Maria Cláudia Falcão, coordenadora do Programa de Princípios e Direitos Fundamentais da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Foto: UNIC Rio/Pedro Andrade

Especialista da OIT diz que Brasil precisa garantir políticas de educação para eliminar trabalho infantil

O Brasil precisa garantir políticas de educação, emprego decente e proteção social para eliminar o trabalho infantil, segundo a coordenadora do Programa de Princípios e Direitos Fundamentais no Trabalho, da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Maria Cláudia Falcão. No país, 2,4 milhões de crianças e adolescentes são vítimas de exploração laboral.

Em evento no Rio de Janeiro (RJ) para lembrar o 12 de junho, Dia Mundial e Nacional contra o Trabalho Infantil, a especialista da OIT ressaltou na quarta-feira que o Estado brasileiro assumiu o compromisso de erradicar essa violação de direitos até 2025. A meta faz parte dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ODS).

O ator britânico e embaixador do UNICEF, Orlando Bloom, visitou Moçambique no final de maio. O país foi atingido recentemente pelos ciclones Idai e Kenneth. No total, 1,1 milhão de crianças continuam precisando de assistência humanitária urgente.

Embaixador do UNICEF, Orlando Bloom visita Moçambique; vídeo

O ator britânico e embaixador do UNICEF, Orlando Bloom, visitou Moçambique no final de maio. O país foi atingido recentemente pelos ciclones Idai e Kenneth. No total, 1,1 milhão de crianças continuam precisando de assistência humanitária urgente.

O ator viajou para a cidade da Beira, uma das áreas mais afetadas pelo ciclone Idai, ocorrido em março deste ano. O desastre natural matou mais de 600 pessoas e destruiu 240 mil casas.

O UNICEF e outras agências das Nações Unidas estão apoiando as famílias afetadas a voltar para casa ou se mudar para locais mais seguros.

“São crianças e jovens com sonhos, querem estar na escola. Mas, devido aos ciclones, quase todos que conhecemos aqui perderam as salas de aula, os livros e documentos de identificação. Sem identidades, elas não são registradas, quase invisíveis e vulneráveis à exploração. É de partir o coração”, disse o ator.

UNICEF alerta para importância da educação como proteção contra violência

Qual é a educação que protege contra a violência? As alternativas a essa questão serão discutidas na próxima segunda-feira (17), durante o seminário “Educação é Proteção contra a Violência”, promovido pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e a Cidade Escola Aprendiz no Rio de Janeiro (RJ).

O seminário reúne especialistas, autoridades, sociedade civil e lideranças adolescentes para discutir o impacto da violência na vida de crianças e adolescentes e como a educação pode ser uma estratégia crucial de proteção. O seminário será transmitido ao vivo pelo canal do UNICEF Brasil no YouTube.

No terraço da escola El Carmen, em Petare, nos arredores de Caracas, crianças encontram um espaço seguro para brincar. Nas ruas, atividades recreativas tornaram-se um risco por causa da crise venezuelana e os jovens têm que ir direto para casa assim que saem do centro de ensino. Foto: UNICEF/Velasquez

Uma em cada três crianças na Venezuela precisa de assistência humanitária para ter saúde, educação e nutrição

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) informou neste mês (7) que 3,2 milhões de meninos e meninas na Venezuela precisam de assistência humanitária para acessar serviços básicos de nutrição, saúde e educação.

Segundo a agência da ONU, o contingente equivale a um terço das crianças do país. Entre 2014 e 2017, a nação latina-americana teve um aumento de mais de 50% na mortalidade infantil entre jovens com menos de cinco anos de idade.

Japão apoia ações da ONU na proteção de venezuelanos no Norte do Brasil

O governo do Japão assinou um acordo de cooperação com quatro agências do Sistema ONU no Brasil que prevê o repasse de 3,6 milhões de dólares para apoio a projetos desenvolvidos na proteção e assistência a venezuelanos que chegam ao país. Os recursos serão utilizados em ações em Roraima, Amazonas e Pará.

Participam do acordo a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), a Organização Internacional para as Migrações (OIM), a Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

Mãe e recém-nascido em maternidade de Ulaanbaatar, na Mongólia. Foto: UNICEF/Jan Zammit

Altos custos de acesso à saúde colocam mães e recém-nascidos em risco, diz UNICEF

Mulheres grávidas estão colocando suas vidas e as de seus bebês em risco por conta dos custos de saúde “catastróficos” e proibitivos, afirmou o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), na segunda-feira (3).

Em novo relatório destacando que poucas grávidas pobres têm acesso a médicos, enfermeiros ou parteiros quando mais precisam, o UNICEF afirmou que mais de 800 mulheres morrem diariamente no mundo por complicações na gravidez, enquanto outras mães sobrevivem com desfechos “debilitantes”.

Ao menos 7.000 casos envolvendo natimortos acontecem diariamente no mundo – metade de bebês que estavam vivos quando o trabalho de parto começou. Além disso, 7 mil bebês também morrem no primeiro mês de vida todos os dias, segundo o UNICEF.

O Projeto Dove pela Autoestima (2004) ajuda os jovens a desenvolver uma relação positiva com a própria aparência. Foto: Dove

UNICEF e Dove lançam parceria para educação sobre autoestima e confiança corporal

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e a marca de produtos de higiene pessoal Dove, da empresa Unilever, firmaram na quarta-feira (5) parceria de três anos com o objetivo de apoiar, até 2022, 10 milhões de jovens de Brasil, Índia e Indonésia a aumentar sua autoestima e confiança em relação a seu corpo.

Em 2017, novas pesquisas do Projeto Dove pela Autoestima revelaram que sete em cada dez meninas com baixa autoestima no mundo não conseguem se auto-afirmar ou pedir ajuda na escola, porque não se sentem confiantes com sua aparência. A mesma pesquisa mostrou que oito em cada dez meninas com baixa autoestima corporal colocam sua saúde em risco, por exemplo, ao não comparecer a uma consulta médica ou ao pular refeições.

Seminário “Educação é Proteção contra a Violência” ocorrerá no Museu do Amanhã e no Museu de Arte do Rio de Janeiro. Foto: Divulgação

Abertas inscrições para seminário Educação é Proteção contra a Violência

Nos dias 17 e 18 de junho de 2019, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e a Cidade Escola Aprendiz realizarão o Seminário “Educação é Proteção contra a Violência”, no Museu do Amanhã e no Museu de Arte do Rio de Janeiro (ambos na Praça Mauá, 1, Centro).

O evento tem como objetivo refletir sobre a educação como estratégia fundamental de proteção da vida e prevenção de diferentes tipos de violências contra crianças e adolescentes.

Destinado a gestores, técnicos, pesquisadores, lideranças sociais e adolescentes, o seminário tem inscrições abertas até o dia 7 de junho de 2019.

O atacante do Corinthians Vagner Love, campeão paulista de 2019, foi um dos atletas que assinaram a bola usada na final do campeonato e que está sendo leiloada em prol das crianças afetadas pelos ciclones Idai e Kenneth no sudeste da África. Foto: UNICEF/Gazzanel

UNICEF promove leilão de bola do Paulistão para apoiar ações em Moçambique

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) iniciou esta semana (28) um leilão da bola utilizada na decisão do Paulistão 2019. A peça foi doada à organização pela Federação Paulista de Futebol e foi autografada pelos atletas Cássio, Fagner, Vagner Love, Jadson, Junior Urso e Clayson, além do técnico Fábio Carille, campeões paulistas deste ano.

O leilão online está sendo realizado em parceria com a Football For a Cause (footballforacause.com.br). Toda a verba arrecadada será doada para as ações do UNICEF em resposta à emergência de Moçambique, Malauí e Zimbábue, países atingidos pelos ciclones Idai e Kenneth.

A última ocorreu em 18 de maio, quando foram capacitadas 150 pessoas, entre elas 130 funcionários de uma empresa de segurança privada, que oferecerá suporte às Forças Armadas nos abrigos, e 20 militares recém-chegados. Foto: UNFPA

UNFPA capacita parceiros em Roraima no combate à exploração e abuso sexual

Um dos eixos que guiam o trabalho do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) no contexto de assistência humanitária em Roraima é a prevenção e resposta à violência baseada em gênero.

Prevenir todas as formas de agressão contra mulheres e meninas faz parte do dia a dia da atuação dos profissionais junto às pessoas migrantes e refugiadas no estado. Parte dessa prevenção passa por sensibilização e conscientização das equipes de trabalho.

Por isso, desde 2018, 1.605 militares e civis, além de 87 pessoas que fazem parte das agências das Nações Unidas na região, já foram capacitados pelo UNFPA para atuar nesse contexto. Foram ministradas, ao total, 11 oficinas.

UNICEF repudia evento Adoção na Passarela realizado no Mato Grosso

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) disse nesta terça-feira (28) ter recebido “com muita preocupação” a informação sobre a realização, no dia 22 de maio, do evento “Adoção na Passarela” em Mato Grosso (MT).

A iniciativa teve como objetivo promover o processo de adoção de meninas e meninos institucionalizados, mas, segundo o UNICEF, acabou se configurando como um ato que viola o melhor interesse de crianças, não respeitando princípios fundamentais da proteção à infância.

“O UNICEF repudia esse tipo de iniciativa, na qual crianças e adolescentes são expostos, com especial gravidade, em um ambiente público como objetos a ser escolhidos por adultos, podendo, inclusive, gerar consequências emocionais negativas entre os participantes”, disse a agência da ONU em nota.

Abertura oficial da 5ª Semana do Bebê do Recife aconteceu na segunda-feira (20), no Teatro Santa Isabel. Foco é na necessidade de investir no desenvolvimento das crianças entre zero e seis anos. Foto: Andréa Rêgo Barros/PCR

Com apoio do UNICEF, 5ª Semana do Bebê do Recife realiza mais de 1.100 atividades

Com mais de 1.100 atividades programadas até o próximo domingo (26), a 5ª Semana do Bebê do Recife – uma parceria entre a Prefeitura do Recife e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) – começou com uma grande estratégia de mobilização social em diversos pontos da capital pernambucana.

Apresentando o tema “Alimentar o presente é cuidar do futuro”, a iniciativa aborda a questão da alimentação saudável, mas também a importância do afeto e de se priorizar o desenvolvimento das crianças de até 6 anos, na chamada primeira infância.

Funcionários do ACNUR conversam com iemenitas na província de Hajjah em março de 2019. Foto: ACNUR/Rashed Al Dubai

Mais de 15 milhões de crianças precisam de ajuda no Iêmen, alerta UNICEF

Mais de 15 milhões de crianças estão precisando de ajuda humanitária no Iêmen, disse na quarta-feira (15) o chefe do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) aos membros do Conselho de Segurança. Ele pediu ações para pôr fim aos quatro anos de conflito no país, que já matou ou feriu ao menos 7,3 mil crianças.

O coordenador humanitário das Nações Unidas, Mark Lowcock, disse a membros do Conselho de Segurança que 10 milhões de pessoas ainda precisam de assistência alimentar de emergência no Iêmen, enquanto o “espectro da fome ainda paira” sobre o país. A cólera afetou 300 mil apenas neste ano, comparado com 370 mil durante todo o ano de 2018.

Bebê em Papua Nova Guiné. Foto: UNICEF/Kate Holt

Países precisam investir mais para reduzir nascimento de bebês abaixo do peso, alerta ONU

Os países precisam investir e adotar mais ações para reduzir o número de bebês nascidos abaixo do peso ideal, uma vez que isso coloca a saúde dos recém-nascidos em risco, afirmou relatório divulgado na quarta-feira (15).

O documento, apoiado pelas Nações Unidas, mostrou que mais de 20 milhões de bebês nasceram em 2015 abaixo do peso. Além disso, 80% dos 2,5 milhões de recém-nascidos com peso baixo no mundo morrem todos os anos, porque são prematuros ou pequenos demais para a idade gestacional.

Um a cada sete bebês no mundo pesa menos de 2,5 quilos ao nascer, de acordo com dados mais recentes de 2015. O relatório Lancet Global Health foi desenvolvido por especialistas da Organização Mundial da Saúde (OMS), do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres.

Mobilização do governo, com apoio do UNICEF e da OMS, levou vacinas para mais de meio milhão de meninos e meninas moçambicanos. Foto: UNICEF

ONU apoia mobilização de saúde para levar vacinas e nutrição a crianças em Moçambique

Quase dois meses após a passagem do ciclone Idai por Moçambique, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) apoiaram o governo local, na semana passada, a realizar uma “semana de saúde” em resposta aos desafios vividos pela população. Iniciativa levou vacinas, remédios e suplementação alimentar para mais de meio milhão de meninos e meninas afetados pela tempestade tropical.

Vista de Florianópolis, Santa Catarina. Foto: EBC

Em Florianópolis, ONU promove capacitações sobre integração de refugiados e migrantes

A Escola Superior do Ministério Público da União (ESMPU) está com inscrições abertas para a edição de Santa Catarina do ciclo de formações ‘Atuação em rede: capacitação dos atores envolvidos no acolhimento, integração e interiorização de refugiados e migrantes no Brasil’.

De 5 a 7 de junho, evento vai promover simpósio, oficinas e minicursos em Florianópolis. As inscrições são gratuitas. Quatro agências da ONU participam da série de atividades.

Quase 700 crianças, incluindo 106 meninas, foram libertadas das fileiras de um grupo armado chamado Força-Tarefa Civil Conjunta (CJTF), em Maiduguri, nordeste da Nigéria. Foto: UNICEF

Grupo armado liberta quase 900 crianças no nordeste da Nigéria

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) elogiou nesta sexta-feira (10) a decisão de um grupo armado do nordeste da Nigéria de libertar quase 900 crianças. Segundo a agência da ONU, os jovens libertados precisarão de ajuda de longo prazo para ter uma vida normal no futuro. A libertação é parte de um plano de ação liderado pelas Nações Unidas.

De acordo com a agência, as crianças “têm suportado o fardo de anos de conflito”, ligado a uma insurgência liderada por grupos extremistas armados da oposição.

A mãe de Nelwin, Silviane Garcia, teve papel fundamental na melhora do menino e comemora a boa saúde do filho. Foto: UNICEF/Inaê Brandão

UNICEF garante assistência médica e nutricional para crianças venezuelanas em Roraima

Com um ano e nove meses, Nelwin Torres vive correndo e brincando com os primos e tios pelo abrigo Janokoida, para venezuelanos indígenas, em Pacaraima (RR). Mas nem sempre foi assim.

Quando ao chegou ao Brasil, em setembro último, o menino estava doente, desidratado, com perda de peso e indícios de desnutrição. Sem forças, parou de comer e de engatinhar. O relato é do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

Em Cúcuta, na Colômbia, todos os dias por volta das 5 da manhã, centenas de crianças cruzam a fronteira com a Venezuela para pegar ônibus que levam para escolas em Cúcuta. Foto: UNICEF/Santiago Arcos

Cerca de 300 mil crianças venezuelanas precisam de assistência humanitária na Colômbia

Sem mais apoio, a saúde, a educação e o bem-estar de ao menos 327 mil crianças venezuelanas que vivem como migrantes e refugiadas na Colômbia estarão em risco, alertou o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

A situação econômica e política na Venezuela fez com que cerca de 3,7 milhões de venezuelanos deixassem suas casas e viajassem para o Brasil, Colômbia, Equador, Peru e outros países da região.

Cerca de 1,2 milhão destes venezuelanos estão na Colômbia, muitos deles vivendo em comunidades vulneráveis e que já estão com recursos sobrecarregados, segundo o UNICEF.

Distribuição de contraceptivos e materiais de informação sobre HIV e Aids. Foto: UNFPA/UNFPA Brasil/Solange Souza

Agenda traça estratégia para ampliar acesso de populações-chave a tratamento para HIV

O Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/AIDS e das Hepatites Virais (DIAHV) do Ministério da Saúde lançou a “Agenda estratégica para ampliação do acesso e cuidado integral das populações-chave em HIV, hepatites virais e outras infecções sexualmente transmissíveis”.

A agenda reúne um conjunto de estratégias para ampliar e qualificar as ações de saúde destinadas às populações consideradas chave e centrais para o enfrentamento das epidemias de HIV, hepatites virais e sífilis no Brasil — pessoas que usam álcool e outras drogas, travestis e pessoas trans, gays e outros homens que fazem sexo com homens, profissionais do sexo e pessoas privadas de liberdade. Tais grupos ainda enfrentam grandes obstáculos para obter acesso a cuidado integral e aos programas e serviços de prevenção, diagnóstico e tratamento em HIV e outras ISTs.

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) apoia a iniciativa.

Raquel sofre de hidrocefalia, uma condição médica rara caracterizada pelo acúmulo de líquidos nas cavidades internas do cérebro. Foto: Jéssica Chiareli

Programa do governo federal apoia criança com hidrocefalia em município do RN

Lançado em 2016 pelo governo federal, o Programa Criança Feliz tem o objetivo de ampliar a rede de atenção à primeira infância no país, atendendo às especificações do Marco Legal da Primeira Infância (Lei 13.257/2016).

Quatro organismos das Nações Unidas no Brasil apoiam o programa desde sua concepção: Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS) e Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Leia a história de Raquel, de 4 anos, que foi atendida pelo projeto no município de Parnamirim (RN).

Crianças andam em lamaçal no distrito de Buzi, em Moçambique, onde os efeitos do ciclone Idai ainda são visíveis. Foto: UNICEF/De Wet

Com ciclones em ascensão, UNICEF alerta para impacto de mudanças climáticas sobre as crianças

Os ciclones que atingiram Índia e Moçambique em março e abril deixaram milhares de crianças mortas. Eles devem ser considerados pelos líderes globais um alerta urgente sobre os graves riscos representados pelos eventos climáticos extremos, disse o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) na sexta-feira (3).

“Estamos testemunhando uma tendência preocupante”, disse Henrietta Fore, diretora-executiva do UNICEF. “Ciclones, secas e outros eventos climáticos extremos aumentam em frequência e intensidade. Como vimos em Moçambique e em outros lugares, os países e comunidades mais pobres são desproporcionalmente afetados. Para as crianças que já são vulneráveis, o impacto pode ser devastador”.

Bombeiros brasileiros em operação de busca e salvamento em Pemba, Moçambique. Foto: Bombeiros do Brasil

Bombeiros brasileiros salvam vítimas de novo ciclone em Moçambique

Em meio à passagem do ciclone Kenneth por Moçambique, uma ação coordenada entre agências da ONU, o governo moçambicano e bombeiros brasileiros salvou a vida de centenas de pessoas no último domingo (28) em Pemba, capital da província de Cabo Delgado, no norte do país. A tempestade tropical, que chegou na quinta-feira passada (25) ao território moçambicano, destruiu até 90% das residências em algumas aldeias.

Bebê recebe vacina contra o sarampo na cidade de Taguig, nas Filipinas. Foto: UNICEF/Noorani

UNICEF: lacunas de vacinação deixaram 169 milhões de crianças no mundo sem proteção contra sarampo

De 2010 a 2017, 169 milhões de crianças no mundo não receberam a primeira dose da vacina contra o sarampo, afirmou nesta quinta-feira (25) o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

No Brasil, segundo dados do Programa Nacional de Imunizações, foram pouco mais de 940 mil crianças que não receberam a primeira dose da tríplice viral em 2010-2017, para a prevenção do sarampo, caxumba e rubéola.

Foto: Agência Brasil/Elza Fiúza

UNICEF capacita 1,9 mil municípios brasileiros para combater violência contra crianças e adolescentes

No Brasil, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) deu início nesta semana a um ciclo de formações sobre prevenção da violência contra crianças e adolescentes. Iniciativa terá a participação de gestores de 1.924 municípios da Amazônia e do Semiárido brasileiros. Em 2016, 11.351 meninos e meninas de dez a 19 anos foram vítimas de homicídio no país, totalizando 34 mortes por 100 mil habitantes, segundo o Datasus.

Maria e sua família no abrigo em Boa Vista. Foto: ACNUR/ Victor Moriyama

Sem dinheiro para sustentar filhos na Venezuela, professora retoma vida em Boa Vista

Ao lado de sua família, a venezuelana Maria percorreu um longo caminho até Boa Vista (RR). No percurso, foi roubada e teve que dormir por um mês na rua com seu neto de 20 dias até conseguir ser acolhida em um abrigo apoiado pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR). Hoje, está reconstruindo sua vida, sendo uma das fundadoras de um projeto de educação para crianças.

Professora há 16 anos, Maria, de 45 anos, dava aula em uma cidade rural da Venezuela até que viu seu salário mensal equivaler a 60 reais por conta da inflação. Sem meios para sustentar a família, ela deixou tudo para trás em busca de uma vida digna e segura. Emocionada, compartilhou com o ACNUR como tomou a decisão impossível que envolveu deixar dois filhos para trás. Leia o relato completo.