UNICEF lança projeto de empoderamento de meninas em Belém e Manaus

No contexto do Dia Nacional de Enfrentamento ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, 18 de maio, e em razão da emergência causada pela pandemia da COVID-19, o UNICEF e o Centro Internacional de Cooperação para o Desenvolvimento (Cintercoop) propõem uma série de atividades virtuais para promover o empoderamento de meninas nos municípios de Belém, no Pará, e Manaus, no Amazonas.

As meninas participarão durante dois meses de missões com o intuito de desenvolver habilidades, adquirir mais conhecimento sobre seus direitos, contribuir para o exercício da democracia e melhorar as políticas públicas voltadas para meninas na Amazônia. As participantes do projeto Empoderamento de Meninas têm entre 12 e 18 anos.

Pessoas em todo o mundo estão tomando precauções contra o novo coronavírus. Foto: Unsplash/Aalok Atreya

Projeto para inclusão de juventudes periféricas do Rio se adapta à pandemia

Uma iniciativa do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), o projeto Chama na Solução começou em 2019 e reúne jovens de favelas e periferias do Rio de Janeiro (RJ) para criar ações que reduzam a distância entre jovens mais vulneráveis e oportunidades de renda e trabalho.

Desenvolvidas nos últimos meses, as propostas estavam prontas, mas a pandemia criou a necessidade de uma readaptação nos cinco grupos do projeto. Cada um manteve a essência da proposta – aproximar jovens vulneráveis do mundo de trabalho – buscando novas formas de atuar.

Campanha de vacinação contra Sarampo em Salvador, outubro de 2019. Foto: Foto: Jefferson Peixoto/Secom (Fotos Públicas)

UNICEF alerta sobre impactos de eventual suspensão dos serviços de saúde para crianças e gestantes

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) alertou sobre os impactos de uma eventual interrupção dos serviços de atenção primária de saúde direcionados a gestantes e crianças menores de 5 anos devido à pandemia de COVID-19.

A agência da ONU recomenda aos governos que crianças e grávidas sejam priorizadas nos serviços de saúde, e que todos os serviços de cuidado pré-natal e neonatal, inclusive os programas de vacinação, sejam mantidos e adaptados às novas necessidades causadas pela pandemia, sempre respeitando os protocolos de segurança de proteção frente ao novo coronavírus.

Foto: UNICEF | UN0120828

Campanha digital alerta para riscos enfrentados por crianças e adolescentes durante a pandemia

No Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, 18 de maio, o projeto Crescer sem Violência – parceria entre a Fundação Roberto Marinho, por meio do Canal Futura, a Childhood Brasil e o UNICEF Brasil, com apoio de Google, Facebook e Instagram – promove uma mobilização de prevenção e conscientização sobre os riscos que crianças e adolescentes correm no ambiente doméstico e na internet.

Embora o isolamento social seja importante para conter a disseminação da COVID-19, a campanha #EmCasaSemViolência destaca que os riscos se agravam com a atual situação, que tem levado ao confinamento de crianças e adolescentes, ao fechamento das escolas e a uma maior atividade online. A cada 15 minutos, uma criança ou adolescente sofre violência sexual no Brasil e 77% dos agressores são do grupo familiar ou conhecido da vítima, segundo dados da Safernet.

Sala de aula no campo de Kutupalong. Foto: UNICEF/Patrick Brown

VÍDEO: Coronavírus chega ao maior campo de refugiados do mundo, em Bangladesh

Agências humanitárias das Nações Unidas confirmaram o primeiro caso de COVID-19 no maior assentamento de refugiados do mundo, Kutapalong, em Bangladesh, que acolhe 860 mil pessoas da minoria rohingya que fugiram da perseguição em Mianmar, país vizinho.

Uma pessoa da comunidade de acolhimento também testou positivo. Os dois pacientes estão isolados, sendo tratados, e todos os seus contatos estão sendo rastreados, testados e colocados em isolamento.

Em entrevista à ONU News, a coordenadora de Gestão e Desenvolvimento de Campo da Organização Internacional para as Migrações (OIM), Kerry McBroom, explicou os três maiores desafios atuais.

UNICEF: garantir acesso de crianças vulneráveis à Internet é essencial na resposta à COVID-19

Ter acesso à Internet é fundamental para que crianças e adolescentes possam exercer plenamente seus direitos. Em tempos de coronavírus e isolamento social, a rede se torna ainda mais importante para garantir a continuidade da aprendizagem, manter contato com amigos e cuidar da saúde mental, se proteger contra a violência e ter acesso a informações confiáveis.

Por isso, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) propõe ao governo federal e às empresas de telefonia que invistam para prover o acesso livre à Internet para todas as famílias vulneráveis.

Segundo dados preliminares da pesquisa TIC Kids, 4,8 milhões de crianças e adolescentes de 9 a 17 anos de idade vivem em domicílios sem acesso à internet no Brasil.

COVID-19: UNICEF faz apelo para arrecadar US$ 1,6 bilhão para atender às necessidades de crianças

O UNICEF está pedindo US$ 1,6 bilhão para apoiar sua resposta humanitária a crianças afetadas pela pandemia da COVID-19, em comparação aos US$ 651,6 milhões solicitados em um apelo semelhante no final de março. Esse aumento reflete as consequências socioeconômicas devastadoras da doença e as crescentes necessidades das famílias. À medida que o surto entra em seu quinto mês, os custos com suprimentos, remessas e deveres de proteção estão aumentando drasticamente.

Segundo a diretora-executiva do UNICEF, Henrietta Fore, a pandemia é uma crise de saúde que está rapidamente se tornando uma crise dos direitos da criança.

Estudantes do AM criam jogo online com desafios de Biologia e Sociologia

Durante o isolamento social, participantes da Maratona UNICEF Samsung mantiveram suas atividades online e desenvolveram um app em que estudantes compreendem que as instituições sociais têm funções como os órgãos do corpo humano. O grupo de Manaus se uniu para formar a equipe OCAViva.

O jogo funciona assim: o estudante se torna a autoridade de uma cidade, representada pelos diferentes sistemas do corpo humano. Cada sistema constitui uma fase do jogo, e cada órgão traz desafios e um conjunto de problemas que devem ser resolvidos. Os desafios envolvem discussões sobre temas como políticas públicas, saúde, educação e segurança. De acordo com cada decisão tomada, a OCAViva do usuário pode ficar doente ou saudável.

Médico examina gestante durante consulta pré-natal no centro de saúde de Gbaleka, norte da Costa do Marfim. Foto: UNICEF/Frank Dejongh

Grávidas e bebês nascidos durante a pandemia estão ameaçados por sistemas de saúde sobrecarregados

Estima-se que 116 milhões de bebês nascerão no mundo sob a sombra da pandemia de COVID-19, disse o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) na quinta-feira (7), antecipando-se ao Dia das Mães no próximo domingo (10).

O UNICEF alerta que as medidas de contenção da COVID-19 podem atrapalhar serviços de saúde vitais, como assistência ao parto, colocando milhões de gestantes e seus bebês em grande risco.

Os países com o maior número esperado de nascimentos nos nove meses desde a declaração da pandemia são: Índia (20,1 milhões), China (13,5 milhões), Nigéria (6,4 milhões), Paquistão (5 milhões) e Indonésia (4 milhões). A maioria desses países apresentava altas taxas de mortalidade neonatal mesmo antes da pandemia e podem ver o aumento desses níveis com as condições da COVID-19. O Brasil está entre os 10 países com maior número esperado de nascimentos (2,3 milhões).

UNICEF inicia capacitações online de gestores municipais sobre resposta à COVID-19 e Selo UNICEF

O UNICEF e parceiros técnicos realizam capacitações online direcionada a todos os 1.924 municípios dos 18 Estados do Semiárido e Amazônia Legal brasileira. As primeiras capacitações online começam pelos municípios paraibanos, paraenses, amapaenses e amazonenses, participantes do Selo UNICEF.

O conteúdo inclui orientações técnicas do UNICEF aos municípios na prevenção e resposta à pandemia de coronavírus e orientações relacionadas à metodologia regular do Selo UNICEF, cujo ciclo termina este ano.

Veja as ações do UNICEF em resposta ao coronavírus no Brasil

As crianças e adolescentes não são os mais afetados diretamente pelo coronavírus, mas, como em todas as emergências e crises humanitárias, são eles os que mais sofrem de maneira indireta. Por essa razão, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) ajustou seu Programa de País, ampliando suas iniciativas para reduzir o avanço do vírus e mitigar os impactos da epidemia na vida de crianças e adolescentes, em especial aqueles mais vulneráveis.

Conheça as principais iniciativas do UNICEF no Brasil para enfrentar a epidemia e proteger crianças e adolescentes da COVID-19.

Uma menina de 7 anos recebe triagem médica da Dra. Antonella Tochiaro em um assentamento informal onde mora em Roma, uma das milhões de crianças durante a pandemia que estão fora da escola. Foto: UNICEF/Alessio Romenzi

Como as escolas podem abrir novamente com segurança? ONU publica novas diretrizes

Enquanto os países enfrentam graves interrupções na educação causadas pela COVID-19, várias agências da ONU – como parte da Coalizão Global de Educação – emitiram novas diretrizes na quinta-feira (29) para ajudar os governos a tomar decisões sobre a reabertura de escolas com segurança para os 1,3 bilhão de estudantes do mundo afetados por fechamentos em andamento.

Lançada em março por Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Programa Mundial de Alimentos (WFP) e Banco Mundial, a Coalizão trabalha para promover oportunidades de aprendizado inclusivas.

Com apoio do PNUD, trabalhadores comunitários em Bangladesh estão distribuindo kits de higiene e promovendo ações de prevenção contra o novo coronavírus. Foto: Fahad Kaizer/PNUD

COVID-19: ONU lidera proposta para ajudar 135 países a conseguir kits médicos vitais

Uma grande iniciativa liderada pelas Nações Unidas está em curso para garantir suprimentos para equipamentos médicos fundamentais para 135 países de renda média que enfrentam a pandemia da COVID-19. O anúncio foi feito nesta terça-feira (28) pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

A iniciativa da força-tarefa da COVID-19 segue um pedido direto do secretário-gera da ONU, António Guterres, para que a OMS coordene a resposta da Organização ao novo coronavírus.

Crianças que participam da estratégia de interiorização ganham companhia especial

A partir de abril, as crianças venezuelanas de 6 a 11 anos que participam da estratégia de interiorização do governo federal recebem a cartilha “Viajando por Brasil com Felipe y Elena”. O livro apresenta o novo país aos pequenos com informações culturais e geográficas, através dos olhares do brasileiro Felipe e da venezuelana Elena.

O livro é parte do “Passaporte para a Educação”, uma iniciativa do projeto Education Cannot Wait (A Educação não Pode Esperar), implementado em Roraima pela Organização Internacional para as Migrações (OIM) e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

Mais de 13 milhões de crianças não receberam nenhuma vacina antes mesmo da COVID-19

Mesmo antes da pandemia da COVID-19, a cada ano, a imunização contra o sarampo, a poliomielite e outras doenças estavam fora do alcance de 20 milhões de crianças com menos de 1 ano. Mais de 13 milhões de crianças com menos de 1 ano de idade em todo o mundo não receberam nenhuma vacina em 2018, muitas delas vivendo em países com sistemas de saúde fracos. Dadas as interrupções atuais, isso pode criar caminhos para surtos desastrosos em 2020 e nos próximos anos.

Para o chefe global do programa de imunização do UNICEF, Robin Nandy, o trabalho de fornecer vacinas às crianças é ainda mais vital à medida em que a COVID-19 continua a se espalhar globalmente.

UNICEF lança podcast diário para ajudar crianças a continuar aprendendo em casa

Neste Dia da Educação, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) lança ‘Deixa que Eu Conto’, podcast diário que vai levar histórias, brincadeiras e atividades a crianças e famílias de todo o país, contribuindo com o direito de aprender, em tempos de coronavírus.

Todos os conteúdos são gratuitos e estão disponíveis no Spotify, no YouTube e no site do UNICEF. Eles também serão disseminados para rádios de todo o país e compartilhados via WhatsApp.

Um avião gerenciado pelo UNICEF chega ao Aeroporto de Maiquetía, na Venezuela, com 90 toneladas de suprimentos para o atendimento de crianças, adolescentes e mulheres mais vulneráveis, no contexto da pandemia de COVID-19. Foto: UNICEF

COVID-19: UNICEF amplia entrega de suprimentos de saúde na América Latina e no Caribe

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) está aumentando as doações de suprimentos de saúde e higiene para famílias e profissionais de saúde em 12 países da América Latina e do Caribe afetados pela pandemia de COVID-19.

Como parte da resposta coordenada das Nações Unidas à COVID-19, o UNICEF está ajudando a coibir a propagação da pandemia e a mitigar os efeitos colaterais para crianças, mulheres e famílias vulneráveis, incluindo os riscos de interrupção de serviços sociais essenciais.

Cessar-fogo global serviria de modelo de cooperação para combater COVID-19, diz UNICEF

Em artigo, a diretora-executiva do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Henrietta Fore, pede que as partes em guerra atendam ao chamado do secretário-geral da ONU de depor suas armas como parte de um cessar-fogo global para enfrentar a pandemia da COVID-19. “Um cessar-fogo global protegeria as crianças de serem mortas, mutiladas ou forçadas a partir de suas casas por causa dos conflitos”.

“Um cessar-fogo não apenas melhoraria significativamente nossas chances de derrotar a doença a curto prazo, como também poderia estabelecer as bases para uma paz estável e duradoura – e isso seria decisivo para as crianças e seu futuro”. Leia o artigo na íntegra.

UNICEF dá dicas para proteger crianças e adolescentes da violência em tempos de coronavírus

Crianças e adolescentes se tornam especialmente vulneráveis no contexto da pandemia do coronavírus, ficando expostas a situação de violência física, sexual e psicológica. Mas a pandemia não pode ser justificativa para violar os direitos das crianças e dos adolescentes. Todos têm a responsabilidade compartilhada de protegê-los de quaisquer tipos de violências, abuso, exploração e negligência.

Pensando nisso, o UNICEF preparou cinco dicas para ajudar a proteger crianças e adolescentes durante a pandemia do coronavírus, seja em casa ou denunciando.

Parquinho em Ridgefield (Connecticut, EUA) permanece vazio em função do fechamento temporário das escolas por conta da COVID-19. Foto: JC McIlwaine/UNICEF

Chefe da ONU pede maior proteção para crianças atingidas pela crise da COVID-19

A iminente recessão global resultante da pandemia da COVID-19 poderia causar mais centenas de milhares de mortes de crianças neste ano, efetivamente revertendo ganhos recentes de diminuição da mortalidade infantil. A conclusão está num novo relatório da ONU divulgado nesta quinta-feira (16).

Em um comunicado com os principais resultados do documento, o secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu ação urgente para apoiar as crianças de todo o mundo no meio desta crise universal.

Elayne Sartori, assistente de campo do Fundo de População da ONU, foi uma das mediadoras da sessão. Foto: UNFPA Brasil/Igo Martini

UNFPA e ACNUR realizam primeiro treinamento online sobre prevenção ao abuso e à exploração sexual

Em razão da pandemia de COVID 19, foi realizada na segunda-feira (13) a primeira sessão remota da Oficina Proteção Contra a Exploração, Abuso Sexual e Assédio, com mediação de oficiais da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA).

A oficina teve como objetivo sensibilizar os trabalhadores e trabalhadoras da assistência humanitária sobre como os atos de exploração e abuso sexual afetam indivíduos e comunidades inteiras e o que fazer a respeito por meio de mecanismos de denúncia.

ARTIGO: Não permitam que crianças sejam as vítimas ocultas da pandemia da COVID-19

Em artigo, a diretora-executiva do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Henrietta Fore, afirma que países e comunidades devem trabalhar juntos para enfrentar esta crise. “É nossa responsabilidade prevenir o sofrimento, salvar vidas e proteger a saúde de cada criança e cada adolescente”.

“Também devemos garantir que as decisões relacionadas às medidas de controle da COVID-19 sejam tomadas com base nas melhores evidências disponíveis, a fim de minimizar e evitar danos colaterais e fornecer medidas de mitigação para que o dano não seja duradouro”. Leia o artigo na íntegra e conheça a agenda global de ação para proteger as crianças mais vulneráveis contra os danos da COVID-19, lançada esta semana pelo UNICEF.

Dois adolescentes presos em cadeia de Abomey, Benin. Foto: UNICEF/Giacomo Pirozzi

Crianças detidas estão sob ‘grave risco’ de contrair COVID-19, diz chefe do UNICEF

Centenas de milhares de crianças detidas em todo o mundo correm “grave risco” de contrair a COVID-19, disse a chefe do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) na segunda-feira (13), pedindo sua libertação urgente.

A diretora-executiva do UNICEF, Henrietta Fore, descreveu o cenário de crianças detidas em espaços superlotados, com acesso inadequado a serviços de nutrição, saúde e higiene – condições altamente propícias à propagação de doenças.

Livro infantil é lançado para ajudar crianças a lidar com a COVID-19

O livro “Meu herói é você, como as crianças podem combater a COVID-19!” explica como as crianças podem se proteger e proteger suas famílias e amigos contra o coronavírus e como gerenciar emoções difíceis quando confrontadas com uma realidade nova e que muda rapidamente.

Este livro é um projeto do Grupo de Referência do Comitê Interagencial Permanente sobre Saúde Mental e Apoio Psicossocial em Situações de Emergência, realizado em colaboração com agências das Nações Unidas – Organização Mundial da Saúde (OMS), o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), a Agência da ONU para os Refugiados (ACNUR), mais de 50 organizações não governamentais nacionais e internacionais e agências internacionais que trabalham com saúde mental e apoio psicossocial em situações de emergência.

Lavar as mãos com sabão, quando feito corretamente, é fundamental na luta contra a doença provocada pelo novo coronavírus (COVID-19). Foto: UNICEF

OMS e UNICEF unem-se na resposta à pandemia por meio do Fundo de Resposta Solidária

A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) anunciaram na sexta-feira (3) um acordo para atuarem juntos na resposta à pandemia, por meio do Fundo de Resposta Solidária à COVID-19, alimentado pela Fundação das Nações Unidas e pela Fundação Suíça de Filantropia.

O fundo foi criado para facilitar uma resposta global sem precedentes, apoiando o Plano Estratégico de Preparação e Resposta da OMS.

Moradora da Vila Kennedy recebe doação de sabonete para ajudar na prevenção contra o novo coronavírus - Foto: Carol Du Pre/arquivo pessoal

UNICEF-Granado donation of soap helps combat coronavirus in marginalized Rio neighborhood

Brazilians living in marginalized communities are struggling to avoid the spread of the new coronavirus: many people live in the same house, in small spaces, and don’t have the money to buy basic hygiene products. UNICEF and Granado joined forces to help them by donating liquid soap to five projects that care for vulnerable children and youth in Rio de Janeiro, Brazil. The products were delivered to the families’ homes. Read the personal stories of Cíntia and Josete, two women who benefitted from the donation.

Ame Digital arrecada doações para o UNICEF

A Ame Digital acaba de fechar parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) para expandir a arrecadação de recursos, que serão revertidos em doações e projetos voltados a comunidades em vulnerabilidade – as mais impactadas pela COVID-19. A Ame dará 50% de recompensa para quem doar pelo aplicativo.

Os valores serão destinados ao fornecimento de suprimentos médicos, de saneamento e higiene para lugares e populações em situação crítica, e para o apoio a projetos que mitiguem o impacto desta crise na vida de crianças e adolescentes.

Moradora da Vila Kennedy recebe doação de sabonete para ajudar na prevenção contra o novo coronavírus - Foto: Carol Du Pre/arquivo pessoal

“Aqui o sabonete era um só para todos”, diz carioca ao receber doação da UNICEF e Granado

A vida nas comunidades é um desafio para evitar o contágio do novo coronavírus: muitas pessoas moram na mesma casa, em espaços pequenos, e faltam recursos para comprar materiais de higiene. Em parceira com o UNICEF, a Granado doou sabonete líquido para cinco projetos que atendem crianças e adolescentes vulneráveis no Rio de Janeiro. O material foi entregue de casa em casa. Conheça a história de Cíntia e Josete, beneficiadas pela ação.

Jovens participam de vídeos sobre novo coronavírus - Foto: Pexels

KondZilla e UNICEF respondem dúvidas de saúde dos jovens de favelas em meio à pandemia

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), em parceria com o Portal KondZilla, está promovendo uma série de vídeos para apresentar problemas dos adolescentes e jovens de favelas durante a quarentena, trazendo especialistas para responder as dúvidas em relação ao novo coronavírus, causador da Covid-19.

A série tem vídeos com a chefe de Saúde do UNICEF no Brasil, Cristina Albuquerque, respondendo as dúvidas voltadas a saúde da família, junto com o psicólogo convidado Lucas Veiga, respondendo as questões sobre saúde mental dos jovens e adolescentes durante o período de distanciamento social.

UNICEF lança programa de voluntariado jovem online para enfrentar as fake news sobre a COVID-19

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) abre o processo seletivo para o seu programa de voluntariado online. Adolescentes e jovens entre 16 e 21 anos serão selecionados para participar da iniciativa, que terá início em abril e se prolongará durante o resto do ano. Interessados devem responder ao formulário de inscrição até o dia 9 de abril.

O grupo será capacitado com informação e metodologias para atuar digitalmente – neste momento de isolamento social – e também presencialmente em suas comunidades, quando terminarem as restrições de contato. O programa pretende formar 500 adolescentes e jovens até dezembro e criar uma comunidade de pessoas engajadas com os direitos das crianças e adolescentes em todo o país.

Senerita Pouvi, 9 anos, é vacinada contra o sarampo na vila de Leauvaa, em Samoa, como parte de uma campanha nacional de vacinação apoiada pelo UNICEF. Foto: Stephen/UNICEF

ARTIGO: UNICEF se compromete a garantir suprimento de vacinas nos países que mais precisam

A diretora-executiva do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Henrietta Fore, afirma que a organização está comprometida a apoiar as necessidades básicas de saúde e imunização nos países mais afetados, mas mostra preocupação com o avanço da pandemia da COVID-19 – que poderá interromper serviços vitais, incluindo a imunização.

“Estamos trabalhando duro para garantir que os suprimentos adequados de vacinas estejam disponíveis nos países que precisam deles. Também estamos oferecendo maior apoio aos governos para continuar o fornecimento de vacinas durante essa pandemia”.

Mais de 1,5 bilhão de estudantes em 165 países foram afetados pelo fechamento de escolas devido à COVID-19. Foto: UNESCO

Coronavírus: UNESCO reúne organizações, sociedade civil e setor privado em coalizão pela aprendizagem

Em um momento no qual 87% da população mundial de estudantes é afetada pelo fechamento de escolas devido à COVID-19, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) está lançando uma coalizão global de educação para apoiar os países a ampliar suas melhores práticas de aprendizagem a distância e atingir crianças e jovens em maior risco.

Mais de 1,5 bilhão de estudantes em 165 países foram afetados pelo fechamento de escolas devido à COVID-19.

Entre as ações realizadas pela OIM em Roraima estão a distribuição de kits de higiene, o auxílio com profissionais de saúde e doação de equipamentos para a rede pública de saúde. Foto: OIM

OIM apoia venezuelanos e comunidade de acolhida com ações frente à COVID-19

A Organização Internacional para as Migrações (OIM), com o financiamento do governo do Japão, está promovendo ações de saúde em Roraima, apoiando a Operação Acolhida, resposta humanitária do governo federal em parceria com agências da ONU e sociedade civil.

Entre as ações realizadas estão a distribuição de kits de higiene, o auxílio a profissionais de saúde e a doação de equipamentos para a rede pública de saúde de Roraima, assim como o compartilhamento e produção de conteúdo informativo e preventivo sobre o coronavírus.

Apelo para arrecadar recursos visa proteger crianças e adolescentes mais vulneráveis. Foto: Hiller/UNICEF

UNICEF lança campanha para arrecadar R$ 10 milhões para enfrentar o coronavírus no Brasil

O UNICEF lançou, nesta quarta-feira (25), um apelo preliminar de R$ 10 milhões como resposta imediata à crise do coronavírus no Brasil. A campanha de captação de recursos tem como objetivo mitigar os impactos do coronavírus na vida de crianças e adolescentes mais vulneráveis.

Esta campanha faz parte de um apelo coordenado globalmente pelas Nações Unidas para arrecadar US$ 2 bilhões para combater a COVID-19 em 51 países. Os recursos serão usados para proteger, em especial, os mais vulneráveis.

Plano de Resposta Humanitária Global do COVID-19 será coordenado pelo Escritório das Nações Unidas de Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) e depende de abordagem global - Foto: Gerd Altmann/Pixabay

ONU lança plano de resposta humanitária: abordagem global é a única maneira de lutar contra COVID-19

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, lançou nesta quarta-feira (25) um plano de resposta humanitária global de 2 bilhões de dólares para lutar contra a COVID-19 nos países mais vulneráveis, numa proposta para proteger milhões de pessoas e reduzir a disseminação do vírus no mundo. O plano contempla 51 países de América do Sul, África, Oriente Médio e Ásia.

A COVID-19 já matou mais de 16 mil pessoas em todo o mundo e há aproximadamente 400 mil casos registrados.

O plano de resposta será implementado pelas agências da ONU, com Organizações Não Governamentais (ONGs) internacionais e consórcios de ONGs tendo um papel direto na resposta.

O plano prevê o envio de equipamentos para testes e suprimentos médicos, instalação de  estações para lavagem das mãos em acampamentos e assentamentos, campanhas de informação pública e pontes aéreas para levar trabalhadores e insumos na América Latina, África e Ásia.

Parceria entre UNICEF e MPT visa superar todas as formas de violência contra crianças e adolescentes na região. Foto: Mélanie Layet/UNICEF

UNICEF: 7 municípios de SP aderem a iniciativa de proteção de crianças e adolescentes contra violência

Os municípios de Cananeia, Ilha Comprida, Iguape, Itanhaém, Peruíbe, Mongaguá e Praia Grande, do litoral da Baixada Santista e do Vale do Ribeira (SP), acabam de aderir ao projeto “Protegendo as crianças e os adolescentes do Litoral Sul de São Paulo”, do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e o Ministério Público do Trabalho (MPT).

O projeto desenvolverá diferentes ações integradas a fim de prevenir e enfrentar todas as formas de violência contra crianças e adolescentes na região.

Informações falsas sobre coronavírus podem espalhar medo e paranoia, alerta UNICEF - Foto: Pxhere/CC

COVID-19: UNICEF alerta que desinformação pode espalhar medo e paranoia

A diretora executiva adjunta de Parcerias do UNICEF, Charlotte Petri Gornitzka, alertou que a desinformação durante períodos de crise de saúde pode espalhar paranoia, medo e estigmatização, além de atingir as pessoas pessoas mais desprotegidas ou vulneráveis ao novo coronavírus. Para ela, é necessário uma preparação, com base em evidências científicas, para que as pessoas tomem as precauções necessárias para proteger a sai e as duas famílias contra a COVID-19.

Como exemplo, ela citou uma mensagem online errônea que tem circulando em vários idiomas ao redor do mundo creditando ao UNICEF a informação de que evitar sorvetes e outros alimentos frios poderia ajudar a prevenir o aparecimento da doença. “Naturalmente, isso é totalmente falso”, enfatizou Charlotte Gornitzka.