A diretora-executiva adjunta para gestão e governança do UNAIDS, Gunilla Carlsson, representou o programa da ONU no evento de premiação. Foto: UNAIDS

UNAIDS recebe prêmio de ciência e medicina concedido por organização norte-americana

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) recebeu na semana passada (9) em Palm Springs, nos Estados Unidos, o prêmio de ciência e medicina concedido pela organização Desert AIDS Project.

A homenagem foi feita durante o 25º Prêmio Anual Humanitário Steve Chase. A diretora-executiva adjunta para gestão e governança do UNAIDS, Gunilla Carlsson, representou o programa da ONU na ocasião.

O Desert AIDS Project oferece serviços de prevenção, tratamento e cuidados para pessoas vivendo com HIV e afetadas pelo vírus em toda a área de Palm Springs.

Médica de saúde pública, a carreira de Shannon Hader abrange os espectros de pesquisa, programas e políticas. Foto: UNAIDS

Médica norte-americana é nova diretora-executiva adjunta do UNAIDS

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, nomeou nesta terça-feira (12) a médica norte-americana Shannon Hader como nova diretora-executiva adjunta do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

“Shannon é uma líder excepcional em AIDS e tuberculose, com vasta experiência na melhoria dos sistemas de saúde”, disse o diretor-executivo da UNAIDS, Michel Sidibé. “De Washington ao Zimbábue, ela entende a epidemia e a resposta necessária nos níveis comunitário, nacional e global — sua visão e conhecimento serão fundamentais para o UNAIDS e para acabar com a epidemia de AIDS até 2030”.

Em agosto de 2018, em Rumichaca, na fronteira entre Equador e Colômbia, a venezuelana Laila Dalila Leon, de 3 anos, olha para autoridades de fronteira nos ombros de seu pai, Jose Ramon Leon. Foto: UNICEF

Nações Unidas permanecem comprometidas em fornecer ajuda humanitária a venezuelanos

A situação da população venezuelana está cada vez mais crítica, e as Nações Unidas permanecem comprometidas em fornecer ajuda humanitária com base em “necessidade, e apenas necessidade”, disse nesta sexta-feira (8) uma autoridade sênior da Organização.

Falando a jornalistas em Genebra, o Escritório das Nações Unidas de Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) destacou estar observando acontecimentos na fronteira entre Venezuela e Colômbia, aonde um comboio de ajuda humanitária chegou na quinta-feira (7).

“Sobre a situação na fronteira, a ONU está monitorando a situação de perto”, disse Jens Laerke, do OCHA. “O cenário ideal é que ajuda humanitária seja fornecida, independentemente de quaisquer considerações políticas e outras que não sejam puramente humanitárias, e isto é baseado em necessidade, e apenas necessidade”.

O governo do Reino Unido tem desempenhado um papel de liderança na resposta global ao HIV desde o início da epidemia. Foto: UNAIDS

Reino Unido compromete-se em acabar com a transmissão do HIV em até 10 anos

O Reino Unido (Grã-Bretanha e Irlanda do Norte) anunciou que acabará com a transmissão do HIV em seu território nos próximos dez anos — um anúncio elogiado na quinta-feira (7) pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

O Reino Unido intensificou recentemente seus esforços para a resposta ao HIV, o que resultou em um declínio de 28% no número de novos casos nos últimos dois anos.

Foto: UNAIDS

UNAIDS elogia compromisso dos EUA de acabar com transmissão do HIV no país até 2030

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) elogiou na quarta-feira (6) compromisso do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de acabar com a transmissão do HIV no país até 2030. Trump fez o anúncio durante seu discurso sobre o Estado da União ao Congresso em 5 de fevereiro.

“O firme compromisso dos EUA com a resposta ao HIV e seu apoio ao chamado do UNAIDS para acabar com a AIDS até 2030 salvaram milhões de vidas”, disse Michel Sidibé, diretor-executivo do UNAIDS.

“Eu cumprimento o compromisso do presidente de acabar com a AIDS nos EUA, o que exigirá uma resposta baseada nos direitos humanos para alcançar todas as pessoas vivendo com HIV e em risco de infecção pelo vírus, incluindo as pessoas mais marginalizadas.”

Profissionais verificaram estatísticas sobre tratamento do HIV em Lesoto. Foto: UNAIDS

Programa da ONU elogia esforços de Lesoto para verificar estatísticas sobre HIV

Em 2018, foram revisados em Lesoto mais de 180 mil registros clínicos de pessoas diagnosticadas com HIV. O objetivo da análise era verificar quem estava de fato recebendo e aderindo ao tratamento em uma das 120 clínicas e hospitais do país africano.

Lesoto tem uma das maiores taxas de prevalência do HIV no mundo — em 2017, 320 mil cidadãos adultos eram considerados soropositivos, o equivalente a 23,8% da população de 15 a 49 anos. O relato é do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Vacinação contra o HPV em escola pública de São Paulo. Foto: OPAS

ONU: mulheres vivendo com HIV têm até 5 vezes mais chances de desenvolver câncer de colo do útero

Em 2018, estima-se que 570 mil novos casos de câncer de colo do útero em todo o mundo e 311 mil mortes decorrentes da enfermidade tenham sido registrados. Nesta segunda-feira (4), Dia Mundial contra o Câncer, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) lembra que as mulheres que vivem com HIV são até cinco vezes mais propensas a desenvolver esse tipo de tumor. Agência pede articulação de serviços de HIV com os de prevenção da doença.

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, e a a diretora do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil, Georgiana Braga-Orillard. Foto: UNAIDS

São Paulo renova compromisso com estratégia para pôr fim à Aids até 2030

Como parte das celebrações dos 465 anos da cidade de São Paulo, o prefeito Bruno Covas publicou um artigo na Agência de Notícias da AIDS no qual relata seu compromisso com a resposta à epidemia de HIV no município e com a Declaração de Paris.

O documento foi ratificado por sua gestão em junho de 2018, durante encontro com a diretora do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil, Georgiana Braga-Orillard.

Elaborada em novembro de 2015, a “Carta de Paris” traça uma estratégia para que cidades consigam acabar com a Aids, como problema de saúde pública, até 2030.

Como parte das celebrações do Dia da Visibilidade Trans, o UNAIDS lança o webdocumentário Luz, Câmera, Zero Discriminação. Foto: UNAIDS

UNAIDS lança documentário sobre curso de audiovisual para pessoas trans e travestis

Como parte das celebrações do Dia da Visibilidade Trans, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) lançou nesta sexta-feira (25) o documentário para web “Luz, Câmera, Zero Discriminação”. A obra retrata quatro semanas do curso de audiovisual realizado com 16 pessoas trans e travestis em fevereiro e março do ano passado na capital paulista.

Ao longo do curso, os participantes aprenderam fotografia, sonorização e produção, além de roteiro, pré-produção, direção, fotografia, filmagem, edição e pós-produção. Ao final de cada parte teórica, colocaram em prática o conteúdo aprendido.

O objetivo foi contribuir para a redução do estigma e da discriminação em relação às pessoas trans e travestis e abrir espaços para que elas possam se apropriar das mídias sociais e de outras plataformas audiovisuais, fomentando também o acesso a esse mercado.

Na África do Sul, 1,5 mil mulheres jovens e adolescentes (entre 15 e 24 anos) são infectadas pelo HIV por semana. Foto: UNAIDS

Jovem sul-africana cria movimento para impulsionar saúde sexual e reprodutiva

Para incentivar o diálogo sobre saúde sexual, reprodutiva e prevenção à AIDS, assim como outras questões enfrentadas por mulheres jovens, a sul-africana Selokela Molamodi iniciou o movimento You for You (Você por Você, em tradução livre) quando estava em seu último ano de escola.

“É sobre aceitar e amar a si mesma. Embora possamos existir como uma comunidade e um coletivo, devemos primeiro nos amar como indivíduos”, diz ela. O relato é do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Bruna Benevides, ativista e mulher trans. Foto: Arquivo pessoal

No Dia Laranja, ONU Brasil aborda violência de gênero contra mulheres trans e travestis

Para marcar este 25 de janeiro, #DiaLaranja pelo Fim da Violência contra as Mulheres e Meninas, a ONU Brasil apresenta a história de Bruna Benevides, mulher trans que criou um dossiê para documentar a violência contra travestis e transexuais.

O ativismo de Bruna também inclui projetos para a inclusão da população trans no ensino superior e para a capacitação de agentes de segurança, a fim de combater a discriminação no atendimento a pessoas LGBT.

Projeto realiza teste de fluido oral para HIV em homens gays e outros homens que fazem sexo com homens em Laos. Foto: USAID Laos

Estigma e discriminação dificultam acesso ao teste de HIV em hospitais do Laos

Apenas um terço dos homens gays e outros homens que fazem sexo com homens conhecem seu estado sorológico para o HIV na República Democrática Popular do Laos. O estigma e a discriminação são barreiras que dificultam o acesso dessas pessoas ao teste de HIV em hospitais públicos.

Para resolver essa questão, a USAID (Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional) apoiou o governo do país na realização de testes de fluidos orais em três províncias. O relato é do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Em Kenema, Serra Leoa, um menino joga futebol em uma ONG apoiada pelo UNICEF que presta serviços para crianças vivendo com HIV e AIDS. Foto: UICEF/Phelps

ONU pede mais esforços na África para prevenir infecções de HIV entre crianças e adolescentes

Em evento com ministros e autoridades de saúde, agências da ONU pediram neste mês (16), no Senegal, que países das regiões central e ocidental da África realizem mais ações para impedir novos casos de HIV entre crianças e adolescentes. Em 2017, em torno de 67 mil crianças (com até nove anos de idade) e 69 mil adolescentes (de dez a 19 anos) foram infectados pelo vírus nessas partes do continente africano.

Jovem sul-africana exibe miçanga com o símbolo do movimento pelo fim da AIDS. Foto: Peace Corps/PEPFAR

Programa da ONU pede financiamento completo de fundo para AIDS, tuberculose e malária

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) pediu que doadores internacionais apoiem o financiamento pleno do Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária — que lançou neste mês (11) um apelo orçamentário de 14 bilhões de dólares para cobrir atividades pelos próximos três anos. Iniciativas implementadas com a verba devem ajudar a salvar 16 milhões de vidas, reduzindo pela metade a taxa mundial de mortalidade das três doenças.

Thobani Ncapai vive em Khayelitsha, uma cidade na província do Cabo Ocidental, na África do Sul. Ele descobriu que era soropositivo em 1997. Na época, disse que não tinha informações sobre o HIV e estava com medo de não ver seu filho crescer. Ele disse que a maioria dos homens em sua comunidade não quer fazer o teste de HIV, classificando a questão como “um grande problema”. Em 2001, ele estava perdendo muito peso e se sentindo mal, se tornando a primeira pessoa em sua cidade natal a iniciar o tratamento do HIV. Hoje, tem esperança no futuro.

Na África do Sul, pai vivendo com HIV ganha fôlego para criar filho; vídeo

Thobani Ncapai vive em Khayelitsha, uma cidade na província do Cabo Ocidental, na África do Sul. Ele descobriu que era soropositivo em 1997. Na época, disse que não tinha informações sobre o HIV e estava com medo de não ver seu filho crescer. Ele disse que a maioria dos homens em sua comunidade não quer fazer o teste de HIV, classificando a questão como “um grande problema”. Confira nesse vídeo especial.

A aplicação dos questionários está prevista para abril de 2019, com o objetivo de alcançar mais de 2 mil pessoas. Foto: UNAIDS

Agências da ONU treinam voluntários para estudo sobre estigma e HIV no Brasil

Uma parceria entre o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) iniciou uma série de treinamentos para a realização de um estudo sobre estigma e discriminação contra pessoas vivendo com HIV no Brasil.

Realizada pela ONG Gestos – Soropositividade, Comunicação e Gênero, a capacitação ocorre em sete capitais brasileiras, onde cerca de 60 voluntários são treinados para a aplicação dos questionários entre pares, com a proposta de levantar informações relevantes sobre estigma e discriminação em relação a essa população, hoje estimada em quase 900 mil pessoas no Brasil.

Em dia internacional, ONU defende atendimento universal de saúde

No Dia Internacional da Cobertura Universal de Saúde, lembrado na quarta-feira (12), representantes da ONU pediram que esse direito seja garantido a todas as pessoas até 2030, data para a conquista dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Em 2012, a Assembleia Geral da ONU endossou de forma unânime uma resolução que pedia aos países para acelerar o progresso rumo à cobertura universal de saúde: a ideia de que todos, em todos os lugares, devem ter acesso a atendimento de qualidade, acessível, como uma prioridade para o desenvolvimento internacional.

UNAIDS realiza oficina sobre ‘Comunicação e Zero Discriminação em HIV e AIDS’ em Porto Alegre

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), em parceria com a Secretaria de Saúde do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, realiza em Porto Alegre, no dia 11 de dezembro, a oficina “Comunicação e Zero Discriminação em HIV e AIDS”.

O curso conta com 80 vagas, e podem se inscrever todos os profissionais de comunicação que atuem na imprensa e estudantes de jornalismo.

Com base em abordagem histórica, documentário trata do modo como o HIV é encarado na sociedade brasileira atual. Foto: Reprodução

Documentário ‘Carta para Além dos Muros’ reconstrói trajetória do HIV e da AIDS no Brasil

O documentário “Carta para Além dos Muros” reconstrói a trajetória do HIV e da AIDS, com foco no Brasil, por meio de entrevistas com médicos, ativistas, pessoas vivendo com HIV e outros atores, além de farto material de arquivo.

Do pavor inicial às campanhas de conscientização, passando pela discriminação imposta aos doentes, o documentário apoiado pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) mostra como a sociedade encarou essa epidemia devastadora ao longo de duas décadas.

Festival em SP reuniu cerca de 20 mil pessoas em edição que marcou o Dia Mundial contra a AIDS. Fotos: Instagram

Programa da ONU apoia festival de música em SP para conscientizar sobre HIV

O festival de música Prudence Fest reuniu cerca de 20 mil pessoas, no último sábado, no sambódromo do Anhembi, em São Paulo, para marcar o Dia Mundial contra a AIDS (1° de dezembro). A iniciativa teve o apoio do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e apresentações de Claudia Leitte, Maiara & Maraísa e Ludmilla. Artistas divulgaram mensagens em suas redes sociais sobre a importância do uso da camisinha.

UNAIDS lança site ‘Deu Positivo, e Agora?’ com informações essenciais para jovens recém-diagnosticados com HIV

UNAIDS lança site ‘Deu Positivo, e Agora?’ com informações essenciais para jovens recém-diagnosticados com HIV

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) lança hoje a plataforma online Deu Positivo, e Agora? (deupositivoeagora.org): um site que reúne informações sobre HIV em linguagem atualizada, clara, acessível, com foco em jovens que acabaram de receber diagnóstico positivo para o HIV, o vírus da imunodeficiência humana.

A iniciativa conta com o apoio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Comunicação (UNESCO).

Victoria Beckham visitou a sede da organização em Genebra, na Suíça, para apoiar as pessoas a conhecerem seu estado sorológico para o HIV e buscar tratamento, caso seja necessário. Foto: UNAIDS

Embaixadora do UNAIDS, Victoria Beckham visita sede da organização em Genebra

Pouco mais de uma semana antes do Dia Mundial contra a AIDS, a embaixadora internacional da Boa Vontade do UNAIDS, Victoria Beckham, visitou a sede da organização em Genebra, na Suíça, para apoiar as pessoas a conhecer seu estado sorológico para o HIV e buscar tratamento, caso seja necessário.

“Estou muito feliz por estar em Genebra para apoiar o UNAIDS na preparação para o Dia Mundial contra a AIDS”, disse Beckham durante sua visita. “Precisamos ter certeza de que as pessoas se sintam apoiadas para fazer o teste de HIV acabando com o estigma e a discriminação que ainda estão associados com o vírus. Hoje, temos os medicamentos para manter as pessoas saudáveis ​​e impedir que o vírus seja transmitido. A AIDS ainda não acabou, mas pode acabar”.

Testagem de HIV em Moçambique. Foto: PEPFAR/Sarah Day Smith

Em dia mundial, ONU lembra importância dos exames para identificar HIV

Em 2017, 9,4 milhões de pessoas no mundo não sabiam que estavam infectadas com HIV. O número preocupa o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS), que faz um apelo para que todos conheçam seu estado sorológico.

Em mensagem para o Dia Mundial contra a AIDS, lembrado no 1º de dezembro, o organismo ressalta que a informação sobre ter ou não o vírus pode salvar vidas, além de proteger famílias e parceiros de quem é soropositivo.

Dez cidades, representadas por governos locais, organizações da sociedade civil e parceiros, reuniram-se em Joanesburgo, África do Sul, no início de novembro (2), para refletir sobre experiências e lições aprendidas. Foto: UNAIDS

Cidades signatárias da Declaração de Paris reúnem-se para acelerar resposta ao HIV

A Declaração de Paris para acabar com a epidemia de AIDS nas cidades ganhou impulso político entre os líderes municipais no compromisso com o fim da infecção e das disparidades no acesso a serviços sociais e de saúde. Até o momento, cerca de 300 cidades e municípios do mundo assinaram a declaração.

Dez cidades, representadas por governos locais, organizações da sociedade civil e parceiros, reuniram-se em Joanesburgo, África do Sul, no início de novembro (2), para refletir sobre experiências e lições aprendidas durante o primeiro ano de implementação da iniciativa. O relato é do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Coalizão defende visão mais ampla sobre redução de danos no uso de drogas injetáveis

A Coalizão sobre Redução de Danos (Harm Reduction Coalition) — uma organização norte-americana de ativismo e capacitação que trabalha para promover a saúde e a dignidade de pessoas e comunidades afetadas pelo uso de drogas — realizou a 12ª Conferência Nacional sobre Redução de Danos, em Nova Orleans, de 18 a 21 de outubro.

Na ocasião, os participantes ouviram a demanda por uma redução de danos mais ampla, que vá além da prevenção e da redução de riscos, incluindo estratégias para abordar trauma, divisão social, injustiças e desigualdades.

“Não podemos acabar com a AIDS no mundo se não acabarmos com a AIDS entre pessoas que usam drogas injetáveis. O UNAIDS está comprometido com a redução de danos. Redução de danos funciona. Redução de danos é capaz de salvar vidas,” disse Ninan Varughese, assessor sênior do UNAIDS, presente no encontro.

Anel vaginal que libera medicamentos antirretrovirais pode ser nova técnica para prevenir o HIV. Foto: Flickr (CC)/Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos Estados Unidos (NIAID)

Conferência em Madri debate novos métodos de prevenção do HIV

Novos métodos de prevenção do HIV, como a injeção semestral de substâncias capazes de impedir a infecção, foram tema de uma conferência em Madri, na Espanha. Encontro teve a participação do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS).

Durante o evento, especialistas apresentaram inovações para conter o estabelecimento do vírus no corpo humano, mas ressaltaram que técnicas inéditas vão demorar para chegar ao público.

Presidente de Botsuana visita sede do UNAIDS, em Genebra, e pede parceria eficiente para definir prioridades regionais sobre HIV. Foto: UNAIDS

Programa da ONU apoia avanços de Botsuana rumo ao fim da AIDS

O presidente de Botsuana, Mokgweetsi E.K. Masisi, visitou a sede do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) em Genebra, na Suíça, no fim de outubro (25) para compartilhar visões sobre o HIV, uma importante preocupação de saúde pública no país.

Duas décadas atrás, a AIDS devastou a pequena nação de 2 milhões de habitantes do sul da África. Hoje, apesar de ter uma das maiores taxas de prevalência de HIV no mundo – 23% dos adultos vivem com o vírus – Botsuana tem mostrado progresso notável.

O número de novas infecções caiu 63% desde o pico em 1996 e as mortes relacionadas à AIDS diminuíram para 4,1 mil, de 15 mil em 2008. Botsuana foi o primeiro país da região a fornecer tratamento antirretroviral universal e gratuito para pessoas vivendo com HIV, abrindo o caminho para muitos outros países da região fazerem o mesmo.

Pesquisa sobre prevenção de HIV enfrenta cortes orçamentários. Foto: OPAS/Ary Rogerio Silva

ONU vê queda no financiamento global de pesquisas sobre prevenção do HIV

Em 2017, o financiamento global de pesquisas sobre prevenção do HIV teve queda pelo quinto ano consecutivo, com um corte de 40 milhões de dólares em relação ao ano anterior. Com o encolhimento da verba, o montante de investimentos caiu 3,5%, chegando a 1,13 bilhão de dólares. Os números são do mais novo levantamento do Grupo de Trabalho de Pesquisa sobre Recursos para Prevenção do HIV, que tem a participação da ONU.