Segundo OPAS/OMS, é essencial evitar alimentos ultraprocessados, que estão fortemente associados a sobrepeso, obesidade e doenças crônicas não transmissíveis. Foto: EBC

UNICEF defende inclusão de alertas em produtos alimentícios ultraprocessados

O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (IDEC), juntamente com outras organizações, tem liderado a discussão para a inclusão de alertas na parte frontal dos produtos alimentícios ultraprocessados para quando há excesso de nutrientes como açúcar, sódio e gorduras saturadas.

Na sexta-feira (11), Dia Mundial da Prevenção da Obesidade, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), instituição que também defende tal proposta, anunciou o apoio às ações do IDEC para informar a sociedade sobre os benefícios da rotulagem frontal.

A aliança acontece no momento em que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) está recebendo contribuições e opiniões dos consumidores, por meio de uma consulta pública, sobre qual o modelo de rotulagem nutricional deve ser adotado no país. O processo de participação popular termina em 6 de novembro.

Foto: UNICEF/Kent Page

Gestores superam distâncias na Amazônia para participar de capacitações do UNICEF

Maria Bethânia Barbosa iniciou sua jornada no Selo UNICEF de forma mais intensa no primeiro semestre de 2019, quando assumiu a articulação da iniciativa no município de Chaves, localizado na Ilha do Marajó (PA). Assim como ela, dezenas de articuladores e gestores municipais saem com muita antecedência de suas regiões para participar do 5º Ciclo de Capacitações do Selo UNICEF, em um dos 15 polos nos nove estados da Amazônia Legal.

Indígenas são uns dos grupos da população brasileira que mais sofrem com pobreza e discriminação. Foto: Daniel Caron/FAS

Quase 30% das crianças indígenas com menos de 5 anos sofrem de desnutrição

Nas últimas décadas, o Brasil reduziu significativamente a taxa de desnutrição crônica entre menores de 5 anos (de 19,6% em 1990 para 7% em 2006), atingindo, antes do prazo, a meta dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM).

Entretanto, a desnutrição crônica ainda é um problema em grupos mais vulneráveis, como indígenas, quilombolas e ribeirinhos.

De acordo com o Ministério da Saúde, em 2018, a prevalência de desnutrição crônica entre crianças indígenas menores de 5 anos era de 28,6%. Os números variam entre etnias, alcançando 79,3% das crianças ianomâmis. O relato é do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

Menina interage com colegas de classe em Uganda. Foto: UNICEF/Zahara Abdul

Dia Internacional das Meninas lembra 25 anos de progressos e desafios no horizonte

As mais de 1 bilhão de meninas do mundo estão sendo celebradas nesta sexta-feira (11) como uma força de mudança “sem roteiro e irrefreável” para a humanidade.

Todos os dias, meninas com menos de 18 anos desafiam estereótipos, quebram barreiras e lideram movimentos para lidar com problemas que as afetam e afetam outras pessoas, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres, em mensagem para o Dia Internacional das Meninas.

Em uma tentativa de garantir um ambiente de trabalho saudável para seus funcionários, as Nações Unidas implementaram em 2018 uma estrutura de boas práticas de saúde mental para seus milhares de funcionários. Foto: OMS

No Dia Mundial da Saúde Mental, ONU pede mais esforços de prevenção ao suicídio

Em todo o mundo, 800 mil pessoas morrem por suicídio a cada ano — uma a cada 40 segundos —, sendo esta a segunda principal causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). A prevenção do suicídio é o tema do Dia Mundial da Saúde Mental deste ano, lembrado nesta quinta-feira (10).

“A saúde mental foi negligenciada por muito tempo”, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres, em mensagem de vídeo. Segundo ele, o tema precisa ser abordado com urgência, já que é uma questão “que diz respeito a todos nós”.

“Precisamos de mais investimentos em serviços. E não devemos permitir que o estigma afaste as pessoas da ajuda de que precisam”, disse. “Não há saúde sem saúde mental”.

O aplicativo RealSolids ensina sobre os sólidos geométricos (figuras geométricas em três dimensões) a partir de locais reais. Foto: Divulgação | UNICEF.

Aplicativo criado em iniciativa do UNICEF ensina História por meio da Matemática

Idealizado por uma professora e quatro estudantes do Instituto Federal do Paraná (IFPR), aplicativo educativo permite que alunos do ensino fundamental aprendam geometria ao mesmo tempo em que conhecem monumentos históricos do Brasil e do mundo.

O aplicativo RealSolids ensina sobre os sólidos geométricos (figuras geométricas em três dimensões) a partir de locais reais, apresentando a localização geográfica e dados históricos da região em que estão.

O projeto foi desenvolvido por uma das equipes vencedoras da edição 2018 da ‘Maratona UNICEF SAMSUNG’, uma iniciativa que reúne estudantes de escolas públicas, professores, designers e programadores para desenvolver aplicativos voltados para turmas do ensino fundamental.

As inscrições para a Edição 2019 da Maratona UNICEF SAMSUNG seguem abertas até o dia 27 de outubro de 2019.

Criança caminha no campo de Al Hol, nordeste da Síria. O campo abriga mais de 70 mil pessoas, das quais mais de 90% são mulheres e crianças. Foto: OCHA/Hedinn Halldorsson

Civis ‘não podem ser um alvo’, diz ACNUR após escalada militar no norte da Síria

O aumento das operações militares no nordeste da Síria obrigou dezenas de milhares de civis a procurar abrigo, disse a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) nesta quinta-feira (10), um dia depois de a Turquia ter lançado ataques aéreos e uma ofensiva terrestre na fronteira entre os dois países.

A chefe do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) também manifestou preocupação com os últimos desenvolvimentos no país devastado pela guerra, decorrentes da decisão anunciada no domingo (6) pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de retirar as tropas norte-americanas da região.

Famílias de venezuelanos participam do programa de interiorização do Governo Federal. Iniciativa tem o apoio de diferentes agências da ONU. Foto: ACNUR

Acordo incentiva municípios brasileiros a acolherem pessoas venezuelanas

A Organização das Nações Unidas (ONU) no Brasil assinou, na quarta-feira (2), em conjunto com a Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e o governo federal, um protocolo de intenções para incentivar municípios brasileiros a acolherem pessoas refugiadas e migrantes da Venezuela. O objetivo é ampliar a assistência humanitária com foco na integração à sociedade e à economia brasileiras.

“A parceria com a Confederação Nacional dos Municípios é uma conquista nesse processo, por sua capacidade única de sensibilizar e mobilizar os municípios brasileiros para a recepção de pessoas refugiadas e migrantes. Esses municípios terão a oportunidade de integrar à sua população pessoas que aportam capacidades, formações e experiências profissionais variadas”, afirmou o coordenador-residente da ONU no Brasil, Niky Fabiancic.

Ogrismar Del Valle (19) chegou ao Brasil em 24 de setembro, acompanhada da filha Glorismar (2) e de seu companheiro. Foto: UNICEF | Inaê Brandão.

Venezuelana warao conta que veio para o Brasil salvar a vida da filha

Ogrismar Del Valle, de 19 anos, viu a comunidade indígena em que vivia desde que nasceu, na Venezuela, esvaziar. Viu amigos, familiares, colegas, todos seguirem pelo curso do rio Delta Amacuro, fugindo da fome e das necessidades que se instalaram no local que abrigava parte da população warao de seu país de origem.

No fim de setembro, ela chegou ao Brasil com a filha de dois anos e o companheiro. Encontraram refúgio na ocupação Ka’ubanoko (que significa “meu lar” na língua Warao), localizada em Boa Vista, Roraima.

Lá, Ogrismar participou de evento realizado pela organização Médicos Sem Fronteiras com apoio da equipe técnica de Saúde & Nutrição do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) em Roraima. Ela recebeu materiais de higiene, comida e roupas, e sua filha, Glorismar Del Valle, passou por uma avaliação nutricional, recebeu remédio antiparasitário e atualizou a carteira de vacinação.

Aplicativo mapeia dificuldades de estudantes e ajuda escolas a saná-las

Imagine um jogo de perguntas e repostas em que estudantes de todo o Brasil podem testar seus conhecimentos e compartilhar aprendizagens. Esse é o MapaEdu, um dos projetos vencedores da edição 2018 da Maratona UNICEF Samsung.

A proposta – desenvolvida por três estudantes do Instituto Federal da Paraíba (IFPB) e uma aluna e uma professora do ensino médio público do estado – tem como objetivos promover a interação, identificar os temas em que os alunos têm mais dificuldades e ajudar a escola a saná-las.

Escola em Rio Branco, no Acre. Foto: UNICEF/Ratão Diniz

Acre adere a projeto do UNICEF que busca reduzir evasão escolar no estado

A Secretaria de Educação do Acre realiza em 1º de outubro a solenidade de adesão à iniciativa Busca Ativa Escolar, ação que é parte da campanha Fora da Escola Não Pode!, realizada por Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e parceiros.

Com a adesão, o Acre apoiará as redes municipais de ensino, fortalecendo a aprendizagem do estudante desde a educação infantil para que ele chegue ao ensino médio com as habilidades necessárias à sua formação.

De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD/2015), mais de 26.103 crianças encontravam-se fora da escola no Acre (11,3%) e, de acordo com o Censo Escolar, 49.970 (26,9%) estavam em situação de distorção idade-série.

A maratona é uma iniciativa do UNICEF e da Samsung, desenvolvida em parceria com a Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex), por meio do programa Brasil Mais TI. Foto: EBC

UNICEF e Samsung lançam 2ª edição de maratona voltada à criação de apps para escolas

Estão abertas as inscrições para a 2ª edição da Maratona UNICEF Samsung. Criada em 2018, a maratona junta alunos de escolas públicas, professores e profissionais de tecnologia para criar aplicativos para dispositivos móveis (apps) que contribuam com a educação brasileira.

As inscrições para a Maratona UNICEF Samsung estão abertas até 27 de outubro em maratonaunicefsamsung.org.br. A proposta é unir programadores, designers, desenvolvedores, estudantes e professores com o objetivo de promover o desenvolvimento de protótipos de aplicativos usáveis em sala de aula.

Crianças numa escola do Bronx, em Nova Iorque. Foto: ONU/Marcia Weistein

Encontro de Alto Nível marca 30 anos da Convenção dos Direitos da Criança

Desde a adoção da Convenção dos Direitos da Criança, há 30 anos, criou-se solidariedade “internacional sem precedentes”, afirmou o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, em evento comemorando o aniversário do documento na sede da ONU em Nova Iorque nesta quarta-feira (25).

A Convenção é o acordo internacional de direitos humanos mais vastamente ratificado em toda a história e uma conquista emblemática.

O encontro de alto nível durante a 74ª sessão da Assembleia Geral da ONU foi organizado para celebrar o 30º aniversário dos Direitos da Criança, destacando o progresso feito em avançar para vidas saudáveis e sustentáveis e pedindo que os Estados-membros reforcem seus compromissos com a causa, ao mesmo tempo em que reconheçam novos desafios.

Agatha Félix, de 8 anos, morava no Complexo do Alemão. Foto: Acervo Pessoal

Declaração do UNICEF sobre a morte de Ágatha Félix

A morte da menina Ágatha Félix, assassinada por um tiro nas costas durante uma ação da Polícia Militar no Rio de Janeiro (RJ), nos revela a dor profunda das famílias, os sorrisos e os sonhos interrompidos de 32 crianças e adolescentes assassinados por dia no Brasil, disse o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), em comunicado.

“Continuamente, a violência armada afeta a vida de centenas de milhares de crianças e adolescentes, famílias, professores, policiais e toda a comunidade. Todos somos afetados. Mas é possível prevenir novas mortes e romper o ciclo da violência. É urgente desnaturalizar essas mortes e investir em políticas e ações que protejam e permitam o desenvolvimento pleno de cada pessoa.” Leia o texto completo.

A ativista do clima Greta Thunberg durante a abertura da Cúpula de Ação Climática da ONU, em Nova Iorque, em 23 de setembro de 2019. Foto: ONU/Cia Pak

Crianças e adolescentes registram queixa por falta de ação dos países na ação climática

Dezesseis crianças e adolescentes – incluindo a ativista sueca Greta Thunberg – de 12 países apresentaram na segunda-feira (23) uma queixa oficial ao Comitê dos Direitos da Criança das Nações Unidas para protestar contra a falta de ação governamental na crise climática.

Os jovens com idades entre 8 e 17 anos alegam que a falha dos Estados-membros em enfrentar a crise climática constitui uma violação dos direitos da criança. Eles instam o órgão independente a ordenar os países a tomarem medidas para proteger as crianças dos impactos devastadores das mudanças climáticas.

Anunciada em uma conferência de imprensa realizada na sede do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) em Nova Iorque, a denúncia visa inspirar as ações urgentes necessárias para conter o aquecimento global e mitigar o impacto da crise climática.

OPAS defende sistemas de saúde baseados numa atenção primária forte. Foto: Flickr/Portal PBH

Relatório da OMS aponta que investimento em saúde universal pode salvar 60 milhões de vidas

Mais de 5 bilhões de pessoas correm o risco de não ter atendimento em saúde em 2030, aponta um relatório divulgado neste domingo (22) pela Organização Mundial de Saúde (OMS). O estudo “Atenção primária em saúde no caminho para a Cobertura Universal em Saúde” estima que 60 milhões de vidas podem ser salvas se os países de baixa e média renda investirem 200 bilhões de dólares por ano em atendimento em saúde primária.

Os países precisam aumentar o investimento em atenção primária em saúde em pelo menos 1% do PIB e intensificar esforços para expandir os serviços em todo o território. O mundo precisará dobrar a cobertura em saúde até 2030 e assim aumentar a expectativa de vida em 3,7 anos até lá. O estudo foi preparado pela OMS com contribuições do Banco Mundial, Organização para Cooperação Econômica e Desenvolvimento, Fundo de População da ONU e UNICEF.

Quando o conflito armado começou no Iêmen, em 2015, o país já era considerado um dos mais pobres do mundo. Foto: PMA/Reem Nada

UNICEF: 29 milhões de bebês nasceram em áreas de conflito em 2018

Mais de 29 milhões de bebês nasceram em áreas afetadas por conflitos armados em 2018, disse o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) nesta sexta-feira (20). A violência armada em países como Afeganistão, Iêmen, Síria, Somália e Sudão do Sul significou que, durante o ano passado, ao menos um em cada cinco bebês em todo o mundo passou seus primeiros momentos em comunidades afetadas por conflitos, muitas vezes em ambientes profundamente inseguros e altamente estressantes.

“Todos os pais e mães deveriam poder valorizar os primeiros momentos do seu bebê, mas, para milhões de famílias que vivem em meio a conflito, a realidade é muito mais sombria”, disse Henrietta Fore, diretora-executiva do UNICEF.

Quando crianças pequenas experimentam eventos adversos e traumáticos prolongados ou repetidos, o sistema de gerenciamento de estresse do cérebro é ativado sem pausas, causando “estresse tóxico”. Com o tempo, as substâncias químicas do estresse quebram as conexões neurais existentes e inibem a formação de novas, levando a consequências duradouras para o aprendizado, o comportamento e a saúde física e mental das crianças.

Desde 2000, as mortes infantis diminuíram quase a metade e as mortes maternas em mais de um terço, principalmente devido ao acesso melhorado a serviços de saúde disponíveis e de qualidade. Foto: UNICEF

ONU: uma grávida ou um recém-nascido morre a cada 11 segundos no mundo

Novas estimativas de grupo liderado por Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam que 6,2 milhões de crianças menores de 15 anos morreram em 2018 e mais de 290 mil mulheres morreram devido a complicações durante a gravidez e o parto em 2017. Do total de mortes infantis, 5,3 milhões ocorreram nos primeiros 5 anos, com quase metade delas no primeiro mês de vida.

As mulheres na África ao sul do Saara enfrentam um risco de morte de 1 em 37 durante a gravidez ou o parto. Em comparação, esse risco para uma mulher na Europa é de 1 em 6.500. A África ao sul do Saara e a Ásia Meridional são responsáveis por cerca de 80% das mortes maternas e infantis globais.

A meta global prevista nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável é reduzir a taxa de mortalidade materna global para menos de 70 por 100 mil nascidos vivos até 2030. O mundo ficará aquém dessa meta em mais de 1 milhão de vidas se o ritmo atual de progresso se mantiver.

O evento, que foi realizado pela primeira vez no DEGASE em 2016, tem o objetivo de valorizar a proteção da primeira infância. Foto: Rio Solidário/Marcia Costa

UNICEF apoia ações de proteção da primeira infância em unidades socioeducativas do RJ

O Departamento Geral de Ações Socioeducativas (DEGASE) do estado do Rio de Janeiro recebe até quinta-feira (19) a Semana do Bebê, agenda proposta pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) em parceria com estados e municípios.

A intenção é mobilizar as unidades socioeducativas a promover atividades sobre maternidade, paternidade e a primeira infância com os adolescentes que cumprem medidas socioeducativas e suas famílias.

Espetáculo de balé em São José do Rio Preto (SP) destina renda ao UNICEF

A Virtual Companhia de Dança realiza pela primeira vez no Brasil o “Dançar pela Paz”, uma celebração de caráter beneficente que reúne artistas do balé clássico de vários países em único palco.

O espetáculo é apresentado desde 2014 e já passou por países como Argentina, Chile e Estados Unidos. A companhia tem a direção artística do fundador do Dançar Pela Paz, Leonardo Reale, coreógrafo e gestor cultural argentino.

A edição brasileira será realizada no Teatro Municipal Paulo Moura, em São José do Rio Preto (SP), e destinará toda a renda ao Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

Em 1 de julho de 2016, Amaia, de 11 anos, uma menina inuíte, pisa em bloco de gelo no Oceano Ártico, em Barrow, Alasca (EUA). O derretimento anômalo do gelo do Ártico é um dos muitos efeitos do aquecimento global que tem sério impacto na vida dos seres humanos e na natureza. Foto: UNICEF

UNICEF: conflitos armados, crise climática e notícias falsas são ameaças às crianças do mundo

Conflitos prolongados, agravamento da crise climática, aumento do nível de doenças mentais entre jovens e desinformação online são algumas das ameaças globais emergentes mais preocupantes para as crianças, disse nesta quarta-feira (18) o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), em carta aberta da diretora-executiva da organização, Henrietta Fore.

Além das ameaças às pessoas mais jovens — como dificuldades de acesso à educação, pobreza, desigualdade e discriminação —, a carta alerta para ameaças emergentes aos direitos das crianças, e descreve um caminho para enfrentá-las. O texto foi publicado como parte das comemorações do UNICEF para o 30º aniversário da Convenção sobre os Direitos da Criança – o tratado de direitos humanos mais amplamente ratificado no mundo.

Indígenas venezuelanos em abrigo em Boa Vista, Roraima. Foto: ACNUR/Reynesson Damasceno

UNICEF e parceiros promovem formação para pedagogos de escolas em Roraima

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), em parceria com a Secretaria de Educação e Desportos do Estado de Roraima (SEED) e outras instituições, realiza desde quarta-feira (11) cursos de formação continuada para o contexto de migração emergencial. Os encontros ocorrem até 13 de novembro e devem qualificar 230 profissionais da rede estadual e municipal de educação de Boa Vista e Pacaraima.

Exposição do UNICEF em Nova Iorque mostra impactos do deslocamento forçado nas crianças

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e a Fundação World Press Photo inauguraram na semana passada (11) em Nova Iorque uma exposição de fotografias sobre os desafios enfrentados pelas crianças obrigadas a deixar suas casas e seus países em busca de proteção ou melhores condições de vida.

As fotografias – muitas das quais receberam ampla atenção global e estimularam o debate sobre questões relacionadas à migração – foram selecionadas a partir de imagens premiadas nos concursos da World Press Photo realizados entre 2016 e 2019.

Felipe Caetano discursa na abertura da sessão do Conselho Executivo do UNICEF, ao lado da diretora-executiva da organização, Henrietta Fore, e da adolescente norte-americana Alexandria Villaseñor. Foto: UNICEF

Jovem brasileiro participa de reunião do Conselho do UNICEF em Nova Iorque

Pela primeira vez na história do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), dois adolescentes participam como delegados da reunião do Conselho Executivo da organização – que está sendo realizada de 11 a 13 de setembro, na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque.

O brasileiro Felipe Caetano, de 17 anos, é um desses dois adolescentes. Ele falou na abertura da sessão, na quarta-feira (11), ao lado da norte-americana Alexandria Villaseñor, de 14 anos; do presidente do Conselho, Omar Hilale; e da diretora-executiva do UNICEF, Henrietta Fore.

“Eu não sou apenas Felipe, sou as 152 milhões de crianças do mundo que estão em trabalho infantil”, discursou o adolescente na ONU. Natural de Aquiraz (CE), Felipe começou a trabalhar aos 8 anos para ajudar a sustentar sua família.

Ao ingressar em 2014 no Núcleo de Cidadania dos Adolescentes, organizado pelo UNICEF em seu município, começou a conhecer seus direitos e seu papel como cidadão. Ele parou de trabalhar e passou a defender os direitos de outros meninos e meninas.

Em 8 de setembro de 2017, foi inaugurada na sede da ONU, em Nova Iorque, uma instalação com mochilas do UNICEF para lembrar a morte de crianças durante conflitos armados e pedir ação de líderes mundiais. Foto: UNICEF

Instalação do UNICEF em NY mostra escala dos assassinatos de crianças em conflitos

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) lançou no domingo (8) na sede da ONU, em Nova Iorque, uma instalação que mostra a escala devastadora dos assassinatos de crianças em zonas de conflito durante o ano de 2018.

A exposição apresenta 3.758 mochilas em fileiras que lembram um cemitério, cada uma representando a perda de uma criança por conta de conflitos armados. De acordo com relatório recente, mais de 12 mil crianças foram mortas ou mutiladas em zonas de conflito no ano passado – o número mais alto desde que as Nações Unidas começaram a monitorar e denunciar essa grave violação.

A instalação, que fica exposta até esta terça-feira (10), é uma mensagem para que líderes mundiais atuem, em um momento em que crianças de muitas partes do mundo retornam às aulas. Também ocorre às vésperas da Assembleia Geral das Nações Unidas.

Anísio, de 10 anos, nasceu com HIV e está tendo problemas com o tratamento devido à desnutrição. Foto: ONU News/Reprodução

Moçambique: metade das pessoas vivendo com HIV interrompeu tratamento após ciclones

Na noite de 28 de abril, o ciclone Kenneth entrou pela costa da província de Cabo Delgado, no extremo norte de Moçambique, e destruiu a casa de Luísa Maio. Luísa, de 36 anos, vive em uma casa de palha e barro com o marido e o filho mais novo. A família, que já tinha dificuldades para se alimentar, teve a situação agravada depois que a tempestade arrasou os campos onde cultivava legumes.

A moçambicana e três de seus quatro filhos vivem com HIV. Preocupada em reconstruir a casa e encontrar o que comer, a família interrompeu o tratamento com medicamentos antirretrovirais.

O mesmo ocorreu com outros moçambicanos vivendo com HIV em locais atingidos pelos ciclones Kenneth e Idai. Segundo uma análise do Ministério da Saúde do país, apoiada pelas Nações Unidas, houve uma queda de 50% no número de consultas de acompanhamento para o vírus. O número de pessoas em tratamento também caiu para cerca de metade. O relato é da ONU News.

No Brasil, 36% dos respondentes afirmaram já ter sido vítima de cyberbullying. Foto: UNICEF

UNICEF: um terço dos jovens em 30 países relata ser vítima de bullying online

Um em cada três jovens em 30 países disse ter sido vítima de bullying online, com um em cada cinco relatando ter saído da escola devido a cyberbullying e violência, segundo nova pesquisa divulgada na quarta-feira (4) pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e pelo representante especial do secretário-geral da ONU sobre violência contra as crianças.

Segundo o levantamento, 36% dos adolescentes brasileiros informaram já ter faltado à escola após ter sofrido bullying online de colegas de classe, tornando o Brasil o país com o maior percentual nesse quesito da pesquisa.

Os indicadores sociais mostram que as crianças na Amazônia têm maior risco de morrer antes de 1 ano de idade e de não completar o ensino fundamental. Foto: UNICEF

UNICEF aponta principais desafios para crianças e adolescentes que vivem na Amazônia

Análise realizada pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) mostrou que as crianças na Amazônia têm maior risco de morrer antes de 1 ano de idade e de não completar o ensino fundamental.

Além disso, a taxa de gravidez na adolescência é alta, e as meninas e os meninos na região estão vulneráveis às mais variadas formas de violência, incluindo abuso, exploração sexual, trabalho infantil e homicídio.

Quando todas essas variáveis são avaliadas a partir de um recorte de raça e etnia, percebe-se que entre os grupos minoritários, como indígenas e quilombolas, o quadro é ainda mais grave. Leia a análise completa.

Em 10 anos, mais de 6.800 adolescentes entre 15 e 19 anos foram assassinados no estado de São Paulo. Foto: Fora do Eixo (CC)

Comitê Paulista pela Prevenção de Homicídios na Adolescência será lançado em SP

Será lançado nesta quinta-feira (5) em São Paulo (SP) o Comitê Paulista pela Prevenção de Homicídios na Adolescência, uma iniciativa de Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Justiça e Cidadania, Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP) e Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

A articulação tem como objetivo elaborar diagnósticos sobre a questão dos homicídios de adolescentes no estado, definir indicadores e fomentar políticas públicas intersetoriais voltadas à prevenção.

Entre 2008 e 2017, o estado teve redução da taxa de homicídios da população em geral, passando de 15,3 para cada 100 mil habitantes em 2008 para 10,6 a cada 100 mil habitantes em 2017 (SIM/Datasus). A taxa de homicídios entre adolescentes, contudo, não caiu nesse período — em 2008, era de 19,1 mortes por 100 mil e, em 2017, de 19,6 a cada 100 mil. Nesses dez anos, mais de 6,8 mil adolescentes entre 15 e 19 anos foram assassinados em São Paulo.

Durante o mês de agosto são realizadas atividades que buscam reconhecimento e valorização de mulheres lésbicas em diversas esferas da sociedade. Ilustração: Ani Ganzala

Mulheres lésbicas falam sobre mobilização por direitos e desafios para cidadania

Agosto é o mês da mobilização de mulheres lésbicas por direitos. Duas datas – 29 de agosto, Dia Nacional da Visibilidade Lésbica, e 19 de agosto, Dia do Orgulho Lésbico – movimentam o calendário de atividades de coletivas, grupos e organizações em defesa dos direitos das mulheres lésbicas em todo o Brasil.

De acordo com ativistas lésbicas entrevistadas pela ONU Mulheres, os últimos dois anos têm sido marcados pela intensificação da mobilização por direitos. Elas avaliam que, desde 2017, há uma organização maior e agenda ainda mais unificada para a realização de atividades políticas e culturais durante todo o mês de agosto.

Apesar dos avanços em termos de representatividade, mobilização e união, as ativistas ressaltam o atraso em políticas públicas direcionadas a este grupo, principalmente em questão de saúde e segurança. Leia a reportagem completa.

Com apoio do UNFPA, Meninas Guerreiras desenharam o próprio uniforme. Foto: UNFPA/Yareidy Perdomo

Jovens venezuelanas jogam amistoso com time de futebol feminino de Roraima

O time de futebol feminino Meninas Guerreiras Brasil-Venezuela, formado por adolescentes e jovens venezuelanas, jogou no sábado (24) um amistoso em Boa Vista (RR) com jogadoras brasileiras profissionais que fazem parte do time de futebol feminino Atlético Roraima.

A disputa ocorreu no campo esportivo do abrigo Rondon 3, em Roraima, e foi organizado pelo Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) com apoio da Operação Acolhida — resposta humanitária a refugiados e migrantes venezuelanos implementada por governo federal, agências da ONU e organizações da sociedade civil — e do Atlético Roraima.

O time das Meninas Guerreiras faz parte de um projeto de esporte apoiado pelo Fundo das Nações Unidas para Infância (UNICEF), Visão Mundial, Operação Acolhida e o UNFPA na resposta humanitária em Roraima.

Mulheres fazem fila para pegar água no Sudão do Sul - Foto: UNICEF/Hatcher-Moore

ONU pede aumento do investimento em água e saneamento nos países mais pobres

A Organização Mundial da Saúde (OMS) e a ONU Água — um mecanismo interagencial que coordena ações do Sistema das Nações Unidas para alcançar metas relacionadas ao tema — alertaram nesta terça-feira (27) para a urgente necessidade de aumentar os investimentos com o objetivo de fortalecer sistemas de saneamento básico, com destaque para água potável e esgotamento sanitário.

O alerta foi feito no contexto da Semana Mundial da Água (25 a 30 de agosto), durante a qual o setor se reúne em Estocolmo, na Suécia, para sua conferência anual. Na ocasião, a OMS lançou em nome da ONU Água um novo relatório revelando que sistemas governamentais frágeis e falta de recursos financeiros e humanos estão comprometendo a prestação de serviços de água e saneamento nos países mais pobres do mundo – e minando os esforços para garantir saúde para todas as pessoas.

Encontro Estadual de Adolescentes do Selo UNICEF da Amazônia Legal. Foto: Johney Lindoso Tavares

Manaus realiza encontro estadual de adolescentes do Selo UNICEF da Amazônia Legal

Manaus (AM) sediou esta semana (26 e 27) o Encontro Estadual de Adolescentes do Selo UNICEF da Amazônia Legal. O evento é parte de uma estratégia global do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) de engajamento e mobilização para a participação de adolescentes e jovens na defesa de seus direitos.

A iniciativa teve a finalidade de fortalecer os processos de mobilização de adolescentes nos municípios que participam da edição 2017-2020 do Selo UNICEF. Hoje, na Amazônia Legal, 429 Núcleos Adolescentes foram formalizados, com a mobilização de mais de 5 mil meninos e meninas.

O UNICEF solicitou mais de US$ 70 milhões para fornecer assistência humanitária vital para 900 mil crianças em toda a Venezuela até o final do ano. Foto: UNICEF

Venezuela: UNICEF busca US$70 milhões para dar assistência humanitária a 900 mil crianças

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) solicitou mais de 70 milhões de dólares para fornecer assistência humanitária vital a 900 mil crianças em toda a Venezuela até o final do ano. Novos financiamentos nas próximas semanas são essenciais para que o UNICEF e seus parceiros atendam às necessidades humanitárias essenciais de crianças e famílias dentro do país.

“Cerca de 3,2 milhões de crianças na Venezuela precisam de ajuda humanitária, pois as condições em todo o país continuam a se deteriorar”, disse a diretora executiva do UNICEF, Henrietta Fore. “Estamos aumentando nosso trabalho para ajudar crianças e famílias que estão lutando contra a escassez de alimentos e o acesso limitado a serviços essenciais como saúde, água potável e educação”.

Atualmente, existem 1,8 bilhão de jovens entre 10 e 24 anos no mundo. A maior população de jovens de todos os tempos. Foto: UNFPA

Transformando as Nações Unidas em um espaço mais inclusivo para os jovens

Vinte jovens representando dez organismos do Sistema das Nações Unidas no Brasil participaram na sexta-feira (16) das celebrações do Dia Internacional da Juventude, no escritório da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), em Brasília (DF).

Com o tema “A ONU que vemos, a ONU que queremos”, os participantes tiveram a oportunidade de apresentar suas visões e ideias inovadoras para promoção da mudança, principalmente nos assuntos que envolvem diretamente seu futuro e sobre o papel das Nações Unidas para garantir que os jovens não sejam deixados para trás.

O relato é do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA).

UNAIDS visita Roraima para conhecer desafios e avanços na resposta local ao HIV

A Equipe Conjunta do UNAIDS no Brasil, acompanhada de uma representante do Departamento de Doenças de Condições Crônicas e IST (DCCI) do Ministério da Saúde, esteve na cidade de Boa Vista (RR) para um ciclo de encontros com parceiros locais, incluindo representantes dos governos municipal e estadual, da sociedade civil e de outras agências e programas das Nações Unidas que atuam no local.

O objetivo foi avaliar os principais desafios da resposta ao HIV no estado e prospectar possíveis oportunidades de apoio à coordenação de projetos em andamento e à implementação de novas iniciativas conjuntas com foco na prevenção e cuidados em relação ao HIV e à AIDS.

Maikel José Yepez, de 23 anos, trabalha como monitor no Espaço Amigo da Criança que o UNICEF mantém em Roraima para atender crianças em situação de rua. Foto: UNICEF/João Laet

Monitor do UNICEF relata atendimento a crianças venezuelanas que chegam a Roraima

Era manhã quando um menino venezuelano de 7 anos chegou sozinho à Rodoviária Internacional de Boa Vista (RR). Ele havia pegado carona da Venezuela até o Brasil e desembarcado na capital roraimense com sintomas de malária.

Ao chegar à rodoviária – um dos principais pontos de informação para refugiados e migrantes em Boa Vista –, encontrou ajuda no Espaço Amigo da Criança, montado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e pela organização Visão Mundial.

“Graças a Deus não aconteceu nada, porque, se esse menino chega aqui e não entra no espaço, ele estaria nas ruas correndo muitos riscos”, contou o venezuelano Maikel José Yepez, de 23 anos, monitor do espaço responsável pelo atendimento das crianças. Leia o relato completo.

O Brasil do século 21, onde existem 108 celulares para cada 100 habitantes, convive com um Brasil ainda no século 19, onde 45 a cada 100 habitantes não têm solução adequada de esgotos. Foto: EBC

São Paulo sedia em novembro principal evento internacional sobre saneamento básico

As organizações World Toilet Organization e Instituto Trata Brasil promovem em novembro em São Paulo (SP) a primeira edição latino-americana do World Toilet Summit, principal evento internacional sobre saneamento básico.

Com o título “World Toilet Summit – Saneamento Básico na América Latina: não deixar ninguém para trás”, a 19ª edição acontece entre os dias 17 e 19 de novembro no Hotel Renaissance, e tem apoio institucional da Rede Brasil do Pacto Global, além das secretarias de Relações Internacionais e de Turismo do estado de São Paulo.

Brasil e ONU querem promover eliminação da transmissão vertical do HIV em municípios. Foto: EBC

Grupo de trabalho das Nações Unidas aborda transmissão vertical do HIV no Brasil

A transmissão vertical do HIV — quando o bebê pode se infectar durante a gestação, parto ou amamentação — ainda é um desafio de saúde pública em diversos países. Em 2018, cerca de 160 mil crianças de até 14 anos se infectaram no mundo, de acordo com relatório global do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

No Brasil, a eliminação da transmissão vertical do HIV é uma das prioridades do Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis (DCCI) do Ministério da Saúde para 2019 e 2020. O país aderiu às metas estabelecidas pela Organização Pan-Americana de Saúde/Organização Mundial de Saúde (OPAS/OMS) de reduzir a menos de 2% o número de casos de HIV em crianças ou torná-los inexistentes.

UNICEF comemora 20 anos de projeto de mobilização dos municípios brasileiros pela infância

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) começa nesta semana as comemorações dos 20 anos do Selo UNICEF — inciativa que mobiliza municípios brasileiros do Semiárido e da Amazônia em prol de políticas públicas para crianças e adolescentes. Para marcar o aniversário, o organismo internacional promove ações no XXI Encontro do Colegiado Nacional de Gestores Municipais de Assistência Social, em Belém (PA).