Atingida por furacão Maria, Dominica precisa de água e alimentos

Um oficial das Nações Unidas em visita à ilha de Dominica, que foi atingida pelo furacão Maria, disse na segunda-feira (25) que estimadas 65 mil pessoas, ou 80% da população local, foram afetadas pelo fenômeno e demandam alimentos e água.

“Há uma enorme urgência de água e alimentos”, disse Sergio da Silva, líder da equipe das Nações Unidas para coordenação e avaliação de desastres (UNDAC), que falou a jornalistas em Nova Iorque por telefone, acrescentando que a inacessibilidade a áreas remotas tornou mais difícil estimar quantas pessoas foram afetadas.

Destruição causada pelo furacão Maria na ilha de Dominica. Foto: Ben Parker/IRIN

Destruição causada pelo furacão Maria na ilha de Dominica. Foto: Ben Parker/IRIN

Um oficial das Nações Unidas em visita à ilha de Dominica, que foi atingida pelo furacão Maria, disse na segunda-feira (25) que estimadas 65 mil pessoas, ou 80% da população local, foram afetadas pelo fenômeno e demandam alimentos e água.

“Há uma enorme urgência de água e alimentos”, disse Sergio da Silva, líder da equipe das Nações Unidas para coordenação e avaliação de desastres (UNDAC), que falou a jornalistas em Nova Iorque por telefone, acrescentando que a inacessibilidade a áreas remotas tornou mais difícil estimar quantas pessoas foram afetadas.

Criada em 1993, a UNDAC foi desenhada para ajudar a ONU e os governos de países afetados por desastres durante a primeira fase de uma situação de emergência.

O furacão Maria tocou a terra na ilha de 72 mil habitantes na tarde de 18 de setembro, com ventos de até 250 km/hora.

Silva disse que estava na Dominica desde quinta-feira, apoiando na coordenação da chegada de ajuda internacional.

Além de alimentos e abrigo, água potável era prioridade, disse. Também está sendo feito um trabalho para recuperar hospitais. A entrega de ajuda humanitária a áreas remotas permanece como um enorme desafio, enquanto as estradas foram destruídas.