A existência dos movimentos sociais e de instituições, coletivos, grupos, redes e organizações não governamentais são fundamentais para reverter e/ou reduzir o impacto de problemáticas sociais. Foto: UNFPA Brasil/Solange Souza

Especialistas destacam sociedade civil como fundamental no enfrentamento às violências contra mulheres

A violência contra mulheres e meninas é uma das violações de direitos humanos, baseadas em gênero, mais recorrentes no mundo. Segundo dados das Nações Unidas, uma em cada três mulheres sofrerá abuso físico ou sexual durante a vida.

O Relatório de Situação da População Mundial 2019 (SWOP), lançado globalmente pelo Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), aponta que, para alcançar o desenvolvimento e para que todas as pessoas desfrutem de direitos, a violência baseada em gênero precisa ser enfrentada.

Para especialistas, luta impulsionada por organizações da sociedade civil se apresenta como estratégica para a mudança deste cenário.

A palha de cabuya ou ojidu, conhecido como buriti no Brasil, é a principal matéria-prima das peças. Foto: ACNUR/ Felipe Irnaldo

Em Manaus, artesãs venezuelanas Warao participam de oficina de inovação para gerar renda

A criatividade e o saber ancestral da etnia Warao podem se tornar uma fonte de renda e esperança para refugiadas e migrantes desta população indígena acolhida em Manaus (AM).

Uma parceria da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) com o Museu Casa do Objeto Brasileiro promoveu  em novembro uma oficina de inovação para artesãs indígenas moradoras do Abrigo Alfredo Nascimento, localizado na zona norte da cidade.

A representante do UNFPA no Brasil, Astrid Bant, participou de atividade na Fiocruz, no Rio de Janeiro (RJ) para o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência. Foto: Fiocruz

‘Arrisque-se, procure mentoras e faça plano de vida’, diz chefe do UNFPA a meninas no Rio

A representante do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) no Brasil, Astrid Bant, nasceu na Holanda e foi a primeira de sua família a cursar faculdade.

Com vasta experiência no Sistema ONU e em organizações internacionais de defesa dos direitos humanos, ela deu algumas dicas de vida e de carreira a meninas com idade entre 12 e 17 anos no Rio de Janeiro (RJ).

A conversa foi promovida na terça-feira (11) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) por ocasião do Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência.

O evento que marcou o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, promovido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), foi realizado na capital federal e em outros estados do país. Foto: UNFPA

Oficial do UNFPA inspira meninas em Brasília (DF) a seguir sonhos profissionais

A uma plateia de quase 200 meninas entre 12 e 17 anos em Brasília (DF), a oficial do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) Rachel Quintiliano lembrou sua trajetória profissional e reforçou a importância de mulheres e meninas seguirem seus sonhos profissionais para mudar realidades.

O evento que marcou o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, promovido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), foi realizado na capital federal e em outros estados do país.

A representante do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) no Brasil, Astrid Bant, em atividade com jovens mães em Manaus (AM). Foto: UNFPA/Keyla Serruya

ARTIGO: Cedo ou tarde, será preciso ter informações sobre sexualidade e direitos

Em artigo, a representante do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), Astrid Bant, afirma que informação, métodos contraceptivos e serviços em saúde sexual e reprodutiva têm se mostrado, ao longo do tempo e no mundo todo, como a estratégia mais eficaz de prevenção a gravidez não intencional ao longo da vida reprodutiva das mulheres.

“Contudo, o fenômeno da gravidez não intencional na adolescência não se resume a isso. Em contextos marcados pela falta de oportunidades, pela discriminação de gênero, pela violência e exploração sexual e pelo casamento precoce, é preciso ir além neste debate.” Leia o artigo completo.

A 2ª edição do Circuito Urbano terá como tema geral “Cidades Inovadoras e Inclusivas” e como pergunta inspiradora “Como a inovação pode aprimorar serviços e políticas urbanas de maneira inclusiva e sustentável?”. Foto: ONU-Habitat/Lucille Kanzawa

Para prevenir violência no Brasil, estudo recomenda investir em jovens e reduzir acesso a armas

Na última década, as taxas de assassinatos de jovens no Brasil cresceram 17%. Quase metade do total de homicídios do país em 2018 (56 mil) corresponde à morte de homens negros, com idade entre 15 e 29 anos. Os dados foram compilados no estudo “Prevenção da violência juvenil no Brasil: uma análise do que funciona”, produzido pelo Instituto Igarapé com apoio do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA).

Os autores do diagnóstico, Robert Muggah e Ana Paula Pellegrino, alertam que, para reduzir a violência, é necessário ampliar as oportunidades para pessoas jovens por meio de investimentos em educação e empregabilidade equitativos e capazes de desafiar estereótipos de identidade e raça. O foco deve ser dado às regiões menos assistidas pelas políticas públicas. Além disso, é recomendada a redução do acesso às armas de fogo.

Reunião entre representantes do UNFPA e do governo da Paraíba ocorreu na Casa da ONU, em Brasília (DF). Foto: UNFPA/Fabiane Guimarães

UNFPA discute com governo da Paraíba projeto para desenvolvimento da juventude

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) retomou o diálogo com o governo da Paraíba para o desenvolvimento de um projeto conjunto direcionado a jovens e adolescentes, principalmente meninas, a partir de 10 anos.

As conversas, que se iniciaram em 2016 e foram retomadas agora, vão buscar um objetivo comum: empoderar a juventude com políticas públicas exclusivas para a faixa etária, prevendo um currículo que passe por educação, saúde e habilidades para a vida.

O respeito à identidade de gênero é uma das principais demandas da população trans - Foto: ONU Brasil

ONU lembra Dia da Visibilidade Trans e Travesti com debate sobre saúde, trabalho e direitos

Desde 2004, o Brasil celebra em 29 de janeiro o Dia da Visibilidade Trans e Travesti. Este ano, o Escritório de Direitos Humanos da ONU para a América do Sul (ACNUDH), o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), a Embaixada da Austrália, o Ministério Público do Trabalho e a Secretaria Global do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos uniram-se às celebrações com uma reunião técnica em Brasília (DF) sobre saúde, trabalho, direitos e inclusão social da população trans e travesti.

Segundo o ACNUDH, a realização dessa reunião técnica foi fundamental para articular os debates locais com o debate nacional e promover a discussão sobre elaboração, implementação e execução de políticas públicas destinas à garantia da saúde, trabalho digno e decente e inclusão social de grupos vulneráveis de forma transdisciplinar e interseccional.

Roda de conversa sobre saúde sexual e reprodutiva com pessoas LGBTI no Espaço Amigável em Roraima. Foto: UNFPA Brasil/Fabiane Guimarães

UNFPA orienta refugiados e migrantes sobre como acessar serviços públicos em Roraima

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) atende e auxilia a população refugiada e migrante de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, em salas de escuta e atendimento conhecidas como Espaço Amigável, localizadas nos Postos de Interiorização e Triagem (PITRIG) da Operação Acolhida, em Boa Vista e Pacaraima (RR).

O trabalho é direcionado especialmente para mulheres, gestantes, lactantes, pessoas sobreviventes a violência baseada em gênero e pessoas vivendo com HIV. O espaço oferece atividades e atendimentos para jovens, pessoas LGBTI, pessoas idosas, indígenas e pessoas com deficiência.

O atendimento consiste na aplicação de protocolos capazes de identificar vulnerabilidades e necessidades de proteção social. Em 2019, 29,3 mil pessoas foram atendidas individualmente pela equipe do UNFPA em Roraima.

O encontro reuniu mais de 80 pessoas entre profissionais de saúde, pessoas trans, representantes da sociedade civil, academia, gestores e gestoras públicas e de organizações internacionais. Foto: UNFPA Brasil/Giselle Cintra

Encontro em Brasília discute saúde, trabalho e inclusão social de pessoas trans

A vulnerabilidade social, o preconceito e discriminação ainda são barreiras encontradas por pessoas trans no emprego, o que afeta negativamente sua admissão, permanência e ascensão no mercado formal de trabalho.

O preconceito e a discriminação ocorrem, muitas vezes, a partir de atos velados, como a exigência de que as pessoas trans usem o nome de registro ou uniformes de trabalho que não condizem com sua identidade de gênero, por exemplo.

Esses temas foram abordados em reunião técnica realizada em Brasília (DF) com pessoas trans, representantes de agências da ONU, organizações da sociedade civil, setor público e academia.

Nos dias 15 e 16 de dezembro, a caravana Tá no Rumo passou pelo município de Capitão Leônidas Marques. Foto: Trópico/Vino Carvalho

Campanha leva informações sobre saúde sexual e direitos a 2 mil jovens no Paraná

Cerca de 2 mil pessoas, a maioria adolescentes, já passaram pelas atividades da caravana “Tá no Rumo”. A ação visitou sete municípios do oeste do Paraná em novembro e dezembro de 2019, levando informação sobre saúde, afetividades e sexualidade. A partir de março de 2020, outros oito municípios receberão as atividades.

A ação é parte do projeto Prevenção e Redução da Gravidez Não Intencional na Adolescência nos Municípios do Oeste do Paraná, uma parceria entre a ITAIPU Binacional e o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA).

Elitânia de Souza da Hora, 25 anos, era ativista dos direitos humanos e uma promissora liderança jovem da Comunidade Quilombola do Tabuleiro da Vitória, no município de Cachoeira, na Bahia. Foto: Reprodução internet.

ARTIGO: 1 mês sem Elitânia e a naturalização da violência contra a mulher

Em artigo, a representante do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) no Brasil, Astrid Band, lembra que há mais de um mês Elitânia de Souza da Hora, uma jovem negra e quilombola, estudante de Serviço Social, foi assassinada a tiros na Bahia. O principal suspeito é seu ex-namorado, que foi preso.

“A voz de Elitânia não é a primeira que é calada no país. Assim como ela, 1.206 mulheres foram vítimas de feminicídio em 2018. Entre elas, 61% eram negras e 52,3% dos assassinatos foram cometidos por arma de fogo.” Leia o artigo completo.

Equipe do Fundo de População da ONU (UNFPA) e do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Estado do Pará (COSEMS/PA) na Casa da ONU, em Brasília (DF). Foto: UNFPA Brasil/Thais Rodrigues

UNFPA firma parceria com secretarias municipais do Pará em saúde da mulher

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e o Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Estado do Pará (COSEMS/PA) firmaram na segunda-feira (13), em Brasília (DF), uma parceria que visa promover atividades conjuntas, como intercâmbios técnicos e capacitações, para promover os direitos e a saúde de adolescentes, jovens e mulheres nos municípios do estado.

A representante do UNFPA no Brasil, Astrid Bant, enfatizou que o COSEMS do Pará é a porta de entrada no estado para alcançar zero mortes maternas evitáveis, zero necessidades insatisfeitas de contracepção e zero violência contra mulheres e meninas.

Profissionais de saúde do DF exibem o certificado do selo Chega Mais, para serviços de atendimento voltados à população adolescente. Foto: UNFPA/Thais Rodrigues

Selo reconhece serviços de saúde acolhedores para adolescentes no Paraná

Equipes e serviços de saúde do oeste do Paraná poderão receber selo em reconhecimento ao atendimento oferecido a adolescentes. A iniciativa “Chega Mais – Selo de Qualidade de Serviços para Adolescentes” é uma certificação oferecida pelo Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e que chega ao estado por meio de uma parceria com a ITAIPU Binacional. O prazo de inscrições vai até 15 de janeiro.

Podem se inscrever profissionais e serviços de saúde dos 51 municípios que aderiram ao projeto Prevenção e Redução da Gravidez Não Intencional na Adolescência nos Municípios do Oeste do Paraná, uma parceria entre o UNFPA e a ITAIPU Binacional.

Projeto sobre prevenção da gravidez na adolescência terá ações no Paraná em 2020

Em 2020, o projeto Prevenção e Redução da Gravidez Não Intencional na Adolescência nos Municípios do Oeste do Paraná, iniciativa do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) em parceria com a ITAIPU Binacional, contará com uma série de novidades ainda no primeiro trimestre.

Entre as atividades previstas estão o fechamento do ciclo de capacitação de profissionais, o início de oficinas com adolescentes em novas parcerias, e a entrega de certificação em reconhecimento a equipes e serviços de saúde que oferecem atendimentos amigáveis e inclusivos a adolescentes.

Centro inaugurado em Manaus oferece apoio para refugiados e migrantes na cidade. Foto: ACNUR/Felipe Irnaldo

Posto em Manaus (AM) atende mais de 5 mil refugiados e migrantes em dois meses

Com cerca de 224 mil venezuelanos no país, a coleta dos dados facilita a resposta local, apoia a adequação de serviços básicos como saúde, educação e abrigamento, e auxilia o mapeamento de fluxos de mobilidade internamente.

Para facilitar esses serviços em Manaus (AM), um novo Posto de Interiorização e Triagem foi inaugurado há dois meses para atender a comunidade refugiada e migrante, com serviços de documentação, registro, vacinação e encaminhamento para a estratégia de interiorização.

Os visitantes da exposição puderam conversar diretamente com as artesãs para compreender melhor o processo de produção das peças. Foto: A CASA/Rodrigo João

Palha do buriti ganha vida na mão de artesãs indígenas venezuelanas em Roraima

As venezuelanas indígenas warao Marcelina e Hermínia tiveram em novembro uma semana repleta de novidades. Abrigadas em Roraima, elas fizeram sua primeira viagem de avião e chegaram a São Paulo, onde expuseram o artesanato que produzem a partir da palha do buriti.

Com apoio da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), da ONG Fraternidade — Federação Humanitária Internacional (FFHI) e da União Europeia, o artesanato com palha de buriti tem se tornado uma fonte de renda para essa população.

Enfermeiras no Hospital da Lagoa, no Rio de Janeiro (RJ). Foto: Ministério da Saúde

OMS define 2020 como ano internacional dos profissionais de enfermagem e obstetrícia

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) celebrarão em 2020 o ano internacional de profissionais de enfermagem e obstetrícia.

Designado pela Assembleia Mundial da Saúde de 2019, o marco comemorativo tem o objetivo de reconhecer o trabalho feito por enfermeiras, enfermeiros e parteiras em todo o mundo, bem como de defender mais investimentos para esses profissionais e melhorar suas condições de trabalho, educação e desenvolvimento profissional.

Harlen e sua filha, Camilla. Foto: UNFPA/Yareidy Perdomo

Do outro lado da fronteira

Quem olha para a venezuelana Harlen Barrios, de 31 anos, natural de Bolívar, sabe reconhecer o excelente desempenho que hoje ela tem na atenção e acolhimento às pessoas refugiadas e migrantes que chegam à Operação Acolhida em Pacaraima (RR). Nem imaginam que, há menos de dois anos, ela estava do outro lado da fronteira.

Hoje Harlen faz parte da equipe do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) na cidade, atuando como assistente de campo 1, dando atenção a refugiados e migrantes que chegam à fronteira com a Venezuela.

RPC, filiada da Rede Globo no Paraná, veiculou a série Mães na Adolescência. Foto: Reprodução

Série de TV aborda desafios da gravidez na adolescência

Entre os dias 25 e 29 de novembro, a RPC, filiada da Rede Globo no Paraná, veiculou a série Mães na Adolescência. Composta por cinco capítulos exibidos no telejornal Boa Noite Paraná, a produção teve como objetivo levar o conhecimento sobre o tema e sobre a realidade que afeta muitos municípios do estado.

A iniciativa foi uma parceria com o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), por meio do projeto Prevenção e Redução da Gravidez Não Intencional na Adolescência nos Municípios do Oeste do Paraná, junto com a ITAIPU Binacional. Os episódios estão disponíveis online.

Astrid Bant visitou também a ocupação Kaubanoko, em Boa Vista. Foto: UNFPA Brasil/Fabiane Guimarães

UNFPA: refugiados e migrantes precisam ter acesso a contraceptivos e parto seguro

A nova representante do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) no Brasil, Astrid Bant, visitou Roraima no fim de novembro para conhecer o trabalho desenvolvido pela equipe de assistência humanitária no estado.

Na ocasião, ela constatou que, entre os desafios da atuação da agência da ONU, está a necessidade de garantir o parto seguro a mulheres refugiadas e migrantes que chegam ao país grávidas e em situação de vulnerabilidade.

Além disso, é necessário assegurar o planejamento reprodutivo e acesso a contracepção a outro grupo de mulheres que, sem informação e serviços, estão expostas à gravidez não intencional.

Evento foi coordenado pelo Fundo de População da ONU, em parceria com a Subsecretaria de Direitos Humanos e Igualdade Racial do DF. Foto: UNFPA Brasil

Seminário no DF discute relação entre racismo e desigualdades sociais no Brasil

Durante o seminário “Boas práticas em Direitos Humanos e Igualdade Racial”, que ocorreu na Casa da ONU, em Brasília (DF) no início de dezembro (9), o pesquisador Felipe Freitas, especialista em criminologia, racismo e violência pela Universidade Estadual de Feira de Santana foi incisivo ao lembrar que o racismo está no centro das desigualdades.

Cerca de 30 gestores e formuladores de políticas do Governo do Distrito Federal (GDF) participaram do seminário para debater igualdade racial e direitos humanos. A iniciativa, resultado de uma parceria entre o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e a Subsecretaria de Direitos Humanos e Igualdade Racial do Distrito Federal, teve a contribuição de profissionais renomados nas áreas.

Coletivos e organizações da sociedade civil de todo o país participaram da atividade. Foto: UNFPA Brasil/Giselle Cintra

UNFPA reúne jovens em Brasília para construir estratégias de avanço da Agenda 2030

Para que os direitos da juventude sejam efetivados, o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) trabalha para promover sua liderança e participação. Neste contexto, reuniu em dezembro, em Brasília (DF), organizações e coletivos da sociedade civil para participar da Sala de Situação de Juventude e Sociedade Civil sobre Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento (CIPD).

A atividade teve como objetivo compartilhar experiências e expandir a visão das juventudes sobre como avançar na implementação da Agenda 2030 e dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Especialistas do UNFPA estão percorrendo municípios do oeste do Paraná para falar sobre temas relacionados à adolescência e diversidade. Foto: UNFPA/Bruno Saviotti

Projeto percorre 9 mil km e capacita mais de 360 profissionais no Paraná

Conhecer diferentes realidades e demandas, mobilizar profissionais para o tema da gravidez não intencional na adolescência e reforçar a rede de atendimento a adolescentes nos 51 municípios que aderiram ao projeto conjunto entre a ITAIPU Binacional e o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA).

Essa tem sido a rotina da equipe do UNFPA alocada em Foz do Iguaçu (PR), formada em março de 2019 para se dedicar ao projeto Prevenção e Redução da Gravidez Não Intencional na Adolescência nos Municípios.

A iniciativa “Adolescência em Cores” é conduzida no município de Nova Santa Rosa, um dos 51 que aderiram ao projeto Prevenção e Redução da Gravidez Não Intencional na Adolescência nos Municípios do Oeste do Paraná. Foto: Reprodução

Atividades criativas e culturais fortalecem protagonismo social de adolescentes no PR

Adolescentes de 12 a 17 anos do oeste do Paraná estão recorrendo a atividades criativas e culturais para fortalecer vínculos e aumentar o protagonismo social.

A iniciativa “Adolescência em Cores” é conduzida no município de Nova Santa Rosa, um dos 51 que aderiram ao projeto Prevenção e Redução da Gravidez Não Intencional na Adolescência nos Municípios do Oeste do Paraná, fruto da parceria entre ITAIPU Binacional e Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA).

Ita Tin é presidente-executiva do Clue, aplicativo de monitoramento menstrual. Foto: Clue/Divulgação

Aplicativo de monitoramento menstrual adere a aliança pela saúde do UNFPA

O aplicativo de monitoramento menstrual Clue é um dos mais novos membros e signatários da Aliança pela Saúde e pelos Direitos Sexuais e Reprodutivos no Brasil. O aplicativo para celular, além de trazer previsões sobre menstruação, tensão pré-menstrual (TPM) e janela de fertilidade, também mostra informações sobre o corpo feminino com conteúdo educativo.

Em nota, Ita Tin, presidente-executiva do Clue, ressaltou a importância de o aplicativo ser um parceiro oficial do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) no Brasil.

“Os compromissos firmados sob a aliança nos ajudarão a contar ainda mais histórias sobre saúde reprodutiva, menstrual e sexual desde uma perspectiva brasileira, o que se alinha com a missão geral do Clue de promover o empoderamento e a autonomia de mulheres e pessoas com ciclos”, diz.

"A masculinidade não é natural, nem unívoca, mas produzida em contextos históricos e reproduzida ritualmente no cotidiano”, Osmundo Pinho, professor da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). Foto: Egg Studios NY/Unplash.

Repensando masculinidades: especialistas sugerem boas práticas no enfrentamento à violência de gênero

É necessário que sociedade repense a normalidade com a qual encara o comportamento masculino violento, uma vez que ele afeta negativamente principalmente as mulheres, mas também os homens.

De acordo com o 13º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, em 2018, 1.206 mulheres foram vítimas de feminicídio, sendo 61% delas mulheres negras e 52,3% dos assassinatos foram cometidos com arma de fogo.

Em 88,8% dos casos, o autor era o companheiro ou o ex-companheiro da vítima. Leia a reportagem do UNFPA Brasil.

Venezuelanas abrigadas nos espaços da Operação Acolhida participaram de uma oficina de fotografia promovida pela agência. Foto: UNFPA/Yareidy Perdomo.

Fundo de População da ONU promove atividades com venezuelanas pelo fim da violência contra mulheres

Em marco à campanha global dos 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra a mulher, escritórios do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) em Roraima e em Manaus promoveram atividades com mulheres venezuelanas para abordar o tema dentre a população refugiada e migrante vivendo no país.

Atividades envolveram parceiros e demais agências do sistema ONU no Brasil, como a ONU Mulheres e a Agência das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR), e incluíram oficina de fotografia, exposição de retratos, rodas de conversa e debates sobre saúde sexual e reprodutiva. Segundo o chefe de escritório do UNFPA em Roraima, Igo Martini, “mulheres e meninas defensoras dos direitos humanos deram visibilidade às suas lutas de todos os dias”.

Em Pacaraima, cidade na fronteira entre os dois países que concentra grande parte do fluxo migratório, uma dos encontros promovidos pela agência foi uma roda de conversa com homens para debater masculinidades e combater à violência baseada em gênero em suas comunidades.

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Gestores são capacitados a prevenir e responder à violência de gênero em RR e AM

O escritório regional do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) para América Latina e Caribe realizou em novembro oficina de formação de combate à violência de gênero para gestores que trabalham na assistência humanitária em Manaus (AM), Boa Vista e Pacaraima (RR).

“Temos observado que, com a resposta ao atual fluxo migratório proveniente da Venezuela, o número de pessoas enfrentando incidentes de violência baseada em gênero tem aumentado consideravelmente”, disse Victoria Laroche, especialista em violência baseada em gênero em emergência do escritório regional do UNFPA.

“Por isso a importância de fortalecer as capacidades de resposta em cada país que recebe pessoas deste fluxo migratório, para que a prevenção e a resposta seja a mais adequada possível”, completou.

Mulheres venezuelanas escrevem suas histórias de vida durante atividade em Boa Vista (RR). Foto: UNFPA/Yareidy Perdomo

Luxemburgo apoia programa da ONU para empoderamento de mulheres venezuelanas no Brasil

Luxemburgo firmou o seu apoio ao programa conjunto “Liderança, empoderamento, acesso e proteção para mulheres migrantes, solicitantes de refúgio e refugiadas no Brasil”, liderado por ONU Mulheres, em parceria com Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), em Roraima.

O acordo foi assinado este mês (12) pela secretária-geral assistente das Nações Unidas e diretora-executiva adjunta da ONU Mulheres, Åsa Regnér, e pelo embaixador Christian Braun. A assistência humanitária tem duração estimada de dois anos, com contribuição de 600 mil euros do governo de Luxemburgo ao programa conjunto implementado pelas três agências da ONU no Brasil.

Fundo de População da ONU apoia coral para jovens de comunidade vulnerável no Paraná

A voz é a ferramenta utilizada por crianças e adolescentes para superar a timidez. Da garganta, vem o desejo de serem escutadas como sujeito de direitos. Produzir alternativas de vida para os recentes coralistas que vivem em contextos de vulnerabilidade é o principal intuito do Coral Anjo Gabriel, em Foz do Iguaçu (PR).

Apoiado pelo Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), o coral foi formado em 2019 e é composto por crianças e adolescentes, dos quais cerca de 70% vivem no Jardim Canadá, comunidade de extrema vulnerabilidade social no município.

Oficial para HIV e Juventude do UNFPA, Caio Oliveira, se reuniu com equipe da Fiocruz, do projeto Agenda Jovem, no Rio de Janeiro. Foto: UNFPA Brasil/Fabiane Guimarães

Fundo de População da ONU e Fiocruz estudam criação de Observatório da Juventude

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) no Brasil e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) estudam criar um observatório com a presença de líderes do movimento jovem brasileiro para monitorar o estabelecimento das metas da Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento (CIPD) em relação à juventude.

As duas instituições analisam a possibilidade de produzir materiais informativos sobre saúde sexual, reprodutiva e direitos, incluindo informações sobre a prevenção de infecções sexualmente transmissíveis e HIV, com linguagem acessível e dinâmica.

Representante do UNFPA no Brasil, Astrid Bant, reforçou a importância deste tipo de educação como forma de empoderamento e alcance de direitos para a juventude. Foto: UNFPA Brasil/Fabiane Guimarães

Educação não formal pode ser ferramenta para ampliar competências da juventude

A educação que fornece habilidades e conhecimento para uma vida inteira, mas não necessariamente passa pelos currículos e sistemas tradicionais de ensino, é tema de evento que ocorre até esta quarta-feira (11), no Rio de Janeiro (RJ).

O Fórum Mundial de Educação Não Formal é organizado pelo Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), em parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e a Organização Mundial do Movimento Escoteiro.

"A lógica é mostrar que é possível, sim, ter uma trajetória de vida baseada em escolhas seguras”, Junia Quiroga, representando do UNFPA Brasil. Foto: Rubens Fraulini/Itaipu Binacional.

Ação itinerante do UNFPA leva informação sobre gravidez não intencional na adolescência ao Paraná

Com o objetivo de percorrer 15 municípios do oeste do Paraná levando uma exposição interativa que dialoga com o tema da prevenção da gravidez na adolescência, o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) no Brasil e a ITAIPU Binacional inauguraram em 22 de novembro, em Foz do Iguaçu, uma caravana informativa sobre saúde sexual e reprodutiva.

“Esta é uma campanha muito bonita, com uma linguagem desenvolvida especificamente para o público adolescente, mas que também dialoga com a família, profissionais de saúde, escolas e a comunidade em geral”, avaliou a representando do UNFPA, Junia Quiroga.

Caravana faz parte da campanha ‘Tá no Rumo’, iniciativa do UNFPA e da ITAIPU Binacional que integra o projeto ‘Prevenção e Redução da Gravidez Não Intencional na Adolescência nos Municípios do Oeste do Paraná’. Ação itinerante começou na cidade de Foz do Iguaçu e termina em Ubiratã, no dia 20 de dezembro.

Instrutor de serigrafia Betuel Santos na Fábrica Social em Brasília - Foto: Thais Rodrigues/UNFPA

UNFPA estuda parceria com projeto de qualificação profissional em Brasília

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) visitou o Programa Fábrica Social, que leva qualificação a pessoas de baixa renda e em situação de vulnerabilidade, e estuda uma possível cooperação técnica com o projeto. A iniciativa, criada em 2013, funciona na região no Distrito Federal e opera sob responsabilidade da Subsecretaria de Integração de Ações Sociais (SIAS), da Secretaria do Trabalho.

Atualmente, 876 pessoas – 80% mulheres com idade entre 29 e 40 anos – de baixa renda estão sendo capacitadas. Os cursos duram cerca de um ano, em módulos de 80 horas, e oferecem uma bolsa auxílio (transporte e alimentação).