O Brasil do século 21, onde existem 108 celulares para cada 100 habitantes, convive com um Brasil ainda no século 19, onde 45 a cada 100 habitantes não têm solução adequada de esgotos. Foto: EBC

São Paulo sedia em novembro principal evento internacional sobre saneamento básico

As organizações World Toilet Organization e Instituto Trata Brasil promovem em novembro em São Paulo (SP) a primeira edição latino-americana do World Toilet Summit, principal evento internacional sobre saneamento básico.

Com o título “World Toilet Summit – Saneamento Básico na América Latina: não deixar ninguém para trás”, a 19ª edição acontece entre os dias 17 e 19 de novembro no Hotel Renaissance, e tem apoio institucional da Rede Brasil do Pacto Global, além das secretarias de Relações Internacionais e de Turismo do estado de São Paulo.

Brasil e ONU querem promover eliminação da transmissão vertical do HIV em municípios. Foto: EBC

Grupo de trabalho das Nações Unidas aborda transmissão vertical do HIV no Brasil

A transmissão vertical do HIV — quando o bebê pode se infectar durante a gestação, parto ou amamentação — ainda é um desafio de saúde pública em diversos países. Em 2018, cerca de 160 mil crianças de até 14 anos se infectaram no mundo, de acordo com relatório global do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

No Brasil, a eliminação da transmissão vertical do HIV é uma das prioridades do Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis (DCCI) do Ministério da Saúde para 2019 e 2020. O país aderiu às metas estabelecidas pela Organização Pan-Americana de Saúde/Organização Mundial de Saúde (OPAS/OMS) de reduzir a menos de 2% o número de casos de HIV em crianças ou torná-los inexistentes.

UNICEF comemora 20 anos de projeto de mobilização dos municípios brasileiros pela infância

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) começa nesta semana as comemorações dos 20 anos do Selo UNICEF — inciativa que mobiliza municípios brasileiros do Semiárido e da Amazônia em prol de políticas públicas para crianças e adolescentes. Para marcar o aniversário, o organismo internacional promove ações no XXI Encontro do Colegiado Nacional de Gestores Municipais de Assistência Social, em Belém (PA).

A cada manhã, centenas de meninos e meninas atravessam a fronteira da Venezuela para embarcar em ônibus rumo a Cúcuta, na Colômbia. Foto: UNICEF/Arcos

Colômbia: OIM elogia concessão de nacionalidade a crianças venezuelanas nascidas no país

A Organização Internacional para as Migrações (OIM) elogiou a decisão tomada pela Colômbia na segunda-feira (5) de conceder nacionalidade a mais de 24 mil bebês venezuelanos que nasceram no país, após seus pais atravessarem a fronteira.

“Esta resolução é uma contribuição para uma migração segura e regular, a qual esperamos que facilite o reconhecimento dos direitos fundamentais de crianças venezuelanas, além de contribuir para integração delas na sociedade”, disse Ana Durán Salvatierra, chefe de Missão da OIM na Colômbia, nesta terça-feira (6).

De acordo com a imprensa internacional, a medida irá garantir um caminho para que estas crianças obtenham passaportes colombianos, até agosto de 2021, facilitando acesso a serviços de saúde e educação. A medida também previne uma crise de apatridia dentro do país.

UNAIDS convoca países a acabar com epidemia de AIDS entre crianças e adolescentes

Um novo relatório lançado no fim de julho (22), na 10ª Conferência Internacional de AIDS sobre Ciência do HIV, na Cidade do México, mostrou que o mundo está ficando para trás em seu compromisso de acabar com a epidemia de AIDS entre crianças e adolescentes.

Globalmente, cerca de 160 mil crianças com idade entre zero e 14 anos foram infectadas com o HIV em 2018. Essa é uma redução importante frente a 240 mil novas infecções em 2010. No entanto, a meta definida para 2018 era de 40 mil novas infecções.

“O fracasso em alcançar as metas de 2018 para reduzir novas infecções pelo HIV entre crianças e adolescentes e ampliar o acesso a tratamentos capazes de salvar vidas é decepcionante e frustrante”, disse Gunilla Carlsson, diretora-executiva interina do UNAIDS. “Precisamos agir rapidamente para reverter essa situação e honrar o compromisso de acabar com a epidemia de AIDS para a próxima geração”.

Em 6 de dezembro de 2018, em uma creche apoiada pelo UNICEF em Beni, no leste da República Democrática do Congo, Kavira Langa Jemima, sobrevivente do ebola, dá banho em seu filho de 6 meses em tratamento para o vírus. Foto: UNICEF/Hubbard

Surto de ebola completa um ano na RD Congo; ONU pede intensificação da resposta global

Oficiais de agências das Nações Unidas pediram nesta quinta-feira (1º) uma resposta global mais intensa e investimentos de doadores para combater o surto de ebola na República Democrática do Congo, que completou um ano. Há duas semanas, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou o surto uma emergência internacional de saúde pública.

No total, houve mais de 2,6 mil casos confirmados, incluindo mais de 1,8 mil mortes em partes das províncias de Ituri e Kivu do Norte. Um em cada três casos envolvia crianças.

“Um novo caso da doença foi confirmado ontem em Goma, com o paciente morrendo posteriormente – o segundo caso confirmado neste mês na cidade de cerca de 1 milhão de habitantes”, disseram os oficiais das Nações Unidas. “Este caso mais recente em um centro populacional tão denso destaca o risco muito real de maior transmissão da doença, talvez além das fronteiras do país, e a necessidade de uma resposta global intensificada”.

Família brasileira durante a amamentação do recém-nascido. Foto: UNICEF/Libório

UNICEF: apenas 40% das crianças no mundo recebem amamentação exclusiva no início da vida

Apenas quatro em cada dez bebês no mundo são alimentados exclusivamente com o leite materno nos primeiros seis meses de vida, conforme recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A estatística foi divulgada pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) nesta quinta-feira (1º), data em que tem início a Semana Mundial de Amamentação.

Nos países de renda média e alta, 23,9% das crianças são alimentadas somente com o leite da mãe em seu primeiro semestre após o nascimento. No Brasil, o índice foi estimado em 38,6%, de acordo com o UNICEF e a OMS.

Treinamento da ONU aborda o combate e a prevenção ao abuso e exploração sexuais de venezuelanos. Foto: UNFPA/Yareidy Perdomo

Em Roraima, agências da ONU treinam militares brasileiros para combater violência sexual

Em Roraima, o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) promoveu neste mês um treinamento com militares brasileiros sobre como combater o abuso e a exploração sexuais em contextos de emergência. Os oficiais fazem parte do novo contingente que vai integrar a Operação Acolhida — a resposta do governo federal à chegada de venezuelanos ao Brasil.

A capacitação foi realizada em parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), a Organização Internacional para as Migrações (OIM) e o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR).

Atrasar o aleitamento materno aumenta o risco de morte de recém-nascidos em até 80%. Foto: EBC

OPAS: sucesso da amamentação não é responsabilidade exclusiva da mãe, mas de todos

Em alusão à Semana Mundial de Aleitamento Materno, celebrada entre 1º e 7 de agosto, a Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), o Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) se uniram em Brasília (DF) para reforçar a importância da amamentação não só para as crianças e para suas mães, mas para a sociedade como um todo.

“Gostaria de destacar o papel de cada um de nós no apoio às famílias, lembrando que o sucesso da amamentação não é responsabilidade exclusiva da mãe, mas uma responsabilidade social de todos nós”, afirmou a representante da OPAS/OMS no Brasil, Socorro Gross.

Ela ressaltou que vários setores, além da saúde, precisam unir esforços para apoiar e proteger o aleitamento materno. “O trabalho intersetorial se torna necessário para garantir o exercício do direito que todas as mães têm de amamentar e o direito que todas as crianças têm de receber o melhor alimento que existe, indispensável e insubstituível para seu perfeito desenvolvimento”.

A banda pop sul-coreana com a diretora-executiva do UNICEF, Henrietta Fore. Da esquerda para direita, j-hope, Jin, Jungkook, RM, V, Suga e Jimin. Foto: UNICEF/Nesbitt

UNICEF e banda de pop sul-coreano pedem fim da violência nas escolas

Na semana em que a ONU comemora o Dia Internacional da Amizade, 30 de julho, os integrantes da banda de pop sul-coreano BTS divulgaram na terça-feira um vídeo de conscientização sobre o bullying nas escolas.

A produção audiovisual pede que os jovens respeitem uns aos outros e iluminem o dia de um colega com atos de gentileza e bondade. Iniciativa faz parte de campanha do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

Nos fins de semana de 3 e 4 de agosto, a Prefeitura de São Paulo oferece o evento cultural SLOWKIDS com atividades ao ar livre voltadas a bebês, crianças e seus cuidadores. Foto: UNICEF

Prefeitura de São Paulo e UNICEF promovem II Semana Municipal da Primeira Infância

A Prefeitura de São Paulo e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) promovem de 1º a 7 de agosto na capital paulista a II Semana Municipal da Primeira Infância, cujo objetivo é estabelecer um espaço de reflexão, discussão e troca de experiências a respeito da primeira infância, além de promover o envolvimento da sociedade e das famílias na valorização e nos cuidados dessa fase da vida (0 a 6 anos).

Em dezembro de 2018, crianças sírias preparam-se para o inverno em campo de refugiados em Ersal, no leste do Líbano, perto da fronteira com a Síria. Eles recebem suprimentos emergenciais do UNICEF, incluindo kits com agasalhos e roupas de inverno para ajudar a mantê-los aquecidos durante toda a estação. Foto: UNICEF

Parcerias e inovação ajudam UNICEF a apoiar crianças em 150 países

Em 2018, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) adquiriu 3,5 bilhões de dólares em bens e serviços para ajudar crianças em 150 países a ter uma vida melhor. Vacinas, roupas, medicamentos, kits de educação e livros escolares são alguns dos bens e serviços que as ajudaram a combater doenças, aprender e crescer – especialmente em países afetados por emergências e conflitos.

“O apoio de governos, empresas, doadores e parceiros locais tem sido inestimável para nos permitir alcançar milhões de crianças o mais rápido possível”, disse Etleva Kadilli, diretora da Divisão de Suprimentos do UNICEF em Copenhague. “No entanto, as necessidades continuam imensas. O financiamento sustentável e de longo prazo deve continuar sendo uma prioridade para atender às necessidades das crianças em situações cada vez mais complexas”.

Mulheres venezuelanas escrevem suas histórias de vida durante atividade em Boa Vista (RR). Foto: UNFPA/Yareidy Perdomo

Em parceria com UNFPA, Exército da Salvação cria espaço para refugiados em Boa Vista

“Cada Vida Uma História” é o nome dado ao primeiro espaço de encontro que permitirá às pessoas que transitam pela Rodoviária Internacional de Boa Vista ter um momento para compartilhar suas experiências nos processos migratórios, por meio da escrita e da conversa. A atividade acontece dentro do espaço seguro que o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) abriu em junho, em parceria com as Forças Armadas, no âmbito da Operação Acolhida.

Atualmente, as áreas de apoio da Rodoviária Internacional de Boa Vista contam com uma estrutura que permite aos migrantes que chegam à cidade em condições de vulnerabilidade ter acesso a diferentes serviços oferecidos por agências da ONU — UNFPA, Organização Internacional para as Migrações (OIM), Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) — e pelo Serviço Jesuíta a Migrantes e Refugiados, entre outros.

Menino tenta atravessar rio em Bangladesh após chuvas. Ele coleta garrafas plásticas lançadas no rio para vendê-las à reciclagem, em julho de 2019. Foto: UNICEF/Thomas Nybo

UNICEF: enchentes e deslizamentos matam 90 crianças em Nepal, Índia e Bangladesh

Chuvas fortes, enchentes intensas e deslizamentos em Nepal, Índia e Bangladesh mataram ao menos 93 crianças e colocaram as vidas de milhões em risco, de acordo com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF). Estimativas revelam que mais de 12 milhões de pessoas foram afetadas até agora, e a expectativa é de que esse número deve aumentar.

Danos em estradas, pontes e ferrovias tornaram muitas áreas inacessíveis e crianças estão em necessidade urgente de água limpa, itens de higiene, alimentos e espaços seguros em abrigos.

O UNICEF está trabalhado em coordenação com governos e parceiros humanitários dos três países para aumentar a resposta às crianças e famílias afetadas.

Políticas como a licença parental remunerada, intervalos para amamentação, benefícios para crianças e cuidados infantis acessíveis e de qualidade ainda não estão disponíveis para a maioria dos pais em todo o mundo. Foto: UNICEF

UNICEF: empresas e governos precisam investir nas famílias para reduzir pobreza

As empresas e os governos precisam investir urgentemente nas famílias para reduzir a pobreza e estabelecer as bases para o desenvolvimento saudável das crianças e o sucesso dos adultos no trabalho, disse o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) em um novo caderno de recomendações delineando as mais recentes evidências sobre políticas em prol das famílias.

O documento afirma que políticas como a licença parental remunerada, intervalos para amamentação no trabalho, benefícios para crianças e cuidados infantis acessíveis e de qualidade ainda não estão disponíveis para a maioria dos pais em todo o mundo.

A comunicadora e apresentadora Thaynara OG esteve na quarta-feira (17) no escritório do UNICEF em Brasília. Foto: UNICEF

UNICEF recebe doação de R$200 mil; recursos serão investidos no Maranhão

A comunicadora e apresentadora Thaynara OG esteve na quarta-feira (17) no escritório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) em Brasília (DF). Na ocasião, entregou um cheque simbólico com o valor de cerca de 200 mil reais, arrecadados pelo evento “São João da Thay”, à representante do UNICEF no Brasil, Florence Bauer.

A terceira edição do São João da Thay, ocorrida em 19 de junho em São Luís (MA), mobilizou autoridades, celebridades e a comunidade em favor dos direitos de crianças e adolescentes.

Os recursos arrecadados foram revertidos para o UNICEF e serão utilizados em iniciativas que melhorem a qualidade de vida de meninos e meninas do Maranhão, segundo estado do Nordeste com a maior probabilidade de as crianças morrerem antes de completar 1 ano de vida.

Evasão escolar é problema agravado por queda no orçamento familiar. Foto: EBC

Espírito Santo adere a iniciativa da ONU para combater exclusão e evasão escolares

O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, e a representante do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Florence Bauer, participam na quinta-feira (18), em Vitória, da cerimônia que formaliza a adesão do estado ao Busca Ativa Escolar, projeto que visa combater a exclusão e evasão escolares.

De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2015, no Espírito Santo, em torno de 50 mil crianças e adolescentes de quatro a 17 anos estão fora da escola. Em 2017, 3.445 adolescentes do ensino médio abandonaram o colégio, segundo o Censo Escolar.

Uma profissional de saúde no centro de tratamento de ebola de Butembo dá um beijo num bebê de sete meses, cuja mãe morreu de ebola poucos dias antes. Imagem registrada na província de Kivu do Norte, na República Democrática do Congo. Foto: UNICEF/Vincent Tremeau

OMS decide na quarta-feira se declara emergência internacional por causa do ebola na RD Congo

A Organização Mundial da Saúde (OMS) vai decidir na quarta-feira (17) se considera ou não que o atual surto de ebola na República de Democrática do Congo constitui uma emergência internacional de saúde. Reunião para reavaliar o estado da epidemia foi convocada após a confirmação de um caso de ebola na cidade congolesa de Goma, que possui 2 milhões de habitantes e faz fronteira com Ruanda.

Os atuais sistemas alimentares oferecem uma abundância de alimentos ultra-processados que são muito mais baratos e fáceis de consumir do que alimentos frescos e nutritivos, segundo a FAO. Foto: WikiCommons/lyzadanger/Diliff

ARTIGO: Já existem mais obesos que famintos

Em artigo publicado no jornal Valor Econômico, o diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), José Graziano da Silva, comenta os resultados de novo relatório global da ONU sobre fome e outras formas de malnutrição no mundo.

Ele lembra haver fatores que explicam a relação direta entre insegurança alimentar e obesidade. “Por exemplo: quando as pessoas têm menos recursos para obter alimentos, elas optam pelos mais econômicos e acessíveis. Os atuais sistemas alimentares oferecem uma abundância de alimentos ultra-processados que são muito mais baratos e fáceis de consumir do que alimentos frescos e nutritivos”. Leia o artigo completo.

Família pede ajuda nas ruas da cidade de Secunda, na província sul-africana de Mpumalanga. Foto: Jan Truter (CC, Flickr)

Fome aumenta no mundo e atinge 820 milhões de pessoas, diz relatório da ONU

Cerca de 820 milhões de pessoas em todo o mundo não tiveram acesso suficiente a alimentos em 2018, frente a 811 milhões no ano anterior, no terceiro ano consecutivo de aumento. O dado representa um imenso desafio para alcançar o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) número 2, que prevê fome zero até 2030, advertiu nesta segunda-feira (15) a nova edição do relatório anual “O estado da segurança alimentar e da nutrição no mundo”.

“Nossas medidas para abordar essas tendências preocupantes terão que ser mais enérgicas, não apenas em escala, mas também em termos de colaboração multissetorial”, disseram oficiais de Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA), Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Programa Mundial de Alimentos (PMA) e Organização Mundial da Saúde (OMS) no documento.

UNICEF quer conscientizar pais, mães e usuários de redes sociais sobre eficácia e proteção de vacinas. Foto: Agência Brasil/Marcelo Camargo

OMS: 20 milhões de crianças perderam vacinas contra sarampo, difteria e tétano em 2018

Novos dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) revelam que 20 milhões de crianças em todo o mundo – mais de uma em cada dez – perderam em 2018 vacinas que salvam vidas, como a de sarampo, difteria e tétano.

Globalmente, desde 2010, a cobertura de vacinação com três doses contra difteria, tétano e coqueluche (DTP3) e uma dose contra sarampo estagnou em torno de 86%. Embora alto, o número não é suficiente. É necessária uma cobertura de 95% – em todo o mundo, entre países e comunidades – para proteger contra surtos de doenças evitáveis por imunização.

A bordo de um navio italiano, sírio segura o filho de um ano que aguarda atendimento médico. Eles foram resgatados no meio do Mediterrâneo. Foto: A. D´Amato/ ACNUDH

Uma criança migrante morre ou desaparece todos os dias no mundo, diz relatório da ONU

Em torno de 1,6 mil crianças migrantes foram consideradas mortas ou desaparecidas entre 2014 e 2018, afirma um levantamento recente publicado por agências das Nações Unidas. Número indica que, por dia, quase um menino ou menina perdeu a vida ou sumiu durante deslocamentos. Organismos internacionais alertaram que a quantidade real de óbitos e desaparecimentos deve ser mais alta devido à subnotificação.

O trabalho conjunto dará prioridade aos estados mais vulneráveis e poderá ser estendido a outros territórios posteriormente, dependendo das necessidades. Foto: UNICEF

Venezuela: 2,8 milhões terão acesso melhorado a água potável com apoio do UNICEF

Mais de 2,8 milhões de pessoas, incluindo crianças, adolescentes e famílias venezuelanas, receberão acesso melhorado a água potável como resultado de um acordo de colaboração assinado nesta semana entre o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e o governo da Venezuela.

Como parte do acordo com o Ministério do Poder Popular para a Gestão da Água, o UNICEF vai trabalhar na expansão do abastecimento de água por meio do fortalecimento e reparação de redes de abastecimento, tanques e outras fontes alternativas, bem como o fortalecimento de redes prioritárias de saneamento. Também fornecerá assistência técnica e cooperação no monitoramento da qualidade da água, entre outros.

Com a ajuda de sua mãe, a pequena Dorca, aluna Warao, prepara-se para ir ao Centro Municipal de Educação Infantil, em Manaus. Foto: ACNUR/João Paulo Machado

No Amazonas, ONU promove formação em saúde e nutrição com foco em crianças venezuelanas

Agências da ONU, sociedade civil e autoridades estaduais e municipais realizam na manhã desta quinta-feira (4), em Manaus (AM), uma oficina sobre nutrição infantil que vai abordar os desafios vividos por crianças venezuelanas no Amazonas. A capacitação tem como público-alvo profissionais da rede pública de saúde e da assistência social, que atendem aos refugiados e migrantes.

Na próxima segunda-feira (8), instituições promovem seminário na capital amazonense sobre os avanços e desafios na atenção à saúde da população venezuelana, além de discutir o papel do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) na ação humanitária.

Evento do UNICEF no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro (RJ). Foto: Reprodução

Evento do UNICEF no Rio apresenta manifesto contra violência dentro e no entorno de escolas

“Nós, jovens, queremos o fim da violência nas escolas.” Com essa frase, a jovem Lays dos Santos abriu o seminário nacional Educação é Proteção contra Violência, no último 17 de junho, no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro (RJ).

Para uma plateia de mais de 300 educadores, gestores e autoridades públicas e representantes da sociedade civil, Lays apresentou os principais pontos do Manifesto Jovem #EndViolence nas Escolas, escrito por 100 meninas e meninos de diferentes países, pedindo o fim da violência dentro e no entorno das escolas.

O manifesto faz parte da publicação “A educação que protege contra a violência”, apresentada durante o evento pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

Em Tijuana, no México, a diretora-executiva do UNICEF, Henrietta Fore, reúne-se em junho de 2019 com uma jovem mãe e sua filha, que fugiram de sua cidade natal no México após ameaças de extorsão. Foto: UNICEF/Balam-ha Carrillo

UNICEF pede que países de origem, trânsito e destino protejam migrantes vulneráveis

A chocante imagem de um migrante da América Central e de sua filha pequena afogados nas margens do rio na fronteira entre México e Estados Unidos continua gerando fortes reações, a mais recente delas da chefe do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

“A foto de partir o coração mostrando os corpos sem vida da pequena salvadorenha Valeria e de seu pai, Oscar, na margem do Rio Grande, é um duro lembrete dos perigos enfrentados por migrantes que tentam chegar aos EUA”, disse Henrietta Fore. “É uma imagem dura que deveria perturbar todos nós”.

Em pedido para que países de origem, trânsito e destino aumentem a proteção de migrantes vulneráveis, a diretora-executiva do UNICEF alertou sobre as condições dos abrigos governamentais na fronteira entre EUA e México.

As vacinas funcionam como um escudo, protegendo crianças e recém-nascidos de doenças perigosas e poupando até 3 milhões de vidas todo ano. No entanto, em todo o mundo ainda existem quase 20 milhões de crianças não vacinadas e/ou que não receberam todas as doses devidas de uma vacina. Essas crianças correm o risco de doenças graves, complicações e até morte. No Brasil, por exemplo, o sarampo voltou a ser um problema depois de ter sido erradicado. Muitos pais querem vacinar seus filhos, mas não conseguem porque não têm acesso aos serviços de saúde. Mas, cada vez mais, alguns pais estão optando por não fazê-lo. Essa relutância geralmente se origina de concepções errôneas sobre vacinas ou complacência sobre a probabilidade de se infectar. Por isso, ficar informado sobre os benefícios das vacinas – e os riscos de não se vacinar – é mais importante do que nunca.

Vacinar é uma das formas mais eficazes de se prevenir a mortalidade infantil; vídeo

As vacinas funcionam como um escudo, protegendo crianças e recém-nascidos de doenças perigosas e poupando até 3 milhões de vidas todo ano.

No entanto, em todo o mundo ainda existem quase 20 milhões de crianças não vacinadas e/ou que não receberam todas as doses devidas de uma vacina. Essas crianças correm o risco de doenças graves, complicações e até morte.

No Brasil, por exemplo, o sarampo voltou a ser um problema depois de ter sido erradicado. Saiba mais nesse vídeo do UNICEF.

Qual é a educação que protege contra a violência? As alternativas a essa questão foram discutidas neste mês de junho, durante o seminário “Educação é proteção contra a violência”, promovido pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e a Cidade Escola Aprendiz no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro (RJ).

UNICEF: educação é estratégia crucial de proteção de crianças e adolescentes contra a violência

Qual é a educação que protege contra a violência? As alternativas a essa questão foram discutidas neste mês de junho, durante o seminário “Educação é proteção contra a violência”, promovido pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e a Cidade Escola Aprendiz no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro (RJ).

O seminário, que contou com a leitura do manifesto jovem #EndViolence, reuniu especialistas, autoridades, sociedade civil e lideranças adolescentes para discutir o impacto da violência na vida de crianças e adolescentes.

O seminário reuniu especialistas, autoridades, sociedade civil e lideranças adolescentes para discutir o impacto da violência na vida de crianças e adolescentes – e como a educação pode ser uma estratégia crucial de proteção.

Confira nessa matéria em vídeo do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio).

O terrível dilema vivenciado por Charity Arko – dar a seus filhos água suja ou nenhuma água – não deveria fazer parte da realidade de nenhuma mãe no mundo. Por isso, o UNICEF construiu um poço de água potável perto da casa de Charity, em Juba, capital do Sudão do Sul. Assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todas e todos é um dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas.

VÍDEO: A escolha impossível de Charity no Sudão do Sul

O terrível dilema vivenciado por Charity Arko – dar a seus filhos água suja ou nenhuma água – não deveria fazer parte da realidade de nenhuma mãe no mundo. Por isso, o UNICEF construiu um poço de água potável perto da casa de Charity, em Juba, capital do Sudão do Sul.

Assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todas e todos é um dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas.

Ao centro, a norte-americana Sofia Carson, atriz e apoiadora do UNICEF, durante visita a Pernambuco. Foto: UNICEF/Fagundes

Atriz de filmes da Disney visita projetos do UNICEF em Pernambuco

A atriz e cantora norte-americana Sofia Carson esteve em Pernambuco nesta semana para promover os direitos das crianças e adolescentes. A artista — que é apoiadora do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) — acompanhou atividades de empoderamento de meninas, educação e inclusão desenvolvidas pela agência da ONU e instituições parceiras no Recife e no semiárido pernambucano.

“É uma imensa honra estar no Brasil com o UNICEF para fazer o que eu puder para contribuir com esse trabalho tão inspirador e acabar com a violência contra as mulheres e as crianças”, disse a atriz, conhecida por sua atuação na franquia de filmes Descendentes, da Disney Channel, e na série Pretty Little Liars: The Perfectionists.

Manifestantes tomam as ruas da capital sudanesa, Cartum, em abril de 2019. Foto: Ahmed Bahhar/Masarib

Representante da ONU pede fim de violência e estupros contra manifestantes no Sudão

A representante especial das Nações Unidas sobre violência sexual em conflitos expressou profunda preocupação na semana passada (13) com relatos de ataques e estupros cometidos por forças da segurança e paramilitares contra manifestantes no Sudão. Pramila Patten pediu o fim “imediato e completo” da violência contra os manifestantes, que realizaram protestos do lado de fora da sede do Exército na capital, Cartum.