Muzoon Almellehan, embaixadora da Boa Vontade do UNICEF. Foto: ACNUR/Susan Hopper

Não posso ser feliz sem ver todas as crianças do mundo com acesso à educação de qualidade, diz ativista síria

Muzoon Almellehan deixou a Síria há cinco anos. Na Jordânia, a jovem se tornou uma defensora dos direitos dos refugiados à educação. Seu ativismo lhe rendeu o título de embaixadora do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF). Neste mês, a refugiada esteve em Genebra para um encontro de governos e organizações internacionais, onde pediu que o ensino seja uma das prioridades do novo Pacto Global sobre Refugiados.

Publicação da OMS e do UNICEF visa encorajar aleitamento materno em unidades de saúde. Foto: OMS/Anuradha Sarup

ONU lança orientações para estimular amamentação em unidades de saúde

Divulgada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), publicação sobre aleitamento materno em unidades de saúde dá orientações a profissionais para que incentivem a amamentação. Material também traz recomendações para os pais de recém-nascidos. A alimentação dos bebês com leite materno pelos dois primeiros anos pode salvar a vida de mais de 820 mil crianças.

Meninas em escola em Wixarica, Nuevo Colonia, México. Foto: UNICEF/Richter

América Latina e Caribe: uma década perdida para acabar com o casamento infantil

A América Latina e o Caribe é a única região do mundo onde a prevalência do casamento infantil e da união precoce não diminuiu na última década, disse nessa semana o UNICEF. Sem progresso acelerado, quase 20 milhões de meninas na América Latina e Caribe se casarão na infância até 2030.

Brasil lidera o número de casamentos infantis da América Latina e tem o 4º maior índice global em números absolutos. Cerca de 3 milhões de jovens de 20 a 24 anos tiveram o matrimônio formalizado antes da maioridade no país. O número representa 36% do total de mulheres casadas dessa faixa etária.

A empresa do setor elétrico Neoenergia firmou parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) para promover os direitos das crianças e dos adolescentes no Semiárido brasileiro e disseminar conceitos do uso seguro e eficiente da energia elétrica. Foto: EBC

Neoenergia firma convênio com UNICEF para promover direitos de crianças e adolescentes

A empresa do setor elétrico Neoenergia firmou nesta quinta-feira (5) no Rio de Janeiro parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) com o objetivo de promover os direitos das crianças e dos adolescentes no Semiárido brasileiro e disseminar conceitos de uso seguro e eficiente da energia elétrica.

A intenção é difundir, para professores dos municípios situados no Semiárido nordestino, orientações sobre uso eficiente da energia, alinhadas aos conhecimentos sobre os direitos da criança e do adolescente. O projeto deve mobilizar 150 escolas em municípios de Bahia, Pernambuco e Rio Grande do Norte.

Foto: OIM

Parceria entre agências da ONU visa garantir saúde e bem-estar de mulheres e crianças

A Parceria H6 une esforços de seis organizações internacionais para ajudar os países a concretizar a estratégia “Cada Mulher, Cada Criança”, do secretário-geral das Nações Unidas. A iniciativa mobiliza compromisso político e recursos para transformar as sociedades de forma que mulheres, crianças e adolescentes possam exercer seus direitos de saúde e bem-estar.

A iniciativa é formada por Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Organização Mundial da Saúde (OMS), ONU Mulheres e Banco Mundial.

Secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, reúne-se com príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman Al Saud. Foto: ONU/Eskinder Debebe

ONU recebe US$1 bi de Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos para resposta à crise no Iêmen

O secretário-geral da ONU, António Guterres, manifestou profunda gratidão pelos 930 milhões de dólares fornecidos na terça-feira (27) por Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos para o Fundo Humanitário do Iêmen.

Na segunda-feira (26), três anos depois de uma coalizão liderada pela Arábia Saudita intervir na guerra no país, Guterres disse que a escalada militar não é solução para o conflito, e pediu contenção para as partes envolvidas.

O coordenador-residente do Sistema ONU e representante do PNUD no Brasil, Niky Fabiancic, durante abertura da Conferência Internacional da Primeira Infância. Foto: Beto Barata/PR

Políticas públicas para a primeira infância são tema de conferência internacional em Brasília

Compartilhar experiências e lições aprendidas com a ampliação de programas de desenvolvimento da primeira infância e estabelecer um consenso nacional duradouro em torno do programa ‘Criança Feliz’ é a proposta da Conferência Internacional da Primeira Infância, que teve início nesta terça-feira (20) em Brasília. Cinco organismos das Nações Unidas no Brasil apoiam o programa desde sua concepção, em 2016.

Em 2013, Batoul, agora aos 10 anos, perdeu o pai, a mãe e os dois irmãos mais velhos em uma explosão. Ela e o irmão caçula, de 8, ficaram sob escombros, gravemente feridos . Batoul, que era destra, perdeu a mão direita no ataque. A menina, por conta própria, aprendeu a usar a mão esquerda. Ela e o irmão vivem hoje com a avó. "Minha caligrafia era engraçada, mas eu tinha um sonho: ir à escola para estudar e brincar como todas as outras crianças". Foto: UNICEF

UNICEF alerta para situação vulnerável de crianças com deficiência na Síria

O conflito na Síria continuou sem cessar durante 2017, matando o maior número de crianças desde o seu início – 50% mais que em 2016. Apenas nos dois primeiros meses de 2018, 1 mil crianças foram mortas ou feridas na intensificação da violência. O conflito é agora a principal causa de morte entre adolescentes no país.

Crianças com deficiência estão expostas a maiores riscos de violência e enfrentam dificuldades em acessar serviços básicos, incluindo saúde e educação.

O risco de violência, exploração, abuso e negligência para crianças com deficiência aumenta com a morte ou separação de seus cuidadores. O alerta foi feito pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

O evento marca o início da implementação, em Vitória, da estratégia de Busca Ativa Escolar, que ajuda a localizar meninos e meninas fora da escola. Foto: EBC

Prefeitura de Vitória adere a estratégia do UNICEF para localizar alunos fora da escola

Por que algumas crianças e adolescentes estão fora da escola ou não estão aprendendo na idade certa? Em busca de respostas e soluções para esses desafios, será realizado o 1º Diálogo Intersetorial para Enfrentamento da Exclusão Escolar de Crianças e Adolescentes.

Promovido pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e pela Prefeitura Municipal de Vitória, o encontro ocorre nesta quarta e quinta-feira (14 e 15). O evento marca também o início da implementação, em Vitória, da estratégia de Busca Ativa Escolar, que ajuda a localizar meninos e meninas fora da escola.

Novo relatório publicado por agências da ONU mostrou que taxa brasileira de gravidez na adolescência está acima da média latino-americana e caribenha. Foto: EBC

Taxa de gravidez adolescente no Brasil está acima da média latino-americana e caribenha

A América Latina e o Caribe continua sendo a sub-região com a segunda maior taxa de gravidez adolescente do mundo, afirmou relatório publicado nesta quarta-feira (28) por Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA).

A taxa mundial de gravidez adolescente é estimada em 46 nascimentos para cada 1 mil meninas entre 15 e 19 anos, enquanto a taxa na América Latina e no Caribe é de 65,5 nascimentos, superada apenas pela África Subsaariana. No Brasil, a taxa é de 68,4 nascimentos para cada 1 mil adolescentes.

Da esquerda para a direita: Joana Chagas, da ONU Mulheres; Daniely Gomiero, do Instituto Net Claro Embratel; Ilona Szabó, do Instituto Igarapé; Caroline Dantas Silva, do programa Dupla Escola; e Ítalo Dutra, do UNICEF Brasil. Foto: Claro Brasil/Márcia Meire

Igualdade de gênero é essencial para cultura de paz e cidadania no Brasil, diz ONU Mulheres

A igualdade de gênero é fator essencial para criar uma cultura de direitos humanos, paz e cidadania no Brasil, uma vez que os estereótipos são na maioria das vezes nocivos e limitam as oportunidades de meninos e meninas de ser o que quiserem e de realizar seus sonhos.

A avaliação é de Joana Chagas, gerente de programas da ONU Mulheres, que participou de debate na segunda-feira (26) no Rio de Janeiro sobre o papel da educação na formação do cidadão e na consolidação da paz, promovido pelo Instituto Net Claro Embratel.

Crianças no Sudão do Sul. Foto: UNICEF/Hatcher-Moore

ONU identifica crimes contra a humanidade cometidos por militares no Sudão do Sul

A Comissão de Direitos Humanos das Nações Unidas no Sudão do Sul identificou mais de 40 militares de alta patente acusados de crimes de guerra e crimes contra a humanidade. As acusações fazem parte de um relatório lançado nesta semana. O documento deve ser usado para responsabilizar os autores em tribunais e para outros mecanismos previstos no Acordo de Paz assinado em 2015.

Em outro relatório lançado nessa semana, a ONU encontrou mais de 60 incidentes de violação do direito de expressão, atingindo 102 pessoas.

Bebês em maternidade de Ulaanbaatar, Mongólia. Foto: UNICEF

UNICEF diz que taxas de mortalidade infantil em países pobres são alarmantes

Recém-nascidos estão morrendo a taxas “alarmantemente altas” em países pobres, afetados por conflitos ou com instituições fracas, disse relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) publicado nesta terça-feira (20). Segundo o documento, bebês nascidos nessa situação têm 50 vezes mais chances de morrer no primeiro mês de vida do que aqueles nascidos em países ricos.

No Japão, um em cada 1,1 mil recém-nascidos morre no primeiro mês de vida, enquanto no Paquistão, a taxa é de que um a cada 22 bebês.

Parceira entre UNICEF e Facebook divulga riscos de violência online entre adolescentes. Foto: PEXELS

UNICEF e Facebook lançam ferramenta que fala com adolescentes sobre segurança online

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e o Facebook, em parceria com a empresa de comportamento Sherpas, lançaram nesta semana (19) uma experiência virtual que combina ficção e realidade para ajudar adolescentes a compreender os riscos do compartilhamento de imagens íntimas na internet.

Por meio de uma plataforma de inteligência artificial, batizada de Caretas, jovens a partir de 13 anos interagem no Messenger do Facebook com a personagem fictícia Fabi, uma adolescente muito ativa nas redes sociais. Ela está se recuperando do fim de um relacionamento quando descobre que seu ex-namorado vazou um vídeo íntimo dos dois.

Criança em meio a destroços em Alepo, na Síria. Foto: OCHA/Romenzi

Guerra na Síria deixou 59 crianças mortas em janeiro, diz UNICEF

Em janeiro, 83 crianças e adolescentes foram mortos em meio aos confrontos armados em curso no Iraque, Líbia, Palestina, Síria e Iêmen. O conflito sírio foi o mais mortal de todos para meninos e meninas, deixando 59 menores mortos apenas no mês passado. Os números são do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), que criticou o cenário de insegurança enfrentado por jovens em países do Oriente Médio e Norte da África.

Refugiados recém-chegados do Sudão do Sul contam ao chefe do ACNUR, Filippo Grandi, e ao chefe humanitário da ONU, Mark Lowcock, as razões de sua fuga. Foto: ACNUR/Georgina Goodwin

Crise de refugiados do Sudão do Sul deve se tornar a maior do mundo este ano, alerta ONU

O alto-comissário da ONU para refugiados, Filippo Grandi, e o coordenador de ajuda de emergência, Mark Lowcock, lançaram na quinta-feira (1) um apelo para arrecadar 1,5 bilhão de dólares para ajudar refugiados forçados a deixar a grave situação humanitária no Sudão do Sul, e 1,7 bilhão de dólares para atender as necessidades da população do país.

Com o conflito chegando a seu quinto ano, aproximadamente 2,5 milhões de sul-sudaneses foram forçados a deixar o país em direção a cinco nações vizinhas — Uganda, Quênia, Sudão, Etiópia, República Democrática do Congo e República Centro-Africana. O conflito e a insegurança já forçaram uma em cada três pessoas a se deslocar – seja dentro do Sudão do Sul ou para além de suas fronteiras. Dentro do país, 7 milhões de pessoas precisam de assistência humanitária.

Consumidores esperam cinco horas na fila para comprar porção de pão de uma pequena padaria em Cumaná, na Venezuela. Foto: IRIN/Meridith Kohut

Crise econômica na Venezuela agrava desnutrição entre crianças, alerta UNICEF

Em meio à crescente insegurança alimentar e à elevação da desnutrição entre crianças diante da crise econômica na Venezuela, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) pediu no fim de janeiro (26) esforços de assistência rápidos e coordenados para alcançar as populações mais vulneráveis.

“Enquanto cifras precisas não estão disponíveis (…), há sinais claros de que a crise está limitando o acesso das crianças a serviços de saúde de qualidade, assim como a medicamentos e alimentos”, disse a agência da ONU em comunicado, enfatizando a gravidade da situação.

Latifatou Compaoré , de 14 anos, foi salva da mutilação genital feminina por sua mãe, uma vítima dessa prática que se recusou a deixar sua filhar ser submetida ao procedimento. Foto: UNFPA/Luca Zordan

Cerca de 68 milhões de meninas e mulheres sofrerão mutilação genital até 2030, diz Fundo de População da ONU

Caso nada seja feito, as estimativas atuais de 3,9 milhões de meninas mutiladas por ano subirão para 4,6 milhões. Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) divulgou dados atualizados sobre essa forma de violência nesta terça-feira (6), Dia Internacional de Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina.

Data mobilizou dirigentes da ONU, como o secretário-geral António Guterres, a enviada para Juventude, Jayathma Wickramanayake, e a diretora-executiva do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Henrietta Fore, que condenaram a prática.

Alunos da Escola Municipal Lindolfo Collor em Maceió, Alagoas. Foto: Pei Fon/ Secom Maceió

UNICEF alerta para necessidade de reverter evasão escolar no Brasil

Mais de 180 mil escolas brasileiras iniciaram um novo ano letivo na segunda-feira (29) em todo o país. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2015, 6,5% das crianças e adolescentes com idade entre 4 e 17 anos, ou mais de 2,8 milhões de meninos e meninas, estão fora da sala de aula.

“Reverter a exclusão escolar é urgente. A cada ano que passam fora da escola, crianças e adolescentes têm seu direito de aprender negado e ficam ainda mais longe da garantia de outros direitos. A exclusão afeta justamente meninos e meninas vindos das camadas mais vulneráveis da população”, explica Ítalo Dutra, chefe de Educação do UNICEF no Brasil.

Uma rua em Douma, Ghouta Oriental, na Síria. Foto: UNICEF/Amer Al Shami

Síria: ONU alerta para impacto ‘devastador’ do aumento da violência contra civis

“Não podemos aguentar silenciosamente diante da violência indiscriminada e das violações dos direitos humanos internacionais e do direito humanitário internacional”, disseram Adama Dieng, assessor especial da ONU para a Prevenção do Genocídio, e Ivan Simonovic, assessor especial da organização para a Responsabilidade de Proteger.

Mais de metade da infraestrutura básica do país foi danificada ou destruída, e mais de 13 milhões de pessoas precisam de ajuda humanitária, como resultado do conflito de sete anos – agora mais longo do que a Segunda Guerra Mundial.

Pelo menos 13 sírios, incluindo duas crianças, perderam a vida para as temperaturas congelantes no leste do Líbano. Eles tentavam entrar no país vindos da Síria, informaram as agências humanitárias das Nações Unidas.

No Sudão do Sul, a diretora-executiva do UNICEF, Henrietta H. Fore, e o chefe de nutrição da agência, Joseph Senesie (de azul), falam com pacientes no Hospital Al Sabbah, na capital Juba, onde o UNICEF está implementando um programa de nutrição. Foto: UNICEF/Prinsloo

Conflito no Sudão do Sul afeta futuro de milhões de crianças, alerta chefe do UNICEF em visita ao país

Após uma visita de dois dias ao Sudão do Sul, país africano devastado pelo conflito e onde 250 mil crianças estão severamente desnutridas e em risco iminente de morte, a chefe do UNICEF disse que apenas o fim das hostilidades pode trazer esperança e segurança para as crianças e os jovens.

Henrietta H. Fore observou que os combates não mostram sinais de diminuir e as necessidades humanitárias são enormes: 2,4 milhões de crianças foram forçadas a fugir de suas casas.

Crianças coletam água limpa e segura no campo de Kyein Ni Pyin, que abriga quase 6 mil rohingya deslocados pela violência no estado de Rakhine, em Mianmar. Foto: UNICEF/Thame

Mianmar: crianças rohingya estão em condições ‘assustadoras’, alerta UNICEF

Porta-voz do UNICEF, Marixie Mercado, passou quase um mês no país; ela falou sobre 60 mil crianças rohingya “esquecidas”. Milhares não recebem tratamento para desnutrição; abrigos estão perto de depósito de lixo; pessoas não conseguem viajar para obter ajuda médica.

Iniciativa do Programa Mundial de Alimentos da ONU garante a 90 mil refugiados um cartão de débito pré-pago que pode ser utilizado para comprar uma variedade de alimentos, fornecidos às mulheres para que elas possam decidir por suas famílias o que comprar.

Com até 20 pessoas compartilhando uma sala, doenças como o sarampo e as infecções respiratórias são uma ameaça significativa no Iêmen, especialmente para crianças que estão sofrendo de desnutrição e lidam com instalações inadequadas de água e saneamento. Foto: OCHA / Eman

No Iêmen, quase todas as crianças precisam de ajuda humanitária; conflito completará três anos

“Uma geração inteira de crianças no Iêmen está crescendo sem saber nada além da violência”, disse a chefe das operações do UNICEF no país devastado pela guerra, sublinhando a gravidade da crise.

Hospitais, instalações médicas e sistemas de água e saneamento foram tornados inoperantes em grandes partes do país. A assistência humanitária é o que salva a vida de três quartos da população do Iêmen.