Bandeira do orgulho trans hasteada em São Francisco, nos Estados Unidos. Foto: Flickr (CC)/torbakhopper

OMS anuncia retirada dos transtornos de identidade de gênero de lista de saúde mental

A Organização Mundial de Saúde (OMS) anunciou na segunda-feira (18), durante lançamento da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID 11), a retirada dos transtornos de identidade de gênero do capítulo de doenças mentais. Com a mudança, o termo passa a ser chamado de incongruência de gênero, e está inserido no capítulo sobre saúde sexual. A nova classificação acontece 28 anos depois da decisão de retirar o termo “homossexualismo” da lista de doenças, no dia 17 de maio de 1990.

Segundo a Agenda para Zero Discriminação em Serviços de Saúde, elaborada pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), a discriminação é uma barreira ao acesso à saúde e aos serviços comunitários, além de impedir o alcance de uma cobertura universal na área da saúde.

Representantes do Ministério da Saúde, Secretaria Estadual de Saúde de Santa Catarina, UNAIDS e dos 12 municípios que aderiram à Declaração de Paris em cerimônia de assinatura do compromisso das Nações Unidas. Foto: UNAIDS

Santa Catarina e 12 cidades do estado aderem a compromisso da ONU pelo fim da AIDS até 2030

O governo de Santa Catarina e 12 cidades do estado assinaram na quarta-feira (13), em Florianópolis, a Declaração de Paris. Lançado na capital francesa em 2014 pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), o documento convoca municípios a acelerar a resposta à epidemia, para pôr fim à AIDS como ameaça de saúde pública até 2030.

Santa Catarina é um dos estados mais afetados pela epidemia de AIDS no Brasil. De acordo com dados do Ministério da Saúde de 2016, a taxa de detecção de AIDS na unidade federativa é de 29,2 casos para cada 100 mil habitantes. No país, o índice médio é de 18,5 para cada 100 mil habitantes.

Foto: ONU

Prevenção é essencial para quebrar ciclo de transmissão do HIV, diz chefe da ONU

O debate deste ano das Nações Unidas sobre as melhores formas de combater o HIV e a AIDS lembrou que, enquanto o progresso está sendo atingido, este permanece “desigual e frágil”, com muitos obstáculos pela frente.

“O mundo está fazendo um bom progresso para acabar com a epidemia de AIDS até 2030”, disse o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, à Assembleia Geral da ONU na terça-feira (12), citando a necessidade de testes de HIV, tratamento e terapia anti-retroviral mais acessíveis.

“Mas o progresso é desigual e frágil”, acrescentou. “Em todos os continentes, as populações-chave com maior risco de infecção continuam a ficar mais e mais para trás”.

Lucy Wanjiku é uma jovem mãe que vive com HIV e lidera a organização Vozes de Mulheres Jovens Positivas do Quênia. Foto: UNAIDS

UNAIDS destaca importância de empoderar meninas para evitar novas infecções por HIV

Lucy Wanjiku é uma jovem mãe que vive com HIV e lidera a organização Vozes de Mulheres Jovens Positivas do Quênia. Ela tinha apenas 19 anos quando descobriu que estava vivendo com HIV. “Ser mãe adolescente e viver com HIV foram experiência muito diferentes”, disse Lucy. “Fui discriminada pela comunidade, minha família e até mesmo por serviços de saúde. Não há estrutura de suporte disponível”.

A história de Wanjiku é comum na África Subsaariana. Cerca de 6,9 mil meninas adolescentes e mulheres jovens entre os 15 e os 24 anos são infectadas com HIV a cada semana; das quais, 5,5 mil vivem na África Subsariana. O relato é do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Foto: UNAIDS

Organizações de Paradas LGBT reúnem-se em SP para estabelecer estratégias comuns de atuação

A Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo (APOGLBT) realizou no fim de maio (de 25 a 27) o Encontro Brasileiro de Organizações de Paradas LGBT com o objetivo de unir forças, reforçar laços e ampliar a conscientização da importância das Paradas LGBT. O encontro reuniu cerca de 40 pessoas em São Paulo, com a presença de presidentes de organizações de paradas das capitais e das principais cidades do interior do Brasil.

A diretora do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil, Georgiana Braga-Orillard, também participou do encontro.

Em Belo Horizonte, jovens realizam uma partida de 'queimado' temática, para discutir questões de gênero e orgulho LGBTI. Imagem de 2016. Foto: Mídia Ninja (CC)

Inteligência artificial para reconhecer pessoas traz riscos à população LGBTI, diz pesquisadora

Na Inglaterra, o casamento do Príncipe Harry e de Meghan Markle fez história — por vários motivos. Pela primeira vez no telejornalismo, uma emissora de notícias, a Sky News, usou inteligência artificial (IA) para identificar ao vivo os convidados do matrimônio real. Mas para Cynthia Weber, professora de Relações Internacionais e Estudos de Gênero na Universidade de Sussex, a utilização do software de reconhecimento facial, embora tenha funcionado como um truque elegante, causa preocupação.

A detecção e o tratamento precoce do câncer de colo do útero podem aumentar drasticamente a chance de sobrevivência de uma mulher. Foto: UNAIDS

Iniciativa da ONU e parceiros trata e previne câncer de colo do útero em países africanos

Estudos mostram que as mulheres vivendo com HIV têm entre quatro e cinco vezes mais chances de desenvolver câncer invasivo de colo do útero. No entanto, a doença pode ser evitada por meio da exames e do tratamento precoce de lesões pré-cancerosas.

Uma nova parceria de 30 milhões de dólares com o objetivo de ajudar a acabar com o câncer de colo do útero, liderada por Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos para Alívio da AIDS (PEPFAR), Instituto George W. Bush e Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) vai acelerar os esforços capazes de salvar vidas em oito países africanos.

A Coalizão Global sobre Prevenção do HIV lançou seu primeiro relatório de progresso. Foto: UNAIDS

Coalizão global acelera esforços para prevenir novas infecções por HIV

A Coalizão Global sobre Prevenção do HIV lançou nesta quinta-feira (24) seu primeiro relatório de progresso, com um balanço dos avanços alcançados no fortalecimento do compromisso político em torno do tema seis meses depois do lançamento da iniciativa.

Bons exemplos de programas incluem a intensa distribuição de preservativos em alguns países da África Austral; alta cobertura de circuncisão masculina médica voluntária em países da África Oriental; programas para populações-chave, inclusive na Índia e na Ucrânia; e a profilaxia pré-exposição, amplamente introduzida no Brasil e no México, assim como aconteceu na África do Sul e no Quênia.

O relato é do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Assembleia Mundial da Saúde começou nesta semana em Genebra. Foto: OPAS

Delegações de 194 países se reúnem em Genebra para definir futuro da OMS

Teve início nesta segunda-feira (21), em Genebra, a 71ª Assembleia Mundial da Saúde. Evento reúne até o próximo sábado (26) delegações dos 194 países que fazem parte da Organização Mundial da Saúde (OMS). Representantes nacionais definirão o programa de trabalho da agência da ONU pelos próximos cinco anos. Com iniciativas de prevenção e tratamento, a OMS pode salvar 29 milhões de vidas até 2023.

UNAIDS vê avanços nas pesquisas da vacina contra o HIV, mas pede mais investimentos para tornar imunização uma realidade. Foto: UNAIDS

Em dia mundial, UNAIDS pede ampliação das pesquisas da vacina contra o HIV

No Dia da Conscientização da Vacina contra o HIV, lembrado neste 18 de maio, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) pede mais investimentos para encontrar uma método de imunização eficaz na proteção contra o vírus e na prevenção de novas infecções. Em 2016, cerca de 1,8 milhão de pessoas foram infectadas pelo HIV. Comunidade internacional tem meta de diminuir para menos de 500 mil os novos casos até 2020.

Lançamento marca o Dia Internacional contra LGBTIfobia, conhecido pela sigla em inglês IDAHOT e celebrado mundialmente em 17 de maio. Foto: UNAIDS

Com apoio do UNAIDS, organizações lançam manual de comunicação LGBTI+

Em Brasília, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e instituições parceiras apresentaram na quarta-feira (16) o Manual de Comunicação LGBTI+. Publicação orienta jornalistas e estudantes da área a adotar novos conceitos e terminologias, a fim de eliminar a discriminação na linguagem da mídia. Lançamento ocorreu no Senado Federal, na véspera do Dia Internacional contra a LGBTIfobia, lembrado em 17 de maio.

Em dia contra a homofobia, UNAIDS pede parcerias pelo fim da discriminação

Na ocasião do Dia Internacional contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia (IDAHOT), lembrado na quinta-feira (17), o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) pediu o fortalecimento de parcerias para apoiar lésbicas, gays, bissexuais, pessoas trans e intersexuais (LGBTI) e suas famílias vivendo com HIV ou enfrentando discriminação.

“O estigma, a discriminação e a violência social e física contra as minorias sexuais e de gênero impedem que essas pessoas tenham acesso aos serviços de saúde”, disse Michel Sidibé, diretor-executivo do UNAIDS. “Todas as pessoas têm direito à saúde, independentemente da orientação sexual ou identidade de gênero. Para isso, precisamos de zero discriminação para todos, em todos os lugares.”

Daniel Nagel (à esquerda), presidente da YAA, conheceu ativistas e jovens brasileiros que atuam na resposta ao HIV e à AIDS. Foto: YAA

ONG alemã seleciona brasileiros para conferência internacional sobre AIDS em Amsterdã

“Somos a geração que pode acabar com a AIDS. Mas, para atingir esse objetivo, precisamos de uma nova geração de lideranças”. A declaração é do ativista Daniel Nagel. Aos 26 anos, ele é presidente da Youth Against AIDS (Jovens contra a AIDS), uma organização sem fins lucrativos que nasceu há 8 anos na Alemanha.

A ONG, conhecida pela sigla YAA, está selecionando brasileiros que queiram participar da 22ª Conferência Internacional sobre AIDS. Evento acontece em julho, em Amsterdã. Prazo para inscrição em programa de bolsas é 20 de maio.

Lorenzo tem três anos e vive com HIV em Maláui, na África Ocidental. Foto: UNICEF / Schermbrucker

ONU: 23 países africanos concentram quase 90% das novas infecções por HIV entre crianças e adolescentes

Vinte e três países — todos da África Subsaariana — são o lar de 87% dos 2,1 milhões de crianças e adolescentes que vivem com HIV no mundo. Nas mesmas nações, ocorrem 87% das novas infecções pelo vírus entre meninos e meninas de até 14 anos. Para proteger os jovens, o Programa Conjunto da ONU sobre HIV/AIDS (UNAIDS) lançou em 2016 uma estratégia para aprimorar a prevenção e o tratamento nesses mais de 20 territórios. Balanço da iniciativa mostra que nações estão longe de alcançar metas pelo fim da epidemia.

Imagem: Canal LubaTV

UNAIDS anuncia youtuber mais votado em campanha online sobre HIV no Brasil

O canal no YouTube LubaTV teve o vídeo mais votado por quem acompanhou o #DesafioUNAIDS, iniciativa do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS). Projeto mobilizou 36 criadores de conteúdo, que gravaram e divulgaram em suas redes vídeos respondendo a uma série de perguntas sobre HIV e AIDS. Ao longo de dois meses, o organismo da ONU recebeu mais de 10 mil votos na etapa que escolheu a produção audiovisual preferida do público.

A atriz Evelyn Ligocki se prepara para interpretar a travesti Beth no Projeto Transdiálogos. Foto: UNAIDS

Projeto em Porto Alegre usa encenação para conscientizar profissionais de saúde sobre discriminação

Imagine essa situação: uma travesti procura o serviço de saúde precisando de atendimento básico em função de uma dor de cabeça, uma tosse insistente ou mal-estar no estômago. Ao chegar ao hospital, encontra obstáculos logo na entrada, quando o segurança lhe pede informações adicionais não requeridas a outros pacientes. Ao fazer seu cadastro, mesmo com documento constando seu nome social, ela é tratada pelo nome civil, no gênero masculino, e é ridicularizada, quando não ignorada.

Motivadas por preconceito ou desinformação, situações como essa são frequentes nos serviços de saúde brasileiros. Pensando em reduzir estes casos, a prefeitura de Porto Alegre (RS) desenvolveu em parceria com a ONU o projeto Transdiálogos, que busca capacitar profissionais de serviços de saúde sobre temas como igualdade de gênero e orientação sexual, respeito à diversidade e ética profissional. A iniciativa é apoiada pelo UNAIDS.

A reunião do GT UNAIDS teve a presença de cerca de 30 representantes de governo, embaixadas, organismos da ONU, outras representações governamentais e organizações da sociedade civil. Foto: UNAIDS

Agências da ONU participam de debate sobre papel da mídia na resposta à epidemia de HIV

“A mídia como aliada na resposta à epidemia do HIV” foi o tema central do debate realizado na quarta-feira (25), em Brasília, durante a primeira reunião do Grupo Temático Ampliado das Nações Unidas sobre HIV/AIDS de 2018. Presidida pelo Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), a reunião teve a presença de cerca de 30 representantes de governo, embaixadas, organismos da ONU, outras representações governamentais e organizações da sociedade civil formadas por pessoas vivendo com HIV.

“Nossa estratégia sempre foi a de tratar a mídia como aliada, porque são realmente nossos parceiros diretos e indiretos na divulgação de informações importantes e no alcance de um número significativo de pessoas”, disse Daniel de Castro, assessor de comunicação do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Jogadores russos e internacionais jogaram a primeira partida da Copa do Mundo UNAIDS pelo Fim da AIDS e da Discriminação. Foto: UNAIDS

Na Rússia, ONU realiza torneio de futebol pelo fim da AIDS e da discriminação

Teve início nesta semana (17), em Moscou, um torneio de futebol que promete jogar para escanteio o preconceito sofrido por pessoas vivendo com HIV. Realizada pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), a Copa do Mundo pelo Fim da AIDS e da Discriminação reuniu em sua primeira partida lendas do futebol russo e internacional, como Alexey Smertin e o camaronês Samuel Eto’o. Competição tem o apoio da FIFA.

UNAIDS lança chamada pública para segunda fase de concurso sobre prevenção do HIV

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), em parceria com a Embaixada dos Países Baixos, divulgou na terça-feira (10) chamada para a segunda fase do concurso #DesafioUNAIDS, que será realizada em Salvador (BA).

A disputa convoca jovens residentes na região metropolitana da cidade a propor um projeto que tire o #DesafioUNAIDS do mundo virtual e o traga para o mundo real, a partir da apresentação de proposta que visem levar o diálogo sobre prevenção do HIV e zero discriminação para comunidades, bairros, escolas, universidades e outros espaços da região metropolitana de Salvador.  As inscrições podem ser feitas até 23 de abril.

Foto: upslon/Flickr

UNAIDS detalha medidas para promover igualdade de gênero dentro da organização

Na África Subsaariana, três em cada quatro novas infecções por HIV entre jovens de 15 a 19 anos ocorrem entre meninas, enquanto, globalmente, o vírus é a principal causa de morte entre mulheres de 30 a 49 anos, segundo dados do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

“Sabemos que a igualdade de gênero e o empoderamento feminino são pontos essenciais para acabar com a epidemia de AIDS até 2030, como parte dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). O UNAIDS está comprometido com a integração da igualdade de gênero e dos direitos humanos em suas políticas programáticas e de gestão”, disse o programa da ONU em nota.

Foto: UNAIDS/Bernardo Enoch

UNAIDS conclui curso de audiovisual para pessoas trans em São Paulo

Como parte das celebrações pelo Dia Internacional da Visibilidade Trans (31 de março), o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) concluiu no fim de março (28), em São Paulo, o curso “Luz, Câmera, #ZeroDiscriminação”, uma formação em audiovisual voltada exclusivamente para pessoas trans.

O objetivo do projeto foi contribuir para a redução do estigma e da discriminação em relação às pessoas trans e abrir espaços para que elas possam se apropriar das mídias sociais e de outras plataformas de audiovisual, fomentando o acesso a esse mercado de trabalho, tanto na frente quanto atrás das câmeras.

Foto: OIM

Parceria entre agências da ONU visa garantir saúde e bem-estar de mulheres e crianças

A Parceria H6 une esforços de seis organizações internacionais para ajudar os países a concretizar a estratégia “Cada Mulher, Cada Criança”, do secretário-geral das Nações Unidas. A iniciativa mobiliza compromisso político e recursos para transformar as sociedades de forma que mulheres, crianças e adolescentes possam exercer seus direitos de saúde e bem-estar.

A iniciativa é formada por Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Organização Mundial da Saúde (OMS), ONU Mulheres e Banco Mundial.

Pessoas trans retomam estudos em centro comunitário de Buenos Aires

Kimi Avalos é uma jovem trans que mora em Buenos Aires, na Argentina. Por causa do estigma e da discriminação, ela não pôde continuar seus estudos e concluir o ensino médio.

Ela é uma das 30 alunas trans que iniciaram programa educacional implementado na Casa Trans, um centro comunitário para treinamento e capacitação de pessoas trans fundado na capital argentina. O relato é do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Foto: UNAIDS

Ativistas defendem direitos das pessoas trans em Belize, Tailândia e Índia

Para o Dia Internacional da Visibilidade Trans (31 de março), o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) conversou com defensores dos direitos das pessoas trans sobre os desafios que enfrentam e a importância de melhorar a visibilidade dessa população.

Na opinião de Erika Castellanos, mulher trans de Belize que se mudou recentemente para a Holanda, muitas pessoas não entendem o que são pessoas trans, o que se traduz em medo que causa estigma e discriminação. Leia a entrevista completa.

Foto: UNAIDS

ONU renova compromisso com redução da discriminação contra pessoas vivendo com HIV

Pesquisas têm mostrado que o estigma e a discriminação estão entre os principais obstáculos para prevenção, tratamento e cuidado em relação ao HIV. A discriminação pode gerar violência e afasta as pessoas de serviços, inclusive os de saúde. Estudos indicam também que o medo de ser discriminado desencoraja pessoas que vivem com o HIV a revelar sua sorologia, além de prejudicar o acesso e a adesão ao tratamento.

É nesse contexto que o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) renovam seu compromisso pela redução do estigma e da discriminação contra pessoas que vivem com HIV e aquelas mais vulneráveis à epidemia.

Aulas do projeto do UNAIDS aconteceram no Centro de Cidadania LGBT Luiz Carlos Ruas, em São Paulo. Foto: UNAIDS

Cerimônia nesta quarta-feira (28) em SP encerra curso de audiovisual para pessoas trans

Uma cerimônia em São Paulo marcará nesta quarta-feira (28) o encerramento do curso “Luz, Câmera, #ZeroDiscriminação”, uma formação em audiovisual voltada exclusivamente para pessoas trans promovida pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

O objetivo da formação é contribuir para a redução do estigma e da discriminação e abrir espaço nas mídias sociais e outras plataformas de audiovisual, fomentando o acesso a esse mercado de trabalho, tanto à frente como atrás das câmeras.

Radiografia para diagnóstico de tuberculose. Foto: Flickr (CC)/Yale Rosen

UNAIDS pede mais compromisso político para acabar com epidemias de tuberculose e HIV

A tuberculose ainda é a infecção que mata o maior número de pessoas no mundo. Por dia, 4,5 mil indivíduos morrem por conta da doença. A patologia é também a principal causa de óbito entre quem vive com HIV, provocando uma a cada três mortes relacionadas à AIDS. No último 24 de março, Dia Mundial da Tuberculose, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) fez um apelo por mais esforços pelo fim da enfermidade.