Arte: UNAIDS

UNAIDS promove ações rumo à igualdade de gênero dentro da organização

Acelerar o progresso rumo à igualdade de gênero e ao empoderamento das mulheres é fundamental para acabar com a epidemia de AIDS. E as ações começam dentro do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Em 2018, o UNAIDS lançou seu Plano de Ação sobre Gênero 2018-2023 com o objetivo de melhorar a eficácia do UNAIDS promovendo a liderança feminina em toda a organização e assegurando que todos os funcionários, mulheres e homens, estejam cientes das questões que aumentam o risco de infecção pelo HIV em mulheres.

Teste rápido de HIV. Foto: UNICEF/Sewunet

Novo estudo não encontra relação entre risco de infecção pelo HIV e contraceptivos com progestógeno

Um estudo de pesquisa clínica conduzido em quatro países africanos não encontrou diferença significativa no risco de infecção por HIV entre mulheres que utilizam um dos três métodos anticoncepcionais reversíveis altamente eficazes.

Nos últimos 25 anos, à medida que a epidemia do HIV se instalou em muitos países, vários estudos observacionais sugeriram um possível aumento do risco de infecção por HIV entre mulheres que utilizam contraceptivos injetáveis apenas com progestógeno, particularmente o DMPA-IM.

Devido às limitações no desenho desses estudos, no entanto, não foi possível determinar se as infecções por HIV se relacionaram ao método contraceptivo usado ou a outros fatores. Os resultados recentes são os mais robustos até o momento a abordar essas preocupações.

O estudo foi realizado por um consórcio liderado pela FHI 360, da Universidade de Washington, pelo Instituto de Saúde Reprodutiva e HIV de Wits e pelo Programa de Reprodução Humana da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Bandeira da Colômbia hasteada em Bogotá. Foto: Flickr (CC)/Gabriel Britto

ONU elogia revogação de lei na Colômbia que criminalizava transmissão do HIV

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) elogiou na quinta-feira (13) a decisão do Tribunal Constitucional da Colômbia de eliminar a seção do Código Penal que criminalizava a transmissão do HIV e da hepatite B.

Na avaliação da agência da ONU, a criminalização excessivamente ampla da transmissão do HIV é ineficaz, discriminatória e não melhora os esforços para prevenir novas infecções pelo vírus.

UNAIDS debate protagonismo trans e travesti no audiovisual. Foto: UNAIDS

Protagonismo trans no audiovisual é tema de cine-debate da ONU em São Paulo

Em meio às celebrações que antecedem a Parada LGBTI de São Paulo, o CINUSP Paulo Emílio será palco na próxima terça-feira (18) de um cine-debate que vai exibir o webdocumentário ‘Luz, Câmera, Zero Discriminação’.

A obra retrata os bastidores do curso homônimo, promovido no ano passado pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS). Formação capacitou 15 pessoas trans e travestis em técnicas de produção audiovisual.

O UNAIDS tem trabalhado com grupos LGBT, organizações da sociedade civil e outros parceiros para promover um ambiente legal apropriado em Botsuana. Foto: UNAIDS

UNAIDS elogia decisão de Botsuana de revogar leis que criminalizavam pessoas LGBT

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) cumprimentou a decisão histórica da Suprema Corte de Botsuana de declarar como inconstitucionais disposições-chave dos Artigos 164 e 167 do Código Penal do país. Essas disposições criminalizavam atos sexuais privados e levavam à discriminação e violência contra pessoas lésbicas, gays, bissexuais e trans (LGBT).

“Esta é uma decisão histórica para pessoas lésbicas, gays, bissexuais e trans (LGBT) em Botsuana”, disse Gunilla Carlsson, diretora-executiva interina do UNAIDS. “Ela restaura a privacidade, o respeito e a dignidade das pessoas LGBT no país e este é um dia para celebrar o orgulho, a compaixão e o amor. Eu cumprimento os ativistas, organizações da sociedade civil e grupos comunitários que se empenharam tão intensamente para este momento.”

O grupo visitou a ONG Casa Fonte Colombo, em Porto Alegre. Foto: UNAIDS

Especialistas e técnicos da área de prevenção visitam serviços de HIV em Porto Alegre e Brasília

Uma equipe de técnicos, especialistas e gestores do Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis (DCCI) do Ministério da Saúde, da Organização Pan-americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) e do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) estiveram na segunda-feira (10), em Porto Alegre (RS), e na terça-feira (11), em Brasília (DF), para visitar serviços de saúde públicos, além de participar de encontros com gestores e técnicos locais.

A visita faz parte da reunião técnica para analisar o campo e práticas de prevenção do HIV no Brasil, convocada pelo DCCI, que acontece entre os dias 10 e 14 de junho no país. Ao longo desta semana, especialistas de organismos internacionais, organizações da sociedade civil, além de técnicos e gestores públicos, irão discutir a implementação de prevenção do HIV no Brasil, visando o cumprimento das metas regionais de prevenção de 2020 e de eliminação da AIDS como problema de saúde pública até 2030.

A iniciativa foi criada em 2009 com o apoio do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e é formada por 27 organizações comunitárias de mulheres em 12 províncias da China. Foto: UNAIDS

Rede chinesa dá apoio a mulheres vivendo com HIV que desejam ter filhos

A Rede Chinesa de Mulheres contra a AIDS (WNAC, na sigla em inglês) está se esforçando para garantir que mais mulheres vivendo com HIV e hepatite C no país estejam cientes de que podem ter filhos saudáveis.

A iniciativa foi criada em 2009 com o apoio do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e é formada por 27 organizações comunitárias de mulheres em 12 províncias da China.

É uma plataforma que reúne e defende as mulheres que vivem com HIV e garante que elas recebam a ajuda e o apoio de que precisam para ter acesso a cuidados de saúde adequados e dar à luz bebês livres do HIV.

Conferência Women Deliver, em Vancouver, Canadá, foi organizada por Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA). Foto: UNAIDS

Conferência no Canadá alerta para desafios da saúde sexual e reprodutiva no mundo

Vinte e cinco anos depois da Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento, realizada no Egito, há progresso significativo na área de saúde sexual e reprodutiva e nos direitos das mulheres jovens e adolescentes no mundo. O acesso voluntário a métodos contraceptivos modernos aumentou 25% desde 1994, e a qualidade dos serviços de saúde sexual e de HIV também melhorou. No entanto, muito ainda resta a ser feito.

Toda semana são registrados cerca de 7 mil novos casos de infecção por HIV entre mulheres e meninas no mundo. Na África Subsaariana, a chance de infecção por HIV entre meninas com idades entre 15 e 19 anos é três vezes maior do que entre meninos da mesma idade.

O tema foi debatido em evento organizado por Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) durante
a Conferência Women Deliver, ocorrida em Vancouver, no Canadá, no início de junho.

Guia reúne diretrizes sobre questões como ampliação de acesso a serviços de HIV, qualidade dos resultados de saúde sexual e reprodutiva e direitos (SSRD) das mulheres vivendo com HIV e promoção da igualdade de gênero. Foto: UNAIDS

Guia dá diretrizes sobre igualdade de gênero em serviços de saúde para HIV

As mulheres que vivem com HIV enfrentam desafios únicos e violações de direitos relacionados à sexualidade e à reprodução, não apenas dentro de suas famílias e comunidades, mas também nas instituições de saúde onde buscam atendimento.

Diante desse cenário, uma publicação conjunta de Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS) e Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) reúne diretrizes sobre ampliação de acesso a serviços de HIV, qualidade dos serviços de saúde sexual e reprodutiva e direitos (SSRD) para as mulheres vivendo com HIV e promoção da igualdade de gênero.

Bandeira do Orgulho LGBTI. Foto: Benson Kua

UNAIDS lamenta decisão no Quênia de criminalizar pessoas LGBT

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) disse no fim de maio (25) lamentar a decisão da Suprema Corte do Quênia de manter as principais disposições das Seções 162 e 165 do Código Penal do país. Essas disposições criminalizam certos atos sexuais privados e levam à discriminação e violência contra pessoas lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros (LGBT).

“A decisão é uma oportunidade perdida para o Quênia defender os direitos humanos e restaurar privacidade, respeito e dignidade para a comunidade lésbica, gay, bissexual e transgênero (LGBT)”, disse Gunilla Carlsson, diretora-executiva interina do UNAIDS. “Eu compartilho da grande decepção e frustração sentidas pelas pessoas LGBT no Quênia e quero assegurar-lhes o apoio contínuo do UNAIDS para alcançar justiça e igualdade para todos.”

Oficial da polícia antidrogas da Libéria faz busca em lixão nos arredores de Monrovia. Foto: Staton Winter/ONU

No oeste da África, ONU defende abordagem de direitos humanos para lidar com uso de drogas

Representantes do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e da Comissão da África Ocidental sobre Drogas divulgaram em maio uma proposta de “lei modelo” sobre drogas para o oeste do continente africano. Durante a apresentação do texto para ministros da Saúde de países da região, a agência da ONU defendeu a efetividade da descriminalização e de políticas de redução de danos.

Foto: UNAIDS

UNAIDS lança plataforma para compartilhamento de inovações em saúde

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e parceiros lançaram esta semana uma nova iniciativa para impulsionar o potencial das inovações para melhorar a saúde de todos.

A Health Innovation Exchange é uma plataforma para compartilhamento de inovações em saúde. Ela conectará inovadores a investidores e inovações a implementadores. Lançada paralelamente à Assembleia Mundial da Saúde, em Genebra, na Suíça, a iniciativa visa apoiar os esforços globais para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

A política sueca Gunilla Carlsson foi nomeada diretora-executiva interina do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS). Foto: UNAIDS

Secretário-geral da ONU nomeia política sueca como diretora-executiva interina do UNAIDS

O secretário-geral da ONU, António Guterres, nomeou a política sueca Gunilla Carlsson diretora-executiva interina do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), informou a organização no sábado (18).

Antes de ingressar no UNAIDS, em fevereiro do ano passado, Gunilla atuou como representante eleita no Parlamento Sueco e como ministra da Cooperação Internacional para o Desenvolvimento em seu país.

UNAIDS participou de audiência pública da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados sobre projetos de lei voltados à população LGBTI. Foto: CDHM/Fernando Bola

UNAIDS Brasil participa de audiência pública sobre projetos voltados à população LGBTI

Como parte da semana de celebrações do Dia Internacional de Enfrentamento à LGBTIfobia (IDAHOT, da sigla em inglês), comemorado mundialmente em 17 de maio, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) participou na quarta-feira (15) de audiência pública da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, em Brasília (DF). O objetivo foi debater os projetos de lei voltados à igualdade de direitos e à proteção jurídica da população LGBTI.

A celebração do Dia Internacional contra a Homofobia, a Transfobia e a Bifobia acontece desde que a Organização Mundial da Saúde (OMS) retirou a homossexualidade da lista de distúrbios mentais, em 17 de maio de 1990. A data já recebeu reconhecimento oficial de vários Estados, instituições internacionais como o Parlamento Europeu e inúmeras autoridades locais, incluindo as agências das Nações Unidas.

Segundo dados do Grupo Gay da Bahia, apresentados durante a audiência pública, a cada 19 horas, uma pessoa LGBTI é assassinada no Brasil. A cada duas horas, acontece uma agressão. Nesse contexto, a expectativa de vida das pessoas trans é de 35 anos. O Congresso Nacional Brasileiro não aprova leis protetivas para a população LGBTI há 31 anos, desde a Constituição de 1988.

Foto: Mathias Wasik/Flickr/CC

Agências da ONU pedem que países promulguem leis para proteger pessoas LGBTI

Na ocasião do Dia Internacional contra Homofobia, Transfobia e Bifobia (IDAHOT), o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) pede que todos os países removam leis discriminatórias contra pessoas lésbicas, gays, bissexuais, trans e intersexuais (LGBTI).

“Todos nós temos a obrigação moral e legal de remover leis discriminatórias e promulgar leis que protejam as pessoas da discriminação”, disse Gunilla Carlsson, diretora-executiva interina do UNAIDS. “Para acabar com a epidemia de AIDS, as pessoas precisam ser protegidas. Precisamos de justiça e igualdade para todos.”

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) e o administrador do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) também se manifestaram sobre o tema. O IDAHOT, uma celebração mundial da diversidade sexual e de gênero, é comemorado anualmente em 17 de maio.

Em Belo Horizonte, jovens realizam uma partida de 'queimado' temática, para discutir questões de gênero e orgulho LGBTI. Imagem de 2016. Foto: Mídia Ninja (CC)

Programa da ONU e fundação promovem pesquisa global sobre qualidade de vida da população LGBTI

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e a LGBT Foundation realizam uma pesquisa online sobre a felicidade, a vida sexual e a qualidade de vida de lésbicas, gays, bissexuais, pessoas trans e intersexo. Disponível em português e em mais de outros 16 idiomas, o levantamento é pioneiro e visa lançar luz sobre os desafios vividos pela população LGBTI, incluindo a discriminação nos serviços sociais e de saúde.

Foto: UNAIDS

ONU alerta para vínculos entre violência de gênero e HIV no Oriente Médio

No Oriente Médio e norte da África, existem cerca de 220 mil pessoas soropositivas, segundo o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS). De acordo com o organismo internacional, mulheres vítimas de abuso podem estar mais vulneráveis à infecção pelo vírus da AIDS. Para responder a esse cenário, um projeto criado em 2018 pela agência da ONU dá voz às mulheres que desejem falar sobre os vínculos entre violência de gênero e HIV.

Michel Sidibé, diretor executivo do UNAIDS. Foto: Mark Garten/ONU

Diretor-executivo do UNAIDS deixa o cargo e assume posto de ministro da Saúde do Mali

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) cumprimentou nesta quinta-feira (9) seu diretor-executivo há dez anos, Michel Sidibé, por sua nomeação como ministro da Saúde e Assuntos Sociais do Mali.

Defensor de uma abordagem centrada nas pessoas para questões de saúde e desenvolvimento, Sidibé deixa uma “contribuição notável para a resposta à AIDS, ajudando a salvar e melhorar as vidas de milhões de pessoas em todo o mundo”, de acordo com o UNAIDS.

Sidibé será substituído provisoriamente pela vice-diretora executiva de Gestão e Governança do UNAIDS, Gunilla Carlsson.

UNAIDS alerta para falta de preservativos na África Subsaariana

O uso de preservativos, quando realizado de forma consistente e correta, é um dos métodos mais eficazes e baratos para impedir a transmissão sexual do HIV. Mas em muitas partes do mundo, a camisinha não está disponível para todos.

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) alerta que, na África Subsaariana, estimava-se em 2015 que 6 bilhões de preservativos masculinos eram necessários, mas somente 2,7 bilhões foram distribuídos na região.

UNAIDS pede que África do Sul acelere ações de resposta ao HIV

Durante visita à África do Sul, o diretor-executivo do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Michel Sidibé, alertou que a resposta global à AIDS está em um ponto de inflexão. Segundo ele, os ganhos obtidos até hoje podem ser facilmente revertidos a menos que esforços sejam feitos para alcançar as metas estabelecidas para 2020 e para a próxima década no tema.

Sidibé também se reuniu com o ex-presidente da África do Sul Kgalema Motlanthe, e pediu que ele mantenha as pessoas atentas aos sérios riscos de a resposta à AIDS perder sua força, especialmente em relação à necessidade de envolver mais homens na testagem do HIV e no tratamento contínuo.

Distribuição de contraceptivos e materiais de informação sobre HIV e Aids. Foto: UNFPA/UNFPA Brasil/Solange Souza

Agenda traça estratégia para ampliar acesso de populações-chave a tratamento para HIV

O Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/AIDS e das Hepatites Virais (DIAHV) do Ministério da Saúde lançou a “Agenda estratégica para ampliação do acesso e cuidado integral das populações-chave em HIV, hepatites virais e outras infecções sexualmente transmissíveis”.

A agenda reúne um conjunto de estratégias para ampliar e qualificar as ações de saúde destinadas às populações consideradas chave e centrais para o enfrentamento das epidemias de HIV, hepatites virais e sífilis no Brasil — pessoas que usam álcool e outras drogas, travestis e pessoas trans, gays e outros homens que fazem sexo com homens, profissionais do sexo e pessoas privadas de liberdade. Tais grupos ainda enfrentam grandes obstáculos para obter acesso a cuidado integral e aos programas e serviços de prevenção, diagnóstico e tratamento em HIV e outras ISTs.

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) apoia a iniciativa.

Teste de HIV. Foto: Agência Brasil/Arquivo

UNAIDS celebra evidências de que terapia antirretroviral interrompe transmissão do HIV

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) informou ter acolhido “calorosamente” os resultados do estudo PARTNER2, segundo os quais o HIV não é transmitido quando uma pessoa vivendo com o vírus está em terapia antirretroviral efetiva.

O estudo envolveu cerca de 1 mil casais gays sorodiferentes — em que um parceiro vive com HIV e o outro não — e mostrou que não houve transmissão quando a pessoa que vive com o vírus estava em terapia antirretroviral efetiva e tinha a carga viral suprimida.

UNAIDS participa de encontro sobre Objetivos de Desenvolvimento Sustentável em Recife. Foto: UNAIDS

UNAIDS discute implementação de Objetivos de Desenvolvimento Sustentável em Recife

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) participou no fim de abril (30) em Recife (PE) do 1º Diálogo Público sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

O evento foi organizado pela ONG Gestos – Soropositividade, Comunicação e Gênero, como co-facilitadora do Grupo Temático (GT) da Sociedade Civil para Agenda 2030, em parceria com a Associação Brasileira de ONGs (ABONG).

O objetivo do encontro foi fortalecer o diálogo entre organizações da sociedade civil, gestão pública, academia, imprensa e outros grupos sobre a importância dos objetivos que compõem a Agenda 2030.  

A educação integral em sexualidade desempenha um papel central na preparação de adolescentes e jovens para uma vida segura, produtiva e satisfatória, disse o UNAIDS. Foto: UNAIDS

UNAIDS: Educação integral em sexualidade contribui para uma vida mais saudável entre jovens

A educação integral em sexualidade desempenha um papel central na preparação de adolescentes e jovens para uma vida segura, produtiva e satisfatória, e é um componente importante de um conjunto de prevenção do HIV para jovens, informou o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

A educação em sexualidade proporciona oportunidades para aprender e adquirir conhecimentos abrangentes, precisos, baseados em evidências e apropriada à idade sobre sexualidade e questões de saúde sexual e reprodutiva.

À extrema esquerda, Michel Sidibé, chefe do UNAIDS, entrega mantimentos a sobrevivente do ciclone Idai. Foto: UNAIDS

Sobreviventes do ciclone Idai lembram desespero para salvar remédios em meio às enchentes

No Malauí, Sophia Naphazi teve sua casa destruída pelas inundações do ciclone Idai. Apesar dos danos a sua residência, a sobrevivente conseguiu salvar os seus medicamentos antirretrovirais, essenciais para o tratamento do HIV.

Ela e outros malauienses e moçambicanos se reuniram com o chefe do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Michel Sidibé, no assentamento de Bangula, no distrito de Nsanje, no sul do Malauí.

Neste Dia Mundial contra a AIDS, programa da ONU destaca a importância do direito à saúde e os desafios que as pessoas vivendo com HIV enfrentam no exercício deste direito. Foto: Imprensa MG/Adair Gomes

Programas da ONU avaliam estigma associado ao HIV no Brasil

Pela primeira vez, o Brasil fará parte de uma pesquisa da ONU para avaliar o estigma associado ao vírus da AIDS. Programas das Nações Unidas começaram neste mês (15) a aplicar questionários do Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV, uma metodologia já utilizada em mais de cem países. Até o fim de maio, mais de 2 mil brasileiros soropositivos terão sido entrevistados no Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, Recife, Porto Alegre, Manaus e Brasília.

Guia reúne diretrizes sobre questões como ampliação de acesso a serviços de HIV, qualidade dos resultados de saúde sexual e reprodutiva e direitos (SSRD) das mulheres vivendo com HIV e promoção da igualdade de gênero. Foto: UNAIDS

Costa do Marfim sinaliza remover cobranças de usuários por serviços de HIV

O governo da Costa do Marfim sinalizou esta semana sua intenção de interromper a cobrança por testes e tratamento de HIV no país, declarando que aplicará decisões anteriores para evitar que pessoas vivendo ou afetadas pelo vírus sejam obrigadas a pagar por serviços.

Em 2017, havia mais de 500 mil pessoas vivendo com HIV na Costa do Marfim e cerca 46% tinham acesso ao tratamento. O relato é do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Fazendo fronteira com Sudão do Sul e República Democrática do Congo, Haut-Mbomou é a província mais afetada pelo HIV na República Centro-Africana. Foto: UNAIDS

Missão da ONU destaca necessidade de ação urgente para HIV na República Centro-Africana

Fazendo fronteira com Sudão do Sul e República Democrática do Congo, Haut-Mbomou é a província mais afetada pelo HIV na República Centro-Africana, com a prevalência do vírus em 11,9%, em comparação com uma média nacional de 4%.

Alertados por relatos de falta persistente de medicamentos, atendimento precário e barreiras de acesso a serviços de saúde e HIV devido à insegurança, uma missão conjunta do Ministério da Saúde da República Centro-Africana, Conselho Nacional de AIDS, Organização Mundial da Saúde (OMS), Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) e Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) visitaram Haut-Mbomou de 8 a 12 de abril.

Localizada a 1.000 km da capital Bangui, a província é uma das mais carentes em serviços sociais e de saúde. Metade dos serviços de saúde da província estão fechados devido à falta de profissionais ou instalações degradadas.

Jovens em Moçambique organizam programa de TV para falar sobre gravidez na adolescência, sexualidade e prevenção do HIV. Foto: UNICEF

Jovens precisam de autorização dos pais para acessar serviços de saúde na maioria dos países

Em 68 dos 108 países que forneceram informações para o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) em 2017, a lei exigia uma autorização dos pais ou do responsável legal para que um jovem menor de 18 anos pudesse ter acesso a serviços de saúde sexual e reprodutiva.

O UNAIDS alerta que, embora muitas vezes o objetivo dessa legislação seja proteger as crianças, as leis, na prática, podem acabar fazendo o oposto, pois desencorajam a utilização dos serviços de saúde entre os jovens.

Membros do colegiado do coletivo RNAJVHA reuniram-se em Brasília (DF) na semana passada (9 e 10 de abril) para desenvolver novo planejamento estratégico para 2019-2020. Foto: UNAIDS

Coletivo planeja estratégias para promover direitos de jovens vivendo com HIV

Membros do colegiado do coletivo RNAJVHA reuniram-se em Brasília (DF) na semana passada (9 e 10 de abril) para desenvolver novo planejamento estratégico para 2019-2020. O encontro aconteceu com o apoio do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) como parte de uma articulação da Rede de Jovens.

A RNAJVHA é um coletivo de atuação nacional voltado para o acolhimento e defesa dos direitos de adolescentes e jovens vivendo com HIV e AIDS. Criada em 2006, durante o I Encontro Nacional de Jovens Vivendo com HIV e AIDS, no Rio de Janeiro (RJ), a rede coordenada por um colegiado de 15 membros (titulares e suplentes) eleitos a cada dois anos.

Altos níveis de estigma e discriminação impulsionam novas infecções por HIV no Egito, que duplicaram entre 2010 e 2016. Mulheres e adolescentes geralmente são as mais vulneráveis. Foto: UNAIDS

UNAIDS apoia ações de saúde sexual e reprodutiva para mulheres no Egito

Quando a família e os vizinhos de Salma Karim descobriram que ela vivia com HIV, eles a expulsaram de casa. Sem ter para onde ir, ela foi forçada a deixar seus dois filhos pequenos para trás. Esta não é uma história incomum no Egito, onde uma em cada cinco pessoas vivendo com o vírus diz ter sido forçada a sair de casa por locatários, familiares ou vizinhos. O relato é do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Diante desse cenário, o UNAIDS, em parceria com o Ministério da Saúde e População do Egito, uniu esforços para desenvolver uma resposta transformadora de igualdade de gênero à epidemia do HIV no país.

As cidades desempenham um papel essencial na epidemia e na resposta ao HIV. Foto: UNAIDS

Iniciativa do UNAIDS apoia cidades a acabar com epidemia de HIV até 2030

As cidades desempenham um papel essencial na epidemia e na resposta ao HIV. Atualmente, mais da metade da população mundial vive em cidades e, na maioria dos países, elas representam uma proporção alta e crescente das cargas nacionais de HIV.

É o caso de Kigali, em Ruanda, que detém 25% da carga nacional de HIV do país. No caso de Jacarta, o município representa apenas 4% da população total da Indonésia, mas responde por 17% da carga nacional de HIV.

As duas fazem parte do grupo de 10 cidades prioritárias que foram incluídas no primeiro ano do projeto Cidades Fast-Track (Aceleração da Resposta nas Cidades), uma iniciativa conjunta do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) com a Associação Internacional de Prestadores de Serviços para a AIDS (IAPAC, na sigla em inglês).

Projeto Transdiálogos leva conhecimento e sensibilização sobre os desafios da população LGBT para profissionais de saúde de Porto Alegre. Foto: UNAIDS

Com apoio da ONU, Porto Alegre torna serviços de saúde inclusivos para população LGBT

Em Porto Alegre (RS), o projeto Transdiálogos capacita profissionais de saúde para melhorar o atendimento à população LGBT. Iniciativa faz parte da resposta do município à epidemia de HIV. A cidade é a capital brasileira com a maior taxa de detecção do vírus — eram 65,9 casos para cada 100 mil habitantes em 2018, segundo o governo. Entre gays, lésbicas, pessoas trans e bissexuais, a vulnerabilidade à infecção por HIV aumenta.

O Transdiálogos é fruto de uma parceria entre o Executivo municipal, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Na exposição, Wanessa representará personalidades brasileiras engajadas na resposta à epidemia de HIV ao lado nomes internacionais. Foto: UNAIDS

Wanessa Camargo é fotografada por Bob Wolfenson em apoio a exposição sobre prevenção do HIV

Provocar debates educativos para derrubar as barreiras do preconceito e da discriminação sobre temas relacionados à saúde sexual, promover informações e métodos de prevenção e estimular a adesão ao tratamento do HIV (vírus da imunodeficiência humana) e de Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs).

Estes são os principais objetivos da exposição de arte contemporânea O.X.E.S (termo que remete à palavra sexo de trás para frente), idealizada pela ativista e artista plástica Adriana Bertini.

A cantora Wanessa Camargo, Embaixadora de Boa Vontade do UNAIDS no Brasil, foi clicada pelas lentes do fotógrafo Bob Wolfenson para integrar a série de fotografias O.X.E.S Friends, que faz parte do acervo da exposição.

David Malpass, novo presidente do Banco Mundial. Foto: Banco Mundial/Franz Mahr

Economista norte-americano assume presidência do Banco Mundial

O economista norte-americano David Malpass começa nesta terça-feira (9) seu mandato como presidente do Banco Mundial, após ser escolhido pelo quadro de diretores-executivos do organismo financeiro. O especialista traz para o cargo anos de experiência no Tesouro e no Departamento de Estado dos EUA, onde ocupou postos seniores nas áreas de assuntos internacionais, cooperação com países em desenvolvimento e América Latina.