Campanha #douesperança da ONU oferece apoio às vítimas de tráfico de pessoas

O Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime repete no Dia Mundial contra o Tráfico de Pessoas sua campanha #douesperanca, pedindo aos usuários das redes sociais para expressar solidariedade com milhares de vítimas de tráfico de pessoas.

World_TIP_Day_Illustration_ENComo parte das ações em alusão ao Dia Mundial contra o Tráfico de Pessoas, celebrado em 30 de julho, o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) lança a hashtag #douesperanca. Em 2014, a campanha teve grande sucesso com o envolvimento de várias pessoas, no mundo todo, que mandaram suas fotos formando um coração com as mãos.

Este ano a campanha se repete, pedindo aos usuários das redes sociais que tirem fotos e postem usando a hashtag #douesperança. A ideia é expressar a solidariedade com milhares de vítimas do tráfico de pessoas, devolvendo-lhes o que lhes foi roubado: a esperança.

A Campanha Coração Azul contra o Tráfico de Pessoas do UNODC foi implementada no Brasil em parceria com o Ministério da Justiça e com o apoio institucional do Grupo Globo. O objetivo da campanha é sensibilizar e conscientizar a sociedade sobre este crime, que ainda afeta a milhares de pessoas em todo o mundo. A campanha também destaca os mecanismos de denúncia, fundamentais para a investigação e conclusão dos casos.

A embaixadora da Boa Vontade para a Campanha Coração Azul, Ivete Sangalo, gravou recentemente um vídeo para explicar o que é o tráfico de pessoas e como a população pode denunciá-lo.

Com o mote “Para que o sonho não vire armadilha”, a campanha brasileira, desenvolvida pelo Ministério da Justiça, e replicada pela Rede Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas nos Estados, tem o objetivo de alertar a população sobre os perigos de aceitar propostas de trabalho suspeitas.

Saiba mais sobre os eventos da Semana Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas no Brasil aqui.

Para saber mais sobre a campanha, acesse a página internacional da iniciativa clicando aqui.

Infográfico: UNODC

Infográfico: UNODC

Infográfico: UNODC

Infográfico: UNODC

Infográfico: UNODC

Infográfico: UNODC

Infográfico: UNODC

Infográfico: UNODC