Jogadores russos e internacionais jogaram a primeira partida da Copa do Mundo UNAIDS pelo Fim da AIDS e da Discriminação. Foto: UNAIDS

Na Rússia, ONU realiza torneio de futebol pelo fim da AIDS e da discriminação

Teve início nesta semana (17), em Moscou, um torneio de futebol que promete jogar para escanteio o preconceito sofrido por pessoas vivendo com HIV. Realizada pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), a Copa do Mundo pelo Fim da AIDS e da Discriminação reuniu em sua primeira partida lendas do futebol russo e internacional, como Alexey Smertin e o camaronês Samuel Eto’o. Competição tem o apoio da FIFA.

UNAIDS lança chamada pública para segunda fase de concurso sobre prevenção do HIV

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), em parceria com a Embaixada dos Países Baixos, divulgou na terça-feira (10) chamada para a segunda fase do concurso #DesafioUNAIDS, que será realizada em Salvador (BA).

A disputa convoca jovens residentes na região metropolitana da cidade a propor um projeto que tire o #DesafioUNAIDS do mundo virtual e o traga para o mundo real, a partir da apresentação de proposta que visem levar o diálogo sobre prevenção do HIV e zero discriminação para comunidades, bairros, escolas, universidades e outros espaços da região metropolitana de Salvador.  As inscrições podem ser feitas até 23 de abril.

Foto: upslon/Flickr

UNAIDS detalha medidas para promover igualdade de gênero dentro da organização

Na África Subsaariana, três em cada quatro novas infecções por HIV entre jovens de 15 a 19 anos ocorrem entre meninas, enquanto, globalmente, o vírus é a principal causa de morte entre mulheres de 30 a 49 anos, segundo dados do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

“Sabemos que a igualdade de gênero e o empoderamento feminino são pontos essenciais para acabar com a epidemia de AIDS até 2030, como parte dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). O UNAIDS está comprometido com a integração da igualdade de gênero e dos direitos humanos em suas políticas programáticas e de gestão”, disse o programa da ONU em nota.

Foto: UNAIDS/Bernardo Enoch

UNAIDS conclui curso de audiovisual para pessoas trans em São Paulo

Como parte das celebrações pelo Dia Internacional da Visibilidade Trans (31 de março), o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) concluiu no fim de março (28), em São Paulo, o curso “Luz, Câmera, #ZeroDiscriminação”, uma formação em audiovisual voltada exclusivamente para pessoas trans.

O objetivo do projeto foi contribuir para a redução do estigma e da discriminação em relação às pessoas trans e abrir espaços para que elas possam se apropriar das mídias sociais e de outras plataformas de audiovisual, fomentando o acesso a esse mercado de trabalho, tanto na frente quanto atrás das câmeras.

Foto: OIM

Parceria entre agências da ONU visa garantir saúde e bem-estar de mulheres e crianças

A Parceria H6 une esforços de seis organizações internacionais para ajudar os países a concretizar a estratégia “Cada Mulher, Cada Criança”, do secretário-geral das Nações Unidas. A iniciativa mobiliza compromisso político e recursos para transformar as sociedades de forma que mulheres, crianças e adolescentes possam exercer seus direitos de saúde e bem-estar.

A iniciativa é formada por Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Organização Mundial da Saúde (OMS), ONU Mulheres e Banco Mundial.

Pessoas trans retomam estudos em centro comunitário de Buenos Aires

Kimi Avalos é uma jovem trans que mora em Buenos Aires, na Argentina. Por causa do estigma e da discriminação, ela não pôde continuar seus estudos e concluir o ensino médio.

Ela é uma das 30 alunas trans que iniciaram programa educacional implementado na Casa Trans, um centro comunitário para treinamento e capacitação de pessoas trans fundado na capital argentina. O relato é do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Foto: UNAIDS

Ativistas defendem direitos das pessoas trans em Belize, Tailândia e Índia

Para o Dia Internacional da Visibilidade Trans (31 de março), o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) conversou com defensores dos direitos das pessoas trans sobre os desafios que enfrentam e a importância de melhorar a visibilidade dessa população.

Na opinião de Erika Castellanos, mulher trans de Belize que se mudou recentemente para a Holanda, muitas pessoas não entendem o que são pessoas trans, o que se traduz em medo que causa estigma e discriminação. Leia a entrevista completa.

Foto: UNAIDS

ONU renova compromisso com redução da discriminação contra pessoas vivendo com HIV

Pesquisas têm mostrado que o estigma e a discriminação estão entre os principais obstáculos para prevenção, tratamento e cuidado em relação ao HIV. A discriminação pode gerar violência e afasta as pessoas de serviços, inclusive os de saúde. Estudos indicam também que o medo de ser discriminado desencoraja pessoas que vivem com o HIV a revelar sua sorologia, além de prejudicar o acesso e a adesão ao tratamento.

É nesse contexto que o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) renovam seu compromisso pela redução do estigma e da discriminação contra pessoas que vivem com HIV e aquelas mais vulneráveis à epidemia.

Aulas do projeto do UNAIDS aconteceram no Centro de Cidadania LGBT Luiz Carlos Ruas, em São Paulo. Foto: UNAIDS

Cerimônia nesta quarta-feira (28) em SP encerra curso de audiovisual para pessoas trans

Uma cerimônia em São Paulo marcará nesta quarta-feira (28) o encerramento do curso “Luz, Câmera, #ZeroDiscriminação”, uma formação em audiovisual voltada exclusivamente para pessoas trans promovida pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

O objetivo da formação é contribuir para a redução do estigma e da discriminação e abrir espaço nas mídias sociais e outras plataformas de audiovisual, fomentando o acesso a esse mercado de trabalho, tanto à frente como atrás das câmeras.

Radiografia para diagnóstico de tuberculose. Foto: Flickr (CC)/Yale Rosen

UNAIDS pede mais compromisso político para acabar com epidemias de tuberculose e HIV

A tuberculose ainda é a infecção que mata o maior número de pessoas no mundo. Por dia, 4,5 mil indivíduos morrem por conta da doença. A patologia é também a principal causa de óbito entre quem vive com HIV, provocando uma a cada três mortes relacionadas à AIDS. No último 24 de março, Dia Mundial da Tuberculose, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) fez um apelo por mais esforços pelo fim da enfermidade.

Contêineres interativos compõem a estrutura do projeto ‘Tô Dentro’, que trabalha com a prevenção do HIV entre jovens de Viamão (RS). Foto: UNAIDS Brasil

Exposição itinerante em Viamão conscientiza jovens sobre importância do cuidado com a saúde

Já imaginou entrar por uma porta e dar de cara com situações do cotidiano que envolvem sexualidade, só que com uma pitada a mais de interatividade, conectividade, acessibilidade e informação?

Foi essa a experiência vivida por mais de 4 mil jovens que já participaram do projeto ‘Tô Dentro’, da Secretaria de Saúde Municipal de Viamão (RS), uma das cidades signatárias da Declaração de Paris pela Aceleração da Resposta ao HIV.

Para a diretora do UNAIDS Brasil, Georgiana Braga-Orillard, falar a linguagem jovem é o grande mérito da ação. “Quando você se comunica na mesma linguagem, você consegue fazer o jovem entender que aquela mensagem de prevenção é para ele, que é diretamente com ele que queremos falar, e a informação é assimilada”, explicou durante visita ao projeto em Viamão.

Foto: Fundo Global contra AIDS, Tuberculose e Malária / John Rae

Nações Unidas farão reunião inédita de alto nível sobre resposta à epidemia de tuberculose

Apesar de ser evitável e curável, a tuberculose foi a nona principal causa de morte em todo o mundo em 2016. A OMS estima que, neste mesmo ano, 1,3 milhão de pessoas morreram devido à tuberculose e que outras 400 mil pessoas vivendo com HIV morreram devido à coinfecção tuberculose/HIV.

Reunião na sede da ONU em setembro será a primeira na qual líderes globais do alto escalão debaterão o tema. Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS) lembrou que pessoas que vivem com HIV são particularmente afetadas pela tuberculose.

O assessor para Mobilização Social e Trabalho em Rede do UNAIDS no Brasil, Cleiton Euzébio de Lima, foi um dos palestrantes do encontro. Foto: UNAIDS

Seminário sobre Zero Discriminação reúne profissionais da saúde e estudantes em Cachoeirinha (RS)

O evento contou com a participação de aproximadamente 400 pessoas, entre eles profissionais e estudantes da área da saúde. O assessor para Mobilização Social e Trabalho em Rede do UNAIDS no Brasil, Cleiton Euzébio de Lima, foi um dos palestrantes do encontro.

Ele mostrou os principais pontos da Agenda Zero Discriminação proposta pelo UNAIDS aos países e, principalmente, aos municípios signatários da Declaração de Paris —compromisso assumido por centenas de cidades em todo do mundo pela Aceleração da Resposta ao HIV e o cumprimento das metas 90-90-90.

Foto: UNAIDS

UNAIDS celebra resultados preliminares de nova forma de prevenção ao HIV para mulheres

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) celebrou os resultados preliminares de dois estudos que mostram que um anel vaginal que libera medicamentos antirretrovirais de longa duração tem até 54% de eficácia na prevenção de infecções por HIV entre as mulheres.

O anel, que precisa ser trocado mensalmente, libera lentamente o medicamento antirretroviral dapivirine, e pode dar às mulheres uma opção adicional de prevenção ao vírus.

“Estes resultados são significativos”, disse Michel Sidibé, diretor-executivo do UNAIDS. “Fatores estruturais, comportamentais e biológicos tornam as mulheres mais vulneráveis à infecção pelo HIV, por isso, é extremamente importante que elas tenham a oportunidade de se protegerem da maneira que preferirem”.

Mãe e filha em centro de saúde apoiado pelo UNFPA. Agência presta serviços de saúde reprodutiva, sexual, materna e neo-natal. Foto: UNFPA Namíbia/Emma Mbekele

Mais de 200 milhões de mulheres no mundo não têm acesso à saúde sexual e reprodutiva, alerta UNFPA

As desigualdades econômicas que afligem grande parte do mundo de hoje são reforçadas por muitas outras, incluindo desigualdades em saúde sexual e reprodutiva, alertou nesta quinta-feira (8) a diretora-executiva do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), Natalia Kanem.

“Mais de 200 milhões de mulheres — muitas delas pobres e vivendo em partes rurais e remotas do mundo — têm carência de acesso voluntário a métodos de planejamento reprodutivo. Além disso, mais de 800 mulheres grávidas, muitas delas em frágeis situações socioeconômicas, morrem todos os dias por complicações relacionadas à gravidez e ao parto”, alertou em comunicado para o Dia Internacional das Mulheres.

Ator Mateus Solano apoia as Nações Unidas na divulgação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Imagem: UNIC Rio/UNAIDS

Artistas devem apoiar luta da ONU por um mundo melhor, defende Mateus Solano

Para Mateus Solano, artistas precisam apoiar as Nações Unidas na divulgação e na implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, os ODS, um conjunto ambicioso de metas para acabar com a pobreza, combater a mudança global do clima e promover a igualdade entre homens e mulheres até 2030.

“A classe artística, como formadora de opinião e como classe que tem um contato direto com o coração das pessoas, tem uma responsabilidade muito importante nessa luta por um mundo melhor”, afirmou Mateus em entrevista à ONU no Brasil.

Aulas do projeto do UNAIDS aconteceram no Centro de Cidadania LGBT Luiz Carlos Ruas, em São Paulo. Foto: UNAIDS

Em São Paulo, UNAIDS começa formação em audiovisual para pessoas trans

Vinte pessoas trans começaram nesta semana (28), em São Paulo, uma formação em audiovisual promovida pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS). Com a capacitação, a agência da ONU quer estimular o ativismo em redes sociais pelo fim do estigma e da discriminação de cunho transfóbico. Outro objetivo é promover o acesso dos participantes ao mercado de trabalho de cinema, TV e produção de vídeo.

UNAIDS confronta pessoas com situações hipotéticas para suscitar reflexões sobre discriminação. Imagem: UNAIDS

Em dia mundial, UNAIDS reforça direito de todas as pessoas de viverem livres de discriminação

Às vésperas do Dia Mundial de Zero Discriminação, celebrado em 1º de março, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) chama cidadãos de todos os países a se posicionar por uma sociedade mais justa e igualitária. Para lembrar a data, a agência da ONU realiza uma campanha de conscientização em que mostra como o preconceito pode estar presente em situações cotidianas.

Através de artes com casos hipotéticos, o organismo internacional desafia as pessoas a se colocar em um determinado contexto e a pensar em como reagiriam se isso acontecesse com elas.

Profilaxia pré-exposição é mais uma ferramenta contra a transmissão do HIV. Foto: UNAIDS

Brasil está na vanguarda do tratamento e prevenção do HIV na América Latina, diz revista científica

O Brasil está na vanguarda do tratamento e prevenção do HIV na América Latina, foi o primeiro a disponibilizar gratuitamente a terapia antirretroviral altamente ativa e participou de estudo que relatou a eficácia da profilaxia pré-exposição (PrEP) para prevenir a infecção em homens que fazem sexo com homens (HSH) e em mulheres trans.

A conclusão é de editorial publicado na semana passada (18) pela revista científica The Lancet HIV, que pediu aos demais países latino-americanos seguir os passos brasileiros no tema. O relato é do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

#DesafioUNAIDS apresenta finalistas para votação do público

Tendo reunido mais de 30 criadores de conteúdo e influenciadores digitais e cerca de 1,1 milhão de visualizações dos vídeos produzidos para Youtube em dezembro, o #DesafioUNAIDS chega à sua etapa final para a escolha do favorito entre três vencedores.

Lançado em dezembro de 2017, o #DesafioUNAIDS buscou provocar o engajamento de youtubers e influenciadores digitais de públicos bem diversos para promover um debate informativo, descontraído e inusitado sobre HIV, AIDS, estigma e discriminação, com foco no alcance dos jovens.

Agências da ONU promovem ação de Carnaval sobre prevenção, direitos sexuais e reprodutivos

O que #ÉbomSaber para curtir um Carnaval de forma saudável e protegida? Desde quarta-feira (7), diversas dicas sobre prevenção, saúde e direitos sexuais e reprodutivos começam a ser veiculadas nas redes sociais com o objetivo de incentivar a disseminação de informações importantes para foliões e foliãs.

Ao longo de duas semanas, o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), com apoio das redes sociais da ONU Brasil, irão divulgar vídeos e conteúdos interativos em forma de quiz e enquetes, como parte da iniciativa #ÉbomSaber.

Foto: Leo Pinheiro / Fotos Públicas

UNAIDS apoia pesquisa sobre saúde de homens que fazem sexo com homens

A Rede Ibero-Americana de estudos HSH (homens que fazem sexo com homens) prepara a primeira pesquisa comunitária online sobre saúde sexual dessa população na América Latina. O estudo busca levantar informações sobre o universo dos homens gays, bissexuais e outros homens (incluindo homens trans) que fazem sexo com homens. Para participar, é preciso ter 18 anos ou mais.

Seu conteúdo inclui questões sobre discriminação, satisfação sexual, acesso a serviços de saúde, comportamento sexual, entre outros temas. A pesquisa é apoiada pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Marcela Romero, ativista argentina que luta pelos direitos da população trans. Foto: Comissão Interamericana de Direitos Humanos/Daniel Cima

Discriminação afasta pessoas trans dos serviços de saúde, diz ativista argentina

Em entrevista ao Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), a ativista argentina Marcela Romero defende o fim da discriminação institucional contra pessoas trans. Segundo a militante, o preconceito nos serviços de saúde ainda é um problema na América Latina e no Caribe, afastando grupos mais marginalizados das redes de atendimento. Para Marcela, países também precisam adotar urgentemente leis que facilitem o reconhecimento legal da identidade de gênero.

Foto: UNAIDS

Publicação de Harvard traz artigos sobre direitos humanos e HIV

Uma seção especial sobre HIV foi publicada em dezembro pelo periódico Health and Human Rights Journal, do Centro de Saúde e Direitos Humanos da universidade norte-americana de Harvard, informou o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

A publicação traz 11 artigos sobre temas como estigma e discriminação relacionados com o HIV, desigualdade de gênero e efeitos do abuso e da criminalização de populações-chave.

Foto: UNESCO

Guia de educação em sexualidade da ONU enfatiza igualdade de gênero e direitos humanos

Perto de completar dez anos, o guia “Orientações Técnicas de Educação em Sexualidade”, voltado para legisladores que trabalham na elaboração de currículos escolares no mundo todo, teve esta semana sua edição atualizada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).

Com base em uma análise das melhores práticas no mundo, o guia mostra que a educação em sexualidade ajuda os jovens a se tornar mais responsáveis em sua atitude e comportamento no que se refere à saúde sexual e reprodutiva. Também é essencial no combate à evasão escolar de meninas provocada por gravidez ou casamento precoce.

Profilaxia pré-exposição é mais uma ferramenta contra a transmissão do HIV. Foto: UNAIDS

Brasil começa a distribuir remédios para prevenir HIV entre populações-chave

O Ministério da Saúde começou no início de dezembro (1º) a distribuir as profilaxias pré-exposição (PrEP) e pós-exposição (PEP) para prevenir o HIV entre populações-chave em 35 localidades do país.

Em dezembro passado, um novo relatório sobre prevenção do HIV elaborado por Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) recomendou ampliar o acesso a todas as opções de prevenção disponíveis, entre elas, a PrEP, para diminuir os novos casos de HIV, que têm se mantido em 120 mil por ano desde 2010 na América Latina e no Caribe.

Quadro explicativo, mostrado durante a 41ª Reunião da Junta de Coordenação do UNAIDS, aborda como a discriminação nos serviços de saúde afasta homens e mulheres das redes de atendimento. Foto: UNAIDS

Dirigentes de programa da ONU sobre HIV/AIDS debatem discriminação nos serviços de saúde

Em encontro em Genebra, especialistas em HIV e AIDS discutiram nesse mês estratégias para combater a discriminação nos serviços de saúde. Problema é considerado um dos principais obstáculos para acabar com a epidemia como ameaça de saúde pública até 2030. O preconceito no atendimento tem impactos em toda a cadeia de cuidados médicos, que engloba prevenção, testagem, tratamento e a supressão da carga viral de forma duradoura.

Laço vermelho, símbolo da luta contra a Aids. Foto: CC/Sham Hardy

Programa da ONU convida jovens a participar de curso sobre orçamento público em saúde e AIDS

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) torna público o processo de seleção para o projeto-piloto “Curso de Orçamento Público em Saúde, Advocacy e Negociação para Jovens Lideranças”. Formação será oferecida em Brasília de janeiro a abril de 2018. As inscrições deverão ser realizadas de 22 de dezembro de 2017 a 10 de janeiro de 2018. Serão selecionados 20 jovens pertencentes às populações-chave/prioritárias e que residam no Distrito Federal.

Em Belo Horizonte, jovens realizam uma partida de 'queimado' temática, para discutir questões de gênero e orgulho LGBTI. Imagem de 2016. Foto: Mídia Ninja (CC)

UNAIDS: 1 em cada 4 jovens gays no Brasil nunca ouviu falar de remédios para prevenir HIV

Divulgada nesta semana (21), uma enquete realizada no Brasil pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e o aplicativo de relacionamentos gays Hornet mostra que os jovens homossexuais têm menos conhecimento sobre a Profilaxia Pré-exposição, a PrEP, do que os adultos. Em pequisa que entrevistou 3218 usuários do software, um em cada quatro homens de 18 a 25 anos (24%) disse nunca ter ouvido falar desta forma de prevenção do HIV. Entre os participantes da enquete com idade entre 31 e 40 anos, a proporção cai para um em cada dez.

Foto: UNAIDS

Levar saúde para todos implica combater discriminação, defende chefe de programa da ONU sobre HIV/AIDS

‘Não cumpriremos o direito à saúde para todos se não enfrentarmos e eliminarmos o estigma e a discriminação’, alertou o diretor-executivo do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Michel Sidibé, em encontro neste mês, em Genebra. Dirigente participou da 41ª reunião da Junta de Coordenação da agência da ONU. Entidade determinou que 25% do orçamento do organismo internacional será investido em iniciativas de prevenção do HIV.

Moçambique reforça seu compromisso com o fim da AIDS. Foto: UNAIDS

ONU elogia progressos no acesso à terapia antirretroviral em Moçambique

O presidente de Moçambique, Filipe Jacinto Nyusi, promoveu em Maputo uma reunião extraordinária do Conselho Nacional de AIDS, no Dia Mundial contra a doença (1º de dezembro).

Na ocasião, o diretor-executivo adjunto do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Luiz Loures, elogiou a liderança do país pelos progressos realizados nos últimos dez anos, com quase 1 milhão de pessoas tendo acesso à terapia antirretroviral.

Foto: ONU

AIDS não acabou e desafios continuam significativos, diz agência da ONU

Os avanços na resposta ao HIV não têm precedentes. Na África do Sul, em 2000, somente 90 pessoas tinham acesso à terapia antirretroviral. Hoje, o país tem 4,2 milhões de pessoas em tratamento.

“Ultrapassamos as metas globais e hoje, no mundo, aproximadamente 20,9 milhões de pessoas têm acesso a esses medicamentos capazes de salvar vidas”, disse o diretor-executivo do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Michel Sidibé, em mensagem para o Dia dos Direitos Humanos, lembrado em 10 de dezembro.

Contudo, ele lembrou que não podemos ser complacentes — a AIDS não acabou em nenhuma parte do globo e os desafios à frente continuam significativos.

Gunilla Carlsson é nova diretora-executiva adjunta para gestão e governança do UNAIDS. Foto: UNAIDS

Ex-ministra da Suécia é nova diretora-executiva adjunta para gestão e governança do UNAIDS

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, nomeou a ex-ministra da Suécia Gunilla Carlsson como nova diretora-executiva adjunta para gestão e governança do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Carlsson foi deputada do Parlamento da Suécia de 2002 a 2013 e ministra de Cooperação Internacional e Desenvolvimento da Suécia de 2006 a 2013. Ela também atuou como membro-eleito do Parlamento Europeu de 1995 a 2002.