Denis Mukwege e Nadia Murad receberam o Prêmio Nobel da Paz de 2018. Fotos: ONU

Embaixadora da ONU e médico congolês vencem Nobel da Paz por luta contra violência sexual

Nadia Murad, ativista dos direitos dos yazidis e primeira Embaixadora para a Dignidade dos Sobreviventes de Tráfico de Pessoas do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), e Denis Mukwege, ginecologista que ajuda as vítimas de violência sexual na República Democrática do Congo (RDC), receberam o Prêmio Nobel da Paz de 2018 nesta sexta-feira (5).

A decisão de dar o prestigiado prêmio em conjunto tem o potencial de ajudar a acabar com o uso da violência sexual como arma de guerra, disse a ONU — uma causa muito importante para o trabalho da Organização.

Participantes ouvem palestrantes durante evento para o Dia Internacional da Juventude na sede da ONU em Nova Iorque. Foto: ONU/Kim Haughton

UNODC promove treinamento sobre simulações das Nações Unidas

O Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) abre nesta quarta-feira (26) as inscrições para as sessões de treinamento sobre Modelos das Nações Unidas (conhecidos como MUNs). Estudantes e professores dos níveis secundário e universitário podem participar de uma das cinco sessões oferecidas. Haverá 25 vagas por sessão.

Nos níveis de educação secundária e superior, os MUNs destacam-se como iniciativas de sucesso para promover a educação sobre a ONU e seus mandatos. Isso é feito por meio do envolvimento ativo e da liderança dos alunos, bem como dos educadores que os supervisionam.

Situação prisional é tema de seminário em Brasília. Foto: Agência Brasil/Wilson Dias

Em Brasília, escritório da ONU debate falência do atual modelo prisional

Tem início hoje (19), em Brasília, o primeiro Seminário Internacional de Gestão de Políticas Penais, promovido pela Universidade de Brasília (UnB). Com a participação do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), o evento vai discutir a falência do modelo prisional atual. Especialistas brasileiros e estrangeiros debaterão a superlotação dos presídios, a expansão dos grupos criminais e os gastos crescentes com o sistema.

Foto: Pxhere

Corrupção custa US$ 2,6 trilhões e afeta desproporcionalmente ‘pobres e vulneráveis’

A corrupção está presente em todos os países, “ricos e pobres, ao norte e ao sul, desenvolvidos e em desenvolvimento”, declarou o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, ao Conselho de Segurança, durante uma sessão sobre combate à corrupção pela paz e segurança internacionais.

Estimativas do Fórum Econômico Mundial apontam que a corrupção custa pelo menos 2,6 trilhões de dólares – cerca de 5% do produto interno bruto global.

O secretário-geral reconheceu que a população em todo o mundo continua a expressar indignação com seus líderes corruptos, observando o quão profundamente a corrupção está embutida nas sociedades: “Eles estão pedindo que os estabelecimentos políticos operem com transparência e responsabilidade – ou abram caminho para aqueles que queiram”.

Foto: Marcello Casal Jr./ABr

ONU e ministério criam centro internacional de segurança pública no Brasil

O Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) e o Ministério da Segurança Pública (MSP) firmaram na terça-feira (4), em Brasília (DF), uma parceria para criar o Centro Internacional para a Segurança Pública no Brasil (CISP). Instituição vai trabalhar na coleta e análise qualificada de dados sobre violações da lei, justiça, sistema prisional e substâncias ilícitas. Objetivo da iniciativa é embasar políticas com evidências científicas.

Com o objetivo de inserir a luta contra o tráfico de migrantes na agenda pública, o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), apresenta campanhas #AQUIESTOY e #NegocioMortal. Foto: ONU

Agência da ONU apresenta campanhas para impulsionar combate ao tráfico de pessoas

O Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) reuniu na segunda-feira (27) em Brasília (DF) representantes de Ministério da Justiça, Secretaria Nacional de Justiça, Polícia Federal, Procuradoria-Geral da República, Ministério das Relações Exteriores e do Sistema ONU no Brasil para apresentar campanhas de combate ao tráfico de pessoas e, mais especificamente, ao tráfico de migrantes.

Com o objetivo de inserir a luta contra o tráfico de migrantes na agenda pública, o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), apresenta campanhas #AQUIESTOY e #NegocioMortal. Foto: ONU

Chile é primeiro país da América do Sul a adotar campanha contra contrabando de migrantes

Com o objetivo de inserir a luta contra o tráfico de migrantes na agenda pública, o Ministério Público do Chile, em parceria com o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), formalizou sua adesão à campanha #NegocioMortal.

A campanha pretende ser um veículo para a retomada de um diálogo nacional sobre esse tema, o que representa um importante desafio para o país sul-americano nos campos da prevenção do crime e da proteção aos direitos humanos.

Policial apoia mulher vítima de violência doméstica. Foto: Jackson Cardoso

Agência da ONU promove debate em Brasília sobre policiamento comunitário

No contexto do 12º Encontro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) promove Workshop Internacional sobre Uso da Força, Democracia e Policiamento Comunitário: Experiências Comparadas de Monitoramento do Uso da Força no Brasil e Uruguai, no próximo dia 20, às 9h, na Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec/UnB), em Brasília (DF).

Cocaína foi encontrada em contêiner que seguiria para a Europa. Foto: Receita Federal

Com apoio da ONU, Receita Federal apreende mais de meia tonelada de cocaína em Santos

No Porto de Santos, o maior do Brasil, a Alfândega da Receita Federal apreendeu na última quarta-feira (8) 558kg de cocaína. A droga foi encontrada num contêiner com destino ao ancoradouro de Antuérpia, na Bélgica. Desde 2017, a aduana brasileira conta com o apoio do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) para treinar funcionários e aprimorar a fiscalização de cargas.

A ONU Brasil realiza até setembro exposição no Rio com obras do artista paulistano Otávio Roth, que em 1978 criou e imprimiu xilogravuras que ilustram os trinta artigos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Foto: UNIC Rio/Pedro Andrade

Exposição no Rio reafirma importância da Declaração dos Direitos Humanos 70 anos após adoção

Ao completar 70 anos, a Declaração Universal dos Direitos Humanos permanece necessária e atual em um mundo marcado por crescentes conflitos, desigualdades sociais, racismo, deslocamento forçado e violência, especialmente contra ativistas.

A avaliação é de diplomatas, representantes do Sistema ONU e de organizações da sociedade civil presentes na abertura da exposição de xilogravuras do artista plástico brasileiro Otávio Roth, na quarta-feira (8), no Rio de Janeiro. A exposição fica no Centro Cultural Correios até 9 de setembro.

O encontro entre as duas iniciativas teve o objetivo de promover uma cultura de paz entre jovens e adolescentes, pautando-se em princípios de solidariedade, de tolerância, do respeito à vida, aos direitos individuais e ao pluralismo. Foto: UNODC

Agência da ONU e projeto Embaixada da Paz discutem ações conjuntas

Jovens participantes do Programa Embaixadores da Juventude, iniciativa do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) para promover o empoderamento de jovens dentro do contexto da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, reuniram-se em Brasília (DF) no início de agosto com representantes do projeto Embaixada da Paz.

A Embaixada da Paz tem o objetivo de incentivar a construção da paz em comunidades como ferramenta essencial para a redução da violência em escala global, por meio do fortalecimento de vínculos comunitários.

Já o Programa Embaixadores da Juventude, lançado em 2016 pelo UNODC em parceria com o Instituto Caixa Seguradora, é uma iniciativa que busca capacitar jovens entre 18 e 25 anos para atuarem como multiplicadores dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) em espaços sociais e políticos.

Artigo 1 da Declaração Universal dos Direitos Humanos / Acervo Otávio Roth

ONU inaugura no Rio exposição inédita com obras da Declaração Universal dos Direitos Humanos

A Organização das Nações Unidas (ONU) no Brasil, com apoio do Acervo Otávio Roth e o Centro Cultural Correios, inaugura nesta quarta-feira (8) a exposição 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, com obras de Otávio Roth.

Realizada pela primeira vez no Rio de Janeiro, a mostra apresenta 30 xilogravuras que traduzem os ideais de paz e igualdade defendidos nos artigos do documento. A entrada é franca.

A exposição fica em cartaz até 9 de setembro, das 12h às 19h.

Com o objetivo de inserir a luta contra o tráfico de migrantes na agenda pública, o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), apresenta campanhas #AQUIESTOY e #NegocioMortal. Foto: ONU

No DF, ONU e governo promovem semana de conscientização sobre tráfico humano

Em parceria com o governo do Distrito Federal e a Secretaria Nacional de Justiça, o Escritório da ONU sobre Drogas e Crimes (UNODC) promove nesta semana, em Brasília, a quinta Semana de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas. Até o próximo sábado (4), instituições realizam atividades de conscientização em todo o DF para alertar a população sobre esse tipo de crime, formas de abordagem dos aliciadores e meios de denunciar atividades ilícitas.

Aula do Projeto Grael. Foto: Pojeto Grael

ONU e velejador olímpico Lars Grael debatem esporte e inclusão em seminário no Rio

O Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes (UNODC) e o Projeto Grael encerraram nesta sexta-feira (27) o seminário Barcos, evento de dez dias que debateu no Rio de Janeiro o uso do esporte para a inclusão social e educação. Encontro celebrou os 20 anos da iniciativa que leva o nome do velejador brasileiro e atleta olímpico Lars Grael, um dos participantes dos dias de atividade. A conferência teve palestras e aulas teórico-práticas de vela, canoagem e remo.

O Projeto Manaus é realizado pela Defensoria Pública da União (DPU) e o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), com financiamento da União Europeia. Foto: UNODC

Seminário em Manaus discute combate ao contrabando de migrantes

O seminário “Tráfico de Pessoas, Contrabando de Migrantes e Mobilidade Humana” marcou na sexta-feira (13) o encerramento dos trabalhos do Projeto Manaus no auditório da sede do governo do Amazonas.

O Projeto Manaus é realizado por representantes da Defensoria Pública da União (DPU) e Escritório das Nações Unidas Sobre Drogas e Crimes (UNODC) como parte da Ação Global contra o Tráfico de Pessoas e o Contrabando de Migrantes (Glo.Act), sendo financiado pela União Europeia.

Programado para os próximos quatro anos, o plano tem 58 metas destinadas à prevenção e à repressão desse crime no território nacional, assim como responsabilização dos autores e atenção às vítimas. Foto: UNODC

Novo plano nacional visa reforçar ações de combate ao tráfico de pessoas no Brasil

Com o objetivo de aperfeiçoar e reforçar as ações de combate ao tráfico de pessoas, foi lançado no Ministério da Justiça, em Brasília (DF), na semana passada (5), o 3º Plano Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas.

Programado para os próximos quatro anos, o plano tem 58 metas destinadas à prevenção e à repressão desse crime no território nacional, assim como responsabilização dos autores e atenção às vítimas.

O evento de lançamento teve a presença de representante do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes no Brasil (UNODC).

Placa do lado de fora de um hospital em Monróvia, capital da Libéria, alerta aos pacientes para que não subornem médicos por seus serviços. O hospital financiado pelo UNICEF oferece cuidados gratuitamente. Foto: UNICEF/Pirozzi

Combate à corrupção ‘do topo para baixo’ é essencial, diz chefe da ONU

Corrupção e cumplicidade não conhecem fronteiras geográficas. De acordo com representantes das Nações Unidas, os frágeis são aqueles que mais sofrem com as consequências da prática.

“A sociedade não pode funcionar de maneira igualitária e eficiente quando oficiais públicos – desde médicos até policiais, passando por juízes e políticos – enriquecem em vez de realizarem seus deveres com integridade”, disse António Guterres, secretário-geral da ONU.

Índice de homicídios no Brasil é o sétimo maior das Américas, de acordo com a OMS. Foto: Agência Brasil/Fernando Frazão

Atlas da Violência aposta nos objetivos globais para prevenir violência contra jovens e negros no Brasil

Produzido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), o Atlas da Violência 2018 apontou a desigualdade na distribuição dos assassinatos entre negros e brancos. Enquanto a taxa de homicídios entre os primeiros é de 40,2 por 100 mil habitantes, no segundo grupo ela fica em 16 por 100 mil. De todas as vítimas do crime a cada ano no país, 71,5% são negras.

Uma das novidades da edição 2018 do documento é um capítulo dedicado a chamar atenção para o potencial dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e suas metas nas estratégias de redução da violência letal. Em geral, os ODS estabelecem diretrizes a serem alcançadas pelos países nos próximos 12 anos, daí o título de Agenda 2030. O plano de ação internacional oferece parâmetros que permitem inclusive ao Brasil verificar se está ou não conseguindo superar desafios em várias áreas como, por exemplo, a de segurança pública.

A apreensão global de opioides farmacêuticos em 2016 foi de 87 toneladas, aproximadamente a mesma quantidade de heroína apreendida naquele ano. Foto: IRIN/Sean Kimmons

Relatório da ONU aponta aumento do abuso de medicamentos sob prescrição no mundo

O uso não medicinal de medicamentos sob prescrição está se tornando uma enorme ameaça para a saúde pública e o cumprimento da lei no mundo, com opioides sendo responsáveis pelos maiores danos, contabilizando 76% de mortes envolvendo distúrbios relacionados ao uso de drogas. A conclusão é do Relatório Mundial sobre Drogas, lançado nesta terça-feira (26) pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC).

O fentanil e seus análogos ainda constituem um problema na América do Norte, enquanto o tramadol – um opioide utilizado para tratar dores moderadas e graves – tem se tornado uma preocupação crescente em partes da África e da Ásia. O acesso ao fentanil e ao tramadol para usos medicinais é vital para o tratamento da dor crônica, mas traficantes os produzem ilicitamente, promovendo-os em mercados ilegais e causando danos consideráveis à saúde.

Resgate de migrantes náufragos provenientes da Nigéria, Paquistão, Síria, Sudão, Etiópia e Malásia na costa da Itália. Foto: ACNUR/D’Amato

UNODC: contrabando de migrantes afetou 2,5 milhões de pessoas no mundo em 2016

Ao menos 2,5 milhões de migrantes foram alvo de contrabando em 2016, de acordo com o primeiro estudo global sobre o tema, lançado pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) nesta quarta-feira (13).

Segundo a Organização Internacional para as Migrações (OIM), há milhares de mortes provocadas por atividades de contrabando de migrantes a cada ano. Muitos morrem afogados, enquanto outros morrem devido a acidentes ou condições extremas. Segundo os registros, o Mediterrâneo parece ser a rota mais mortal, com cerca de 50% do total de mortes.

Conhecidas como "drogas legais", as NSP são desenvolvidas para imitar os efeitos de drogas como maconha, cocaína e ecstasy, a partir de várias substâncias químicas, parte delas ilegal. Foto: UNODC

ONU e ANVISA promovem reunião em Brasília sobre novas substâncias psicoativas

Novas substâncias psicoativas (NSP) representam um desafio à saúde pública, à ciência forense e à aplicação das leis. Alertar sobre essas substâncias e impulsionar a colaboração são ações fundamentais para mitigar os danos associados ao uso dessas substâncias.

Conhecidas como “drogas legais”, as NSP são desenvolvidas para imitar os efeitos de drogas como maconha, cocaína e ecstasy, a partir de várias substâncias químicas, parte delas ilegal.

Nesse contexto, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) recentemente recebeu uma reunião de três dias em Brasília (DF), em coordenação com o laboratório e seção científica (LSS, na sigla em inglês) do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC).

Para o UNODC, proteger os esportes da corrupção representa um investimento que traz claros benefícios econômicos e sociais. Foto: UNIC Tóquio/Takashi Okano

ONU e BRICS promovem conferência em Viena sobre combate à corrupção nos esportes

O Brasil e os demais países que fazem parte do grupo dos BRICS (Rússia, Índia, China e África do Sul) realizam até esta quarta-feira (6) conferência em Viena, na Áustria, sobre corrupção nos esportes. O evento de dois dias, fruto de uma parceria com o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), reúne 250 participantes de 60 países.

Para o diretor-executivo do UNODC, Yury Fedotov, proteger os esportes da corrupção representa um investimento que traz claros benefícios econômicos e sociais.

O UNODC promoveu Simulações das Nações Unidas, conhecidas como MUNs, em Viena, na Áustria. Foto: UNODC

Evento em Viena simula cúpulas da ONU para professores e estudantes

O Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) reuniu na semana passada (de 22 a 24 de maio) em Viena, na Áustria, funcionários, professores e especialistas para realizar Simulações das Nações Unidas, conhecidas como MUNs.

MUNs são exercícios pedagógicos por meio dos quais jovens de diversas idades discutem e buscam soluções para problemas mundiais ao assumirem o papel de autoridades políticas, como diplomatas e juízes internacionais.

No Rio, o "Vamos Nessa" capacitou cinco professores de jiu-jitsu da Geração UPP, projeto que leva técnicas e doutrina das artes marciais a jovens de comunidades por meio de policiais militares. Foto: UNODC

ONU ajuda professores de artes marciais a prevenir violência entre jovens pelo esporte

O programa do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes (UNODC) “Vamos Nessa” oferece a profissionais de educação física e professores de artes marciais envolvidos com projetos sociais um treinamento focado na prevenção da criminalidade e da violência através do esporte.

O objetivo é construir habilidades para a vida por meio de jogos e dinâmicas esportivas a partir das quais os participantes debatem fatores que levam ao envolvimento em crimes, violências e drogas.

O Rio de Janeiro, juntamente com o Distrito Federal, foi o primeiro a receber a iniciativa no Brasil, que depois foi estendida a países como África do Sul, Quirguistão, Uganda, Palestina, Peru e República Dominicana.

Vítimas de tráfico humano. Foto: ONU/Martine Perret

No Brasil, especialistas veem fragilização de serviços para mulheres vítimas de tráfico de pessoas

O Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) participou no início do mês de encontro para debater a assistência dada pelo Brasil a vítimas de tráfico internacional. Evento em Brasília reuniu representantes do Judiciário e do Executivo para discutir marcos sul-americanos que podem melhorar políticas públicas do país. Especialistas alertaram para momento de fragilização das instituições que prestam serviços para quem sofreu esse tipo de violação.

Foto: UNODC

Agência da ONU incentiva ONGs brasileiras a adotar esporte para prevenir crime entre jovens

Como parte de seus esforços globais para promover o esporte na prevenção do crime juvenil, o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) oferece apoio, por meio de doações, a iniciativas locais de organizações não governamentais. Uma das ações selecionadas foi lançada recentemente no bairro da Cidade de Deus, no Rio de Janeiro.

A ONG brasileira Instituto Companheiros das Américas (ICA) está implementando o Programa Vencer, que liga esportes à empregabilidade através do treinamento de habilidades empreendedoras para jovens em situação de risco. A iniciativa visa ajudar jovens a desenvolver habilidades necessárias para ingressar no mercado de trabalho ou reingressar no sistema de educação formal, fortalecendo sua resiliência ao crime e à violência, ao mesmo tempo em que apoia a comunidade como um todo.

Enquanto a maioria dos contêineres transportam mercadorias legais, uma pequena porcentagem carrega cargas ilícitas como drogas. Foto: Banco Mundial/Dominic Sansoni

Agência da ONU treina oficiais para apreensões de drogas em portos latino-americanos

Unidades policiais treinadas pela ONU interceptaram grandes carregamentos de drogas ilegais sendo traficadas na América Latina e do Caribe este ano, incluindo 2,8 toneladas de cocaína em Santos (SP), em março, na maior apreensão da história do porto.

As apreensões foram promovidas por unidades envolvidas em um programa conjunto do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) e da Organização Mundial das Alfândegas (OMA).

Ouvir as necessidades das crianças e jovens é o primeiro passo para ajudá-los a crescerem saudáveis e seguros. Ao estabelecer regras de forma consistente, calma e amavelmente, é criado um ambiente seguro e saudável para a criança crescer. #EscutaPrimeiro – em inglês, #ListenFirst – é uma iniciativa do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), Organização Mundial da Saúde (OMS) e parceiros que busca aumentar o apoio à prevenção do uso de drogas com base em evidências científicas, promovendo assim um investimento eficaz no bem-estar das crianças e jovens, suas famílias e comunidades.

VÍDEO: Ouvir as crianças e jovens significa mais saúde e segurança

Ouvir as necessidades das crianças e jovens é o primeiro passo para ajudá-los a crescerem saudáveis e seguros. Ao estabelecer regras de forma consistente, calma e amavelmente, é criado um ambiente seguro e saudável para a criança crescer.

#EscutaPrimeiro – em inglês, #ListenFirst – é uma iniciativa do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), Organização Mundial da Saúde (OMS) e parceiros que busca aumentar o apoio à prevenção do uso de drogas com base em evidências científicas, promovendo assim um investimento eficaz no bem-estar das crianças e jovens, suas famílias e comunidades.

Acesse o vídeo da campanha e saiba mais aqui.

Projeto do UNODC visa a prevenir a violência por meio das práticas esportivas. Foto: UNODC

ONU certifica 600 jovens em programa de prevenção à violência pelo esporte

O Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) celebrará na próxima segunda-feira (2) a formação de jovens no Programa “Vamos Nessa”, focado em prevenir a violência e a criminalidade por meio dos esportes. Entre março e dezembro de 2017, a iniciativa capacitou cerca de 600 jovens entre 11 e 17 anos, além de mais de 80 profissionais de Educação Física, no Distrito Federal e no Rio de Janeiro.

Migrantes e refugiados cruzam Mediterrâneo para chegar à Europa. Foto: Marinha Italiana/M. Sestini

Nova iniciativa de agências da ONU combate tráfico de migrantes

A Organização Internacional para as Migrações (OIM) e o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) lançaram na terça-feira (27), em Viena, uma plataforma conjunta para combater o tráfico de migrantes.

A iniciativa encoraja os principais atores a unir forças para, entre outras medidas, reforçar as capacidades dos Estados-membros de desmantelar redes criminosas de tráfico de migrantes, ampliando a assistência às vítimas e apoiando o desenvolvimento das estratégias de prevenção e planos de ação.

Drogas apreendidas em São Paulo. Foto Agência Brasil/Antonio Cruz

Repressão às drogas deve respeitar direitos humanos, defende conselho internacional

A Junta Internacional de Fiscalização de Entorpecentes criticou na quinta-feira (1º) o contínuo uso da violência e o recurso a ações extrajudiciais para lidar com atividades relacionadas a drogas, sejam elas o simples consumo de substâncias consideradas ilícitas ou atos criminosos. Para o organismo, as duas estratégias “fragilizam o Estado de Direito e os parâmetros internacionalmente reconhecidos para processos legais”.

Salina Abraham, presidente da Associação Internacional de Estudantes de Silvicultura, na abertura do Fórum da Juventude. Foto: ONU/Eskinder Debebe

Países só cumprirão metas da ONU com participação dos jovens, dizem dirigentes

Se os países não incluírem os jovens em processos decisórios nem acompanharem as mobilizações contra a pobreza, as mudanças climáticas e as desigualdades, a juventude pode acabar “deixando para trás” as instâncias internacionais de governança, como a ONU. O alerta é de ativistas, lideranças comunitárias e também dirigentes das Nações Unidas, que participaram na terça-feira (30) da abertura do Fórum da Juventude do Conselho Econômico e Social da ONU (ECOSOC).

Daniel Canabrava é um dos brasileiros que participarão do Fórum da Juventude do ECOSOC. Foto: UNODC

Jovens brasileiros participam do Fórum da Juventude da ONU em Nova Iorque

Dois jovens brasileiros participarão do Fórum da Juventude do Conselho Econômico e Social da ONU (ECOSOC), que será realizado em Nova Iorque nos dias 30 e 31 de janeiro. Lorenna Vilas Boas, de Salvador (BA), e Daniel Canabrava, do Gama (DF), são ex-alunos do Programa Embaixadores da Juventude, uma iniciativa do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC). A dupla vai liderar uma atividade sobre mobilidade urbana organizada pela representação da agência da ONU no Brasil, que também comparecerá ao encontro.

Conselho Internacional de Controle de Narcóticos da ONU (INCB, na sigla em inglês) enfatizou a importância de os governos respeitarem e protegerem os direitos humanos quando desenham e implementam medidas de controle de drogas. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Conselho Anti-Narcóticos da ONU defende abordagem de direitos humanos no controle de drogas

O Conselho Internacional de Controle de Narcóticos da ONU (INCB, na sigla em inglês) enfatizou a importância de os governos respeitarem e protegerem os direitos humanos quando desenham e implementam medidas de controle de drogas.

O Conselho enfatiza a necessidade de proteger e garantir o direito à saúde, o direito de supostos usuários e traficantes em todos os estágios do processo criminal, a necessidade de proporcionalidade nas respostas estatais a crimes relacionados às drogas de forma a evitar qualquer tipo de resposta extrajudicial à criminalidade, assim como a necessidade de abolir a pena de morte para crimes de tráfico de drogas.