Casos de câncer devem aumentar 70% até 2038, calcula OMS

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No Dia Mundial de Combate ao Câncer, lembrado no domingo (4), a Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que “quase todas as famílias do mundo são afetadas pelo câncer de alguma maneira”. Aproximadamente 14 milhões de novos casos são registrados por ano globalmente, e a OMS calcula que essas notificações devam subir 70% nas próximas duas décadas.

A OMS explica que foram feitos muitos progressos na prevenção, no tratamento e nos cuidados paliativos da doença. Mas o acesso a esses avanços é desigual. Em muitos países, o câncer é diagnosticado muito tarde, o tratamento é caro ou inacessível e serviços paliativos não estão disponíveis.

Foto: Banco Mundial/Athit Perawongmetha

Foto: Banco Mundial/Athit Perawongmetha

No Dia Mundial de Combate ao Câncer, lembrado no domingo (4), a Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que “quase todas as famílias do mundo são afetadas pelo câncer de alguma maneira”. Aproximadamente 14 milhões de novos casos são registrados por ano globalmente, e a OMS calcula que essas notificações devam subir 70% nas próximas duas décadas.

O câncer é a segunda maior causa de mortes no mundo, sendo que, por ano, 8,8 milhões de pacientes morrem. A maioria dos óbitos ocorre em países de rendas baixa ou média.

A OMS explica que foram feitos muitos progressos na prevenção, no tratamento e nos cuidados paliativos da doença, segundo a ONU News. Mas o acesso a esses avanços é desigual. Em muitos países, o câncer é diagnosticado muito tarde, o tratamento é caro ou inacessível e serviços paliativos não estão disponíveis.

No entanto, a agência lembra que o diagnóstico de câncer não precisa ser uma sentença de morte. Um terço dos óbitos pela doença têm relação com comportamentos de risco — altos índices de gordura corporal; baixa ingestão de frutas e de verduras; falta de atividade física; fumo e consumo de álcool.

O uso do tabaco é inclusive o principal fator de risco para o aparecimento de tumores malignos, causando 22% das mortes por câncer. Infecções por Hepatite B ou C, presença HPV (que pode causar câncer cervical) e fatores genéticos também estão associados aos casos.

A OMS garante que evitar fatores de risco e implementar estratégias de prevenção podem reduzir os casos de câncer em até 50%. A agência lembra que diagnóstico precoce e tratamento adequado aumentam muito as chances de cura dos pacientes.


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