Crianças e adolescentes no Brasil (82%), na Nigéria (77%) e no México (74%) são os mais preocupados com a violência que afeta meninas e meninos. Foto: Agência Brasil

Crianças brasileiras preocupam-se mais com a violência, diz pesquisa do UNICEF

Pesquisa realizada pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) com crianças e adolescentes de 14 países mostrou que eles estão muito preocupados com questões globais que afetam suas vidas, incluindo violência, terrorismo, conflitos e guerras.

A violência contra crianças e adolescentes foi a maior preocupação, com 67% relatando ser muito preocupante. As crianças e os adolescentes no Brasil (82%), na Nigéria (77%) e no México (74%) são os mais preocupados com essa questão.

A pesquisa ouviu mais de 11 mil pessoas entre 9 e 18 anos e foi lançada na ocasião do Dia Mundial da Criança, lembrado nesta segunda-feira (20).

Nesta segunda-feira (20), estudantes da rede pública municipal de ensino assumiram controle da Prefeitura Municipal de São Luís. Foto: Prefeitura Municipal de São Luís

Apoiados pelo UNICEF, crianças e adolescentes brasileiros assumem gestão pública por um dia

No Dia Mundial da Criança, celebrado nesta segunda-feira (20), crianças e adolescentes brasileiros tomaram o controle de algumas das mais importantes instituições de seus municípios e participaram de importantes decisões para os direitos das crianças e dos adolescentes.

A iniciativa, que no Brasil foi batizada de #CriançasNoControle, soma-se à estratégia global do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), que ocorre em vários países e envolve artistas, políticos, atletas, entre outras personalidades, e tem o objetivo de chamar a atenção da sociedade sobre a importância da participação de crianças e adolescentes nas decisões que afetam sua vida.

Abdullah, de 6 anos, no leste Ghouta, perto de Damasco, na Síria; eles fugiram de um bombardeio recentemente. Foto: UNICEF/Almohibany

Síria: ONU pede acesso imediato e irrestrito para salvar vidas em zona rural de Damasco

Situação volta a se complicar após comboio ter alcançado região no final de outubro. Milhares de pessoas continuam vivendo em dez áreas sitiadas na Síria.

Segundo a OMS, há relatos de escassez grave de alimentos e de itens médicos no leste de Ghouta, zona rural da capital Damasco, onde até 400 mil pessoas continuam sitiadas e sem acesso a assistência vital.

Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) relata lenta volta à normalidade em Alepo, onde combates chegaram ao fim.

O coordenador-residente da ONU no Brasil, Niky Fabiancic, cobrou uma resposta da sociedade e do poder público à dura realidade enfrentada pela juventude afrodescendente. Foto: UNFPA/Agnes Sofia Guimarães

‘O racismo mata e não podemos ser indiferentes’, diz ONU Brasil em lançamento da campanha #VidasNegras

A ONU Brasil lançou na terça-feira (7) a campanha #VidasNegras, iniciativa de conscientização nacional pelo fim da violência contra a juventude afrodescendente. Em cerimônia que reuniu em Brasília cerca de cem autoridades públicas e representantes da sociedade civil e do corpo diplomático, dirigentes das Nações Unidas alertaram que cinco jovens negros morrem a cada duas horas no país. Por ano, o número chega a 23 mil.

O organismo internacional fez um apelo à sociedade brasileira e ao poder público por repostas ao racismo e à discriminação. Um jovem negro é assassinado a cada 23 minutos no Brasil.

Dada, de 15 anos, segura sua filha de 18 meses em Maiduguri, estado de Borno, nordeste da Nigéria. Foto: UNICEF

Fim do casamento infantil na África Ocidental e Central pode levar 100 anos, alerta UNICEF

A menos que os progressos sejam acelerados, o fim do casamento infantil na África Ocidental e Central levará mais de 100 anos, com consequências profundas para milhões de meninas e forte impacto na prosperidade da região, alertou o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) no fim de outubro (24).

A África Ocidental e Central inclui seis dos dez países com maior prevalência de casamento infantil no mundo: Níger, República Centro-Africana, Chade, Mali, Burkina Faso e Guiné.

Tirinha preparada por crianças e por Maurício de Sousa para comemorar os dez anos da nomeação da Mônica como embaixadora do UNICEF. Imagem: Maurício de Sousa Produções/UNICEF

Mônica celebra 10 anos como embaixadora do UNICEF

Há dez anos, a personagem Mônica, do quadrinista Maurício de Sousa, era nomeada embaixadora do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF). Em 2017, para celebrar uma década de engajamento pelos direitos dos jovens, o autor abriu as portas de seu estúdio em São Paulo para oito meninas e meninos entre 10 e 11 anos de idade. As crianças assumiram a direção do escritório e, ao final do dia, produziram, junto com o desenhista, uma tirinha especial para a data.

Silhuetas de corpos desenhadas no Rio alertam para assassinatos de jovens negros. Foto: EBC

Brasil tem 7ª maior taxa de homicídios de jovens de todo o mundo, aponta UNICEF

A cada sete minutos, em algum lugar do mundo, uma criança ou adolescente é morto pela violência. Somente em 2015, mais de 82 mil meninos e meninas de dez a 19 anos morreram vítimas de homicídios ou de alguma forma de conflito armado ou violência coletiva. Desses óbitos, 24,5 mil foram registrados na América Latina e no Caribe. Os dados são de um novo relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF). Agência da ONU aponta que o Brasil é o sétimo país que mais mata jovens.

Nos países latino-americanos e caribenhos, a taxa média de homicídios entre adolescentes foi estimada em 22,1 assassinatos para cada grupo de 100 mil adolescentes — índice quatro vezes maior que a média global. O Brasil tem a quinta maior taxa da região (59).

Na cidade de Cox’s Bazar, em Bangladesh, aconteceu a segunda maior campanha de vacinação contra o cólera da história. O objetivo é imunizar os mais de 500 mil rohingyas que chegaram ao país desde agosto, fugindo de Mianmar. No total, 900 mil doses da vacina serão aplicadas pelo Ministério da Saúde do país, com o apoio da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do UNICEF. Confira nesse vídeo

Em Bangladesh, ONU realiza uma das maiores operações de sua história contra o cólera

Na cidade de Cox’s Bazar, em Bangladesh, aconteceu a segunda maior campanha de vacinação contra o cólera da história. O objetivo é imunizar os mais de 500 mil rohingyas que chegaram ao país desde agosto, fugindo de Mianmar. No total, 900 mil doses da vacina serão aplicadas pelo Ministério da Saúde do país, com o apoio da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do UNICEF. Confira nesse vídeo.

Evento reuniu mais de cem jovens no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Foto: UNIC Rio/Pedro Andrade

Jovens devem participar da criação e monitoramento de políticas públicas, defende UNICEF

Em parceria com o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) apresentou na sexta-feira (27), na capital fluminense, o #PartiuMudar, projeto para estimular a participação de adolescentes do Ensino Médio nas eleições. Em encontro de especialistas e ativistas, a agência da ONU reuniu mais de cem jovens para debates sobre direitos e democracia. Integrantes dos movimentos negro, LGBTI e indígena alertaram para obstáculos à cidadania plena.

Equipe do Centro Pan-Americano de Febre Aftosa (PANAFTOSA) esteve presente no show de aniversário de 72 anos da ONU no Rio. Foto: UNIC Rio/Pedro Andrade

Show de aniversário dá visibilidade ao trabalho da ONU no Brasil

O show para comemorar o aniversário das Nações Unidas, realizado na terça-feira (24) na Fundição Progresso, no centro do Rio de Janeiro, contribuiu para divulgar o trabalho da ONU localmente e para integrar a Organização à vida cultural da cidade, na avaliação das agências que contribuíram para que o evento acontecesse.

O encontro reuniu cerca de 200 pessoas e contou com a apresentação musical da banda Bomoko, formada por refugiados de Angola e da República Democrática do Congo, e de representantes do coletivo Baixada Nunca se Rende, composto por mais de 100 artistas da Baixada Fluminense.

A região das Américas tem a eliminação do sarampo sustentada desde 2002 e as regiões do Pacífico Europeu e Ocidental fizeram progressos significativos para a eliminação. Foto: EBC

Mortes por sarampo diminuem no mundo, mas doença ainda mata 90 mil pessoas por ano

Em 2016, cerca de 90 mil pessoas morreram por sarampo — o que representa uma queda de 84% em relação às mais de 550 mil mortes registradas em 2000. As informações são de um novo relatório publicado na quinta-feira (26) pelas principais organizações globais de saúde. É a primeira vez que as mortes pela doença em todo o mundo caem para menos de 100 mil em um ano.

“Salvar uma média de 1,3 milhão de vidas por ano, por meio da vacina contra o sarampo, é uma conquista incrível e faz com que um mundo livre da doença pareça possível e até provável em nossas vidas”, afirma Robert Linkins, da Iniciativa contra o Sarampo e a Rubéola (MR&I, sigla em inglês). A MR&I é uma iniciativa da qual fazem parte a Fundação das Nações Unidas, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Grupo Bomoko. Foto: UNIC Rio/Pedro Andrade

Show de aniversário da ONU reúne 200 pessoas no Rio de Janeiro

Cerca de 200 pessoas reuniram-se na Fundição Progresso, no centro do Rio de Janeiro, na terça-feira (24), para o aniversário de 72 anos das Nações Unidas, celebrado com o show de uma banda de refugiados africanos e outra de artistas da Baixada Fluminense. O evento teve como foco a Década Internacional de Afrodescendentes, adotada em 2015 pelos Estados-membros da ONU, entre eles o Brasil, para enfrentar o racismo.

“A grande participação neste evento mostra que a ONU pode ter uma imagem menos formal, menos protocolar”, disse o diretor do Centro de Informação das Nações Unidas no Brasil (UNIC Rio), Maurizio Giuliano, organizador da festa. “Precisamos estar mais perto dos jovens, das pessoas para as quais trabalhamos, abraçando suas diversidades de opiniões, raças, culturas”.

VÍDEO: México um mês após os terremotos

Há um mês, no dia 19 de setembro de 2017, um terremoto de de magnitude 7.1 sacudiu o centro do México, 12 dias depois após outro movimento telúrico ter atingido o sudeste do país, especialmente as regiões de Oaxaca e Chiapas – e exatos 32 anos depois do terrível terremoto de 1985.

Os terremotos recentes deixaram um saldo de pelo menos 400 pessoas mortas, danos a mais de 150 mil habitações, 12 escolas e 1,5 mil monumentos históricos. Os tremores foram seguidos de um imenso impulso de solidariedade – por parte da população, da comunidade internacional e das Nações Unidas. Confira nesse vídeo do Centro de Informação da ONU na região.

Escombros de edifício danificado por carro-bomba em Modadishu, capital da Somália. Foto: ONU/Tobin Jones

ONU toma ações humanitárias coordenadas em resposta a ataque na Somália

O conjunto de agências e programas das Nações Unidas, num esforço coletivo e coordenado, continua trabalhando para dar suporte à recuperação de Mogadíscio, capital da Somália, após o pior atentado da história do país, que matou ao menos 300 pessoas e feriu um número ainda maior no último sábado (14).

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e o Escritório de Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) estão entre as entidades da organização atuando em campo.

Bebê de nove dias na cidade de Bambaya, no distrito de Kono, em Serra Leoa. Foto: UNICEF/Phelps

ONU: 7 mil recém-nascidos morrem por dia no mundo

A cada dia de 2016, 15 mil crianças morreram antes do seu quinto aniversário. Quase metade delas – ou 7 mil bebês – faleceu nos primeiros 28 dias de vida, segundo relatório divulgado nesta semana (19) pela ONU. Documento aponta queda na mortalidade geral de crianças com menos de cinco anos, mas identifica alta na proporção de bebês que morrem durante o período neonatal.

Levantamento de agências das Nações Unidas aponta que, na África Subsaariana, uma a cada 36 crianças morre no primeiro mês de vida. Em países desenvolvidos, a taxa é de uma a cada 333.

ONU alerta: 77% das crianças e jovens enfrentam exploração e tráfico em rotas no Mediterrâneo

ONU alerta: 77% das crianças e jovens enfrentam exploração e tráfico em rotas no Mediterrâneo

As crianças e jovens migrantes e refugiados que tentam chegar à Europa enfrentam níveis terríveis de violações dos direitos humanos, com 77% daqueles que viajam pela rota do Mediterrâneo Central relatando experiências diretas de abuso, exploração e práticas que podem se configurar como tráfico humano. A informação é de um relatório recente do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e da Organização Internacional para as Migrações (OIM).

Campanha Liberdade para as Meninas, do UNICEF e da iniciativa Global Goas. Imagem: Global Goals

UNICEF e Beyoncé se unem pela liberdade das meninas

Para lembar o Dia Internacional das Meninas, observado neste 11 de outubro, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) lançou a iniciativa “Liberdade para as Meninas”, projeto de conscientização online que recebeu o apoio da cantora Beyoncé Knowles. O vídeo da campanha mostra jovens de diferentes partes do mundo dançando ao som de “Freedom”, hit da artista norte-americana. Agência da ONU convoca todos a lutar por um mundo mais justo, sem desigualdades de gênero.

No Rio de Janeiro, jovens se organizam em Manguinhos para protestar contra a violência. Foto: Agência Brasil/Tânia Rêgo

UNICEF: homicídios de adolescentes batem recorde; Nordeste registra índices mais altos de violência

Em municípios brasileiros com mais de 100 mil habitantes, a taxa de assassinatos de jovens chegou a 3,65 por mil adolescentes — ou seja, para cada mil adolescentes que completam 12 anos, mais de três são vítimas de homicídios antes de chegar aos 19 anos. Se nada mudar, 43 mil jovens poderão ser mortos até 2021.

No Nordeste, o índice é de 6,5, número que representa um aumento maior que o dobro desde 2005. Dados são do Índice de Homicídios na Adolescência 2014, divulgado nesta semana pelo UNICEF e parceiros.

Banda Bomoko reúne refugiados de Angola e da RD Congo. Foto: divulgação

No Rio, ONU comemora aniversário com banda de refugiados e coletivo da Baixada Fluminense

A Década Internacional de Afrodescendentes será celebrada com música e festa no dia da ONU, em 24 de outubro. O Centro de Informação das Nações Unidas no Brasil (UNIC Rio) realiza evento cultural com apresentação de uma banda de refugiados africanos e um grupo musical da Baixada Fluminense. As apresentações acontecem na Fundição Progresso, no Rio de Janeiro, com entrada franca.

Participam da apresentação a banda de congoleses e angolanos Bomoko, que significa união em lingala. O coletivo Baixada Nunca se Rende reunirá 13 artistas que tocarão reggae, rock e rap e inclui nomes conhecidos como Renato Biguli (Monobloco e Cabeça de Nego) e Eddi Mc (Nocaute).

Para UNESCO, professores devem ter autonomia e liberdade na hora de ensinar. Foto: UNESCO

Agências da ONU defendem liberdade dos professores e criticam precarização da profissão

A UNESCO marca o Dia Mundial dos Professores, lembrado neste 5 de outubro, com um apelo por mais autonomia para os profissionais da educação. Em mensagem para a data, a agência da ONU defendeu salários mais justos para educadores e criticou a precarização da carreira, sobretudo nas universidades. Organismo reiterou apoio à liberdade intelectual e pedagógica de docentes em todos os níveis de ensino. Declaração é apoiada também pelo PNUD, UNICEF e OIT.

Crianças participam de aula em escola patrocinada pelo UNICEF em Dikwa, estado de Borno, na Nigéria. Foto: UNICEF/Naftalin (arquivo)

Crise humanitária ameaça futuro de gestantes e crianças na Nigéria, alerta ONU

A insurgência do grupo terrorista Boko Haram na Nigéria provocou uma crise humanitária sem precedentes na região. Grupos em situação de vulnerabilidade são os mais afetados, com quase 3 milhões de crianças fora da escola e um crescente número de mortes de bebês ainda em gestação por conta da epidemia de cólera.

Desde 2009, mais de 2.295 professores foram mortos e 19 mil deslocados no nordeste do país. Quase 1,4 mil escolas foram destruídas, e a maioria não tem condições de operar devido a extensos danos ou por conta da situação de insegurança na região.

Bebê nascido na cidade de Aktau, Cazaquistão. Foto: UNICEF

UNICEF pede que países priorizem desenvolvimento da primeira infância

Não há um período mais crítico para o desenvolvimento de uma criança do que os primeiros 1 mil dias de vida. Ainda assim, 32 países não possuem três políticas nacionais básicas para apoiar pais de bebês e crianças pequenas, segundo novo relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

A agência da ONU pede que os países garantam dois anos de educação pré-primária gratuita; pausa para amamentação no trabalho para as novas mães durante os primeiros seis meses da criança; e licença parental adequada para pais e mães.

Venezuelanos chegam ao Brasil pela cidade de Pacaraima, em Roraima. Foto: EBC

Agência da ONU apoia iniciativas de assistência a migrantes vulneráveis em Roraima

A Organização Internacional para as Migrações (OIM) e o Centro de Migrações e Direitos Humanos (CMDH) assinaram na semana passada (20) um acordo de subvenção para a execução de serviços de assistência direta a migrantes em situação de vulnerabilidade em Roraima.

O estado tem recebido um alto fluxo migratório, especialmente de venezuelanos, que inclui vítimas de tráfico de pessoas e migrantes com necessidade de assistência.

UNICEF amplia resposta humanitária na América Latina e no Caribe após desastres

Para ajudar crianças e famílias afetadas pela série de desastres naturais que devastaram países da América Latina e do Caribe, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) declarou na quarta-feira (27) ter ampliado sua resposta humanitária na região.

“É absolutamente vital que as crianças que viveram esses eventos traumáticos recebam o apoio psicossocial de que precisam”, afirmou a embaixadora do UNICEF no México, Thalía.

À esquerda, a representante do UNICEF no Brasil, Florence Bauer. À direita, o prefeito de São Paulo, João Doria Jr. Foto: UNICEF

São Paulo firma compromisso com UNICEF pelos direitos dos jovens

A prefeitura de São Paulo assinou nesta semana (25) um termo de cooperação técnica com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) para a implementação de um novo ciclo do programa Plataforma dos Centros Urbanos (PCU). Iniciativa visa promover os direitos das crianças e dos adolescentes mais afetados pelas desigualdades existentes na cidade. Gravidez na adolescência e altos índices de violência entre os jovens preocupam a agência da ONU na capital paulista.

UNICEF recolhe doações para ajudar crianças afetadas por terremoto no México. Imagem: UNICEF Brasil

UNICEF recebe doações no Brasil para ajudar crianças afetadas por terremoto no México

Após o terceiro terremoto em menos de duas semanas no México, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) está intensificando seus esforços para levar assistência às crianças do país. A agência da ONU está arrecadando recursos aqui no Brasil. Doações serão utilizadas em projetos para a proteção e atendimento dos jovens mais vulneráveis. Verba necessário é de 4,6 milhões de dólares.

Um estudante nas ruínas de uma de suas antigas salas de aula, que foi destruída em junho de 2015, na escola Aal Okab em Saada, no Iêmen. Os alunos agora frequentam aulas nas barracas do UNICEF. Foto: UNICEF/Clarke para o UNOCHA

Conflitos mantêm 27 milhões de crianças fora da escola, alerta UNICEF

Segundo relatório do UNICEF, as 27 milhões de crianças que estão fora da escola e meninas enfrentam um maior risco de violência sexual e de gênero devido aos conflitos.

“Sem educação, como eles ganharão conhecimento e habilidades para reconstruir suas vidas? Como eles serão capazes de traçar um caminho para um futuro mais pacífico e próspero para eles mesmos, suas famílias, suas comunidades e o mundo?”, questionou a agência da ONU.

Haiti conseguiu eliminar tétano materno e neonatal. Foto: UNICEF/Michelle Marrion

Região das Américas elimina tétano materno e neonatal

Os países das Américas eliminaram o tétano materno e neonatal, doença conhecida pela sigla TMN e responsável pela morte de mais de 10 mil recém-nascidos por ano na região. A erradicação foi declarada este ano no Haiti, o que permitiu a organismos internacionais considerar todas as nações americanas livres da infecção. Anúncio foi feito nesta semana (21) pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

Ao centro, Eurídice Márquez, oficial de justiça criminal e prevenção de crimes do UNODC. Foto: UNIC Rio/Pedro Andrade

Desemprego e cortes no gasto público aumentam risco de tráfico de pessoas, diz especialista da ONU

Em situações de crise econômica, como a vivida pelo Brasil, o desemprego elevado e cortes em investimentos nos serviços públicos agravam o risco de populações vulneráveis serem vítimas do tráfico de pessoas. A avaliação é de Eurídice Márquez, especialista do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC). Em visita ao Rio de Janeiro para um seminário internacional sobre tráfico humano e contrabando de migrantes, ela ressaltou na terça-feira (19) a necessidade de combater essas violações por meio da garantia de direitos.

Imagem: Agência Brasil

Reduzir maioridade penal não resolve problema da violência, diz UNICEF

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) informou que acompanha com preocupação a tramitação no Senado de proposta para a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos.

“Reduzir a maioridade penal não resolverá o problema de segurança e dos altos índices de violência. No Brasil, os adolescentes são hoje mais vítimas do que autores de atos de violência”, disse a agência da ONU em nota. “O país precisa se comprometer com a garantia de oportunidades para que suas crianças e seus adolescentes se desenvolvam plenamente, sem nenhum tipo de violência”.