Oficinas ocorrerão até agosto. Foto: UNFPA/Débora Rodrigues

Oficina em Roraima capacita mulheres sobre leis e políticas de combate à violência de gênero

A primeira oficina do projeto Promotoras Legais Populares ocorreu no Espaço Insikiran, em Boa Vista (RR), no sábado (8), e contou com a participação de 39 mulheres: 17 brasileiras, líderes ou membros de organizações da sociedade civil, e 22 venezuelanas refugiadas e migrantes que ocupam posição de liderança nos abrigos da Operação Acolhida.

A iniciativa, que capacitará essas mulheres até setembro com conceitos, leis e políticas públicas relacionadas à violência de gênero, é uma iniciativa de Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), Núcleo de Mulheres de Roraima (NUMUR) e Instituto de Estudos Socioeconômicos (INESC).

Tenda do UNFPA na rodoviária atua como espaço seguro para receber refugiados e migrantes venezuelanos em situação de rua. Foto: UNFPA

Fundo de População da ONU inaugura tenda em Boa Vista para atender venezuelanos em situação de rua

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) abriu na sexta-feira (7) o primeiro Espaço Seguro na Rodoviária de Boa Vista (RR). No local, a equipe da ONU promoverá o atendimento de pessoas venezuelanas refugiadas e migrantes que estão em situação de rua, realizando escutas de proteção e fornecendo insumos em saúde sexual e reprodutiva.

A tenda do UNFPA foi instalada em parceria com as Forças Armadas, no âmbito da Operação Acolhida, ação do governo federal que lidera a resposta de recepção brasileira às pessoas venezuelanas que chegam ao país.

Jacqueline recebeu um kit de higiene e outros itens básicos da equipe do UNFPA. Foto: UNFPA/Fabiane Guimarães

Fundo da ONU distribui kits de higiene e itens básicos a pessoas venezuelanas em Roraima

Quando entrou pela primeira vez no Espaço Amigável do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) em Boa Vista (RR), a venezuelana Jacqueline Pereira, de 41 anos, lamentou sua situação. Recém-chegada ao país, ela não tinha quase nenhuma roupa extra e vivia em situação de rua.

“Não estou acostumada a andar assim, suja”, explicou, chorando. Entregue pela equipe do UNFPA, um kit com artigos de higiene e outros itens básicos foi um alento imediato. Fez o rosto de Jacqueline se iluminar. “Tem até creme para pele e cabelo”, disse.

Adolescentes ouviram palestra de especialista do UNFPA. Foto: UNFPA

Venezuelanas participam de roda de conversa sobre saúde sexual e reprodutiva em Roraima

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) realizou na semana passada uma roda de conversa sobre saúde sexual e reprodutiva com 40 jovens do BV-8, alojamento temporário da Operação Acolhida que abriga pessoas venezuelanas refugiadas e migrantes que chegam a Pacaraima (RR).

O objetivo foi levar informação sobre métodos contraceptivos e a necessidade de prevenir Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) e gestações precoces. A atividade foi feita em parceria com a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e o Ministério da Cidadania.

Conferência Women Deliver, em Vancouver, Canadá, foi organizada por Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA). Foto: UNAIDS

Conferência no Canadá alerta para desafios da saúde sexual e reprodutiva no mundo

Vinte e cinco anos depois da Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento, realizada no Egito, há progresso significativo na área de saúde sexual e reprodutiva e nos direitos das mulheres jovens e adolescentes no mundo. O acesso voluntário a métodos contraceptivos modernos aumentou 25% desde 1994, e a qualidade dos serviços de saúde sexual e de HIV também melhorou. No entanto, muito ainda resta a ser feito.

Toda semana são registrados cerca de 7 mil novos casos de infecção por HIV entre mulheres e meninas no mundo. Na África Subsaariana, a chance de infecção por HIV entre meninas com idades entre 15 e 19 anos é três vezes maior do que entre meninos da mesma idade.

O tema foi debatido em evento organizado por Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) durante
a Conferência Women Deliver, ocorrida em Vancouver, no Canadá, no início de junho.

Embora sejam mais da metade da população brasileira, pessoas negras ainda têm dificuldades em acessar o mercado de trabalho no Brasil, o que piora significativamente no caso de mulheres negras. Foto: UNFPA

Evento discute desigualdades de gênero e raça no mercado de trabalho brasileiro

A desigualdade racial e de gênero persiste no mercado de trabalho brasileiro e é preciso agir para combater práticas que perpetuam a discriminação, informando e promovendo espaços empresariais mais inclusivos.

Esta foi uma das conclusões do debate realizado na quinta-feira (6) em Brasília (DF) pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura no Brasil (UNESCO), em parceria com o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), a Organização Internacional do Trabalho (OIT), a ONU Mulheres e a coordenação do Sistema ONU no país.

Segundo pesquisa do Instituto Ethos, pessoas negras ocupam apenas 6,3% dos cargos de gerência e 4,7% de cargos executivos em empresas brasileiras.

Especialista em violência de gênero do UNFPA, Patrícia Melo, foi quem ministrou a oficina. Foto: Divulgação

Oficina em Roraima discute prevenção à exploração sexual de crianças e adolescentes

A prevenção e o combate à exploração sexual e abuso de crianças e adolescentes foi o tema de uma oficina ministrada pelo Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) no fim de maio (29) a 53 pessoas envolvidas com o trabalho de assistência humanitária em Roraima.

Participaram equipes do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), da Visão Mundial e do Instituto Pirilampos que atuam dentro de cinco abrigos da Operação Acolhida, responsável pelas pessoas venezuelanas migrantes e refugiadas que chegam ao estado.

Jackeline Lozada quer estudar artes em uma faculdade brasileira. Foto: UNFPA/Fabiane Guimarães

Refugiada venezuelana descobre talento para arte após chegar ao Brasil

Em Boa Vista, Roraima, uma colorida pintura toma conta do muro do Centro de Convivência e Atendimento Psicossocial para refugiados e migrantes venezuelanos. Na obra, uma mulher indígena carrega as bandeiras da Venezuela e do Brasil e recebe os recém-chegados com uma mensagem de acolhimento e amizade.

A artista por trás do painel saiu das fileiras de pessoas beneficiárias do centro: Jackeline Lozada, de 25 anos, trabalhou no mural enquanto estava grávida. Ela deu à luz uma menina poucas semanas após receber a equipe de reportagem do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA).

Grupo de Trabalho de Direitos Humanos promove treinamento de due dilligence para empresas. Foto: Rede Brasil do Pacto Global/Fellipe Abreu

UNESCO promove debate em Brasília (DF) sobre racismo no mercado de trabalho brasileiro

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) no Brasil, em parceria com ONU Mulheres, Organização Internacional do Trabalho (OIT), Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e a coordenação do Sistema ONU no Brasil, realiza na quinta-feira (6) debate em Brasília (DF) sobre as dificuldades enfrentadas por negros e, especialmente, mulheres negras, no mercado de trabalho.

A desigualdade racial é uma realidade no mercado de trabalho brasileiro, embora pretos e pardos constituam mais da metade da população no país. O ambiente empresarial ainda tem grandes dificuldades para avançar no combate ao racismo, e o quadro se agrava ainda mais quando consideramos a situação das mulheres negras.

O Brasil passou por uma acelerada queda de fecundidade nas últimas décadas, chegando a uma média atual de 1,7 filhos por mulher, mas a taxa declinou de forma considerável entre as mulheres mais vulneráveis, grupo que compreende as mulheres mais pobres e as mulheres negras, segundo o UNFPA. Foto: OPAS

Fundo de População discute promoção da saúde reprodutiva com universitários em Foz do Iguaçu

Em Foz do Iguaçu (PR), uma equipe do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) conversou com 50 estudantes sobre o trabalho realizado pela agência no Brasil e no mundo e sobre como os direitos sexuais e reprodutivos estão associados à Agenda 2030 da ONU para o Desenvolvimento Sustentável.

Palestra na semana passada (31) fez parte do Congresso Internacional de Cooperação, Desenvolvimento e Comércio Internacional da Tríplice Fronteira.

As ações de formação fazem parte do eixo Saúde do projeto Prevenção e Redução da Gravidez Não Intencional na Adolescência nos Municípios do Oeste do Paraná. Foto: EBC/Marcello Casal Jr

UNFPA e ITAIPU capacitam profissionais de saúde, educação e assistência social no Paraná

Cerca de 200 profissionais de saúde, educação e assistência social que trabalham com o atendimento de adolescentes devem participar das duas primeiras oficinas do projeto Prevenção e Redução da Gravidez Não Intencional na Adolescência nos Municípios do Oeste do Paraná. As atividades serão realizadas em 10 e 11 de junho, nas cidades de Pato Bragado e Medianeira, respectivamente, e têm como tema Adolescências e Direitos.

Entre os objetivos da ação estão o fortalecimento da autoconfiança de profissionais da rede de atendimento, a formação com relação aos direitos e a construção de uma rede qualificada e acolhedora para adolescentes em unidades de saúde, escolas e nos serviços de assistência social. Serão feitas atividades participativas, com troca de experiências e informações. Também haverá exercícios e práticas para despertar a criatividade dos integrantes para soluções de problemas e fortalecimento das capacidades sociais e emocionais.

Foto: UNFPA Brasil/Midiã Noelle

UNFPA reabre escritório em Salvador e amplia cooperação em saúde das mulheres

A equipe do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) reuniu-se na quarta-feira (29), em Salvador, com o governador da Bahia, Rui Costa, para tratar da reabertura do escritório da agência no estado e as possibilidades de novas ações conjuntas.

Entre os principais objetivos do trabalho do UNFPA está melhorar a vida sexual e reprodutiva de mulheres e jovens, acelerar o acesso universal à saúde sexual e reprodutiva, incluindo o planejamento familiar e a efetivação dos direitos e oportunidades para todas as pessoas. A reunião abordou os temas: mulheres, juventude e habilidades para a vida.

A Oficina de Consulta sobre o Cadastro de Agrupamentos Quilombolas na Base Territorial do Censo Demográfico 2020 ocorreu na Casa da ONU, em Brasília. Foto: UNFPA Brasil/Thais Rodrigues

Fundo de População da ONU apoia inclusão de quilombolas no Censo 2020

Incluir, pela primeira vez, a população tradicional quilombola no Censo está sendo um esforço do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que, esta semana (28 e 29), reuniu lideranças quilombolas, órgãos produtores de informações e o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) na Oficina de Consulta sobre o Cadastro de Agrupamentos Quilombolas na Base Territorial do Censo Demográfico 2020. O evento aconteceu na Casa da ONU, em Brasília (DF).

Para o oficial de programa para população e desenvolvimento do UNFPA no Brasil, Vinícius Monteiro, a inclusão do quesito quilombola supera as dificuldades técnicas e mostra ser a chave para a aproximação com setores públicos. “A construção e utilização destes quesitos serão fundamentais para o desenvolvimento de políticas públicas com foco nestas populações, e para que a sociedade civil possa ter informações precisas para sua atuação”, ressaltou.

Equipe do Fundo de População da ONU (UNFPA) reuniu-se com a Secretaria de Saúde do estado. Foto: UNFPA Brasil

Fundo de População da ONU apresenta ações de saúde sexual e reprodutiva em Roraima

O secretário de Saúde de Roraima, Elcio Franco, recebeu na segunda-feira (27) em Boa Vista a equipe do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) para conhecer as estratégias do organismo junto a populações em situação de vulnerabilidade no estado, como refugiados e migrantes.

Na ocasião, foram apresentadas as ações atuais do UNFPA em saúde sexual e reprodutiva e o trabalho de fortalecimento das capacidades locais, com ênfase na formação de pessoas que atuam nas unidades de atendimento às vítimas de violência sexual e baseada em gênero.

Deputada foi a primeira mulher indígena eleita para o Congresso Nacional. Foto: Agência Câmara/Luis Macedo

Deputada indígena brasileira participa de encontro de parlamentares no Peru

A primeira deputada indígena eleita no Brasil, Joênia Wapichana, viaja na quinta-feira (30) para o Peru, onde participa do 1º Encontro Internacional de Parlamentares Indígenas da América, que será realizado pelo Congresso Nacional peruano.

Durante dois dias, o evento terá debates sobre o papel do legislativo na promoção dos direitos dos povos indígenas, principalmente dos direitos das mulheres, de forma a construir uma agenda comum com incidência internacional. O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) apoia a iniciativa.

Edital é parceria entre o Fundo ELAS e o UNFPA. Foto: Divulgação/Fundo ELAS

Edital apoia projetos em saúde e direitos sexuais e reprodutivos na Bahia

O Fundo ELAS e o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) lançam o Edital ELA Decide, cujo objetivo é apoiar ações de formação e informação em saúde sexual e reprodutiva no estado da Bahia.

A iniciativa, que faz parte da Aliança pela Saúde e Pelos Direitos Sexuais e Reprodutivos no Brasil, apoiará até oito projetos focados na qualificação da demanda da população por serviços e informações em saúde sexual, reprodutiva e direitos. Os grupos poderão receber até 31.808,75 reais de aporte. As propostas podem ser enviadas até 24 de junho.

Secretário estadual de Justiça, Carlos Martins (terceiro, da esquerda para a direita), recebeu a equipe do UNFPA. Foto: UNFPA

Fundo de População da ONU conhece ações na Bahia para jovens LGBTI

O representante do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) no Brasil, Jaime Nadal, conheceu na segunda-feira (27) o trabalho desenvolvido pelo governo da Bahia e municípios junto a jovens, mulheres e público LGBTI, entre outras ações voltadas para o desenvolvimento sustentável.

Nadal apresentou o trabalho realizado pela agência e visitou iniciativas do governo baiano, como o Casarão da Diversidade, um espaço que oferece serviços e ações para a população LGBTI. O UNFPA se colocou à disposição para apoio técnico futuro, principalmente em relação à produção de dados sobre juventude e ações voltadas para a área.

O UNFPA é o órgão da ONU responsável por promover ações para que toda gravidez seja desejada, todos os partos sejam seguros e todos os jovens possam alcançar plenamente seu potencial.

“Meu nome é Ifrah Ahmed. Estou lutando contra a prática da mutilação genital feminina. O que aconteceu comigo nunca conseguirei mudar. Mas tem uma coisa que eu posso mudar. Eu posso fazer a diferença para todas as jovens meninas desse mundo. Elas não podem passar pelo que passei. Elas precisam ser protegidas e precisam ter a vida que toda mãe, toda menina, toda mulher merece.” Segundo as Nações Unidas, a mutilação genital feminina coloca 68 milhões de meninas em risco até 2030. O Fundo de População da ONU (UNFPA) apoia o trabalho da Fundação Ifrah na Somália. A organização já alcançou mais de 100 mil pessoas por meio de suas campanhas de mídia e de mobilização social para acabar com a mutilação genital feminina.

Na Somália, uma vítima da mutilação genital feminina está apoiando milhares de meninas; vídeo

“Meu nome é Ifrah Ahmed. Estou lutando contra a prática da mutilação genital feminina. O que aconteceu comigo nunca conseguirei mudar. Mas tem uma coisa que eu posso mudar. Eu posso fazer a diferença para todas as jovens meninas desse mundo. Elas não podem passar pelo que passei. Elas precisam ser protegidas e precisam ter a vida que toda mãe, toda menina, toda mulher merece.”

Segundo as Nações Unidas, a mutilação genital feminina coloca 68 milhões de meninas em risco até 2030. O Fundo de População da ONU (UNFPA) apoia o trabalho da Fundação Ifrah na Somália. A organização já alcançou mais de 100 mil pessoas por meio de suas campanhas de mídia e de mobilização social para acabar com a mutilação genital feminina.

Saiba mais neste vídeo.

Embaixador britânico no Brasil, Vijay Rangarajan, visitou recentemente as instalações do UNFPA em Roraima. Foto: UNFPA Brasil/Samara Cordeiro

Comunidade internacional apoia UNFPA na assistência humanitária em RR

Desde agosto de 2017, quando o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) começou a atuar nas cidades de Boa Vista e Pacaraima, a missão recebeu a visita de embaixadores de Espanha, Luxemburgo, Irlanda e Reino Unido. O trabalho do UNFPA também foi acompanhado de perto por uma missão oficial da União Europeia.

Em contextos de emergências humanitárias, o UNFPA é a agência do Sistema ONU responsável por liderar a resposta e prevenção à violência sexual e à violência baseada em gênero, além de promover ações em saúde sexual e reprodutiva, garantindo que os direitos reprodutivos e a assistência em saúde materna, principalmente assistência ao parto, sejam garantidos.

A última ocorreu em 18 de maio, quando foram capacitadas 150 pessoas, entre elas 130 funcionários de uma empresa de segurança privada, que oferecerá suporte às Forças Armadas nos abrigos, e 20 militares recém-chegados. Foto: UNFPA

UNFPA capacita parceiros em Roraima no combate à exploração e abuso sexual

Um dos eixos que guiam o trabalho do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) no contexto de assistência humanitária em Roraima é a prevenção e resposta à violência baseada em gênero.

Prevenir todas as formas de agressão contra mulheres e meninas faz parte do dia a dia da atuação dos profissionais junto às pessoas migrantes e refugiadas no estado. Parte dessa prevenção passa por sensibilização e conscientização das equipes de trabalho.

Por isso, desde 2018, 1.605 militares e civis, além de 87 pessoas que fazem parte das agências das Nações Unidas na região, já foram capacitados pelo UNFPA para atuar nesse contexto. Foram ministradas, ao total, 11 oficinas.

Dainielis e sua filha no Espaço Amigável, em Boa Vista. Foto: UNFPA/Fabiane Guimarães

Jovem venezuelana retoma vida em Roraima com apoio do Fundo de População da ONU

A menor menção ao trabalho do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) faz os olhos da adolescente Dainielis Carmona, de 17 anos, brilharem. A jovem venezuelana, mãe de uma menina de 9 meses, deixou seu país junto ao companheiro e outros 13 familiares — metade deles mulheres — há cinco meses.

Em Boa Vista (RR), ela encontrou abrigo, participou de oficinas sobre saúde sexual e reprodutiva, conversou com especialistas e fez, em suas próprias palavras, grandes amigos nos espaços coordenados pela agência da ONU. Ela agora se sente mais empoderada e fortalecida para cuidar de si mesma e da filha.

UNFPA coordenou oficina de testagem em Roraima. Foto: UNFPA Brasil

Fundo de População da ONU prepara profissionais para ação de testagem em HIV

Em parceria com a secretaria de Estado da Saúde de Roraima, o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) realizou na semana passada (22) uma oficina de formação sobre testagens e aconselhamentos para HIV/Sífilis/Hepatites Virais.

A oficina faz parte de uma estratégia do UNFPA para o fortalecimento das capacidades dos governos locais no atendimento de refugiados e migrantes. A iniciativa inclui treinamentos, construção de fluxos de atendimento e execução de projetos, de forma a beneficiar também seus munícipes, bem como facilitar o acesso e o direito à saúde sexual e reprodutiva.

Sunge passou por complicações durante o parto. Ela teve acesso a serviços de alta qualidade em uma das instalações recém-renovadas na região de Simiyu, na Tanzânia. Foto: UNFPA Tanzânia/Bright Warren

É preciso acabar com estigmas ligados às pessoas afetadas pela fístula obstétrica, diz chefe do UNFPA

Apesar de casos de fístula obstétrica terem sido amplamente eliminados em países desenvolvidos, mais de 2 milhões de mulheres e meninas ainda vivem com a condição dolorosa e desfigurante, de acordo com dados das Nações Unidas.

Marcando o dia internacional – em 23 de maio – para pôr fim a esta condição, que é quase totalmente evitável, a chefe da agência de saúde sexual e reprodutiva das Nações Unidas, o UNFPA, afirmou que pessoas que sofrem da condição continuam “enfrentando estigmas sociais devastadores”.

UNFPA dá sete exemplos de como a maternidade mudou nos últimos 25 anos

Na Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento (CIPD), realizada no Cairo há 25 anos, 179 governos adotaram um revolucionário programa de ação que exigia que todas as pessoas tivessem acesso a cuidados em saúde sexual e reprodutiva, inclusive planejamento familiar voluntário, e serviços em saúde materna fortalecidos.

Nos anos que se seguiram, avanços médicos, progressos sociais e crescente apoio para os direitos das mulheres ajudaram a reformular a experiência da maternidade em todo o mundo. Mas quanto mudou de verdade? Leia na reportagem do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA).

Em parceria com o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) e acompanhado pelo representante do UNFPA no Brasil, Jaime Nadal, Rangarajan visitou a base da Operação Acolhida. Foto: UNFPA Brasil/Samara Cordeiro

Embaixador britânico visita iniciativas do UNFPA de atendimento a refugiados venezuelanos

Em visita a Boa Vista (RR) esta semana, o embaixador britânico no Brasil, Vijay Rangarajan, conheceu as atividades do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) no atendimento a pessoas refugiadas venezuelanas que chegam ao país. O embaixador observou também projetos implementados em Pacaraima, cidade localizada na fronteira com a Venezuela.

A visita foi realizada em parceria com o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) e acompanhada pelo representante do UNFPA no Brasil, Jaime Nadal.

UNFPA e ITAIPU realizam encontros em 16 municípios do oeste do Paraná

Desde abril, uma equipe do projeto Prevenção e Redução da Gravidez Não Intencional na Adolescência nos Municípios do Oeste do Paraná realiza uma série de visitas a cidades da região. A ação faz parte das atividades previstas na parceria firmada entre Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e ITAIPU Binacional, e tem como objetivo aproximação da gestão municipal, mobilização de profissionais e identificação de pontos focais nos 51 municípios integrantes.

Anna Cunha, oficial de programa em saúde sexual e reprodutiva, apresentou o relatório Situação da População Mundial. Foto: UNFPA Brasil

Setor privado compartilha exemplos de mobilização por direitos sexuais e reprodutivos

A Aliança pela Saúde e pelos Direitos Sexuais e Reprodutivos, uma iniciativa do setor privado e de organizações filantrópicas, realizou na sexta-feira (17) em São Paulo (SP) uma reunião para discutir experiências e resultados alcançados com a mobilização e o engajamento de parceiros em suas iniciativas.

Apoiada pelo Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), a Aliança é uma rede de empresas e organizações filantrópicas que busca fortalecer a agenda de saúde e de direitos sexuais e reprodutivos no setor privado, além de criar oportunidades para qualificar o debate público e demonstrar o potencial de políticas públicas direcionadas a este tema.

Jovens debateram a relação entre racismo e violência contra as juventudes negras. Foto: UNFPA Brasil/Fabiane Guimarães

UNFPA apoia campanha educacional de combate à violência contra juventude negra

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) participou na quinta-feira (16) de evento de lançamento em Brasília (DF) do Projeto Onda, uma iniciativa do Instituto de Estudos Socioeconômicos (INESC) de conscientização nas escolas para a necessidade de enfrentamento ao racismo e violência contra a juventude negra.

“Existe um processo de tornar a morte dos jovens negros invisível. Entendendo o processo histórico, é possível perceber que persiste a ideia de que a morte de um jovem negro parece ser menos importante. Nenhum jovem deveria morrer. Todos e todas deveriam aproveitar ao máximo seu potencial, inclusive as juventudes negras”, disse a oficial de programa para gênero e raça do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), Raquel Quintiliano.

Vista de Florianópolis, Santa Catarina. Foto: EBC

Em Florianópolis, ONU promove capacitações sobre integração de refugiados e migrantes

A Escola Superior do Ministério Público da União (ESMPU) está com inscrições abertas para a edição de Santa Catarina do ciclo de formações ‘Atuação em rede: capacitação dos atores envolvidos no acolhimento, integração e interiorização de refugiados e migrantes no Brasil’.

De 5 a 7 de junho, evento vai promover simpósio, oficinas e minicursos em Florianópolis. As inscrições são gratuitas. Quatro agências da ONU participam da série de atividades.

Centro de recepção e documentação inaugurado pelo governo federal com apoio do Sistema ONU Brasil na cidade de Pacaraima (RR) identifica e emite documentos para pessoas vindas da Venezuela. Foto: ACNUR/Reynesson Damasceno

No Paraná, UNFPA debate integração de mulheres migrantes com servidores públicos

No Paraná, o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) participou de uma rede de capacitação que mobilizou 245 agentes públicos do estado e debateu os desafios de integração das mulheres refugiadas e migrantes no mercado de trabalho brasileiro.

A agência da ONU abordou temas como a violência de gênero contra essa população e o acesso a serviços de saúde sexual e reprodutiva. Outra pauta dos diálogos foi o apoio prestado pelo organismo aos venezuelanos que chegam ao Brasil por Roraima.

Camponesa no Senegal. Foto: FAO

Fundo de População da ONU e IBGE ajudam países africanos a implantar coleta eletrônica de estatísticas

Representantes do Senegal e de Cabo Verde reuniram-se nesta semana, no Rio de Janeiro (RJ), com equipes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), a fim de avaliar o andamento de um projeto conjunto sobre a realização de censos eletrônicos na África.

Iniciativa visa capacitar instituições de coleta de dados dos dois países africanos, com base na experiência bem-sucedida do IBGE com o uso de tecnologia em suas pesquisas.

O UNFPA lidera a ação de prevenção e resposta à violência baseada em gênero e atua na promoção do acesso à saúde sexual e reprodutiva. Foto: UNFPA Brasil/Thais Rodrigues

Indústria farmacêutica visita UNFPA para conhecer mandato sobre saúde sexual e reprodutiva

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) recebeu na terça-feira (7) equipe da empresa União Química Farmacêutica Nacional, que teve a oportunidade de conhecer o trabalho da agência da ONU no fornecimento de insumos e equipamentos em saúde sexual e reprodutiva.

Desde 2005, o UNFPA é o principal fornecedor em escala global de insumos (medicamentos, kits diagnósticos, métodos contraceptivos, produtos para saúde e outras tecnologias) na área de saúde reprodutiva para o setor público no Sul Global.

Jovens em espaço apoiado pelo UNFPA utilizam aplicativo que divulga informações sobre saúde sexual e reprodutiva. Foto: UNFPA Maldivas/Tatiana Almeida

UNFPA destaca avanços e desafios em saúde sexual e reprodutiva nos últimos 25 anos

Muitos avanços em saúde sexual e reprodutiva foram alcançados no Brasil e no mundo desde a Conferência Internacional sobre Desenvolvimento e População (CIPD), realizada no Cairo há 25 anos. No entanto, um longo caminho ainda precisa ser trilhado.

O foco nos direitos humanos, a busca por igualdade de gênero e o acesso universal a serviços públicos devem continuar a nortear as ações de governos e da sociedade civil, concluiu o representante do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) no Brasil, Jaime Nadal, durante debate na Universidade de Brasília (UnB) esta semana.

A CIPD foi realizada na capital egípcia em 1994 e representou um marco histórico e uma mudança de paradigma na abordagem global sobre os temas de população e desenvolvimento. Se antes os objetivos eram exclusivamente demográficos, após a conferência o foco se tornou a promoção dos direitos humanos, com ênfase no exercício dos direitos reprodutivos e na autonomia das escolhas individuais. O ano de 2019 marca o 25º aniversário da Conferência, cujo documento foi pactuado por 179 países.

Foto: UNIC Rio/Arthur Bomfim

Centro da ONU promove cine-debate no Rio sobre consequências da escravidão

O Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) realizou na terça-feira (7) no Palácio Itamaraty, no Rio de Janeiro, um cine-debate sobre a história do tráfico de pessoas escravizadas e as consequências da escravidão para a formação da sociedade brasileira.

Após a exibição do filme “1620-1789: Do Açúcar à Revolta”, um dos episódios da série documental “Rotas da Escravidão”, palestrantes convidados participaram de uma mesa e de uma rodada de perguntas do público de cerca de 120 pessoas.

“O objetivo do cine-debate é preservar a memória, os efeitos históricos do tráfico de pessoas escravizadas, e discutir as conexões entre escravidão, desigualdade racial, étnica e social que ainda existem na sociedade brasileira”, afirmou Rachel Quintiliano, oficial do Programa para Gênero, Raça e Comunicação do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA). “Ou seja, olhar o passado e fazer uma conexão sobre o cenário atual.”

Distribuição de contraceptivos e materiais de informação sobre HIV e Aids. Foto: UNFPA/UNFPA Brasil/Solange Souza

Agenda traça estratégia para ampliar acesso de populações-chave a tratamento para HIV

O Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/AIDS e das Hepatites Virais (DIAHV) do Ministério da Saúde lançou a “Agenda estratégica para ampliação do acesso e cuidado integral das populações-chave em HIV, hepatites virais e outras infecções sexualmente transmissíveis”.

A agenda reúne um conjunto de estratégias para ampliar e qualificar as ações de saúde destinadas às populações consideradas chave e centrais para o enfrentamento das epidemias de HIV, hepatites virais e sífilis no Brasil — pessoas que usam álcool e outras drogas, travestis e pessoas trans, gays e outros homens que fazem sexo com homens, profissionais do sexo e pessoas privadas de liberdade. Tais grupos ainda enfrentam grandes obstáculos para obter acesso a cuidado integral e aos programas e serviços de prevenção, diagnóstico e tratamento em HIV e outras ISTs.

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) apoia a iniciativa.

UNAIDS participa de encontro sobre Objetivos de Desenvolvimento Sustentável em Recife. Foto: UNAIDS

UNAIDS discute implementação de Objetivos de Desenvolvimento Sustentável em Recife

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) participou no fim de abril (30) em Recife (PE) do 1º Diálogo Público sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

O evento foi organizado pela ONG Gestos – Soropositividade, Comunicação e Gênero, como co-facilitadora do Grupo Temático (GT) da Sociedade Civil para Agenda 2030, em parceria com a Associação Brasileira de ONGs (ABONG).

O objetivo do encontro foi fortalecer o diálogo entre organizações da sociedade civil, gestão pública, academia, imprensa e outros grupos sobre a importância dos objetivos que compõem a Agenda 2030.  

O Brasil passou por uma acelerada queda de fecundidade nas últimas décadas, chegando a uma média atual de 1,7 filhos por mulher, mas a taxa declinou de forma considerável entre as mulheres mais vulneráveis, grupo que compreende as mulheres mais pobres e as mulheres negras, segundo o UNFPA. Foto: OPAS

Exercício dos direitos reprodutivos de jovens é desafio da Agenda 2030, destaca UNFPA

Entre os desafios nacionais para alcançar as metas pactuadas na Agenda 2030 – um conjunto de 17 objetivos e 169 metas de desenvolvimento sustentável –, no que diz respeito ao exercício dos direitos sexuais e reprodutivos, está a elaboração de políticas voltadas para jovens e adolescentes.

Conforme dados apresentados na terça-feira (30) pela oficial em saúde sexual e reprodutiva do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), Anna Cunha, o Brasil ainda apresenta, por exemplo, alto índice de gravidez na adolescência: uma média de 18,1% de nascimentos oriundos de mães adolescentes, apesar de uma baixa taxa de fecundidade geral. Ao menos 24 mil bebês são de mães com idade entre 10 e 14 anos.

Bombeiros brasileiros em operação de busca e salvamento em Pemba, Moçambique. Foto: Bombeiros do Brasil

Bombeiros brasileiros salvam vítimas de novo ciclone em Moçambique

Em meio à passagem do ciclone Kenneth por Moçambique, uma ação coordenada entre agências da ONU, o governo moçambicano e bombeiros brasileiros salvou a vida de centenas de pessoas no último domingo (28) em Pemba, capital da província de Cabo Delgado, no norte do país. A tempestade tropical, que chegou na quinta-feira passada (25) ao território moçambicano, destruiu até 90% das residências em algumas aldeias.