Ataques à missão da ONU no Mali deixam três capacetes-azuis mortos

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Ataques contra a Missão de Paz da ONU no Mali (MINUSMA) deixaram três mortos no início de junho (8). Ofensiva foi duramente criticada pelo secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, que ressaltou que hostilidades contra capacetes-azuis podem ser consideradas crimes de guerra. O dirigente máximo da ONU pediu que os responsáveis pela operação criminosa sejam prontamente levados à justiça.

Militares apagam incêndio em campo da MINUSMA em Kidal, após ataque com morteiros. Foto: ONU/Sylvain Liechti

Militares apagam incêndio em campo da MINUSMA em Kidal, após ataque com morteiros. Foto: ONU/Sylvain Liechti

Ataques contra a Missão de Paz da ONU no Mali (MINUSMA) deixaram três mortos no início de junho (8). Ofensiva foi duramente criticada pelo secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, que ressaltou que hostilidades contra capacetes-azuis podem ser consideradas crimes de guerra. O dirigente máximo da ONU pediu que os responsáveis pela operação criminosa sejam prontamente levados à justiça.

Em 8 de junho, o campo da MINUSMA em Kidal foi alvo de intensos ataques com foguetes e morteiros. Informações coletadas pela Missão indicavam inicialmente que uma dezena de explosivos havia sido lançada em direção à base. Cinco integrantes do organismo da ONU ficaram levemente feridos.

Logo após a investida, oficiais que estavam fora do campo também ficaram sob fogo inimigo. O ataque deixou três vítimas fatais e outros três feridos.

No mesmo comunicado em que condenou a violência, o secretário-geral enviou suas condolências às famílias dos mortos e desejou uma rápida recuperação para os oficiais que ficaram feridos.

Os ataques ocorreram depois que a MINUSMA intensificou as patrulhas em Kidal, numa resposta ao aumento da violência na região e a incidentes envolvendo violações de direitos humanos de comunidades específicas.


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