Reserva Transfronteiriça Bosques da Paz, localizada entre o Equador e o Peru. Foto: UNESCO

No Equador, UNESCO promove fórum regional sobre juventude e biodiversidade

Teve início nesta quarta-feira (5) em Catacocha, no Equador, o primeiro Fórum de Jovens da Rede de Reservas da Biosfera da Ibero-América e Caribe (IberoMAB). Encontro discute oportunidades de desenvolvimento sustentável para a juventude que vive, trabalha e estuda nesses espaços de conservação reconhecidos pela UNESCO. Evento promove atividades até o próximo sábado (8), com a participação de mais de 90 pessoas de 24 países.

Salahdin Abdurrahman Khissan, de 17 anos, caminha em Darfur. O jovem estuda Psicologia na universidade. Foto: ONU/Albert González Farran

ONU pede participação das pessoas com deficiência na vida política, social e cultural

Em mensagem para o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, observado neste 3 de dezembro, a diretora-geral da UNESCO, Audrey Azoulay, defendeu a participação dessa população na vida política, social e cultural, “para construir um mundo que seja pluralista, aberto, participativo”.

Também por ocasião da data, o administrador do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Achim Steiner, ressaltou que garantir os direitos das pessoas com deficiência é fundamental para cumprir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

UNAIDS lança site ‘Deu Positivo, e Agora?’ com informações essenciais para jovens recém-diagnosticados com HIV

UNAIDS lança site ‘Deu Positivo, e Agora?’ com informações essenciais para jovens recém-diagnosticados com HIV

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) lança hoje a plataforma online Deu Positivo, e Agora? (deupositivoeagora.org): um site que reúne informações sobre HIV em linguagem atualizada, clara, acessível, com foco em jovens que acabaram de receber diagnóstico positivo para o HIV, o vírus da imunodeficiência humana.

A iniciativa conta com o apoio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Comunicação (UNESCO).

Os Recursos Educacionais Abertos (REA) são materiais de ensino, aprendizado e pesquisa em qualquer meio disponível no domínio público, que foram disponibilizados com licenças abertas. Foto: EBC

Especialistas debatem em Brasília uso de materiais abertos para ensino e pesquisa

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) no Brasil, em cooperação com o Ministério da Educação e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), reunirá esta semana, em Brasília (DF), representantes da educação e pesquisadores do Mercosul para discutir uma agenda conjunta de trabalho em torno dos Recursos Educacionais Abertos (REA) do bloco formado por Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.

Os REA são materiais de ensino, aprendizado e pesquisa em qualquer meio disponível no domínio público, que foram disponibilizados com licenças abertas, que permitem acesso, uso, redestinação, reutilização e redistribuição por terceiros.

Mais de mil alunos da rede pública do DF participaram do projeto e desenharam a sua visão sobre um dos artigos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Desenhos escolhidos a partir da mobilização agora estão estampados em mural na saída do metrô Galeria dos Estados. Foto: Julia Matravolgyi

Alunos do DF inauguram painel sobre Declaração Universal dos Direitos Humanos

Um painel de 110 metros quadrados foi inaugurado neste mês (22) em Brasília como parte das celebrações dos 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Feito de azulejos de cerâmica, o mural é composto por desenhos de estudantes de duas escolas públicas do Distrito Federal.

O projeto é uma parceria entre o Ministério dos Direitos Humanos e o Governo do Distrito Federal e tem apoio da UNESCO​ e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD)​.

Marcha em Montevidéu, Uruguai, reuniu sociedade civil e representantes da ONU em 2017 para pedir o fim da violência contra as mulheres. Foto: ONU Mulheres/Sahand Minae

Em dia mundial, ONU pede solidariedade a mulheres sobreviventes de violência

Em mensagem para o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra a Mulher, lembrado em 25 de novembro, agências da ONU pediram solidariedade a mulheres sobreviventes de agressões e violações de direitos.

Organismos celebraram a força de movimentos sociais, como o #MeToo (#EuTambém), que expuseram a dimensão dos abusos baseados em gênero — quando a mulher é atacada ou intimidada apenas por ser mulher.

Evento de lavagem do Cais do Valongo, em 2015. Foto: Milton Guran

Cais do Valongo, no Rio, recebe oficialmente título de Patrimônio Mundial da UNESCO

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) entrega na sexta-feira (24), às 10h, o título de Patrimônio Mundial da UNESCO do sítio arqueológico Cais do Valongo.

Descoberto em 2011, o sítio foi inscrito na Lista do Patrimônio Mundial da UNESCO em 2017.

O título será entregue pela diretora e representante da UNESCO no Brasil, Marlova Jovchelovitch Noleto, para representantes de instituições federais, estaduais e municipais, assim como para membros da sociedade civil.

Meninas fazem lição de casa em frente a tenda em campo de refugiados sírios no oeste de Erbil, no Iraque. Foto: UNICEF/Romenzi

Crianças migrantes e refugiadas do mundo estão sendo excluídas da educação, diz relatório

Crianças migrantes e refugiadas enfrentam duras dificuldades para frequentar escolas e acessar a educação, revelou novo relatório das Nações Unidas divulgado na terça-feira (20), que destacou também falhas estruturais nos sistemas nacionais de ensino, que muitas vezes excluem crianças em situação de deslocamento.

Segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), fatores como escolas não certificadas, idioma diferente e recursos limitados estão mantendo crianças refugiadas e migrantes longe do aprendizado e de perspectivas de um futuro melhor.

“O direito dessas crianças à educação de qualidade, mesmo que cada vez mais reconhecido no papel, é desafiado diariamente em salas de aula e negado por alguns governos”, disse a agência da ONU em comunicado à imprensa, anunciando seu novo Relatório Global de Monitoramento da Educação.

Vista aérea de Brasília. Foto: Agência Brasil

Brasília terá monumento sobre a Declaração Universal dos Direitos Humanos

Como parte das comemorações no Brasil dos 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH), o Ministério dos Direitos Humanos, em cooperação com a UNESCO Brasil, inaugura em Brasília uma obra de arte monumental do projeto “Inscrever os Direitos Humanos”. Painel sobre a declaração será instalado na saída do Metrô da Galeria dos Estados, na Asa Sul. Cerimônia de inauguração acontece na quinta-feira (22), às 10h.

O GEM 2019 analisa o impacto da movimentação de pessoas nos sistemas educacionais e mostra que milhões de crianças refugiadas em todo o mundo não têm acesso à educação. Foto: PMA

UNESCO divulga relatório sobre impactos da migração nos sistemas educacionais

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) lançará em Berlim, na Alemanha, na terça-feira (20), o Relatório de Monitoramento Global da Educação 2019, cujo tema deste ano é “Migração, deslocamento e educação: construir pontes, não muros”.

No Brasil, o documento será apresentado ao público no dia seguinte (21), no Memorial da América Latina, em São Paulo, SP, das 13h30 às 17h30.

Pintura 'A Escola de Atenas', do renascentista e italiano Rafael. No centro da imagem, os filósofos Platão e Aristóteles (esquerda e direita, respectivamente) debatem. A obra se encontra no Palácio Apostólico, no Vaticano. Foto: Vaticano

UNESCO diz que filosofia é fundamental para sociedades livres e plurais

Na semana em que se comemora o Dia Mundial da Filosofia, 15 de novembro, a diretora-geral da UNESCO, Audrey Azoulay, ressaltou que a disciplina é “um recurso fundamental para a convivência e para todas as sociedades que são livres e pluralistas – ou que desejam ser assim”.

Segundo a dirigente, esse campo do conhecimento exige a “coragem intelectual de questionar estereótipos e desconstruir dogmatismos”.

Crianças numa escola do Bronx, em Nova Iorque. Foto: ONU/Marcia Weistein

Em dia mundial, UNESCO defende diversidade e faz apelo contra racismo e discriminação

Em mensagem para o Dia Internacional da Tolerância, celebrado nesta sexta-feira (16), a diretora-geral da UNESCO, Audrey Azoulay, enfatizou que a tolerância não é apenas uma virtude moral, mas também um princípio político, capaz de orientar as sociedades na luta contra o racismo e outras formas de discriminação. Dirigente enfatizou que a diversidade faz parte da humanidade e é uma força do desenvolvimento.

Foto: Abpeducom/divulgação

Evento internacional em São Paulo reúne especialistas para discutir mídia e educação

Mesas-redondas, painéis e outras atividades abordam mídia-educação e educomunicação em instituições de ensino, políticas públicas e sociedade civil. Participa do encontro Carolyn Wilson, premiada educadora da Western University (Canadá) e presidente da GAPMIL, a aliança internacional da UNESCO para parcerias em Alfabetização Midiática e Informacional.

O congresso que acontece até quarta-feira (14) em São Paulo tem apoio de GAPMIL/UNESCO. O evento marca também a oitava edição do Encontro Brasileiro de Educomunicação, realizado pelo Núcleo de Comunicação e Educação (NCE) da Universidade de São Paulo (USP).

Foto: IGF

Fórum de Governança da Internet ocorre na semana que vem na sede da UNESCO, em Paris

Representantes de governos, setor privado e comunidade tecnológica se reunirão na sede da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), em Paris, para o 13º Fórum de Governança da Internet (IGF, na sigla em inglês), a ser realizado de 12 a 14 de novembro. Convocado pelo secretário-geral da ONU, o fórum busca divulgar discussões abertas e inclusivas sobre questões globais de Internet.

Empoderamento das mulheres na ciência e tecnologia está na pauta das Nações Unidas. Foto: EBC

Em dia mundial, chefe da UNESCO lembra importância do acesso universal à ciência

A diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Audrey Azoulay, afirmou que o Dia Mundial da Ciência para a Paz e o Desenvolvimento, lembrado em 10 de novembro, é o momento ideal para reafirmar o direito essencial do acesso universal à ciência, e de avaliar o quanto resta a ser feito para realizar esse objetivo.

A “Recomendação sobre Ciência e Pesquisas Científicas”, publicada em 2017 pela UNESCO, lembra os Estados e todos os atores envolvidos as condições que devem ser alcançadas para que a ciência possa ser um fator de paz e de desenvolvimento sustentável, o que inclui garantir uma formação de excelência aos pesquisadores, permitir a livre circulação do conhecimento e encorajar a cooperação internacional.

Foz do Mazagão Velho, no Amapá, onde a UNESCO e o Fundo Vale promovem a pesa sustentável. Foto: UNESCO/Fundo Vale/Milena Argenta

ONU apoia projetos do setor privado para promover desenvolvimento sustentável

Projetos apoiados pela ONU fazem parte de uma nova publicação sobre o que o setor privado do Brasil tem feito pelo desenvolvimento sustentável. Elaborado pelo Pacto Global das Nações Unidas, o documento reúne 19 iniciativas empresariais em áreas como água e saneamento, educação, comunicação, florestas, clima e agronegócio. Entre as estratégias, está um programa da UNESCO e do Fundo Vale para promover a pesca responsável na costa amazônica.

Jornalistas a trabalho no México. Foto: Flickr (CC)/Ester Vargas

Assassinatos de jornalistas são revoltantes e não podem ser ‘novo normal’, diz chefe da ONU

Os assassinatos de jornalistas no mundo todo são “revoltantes” e não deveriam se tornar o “novo normal”, afirmou o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, na ocasião do Dia Internacional pelo Fim da Impunidade por Crimes contra Jornalistas, 2 de novembro.

Em pouco mais de uma década, 1.010 jornalistas foram mortos por realizar seu trabalho e, em nove a cada 10 casos, os autores dos crimes não foram levados à Justiça. Somente em 2018, ao menos 88 jornalistas foram assassinados, de acordo com a ONU.

Funeral de jornalista da agência Tolo, assassinado após ataque em 5 de setembro de 2018 nos arredores de um centro esportivo de Cabul, no Afeganistão. Foto: UNAMA/Fardin Waezi

Incentivo político à violência contra jornalistas é ‘tóxico’, dizem especialistas da ONU

Um grupo de especialistas em direitos humanos das Nações Unidas pediu que os líderes mundiais parem de incitar o ódio e a violência contra a mídia, e garantam que os responsáveis por tais ataques sejam responsabilizados, citando as centenas de jornalistas mortos ou presos por causa de seu trabalho.

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) afirma que, entre 2006 e 2017, mais de 1 mil jornalistas foram assassinados por reportar notícias e levar informação ao público; uma média de uma morte a cada quatro dias.

Uma jornalista argentina cobre a Assembleia Geral das Nações Unidas, em 2017. Foto: ONU/Ariana Lindquist

UNESCO alerta para aumento dos casos de ataques contra jornalistas mulheres no mundo

Na ocasião do Dia Internacional pelo Fim da Impunidade dos Crimes contra Jornalistas, a diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Audrey Azoulay, afirmou que a data é uma oportunidade de se avaliar as formas de resposta aos problemas de segurança enfrentados por jornalistas no mundo todo quando realizam suas funções de investigação e informação.

Desde 2006, a UNESCO condenou o assassinato de 1.010 jornalistas e profissionais de mídia globalmente. Nove entre dez desses casos não foram levados à Justiça. De acordo com relatório da agência, aumentaram os casos de ataques e assédio contra jornalistas mulheres, especialmente em plataformas online.

Os recursos audiovisuais são parte significativa do nosso patrimônio cultural, lembrou a UNESCO. Foto: UNESCO

UNESCO lembra importância dos recursos audiovisuais para patrimônio cultural global

Às vésperas do Dia Mundial do Patrimônio Audiovisual, lembrado em 27 de outubro, a diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Audrey Azoulay, disse que os recursos audiovisuais são parte significativa do nosso patrimônio cultural.

“Imagens e sons, gravados em filme, videoteipe e fita sonora, trazem nosso passado à vida e estabelecem em nossa memória coletiva eventos, cenas e situações que, sem essas mídias, seriam esquecidas ou subsistiriam apenas como uma forma estática e sem vida”, disse. “O patrimônio audiovisual é uma fonte inestimável de conhecimento e um testemunho em movimento da nossa diversidade social, cultural e linguística”.

Construído de forma colaborativa, plataforma disponibiliza acesso ao Currículo da Cidade de modo dinâmico. Foto: EBC

UNESCO e Secretaria de Educação lançam currículo digital da cidade de São Paulo

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) e a Secretaria Municipal de Educação da capital paulista lançaram na sexta-feira (19) a plataforma online Currículo Digital da Cidade de São Paulo.

O currículo foi desenhado por meio de um processo colaborativo com o apoio de professores da rede municipal. O material está disponível online para consulta, inspiração e aplicação em sala de aula.

Secretário-geral da ONU, António Guterres, durante coletiva de imprensa na sede da ONU em Nova Iorque. Foto: ONU/Mark Garten

Chefe da ONU diz estar ‘perturbado’ com confirmação da morte de jornalista saudita

Em comunicado divulgado na sexta-feira (19), o secretário-geral da ONU, António Guterres, disse estar “profundamente perturbado” com a confirmação da morte do jornalista saudita Jamal Khashoggi.

Um tuíte publicado pelo Ministério das Relações Exteriores da Arábia Saudita afirmou na sexta-feira (19) que o jornalista desaparecido, que trabalhava como colunista no jornal Washington Post, foi assassinado, segundo informações transmitidas pela televisão estatal.

Mulher carrega bebê em ruas de assentamento de Altos de la Florida, Soacha, na Colômbia. Maior parte dos assentados foi deslocada de outras regiões devido a confrontos e ameaças de diversas facções armadas. Foto: ONU.

Banco Mundial e UNESCO impulsionam acesso a informação sobre conflito na Colômbia

Após quase 50 anos de conflito armado na Colômbia, atualmente mais de 8,5 milhões de pessoas foram reconhecidas pelo Estado como vítimas. Com progresso sem precedentes alcançado nos últimos anos em processo de paz, incluindo a assinatura de um acordo entre o governo colombiano e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) em novembro de 2016, o desenvolvimento e a implementação de programas e políticas eficazes de justiça transicional são essenciais para a construção de paz no país.

Nesse contexto, Banco Mundial e Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) estão trabalhando com o governo da Colômbia e organizações da sociedade civil para desenvolver uma série de atividades com o objetivo de fortalecer suas capacidades de informar as vítimas do conflito sobre seus direitos.

Comerciante de rua no Nepal. Foto: Banco Mundial/Stephan Bachenheimer

ONU diz que pobreza impede mais de 700 milhões de pessoas de atender suas necessidades básicas

Em pronunciamento neste 17 de outubro, Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, ressaltou que eliminar a miséria “não é uma questão de caridade, mas de justiça”.

Para combater o problema, a UNESCO defendeu o acesso universal à educação básica e a uma formação ampla, que combata costumes sociais associados a desigualdades.

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) alertou para as diferentes formas de privação, que não estão necessariamente relacionadas à renda, mas ao acesso a serviços e direitos, como educação, saúde e saneamento.

Foto: Domínio Público

UNESCO chama de ‘atrocidade’ assassinato e estupro de jornalista búlgara

A chefe da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) condenou na terça-feira (9) o assassinato “brutal” da repórter investigativa búlgara Victoria Marinova. O corpo da jovem foi encontrado na cidade de Ruse, com indícios de sufocamento e abuso sexual.

“Ataques a jornalistas erodem o direito humano fundamental de liberdade de expressão e seus corolários: a liberdade de imprensa e o livre acesso à informação”, declarou Audrey Azoulay, diretora-geral da UNESCO. “Além disso, o abuso sexual e físico para silenciar uma jornalista é um ultraje contra a dignidade e os direitos básicos de toda a mulher”.

Menina em Mogadíscio, na Somália. Foto: ONU/Tobin Jones

Estereótipos e discriminação impedem meninas de realizar seu potencial, diz ONU em dia mundial

Discriminação sistemática, falta de oportunidades de aprendizado e estereótipos sobre o que os meninas devem fazer com seu futuro e sua carreira são algumas das barreiras que impedem as jovens mulheres de alcançar uma vida plena.

A avaliação é do secretário-geral da ONU, António Guterres, que pediu o fim das desigualdades de gênero nesta quinta-feira (11), Dia Internacional das Meninas.

Também por ocasião da data, a chefe do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), Natalia Kanem, alertou que “o casamento infantil e a gravidez na adolescência forçam milhões de meninas a abandonar a escola”.

Foto: ONU

Evento paralelo à Assembleia Geral da ONU alerta para prisões e assassinatos de jornalistas no mundo

Frequentemente ameaçados, atacados e mortos, jornalistas também estão sendo presos em número recorde em todo o mundo, destacou um evento paralelo da Assembleia Geral da ONU na sexta-feira (28). Essas práticas prejudicam não apenas os direitos humanos fundamentais dos próprios repórteres, mas também o direito do público de receber e transmitir informações, alertaram os especialistas em direitos humanos.

De acordo com o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ), no final de 2017, 262 jornalistas foram presos, incluindo mais de 70 na Turquia, 40 na China e 20 no Egito. Cerca de 52% dos presos estavam atrás das grades por causa de reportagens sobre violações de direitos humanos, disse o CPJ.