UNAIDS elogia decisão de Portugal de conceder residência temporária a migrantes

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) elogiou a decisão tomada pelo governo português de conceder direitos de residência temporária a todos os migrantes e solicitantes de refúgio que solicitaram residência no país antes de 18 de março de 2020, quando foi anunciado o estado de emergência da COVID-19.

Esses direitos darão aos migrantes e solicitantes de refúgio acesso a benefícios sociais e de saúde, incluindo acesso ao serviço nacional de saúde, contas bancárias e contratos de trabalho e aluguel, até pelo menos 1 de julho de 2020.

Mulheres elevam suas vozes na vanguarda das mudanças climáticas

A região do Pacífico tem uma das maiores taxas de violência baseada em gênero do mundo. Pesquisas nacionais mostram que 72% das mulheres de Fiji sofrem violência de gênero em comparação com a média global de 35%. As mulheres da região também têm baixa representação em posições de liderança — dos 560 parlamentares do Pacífico, 48 são mulheres e apenas 10 são mulheres Fijianas.

Para além destes impactos socioculturais, as mulheres do Pacífico estão exigindo mais envolvimento na tomada de decisões relacionadas ao clima e se engajando totalmente nas respostas climáticas. Conheça a história da Narayan, Raduva e Maisamoa.

Foto: UNAIDS

UNAIDS apoia decisão de realizar virtualmente a 23ª Conferência Internacional de AIDS

O UNAIDS apoiou a decisão de a Sociedade Internacional de AIDS realizar, de forma virtual, a 23ª Conferência Internacional de AIDS (AIDS 2020) em julho, colocando a saúde e a segurança das pessoas em primeiro lugar.

O UNAIDS aproveita a ocasião e pede a todas as pessoas que se lembrem que a COVID-19 é uma doença grave. Todas as pessoas que vivem com HIV devem tomar todas as medidas preventivas recomendadas para minimizar a exposição e prevenir a infecção pelo vírus que causa a COVID-19.

Foto: UNAIDS

Redes de solidariedade garantem acesso a medicamentos antirretrovirais durante pandemia

Receber ligações a qualquer hora do dia não é incomum para Liu Jie, oficial de mobilização comunitária no escritório do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) na China.

Devido ao surto de COVID-19, todo o escritório tem se dedicado a ajudar as pessoas que vivem com HIV na continuidade do acesso ao tratamento, especialmente na província de Hubei, onde a pandemia foi relatada pela primeira vez. Recentemente, Liu ficou surpresa quando recebeu uma ligação da Polônia.

Publicação do UNAIDS pede zero discriminação contra mulheres e meninas - Foto: reprodução

Em Dia Mundial de Zero Discriminação, UNAIDS defende igualdade de mulheres e meninas

O UNAIDS desafiou a discriminação enfrentada por mulheres e meninas no Dia Mundial de Zero Discriminação 2020, lembrado em 1º de março. O objetivo é conscientizar e mobilizar ações para a promoção da igualdade e do empoderamento de mulheres e meninas em todo o mundo. A AIDS continua sendo a maior causa de morte de mulheres entre 15 e 49 anos.

A diretora executiva do UNAIDS, Winnie Byanyima, lembrou que o esforço para vencer a AIDS é inseparável da luta pelos direitos das mulheres e da luta contra todas as formas de discriminação.

O que as pessoas que vivem com HIV precisam saber sobre o coronavírus

COVID-19 é uma doença grave e todas as pessoas que vivem com HIV devem tomar todas as medidas preventivas recomendadas para minimizar a exposição ao novo coronavírus, causador da COVID-19, e prevenir-se da infecção.

Até o momento, não há fortes evidências de que as pessoas que vivem com HIV corram um risco especialmente maior de contrair a COVID-19 ou de que, caso o isso ocorra, elas possam apresentar um resultado pior em seus organismos. Contudo, isso não significa que as pessoas que vivem com HIV devam encarar a COVID-19 sem preocupações ou como se não fosse um problema grave. É preciso tomar todas as precauções para se proteger.

Winnie Byanyima, diretora executiva do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids. Foto: UNAIDS

ARTIGO: Para acabar com a AIDS, precisamos de uma nova era de liderança — séria, corajosa e justa

Em artigo, a diretora-executiva do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Winnie Byanyima, afirma que como mulher africana, as lembranças da AIDS estão gravadas em sua mente.

“De membros da família que se foram muito cedo nos deixando em luto e despedaçados; dos desvios de curso nos planos de desenvolvimento dos países; e de temer que a ameaça fosse impossível de derrotar.”

“Mas tenho outras lembranças que me trazem força, principalmente de como as pessoas começaram a reagir, muitas vezes se colocando em grande risco. A coragem delas mudou tudo, e fomos capazes de mobilizar a ciência, recursos internacionais, inovação e parcerias para começar a progredir contra a epidemia.” Leia o artigo completo.

Profilaxia pré-exposição é mais uma ferramenta contra a transmissão do HIV. Foto: UNAIDS

UNAIDS elogia decisão do governo britânico de disponibilizar PrEP nacionalmente

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) elogiou o anúncio feito pelo governo britânico no domingo (15) de disponibilizar o medicamento preventivo contra o HIV para pessoas mais vulneráveis em todo o país, como parte dos esforços de acabar com a transmissão até 2030.

“É definitivamente a coisa certa a se fazer”, disse Winnie Byanyima, diretora-executiva do UNAIDS. “A PrEP (Profilaxia Pré-Exposição) foi avaliada em diferentes faixas etárias entre homens gays e outros homens que fazem sexo com homens, mulheres trans, homens e mulheres heterossexuais e pessoas que usam drogas. Em cada um desses contextos, os dados são claros: a PrEP impede o HIV e deve ser disponibilizada a todos que precisam.”

UNAIDS e UNV assinam acordo para ampliar cooperação

UNAIDS e Programa de Voluntários das Nações Unidas assinam acordo para ampliar cooperação

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e o Programa de Voluntários das Nações Unidas (UNV) assinaram um memorando de entendimento a fim de estreitarem a colaboração entre as duas organizações.

UNAIDS e UNV trabalharão juntos para promover o voluntariado e para engajar os voluntários a apoiarem as pessoas que vivem e são afetadas pelo HIV.

Nos últimos 10 anos, 97 voluntários das Nações Unidas serviram ao UNAIDS em 36 países.

UNAIDS tem alta pontuação em ranking global de paridade de gênero em organizações de saúde

O terceiro relatório anual de Saúde Global 50/50 classificou novamente o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) como uma organização com “pontuação muito alta”.

Foram analisados os progressos feitos nos últimos 12 meses por organizações ativas no setor da saúde na implementação de políticas que promovam a igualdade de gênero, a não discriminação e a inclusão no local de trabalho.

Winnie Byanyima, diretora-executiva do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS). Foto: UNAIDS

ARTIGO: respostas bem-sucedidas a epidemias globais colocam as pessoas no centro

Em artigo, a diretora-executiva do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Winnie Byanyima, afirma que a pandemia da doença provocada pelo novo coronavírus, a COVID-19, está colocando luz sobre as respostas internacionais e nacionais às emergências de saúde — expondo lacunas em nossos sistemas, mostrando nossos pontos fortes e valendo-se da valiosa experiência de resposta a outras ameaças à saúde, como o HIV.

“À medida que o COVID-19 continua a se espalhar pelo mundo, será importante que pesquisas em andamento em ambientes com alta prevalência de HIV na população em geral possam esclarecer mais as interações biológicas e imunológicas entre o HIV e o novo coronavírus.” Leia o artigo completo.

Há 25 anos, governos deram passo histórico de adotar a Declaração e Plataforma de Ação de Pequim, o roteiro de política global mais abrangente pelos direitos humanos de mulheres e meninas. Foto: UNAIDS

AIDS ainda é a principal causa de morte de mulheres em idade reprodutiva no mundo

Na ocasião do Dia Internacional da Mulher, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) lançou o relatório “Nós temos o poder”, mostrando que as grandes desigualdades de gênero continuam a tornar as mulheres e meninas mais vulneráveis ​​ao HIV.

“A epidemia do HIV reflete as desigualdades e injustiças enfrentadas por mulheres e meninas e como as lacunas de direitos e serviços estão exacerbando a epidemia”, disse Winnie Byanyima, diretora-executiva do UNAIDS. “Isso é inaceitável, é evitável e deve acabar.”

As comunidades fazem a diferença e desempenham um papel fundamental na resposta à epidemia de AIDS nos níveis local, nacional e internacional, segundo o UNAIDS. Foto: UNAIDS

Cada US$1 investido na resposta à AIDS gera retorno de US$6,44

Embora os países tenham concordado em investir pelo menos 26 bilhões de dólares por ano até o final de 2020, em 2018 o total de investimentos foi de apenas 19 bilhões de dólares — um déficit de 7 bilhões de dólares e uma queda de 1 bilhão de dólares em relação a 2017. Trata-se de uma preocupante tendência de queda no financiamento geral para o HIV.

Cálculos citados pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) mostram que cada dólar investido na resposta à AIDS gera até 6,44 dólares em retornos econômicos em países de baixa e média renda.

Foto: UNAIDS

UNAIDS alerta para crise no tratamento infantil do HIV na África Ocidental e Central

Em 2018, a cobertura da terapia antirretroviral entre crianças vivendo com HIV na África Ocidental e Central foi de apenas 28%, muito abaixo da média global, de 54%. A ausência de serviços de saúde acessíveis em muitos países da África Ocidental e Central resulta na falta de diagnósticos de crianças vivendo com HIV.

O alerta foi feito pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

O teste, conduzido em 14 localidades na África do Sul, acompanhou mais de 5,4 mil pessoas de 18 a 35 anos, com estado sorológico negativo para o HIV, por mais de 18 meses. Foto: UNAIDS

Estudo experimental de vacina contra HIV é suspenso devido à ineficácia

O Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infecciosas (Niaid) dos Estados Unidos anunciou que o ensaio clínico HVTN 702, um estudo de vacina contra o HIV, foi interrompido. Apesar de nenhum problema de segurança ter sido encontrado, os dados independentes e o conselho de supervisão mostraram que a vacina era ineficiente em prevenir a transmissão do vírus.

“Apesar de estarmos obviamente desapontados com os resultados, aprendemos coisas importantes para testes futuros. Agradeço à equipe do estudo por esse importante ensaio clínico da vacina”, disse a diretora-executiva do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Winnie Byanyima.

AIEA e UNAIDS se comprometeram a ampliar e expandir os serviços para meninas e mulheres adolescentes afetadas por câncer do colo do útero e HIV. Foto: UNAIDS

UNAIDS e AIEA unem forças para ampliar ação contra câncer do colo do útero e HIV

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) uniram forças para aumentar a ação contra o câncer do colo do útero e o HIV.

Em 2018, cerca de 311 mil mulheres morreram de câncer do colo do útero no mundo, 85% delas em países de baixa e média renda, onde os programas de vacinação para HPV, triagem e tratamento são limitados.

Na África, 28 países não possuem uma única unidade de radioterapia. Parte do trabalho da AIEA é ajudar os países no uso de medicamentos nucleares e de radiação para tratar o câncer cervical e outros tipos de câncer.

UNAIDS trabalha com parceiros na China para assegurar que serviços de HIV continuem funcionando

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) enviou na quinta-feira (6) suas condolências às famílias que perderam entes queridos após o recente surto de coronavírus (2019-nCoV) na China. A organização também se solidarizou com o país e ofereceu total apoio a medidas que estão em curso para acabar com o surto.

O UNAIDS está trabalhando em colaboração estreita com parceiros e autoridades na China para assegurar que as pessoas afetadas pelo HIV continuem tendo acesso a serviços essenciais. Nas áreas afetadas pelo surto do 2019-nCoV, a locomoção pode ser restrita e o acesso a serviços limitados, enquanto hospitais focam em acompanhar os números crescentes de pacientes com o 2019-nCoV.

O respeito à identidade de gênero é uma das principais demandas da população trans - Foto: ONU Brasil

ONU lembra Dia da Visibilidade Trans e Travesti com debate sobre saúde, trabalho e direitos

Desde 2004, o Brasil celebra em 29 de janeiro o Dia da Visibilidade Trans e Travesti. Este ano, o Escritório de Direitos Humanos da ONU para a América do Sul (ACNUDH), o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), a Embaixada da Austrália, o Ministério Público do Trabalho e a Secretaria Global do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos uniram-se às celebrações com uma reunião técnica em Brasília (DF) sobre saúde, trabalho, direitos e inclusão social da população trans e travesti.

Segundo o ACNUDH, a realização dessa reunião técnica foi fundamental para articular os debates locais com o debate nacional e promover a discussão sobre elaboração, implementação e execução de políticas públicas destinas à garantia da saúde, trabalho digno e decente e inclusão social de grupos vulneráveis de forma transdisciplinar e interseccional.

O encontro reuniu mais de 80 pessoas entre profissionais de saúde, pessoas trans, representantes da sociedade civil, academia, gestores e gestoras públicas e de organizações internacionais. Foto: UNFPA Brasil/Giselle Cintra

Encontro em Brasília discute saúde, trabalho e inclusão social de pessoas trans

A vulnerabilidade social, o preconceito e discriminação ainda são barreiras encontradas por pessoas trans no emprego, o que afeta negativamente sua admissão, permanência e ascensão no mercado formal de trabalho.

O preconceito e a discriminação ocorrem, muitas vezes, a partir de atos velados, como a exigência de que as pessoas trans usem o nome de registro ou uniformes de trabalho que não condizem com sua identidade de gênero, por exemplo.

Esses temas foram abordados em reunião técnica realizada em Brasília (DF) com pessoas trans, representantes de agências da ONU, organizações da sociedade civil, setor público e academia.

Ato realizado diante do Congresso Nacional, em Brasília, para lembrar a memória de vítimas da transfobia no Brasil. Foto: Flickr (CC)/Mídia Ninja

População trans ainda é mais vulnerável ao estigma e à discriminação no Brasil

A população de transexuais e travestis é a que mais sofre os impactos do estigma e da discriminação no Brasil. Segundo o Índice de Estigma em relação às pessoas vivendo com HIV/AIDS no país, realizado em sete capitais brasileiras, 90,3% da população de transexuais e travestis entrevistada já passou por pelo menos uma situação de estigma ou discriminação por conta da sua identidade de gênero.

A Aliança Empresarial para Acabar com a AIDS até 2030 é uma coalizão público-privada copatrocinada pelo UNAIDS e GBCHealth. Foto: UNAIDS

Aliança Empresarial para Acabar com a AIDS até 2030 é lançada em Davos

A Aliança Empresarial para Acabar com a AIDS até 2030, uma coalizão público-privada patrocinada por Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e a organização sem fins lucrativos GBCHealth, foi anunciada na quinta-feira (23) em Davos, na Suíça, paralelamente ao Encontro Anual do Fórum Econômico Mundial.

A iniciativa visa proporcionar às empresas as ferramentas necessárias e o suporte de parceiros do setor público para acabar com a AIDS até 2030.

Há 20 anos, o MNCP tem trabalhado para garantir o fortalecimento das mulheres vivendo com HIV/AIDS e para promover o acesso à informação e a direitos. Foto: UNAIDS

Cidadãs Posithivas lança site para levar mais informação sobre HIV/AIDS a mulheres brasileiras

O Movimento Nacional das Cidadãs Posithivas (MNCP) lançou nesta sexta-feira (24) seu novo site: http://www.mncp.org.br. A página disponibiliza informações sobre a infecção pelo HIV, a vulnerabilidade das mulheres e as ações e encontros nacionais do MNCP.

Há 20 anos, o MNCP tem trabalhado para garantir o fortalecimento das mulheres vivendo com HIV/AIDS e para promover o acesso à informação e a direitos.

O projeto de criação do site foi uma parceria com o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/AIDS (UNAIDS).

HIV e doenças infecciosas estão entre principais desafios de saúde para a década

Dados do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) apontam que, até o fim de 2018, 37,9 milhões de pessoas estavam vivendo com HIV, mas o número de mortes relacionadas à AIDS caiu à medida que o acesso ao tratamento foi expandido em diversos países e mais progressos feitos na melhoria da prestação de serviços de HIV e tuberculose.

Entretanto, apesar dos esforços globais, segundo a OMS, casos de HIV, tuberculose, hepatites, malária, entre outros, ainda serão responsáveis pela morte de 4 milhões de pessoas em 2020.

UNAIDS: acesso à saúde não pode ser privilégio dos mais ricos do mundo

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) está participando de vários eventos na Reunião Anual do Fórum Econômico Mundial de 2020 em Davos, na Suíça, para destacar a necessidade de os governos cumprirem seus compromissos de realizar a cobertura universal de saúde e garantir que ninguém seja deixado para trás.

“Os serviços de saúde financiados publicamente são o maior equalizador da sociedade”, disse Winnie Byanyima, diretora-executiva do UNAIDS. “Quando os gastos com saúde são cortados ou inadequados, são os pobres e marginalizados da sociedade, especialmente mulheres e meninas, que perdem o direito à saúde primeiro e precisam arcar com o ônus de cuidar de suas famílias.”

Há pelo menos três anos, o UNAIDS tem atuado no apoio à Associação da Parada do Orgulho LGBT do Estado de São Paulo para a promoção de encontros e debates. Foto: UNAIDS

UNAIDS felicita Parada LGBT de SP por escolher tema HIV/AIDS para edição de 2021

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) cumprimentou a Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, ONG responsável pela maior parada LGBT do mundo, pela decisão de adotar o tema HIV/AIDS para a sua 25ª edição, que acontecerá em 2021.

Tratar o HIV e a AIDS como tema central na maior parada LGBT do mundo é de extrema importância, segundo o UNAIDS. Estima-se que um em cada cinco homens gays e HSH (homens que fazem sexo com homens) viva com HIV no Brasil; e que a prevalência do HIV entre travestis e mulheres trans seja superior a 30%.

Estudo inédito revela como o estigma e a discriminação impactam pessoas vivendo com HIV e AIDS no Brasil. Foto: Imprensa MG/Adair Gomes

Mais de 64% das pessoas que vivem com HIV no Brasil sofreram discriminação

A maioria das pessoas que vivem com HIV e das pessoas que vivem com AIDS no Brasil já passou por pelo menos alguma situação de discriminação ao longo de suas vidas. É o que indica um estudo feito com 1.784 respondentes, em sete capitais brasileiras, entre abril e agosto de 2019.

Comentários discriminatórios ou especulativos já afetaram 46,3% delas, enquanto 41% disseram ter sido alvo de comentários feitos por membros da própria família.

O levantamento também evidencia que muitas destas pessoas já passaram por outras situações de discriminação, incluindo assédio verbal (25,3%), perda de fonte de renda ou emprego (19,6%) e até mesmo agressões físicas (6,0%).

No Quênia, as mortes relacionadas à AIDS caíram mais de 50% desde 2010 e as novas infecções por HIV caíram 30%. Foto: UNAIDS.

ONU ressalta papel-chave das comunidades para acabar com a epidemia de Aids no mundo

Em mensagem oficial para marcar o Dia Mundial contra a Aids (observado anualmente em 1 de dezembro), o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres afirma que, para aumentar a cobertura do tratamento a todas e todos e acabar com novos casos até 2030, as comunidades de base desempenham um papel fundamental.

Segundo o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), o trabalho de conscientização e acesso a serviços relacionados ao HIV realizados pelas pessoas que vivem e lidam com a Aids é essencial para combater o estigma, assegurar direitos e frear os avanços da doença globalmente.

As comunidades fazem a diferença e desempenham um papel fundamental na resposta à epidemia de AIDS nos níveis local, nacional e internacional, segundo o UNAIDS. Foto: UNAIDS

ARTIGO: organizações comunitárias garantem tratamento a pessoas vivendo com HIV

Em artigo, o diretor regional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) para a América Latina e o Caribe, César Núñez, afirma que no mundo todo organizações comunitárias têm ajudado a garantir serviços de prevenção, tratamento, cuidados e apoio a pessoas vivendo com HIV e seus pares. Tais organizações ajudaram a garantir que mais de 23 milhões de pessoas tivessem acesso a tratamento em 2018. Leia o artigo completo.

Campanha de UNAIDS e parceiros incentiva diálogo sobre HIV entre jovens e profissionais de saúde

Sob o lema “Fale comigo abertamente”, a campanha para o Dia Mundial contra a Aids deste ano busca mobilizar profissionais de saúde para que conversem abertamente com jovens sobre HIV e outras infecções sexualmente transmissíveis (IST) sem preconceitos, sem estigma e sem discriminação.

A campanha é uma iniciativa de Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e Rede Latino Americana de Jovens vivendo com HIV (J+LAC).

Participantes do encontro do UNAIDS e Ministério da Saúde - Foto: UNAIDS

UNAIDS participa de encontro com cidades brasileiras para acelerar resposta ao HIV

O UNAIDS e o Ministério da Saúde reuniram secretários e secretárias municipais e estaduais de saúde, profissionais da gestão pública e especialistas na resposta ao HIV para discutir avanços, desafios e soluções em torno dos compromissos da Declaração de Paris. O encontro foi realizado em São Paulo, nos dias 31/10 e 1/11.

A Declaração de Paris, que já foi assinada por 42 cidades brasileiras, além do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Distrito Federal, marca o comprometimento destas localidades com o cumprimento das metas de tratamento 90-90-90 para o HIV. Isso significa o compromisso de que, até 2020: 90% das pessoas vivendo com HIV estejam diagnosticadas; 90% das pessoas diagnosticadas estejam em tratamento antirretroviral; e que 90% destas pessoas em tratamento estejam com carga viral suprimida.

O projeto, que conta com o apoio do UNAIDS, busca também promover o empoderamento destas comunidades por meio do conhecimento sobre sexualidade e questões sobre o estigma e a discriminação. Foto: Otávio Pessanha

Projeto leva informação sobre HIV a jovens de Campos dos Goytacazes (RJ)

O projeto “Se Liga Ae Juventude!” irá capacitar jovens de 12 a 18 anos, principalmente a juventude negra e de periferias, em habilidades de discussão sobre temas de prevenção ao HIV e saúde sexual e reprodutiva.

A partir dos conhecimentos adquiridos, eles poderão produzir materiais educativos em diferentes plataformas, levando o debate para suas comunidades, principalmente aquelas afastadas dos grandes centros e das capitais brasileiras. O relato é do UNAIDS Brasil.

Nova diretora do UNAIDS realiza 1ª reunião presencial com doadores e parceiros

Em sua primeira reunião presencial com doadores e parceiros desde que assumiu o posto de diretora executiva do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AINDS (UNAIDS), Winnie Byanyimase apontou decisão de levar a organização adiante sob uma abordagem feminista e aliada à promoção da saúde sexual e reprodutiva que, segundo a agência, é uma ferramenta importante na resposta global ao vírus.

O encontro foi organizado conjuntamente pelo ministro da Cooperação Internacional para o Desenvolvimento da Suécia, Peter Eriksson, e aconteceu antes da abertura oficial da Cúpula de Nairóbi (CIPD25), realizada na capital do Quênia entre 12 e 14 de novembro deste ano em marco aos 25 anos da Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento do Cairo (CPID).

A reunião também foi a primeira de uma série de eventos planejados como parte do aprimoramento do engajamento coletivo e da colaboração reforçada à agência, à medida que se inicia o processo de desenvolvimento de um novo plano estratégico para o HIV.

Evento contou com a presença do diretor do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) para a região da Europa Oriental/Ásia Central, Vinay Saldanha. Foto: Reprodução/UNAIDS.

Na 17ª Conferência Europeia sobre AIDS, ex-capitão de rugby Gareth Thomas fala do estigma relacionado ao HIV

Entre 6 e 9 de novembro, cidade de Basileia, na Suíça, recebeu a 17ª Conferência Europeia sobre AIDS. Participando em evento especial da Conferência, o ex-capitão de rugby do País de Gales, Gareth Thomas, falou à plateia sobre sua decisão de divulgar publicamente seu estado sorológico sobre o HIV.

O ex-atleta participou de documentário produzido pela transmissora britânica BBC que aborda o cotidiano de personalidades vivendo com o vírus. “Eu queria que as pessoas vissem que eu era capaz de nadar duas milhas e meia no mar, pedalar 112 milhas e correr uma maratona com HIV. Se eu posso fazer isso, nós podemos fazer qualquer coisa”, avaliou Thomas.

Sob o tema Together We Can (“Juntos nós podemos”, na tradução livre para o português), evento contou com a presença do diretor do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) para a região da Europa Oriental/Ásia Central, Vinay Saldanha, que destacou o poder das parcerias para avançar no progresso pelo fim da AIDS.

A vice-secretária geral da ONU, Amina Mohammed encontra estudantes em Nairóbi, no Quênia. Foto: Goergina Sane Smith/PNUMA

Conferência de Nairobi: mulheres precisam decidir sobre concepção para alcançar igualdade de gênero

Para alcançar igualdade de gênero, as mulheres precisam ter o poder de tomar suas próprias decisões sobre concepção. A declaração foi feita pela vice-secretária-geral da ONU, Amina Mohammed, durante a abertura da Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento, em Nairobi.

No encontro, a diretora exectuva do UNAIDS, Winnie Byanyima, fez uma declaração de compromisso para intensificar as ações e o compromisso de acabar com a AIDS, eliminar a injustiça social e alcançar as mulheres e meninas que estão sendo deixadas para trás.

O Fundo de População da ONU (UNFPA) organiza o encontro em parceria com os governos do Quênia e da Dinamarca.