O grupo de organizações de saúde concordou em desenvolver novas formas de trabalhar em conjunto para maximizar recursos e medir o progresso de uma forma mais transparente. Foto: World Health Summit

Onze organizações firmam compromisso para alcançar metas globais de saúde até 2030

Onze chefes das principais organizações de saúde e desenvolvimento do mundo assinaram na sexta-feira (12) o compromisso de encontrar novas maneiras de trabalhar em conjunto para acelerar o progresso para alcançar as metas relacionadas ao tema na Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.

Coordenada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a iniciativa une o trabalho de 11 organizações, entre elas Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária, Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), ONU Mulheres e Banco Mundial.

O Programa Mundial de Alimentos (PMA) se comprometeu a aderir ao plano nos próximos meses.

Depressão pode dificultar busca por assistência médica para HIV. Foto: Flickr (CC)/ryan melaugh

ONU pede mais integração entre atendimento para HIV e serviços de saúde mental

Na semana em que a comunidade internacional lembra o Dia Mundial da Saúde Mental, 10 de outubro, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS) pediu que países ampliem a integração entre o atendimento para HIV e os serviços de saúde mental. Estudos realizados em 38 países mostram que 15% dos adultos e 25% dos adolescentes vivendo com o vírus relataram depressão ou se sentiram sobrecarregados.

Testatem de HIV. Foto: Marcelo Camargo/ABr

Violência contra mulheres impede acesso a serviços de HIV, diz ativista

Em encontro latino-americano de mulheres com HIV, realizado nesta semana em São Paulo, o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) defendeu que políticas de direitos sexuais são ferramentas importantes para lidar com a epidemia.

“Sabemos que é possível controlar o HIV/Aids com medicamentos, mas o remédio não controla a violência e o machismo que vivenciamos todos os dias”, alertou a ativista boliviana Violeta Ross durante o evento.

UNAIDS e Ministério da Saúde realizam encontro em SP para debater a Zero Discriminação nos serviços de saúde. Foto: UNAIDS

Encontro em SP discute zero discriminação nos serviços de saúde

O Programa Conjunto das Nações Unidas para HIV/AIDS (UNAIDS) e o Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das Infecções Sexualmente Transmissíveis, do HIV/AIDS e das Hepatites Virais (DIAHV) do Ministério da Saúde realizaram na semana passada (2 e 3), em São Paulo, o Seminário Zero Discriminação nos Serviços de Saúde. Durante dois dias, participantes debateram o impacto da discriminação na saúde e propuseram diretrizes e padrões para eliminar o problema.

Como parte dos esforços para eliminar a transmissão do HIV de mãe para filho em todo o continente, a União Africana e a Organização das Primeiras-Damas Africanas contra HIV/AIDS (OAFLA), com o apoio do UNAIDS e parceiros, lançaram a campanha "Livres para Brilhar". Foto: UNAIDS

Primeiras-damas da África trabalham para impedir novas infecções por HIV entre crianças

Atualmente, 1,8 milhão de crianças de até 14 anos vivem com HIV em todo o mundo, e 1,7 milhão delas estão na África. Como parte dos esforços para eliminar a transmissão do HIV de mãe para filho em todo o continente, a União Africana e a Organização das Primeiras-Damas Africanas contra HIV/AIDS (OAFLA), com o apoio do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e parceiros, lançaram a campanha “Livres para Brilhar”.

O câncer de colo do útero (ou câncer cervical) — uma doença que pode ser prevenida por meio da vacinação contra o papilomavírus humano (HPV) e é curável quando detectada precocemente e tratada. Foto: UNAIDS

UNAIDS pede mais esforços de prevenção e tratamento do câncer de colo do útero

O câncer de colo do útero (ou câncer cervical) — uma doença que pode ser prevenida por meio da vacinação contra o papilomavírus humano (HPV) e é curável quando detectada precocemente e tratada — afeta em mais de 500 mil mulheres a cada ano, metade das quais morrem devido à doença. Se os esforços de prevenção, triagem e tratamento não forem ampliados urgentemente, esse número pode dobrar até 2035.

Mulheres vivendo com HIV são de quatro a cinco vezes mais propensas a desenvolver câncer cervical invasivo. A infecção por HPV aumenta significativamente o risco de transmissão do HIV tanto para homens como para mulheres.

Os líderes que assinaram a declaração são 48 chefes de Estado ou de governo do Círculo de Liderança do Secretário-Geral (saiba mais aqui, em inglês) e 22 entidades das Nações Unidas, incluindo o UNAIDS. Foto: ONU

UNAIDS e outros organismos da ONU unem-se contra exploração e abuso sexual

Como parte da estratégia do secretário-geral da ONU para prevenir e responder à exploração e ao abuso sexual, líderes globais se uniram para emitir uma declaração nesta semana (2) reafirmando o compromisso pessoal de eliminar a exploração e o abuso sexual em todo o sistema das Nações Unidas.

Na declaração, os líderes reconhecem a responsabilidade única das Nações Unidas em estabelecer o padrão para prevenir, responder e erradicar a exploração e o abuso sexual dentro do Sistema ONU, abordar seu impacto de forma efetiva e humanitária e proteger e fortalecer sobreviventes.

Quarenta e oito chefes de Estado ou de governo do Círculo de Liderança do Secretário-Geral e 22 entidades das Nações Unidas, incluindo o UNAIDS, apoiaram a declaração.

Michel Sidibé, chefe do UNAIDS, em encontro ecumênico em Nova Iorque. Foto: UNAIDS

ONU e lideranças religiosas discutem riscos do HIV e tuberculose para crianças

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS) e instituições parceiras promoveram em Nova Iorque um encontro de líderes religiosos para discutir a relação entre as epidemias de HIV e tuberculose. Evento debateu os riscos vividos por grupos mais vulneráveis, como crianças e adolescentes. Por dia, 660 jovens morrem de tuberculose, e apenas 50% de todos os meninos e meninas com HIV estão em tratamento.

Investimentos do governo norte-americano levaram testagem de HIV para 85,5 milhões de pessoas em todo o mundo. Foto: PEPFAR/Sarah Day Smith

ONU comemora 15 anos de programa norte-americano sobre HIV e Aids

Em 2018, o Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos para o Alívio da AIDS (PEPFAR) completa 15 anos. Ao longo de mais de uma década, a iniciativa investiu 70 bilhões de dólares na resposta global à doença e à epidemia de HIV. Atualmente, o projeto dá assistência para mais de 14 milhões de pessoas em todo o mundo que vivem com o vírus e estão em tratamento — do total de 21,7 milhões de indivíduos nessa situação.

Rede latino-americana alerta para níveis alarmantes de violência contra pessoas trans na região

Ainda há níveis alarmantes de violência contra pessoas trans e falta de reconhecimento de seus direitos na América Latina e no Caribe. Durante uma visita à sede do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) em Genebra, no fim de setembro (18), Marcela Romero e Venus Tejada, representantes da Rede Latino-Americana e Caribenha de Pessoas Trans (REDLACTRANS), compartilharam a informação preocupante de que mulheres trans têm expectativa de vida de apenas 35 anos nos países da região.

“O estigma, a discriminação e a violência contra as minorias sexuais e de gênero impedem o acesso aos serviços de saúde”, disse o diretor-executivo do UNAIDS, Michel Sidibé. “Toda pessoa tem direito à saúde, independente de sua identidade de gênero ou orientação sexual. Para isso, precisamos de zero discriminação para todos, em todos os lugares”.

Mulheres e crianças na fila para obter registro em Pagak, Alto Nilo, Sudão do Sul. Foto: UNICEF / Pires

UNAIDS e União Africana anunciam cooperação para eliminar violência sexual em contextos humanitários

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e a União Africana comprometeram-se a melhorar a colaboração para eliminar a violência sexual e baseada em gênero, prevenir o HIV e proteger a saúde e os direitos das mulheres em contextos humanitários.

O UNAIDS apoiará a União Africana no desenvolvimento de um plano de ação conjunto com as Nações Unidas. O plano incluirá o desenvolvimento de ferramentas de treinamento e conscientização para funcionários em operações de manutenção de paz e garantia de melhores taxas de notificação sobre exploração sexual e violência contra mulheres e meninas.

Estudos mostram que a violência contra mulheres e meninas aumenta durante períodos de conflito, com o estupro e outras formas de violência sexual sendo muitas vezes uma prática comum durante a guerra.

Vista de Moscou, com a Catedral de São Basílio, à esquerda, e a Torre Spasskaya, à direita. Foto: Flickr (CC)/thisisbossi

Rússia promete levar tratamento para 75% da população com HIV em 2019

Em 2017, apenas 45% dos russos com o vírus estavam tomando os medicamentos. Meta para o próximo ano é parte da estratégia do país para cumprir os objetivos da ONU sobre o tema.

O Leste da Europa e a Ásia Central são a única região no mundo em que as novas infecções por HIV e as mortes relacionadas à AIDS ainda estão aumentando. No final de 2017, o número regional de novas infecções chegou a 130 mil.

Sede do UNAIDS, em Genebra. Foto: UNAIDS

Programa da ONU cumpre metas de igualdade de gênero no ambiente de trabalho

Pelo segundo ano consecutivo, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) foi reconhecido por cumprir todas as metas da ONU para promover a igualdade entre homens e mulheres no ambiente de trabalho.

Um dos objetivos é ter 50% de todos os cargos, em todos os níveis, ocupados por mulheres. A Organização também estipula que todas as mulheres com as qualificações necessárias devem participar de iniciativas de liderança.

Foto: Mathias Wasik/Flickr/CC

ONU elogia justiça da Índia por descriminalizar relações homoafetivas

A Suprema Corte da Índia descriminalizou nesta quinta-feira (6) as relações homoafetivas no país. Pelo artigo 377 do Código Penal, estas relações eram consideradas “uma ofensa natural”.

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, saudou a decisão citando o chefe do tribunal, Dipak Misra, para dizer que a discriminação e preconceito são sempre “irracionais, indefensáveis e manifestamente arbitrárias”.

Fernanda Soares, ativista lésbica, influenciadora digital e criadora de conteúdo do Canal das Bee. Foto: UNAIDS

UNAIDS lembra importância de garantir saúde sexual e reprodutiva de mulheres lésbicas

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) Brasil se uniu às vozes da diversidade para celebrar a saúde e o bem-estar no Dia da Visibilidade Lésbica, lembrado em 29 de agosto. O estigma e a discriminação — e até mesmo a violência sexual — vividos por essas mulheres em decorrência de sua orientação sexual dificultam o acesso a serviços de saúde relacionados ao HIV e à saúde sexual e reprodutiva.

O UNAIDS lembrou a importância de dar visibilidade e endereçar questões de saúde sexual e reprodutiva para mulheres lésbicas e bissexuais, que muitas vezes sofrem com a falta de informação e despreparo por parte de profissionais dos sistemas de saúde.

O anúncio foi feito na sessão “Quebrando barreiras e construindo pontes para a sustentabilidade da resposta à AIDS no Sudeste Asiático”, durante a Conferência Internacional de AIDS em Amsterdã, na Holanda. Foto: UNAIDS

Tailândia começa a disponibilizar remédios para prevenir HIV entre populações-chave

A Tailândia começou a implementar a Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) para a prevenção do HIV entre populações-chave mais vulneráveis nas regiões com maior índice de prevalência, ampliando os projetos-piloto de PrEP dentro do sistema nacional de saúde.

O anúncio foi feito na sessão “Quebrando barreiras e construindo pontes para a sustentabilidade da resposta à AIDS no Sudeste Asiático”, durante a Conferência Internacional de AIDS em Amsterdã, na Holanda. O relato é do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

A ONU Brasil realiza até setembro exposição no Rio com obras do artista paulistano Otávio Roth, que em 1978 criou e imprimiu xilogravuras que ilustram os trinta artigos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Foto: UNIC Rio/Pedro Andrade

Exposição no Rio reafirma importância da Declaração dos Direitos Humanos 70 anos após adoção

Ao completar 70 anos, a Declaração Universal dos Direitos Humanos permanece necessária e atual em um mundo marcado por crescentes conflitos, desigualdades sociais, racismo, deslocamento forçado e violência, especialmente contra ativistas.

A avaliação é de diplomatas, representantes do Sistema ONU e de organizações da sociedade civil presentes na abertura da exposição de xilogravuras do artista plástico brasileiro Otávio Roth, na quarta-feira (8), no Rio de Janeiro. A exposição fica no Centro Cultural Correios até 9 de setembro.

Estudantes em Cotonou, no Benim. Foto: UNFPA/Ollivier Girard

Em dia mundial, ONU defende espaços seguros para promover direitos dos jovens

Em mensagem para o Dia Internacional da Juventude, comemorado pela ONU em 12 de agosto, o secretário-geral António Guterres defendeu a criação de espaços seguros para os jovens, onde crianças e adolescentes tenham seus direitos protegidos e suas vozes, ouvidas.

Atualmente, existem no mundo 1,8 bilhão de pessoas de dez a 24 anos de idade — o maior contingente nessa faixa etária já registrado em toda a história.

O estigma e a discriminação em unidades de saúde são um grande obstáculo para acabar com a AIDS. Foto: UNAIDS

Tailândia e Vietnã promovem ações para pôr fim à discriminação contra pessoas vivendo com HIV

O estigma e a discriminação em unidades de saúde são um grande obstáculo para acabar com a AIDS no mundo todo. Reduzem significativamente a qualidade de vida das pessoas e dificultam seu acesso a serviços de saúde e de HIV.

O tema foi abordado em sessão da 22ª Conferência Internacional de AIDS, ocorrida em Amsterdã no fim de julho, e que apresentou projetos de Tailândia e Vietnã. A sessão também teve participação de representantes do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Leste Europeu ‘está longe’ de cumprir metas da ONU sobre HIV, alerta especialista

Em assembleia ministerial em Amsterdã, lideranças de organizações não governamentais alertaram dirigentes da União Europeia e da ONU que a resposta ao HIV no continente tem ignorado usuários de drogas e homens que fazem sexo com homens. Ferenc Bagyinsky, da delegação de ONGs do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), ressaltou que o Leste Europeu “está longe” de cumprir as metas globais de HIV até 2020.

Artigo 1 da Declaração Universal dos Direitos Humanos / Acervo Otávio Roth

ONU inaugura no Rio exposição inédita com obras da Declaração Universal dos Direitos Humanos

A Organização das Nações Unidas (ONU) no Brasil, com apoio do Acervo Otávio Roth e o Centro Cultural Correios, inaugura nesta quarta-feira (8) a exposição 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, com obras de Otávio Roth.

Realizada pela primeira vez no Rio de Janeiro, a mostra apresenta 30 xilogravuras que traduzem os ideais de paz e igualdade defendidos nos artigos do documento. A entrada é franca.

A exposição fica em cartaz até 9 de setembro, das 12h às 19h.

O UNAIDS Brasil destaca que a adesão e o consequente sucesso do tratamento antirretroviral depende do acesso ininterrupto e em tempo adequado aos medicamentos. Foto: UNAIDS Brasil

Conferência sobre AIDS alerta para falta de remédios antirretrovirais na América Latina

Nos países latino-americanos, uma das conquistas mais importantes na resposta ao HIV têm sido o reconhecimento de que o acesso ao tratamento faz parte do direito à saúde no sistema público, resultando em um aumento no número de pessoas recebendo tratamento antirretroviral nos últimos anos.

No entanto, um grande desafio para atender esse direito é garantir o fornecimento ininterrupto de medicamentos antirretrovirais e outros produtos essenciais. O relato é do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Na Namíbia, Monika, de 30 anos, soube que tinha HIV há apenas dois anos. Com os remédios adequados, ela evitou que sua filha fosse infectada durante a gravidez, mas a menina contraiu o vírus durante o período de amamentação. Foto: OMS

Programa da ONU elogia esforços da Namíbia para eliminar AIDS

Novas pesquisas na Namíbia mostram que 77% de todos os adultos vivendo com HIV estão com a carga viral suprimida. Isso significa que o vírus foi reduzido a quantidades indetectáveis por testes laboratoriais padrão, o que permite a recuperação do sistema imunológico e impede o desenvolvimento da AIDS. Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) elogiou em julho (26) os avanços do país africano.

Michel Sidibé, chefe do UNAIDS, durante a abertura da 22ª Conferência Global de AIDS. Foto: UNAIDS

Programa da ONU alerta para buraco de 20% no orçamento global de HIV

Com mais de 15 mil participantes, a 22ª Conferência Internacional de AIDS teve início com um apelo da ONU por mais recursos para a resposta de saúde pública à epidemia. Em Amsterdã para a abertura do evento, o chefe do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Michel Sidibé, alertou para uma “persistente lacuna de 20% (no orçamento) entre o que é necessário e o que está disponível”. Encontro ocorreu na cidade holandesa dos dias 23 a 27 de julho.

Manik e Babu, ambos de 18 anos, fazem parte do projeto "O Campeão em Mim". Foto: UNAIDS

Projeto na Índia usa a corrida como forma de empoderar jovens vivendo com HIV

Iniciativa denominada “O Campeão em Mim” usa o esporte para vencer o estigma e a discriminação contra adolescentes vivendo com HIV. Em andamento na cidade de Bangalore, na Índia, o programa adota a corrida como ferramenta de fortalecimento e empoderamento.

Hoje, quase 200 crianças e adolescentes vivendo com HIV fazem parte da ação, que continua a crescer. O relato é do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Michel Sidibé, diretor executivo do UNAIDS. Foto: Mark Garten/ONU

UNAIDS aprova criação de painel independente para combater assédio na organização

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) anunciou em meados de julho (20) a criação de um painel independente de especialistas sobre assédio para abordar e prevenir esse crime, incluindo assédio sexual, intimidação e abuso de poder, na organização.

A criação do painel independente de especialistas veio após apelo do diretor-executivo do UNAIDS, Michel Sidibé, no sentido de fortalecer a implementação da política de tolerância zero ao assédio sexual na organização.

Diretor-executivo do UNAIDS, Michel Sidibé, em Paris durante o lançamento do novo relatório global do programa da ONU. Foto: UNAIDS

UNAIDS alerta que progresso está lento para alcançar metas de HIV até 2020

Um novo relatório do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) emite um alerta duro aos países. No documento lançado hoje, em Paris, durante um evento coorganizado pela Coalition PLUS, o organismo aponta que a resposta global ao HIV está em um ponto delicado.

“Regiões inteiras estão ficando para trás, os enormes avanços que alcançamos para as crianças não estão sendo mantidos, as mulheres ainda são as mais afetadas, os recursos ainda não correspondem aos compromissos políticos e as populações-chave continuam sendo ignoradas”, afirmou o chefe do UNAIDS, Michel Sidibé.