Brasileiro vence prêmio da UNESCO por pesquisas sobre a memória humana

O médico e pesquisador brasileiro Ivan Antônio Izquierdo, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), é um dos vencedores do Prêmio Internacional UNESCO-Guiné-Equatorial de Pesquisa em Ciências da Vida. Ganhadores foram anunciados na segunda-feira (24) pela agência da ONU. Especialista foi reconhecido por esforços para melhorar a qualidade de vida das pessoas idosas e também de pacientes sofrendo com doenças neurodegenerativas.

Foto: PEXELS

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O médico e pesquisador brasileiro Ivan Antônio Izquierdo, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), é um dos vencedores do Prêmio Internacional UNESCO-Guiné-Equatorial de Pesquisa em Ciências da Vida. Ganhadores foram anunciados na segunda-feira (24) pela agência da ONU. Especialista foi reconhecido por esforços para melhorar a qualidade de vida das pessoas idosas e também de pacientes sofrendo com doenças neurodegenerativas.

Ao anunciar seu nome como um dos vencedores da premiação, a UNESCO lembrou os trabalhos “fundadores” do cientista para o entendimento dos mecanismos de memorização da mente humana. O pesquisador também se dedicou às aplicações clínicas dessas descobertas, utilizadas nos cuidados de idosos e no tratamento de indivíduos com transtornos psicológicos ou neurodegenerativos.

Doutor em Medicina pela Universidade de Buenos Aires, Ivan Antônio é coordenador do Centro de Memória e de Altos Estudos do Instituto do Cérebro da PUC-RS. O pesquisador é membro de 21 sociedades científicas do Brasil e de outros países.

O Prêmio Internacional UNESCO-Guiné Equatorial de Pesquisa em Ciências da Vida visa reconhecer indivíduos, instituições, iniciativas e organizações não governamentais que promoveram melhorias na qualidade da vida humana.

Além do brasileiro, também foi premiado o português Rui Luis Gonçalves dos Reis, da Universidade de Minho. Pesquisador recebeu a condecoração por sua contribuição excepcional ao desenvolvimento de biomateriais naturais e também por avançar estudos sobre suas aplicações biomédicas nas áreas de engenharia de tecidos, medicina regenerativa, células-tronco e administração de medicamentos.

Outra vencedora foi a Organização para a Pesquisa Agrícola, do Centro Volcani, de Israel. Instituição desenvolveu programas para combater a fome em zonas áridas, semi-áridas e desérticas.

Cada ganhador receberá uma estatueta do artista Leandro Mbomio Nsue, um certificado e uma quantia de 100 mil dólares. Os prêmios serão entregues em cerimônia prevista para 4 de dezembro, em Djibloho, na Guiné-Equatorial.