O jornalista Vladimir Herzog. Foto: EBC

Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos abre inscrições

Jornalistas, artistas do traço e repórteres fotográficos de todo o Brasil têm até o próximo dia 20 de julho para inscrever suas produções e concorrer ao 41º Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos.

Considerado entre as mais significativas distinções jornalísticas do país, o Prêmio Vladimir Herzog tem abrangência nacional e reconhece, ano a ano, trabalhos que valorizam a democracia e os direitos humanos.

A iniciativa conta com o apoio do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio).

Qual é a educação que protege contra a violência? As alternativas a essa questão foram discutidas neste mês de junho, durante o seminário “Educação é proteção contra a violência”, promovido pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e a Cidade Escola Aprendiz no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro (RJ).

UNICEF: educação é estratégia crucial de proteção de crianças e adolescentes contra a violência

Qual é a educação que protege contra a violência? As alternativas a essa questão foram discutidas neste mês de junho, durante o seminário “Educação é proteção contra a violência”, promovido pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e a Cidade Escola Aprendiz no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro (RJ).

O seminário, que contou com a leitura do manifesto jovem #EndViolence, reuniu especialistas, autoridades, sociedade civil e lideranças adolescentes para discutir o impacto da violência na vida de crianças e adolescentes.

O seminário reuniu especialistas, autoridades, sociedade civil e lideranças adolescentes para discutir o impacto da violência na vida de crianças e adolescentes – e como a educação pode ser uma estratégia crucial de proteção.

Confira nessa matéria em vídeo do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio).

Entre os depoimentos da exposição “Em casa, no Brasil”, estão histórias de refugiados do Afeganistão, Irã, Síria e Nigéria. Foto: ACNUR/Estou Refugiado

Exposição em São Paulo e Rio mostra que refugiados se sentem em casa no Brasil

O Dia Mundial do Refugiado, celebrado em 20 de junho, terá um componente especial na cidade de São Paulo. Trata-se da exposição imersiva “Em casa, no Brasil”, que permite ao público visitar uma unidade habitacional para campos de refugiados e conhecer o depoimento de 13 pessoas refugiadas de nove diferentes países que vivem no Brasil e aqui se sentem em casa.

Em São Paulo, a exposição terá início no dia 18 de junho (terça-feira), no Sesc Campo Limpo, às 17h, com a presença do representante da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) no Brasil, Jose Egas.

Já no dia 20 de junho, Dia Mundial do Refugiado, a exposição estará aberta ao público no Sesc Osasco até o dia 11 de julho. No dia 26 de junho, a exposição será inaugurada no Centro Cultural dos Correios, às 18h30, com a participação de membros do ACNUR e do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio).

No Rio, Centro de Informação da ONU realiza eventos sobre carreira na organização

O Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) realiza nos próximas dias 26 e 27 de junho os eventos ‘Talent Outreach Mission’.

Os encontros fazem parte da visita oficial de uma missão de Nova Iorque para apresentar a jovens universitárias(os) e profissionais brasileiras(os) as diversas oportunidades de trabalho internacional e ingresso nas Nações Unidas. Profissionais de quaisquer áreas podem se inscrever.

Luis Alfonso de Alba, enviado especial da ONU para a Cúpula do Clima de 2019, durante reunião com empresários no Rio de Janeiro. Foto: UNIC Rio/Naiara Azevedo

Setor privado é essencial para mundo cumprir acordo climático, diz enviado especial

O setor privado brasileiro e global pode contribuir de maneira substancial para o cumprimento do Acordo de Paris para o clima, cujo principal objetivo é fortalecer a resposta mundial às mudanças climáticas ao manter a elevação de temperatura neste século abaixo do 1,5 grau Celsius.

A opinião é do enviado especial da ONU para a Cúpula do Clima de 2019, Luis Alfonso de Alba, que na quinta-feira (13) reuniu-se com empresários brasileiros no Rio de Janeiro (RJ) em um encontro articulado pela Rede Brasil do Pacto Global das Nações Unidas, braço no país da maior iniciativa de sustentabilidade corporativa do mundo.

“O setor privado a cada dia tem um papel mais claro, mais amplamente reconhecido por todos os atores, incluindo os governos, pela capacidade de inovação, pela capacidade que têm também de apoiar a transformação com recursos econômicos, e por uma série de ações coordenadas por setores que vão permitir uma transformação do modelo de desenvolvimento”, disse Alba em entrevista ao Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio).

Maria Cláudia Falcão, coordenadora do Programa de Princípios e Direitos Fundamentais da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Foto: UNIC Rio/Pedro Andrade

Especialista da OIT diz que Brasil precisa garantir políticas de educação para eliminar trabalho infantil

O Brasil precisa garantir políticas de educação, emprego decente e proteção social para eliminar o trabalho infantil, segundo a coordenadora do Programa de Princípios e Direitos Fundamentais no Trabalho, da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Maria Cláudia Falcão. No país, 2,4 milhões de crianças e adolescentes são vítimas de exploração laboral.

Em evento no Rio de Janeiro (RJ) para lembrar o 12 de junho, Dia Mundial e Nacional contra o Trabalho Infantil, a especialista da OIT ressaltou na quarta-feira que o Estado brasileiro assumiu o compromisso de erradicar essa violação de direitos até 2025. A meta faz parte dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ODS).

Jogadores de futebol da Síria treinam para se profissionalizar no Rio de Janeiro. Foto: Vítor Madeira

Jogadores de futebol da Síria treinam para se profissionalizar no Rio de Janeiro

O campo de refugiados de Zaatari, na Jordânia, e o município de Resende, no estado do Rio de Janeiro, estão unidos por um elemento especial: o Pérolas Negras, clube de futebol da cidade.

No início de 2018, a comissão técnica do time foi a Zaatari selecionar jovens com potencial de se tornarem jogadores profissionais. Dos 150 que participaram da seleção, cinco foram escolhidos: Ahmad, Hafith, Jawdat, Omar e Quais.

Dois deles, Ahmad e Hafith, já estão inscritos oficialmente no Campeonato Carioca Série B2 Sub-20 e poderão entrar em campo já no próximo domingo (9), no estádio Alzirão, em Itaboraí, às 12h45. O Pérolas Negras enfrentará a equipe do Bela Vista. O relato é da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

O projeto ‘Maré de Sabores’, realizado pela Redes da Maré, funciona há nove anos formando profissionais de cozinha. Nascido da demanda de mães interessadas em aprimorar as dietas dos filhos, o ‘Maré de Sabores’ hoje administra um buffet profissional com comidas típicas dos migrantes que ajudaram a formar o Complexo da Maré, no Rio de Janeiro. Pratos com referências de mulheres nordestinas, manauaras e afrodescendentes integram o cardápio, que conta com especialidades como o X-Marézinha (hambúrguer feito com pão caseiro, queijo coalho e molho de tucumã). O ‘Maré de Sabores’ participou do 1º Fórum Regional das Cidades Latino-Americanas Signatárias do Pacto de Milão sobre Política de Alimentação Urbana, que aconteceu entre os dias 29 e 31 de maio no Rio de Janeiro. A iniciativa é um modelo de integração e desenvolvimento social ancorado na gastronomia e no empreendedorismo, e colabora para a implementação e o desenvolvimento de sistemas alimentares sustentáveis para as cidades.

VÍDEO: Projeto ‘Maré de Sabores’ participa de fórum internacional sobre alimentação urbana

O projeto ‘Maré de Sabores’, realizado pela Redes da Maré, funciona há nove anos formando profissionais de cozinha. Nascido da demanda de mães interessadas em aprimorar as dietas dos filhos, o ‘Maré de Sabores’ hoje administra um buffet profissional com comidas típicas dos migrantes que ajudaram a formar o Complexo da Maré, no Rio de Janeiro.

Pratos com referências de mulheres nordestinas, manauaras e afrodescendentes integram o cardápio, que conta com especialidades como o X-Marézinha (hambúrguer feito com pão caseiro, queijo coalho e molho de tucumã).

O ‘Maré de Sabores’ participou do 1º Fórum Regional das Cidades Latino-Americanas Signatárias do Pacto de Milão sobre Política de Alimentação Urbana, que aconteceu entre os dias 29 e 31 de maio no Rio de Janeiro.

A iniciativa é um modelo de integração e desenvolvimento social ancorado na gastronomia e no empreendedorismo, e colabora para a implementação e o desenvolvimento de sistemas alimentares sustentáveis para as cidades.

Confira nesse vídeo especial do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio).

A militar brasileira Marcia Andrade Braga alertou para a baixa participação de mulheres na missão da ONU na República Centro-Africana. Foto: Cia Pak

Vencedora de prêmio da ONU participa de comemoração do Dia dos Trabalhadores das Forças de Paz

O Dia Internacional dos Trabalhadores das Forças de Paz da ONU será lembrado nesta sexta-feira (31) no Salão de Leitura do Palácio Itamaraty, no Rio de Janeiro. A cerimônia contará com a participação da militar brasileira Márcia Braga, vencedora do prêmio de Defensora Militar da Igualdade de Gênero das Nações Unidas, recebido em março deste ano das mãos do secretário-geral António Guterres. 

O evento é parceria do Centro de Informação das Nações Unidas (UNIC Rio) com o CCOPAB, o CIASC e a REBRAPAZ.

As Nações Unidas entregaram pela primeira vez a Medalha Capitão Mbaye Diagne para Coragem Excepcional a título póstumo. O homenageado foi o soldado da paz Chancy Chitete, do Malauí, que foi morto enquanto tentava salvar a vida de um companheiro. O militar seguia numa patrulha que tinha a tarefa de impedir ataques de um grupo armado que vinha travando o acesso ao tratamento do ebola na República Democrática do Congo. Na cerimônia, o secretário-geral da ONU, António Guterres, disse que sentia orgulho por homenagear postumamente o soldado Chitete. Ele expressou gratidão à esposa, à filha bebê e aos familiares do soldado que estavam na sala. Guterres destacou “o heroísmo altruísta do soldado Chitete e seu sacrifício ajudaram os capacetes-azuis a atingir seu objetivo e a expulsar a milícia, em uma ação que era vital para que a resposta ao ebola pudesse continuar”.

Soldado da paz do Malauí recebe homenagem póstuma após salvar colega; vídeo

As Nações Unidas entregaram pela primeira vez a Medalha Capitão Mbaye Diagne para Coragem Excepcional a título póstumo. O homenageado foi o soldado da paz Chancy Chitete, do Malauí, que foi morto enquanto tentava salvar a vida de um companheiro.

O militar seguia numa patrulha que tinha a tarefa de impedir ataques de um grupo armado que vinha travando o acesso ao tratamento do ebola na República Democrática do Congo.

Na cerimônia, o secretário-geral da ONU, António Guterres, disse que sentia orgulho por homenagear postumamente o soldado Chitete. Ele expressou gratidão à esposa, à filha bebê e aos familiares do soldado que estavam na sala.

Guterres destacou “o heroísmo altruísta do soldado Chitete e seu sacrifício ajudaram os capacetes-azuis a atingir seu objetivo e a expulsar a milícia, em uma ação que era vital para que a resposta ao ebola pudesse continuar”.

Além de conteúdo teórico, os participantes aprenderam a manusear diferentes extintores de incêndio. Foto: UNDSS

Departamento da ONU realiza treinamento de prevenção e combate a incêndios no RJ

O Departamento de Salvaguarda e Segurança das Nações Unidas (UNDSS) realizou no dia 22 de maio um treinamento de prevenção e combate a incêndios para os funcionários da Organização no Rio de Janeiro (RJ).

Além de conteúdo teórico, os participantes aprenderam a manusear diferentes extintores de incêndio e fizeram um exercício de evacuação na sede do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) no Palácio Itamaraty, onde todas as atividades foram realizadas.

3ª Jornada de Políticas Públicas do Centro de Estudos de Pessoal e Forte Duque de Caxias (CEP/FDC). Foto: UNIC Rio

Evento no Rio aborda desafios do atendimento à população civil em operações de paz da ONU

O diretor do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), Maurizio Giuliano, participou no fim de abril (26) da 3ª Jornada de Políticas Públicas do Centro de Estudos de Pessoal e Forte Duque de Caxias (CEP/FDC).

Na ocasião, o diretor do UNIC Rio falou sobre as dificuldades de se unir o trabalho de atores humanitários e militares durante operações de paz das Nações Unidas.

Giuliano deu exemplos de inconsistências que podem se manifestar quando a missão possui mandato que implique no enfrentamento de grupos rebeldes, e quando esse conflito acaba prejudicando a interação humanitária com a população local.

Diretor do UNIC Rio, Maurizio Giuliano, participa de evento organizado pela ONG Together for Peace no Rio de Janeiro. Foto: UNIC Rio

Mitigar mudanças climáticas é essencial para paz, diz diretor de Centro da ONU

Sem desenvolvimento sustentável e sem debelar as mudanças climáticas, a paz global será muito mais difícil de ser conquistada. Ao mesmo tempo, só a paz permite que os países avancem na Agenda 2030, afirmou no início de maio (7) durante evento no Rio de Janeiro (RJ) o diretor do Centro de Informação da ONU para o Brasil (UNIC Rio), Maurizio Giuliano, a uma plateia de estudantes na Universidade Veiga de Almeida (UVA).

A jornada dedicada à ONU, organizada pela UFAM junto ao UNIC Rio, reuniu mais de 300 estudantes de diferentes cursos da UFAM, entre eles, Direito, História e Economia. Foto: UNIC Rio

ONU incentiva universitários do Amazonas a se candidatar para vagas na Organização

As possibilidades que os profissionais brasileiros têm de entrar e seguir carreira na ONU e a relação entre desenvolvimento e direitos humanos foram os temas de duas palestras realizadas pelo diretor do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), Maurizio Giuliano, no fim de abril (25) na Universidade Federal do Amazonas (UFAM), em Manaus (AM).

A jornada dedicada à ONU, organizada pela UFAM junto ao UNIC Rio, reuniu estudantes de diferentes cursos, entre eles, Direito, História e Economia.

“Temos que abolir o mito de que a ONU é só para pessoas que estudaram Relações Internacionais”, disse o diretor na primeira palestra, parte da iniciativa “Brasileiros na ONU”, cujo objetivo é incentivar jovens do país a se candidatar para posições na Organização.

Foto: UNIC Rio/Arthur Bomfim

Centro da ONU promove cine-debate no Rio sobre consequências da escravidão

O Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) realizou na terça-feira (7) no Palácio Itamaraty, no Rio de Janeiro, um cine-debate sobre a história do tráfico de pessoas escravizadas e as consequências da escravidão para a formação da sociedade brasileira.

Após a exibição do filme “1620-1789: Do Açúcar à Revolta”, um dos episódios da série documental “Rotas da Escravidão”, palestrantes convidados participaram de uma mesa e de uma rodada de perguntas do público de cerca de 120 pessoas.

“O objetivo do cine-debate é preservar a memória, os efeitos históricos do tráfico de pessoas escravizadas, e discutir as conexões entre escravidão, desigualdade racial, étnica e social que ainda existem na sociedade brasileira”, afirmou Rachel Quintiliano, oficial do Programa para Gênero, Raça e Comunicação do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA). “Ou seja, olhar o passado e fazer uma conexão sobre o cenário atual.”

Péricles Gasparini, chefe de escritório da MINUSCA, à direita, com o capacete azul da ONU. Foto: Arquivo pessoal

‘Trabalhar na ONU é sentir que você está fazendo algo para a humanidade’, diz brasileiro há 30 anos na Organização

O brasileiro Péricles Gasparini trabalha para as Nações Unidas há 30 anos. Desde 2017, é chefe de escritório na Missão de Paz da ONU na República Centro-Africana, a MINUSCA. A serviço da Organização, o profissional trabalhou em Berberati, uma cidade de 105 mil habitantes, a cerca de 300 quilômetros da capital, Bangui. Hoje, está alocado no município de Bouar.

Saiba mais na matéria especial do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio).

Foto: UNIC Rio/Paulo Portilho

Papel da inovação e do direito à propriedade intelectual nos esportes é tema de debate no Rio

O papel da inovação e do direito à propriedade intelectual (PI) no estímulo, proteção e suporte às práticas esportivas foi tema do ciclo de debates que a Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI) realizou em parceria com o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

O evento, que aconteceu no final de abril no Rio de Janeiro, marcou o Dia Mundial da Propriedade Intelectual (26 de abril). O encontro teve como objetivo dar visibilidade às estratégias de PI no benefício às práticas de esportes com fins lucrativos, promovendo o desenvolvimento.

Os militares devem iniciar suas atividades na MONUSCO em junho. Foto: Forças Armadas Brasileiras

Brasil enviará oficiais do Exército para missão da ONU na República Democrática do Congo

O Brasil enviará em junho 13 oficiais e sargentos do Exército para atuarem na Missão das Nações Unidas na República Democrática do Congo (MONUSCO).

Os militares vão treinar tropas da missão, especialmente as que compõem a Brigada de Intervenção (FIB, na sigla em inglês).

Os três objetivos da missão são a proteção de civis, estabilização do país e o apoio à implementação de paz, segurança e cooperação na República Democrática do Congo e na região.

Líder de projeto sobre saúde reprodutiva e adolescentes de Gana discursando na ONU. Foto: UNDESA/S. Nijam

ONU procura ONGs para ajudar a realizar sua missão; prazo é 1º de junho

A divisão de organizações não governamentais (ONGs) do Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais das Nações Unidas (DESA) está convidando todas as organizações interessadas a trabalhar em estreita colaboração com o Conselho Econômico e Social da ONU (ECOSOC) para solicitar um status consultivo. Dia 1º de junho de 2019 é o prazo para recebimento de pedidos, que serão revisados durante o ano seguinte.

Para apoiar no processo, a ONU realizará um seminário online no próximo 3 de maio (sexta-feira), das 11h às 12h30 (horário de NY) – no horário de Brasília, de 12h às 13h30. Segundo a organização, essa é uma boa oportunidade para candidatos(as) fazerem perguntas sobre o processo de inscrição. O espaço é limitado. Saiba como se inscrever aqui.

Empoderamento feminino foi pauta de encontro de jovens do Complexo do Alemão promovido pela ONU Mulheres no Rio de Janeiro (RJ). Foto: UNIC Rio/Kathlen Barbosa

ONU Mulheres debate racismo e empoderamento de meninas e mulheres com jovens do Complexo do Alemão

No Rio de Janeiro (RJ), a ONU Mulheres reuniu em Bonsucesso, zona norte da cidade, cerca de 20 jovens moradores do Complexo do Alemão para discutir o impacto da discriminação e do racismo no seu dia a dia.

Encontro neste mês (6) fez parte da campanha Vidas Negras das Nações Unidas, que visa conscientizar a população e o governo brasileiros sobre a violência contra a juventude afrodescendente. Evento também debateu meios de superar o preconceito e vulnerabilidades por meio do esporte e da cultura.

O Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas (PMA) intensificou a ajuda humanitária dentro e em torno da cidade de Beira, em Moçambique.

Programa Mundial de Alimentos da ONU intensifica ajuda humanitária em Moçambique; vídeo

O Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas (PMA) intensificou a ajuda humanitária dentro e em torno da cidade de Beira, em Moçambique.

A agência enviou durante toda a semana mais biscoitos de alta energia para bolsões isolados onde pessoas estavam presas pelas enchentes, além de ampliar a entrega de alimentos fortificados fáceis de preparar para famílias deslocadas abrigadas em escolas e outros edifícios públicos na cidade de Dondo, a 45 quilômetros ao nordeste da cidade portuária de Beira. O território moçambicano foi o mais atingido pelo ciclone Idai.

Saiba aqui como ajudar.

A militar brasileira Marcia Andrade Braga recebe das mãos do secretário-geral da ONU, António Guterres, o prêmio de Defensora Militar da Igualdade de Gênero da ONU. Foto: ONU/Cia Pak

Forças Armadas comemoram prêmio da ONU sobre igualdade de gênero para militar brasileira

Em torno de 40 representantes das Forças Armadas, academia, sociedade civil e missões diplomáticas celebraram nesta sexta-feira (29), no Rio de Janeiro (RJ), a premiação da militar brasileira Marcia Andrade Braga, que recebeu em Nova Iorque uma condecoração da ONU por promover a igualdade de gênero em missões de paz. A capitão de corveta da Marinha trabalha desde abril de 2018 na operação das Nações Unidas na República Centro-Africana (MINUSCA).

A capitão de corveta brasileira Marcia Andrade Braga, membro da MINUSCA, receberá prêmio de Defensora Militar da Igualdade de Gênero da ONU. Foto: UNIC Rio/Pedro Andrade

Militar brasileira recebe prêmio da ONU por defender igualdade de gênero

A capitão de corveta brasileira Marcia Andrade Braga, membro da Missão de Paz das Nações Unidas na República Centro-Africana (MINUSCA), receberá o prêmio de Defensora Militar da Igualdade de Gênero da ONU na sexta-feira (29), em Nova Iorque.

Trabalhando como assessora militar de gênero na MINUSCA desde abril de 2018, Marcia ajudou a construir uma rede de assessores treinados para questões de gênero dentro das unidades militares da missão, promovendo equipes formadas tanto por homens como por mulheres para conduzir patrulhas pelo país.

Essas “equipes de engajamento” conseguiram reunir informações importantes para ajudar a missão a entender as necessidades de proteção de homens, mulheres, meninos e meninas. Leia entrevista concedida ao Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio).

O UNIC Rio participou na sexta-feira (22) do encerramento Segundo Estágio de Operações de Paz para Mulheres no Centro de Instrução Almirante Sylvio de Camargo (CIASC), na capital fluminense. Foto: CIASC

UNIC Rio participa de encerramento do Segundo Estágio de Operações de Paz para Mulheres

O Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) participou na sexta-feira (22) do encerramento Segundo Estágio de Operações de Paz para Mulheres no Centro de Instrução Almirante Sylvio de Camargo (CIASC), na capital fluminense.

O diretor do UNIC Rio, Maurizio Giuliano, promoveu na ocasião um debate sobre a importância da atuação de mulheres em operações de paz das Nações Unidas. Participaram do evento militares da Marinha do Brasil, além de oficiais de Corpo de Bombeiros do estado do Rio de Janeiro e acadêmicas civis.

Estudantes universitárias participaram na sexta-feira (22) de um fórum de discussão no Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio). Foto: UNIC Rio

Estudantes universitárias participam de discussão no Rio sobre objetivos globais

Estudantes universitárias de Relações Internacionais e de Línguas Estrangeiras Aplicadas às Negociações Internacionais participaram na sexta-feira (22) de um fórum de discussão no Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) sobre o papel da mulher na conquista dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Em celebração ao mês das mulheres, foram debatidos temas que fazem parte da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, firmada pela comunidade internacional em 2015, como erradicação da pobreza, saúde e bem-estar, igualdade de gênero, trabalho decente e crescimento econômico.

O estágio visa estimular a participação das mulheres nestas missões, em concordância com os esforços das Nações Unidas de obter, até 2020, ao menos 15% do efetivo feminino nas operações de paz. Foto: CIASC

Diretor do UNIC Rio defende maior participação de mulheres em operações de paz

O diretor do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), Maurizio Giuliano, fez no início de dezembro (5) uma palestra sobre operações de paz da ONU no Centro de Instrução Almirante Sylvio de Camargo (CIASC), localizado na capital fluminense. A palestra fez parte do Primeiro Estágio de Operações de Paz para Mulheres, iniciativa da Marinha do Brasil em parceria com o UNIC Rio.

O estágio visa estimular a participação das mulheres nestas missões, em concordância com os esforços das Nações Unidas de obter, até 2020, ao menos 15% do efetivo feminino nas operações de paz.

A iniciativa atende à resolução nº 2242/2015 do Conselho de Segurança da ONU que estipula o aumento do efetivo feminino empregado em operações de paz em 15% até 2020. Foto: ONU

Programa de estágio visa ampliar participação de mulheres em operações de paz da ONU

Teve início nesta quarta-feira (13) no Rio de Janeiro (RJ) o Segundo Estágio de Operações de Paz para Mulheres na Escola de Operações de Paz de Caráter Naval do Centro de Instrução Almirante Sylvio de Camargo (CIASC), uma parceria da Marinha do Brasil e o Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio).

Além de estimular o crescimento quantitativo, o estágio visa melhorar qualitativamente a participação das mulheres nas missões, contribuindo para que ocupem postos de liderança, reforcem o empoderamento feminino e contribuam para a não violência contra a mulher, de modo a atender à demanda por considerações de gênero em toda a programação humanitária.

Sofia Djama, cineasta argelina. Foto: Festival do Filme Histórico de Pessac de 2017

Cineasta argelina defende que não existe democracia sem direitos das mulheres

Em visita ao Rio de Janeiro para a estreia nacional de seu primeira longa-metragem ‘Os Afortunados’, a cineasta argelina Sofia Djama acredita que a luta pelos direitos das mulheres é uma pauta universal, independentemente do país ou da religião em que se vive. Para a diretora, não existe democracia sem direitos para a população do gênero feminino e sem respeito pelas minorias.

O filme ‘Os Afortunados’ é parte da programação da Mostra de Cinema Árabe Feminino, em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), na capital fluminense, até 25 de março. Festival reúne 37 produções de mais de dez países árabes. A entrada é franca.

Neste mês, o cordelista Tião Simpatia (de camisa branca, no centro) iniciou mais uma etapa do projeto Lei Maria da Penha em Cordel nas escolas da rede estadual de ensino do Ceará. Foto: Tião Simpatia Blog Oficial

Poeta cearense transforma Carta da ONU em cordel

Apesar de o Artigo 26 da Declaração Universal dos Direitos Humanos prever que “todo ser humano tem direito à educação”, o cordelista cearense Tião Simpatia teve este direito negado. Analfabeto até os 15 anos, não conseguiu estudar porque não havia escola perto de sua casa, na zona rural da cidade de Granja (CE). Hoje, ele conscientiza jovens por meio da literatura de cordel.

Após visitar dezenas de escolas no Ceará para mostrar o Cordel da Lei Maria da Penha, Tião lançou no fim de 2018 o Cordel da Carta das Nações Unidas, inspirado no tratado que fundou a Organização, em 1945. Segundo o poeta popular, o objetivo é popularizar e facilitar a compreensão do texto da Carta. Leia a entrevista completa.

Jama Perry, aluna e professora de wapichana. Foto: Natalia da Luz/UNIC Rio

ESPECIAL: Em Roraima, cursos ajudam a preservar línguas indígenas

Desde 2009, cerca de 2 mil alunos foram certificados nos estudos das línguas macuxi e wapichana. “Esse foi um espaço para o meu reconhecimento, para valorizar a minha própria identidade”, diz Jama Perry, professora de wapichana.

Em 2019, a ONU comemora o Ano Internacional das Línguas Indígenas. Confira mais nesta reportagem especial em vídeo do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio).

Débora Caldas com o seu desenho, que retrata um campo de concentração nazista. Foto: UNIC Rio/Pedro Andrade

Estudantes do Rio apresentam desenhos e redações sobre Holocausto em exposição da ONU

Em 27 de janeiro, a ONU marca o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto. Para refletir sobre a tragédia que atingiu judeus e outras minorias durante a Segunda Guerra Mundial, o Centro de Informação da ONU no Brasil (UNIC Rio) inaugurou nesta semana (29) uma exposição de desenhos e redações sobre o tema, produzidas por alunos da rede municipal do Rio de Janeiro.

A abertura da mostra “Holocausto: Esquecer Jamais” reuniu os jovens autores das obras em cartaz e representantes das comunidades judaica e cigana que vivem na capital fluminense, incluindo o sobrevivente Freddy Glatt, nascido na Alemanha e perseguido pelos nazistas.