Ataques contra funcionários das Nações Unidas aumentaram em 2013

Quase 60 civis e militares que atuavam em diversas missões da ONU foram mortos em atentados terroristas e rebeldes, especialmente na África. Em 2012, foram 37 mortes.

Civil ferido numa emboscada contra a missão de paz da ONU no Sudão do Sul. Foto: UNMISS/Isaac Billy

Aumentou o risco de trabalhar para as Nações Unidas. No ano passado, 58 membros de missões da ONU – 33 integrantes de forças de paz e 25 civis – morreram em atentados terroristas ou de rebeldes. Em 2012, foram 37 mortos.

As maiores quantidades de ocorrências foram no Sudão do Sul, Somália e Darfur, no Sudão. Entretanto, Mali, República Democrática do Congo e Síria também foram lugares particularmente perigosos, de acordo com comunicado divulgado nesta quarta-feira (8) pela Comissão Permanente de Segurança e Independência do Serviço Civil Internacional do Sindicato de Trabalhadores.

O secretário-geral das ONU, Ban Ki-moon, apelou aos Estados-membros no ano passado para que cumpram todas as medidas de segurança de modo a oferecer proteção aos trabalhadores humanitários que “servem em lugares incrivelmente perigosos e encontram uma série de ameaças nunca antes registadas na história da Organização”.