Bebês em maternidade de Ulaanbaatar, Mongólia. Foto: UNICEF

UNICEF diz que taxas de mortalidade infantil em países pobres são alarmantes

Recém-nascidos estão morrendo a taxas “alarmantemente altas” em países pobres, afetados por conflitos ou com instituições fracas, disse relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) publicado nesta terça-feira (20). Segundo o documento, bebês nascidos nessa situação têm 50 vezes mais chances de morrer no primeiro mês de vida do que aqueles nascidos em países ricos.

No Japão, um em cada 1,1 mil recém-nascidos morre no primeiro mês de vida, enquanto no Paquistão, a taxa é de que um a cada 22 bebês.

Parceira entre UNICEF e Facebook divulga riscos de violência online entre adolescentes. Foto: PEXELS

UNICEF e Facebook lançam ferramenta que fala com adolescentes sobre segurança online

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e o Facebook, em parceria com a empresa de comportamento Sherpas, lançaram nesta semana (19) uma experiência virtual que combina ficção e realidade para ajudar adolescentes a compreender os riscos do compartilhamento de imagens íntimas na internet.

Por meio de uma plataforma de inteligência artificial, batizada de Caretas, jovens a partir de 13 anos interagem no Messenger do Facebook com a personagem fictícia Fabi, uma adolescente muito ativa nas redes sociais. Ela está se recuperando do fim de um relacionamento quando descobre que seu ex-namorado vazou um vídeo íntimo dos dois.

Criança em meio a destroços em Alepo, na Síria. Foto: OCHA/Romenzi

Guerra na Síria deixou 59 crianças mortas em janeiro, diz UNICEF

Em janeiro, 83 crianças e adolescentes foram mortos em meio aos confrontos armados em curso no Iraque, Líbia, Palestina, Síria e Iêmen. O conflito sírio foi o mais mortal de todos para meninos e meninas, deixando 59 menores mortos apenas no mês passado. Os números são do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), que criticou o cenário de insegurança enfrentado por jovens em países do Oriente Médio e Norte da África.

Refugiados recém-chegados do Sudão do Sul contam ao chefe do ACNUR, Filippo Grandi, e ao chefe humanitário da ONU, Mark Lowcock, as razões de sua fuga. Foto: ACNUR/Georgina Goodwin

Crise de refugiados do Sudão do Sul deve se tornar a maior do mundo este ano, alerta ONU

O alto-comissário da ONU para refugiados, Filippo Grandi, e o coordenador de ajuda de emergência, Mark Lowcock, lançaram na quinta-feira (1) um apelo para arrecadar 1,5 bilhão de dólares para ajudar refugiados forçados a deixar a grave situação humanitária no Sudão do Sul, e 1,7 bilhão de dólares para atender as necessidades da população do país.

Com o conflito chegando a seu quinto ano, aproximadamente 2,5 milhões de sul-sudaneses foram forçados a deixar o país em direção a cinco nações vizinhas — Uganda, Quênia, Sudão, Etiópia, República Democrática do Congo e República Centro-Africana. O conflito e a insegurança já forçaram uma em cada três pessoas a se deslocar – seja dentro do Sudão do Sul ou para além de suas fronteiras. Dentro do país, 7 milhões de pessoas precisam de assistência humanitária.

Consumidores esperam cinco horas na fila para comprar porção de pão de uma pequena padaria em Cumaná, na Venezuela. Foto: IRIN/Meridith Kohut

Crise econômica na Venezuela agrava desnutrição entre crianças, alerta UNICEF

Em meio à crescente insegurança alimentar e à elevação da desnutrição entre crianças diante da crise econômica na Venezuela, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) pediu no fim de janeiro (26) esforços de assistência rápidos e coordenados para alcançar as populações mais vulneráveis.

“Enquanto cifras precisas não estão disponíveis (…), há sinais claros de que a crise está limitando o acesso das crianças a serviços de saúde de qualidade, assim como a medicamentos e alimentos”, disse a agência da ONU em comunicado, enfatizando a gravidade da situação.

Latifatou Compaoré , de 14 anos, foi salva da mutilação genital feminina por sua mãe, uma vítima dessa prática que se recusou a deixar sua filhar ser submetida ao procedimento. Foto: UNFPA/Luca Zordan

Cerca de 68 milhões de meninas e mulheres sofrerão mutilação genital até 2030, diz Fundo de População da ONU

Caso nada seja feito, as estimativas atuais de 3,9 milhões de meninas mutiladas por ano subirão para 4,6 milhões. Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) divulgou dados atualizados sobre essa forma de violência nesta terça-feira (6), Dia Internacional de Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina.

Data mobilizou dirigentes da ONU, como o secretário-geral António Guterres, a enviada para Juventude, Jayathma Wickramanayake, e a diretora-executiva do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Henrietta Fore, que condenaram a prática.

Alunos da Escola Municipal Lindolfo Collor em Maceió, Alagoas. Foto: Pei Fon/ Secom Maceió

UNICEF alerta para necessidade de reverter evasão escolar no Brasil

Mais de 180 mil escolas brasileiras iniciaram um novo ano letivo na segunda-feira (29) em todo o país. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2015, 6,5% das crianças e adolescentes com idade entre 4 e 17 anos, ou mais de 2,8 milhões de meninos e meninas, estão fora da sala de aula.

“Reverter a exclusão escolar é urgente. A cada ano que passam fora da escola, crianças e adolescentes têm seu direito de aprender negado e ficam ainda mais longe da garantia de outros direitos. A exclusão afeta justamente meninos e meninas vindos das camadas mais vulneráveis da população”, explica Ítalo Dutra, chefe de Educação do UNICEF no Brasil.

Uma rua em Douma, Ghouta Oriental, na Síria. Foto: UNICEF/Amer Al Shami

Síria: ONU alerta para impacto ‘devastador’ do aumento da violência contra civis

“Não podemos aguentar silenciosamente diante da violência indiscriminada e das violações dos direitos humanos internacionais e do direito humanitário internacional”, disseram Adama Dieng, assessor especial da ONU para a Prevenção do Genocídio, e Ivan Simonovic, assessor especial da organização para a Responsabilidade de Proteger.

Mais de metade da infraestrutura básica do país foi danificada ou destruída, e mais de 13 milhões de pessoas precisam de ajuda humanitária, como resultado do conflito de sete anos – agora mais longo do que a Segunda Guerra Mundial.

Pelo menos 13 sírios, incluindo duas crianças, perderam a vida para as temperaturas congelantes no leste do Líbano. Eles tentavam entrar no país vindos da Síria, informaram as agências humanitárias das Nações Unidas.

No Sudão do Sul, a diretora-executiva do UNICEF, Henrietta H. Fore, e o chefe de nutrição da agência, Joseph Senesie (de azul), falam com pacientes no Hospital Al Sabbah, na capital Juba, onde o UNICEF está implementando um programa de nutrição. Foto: UNICEF/Prinsloo

Conflito no Sudão do Sul afeta futuro de milhões de crianças, alerta chefe do UNICEF em visita ao país

Após uma visita de dois dias ao Sudão do Sul, país africano devastado pelo conflito e onde 250 mil crianças estão severamente desnutridas e em risco iminente de morte, a chefe do UNICEF disse que apenas o fim das hostilidades pode trazer esperança e segurança para as crianças e os jovens.

Henrietta H. Fore observou que os combates não mostram sinais de diminuir e as necessidades humanitárias são enormes: 2,4 milhões de crianças foram forçadas a fugir de suas casas.

Crianças coletam água limpa e segura no campo de Kyein Ni Pyin, que abriga quase 6 mil rohingya deslocados pela violência no estado de Rakhine, em Mianmar. Foto: UNICEF/Thame

Mianmar: crianças rohingya estão em condições ‘assustadoras’, alerta UNICEF

Porta-voz do UNICEF, Marixie Mercado, passou quase um mês no país; ela falou sobre 60 mil crianças rohingya “esquecidas”. Milhares não recebem tratamento para desnutrição; abrigos estão perto de depósito de lixo; pessoas não conseguem viajar para obter ajuda médica.

Iniciativa do Programa Mundial de Alimentos da ONU garante a 90 mil refugiados um cartão de débito pré-pago que pode ser utilizado para comprar uma variedade de alimentos, fornecidos às mulheres para que elas possam decidir por suas famílias o que comprar.

Com até 20 pessoas compartilhando uma sala, doenças como o sarampo e as infecções respiratórias são uma ameaça significativa no Iêmen, especialmente para crianças que estão sofrendo de desnutrição e lidam com instalações inadequadas de água e saneamento. Foto: OCHA / Eman

No Iêmen, quase todas as crianças precisam de ajuda humanitária; conflito completará três anos

“Uma geração inteira de crianças no Iêmen está crescendo sem saber nada além da violência”, disse a chefe das operações do UNICEF no país devastado pela guerra, sublinhando a gravidade da crise.

Hospitais, instalações médicas e sistemas de água e saneamento foram tornados inoperantes em grandes partes do país. A assistência humanitária é o que salva a vida de três quartos da população do Iêmen.

Uma menina rohingya de sete anos carrega um jarro d'água para o abrigo improvisado de sua família, no assentamento de Bormapara , em Ukhia, na cidade de Cox's Bazar, em Bangladesh. Foto: UNICEF/Sujan

Ciclones na Ásia podem levar a ‘catástrofe’ entre refugiados rohingya, alerta UNICEF

Com a chegada das estações de ciclones e monções ao Sul Asiático, mais de 500 mil crianças rohingya — que já vivem precariamente como refugiadas em Bangladesh — correm novos riscos de saúde e deslocamento forçado. O alerta é do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), que chamou atenção para possíveis surtos de cólera, malária, hepatite E, bem como para a destruição de casas e infraestrutura.

Ru'a, de apenas 18 meses, anda na motocicleta de seu avô enquanto ele atravessa Mesraba, no Leste de Ghouta, na Síria. Foto: UNICEF/2018/Amer Almohibany

Um início de ano ‘sangrento’ na Síria: mais de 30 crianças mortas em duas semanas, alerta UNICEF

Somente nos primeiros 14 dias do ano, mais de 30 crianças foram mortas em uma escalada de violência no Leste de Ghouta, na Síria, onde cerca de 200 mil crianças estão sitiadas pelos conflitos desde 2013.

“É vergonhoso que quase sete anos após o conflito, uma guerra contra as crianças continue enquanto o mundo observa. Milhões de crianças em toda a Síria e em países vizinhos sofreram as devastadoras consequências dos níveis de violência em várias partes do país”, disse o chefe do UNICEF na Síria, Fran Equiza.

Foto: UNESCO

Guia de educação em sexualidade da ONU enfatiza igualdade de gênero e direitos humanos

Perto de completar dez anos, o guia “Orientações Técnicas de Educação em Sexualidade”, voltado para legisladores que trabalham na elaboração de currículos escolares no mundo todo, teve esta semana sua edição atualizada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).

Com base em uma análise das melhores práticas no mundo, o guia mostra que a educação em sexualidade ajuda os jovens a se tornar mais responsáveis em sua atitude e comportamento no que se refere à saúde sexual e reprodutiva. Também é essencial no combate à evasão escolar de meninas provocada por gravidez ou casamento precoce.

Henrietta Fore iniciou seu mandato como diretora-executiva do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) no primeiro dia de 2018. De nacionalidade norte-americana, ela traz para essa função mais de quatro décadas de experiência em liderança no setor privado e público.

Nova diretora-executiva do UNICEF assume mandato; vídeo

Henrietta Fore iniciou seu mandato como diretora-executiva do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) no primeiro dia de 2018. De nacionalidade norte-americana, ela traz para essa função mais de quatro décadas de experiência em liderança no setor privado e público.

Henrietta foi a primeira mulher a liderar a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) e a ocupar o cargo de diretora da Assistência Externa do Departamento de Estado dos EUA, funções que desempenhou no período de 2006 a 2009.

Antes, trabalhou como subsecretária de Estado para Gerenciamento e oficial-chefe de operações do Departamento de Estado norte-americano. De 2001 a 2005, a gestora dirigiu o braço do Tesouro estadunidense responsável pela fabricação e distribuição de moedas aos bancos e reservas federais.

O UNICEF alertou que as crianças refugiadas da etnia rohingya, que fugiram de Mianmar para Bangladesh, estão sofrendo de grave desnutrição, anemia e outras doenças. A agência da ONU e parceiros trataram quase 7 mil crianças gravemente desnutridas, administraram quase 900 mil doses da vacina contra o cólera e imunizaram cerca de 450 mil crianças contra o sarampo e a rubéola.

UNICEF apoia crianças rohingya sofrendo com desnutrição, anemia e outras doenças; vídeo

O UNICEF alertou que as crianças refugiadas da etnia rohingya, que fugiram de Mianmar para Bangladesh, estão sofrendo de grave desnutrição, anemia e outras doenças.

A agência da ONU e parceiros trataram quase 7 mil crianças gravemente desnutridas, administraram quase 900 mil doses da vacina contra o cólera e imunizaram cerca de 450 mil crianças contra o sarampo e a rubéola. Confira nesse vídeo.

Mães e crianças aguardam na fila para receber vacinação contra sarampo em campo de refugiados de Baidoa, na Somália. Foto ONU (arquivo)

Milhões de crianças na Somália são vacinadas contra sarampo em campanha da ONU

Mais de 1 milhão de crianças com idade entre 6 meses a 10 anos em Puntland e 4,2 milhões em toda a Somália participaram de uma campanha de vacinação de cinco dias contra o sarampo encerrada no domingo (7), informaram as Nações Unidas nesta segunda-feira (8).

A campanha foi conduzida por uma parceria entre Organização Mundial da Saúde (OMS), Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e Ministério da Saúde da Somália.

Bandeira da ONU é levantada na cerimônia de lançamento da MINUJUSTH. Foto MINUJUSTH/Logan Abassi

Nova missão da ONU no Haiti tem como objetivo fortalecer o Estado de direito no país

A chefe da nova Missão das Nações Unidas de Apoio à Justiça no Haiti (MINUJUSTH), Susan Page, disse que a operação terá como foco exclusivo fortalecer o Estado de direito no país.

“O novo mandato estabelecido pelo Conselho de Segurança da ONU é trabalhar com o governo haitiano para fortalecer suas instituições de Estado de direito. Também continua a apoiar a polícia nacional haitiana e a trabalhar para a Justiça e os direitos humanos — e isso inclui informação, monitoramento e análise”, disse ela em entrevista ao UN News.

A OMS acredita que com a vacina, deve diminuir o uso de antibióticos para febre tifoide. Foto: OMS

OMS aprova mais um passo para vacina inovadora contra febre tifoide

A Organização Mundial da Saúde (OMS) pré-qualificou a primeira vacina conjugada para febre tifoide, a Typbar-TCV, da Bharat Biotech. Segundo a agência, as vacinas conjugadas são produtos inovadores que oferecem maior tempo de imunidade em doses menores.

Essas vacinas podem ser oferecidas a crianças em campanhas rotineiras de imunização. Ter a pré-qualificação da OMS significa que a vacina tem todos os padrões de qualidade, segurança e eficácia para ser comercializada.

Iemenitas aguardam na fila para receber água potável de tanque fornecido pelo UNICEF em Sanaa, no Iêmen. Foto: UNICEF

Iêmen caminha para catástrofe humanitária, alertam agências da ONU

Enquanto o conflito no Iêmen ultrapassa a marca de 1 mil dias, as Nações Unidas alertaram que se os trabalhadores humanitários não tiverem maior acesso ao país e se a violência não diminuir, o custo em termos de vidas perdidas será incalculável. O alerta foi feito pelos chefes de Organização Mundial da Saúde (OMS), Programa Mundial de Alimentos (PMA) e Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

Cerca de 75% da população iemenita está em necessidade de assistência humanitária, incluindo 11,3 milhões de crianças que não podem sobreviver sem ela. Ao menos 60% dos iemenitas estão agora em insegurança alimentar e 16 milhões de pessoas não têm acesso a água potável e saneamento básico. Menos da metade dos hospitais do Iêmen está funcionando plenamente e profissionais de saúde ficaram meses sem receber salários.

Criança passa em frente a casa atingida por artilharia, em Bonetsk Oblast, no leste da Ucrânia. Foto: UNICEF/Gilbertson VII

ONU alerta para deterioração dos direitos humanos no leste da Ucrânia

No leste da Ucrânia, o recrudescimento das hostilidades provocou novas mortes e danos à infraestrutura local, incluindo instalações de armazenamento de água contendo substâncias tóxicas. Outro problema é a presença de minas e armamentos não explodidos, que ameaçam as vidas de 220 mil crianças.

Números são do Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) e do Fundo da ONU para a Infância (UNICEF).

Crianças em centro de proteção no Sudão do Sul. Foto: UNICEF/Hakim George

UNICEF: violência contra crianças em zonas de guerra ‘não pode ser novo normal’

Ao longo de 2017, meninos e meninas em zonas de conflito foram atacados em uma escala chocante, afirmou nesta quinta-feira (28) o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF). Em confrontos em todo o mundo, crianças se tornaram alvo nas linhas de frente, usadas como escudos humanos, mortas, mutiladas ou recrutadas para lutar. O estupro, o casamento forçado, o sequestro e a escravização tornaram-se táticas padrão em situações de guerra, do Iraque, Síria e Iêmen até Nigéria, Sudão do Sul e Mianmar.

Mulher e criança carregam pertences em estrada destruída pela tempestade tropical Tembin no município de Munai, norte da ilha de Mindanao, nas Filipinas. Foto: ACNUR/J. Pangalian

ONU oferece apoio às Filipinas após passagem de tempestade tropical

Expressando suas condolências diante das mortes e da devastação causada pela passagem da tempestade tropical Tembin pelas Filipinas, o secretário-geral da ONU, António Guterres, disse no sábado (23) que a Organização está pronta para fornecer apoio ao país.

Ao menos 200 pessoas morreram e mais de 100 estão desaparecidas. Até o momento, os registros indicam que cerca de 268 mil pessoas foram afetadas pela tempestade, das quais 160 mil foram deslocadas. O desastre também danificou casas e a infraestrutura do país.

O menino sírio Basel Alrashdan (de jaqueta azul), refugiado reassentado no Canadá, brinca com amigos da escola em Charlottetown, na Ilha do Príncipe Eduardo. Foto: UNICEF/Gilbertson VII

UNICEF alerta sobre futuro de 180 milhões de crianças; pede oportunidades para ‘minoria esquecida’

Novo relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), divulgado no fim de novembro (20), indicou que uma em cada 12 crianças vive num país com perspectivas mais limitadas do que suas gerações anteriores, apesar do progresso global.

O relatório, lançado no Dia Mundial da Criança, revela que em 37 países, 180 milhões de crianças têm mais chances de viverem em extrema pobreza, estarem fora da escola ou serem assassinadas por causa da violência, do que crianças nesses mesmos países 20 anos atrás.

Irmãos sentam em sofá do lado de fora de sua casa severamente destruída pelo furacão Irma nas Ilhas Turcas e Caicos. Foto: UNICEF/Moreno Gonzalez

UNICEF: milhares de crianças precisam de ajuda no Caribe, três meses após furacões

Três meses após dois furacões de categoria 5 provocarem destruição no Caribe, milhares de crianças na região ainda precisam de apoio, disse o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), na semana passada (13).

“Mesmo antes de os furacões atingirem a região, o UNICEF estava no terreno, trabalhando com governos e parceiros locais para preparar comunidades, fornecendo recursos humanitários para as áreas de maior risco”, disse Maria Cristina Perceval, diretora regional do UNICEF para a América Latina e o Caribe.