Alzheimer: mais de 35 milhões de pessoas sofrem com demência, número que triplicará até 2050, diz ONU

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A doença de Alzheimer é a causa mais comum de demência e responsável por até 70% dos casos; pessoas que sofrem com a doença devem poder usufruir de todos seus direitos.

Idosos devem ter todos seus direitos respeitados. Foto: ONU/Kibae Park

Como parte das iniciativas do Dia Mundial do Alzheimer, celebrado anualmente em todo o mundo no dia 21 de setembro, a especialista independente das Nações Unidas sobre o os direitos humanos das pessoas idosas, Rosa Kornfeld-Matte, pediu uma ação concertada para garantir que as pessoas mais velhas, que sofrem da doença de Alzheimer ou outras formas de demência, possam usufruir plenamente dos seus direitos humanos em todas as circunstâncias.

“As vozes das pessoas mais velhas e aqueles que cuidam deles precisam ser ouvidas”, disse Kornfeld-Matte.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a demência é uma síndrome, geralmente de natureza crônica, causada por uma variedade de doenças no cérebro que afetam a memória, o pensamento, o comportamento e a capacidade de realizar atividades cotidianas. A doença de Alzheimer é a causa mais comum de demência e responsável por até 70% dos casos.

O número de pessoas que vivem com demência em todo o mundo está estimado em 35,6 milhões, número que deve dobrar até 2030 e triplicar até o ano de 2050.


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