipe, especialistas do Centro de Excelência contra a Fome da ONU avaliaram os retornos financeiros de investimentos feitos na alimentação escolar do país. A análise de custo-benefício, realizada na última semana de setembro, foi uma das etapas da transferência do programa nacional que oferece refeições em centros de ensino. Atualmente sob a gestão do Programa Mundial de Alimentos (PMA), a estratégia será repassada ao governo.

Crianças fazem fila para receber refeição em escola em São Tomé e Príncipe. Foto: PMA/Isabel Pike

Crianças fazem fila para receber refeição em escola em São Tomé e Príncipe. Foto: PMA/Isabel Pike

Em missão a São Tomé e Príncipe, especialistas do Centro de Excelência contra a Fome da ONU avaliaram os retornos financeiros de investimentos feitos na alimentação escolar do país. A análise de custo-benefício, realizada na última semana de setembro, foi uma das etapas da transferência do programa nacional que oferece refeições em centros de ensino. Atualmente sob a gestão do Programa Mundial de Alimentos (PMA), também da ONU, a estratégia será repassada ao governo.

A viagem permitiu à equipe do centro analisar questões envolvendo o mercado alimentício local, a redução de perdas pós-colheita e os custos das refeições. Ao longo da visita, o assistente de programas da instituição da ONU, Vinicius Limongi, reuniu-se com os ministérios da Educação, Saúde e Agricultura e com o Instituto Nacional de Estatística.

O analista coletou dados para analisar o marco regulatório vigente sobre alimentação escolar. Limongi também conversou com a equipe responsável pela administração da estratégia. O especialista visitou escolas e também o escritório local do PMA.

São Tomé e Príncipe estabeleceu as diretrizes de seu programa nacional de alimentação e saúde escolar a partir de uma lei de 2012. A legislação inclui a promoção de hábitos alimentares saudáveis e o respeito às tradições alimentares e à cultura da população. O governo está comprometido com a administração do programa, como parte do acordo de transição estabelecido com o PMA.


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