Brasileiros na ONU

O Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) lança iniciativa que busca aumentar o número de brasileiros que trabalham na organização. A campanha digital disponibilizará ao longo dos próximos meses depoimentos de brasileiros que ocupam diferentes postos na ONU em todo o mundo.

As Nações Unidas publicam periodicamente uma lista de países que não são representados ou são sub-representados nos postos de trabalho da organização. Atualmente, 65 países constam na lista, incluindo o Brasil (acesse aqui).

Com o objetivo de aumentar a representação brasileira no quadro de funcionários da ONU, o UNIC Rio divulgará esta série de depoimentos de brasileiros na ONU, compartilhando suas trajetórias, motivações e experiências.

As áreas de atuação são as mais diversas, como logística, comunicação, administração, finanças, psicologia, relações-públicas e direito, entre outras.

O Brasil conta com 270 militares servindo em operações de paz como soldados, funcionários e policiais.

Entre os civis há, só no Secretariado das Nações Unidas, 187 brasileiros trabalhando. Existem, no entanto, brasileiros atuando nas várias agências, missões, fundos e programas da organização. Muitos outros atuam, também, no Programa de Voluntários das Nações Unidas (UNV), voltado para jovens interessados pelo trabalho humanitário.

Segundo Maurizio Giuliano, diretor do UNIC Rio, “o Brasil sempre exerceu um papel central na ONU: em temas políticos, missões de paz, no âmbito da cooperação sul-sul para o desenvolvimento e muito mais. É muito importante ter mais brasileiros que possam se juntar à nossa Organização e fazer parte do nosso trabalho por um mundo melhor, promovendo tudo que o Brasil pode oferecer para um mundo mais saudável e sustentável”.

Além dos depoimentos, serão realizadas conversas informativas com o diretor do UNIC Rio sobre como trabalhar na ONU e quais possibilidades são oferecidas pela Organização, incluindo áreas de atuação, meios de entrada e programas para jovens profissionais. As conversas são voltadas para jovens que se interessam em seguir uma carreira internacional pelas Nações Unidas. Os interessados podem se inscrever clicando aqui.

Acompanhe!

Confira aqui os vídeos dos brasileiros atuando na ONU

Confira imagens dos brasileiros atuando na ONU

Thiago Pasin tem 32 anos e atua no Programa Mundial de Alimentos há cinco. Atualmente trabalha como consultor internacional em Roma. “Eu comecei a trabalhar para as Nações Unidas no Brasil como Assistente de Finanças pelo PMA, depois de anos na iniciativa privada. Sou graduado em Relações Internacionais e tenho um MBA em Finanças e Controladoria”, afirma Thiago. Ele conta que decidiu trabalhar para um organismo internacional porque acredita nos projetos e programas desenvolvidos pelas Nações Unidas. “Minhas atribuições hoje estão intimamente ligadas à reforma do Sistema ONU, revendo políticas e práticas internas em especial nos campos ligados a administração, de modo que possamos despender menos recursos em burocracia e ser mais eficientes na consecução dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.” E acrescenta: “A satisfação em trabalhar com algo que, de fato, me identifico é impagável e acredito que, mesmo dentro das áreas internas como administração e finanças, é possível contribuir positiva e solidamente para um mundo mais justo”.

Thiago Pasin tem 32 anos e atua no Programa Mundial de Alimentos há cinco. Atualmente trabalha como consultor internacional em Roma.
“Eu comecei a trabalhar para as Nações Unidas no Brasil como Assistente de Finanças pelo PMA, depois de anos na iniciativa privada. Sou graduado em Relações Internacionais e tenho um MBA em Finanças e Controladoria”, afirma Thiago.
Ele conta que decidiu trabalhar para um organismo internacional porque acredita nos projetos e programas desenvolvidos pelas Nações Unidas. “Minhas atribuições hoje estão intimamente ligadas à reforma do Sistema ONU, revendo políticas e práticas internas em especial nos campos ligados a administração, de modo que possamos despender menos recursos em burocracia e ser mais eficientes na consecução dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.”
E acrescenta: “A satisfação em trabalhar com algo que, de fato, me identifico é impagável e acredito que, mesmo dentro das áreas internas como administração e finanças, é possível contribuir positiva e solidamente para um mundo mais justo”.