Damião Braga alertou que quilombolas ainda não têm direito à terra plenamente efetivado. Foto: UNIC Rio/Pedro Andrade

No Rio, pesquisadores apontam que herança da violência colonial contra os negros continua até hoje

Em cine-debate da ONU que reuniu mais de 60 pessoas no Centro Cultural da Justiça Federal, no Rio de Janeiro, pesquisadores e ativistas discutiram na terça-feira (10) o legado da diáspora africana no Brasil.

Do século 16 ao 19, o país recebeu cerca de 5 milhões de pessoas da África, trazidas como escravos. Entre os descendentes dessa migração forçada, estão os quilombolas, que até hoje lutam pelo direito à terra para preservar modos de vida tradicionais.

Evento foi organizado pelo Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio).

Abdias Nascimento na Câmara durante pronunciamento, convenção nacional do PDT. Tribuna da Câmara dos Deputados, 1982. Foto: Acervo Abdias Nascimento/IPEAFRO

Há 40 anos, livro de Abdias Nascimento denunciava violência contra população negra do Brasil

Quarenta anos depois, o livro de Abdias Nascimento – uma obra de referência no debate étnico-racial – é relançado para denunciar a violência contra a população negra no Brasil.

Falecido em 2011, aos 97 anos, Abdias deixou um legado de luta contra o racismo na literatura, na política e em muitos aspectos da sociedade brasileira. O ativista – que viveu exilado entre 68 e 81, durante a ditadura militar – foi senador, deputado, escultor, ator e fundador do Teatro Experimental do Negro.

Confira nesse vídeo especial do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio).

Foto: ONU/Evan Schneider

ONU convida organizações não governamentais para diálogo de jovens em Nova York

O presidente da Assembleia Geral está convocando um Diálogo de Jovens para o próximo dia 30 de maio, na sede das Nações Unidas em Nova York, com o objetivo de discutir educação, emprego e prevenção da radicalização que leva ao extremismo violento. Representantes de organizações não governamentais podem se candidatar como oradores ou observadores, com prazos respectivamente em 20 de abril e 6 de maio; saiba como participar.

Foto: Associação Jadir de Taekwondo

Projeto comunitário de taekwondo promove inclusão pelo esporte

No Rio de Janeiro, uma iniciativa de taekwondo já ajudou quase 6 mil crianças e adolescentes em 18 anos de atividade. O projeto dialoga com os objetivos da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.

Por meio da arte marcial coreana, a Associação Jadir de Taekwondo busca melhorar a qualidade de vida dos seus alunos, proporcionando acesso gratuito ao esporte, incentivando a cultura e oferecendo oportunidades de educação.

Confira neste vídeo produzido pelo Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio).

Projeto Ciclo Orgânico já reciclou 260 toneladas de resíduos orgânicos em dois anos no Rio de Janeiro. Foto: UNIC Rio/Brenno Felix

Projeto já reciclou 260 toneladas de resíduos orgânicos em dois anos no Rio; vídeo

Ao perceber que muitas pessoas se incomodavam com o resíduo orgânico e buscavam uma solução para dar o destino correto na hora do descarte, idealizador do ‘Ciclo Orgânico’ começou a oferecer o serviço de coleta e compostagem desse material.

Só na cidade do Rio de Janeiro, o orgânico representa pouco mais da metade de todos os resíduos produzidos. Iniciativa amplia ação em prol de um dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, mais especificamente o que busca assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis.

Confira nesse vídeo especial do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio).

Os dez anos da Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas são o mote do documentário “Mulheres Indígenas: Vozes por Direitos e Justiça”. Foto: UNIC Rio/Natalia da Luz

ONU Brasil lança documentário ‘Mulheres Indígenas: Vozes por Direitos e Justiça’

Os dez anos da Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas são o mote do documentário “Mulheres Indígenas: Vozes por Direitos e Justiça”, lançado pela ONU Brasil nesta quinta-feira (29), em Brasília (DF). O vídeo recupera alguns momentos do diálogo entre as mulheres indígenas e as Nações Unidas em torno de sua articulação pelos direitos humanos e em defesa de seus povos e territórios, no Brasil e no exterior.

Mulheres indígenas brasileiras têm sido decisivas para avanço dos espaços de discussão política sobre direitos humanos desses povos. Foto ONU Mulheres/Bruno Spada

Mulheres indígenas de Brasil e Canadá discutem direitos e participação política em Brasília

Os direitos humanos das mulheres indígenas é tema de atividades que reunirão ativistas, representantes das Nações Unidas e parceiros a partir desta terça-feira (27) em Brasília (DF). Um dos pontos altos da programação é a troca de experiências entre 24 indígenas brasileiras e duas canadenses, vinculadas à organização não governamental NWAC – Native Women’s Association of Canada, na quarta e quinta-feira (28 e 29).

O encontro é resultado de parceria entre ONU Brasil e governo do Canadá com o objetivo para ampliar a articulação política e a colaboração entre mulheres indígenas dos dois países.

Lisiane Kaastrup é especialista de soluções da Microsoft e membro do Conselho Consultivo do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA). Foto: Acervo Pessoal

Profissionais negras demandam mais políticas afirmativas no mercado corporativo brasileiro

As empresas brasileiras e multinacionais com atuação no Brasil começaram a discutir o tema da diversidade de forma mais intensa nos últimos anos, mas falta adotarem políticas e métricas efetivas para aumentar a participação de profissionais negros, ainda extremamente baixa, especialmente nos cargos de liderança. A situação das mulheres negras é ainda mais preocupante.

A avaliação é de quatro profissionais negras e um negro ouvidos pelo Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), segundo os quais o racismo permanece no mercado corporativo brasileiro, onde menos de 5% dos executivos são afrodescendentes, segundo dados do Instituto Ethos. Quando se fala de mulher negra, o percentual é de apenas 0,4%.

O comércio transatlântico de escravos “epicamente vergonhoso” foi o maior movimento forçado e legalmente sancionado de pessoas na história da humanidade. Mais de 15 milhões de homens, mulheres e crianças da África foram escravizados. A lembrança é do secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, em mensagem para o Dia Internacional em Memória das Vítimas da Escravidão e do Comércio Transatlântico de Escravos – 25 de março.

Comércio transatlântico de escravos nos alerta para perigos do racismo, diz chefe da ONU

O comércio transatlântico de escravos “epicamente vergonhoso” foi o maior movimento forçado e legalmente sancionado de pessoas na história da humanidade. Mais de 15 milhões de homens, mulheres e crianças da África foram escravizados.

A lembrança é do secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, em mensagem para o Dia Internacional em Memória das Vítimas da Escravidão e do Comércio Transatlântico de Escravos – 25 de março.

Criança toma banho em Kallyanpur, favela da capital de Bangladesh, Dhaka. Foto: ONU/Kibae Park

Universalização do saneamento está lenta demais na maior parte dos países

Rascunho do relatório de monitoramento global da ONU para o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) número 6, que prevê assegurar a disponibilidade e a gestão sustentável da água e saneamento para todas e todos até 2030, mostrou que a cobertura básica de saneamento está piorando em 20 países. O documento indicou que o progresso para a universalização do serviço está lenta demais em 89 nações e somente 14 países estão no caminho de atingir a cobertura universal nos próximos 12 anos.

A prévia do documento foi divulgada durante o Fórum Mundial da Água, que ocorre até esta sexta-feira (23) em Brasília (DF).

O relator especial da ONU para o direito à água e ao saneamento, o brasileiro Leo Heller, durante painel no Fórum Mundial da Água em Brasília (DF). Foto: UNIC Rio/Pedro Andrade

Direitos humanos devem orientar políticas de água e saneamento, diz relator da ONU

Os direitos humanos devem orientar a prestação de serviços, a regulação e as políticas públicas de água e saneamento. Se o Fórum Mundial da Água — que ocorre esta semana em Brasília (DF) — reafirmar esses princípios, será um passo importante rumo à universalização desse direito.

A opinião é do relator especial da ONU para o direito à água e ao saneamento, o brasileiro Leo Heller. Para ele, a situação do Brasil ainda é preocupante, uma vez que 50% da população não tem atendimento a redes de esgoto.

Na abertura do Fórum Mundial da Água, na segunda-feira (19), o presidente da Hungria, János Áder, reuniu-se com o presidente brasileiro, Michel Temer. Foto: Beto Barata/PR

Países estão atrasados no investimento necessário para universalizar água e saneamento

Os países estão atrasados nos investimentos em infraestrutura necessários para atingir o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) número 6 até 2030, que prevê assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todas e todos.

A opinião é de Csaba Korosi, diretor de sustentabilidade ambiental do gabinete do presidente da Hungria, que faz parte de um painel de 11 chefes de Estado e um assessor especial convocado pelo secretário-geral da ONU e pelo Banco Mundial para discutir soluções para a gestão da água.

Segundo Korosi, o mundo precisa duplicar os investimentos em infraestrutura de água nos próximos cinco anos para atingir o ODS 6, em um montante anual de ao menos 600 bilhões de dólares.

Relatório foi lançado durante evento no Fórum Mundial da Água. Foto: Jorge Cardoso/8º FMA

Relatório da UNESCO indica soluções baseadas na natureza para uma melhor gestão da água

A infraestrutura cinza, ou seja, aquela construída pelo homem, foi por muito tempo considerada a principal forma de gestão da água no mundo. No entanto, soluções baseadas na natureza muitas vezes podem ser mais eficientes em termos de custo-benefício, de acordo com o coordenador e diretor do Programa Mundial de Avaliação dos Recursos Hídricos (WWAP, na sigla em inglês) da UNESCO, Stefan Uhlenbrook.

Em entrevista ao Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) durante o Fórum Mundial da Água em Brasília (DF), o especialista afirmou que a chamada infraestrutura verde, ou soluções baseadas na natureza, como a agricultura de conservação, é subutilizada globalmente, respondendo por apenas 5% dos investimentos no setor de água.

Em Brasília, Michel Temer se encontra com a diretora-geral da UNESCO, Audrey Azoulay, para a abertura do Fórum Mundial da Água. Foto: Beto Barata/PR

No Brasil, chefe da UNESCO destaca importância das mulheres para melhorar gestão da água no mundo

A voz das mulheres é indispensável para abordar a questão da melhor gestão e uso da água no mundo, na avaliação da diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Audrey Azoulay, presente na abertura do Fórum Mundial da Água nesta segunda-feira (19) em Brasília (DF).

“Trata-se de questão na qual a voz das mulheres se faz indispensável, desempenham papel central no provimento, gestão e abastecimento da água”, disse Audrey, lembrando que as mulheres do mundo, somadas, gastam mais de 200 milhões de horas por dia buscando água.

Devido a papéis tradicionais de gênero, em muitas comunidades com difícil acesso à água as mulheres são responsáveis por sua coleta em diferentes lugares do mundo.

Jovens de todo o mundo de até 25 anos podem inscrever vídeos de até cinco minutos no Festival Plural+. Organizado pela Aliança de Civilizações das Nações Unidas (UNAOC) e a Organização Internacional para as Migrações (OIM), o Festival busca vídeos criativos sobre inclusão social, migrantes, respeito à identidade, à diversidade e aos direitos humanos, bem como prevenção da xenofobia. Prazo é dia 3 de junho.

Abertas inscrições do Festival de Vídeo da ONU Plural+ para jovens de até 25 anos

Jovens de todo o mundo de até 25 anos podem inscrever vídeos de até cinco minutos no Festival Plural+. Organizado pela Aliança de Civilizações das Nações Unidas (UNAOC) e a Organização Internacional para as Migrações (OIM), o Festival busca vídeos criativos sobre inclusão social, migrantes, respeito à identidade, à diversidade e aos direitos humanos, bem como prevenção da xenofobia. Prazo é dia 3 de junho.

Marcha pela igualdade de gênero em Nova Iorque. Foto: ONU Mulheres/J Carrier (2015)

‘A questão central para a igualdade de gênero é uma questão de poder’, diz António Guterres

“Vivemos num mundo dominado por homens, numa cultura dominada pelos homens. E isto é verdade em governos, administrações públicas, no setor privado, mas também em organizações internacionais como a ONU. Portanto, a questão central para a igualdade de gênero é uma questão de poder. E é por isso que o empoderamento das mulheres é o nosso objetivo mais importante.”

Confira a mensagem em vídeo e texto do secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, para o Dia Internacional das Mulheres, 8 de março.

Ele explica as ações que a ONU tem tornado centrais para sua ampla e urgente reforma – incluindo a igualdade de gênero já alcançada no nível mais alto de gestão das Nações Unidas, com mais mulheres chefes do que homens (23 e 21, respectivamente).

Imagem: onuangola.org

Em parceria com Nações Unidas no Brasil, Sistema ONU em Angola lança novo portal

Sistema ONU em Angola lançou plataforma multimídia online com informações do trabalho da organização e parceiros no país africano; portal foi desenvolvido pelo Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), com conteúdo fornecido pelo Escritório do Coordenador Residente da ONU em Angola.

Parceria entre a ONU em Angola e o UNIC Rio de Janeiro se insere em esforço global de promover uma maior cooperação entre os países lusófonos no compartilhamento de conhecimento e de informações essenciais sobre as Nações Unidas.

Ator Mateus Solano apoia as Nações Unidas na divulgação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Imagem: UNIC Rio/UNAIDS

Artistas devem apoiar luta da ONU por um mundo melhor, defende Mateus Solano

Para Mateus Solano, artistas precisam apoiar as Nações Unidas na divulgação e na implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, os ODS, um conjunto ambicioso de metas para acabar com a pobreza, combater a mudança global do clima e promover a igualdade entre homens e mulheres até 2030.

“A classe artística, como formadora de opinião e como classe que tem um contato direto com o coração das pessoas, tem uma responsabilidade muito importante nessa luta por um mundo melhor”, afirmou Mateus em entrevista à ONU no Brasil.

Da esquerda para a direita: Joana Chagas, da ONU Mulheres; Daniely Gomiero, do Instituto Net Claro Embratel; Ilona Szabó, do Instituto Igarapé; Caroline Dantas Silva, do programa Dupla Escola; e Ítalo Dutra, do UNICEF Brasil. Foto: Claro Brasil/Márcia Meire

Igualdade de gênero é essencial para cultura de paz e cidadania no Brasil, diz ONU Mulheres

A igualdade de gênero é fator essencial para criar uma cultura de direitos humanos, paz e cidadania no Brasil, uma vez que os estereótipos são na maioria das vezes nocivos e limitam as oportunidades de meninos e meninas de ser o que quiserem e de realizar seus sonhos.

A avaliação é de Joana Chagas, gerente de programas da ONU Mulheres, que participou de debate na segunda-feira (26) no Rio de Janeiro sobre o papel da educação na formação do cidadão e na consolidação da paz, promovido pelo Instituto Net Claro Embratel.

Indígenas em manifestação em Brasília. Foto: Mídia Ninja

ONU: recomendações internacionais podem nortear políticas de direitos humanos no Brasil

As mais de 240 recomendações de direitos humanos feitas ao Brasil no ano passado pela comunidade internacional são uma oportunidade de o país ter um norte sobre o trabalho pendente no tema, disse nesta terça-feira (27) Xavier Mena, representante regional adjunto do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH).

As declarações foram feitas durante audiência pública em Brasília (DF) que discutiu a possibilidade de o Brasil criar mecanismos ou um plano nacional para monitorar o cumprimento das centenas de recomendações de direitos humanos recebidas pelo país em 2017 e que precisam ser cumpridas até meados de 2021.

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, durante coletiva de imprensa na sede da ONU. Foto: ONU/Mark Garten

ONU não vai tolerar assédio sexual na organização, diz António Guterres

O secretário-geral da ONU, António Guterres, disse que as Nações Unidas não tolerarão o assédio sexual “a qualquer tempo e em qualquer lugar” dentro da organização.

Segundo Guterres, o assédio sexual está enraizado nos desequilíbrios de poder históricos entre homens e mulheres. O chefe da ONU disse que tem plena consciência da cultura machista que permeia os governos, o setor privado, as organizações internacionais e mesmo áreas da sociedade civil.

Uma das medidas das Nações Unidas já foi colocada em prática: pela primeira vez na história, as mulheres são maioria nos cargos de direção do Secretariado da ONU.

Freddy Glatt, sobrevivente do Holocausto. Foto: UNIC Rio/Luise Martins

No Rio, ONU lembra Holocausto com exposição de pôsteres e apelo contra o ódio

Para lembrar as vítimas do Holocausto, o Centro de Informação da ONU no Brasil (UNIC Rio) inaugurou nesta segunda-feira (29), no Rio de Janeiro, a exposição de pôsteres “Mantenha a Memória Viva — Nossa Responsabilidade Compartilhada”. Mostra reúne 12 obras feitas por designers que se inscreveram num concurso global das Nações Unidas sobre o tema. A vencedora foi a brasileira Julia Cristofi, que participou da abertura. Evento reuniu sobreviventes do regime nazista.

Contraste entre as desigualdades no município do Rio de Janeiro. Foto: Luiz Gonçalves Martins - ODS 10

Brasil está entre os cinco países mais desiguais, diz estudo de centro da ONU

Estudo que analisou 29 países — entre desenvolvidos e em desenvolvimento — mostrou que o Brasil está no grupo de cinco nações em que a parcela mais rica da população recebe mais de 15% da renda nacional. O 1% mais rico do Brasil concentra entre 22% e 23% do total da renda do país, nível bem acima da média internacional.

A conclusão é de estudo dos pesquisadores Pedro Herculano Guimarães e Marcelo Medeiros, do Instituto de Pesquisa Econômica (Ipea), publicado recentemente pelo Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (IPC-IG/PNUD).

“Você nasceu quando? Eu nasci duas vezes, três vezes. Eu nasci várias vezes. Quem sobreviveu a um campo de concentração, como eu, só com muita sorte. Freddy Sobotka nasceu em 1928, na Tchecoslováquia, atual República Tcheca. Ele foi um dos entrevistados da reportagem especial em vídeo do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) que marcou o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, lembrado em 27 de janeiro — data em que as tropas soviéticas libertaram o maior campo de extermínio nazista, Auschwitz-Birkenau.

‘Nasci várias vezes’ – sobreviventes do Holocausto contam suas histórias

“Você nasceu quando? Eu nasci duas vezes, três vezes. Eu nasci várias vezes. Quem sobreviveu a um campo de concentração, como eu, só com muita sorte.”

Freddy Sobotka nasceu em 1928, na Tchecoslováquia, atual República Tcheca. Ele foi um dos entrevistados da reportagem especial em vídeo do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) que marcou o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto.

Exposição no Rio sobre o tema fica aberta até 28 de fevereiro; confira aqui o vídeo.