Em dia internacional, ONU defende atendimento universal de saúde

No Dia Internacional da Cobertura Universal de Saúde, lembrado na quarta-feira (12), representantes da ONU pediram que esse direito seja garantido a todas as pessoas até 2030, data para a conquista dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Em 2012, a Assembleia Geral da ONU endossou de forma unânime uma resolução que pedia aos países para acelerar o progresso rumo à cobertura universal de saúde: a ideia de que todos, em todos os lugares, devem ter acesso a atendimento de qualidade, acessível, como uma prioridade para o desenvolvimento internacional.

UNAIDS realiza oficina sobre ‘Comunicação e Zero Discriminação em HIV e AIDS’ em Porto Alegre

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), em parceria com a Secretaria de Saúde do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, realiza em Porto Alegre, no dia 11 de dezembro, a oficina “Comunicação e Zero Discriminação em HIV e AIDS”.

O curso conta com 80 vagas, e podem se inscrever todos os profissionais de comunicação que atuem na imprensa e estudantes de jornalismo.

Com base em abordagem histórica, documentário trata do modo como o HIV é encarado na sociedade brasileira atual. Foto: Reprodução

Documentário ‘Carta para Além dos Muros’ reconstrói trajetória do HIV e da AIDS no Brasil

O documentário “Carta para Além dos Muros” reconstrói a trajetória do HIV e da AIDS, com foco no Brasil, por meio de entrevistas com médicos, ativistas, pessoas vivendo com HIV e outros atores, além de farto material de arquivo.

Do pavor inicial às campanhas de conscientização, passando pela discriminação imposta aos doentes, o documentário apoiado pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) mostra como a sociedade encarou essa epidemia devastadora ao longo de duas décadas.

Festival em SP reuniu cerca de 20 mil pessoas em edição que marcou o Dia Mundial contra a AIDS. Fotos: Instagram

Programa da ONU apoia festival de música em SP para conscientizar sobre HIV

O festival de música Prudence Fest reuniu cerca de 20 mil pessoas, no último sábado, no sambódromo do Anhembi, em São Paulo, para marcar o Dia Mundial contra a AIDS (1° de dezembro). A iniciativa teve o apoio do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e apresentações de Claudia Leitte, Maiara & Maraísa e Ludmilla. Artistas divulgaram mensagens em suas redes sociais sobre a importância do uso da camisinha.

UNAIDS lança site ‘Deu Positivo, e Agora?’ com informações essenciais para jovens recém-diagnosticados com HIV

UNAIDS lança site ‘Deu Positivo, e Agora?’ com informações essenciais para jovens recém-diagnosticados com HIV

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) lança hoje a plataforma online Deu Positivo, e Agora? (deupositivoeagora.org): um site que reúne informações sobre HIV em linguagem atualizada, clara, acessível, com foco em jovens que acabaram de receber diagnóstico positivo para o HIV, o vírus da imunodeficiência humana.

A iniciativa conta com o apoio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Comunicação (UNESCO).

Victoria Beckham visitou a sede da organização em Genebra, na Suíça, para apoiar as pessoas a conhecerem seu estado sorológico para o HIV e buscar tratamento, caso seja necessário. Foto: UNAIDS

Embaixadora do UNAIDS, Victoria Beckham visita sede da organização em Genebra

Pouco mais de uma semana antes do Dia Mundial contra a AIDS, a embaixadora internacional da Boa Vontade do UNAIDS, Victoria Beckham, visitou a sede da organização em Genebra, na Suíça, para apoiar as pessoas a conhecer seu estado sorológico para o HIV e buscar tratamento, caso seja necessário.

“Estou muito feliz por estar em Genebra para apoiar o UNAIDS na preparação para o Dia Mundial contra a AIDS”, disse Beckham durante sua visita. “Precisamos ter certeza de que as pessoas se sintam apoiadas para fazer o teste de HIV acabando com o estigma e a discriminação que ainda estão associados com o vírus. Hoje, temos os medicamentos para manter as pessoas saudáveis ​​e impedir que o vírus seja transmitido. A AIDS ainda não acabou, mas pode acabar”.

Testagem de HIV em Moçambique. Foto: PEPFAR/Sarah Day Smith

Em dia mundial, ONU lembra importância dos exames para identificar HIV

Em 2017, 9,4 milhões de pessoas no mundo não sabiam que estavam infectadas com HIV. O número preocupa o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS), que faz um apelo para que todos conheçam seu estado sorológico.

Em mensagem para o Dia Mundial contra a AIDS, lembrado no 1º de dezembro, o organismo ressalta que a informação sobre ter ou não o vírus pode salvar vidas, além de proteger famílias e parceiros de quem é soropositivo.

Dez cidades, representadas por governos locais, organizações da sociedade civil e parceiros, reuniram-se em Joanesburgo, África do Sul, no início de novembro (2), para refletir sobre experiências e lições aprendidas. Foto: UNAIDS

Cidades signatárias da Declaração de Paris reúnem-se para acelerar resposta ao HIV

A Declaração de Paris para acabar com a epidemia de AIDS nas cidades ganhou impulso político entre os líderes municipais no compromisso com o fim da infecção e das disparidades no acesso a serviços sociais e de saúde. Até o momento, cerca de 300 cidades e municípios do mundo assinaram a declaração.

Dez cidades, representadas por governos locais, organizações da sociedade civil e parceiros, reuniram-se em Joanesburgo, África do Sul, no início de novembro (2), para refletir sobre experiências e lições aprendidas durante o primeiro ano de implementação da iniciativa. O relato é do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Coalizão defende visão mais ampla sobre redução de danos no uso de drogas injetáveis

A Coalizão sobre Redução de Danos (Harm Reduction Coalition) — uma organização norte-americana de ativismo e capacitação que trabalha para promover a saúde e a dignidade de pessoas e comunidades afetadas pelo uso de drogas — realizou a 12ª Conferência Nacional sobre Redução de Danos, em Nova Orleans, de 18 a 21 de outubro.

Na ocasião, os participantes ouviram a demanda por uma redução de danos mais ampla, que vá além da prevenção e da redução de riscos, incluindo estratégias para abordar trauma, divisão social, injustiças e desigualdades.

“Não podemos acabar com a AIDS no mundo se não acabarmos com a AIDS entre pessoas que usam drogas injetáveis. O UNAIDS está comprometido com a redução de danos. Redução de danos funciona. Redução de danos é capaz de salvar vidas,” disse Ninan Varughese, assessor sênior do UNAIDS, presente no encontro.

Anel vaginal que libera medicamentos antirretrovirais pode ser nova técnica para prevenir o HIV. Foto: Flickr (CC)/Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos Estados Unidos (NIAID)

Conferência em Madri debate novos métodos de prevenção do HIV

Novos métodos de prevenção do HIV, como a injeção semestral de substâncias capazes de impedir a infecção, foram tema de uma conferência em Madri, na Espanha. Encontro teve a participação do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS).

Durante o evento, especialistas apresentaram inovações para conter o estabelecimento do vírus no corpo humano, mas ressaltaram que técnicas inéditas vão demorar para chegar ao público.

Presidente de Botsuana visita sede do UNAIDS, em Genebra, e pede parceria eficiente para definir prioridades regionais sobre HIV. Foto: UNAIDS

Programa da ONU apoia avanços de Botsuana rumo ao fim da AIDS

O presidente de Botsuana, Mokgweetsi E.K. Masisi, visitou a sede do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) em Genebra, na Suíça, no fim de outubro (25) para compartilhar visões sobre o HIV, uma importante preocupação de saúde pública no país.

Duas décadas atrás, a AIDS devastou a pequena nação de 2 milhões de habitantes do sul da África. Hoje, apesar de ter uma das maiores taxas de prevalência de HIV no mundo – 23% dos adultos vivem com o vírus – Botsuana tem mostrado progresso notável.

O número de novas infecções caiu 63% desde o pico em 1996 e as mortes relacionadas à AIDS diminuíram para 4,1 mil, de 15 mil em 2008. Botsuana foi o primeiro país da região a fornecer tratamento antirretroviral universal e gratuito para pessoas vivendo com HIV, abrindo o caminho para muitos outros países da região fazerem o mesmo.

Pesquisa sobre prevenção de HIV enfrenta cortes orçamentários. Foto: OPAS/Ary Rogerio Silva

ONU vê queda no financiamento global de pesquisas sobre prevenção do HIV

Em 2017, o financiamento global de pesquisas sobre prevenção do HIV teve queda pelo quinto ano consecutivo, com um corte de 40 milhões de dólares em relação ao ano anterior. Com o encolhimento da verba, o montante de investimentos caiu 3,5%, chegando a 1,13 bilhão de dólares. Os números são do mais novo levantamento do Grupo de Trabalho de Pesquisa sobre Recursos para Prevenção do HIV, que tem a participação da ONU.

A organização sem fins lucrativos Fixpunkt começou a oferecer um ambiente seguro para pessoas que usam drogas injetáveis em Berlim, na Alemanha. Foto: UNAIDS

Alemanha adota clínicas para uso controlado de drogas injetáveis

A Alemanha tem impulsionado seus esforços para adotar uma abordagem de saúde pública e de direitos humanos no tema das drogas. Nesse sentido, a organização sem fins lucrativos Fixpunkt oferece em Berlim um ambiente seguro para pessoas que usam drogas injetáveis.

O diretor-executivo adjunto interino do UNAIDS, Tim Martineau, visitou uma das instalações móveis da Fixpunkt no início de outubro (15).

“Ao adotar uma abordagem centrada nas pessoas e garantir que aquelas que usam drogas injetáveis tenham acesso à redução de danos e a outros serviços de saúde, Berlim poderá evitar novas infecções por HIV entre pessoas que usam drogas injetáveis e reduzir os danos relacionados”, declarou.

Dados mundiais do UNAIDS mostram que em 2016, 10,4 milhões de pessoas desenvolveram a tuberculose, e 374 mil pessoas vivendo com HIV morreram devido à infecção, sendo essa a principal causa de morte entre pessoas vivendo com HIV no mundo. Foto: UNAIDS

Grupo de trabalho sobre HIV/AIDS realiza última reunião do ano em Brasília

O Grupo Temático Ampliado das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (GT UNAIDS) fez sua terceira e última reunião de 2018 no último dia 18 de outubro, na sede das Nações Unidas em Brasília.

O encontro reuniu cerca de 30 representantes de governo, embaixadas, organismos da ONU e organizações da sociedade civil formadas por pessoas vivendo com HIV. O tema central de discussão foi HIV e Tuberculose (TB), em referência à Primeira Reunião de Alto Nível das Nações Unidas sobre Tuberculose e a Declaração Política Unidos para acabar com a tuberculose: uma resposta global urgente para uma epidemia global.

A nova política é resultado de esforços combinados de advocacy da Associação de Funcionários do UNAIDS (USSA), em colaboração com a administração da organização. Foto: UNAIDS

UNAIDS revisa política interna sobre licença paternidade, adoção e gestação por substituição

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) revisou sua política interna de licença paternidade e de adoção e introduziu novas regras sobre a licença de mulheres em caso de gestação por substituição, marcando um passo importante para garantir um ambiente de trabalho mais inclusivo.

A nova política é resultado de esforços combinados de advocacy da Associação de Funcionários do UNAIDS (USSA), em colaboração com a administração do UNAIDS, e é um dos compromissos assumidos no Plano de Ação sobre Gênero 2018-2023, lançado recentemente pela organização.

O grupo de organizações de saúde concordou em desenvolver novas formas de trabalhar em conjunto para maximizar recursos e medir o progresso de uma forma mais transparente. Foto: World Health Summit

Onze organizações firmam compromisso para alcançar metas globais de saúde até 2030

Onze chefes das principais organizações de saúde e desenvolvimento do mundo assinaram na sexta-feira (12) o compromisso de encontrar novas maneiras de trabalhar em conjunto para acelerar o progresso para alcançar as metas relacionadas ao tema na Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.

Coordenada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a iniciativa une o trabalho de 11 organizações, entre elas Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária, Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), ONU Mulheres e Banco Mundial.

O Programa Mundial de Alimentos (PMA) se comprometeu a aderir ao plano nos próximos meses.

Depressão pode dificultar busca por assistência médica para HIV. Foto: Flickr (CC)/ryan melaugh

ONU pede mais integração entre atendimento para HIV e serviços de saúde mental

Na semana em que a comunidade internacional lembra o Dia Mundial da Saúde Mental, 10 de outubro, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS) pediu que países ampliem a integração entre o atendimento para HIV e os serviços de saúde mental. Estudos realizados em 38 países mostram que 15% dos adultos e 25% dos adolescentes vivendo com o vírus relataram depressão ou se sentiram sobrecarregados.

Testatem de HIV. Foto: Abr/Marcelo Camargo

Violência contra mulheres impede acesso a serviços de HIV, diz ativista

Em encontro latino-americano de mulheres com HIV, realizado nesta semana em São Paulo, o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) defendeu que políticas de direitos sexuais são ferramentas importantes para lidar com a epidemia.

“Sabemos que é possível controlar o HIV/Aids com medicamentos, mas o remédio não controla a violência e o machismo que vivenciamos todos os dias”, alertou a ativista boliviana Violeta Ross durante o evento.

UNAIDS e Ministério da Saúde realizam encontro em SP para debater a Zero Discriminação nos serviços de saúde. Foto: UNAIDS

Encontro em SP discute zero discriminação nos serviços de saúde

O Programa Conjunto das Nações Unidas para HIV/AIDS (UNAIDS) e o Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das Infecções Sexualmente Transmissíveis, do HIV/AIDS e das Hepatites Virais (DIAHV) do Ministério da Saúde realizaram na semana passada (2 e 3), em São Paulo, o Seminário Zero Discriminação nos Serviços de Saúde. Durante dois dias, participantes debateram o impacto da discriminação na saúde e propuseram diretrizes e padrões para eliminar o problema.

Como parte dos esforços para eliminar a transmissão do HIV de mãe para filho em todo o continente, a União Africana e a Organização das Primeiras-Damas Africanas contra HIV/AIDS (OAFLA), com o apoio do UNAIDS e parceiros, lançaram a campanha "Livres para Brilhar". Foto: UNAIDS

Primeiras-damas da África trabalham para impedir novas infecções por HIV entre crianças

Atualmente, 1,8 milhão de crianças de até 14 anos vivem com HIV em todo o mundo, e 1,7 milhão delas estão na África. Como parte dos esforços para eliminar a transmissão do HIV de mãe para filho em todo o continente, a União Africana e a Organização das Primeiras-Damas Africanas contra HIV/AIDS (OAFLA), com o apoio do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e parceiros, lançaram a campanha “Livres para Brilhar”.

O câncer de colo do útero (ou câncer cervical) — uma doença que pode ser prevenida por meio da vacinação contra o papilomavírus humano (HPV) e é curável quando detectada precocemente e tratada. Foto: UNAIDS

UNAIDS pede mais esforços de prevenção e tratamento do câncer de colo do útero

O câncer de colo do útero (ou câncer cervical) — uma doença que pode ser prevenida por meio da vacinação contra o papilomavírus humano (HPV) e é curável quando detectada precocemente e tratada — afeta em mais de 500 mil mulheres a cada ano, metade das quais morrem devido à doença. Se os esforços de prevenção, triagem e tratamento não forem ampliados urgentemente, esse número pode dobrar até 2035.

Mulheres vivendo com HIV são de quatro a cinco vezes mais propensas a desenvolver câncer cervical invasivo. A infecção por HPV aumenta significativamente o risco de transmissão do HIV tanto para homens como para mulheres.

Os líderes que assinaram a declaração são 48 chefes de Estado ou de governo do Círculo de Liderança do Secretário-Geral (saiba mais aqui, em inglês) e 22 entidades das Nações Unidas, incluindo o UNAIDS. Foto: ONU

UNAIDS e outros organismos da ONU unem-se contra exploração e abuso sexual

Como parte da estratégia do secretário-geral da ONU para prevenir e responder à exploração e ao abuso sexual, líderes globais se uniram para emitir uma declaração nesta semana (2) reafirmando o compromisso pessoal de eliminar a exploração e o abuso sexual em todo o sistema das Nações Unidas.

Na declaração, os líderes reconhecem a responsabilidade única das Nações Unidas em estabelecer o padrão para prevenir, responder e erradicar a exploração e o abuso sexual dentro do Sistema ONU, abordar seu impacto de forma efetiva e humanitária e proteger e fortalecer sobreviventes.

Quarenta e oito chefes de Estado ou de governo do Círculo de Liderança do Secretário-Geral e 22 entidades das Nações Unidas, incluindo o UNAIDS, apoiaram a declaração.

Michel Sidibé, chefe do UNAIDS, em encontro ecumênico em Nova Iorque. Foto: UNAIDS

ONU e lideranças religiosas discutem riscos do HIV e tuberculose para crianças

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS) e instituições parceiras promoveram em Nova Iorque um encontro de líderes religiosos para discutir a relação entre as epidemias de HIV e tuberculose. Evento debateu os riscos vividos por grupos mais vulneráveis, como crianças e adolescentes. Por dia, 660 jovens morrem de tuberculose, e apenas 50% de todos os meninos e meninas com HIV estão em tratamento.

Investimentos do governo norte-americano levaram testagem de HIV para 85,5 milhões de pessoas em todo o mundo. Foto: PEPFAR/Sarah Day Smith

ONU comemora 15 anos de programa norte-americano sobre HIV e Aids

Em 2018, o Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos para o Alívio da AIDS (PEPFAR) completa 15 anos. Ao longo de mais de uma década, a iniciativa investiu 70 bilhões de dólares na resposta global à doença e à epidemia de HIV. Atualmente, o projeto dá assistência para mais de 14 milhões de pessoas em todo o mundo que vivem com o vírus e estão em tratamento — do total de 21,7 milhões de indivíduos nessa situação.

Rede latino-americana alerta para níveis alarmantes de violência contra pessoas trans na região

Ainda há níveis alarmantes de violência contra pessoas trans e falta de reconhecimento de seus direitos na América Latina e no Caribe. Durante uma visita à sede do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) em Genebra, no fim de setembro (18), Marcela Romero e Venus Tejada, representantes da Rede Latino-Americana e Caribenha de Pessoas Trans (REDLACTRANS), compartilharam a informação preocupante de que mulheres trans têm expectativa de vida de apenas 35 anos nos países da região.

“O estigma, a discriminação e a violência contra as minorias sexuais e de gênero impedem o acesso aos serviços de saúde”, disse o diretor-executivo do UNAIDS, Michel Sidibé. “Toda pessoa tem direito à saúde, independente de sua identidade de gênero ou orientação sexual. Para isso, precisamos de zero discriminação para todos, em todos os lugares”.

Mulheres e crianças na fila para obter registro em Pagak, Alto Nilo, Sudão do Sul. Foto: UNICEF / Pires

UNAIDS e União Africana anunciam cooperação para eliminar violência sexual em contextos humanitários

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e a União Africana comprometeram-se a melhorar a colaboração para eliminar a violência sexual e baseada em gênero, prevenir o HIV e proteger a saúde e os direitos das mulheres em contextos humanitários.

O UNAIDS apoiará a União Africana no desenvolvimento de um plano de ação conjunto com as Nações Unidas. O plano incluirá o desenvolvimento de ferramentas de treinamento e conscientização para funcionários em operações de manutenção de paz e garantia de melhores taxas de notificação sobre exploração sexual e violência contra mulheres e meninas.

Estudos mostram que a violência contra mulheres e meninas aumenta durante períodos de conflito, com o estupro e outras formas de violência sexual sendo muitas vezes uma prática comum durante a guerra.