Casal de apátridas com o filho em assentamento em Skopje, na Macedônia. Foto: ACNUR/Roger Arnold

ONU pede que países da Europa protejam direitos de crianças sem nacionalidade

Agências das Nações Unidas pediram nesta semana (14) que países e organizações da Europa tomem ações urgentes para proteger os direitos de meninos e meninas apátridas — quando uma criança não possui nacionalidade.

No continente europeu, estima-se que mais de 500 mil pessoas — incluindo não apenas menores de idade, mas também adultos — não sejam reconhecidas como cidadãs de nenhuma nação.

Profissionais de saúde orientam sobre amamentação na Semana Mundial de Aleitamento Materno, no Palácio do Catete, em 2018. Foto: Agência Brasil/Fernando Frazão

No Rio, agência de saúde da ONU apoia eventos mundiais sobre aleitamento materno

Em novembro, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) vai participar de evento mundial no Rio de Janeiro (RJ) sobre aleitamento materno. Iniciativa é promovida pela Rede Internacional em Defesa do Direito de Amamentar (IBFAN, na sigla em inglês). O aumento do aleitamento materno para níveis quase universais no mundo poderia salvar, anualmente, a vida de mais de 820 mil crianças com menos de cinco anos de idade.

Secretário-geral da ONU, António Guterres, fala à imprensa em Addis Ababa, na Etiópia, após reunião com presidente da União Africana no sábado (9). Foto: Reprodução

Continente africano é exemplo de solidariedade a refugiados e migrantes, diz Guterres

Países africanos estão dando o exemplo para as nações mais riscas no que se refere ao tratamento de refugiados e migrantes, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres, durante coletiva de imprensa no sábado (9) após se reunir com o presidente da Comissão da União Africana em Addis Ababa, na Etiópia.

O chefe da ONU está na capital da Etiópia para participar da cúpula da União Africana, que reúne chefes de Estado do continente. O evento deste ano, que começou no domingo (10), tem como foco refugiados e pessoas deslocadas internamente.

Em agosto de 2018, em Rumichaca, na fronteira entre Equador e Colômbia, a venezuelana Laila Dalila Leon, de 3 anos, olha para autoridades de fronteira nos ombros de seu pai, Jose Ramon Leon. Foto: UNICEF

Nações Unidas permanecem comprometidas em fornecer ajuda humanitária a venezuelanos

A situação da população venezuelana está cada vez mais crítica, e as Nações Unidas permanecem comprometidas em fornecer ajuda humanitária com base em “necessidade, e apenas necessidade”, disse nesta sexta-feira (8) uma autoridade sênior da Organização.

Falando a jornalistas em Genebra, o Escritório das Nações Unidas de Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) destacou estar observando acontecimentos na fronteira entre Venezuela e Colômbia, aonde um comboio de ajuda humanitária chegou na quinta-feira (7).

“Sobre a situação na fronteira, a ONU está monitorando a situação de perto”, disse Jens Laerke, do OCHA. “O cenário ideal é que ajuda humanitária seja fornecida, independentemente de quaisquer considerações políticas e outras que não sejam puramente humanitárias, e isto é baseado em necessidade, e apenas necessidade”.

Relatório de OIT e UNICEF indicou a necessidade de ação urgente para garantir a proteção social de todas as crianças no mundo. Na foto, Mustafa, de 6 anos, que trabalha com o pai em uma área industrial de Bagdá, no Iraque. Foto: UNICEF/Wathiq Khuzaie

Dois terços das crianças do mundo não têm acesso a serviços de proteção social

Seis em cada dez crianças do mundo não têm acesso à proteção social, o que as deixa particularmente vulneráveis à pobreza crônica, disse a ONU na quarta-feira (6), alertando que alguns governos estão cortando programas de transferência de renda em meio a políticas de austeridade fiscal.

Benefícios dados pelo Estado a partir de recursos públicos, na forma de transferência de renda, “tem papel essencial em quebrar o ciclo vicioso de pobreza e vulnerabilidade”, disse o relatório. Em média, os 139 países cobertos pelo documento gastam apenas 1,1% do PIB com crianças de até 14 anos.

Foto: TV Brasil.

UNICEF: meninas que têm imagens íntimas vazadas precisam de redes de apoio

Para entender melhor a relação dos adolescentes com o “sexting” (troca de conteúdos eróticos por meio de mensagens de celular) e com o vazamento de imagens íntimas, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) realizou pesquisa com 14 mil meninas com idade entre 13 e 18 anos no Brasil.

Os resultados mostram que a sexualidade da juventude atual inclui práticas de “sexting”. Entre as meninas que participaram da pesquisa: 35% já mandaram fotos ou vídeos íntimos a alguém; mais de 70% já receberam “nudes” (imagens íntimas) de alguém sem pedir; 80% já receberam pedidos de alguém para enviar “nudes”.

A prática pode ter riscos, em especial relacionados ao vazamento de imagens e vídeos íntimos. O problema afeta muitos adolescentes, em especial meninas, que têm pouca informação sobre como se proteger e baixo acesso a redes de apoio. Leia mais sobre a pesquisa.

Estudante em Kuala Lumpur, na Malásia. O número de usuários ativos de Internet na Malásia superou os 20 milhões, com 16,8 milhões utilizando as redes sociais. Foto: UNICEF

No Dia da Internet Segura, chefe do UNICEF pede ação contra bullying e assédio digitais

Violência online, bullying e assédio digital afetam mais de 70% dos jovens globalmente, afirmou na terça-feira (5) o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), pedindo resposta e prevenção a estas formas de violência.

De acordo com dados da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), a proporção de crianças e adolescentes afetados por bullying digital varia de 5% a 21%, com meninas tendo mais risco que meninos.

Estudantes numa escola primária em Bingerville, um distrito de Abidjan, capital da Costa do Marfim. No país, menos de 70% das crianças frequentam o ensino primário. O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) distribui kits de material escolar para as crianças e apoia o Ministério da Educação na construção de escolas e treinamento de professores. Foto: UNICEF/Dejongh

Centro de pesquisas vinculado à ONU apresenta estudos sobre combate à pobreza infantil

Formuladores de políticas públicas, pesquisadores e representantes de governos participam da Conferência Internacional sobre Subsídios Universais para Crianças, que ocorre de 6 a 8 de fevereiro, em Genebra, na Suíça, para compartilhar experiências e discutir o papel dos subsídios universais no combate à pobreza infantil, à desigualdade e na promoção da proteção social para crianças.

Uma equipe de pesquisadores do Centro Internacional de Políticas para Crescimento Inclusivo (IPC-IG), resultado de uma parceria entre o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e o governo brasileiro, participará de três sessões na conferência, onde apresentará estudos recentes sobre políticas de proteção social sensíveis às necessidades das crianças. Algumas das sessões serão transmitidas ao vivo pela Internet.

Crianças e suas famílias levam os poucos pertences que conseguiram trazer consigo enquanto se preparam para deixar a aldeia de Baghoz, no distrito de Hajin, no leste da província de Deir-ez-Zor. O grupo fará uma peregrinação em busca de segurança no campo de Al-Hol, 300 km ao norte de onde estão. Foto: UNICEF/Delil Souleiman

UNICEF: guerra na Síria matou mais de 30 crianças desde dezembro

Pelo menos 32 crianças — entre elas 11 bebês — morreram na Síria desde dezembro de 2018 até o final de janeiro, afirmou o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF). Segundo a agência, ao longo do mês passado, conflitos em torno do distrito de Hajin, no leste do território sírio, provocaram o deslocamento de quase 23 mil pessoas — a maioria mulheres e crianças — para o campo de Al-Hol, a 300 km de distância.

O palestino Hamid, de oito anos, olha para a cidade de Hebron da cobertura de sua casa. Foto: UNICEF/Ahed Izhiman

Cisjordânia: ONU alerta para impacto da ocupação israelense na educação de palestinos

Representantes de agências da ONU expressaram preocupação na quarta-feira (30) com o grande número de incidentes dentro ou próximos de escolas palestinas na Cisjordânia, incluindo confrontos entre alunos e forças de segurança e atos de violência de colonos israelenses.

Pronunciamento de organismos internacionais também alerta para a situação de professores que são parados em postos de checagem, o que prejudica as atividades de ensino.

Membros da MONUSCO conversam com moradores da região de Yumbi. Foto: MONUSCO

ONU confirma valas comuns de mais de 500 civis mortos em massacre na RD Congo

Uma investigação preliminar da ONU revelou na quarta-feira (30) que pelo menos 535 civis foram mortos em meio a um massacre no oeste da República Democrática do Congo. Cadáveres das vítimas foram encontrados em valas comuns.

Os homicídios teriam ocorrido durante conflitos entre as comunidades de Banunu e Batende, que entraram em confronto em meados de dezembro, segundo o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH).

Surto de zika é oportunidade de país discutir temas como autonomia sexual e reprodutiva das mulheres, segundo especialistas da ONU. Foto: OPAS

UNICEF e Ministério Público do Pará promovem seminário sobre gravidez na adolescência

O Ministério Público do Pará e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) promovem nesta quinta-feira (31) um seminário sobre adolescência, sexualidade e direitos Humanos. Painéis vão discutir medidas educativas e de prevenção para reduzir casos de gravidez entre adolescentes. Além de especialistas, ativistas e representantes do governo, evento terá jovens como palestrantes e debatedores.

Em abril de 2018, crianças caminhavam pelo acampamento improvisado de Fafin, na Síria, após suas famílias fugirem do distrito de Afrin, devido à escalada de violência na região. Foto: UNICEF/Al-Issa

UNICEF pede US$ 3,9 bi para ajudar crianças em crises humanitárias em 2019

Mais de 34 milhões de crianças que vivem em países afetados por conflitos e desastres não têm acesso a serviços vitais de proteção infantil, o que coloca a sua segurança, bem-estar e também o seu futuro em risco, alertou nesta terça-feira (29) o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

Organismo lançou apelo de 3,9 bilhões de dólares para financiar suas iniciativas de assistência em crises humanitárias ao longo de 2019. UNICEF explica que o orçamento permitira à agência da ONU fornecer água potável, nutrição, educação, saúde e proteção para 41 milhões de meninos e meninas em 59 países em todo o mundo.

Pessoas internamente deslocadas pelo conflito retornam para casa em 2011 após mais de sete anos em um campo de refugiados em Aramba, norte de Darfur. Foto: UNAMID/Albert Gonzalez Farran

UNICEF alerta para necessidade de proteger crianças sudanesas em meio a protestos

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) alertou na terça-feira (23) para a necessidade de proteger as crianças no Sudão, após um mês de protestos massivos contra o governo, fortemente reprimidos pelas autoridades sudanesas.

“O UNICEF pede para autoridades no Sudão priorizarem a proteção de crianças e salvaguardarem seus direitos à educação e à saúde, seguindo a Convenção sobre os Direitos da Criança”, disse o diretor regional do UNICEF para o Oriente Médio e o Norte da África, Geert Cappelaere.

Segundo a imprensa internacional, manifestações contra a crise econômica acontecem quase diariamente no país desde 19 de dezembro. Grandes multidões, incluindo adolescentes e manifestantes na faixa dos 20 anos, pedem fim do regime de 30 anos do presidente Omar al-Bashir.

Recomendações para acabar com violência contra crianças e jovens em escolas do mundo todo serão apresentadas a líderes mundiais que se reúnem esta semana no Fórum Mundial de Educação, em Londres. Foto: UNICEF

Manifesto global pede fim da violência contra crianças e jovens nas escolas e arredores

Jovens de todo o mundo vão pedir aos governos o fim da violência nas escolas e arredores, durante o Fórum Mundial de Educação, que ocorre esta semana no Reino Unido.

O Manifesto Jovem #ENDviolence foi redigido no fim de 2018 por mais de 100 crianças e jovens de todo o mundo, incluindo a brasileira Lays dos Santos, que viajou à África do Sul, a convite do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), para representar meninas e meninos brasileiros.

O manifesto pede que pais, responsáveis, escolas, formuladores de políticas e comunidades levem os estudantes a sério; estabeleçam regras claras; façam leis restringindo armas; garantam segurança na escola; forneçam instalações escolares seguras; capacitem professores e conselheiros; e ensinem sobre consentimento e resposta à violência sexual.

Em Kenema, Serra Leoa, um menino joga futebol em uma ONG apoiada pelo UNICEF que presta serviços para crianças vivendo com HIV e AIDS. Foto: UICEF/Phelps

ONU pede mais esforços na África para prevenir infecções de HIV entre crianças e adolescentes

Em evento com ministros e autoridades de saúde, agências da ONU pediram neste mês (16), no Senegal, que países das regiões central e ocidental da África realizem mais ações para impedir novos casos de HIV entre crianças e adolescentes. Em 2017, em torno de 67 mil crianças (com até nove anos de idade) e 69 mil adolescentes (de dez a 19 anos) foram infectados pelo vírus nessas partes do continente africano.

Agências da ONU e AVSI aguardam chegada de comitiva interministerial no abrigo Rondon 2, o centro de trânsito para famílias venezuelanas que serão interiorizadas. Foto: ANUCR/Victoria Hugueney

Governo federal visita venezuelanos atendidos pela ONU em Roraima e prorroga ajuda até 2020

Uma comitiva com cinco ministros do governo federal visitou nesta quinta-feira (17) as instalações de acolhimento e recepção a venezuelanos da Operação Acolhida em Boa Vista, Roraima, e anunciou a prorrogação do programa até março de 2020.

Durante a visita, as autoridades conheceram o trabalho humanitário conjunto desenvolvido por agências do Sistema ONU no Brasil, o Exército brasileiro e organizações da sociedade civil. A comitiva incluiu o governador de Roraima, Antonio Denarium, a Secretária Nacional de Justiça, Maria Hilda Marsiaj, além membros do Exército, de outros órgãos federais e de organizações internacionais.

Meninas sírias abrigam-se em tenda de campo de refugiados no norte do país. Foto: UNICEF/Aaref Watad

Sírios enfrentam frio extremo e falta de assistência médica perto da fronteira com Jordânia

As condições em um acampamento sírio improvisado próximo à fronteira com a Jordânia estão “cada vez mais desesperadoras” e “se tornaram uma questão de vida ou morte”, alertaram na terça-feira (15) autoridades das Nações Unidas, após ao menos oito crianças morrerem no local por conta do frio extremo e falta de assistência médica.

Falando a jornalistas em Genebra, o porta-voz do Programa Mundial de Alimentos (PMA), Hervé Verhoosel, ecoou um alerta do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) de que crianças com poucos meses de vida estão morrendo devido às duras condições de inverno no assentamento de Rukban, que recebeu assistência pela última vez em novembro.

Crianças se abrigam em casa em meio ao fogo cruzado em cidade síria afetada pelo conflito. Foto: UNICEF/Romenzi

Mais de 4 milhões de crianças sírias só conhecem a guerra, diz UNICEF

Metade das crianças da Síria, em torno de 4 milhões, cresceu conhecendo apenas uma vida de violência, conforme o país entra em seu oitavo ano de conflito, informou em dezembro (13) o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

“Toda criança de oito anos na Síria está crescendo em meio a perigo, destruição e morte”, explicou a diretora-executiva da agência, Henrietta Fore, após uma visita de cinco dias ao país.

Bebê recém-nascido no Quirguistão. Foto: UNICEF/Voronin

UNICEF: quase 400 mil bebês nasceram em todo mundo no 1º dia de 2019

No Brasil, a previsão da agência da ONU era de aproximadamente 7,8 mil nascimentos para o 1º de janeiro. O UNICEF também divulgou uma lista com os nomes mais populares para os recém-nascidos.

Entre os novos brasileirinhos, está previsto um número considerável de Helenas e Alices, além de Bernardos e Miguéis. Arthur, Sophia, Lorenzo, Heitor, Valentina e Isabella também estão entre os nomes preferidos pelas mães e pais da Virada.

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) alertou que as crianças na República Centro-Africana estão enfrentando uma emergência negligenciada. Segundo a agência da ONU, duas em cada três crianças no país precisam de ajuda humanitária. Em um relatório divulgado no final de novembro (30), o UNICEF informou que 1,5 milhão de crianças precisam de assistência humanitária, um aumento de 300 mil desde 2016. Mais de 43 mil crianças menores de cinco anos devem enfrentar um risco extremamente elevado de morte por desnutrição aguda severa em 2019. Além disso, o relatório constatou que uma em cada quatro crianças é deslocada ou refugiada. Milhares também estão presas em atividades de grupos armados e milhares estão sujeitas à violência sexual.

UNICEF: 1,5 milhão de crianças na República Centro-Africana precisam de ajuda humanitária

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) alertou que as crianças na República Centro-Africana estão enfrentando uma emergência negligenciada. Segundo a agência da ONU, duas em cada três crianças no país precisam de ajuda humanitária.

Em um relatório divulgado no final de novembro (30), o UNICEF informou que 1,5 milhão de crianças precisam de assistência humanitária, um aumento de 300 mil desde 2016. Mais de 43 mil crianças menores de cinco anos devem enfrentar um risco extremamente elevado de morte por desnutrição aguda severa em 2019.

Além disso, o relatório constatou que uma em cada quatro crianças é deslocada ou refugiada. Milhares também estão presas em atividades de grupos armados e milhares estão sujeitas à violência sexual. Confira nesse vídeo.

Pela primeira vez no mundo, uma vacina foi lançada por drones em Vanuatu. A entrega da vacina cobriu quase 40 quilômetros de terreno acidentado montanhoso da Baía de Dillon, no lado oeste da ilha, até o patamar leste na remota Baía de Cook. Foto: UNICEF

Pela primeira vez, drone leva vacinas a ilha remota do Pacífico Sul

Em uma pequena ilha no remoto Pacífico Sul, um bebê de 1 mês se tornou a primeira criança do mundo a receber uma vacina entregue por um drone, anunciou o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) na semana passada (18).

A aeronave de última geração que transportou a vacina viajou quase 40 quilômetros sobre terreno montanhoso, saindo de Dillon’s Bay, no oeste de Vanuatu, para Cook’s Bay – uma comunidade acessível somente a pé ou com barcos pequenos – onde 13 crianças e cinco mulheres grávidas foram vacinadas por uma enfermeira.

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) disse que 15 mil crianças permanecem separadas de suas famílias ou desaparecidas, cinco anos depois do início do conflito no Sudão do Sul. O UNICEF disse que mais de 4 milhões de pessoas foram deslocadas pelos combates no país, a maioria crianças. Desde o início do conflito, a agência da ONU e parceiros reuniram cerca de 6 mil crianças com seus pais ou responsáveis. Ele disse que cada reunificação é o resultado de meses e, muitas vezes, anos de trabalho para rastrear integrantes desaparecidos da família.

No Sudão do Sul, 15 mil crianças estão separadas das famílias ou desaparecidas; vídeo

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) disse que 15 mil crianças permanecem separadas de suas famílias ou desaparecidas, cinco anos depois do início do conflito no Sudão do Sul.

O UNICEF disse que mais de 4 milhões de pessoas foram deslocadas pelos combates no país, a maioria crianças.

Desde o início do conflito, a agência da ONU e parceiros reuniram cerca de 6 mil crianças com seus pais ou responsáveis. Ele disse que cada reunificação é o resultado de meses e, muitas vezes, anos de trabalho para rastrear integrantes desaparecidos da família.

Para o oficial do UNFPA Vinícius Monteiro, o projeto contribui para a implementação e o monitoramento do alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, além das metas da "Agenda 2063: A África que queremos". Foto: PNUD

Brasil apoia países africanos na coleta de dados para a realização de censos

O projeto de cooperação técnica “Centros de Referência em Censos com Coleta Eletrônica de Dados” está entre as cinco melhores ações de Cooperação Sul-Sul do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) em todo o mundo.

O objetivo da ação é capacitar os institutos de estatística de Cabo Verde e Senegal, por meio da troca de experiências e conhecimento com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Agência Brasileira de Cooperação (ABC) e o UNFPA.

Em 29 de julho de 2018, o ator britânico e embaixador do UNICEF, Orlando Bloom, encontrou-se com uma menina e mãe de apenas 14 anos em Bangladesh, durante as filmagens de 'Tales by Light'. Na foto, a jovem carrega o filho. Foto: UNICEF

Em série da Netflix, ator Orlando Bloom alerta para trabalho infantil em Bangladesh

O ator britânico e embaixador do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Orlando Bloom, estrela o primeiro episódio da nova temporada de Tales by Light, série documental da Netflix sobre fotojornalismo.

Bloom acompanhou o fotógrafo Simon Lister em sua viagem a Bangladesh, a fim de conhecer e denunciar o drama de crianças vítimas de trabalho infantil. Os novos programas vão ao ar a partir de 21 de dezembro em todo o mundo.

Mãe segura a mão de seu filho recém-nascido em Belgrado, na Sérvia, no Hospital Maternidade KBC Zvezdara. Foto: UNICEF/Holt

OMS: cerca de 30 milhões de bebês nascem prematuros por ano no mundo

Anualmente em todo o mundo, cerca de 30 milhões de bebês nascem prematuros ou com baixo peso ou adoecem logo nos primeiros dias de vida. É o que revela um relatório lançado nesta semana (13) por uma coalizão global, que inclui o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Em 2017, em torno de 2,5 milhões de recém-nascidos morreram nos primeiros 28 dias de vida, a maioria por causas evitáveis. Cerca de 80% dessas crianças tinham baixo peso ao nascer e em torno de 65% eram prematuras.

Em dia internacional, ONU defende atendimento universal de saúde

No Dia Internacional da Cobertura Universal de Saúde, lembrado na quarta-feira (12), representantes da ONU pediram que esse direito seja garantido a todas as pessoas até 2030, data para a conquista dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Em 2012, a Assembleia Geral da ONU endossou de forma unânime uma resolução que pedia aos países para acelerar o progresso rumo à cobertura universal de saúde: a ideia de que todos, em todos os lugares, devem ter acesso a atendimento de qualidade, acessível, como uma prioridade para o desenvolvimento internacional.

A Casa Miga em Manaus oferece um espaço seguro para que migrantes e refugiadas venezuelanas possam recomeçar a vida no Brasil. Foto: ACNUR/João Machado

Documento padroniza proteção de mulheres, LGBTI e refugiados em Manaus

Agências do Sistema ONU no Brasil e a Rede de Proteção de Manaus assinaram documento na capital amazonense com o objetivo de garantir a integralidade do cuidado e da proteção de pessoas vítimas de violência, especialmente mulheres, crianças, adolescentes, LGBTIs e refugiados.

O documento servirá para orientar e informar servidores públicos, técnicos e população em geral sobre serviços especializados de atendimento existentes em Manaus. Será um guia para garantir uma resposta rápida, precisa e adequada às pessoas vítimas de violência.

Pelo Sistema ONU no Brasil, o documento foi assinado por Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).