Australiana é nomeada defensora da ONU para as vítimas de exploração sexual e abuso

O secretário-geral da ONU, António Guterres, nomeou a advogada australiana Jane Connors como a primeira defensora das Nações Unidas para os direitos das vítimas de exploração sexual e abuso.

Connors, que atualmente é diretora da Anistia Internacional em Genebra, leva à posição uma ampla carreira, com experiência acadêmica, em direitos humanos e assistência humanitária. Ela também teve atuação prévia na ONU e em organizações da sociedade civil.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, nomeou a advogada australiana Jane Connors como a primeira defensora das Nações Unidas para os direitos das vítimas de exploração sexual e abuso. Foto: ONU/Jean-Marc Ferré

O secretário-geral da ONU, António Guterres, nomeou a advogada australiana Jane Connors como a primeira defensora das Nações Unidas para os direitos das vítimas de exploração sexual e abuso. Foto: ONU/Jean-Marc Ferré

O secretário-geral da ONU, António Guterres, nomeou a advogada australiana Jane Connors como a primeira defensora das Nações Unidas para os direitos das vítimas de exploração sexual e abuso.

A nomeação está em linha com o compromisso do secretário-geral — feito em seu relatório sobre medidas especiais para o combate à exploração sexual e ao abuso —, segundo o qual as Nações Unidas colocarão os direitos e a dignidade das vítimas na linha de frente de seus esforços de prevenção e resposta.

Connors, que atualmente é diretora da Anistia Internacional em Genebra, leva à posição uma ampla carreira, com experiência acadêmica, em direitos humanos e assistência humanitária. Ela também teve atuação prévia na ONU e em organizações da sociedade civil.

Como defensora dos direitos das vítimas, Connors irá apoiar uma resposta integrada e estratégica para a assistência, em coordenação com relevantes atores do Sistema ONU.

Ela trabalhará com instituições governamentais, da sociedade civil e organizações nacionais, legais e de direitos humanos para a construção de redes de apoio e ajuda, de forma a garantir o total efeito de leis locais, incluindo as indenizações para as vítimas.

Antes de trabalhar para a Anistia Internacional, Connors foi diretora da divisão de pesquisa e direito ao desenvolvimento do Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH). Também atuou na divisão de tratados de direitos humanos do ACNUDH como chefe da divisão de Procedimentos Especiais. De 1996 a 2002, foi chefe da unidade de direitos das mulheres do Departamento Econômico e Social das Nações Unidas em Nova Iorque.