Ajuda do ACNUR chega à cidade Síria que estava inacessível há três anos​

Cerca de 26 mil pessoas vivem atualmente em Al-Mleiha, uma pequena cidade localizada na periferia leste de Damasco, ao longo de uma estrada estratégica que leva ao aeroporto da capital. Grande parte da cidade tem estado isolada devido aos combates prolongados durante os últimos três anos.

Residentes de Al-Mleiha, local sitiado na periferia de Damasco, recebe ajuda humanitária após três anos. Foto: Crescente Vermelho

Residentes de Al-Mleiha, cidade sitiado na periferia de Damasco, recebe ajuda humanitária após três anos. Foto: Crescente Vermelho

Trabalhando em parceria com a organização Crescente Vermelho, o ACNUR entregou ajuda humanitária crucial a uma cidade rural perto de Damasco, há três anos não recebia suprimentos de forma regular devido aos combates, deixando milhares de residentes em condições terríveis, sem água limpa ou combustível para aquecedores.

Cerca de 26 mil pessoas vivem atualmente em Al-Mleiha, uma pequena cidade localizada na periferia leste de Damasco, ao longo de uma estrada estratégica que leva ao aeroporto da capital. Grande parte da cidade tem estado isolada devido aos combates prolongados durante os últimos três anos.

A última ajuda humanitária entregue pela ONU em torno da cidade foi no início de 2013. No entanto, entregas ocasionais de suprimentos comerciais, alimentos e outras mercadorias foram autorizadas de maneira limitada para estas áreas, ao leste da cidade.

No domingo passado, um comboio do Crescente Vermelho entregou ajuda de itens não alimentares para mais de 1.300 pessoas que vivem na região ao redor de Al-Mleiha, além dos pacotes de alimentos fornecidos por outras agências humanitárias. Voluntários relataram as condições de vida terríveis dentro dos locais acessados, onde famílias vivem em casas destruídas, queimando plástico para se manterem aquecidas.

Cerca de 50 mil pessoas viviam em Al-Mleiha antes da atual crise. Atualmente, existem apenas cerca de 26 mil pessoas vivendo na cidade e destes 10 mil são deslocados internos, de acordo com relatórios das Nações Unidas.