As mulheres do mundo não estão se beneficiando de forma plena da revolução tecnológica, de acordo com a UNESCO. Foto: OIT/Marcel Crozet

UNESCO pede maior participação das mulheres na inovação digital global

No Dia Internacional das Mulheres deste ano, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) celebra as contribuições das mulheres para a sociedade – em particular, no espaço digital – e reflete sobre como podemos assegurar que elas exerçam totalmente seus direitos.

Em mensagem para a data, a diretora-geral da UNESCO, Audrey Azoulay, lembrou que as tecnologias digitais têm afetado as formas como trabalhamos, aprendemos, ensinamos e vivemos juntos.

“Contudo, infelizmente, as mulheres não estão se beneficiando de forma plena dessa revolução tecnológica”, declarou.

Projetos de Argentina e El Salvador concorreram em edições anteriores do Prêmio de Tecnologia Social na categoria internacional. Foto: Fundação Banco do Brasil.

Agências da ONU apoiam prêmio nacional e internacional de tecnologias sociais

O Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, considerado um dos principais do terceiro setor no país, chegou à décima edição em cerimônia de lançamento realizada na segunda-feira (25), em Brasília (DF).

As inscrições estarão abertas até 21 de abril. Podem participar entidades sem fins lucrativos, como instituições de ensino e de pesquisa, fundações, cooperativas, organizações da sociedade civil e órgãos governamentais de direito público ou privado, legalmente constituídas no Brasil ou nos demais países da América Latina ou do Caribe.

Nesta edição, o concurso conta com cooperação da representação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) no Brasil, e apoio da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), do Ministério da Cidadania e Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

Jornalistas em serviço. Foto: EBC

ONU pede proteção de jornalistas e da liberdade de imprensa no mundo

Em homenagem a jornalistas do mundo todo que “colocam suas vidas em jogo” para contar histórias importantes, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, lamentou na segunda-feira (25) que a liberdade de imprensa esteja diminuindo, e pediu aos tomadores de decisão que protejam jornalistas e trabalhadores da mídia.

Guterres destacou que a maioria dos jornalistas detidos e atacados no mundo é formada por repórteres que trabalham em seus próprios países e comunidades. No geral, “a maioria dos jornalistas e membros da mídia mortos, feridos ou detidos estavam cobrindo política, crime, corrupção e direitos humanos”, e não conflitos, declarou.

Construído de forma colaborativa, plataforma disponibiliza acesso ao Currículo da Cidade de modo dinâmico. Foto: EBC

América Latina e Caribe alinham ações para cumprir metas globais de educação

Garantir progresso regional para atingir as metas do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável número 4 — assegurar a educação inclusiva e equitativa e de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todas e todos — foi o norte do 1º Encontro do Comitê Regional de Gestão do ODS-E2030 para a América Latina e o Caribe, concluído no início de fevereiro em Santiago, no Chile.

A reunião apresentou avanços em relação aos mecanismos de monitoramento, acompanhamento e relato das metas do ODS 4 realizadas pelo Instituto de Estatística da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) e pelo Laboratório Latino-Americano de Avaliação da Qualidade da Educação (LLECE).

Participantes da sessão de 2016 do Fórum Permanente das Nações Unidas para Questões Indígenas. Foto: ONU

UNESCO: todas as línguas maternas merecem ser conhecidas e reconhecidas

Todas as línguas maternas merecem ser conhecidas e reconhecidas, além de ter maior importância em todas as esferas da vida pública. A declaração foi feita pela diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Audrey Azoulay, para a ocasião do Dia Internacional da Língua Materna, lembrado em 21 de fevereiro.

De acordo com a UNESCO, quase 40% das pessoas em todo o mundo não têm acesso à educação em uma língua que elas falem ou entendam. Essa situação persiste, apesar de estudos que mostram que o domínio de uma língua materna facilita a aprendizagem geral e a aprendizagem de outras línguas.

Jornalista Ricardo Boechat. Foto: BandNews

ONU homenageia jornalista Ricardo Boechat em dia mundial do rádio

Em mensagem para o Dia Mundial do Rádio, comemorado neste 13 de fevereiro, o secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu que o meio de comunicação seja usado para promover o diálogo, a tolerância e a paz. Dirigente lembrou que o rádio alcança mais pessoas no mundo do que qualquer outro meio de comunicação.

No Brasil, a UNESCO marca a data com uma homenagem a Ricardo Boechat, jornalista que, segundo o organismo internacional, “fez do rádio sua maior vocação”.

Na Guatemala, Martha Alicia Benavente participou de uma capacitação para se tornar engenheira solar. Foto: ONU Mulheres/Ryan Brown

Em dia internacional, ONU alerta para exclusão de mulheres nas áreas de ciência e tecnologia

Em mensagem para o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, lembrado neste 11 de fevereiro, a UNESCO e a ONU Mulheres alertam para obstáculos à participação feminina nos setores de tecnologia, engenharia e programação — nichos da atividade produtiva que estão entre os que mais crescem no mundo.

Atualmente, as Nações Unidas estimam que menos de 30% dos pesquisadores em áreas científicas e tecnológicas sejam mulheres. Habilidades em ciência, tecnologia, engenharia e matemática serão fundamentais em economias marcadas pelo avanço da automatização e pela criação de empregos em áreas que exigem alta qualificação.

Mulheres e meninas continuam extremamente sub-representadas nas ciências exatas. Foto: ONU Mulheres Vietnã

Para solucionar desafios globais, ciência precisa de mais mulheres e meninas

Muitos dos maiores problemas globais podem continuar sem solução porque mulheres e meninas estão sendo desencorajadas a trabalhar nas ciências exatas. O papel da educação científica em um mundo em transformação não pode ser desvalorizado. Estima-se que 90% dos empregos do futuro exigirão alguma forma de habilidade em novas tecnologias, e as categorias de empregos de maior crescimento são relacionadas a ciência, tecnologia, engenharia e matemática.

No entanto, mulheres e meninas continuam extremamente sub-representadas nesses campos do conhecimento. Dados da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) apontam que menos de um terço das estudantes do sexo feminino do mundo escolhe assuntos relacionados a ciência, tecnologia, engenharia e matemática no ensino superior, enquanto apenas um terço escolhe assuntos ligados às novas tecnologias.

Estudante em Kuala Lumpur, na Malásia. O número de usuários ativos de Internet na Malásia superou os 20 milhões, com 16,8 milhões utilizando as redes sociais. Foto: UNICEF

No Dia da Internet Segura, chefe do UNICEF pede ação contra bullying e assédio digitais

Violência online, bullying e assédio digital afetam mais de 70% dos jovens globalmente, afirmou na terça-feira (5) o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), pedindo resposta e prevenção a estas formas de violência.

De acordo com dados da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), a proporção de crianças e adolescentes afetados por bullying digital varia de 5% a 21%, com meninas tendo mais risco que meninos.

Jama Perry, aluna e professora de wapichana. Foto: Natalia da Luz/UNIC Rio

ESPECIAL: Em Roraima, cursos ajudam a preservar línguas indígenas

Desde 2009, cerca de 2 mil alunos foram certificados nos estudos das línguas macuxi e wapichana. “Esse foi um espaço para o meu reconhecimento, para valorizar a minha própria identidade”, diz Jama Perry, professora de wapichana.

Em 2019, a ONU comemora o Ano Internacional das Línguas Indígenas. Confira mais nesta reportagem especial em vídeo do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio).

O palestino Hamid, de oito anos, olha para a cidade de Hebron da cobertura de sua casa. Foto: UNICEF/Ahed Izhiman

Cisjordânia: ONU alerta para impacto da ocupação israelense na educação de palestinos

Representantes de agências da ONU expressaram preocupação na quarta-feira (30) com o grande número de incidentes dentro ou próximos de escolas palestinas na Cisjordânia, incluindo confrontos entre alunos e forças de segurança e atos de violência de colonos israelenses.

Pronunciamento de organismos internacionais também alerta para a situação de professores que são parados em postos de checagem, o que prejudica as atividades de ensino.

O novo programa "Futebol para as escolas" da FIFA visa tornar o futebol mais acessível para meninos e meninas em todo o mundo. Foto: ONU/David Mutua

Agências da ONU firmam parceria com FIFA para impulsionar acesso de crianças ao futebol

Paralelamente ao Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, o presidente da Federação Internacional de Futebol (FIFA), Gianni Infantino, a diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Audrey Azoulay, e o diretor-executivo do Programa Mundial de Alimentos (PMA) das Nações Unidas, David Beasley, assinaram carta de intenções para impulsionar o acesso de crianças ao esporte e promover importantes habilidades para a vida.

O programa “Football for Schools” (“futebol para as escolas”, em tradução livre) da FIFA visa tornar o futebol mais acessível para meninos e meninas em todo o mundo, incorporando atividades de futebol em currículos de educação física (ou como uma atividade extracurricular), contribuindo para educação, desenvolvimento e empoderamento das crianças.

Próxima Cúpula Ibero-americana, que terá apoio do PNUD e da SEGIB, acontece na Colômbia. Foto: ACNUR / B. Heger

Evento na sede da UNESCO em Paris lança Ano Internacional das Línguas Indígenas

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) lança nesta segunda-feira (28) em sua sede em Paris o Ano Internacional das Línguas Indígenas.

Com tema “Línguas indígenas são importantes para o desenvolvimento sustentável, a construção da paz e a reconciliação”, o lançamento reunirá autoridades governamentais, representantes de povos indígenas, sociedade civil, academia, mídia, organizações de informação e memória, agências das Nações Unidas, instituições públicas de harmonização e documentação de línguas e membros do setor privado.

Estudantes numa escola primária em Bingerville, um distrito de Abidjan, capital da Costa do Marfim. No país, menos de 70% das crianças frequentam o ensino primário. Foto: UNICEF/Dejongh

Em dia internacional, ONU ressalta que educação é essencial para combater intolerância e discurso de ódio

Em mensagem para o Dia Internacional da Educação, comemorado pela primeira vez nessa quinta-feira (24), o secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou que a educação é essencial para a luta contra o discurso de ódio, a xenofobia e a intolerância, além de promover o desenvolvimento sustentável dos países.

O chefe da Organização enfatizou a necessidade de levar para a escola os 262 milhões de crianças e jovens que estão fora das redes de ensino.

Recomendações para acabar com violência contra crianças e jovens em escolas do mundo todo serão apresentadas a líderes mundiais que se reúnem esta semana no Fórum Mundial de Educação, em Londres. Foto: UNICEF

Manifesto global pede fim da violência contra crianças e jovens nas escolas e arredores

Jovens de todo o mundo vão pedir aos governos o fim da violência nas escolas e arredores, durante o Fórum Mundial de Educação, que ocorre esta semana no Reino Unido.

O Manifesto Jovem #ENDviolence foi redigido no fim de 2018 por mais de 100 crianças e jovens de todo o mundo, incluindo a brasileira Lays dos Santos, que viajou à África do Sul, a convite do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), para representar meninas e meninos brasileiros.

O manifesto pede que pais, responsáveis, escolas, formuladores de políticas e comunidades levem os estudantes a sério; estabeleçam regras claras; façam leis restringindo armas; garantam segurança na escola; forneçam instalações escolares seguras; capacitem professores e conselheiros; e ensinem sobre consentimento e resposta à violência sexual.

Marlova Jovchelovitch Noleto é diretora e representante da UNESCO no Brasil. Foto: UNESCO/Mila Petrillo

UNESCO discute projetos de cooperação com Ministério dos Direitos Humanos

A diretora e representante da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) no Brasil, Marlova Jovchelovitch Noleto, visitou na segunda-feira (7) a nova ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves. Na ocasião, elas se apresentaram oficialmente e conversaram sobre os projetos de cooperação já existentes e as perspectivas para 2019.

Foram apresentados à nova ministra os cinco projetos de cooperação técnica já em execução com o governo federal ligados à pasta, mais especificamente com a própria área de Direitos Humanos, a Secretaria de Juventude, a Secretaria da Pessoa com Deficiência, a Secretaria da Pessoa Idosa e a Fundação Nacional do Índio (FUNAI).

Publicação de organismos do Distrito Federal aborda métodos de ensino de práticas sustentáveis. Imagem: ADASA/SEEDF

Distrito Federal lança publicação sobre práticas sustentáveis nas escolas

Elaborada com apoio de projeto da UNESCO, a publicação apresenta práticas ambientalmente responsáveis para as instituições e professores, além de métodos para a sua aplicação no ensino.

A proposta do material é estabelecer, a partir de um diagnóstico do desempenho do colégio, metas sobre redução de gastos com água e energia, entre outros temas. Esses objetivos deverão ser cumpridos com a participação da escola, do aluno e da comunidade local.

Os refugiados e solicitantes de refúgio, assim como os migrantes que vivem em São Paulo, participam de processos de consulta com o poder público para aprimorar as políticas de acolhimento e integração na maior metrópole da América do Sul. Foto: ACNUR/Luiz Fernando Godinho

Um terço dos migrantes com ensino superior no mundo tem qualificação excessiva para trabalho que realizam

Mais de um terço dos migrantes com ensino superior do mundo considera ter qualificação excessiva para o trabalho que desenvolvem nos países em que vivem. A conclusão é de estudo publicado nesta quinta-feira (20) por Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e Fundação Education Above All.

O documento estima que apenas 30% dos migrantes e refugiados que vivem nos países da Organização para a Cooperação Desenvolvimento Econômico (OCDE) e têm qualificações de ensino superior obtidos fora da Europa e da América do Norte ocupam posições de alta qualificação. Menos de 15% deles acreditam que seu trabalho está à altura do seu nível educacional.

Deme Hatimi, de 21 anos, dá aula numa escola franco-árabe em Burkina Faso. Foto: Parceria Global para a Educação/Kelley Linch

Em dia mundial, UNESCO celebra legado artístico e científico da língua árabe

Em mensagem para o Dia Mundial da Língua Árabe, lembrado neste 18 de dezembro, a diretora-geral da UNESCO, Audrey Azoulay, lembrou que o idioma é a língua materna de mais de 290 milhões de pessoas e é também a língua litúrgica de cerca de 1,5 bilhão de muçulmanos em todo o mundo.

Segundo a dirigente, o árabe carrega um legado expressivo no campo das artes e ciências e se firma hoje como meio de comunicação de uma juventude antenada com as novas tecnologias.

Reserva Transfronteiriça Bosques da Paz, localizada entre o Equador e o Peru. Foto: UNESCO

No Equador, UNESCO promove fórum regional sobre juventude e biodiversidade

Teve início nesta quarta-feira (5) em Catacocha, no Equador, o primeiro Fórum de Jovens da Rede de Reservas da Biosfera da Ibero-América e Caribe (IberoMAB). Encontro discute oportunidades de desenvolvimento sustentável para a juventude que vive, trabalha e estuda nesses espaços de conservação reconhecidos pela UNESCO. Evento promove atividades até o próximo sábado (8), com a participação de mais de 90 pessoas de 24 países.

Salahdin Abdurrahman Khissan, de 17 anos, caminha em Darfur. O jovem estuda Psicologia na universidade. Foto: ONU/Albert González Farran

ONU pede participação das pessoas com deficiência na vida política, social e cultural

Em mensagem para o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, observado neste 3 de dezembro, a diretora-geral da UNESCO, Audrey Azoulay, defendeu a participação dessa população na vida política, social e cultural, “para construir um mundo que seja pluralista, aberto, participativo”.

Também por ocasião da data, o administrador do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Achim Steiner, ressaltou que garantir os direitos das pessoas com deficiência é fundamental para cumprir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

UNAIDS lança site ‘Deu Positivo, e Agora?’ com informações essenciais para jovens recém-diagnosticados com HIV

UNAIDS lança site ‘Deu Positivo, e Agora?’ com informações essenciais para jovens recém-diagnosticados com HIV

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) lança hoje a plataforma online Deu Positivo, e Agora? (deupositivoeagora.org): um site que reúne informações sobre HIV em linguagem atualizada, clara, acessível, com foco em jovens que acabaram de receber diagnóstico positivo para o HIV, o vírus da imunodeficiência humana.

A iniciativa conta com o apoio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Comunicação (UNESCO).

Os Recursos Educacionais Abertos (REA) são materiais de ensino, aprendizado e pesquisa em qualquer meio disponível no domínio público, que foram disponibilizados com licenças abertas. Foto: EBC

Especialistas debatem em Brasília uso de materiais abertos para ensino e pesquisa

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) no Brasil, em cooperação com o Ministério da Educação e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), reunirá esta semana, em Brasília (DF), representantes da educação e pesquisadores do Mercosul para discutir uma agenda conjunta de trabalho em torno dos Recursos Educacionais Abertos (REA) do bloco formado por Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.

Os REA são materiais de ensino, aprendizado e pesquisa em qualquer meio disponível no domínio público, que foram disponibilizados com licenças abertas, que permitem acesso, uso, redestinação, reutilização e redistribuição por terceiros.