Brasil é um dos 124 países que oferece militares para as missões de paz da ONU

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O Brasil é um dos 124 Estados-membros que fornecem tropas para as missões de paz das Nações Unidas. Atualmente, o país contribui com 1.279 militares – dos quais 23 são especialistas que não atuam em batalhões – e 5 policiais.

Conheça nesse vídeo especial do Centro de Informação da ONU para o Brasil (UNIC Rio) a história de uma brasileira que decidiu entrar para as Forças Armadas para ajudar o povo do Haiti na missão da ONU instalada no país.

O Brasil é um dos 124 Estados-membros que fornecem tropas para as missões de paz das Nações Unidas. Atualmente, o país contribui com 1.279 militares – dos quais 23 são especialistas que não atuam em batalhões – e 5 policiais. A ONU mantém operações de manutenção da paz em 16 países, mobilizando um efetivo de cerca de 97 mil oficiais, 15 mil civis e 1,6 mil voluntários.

Todos os brasileiros selecionados para atuar em missões, incluindo civis, passam por treinamento no Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil (CCOPAB), organismo criado em 2010 pelo Ministério da Defesa para centralizar os esforços de preparação das equipes servindo sob a bandeira da ONU.

O maior contingente militar do Brasil em operações de paz está no Haiti. Mais de 980 oficiais trabalham na MINUSTAH, missão criada em 2004 na nação caribenha. Em 2017, com o encerramento da operação já definido pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas, o Brasil enviará o último batalhão para o país.

A capitã Camila Paiva foi uma das brasileiras que serviu no Haiti. Em 2010, quando um terremoto atingiu o país, ela ainda era civil. Foram as imagens da tragédia e o sofrimento dos haitianos que a levaram a entrar no Exército e, posteriormente, atuar junto à MINUSTAH.

Além da MINUSTAH, o Brasil mantém oficiais em missões no Líbano, no Saara Ocidental, no Sudão do Sul, na República Centro-Africana, na República Democrática do Congo, no Chipre e em Abyei.


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