Programa da ONU divulgará versão em português de boletim quinzenal sobre população LGBTI

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) disponibilizará, a partir deste mês, versões em português do seu boletim quinzenal Olhar para a Igualdade, que aborda desafios e conquistas da população LGBTI. Publicação reúne notícias, pesquisas e fatos que ganharam destaque na mídia. Compilação, produzida desde 2014 pela iniciativa Equal Eyes com a ONU, explora temas como direitos humanos e legais, saúde e cultura.

A série é fruto de uma parceria entre o UNAIDS e a Globo. Foto: Reprodução da vinheta de 'Eu Só Quero Amar'/Gshow

Produzida com a ONU, série da Globo sobre HIV entre jovens é indicada ao Emmy Kids

A novela Malhação, da Rede Globo, foi indicada ao Emmy Kids 2017 na categoria digital pela websérie ‘Eu Só Quero Amar’, produzida e exibida pelo Gshow, a plataforma de entretenimento online do canal. O projeto é fruto de uma parceria entre o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), a área de Responsabilidade Social da TV Globo e o Gshow. Produção aborda relacionamento entre um jovem HIV-positivo e uma menina que não tem o vírus.

Kenneth Cole, estilista, empresário, ativista e embaixador da Boa Vontade do UNAIDS. Foto: UNAIDS/Elma Okic

Justiça social para pessoas com HIV é inegociável, diz estilista Kenneth Cole

Durante participação no Fórum Social do Conselho de Direitos Humanos da ONU, na semana passada, o estilista norte-americano Kenneth Cole criticou o preconceito que ainda marginaliza pessoas vivendo com HIV. Segundo o empresário, a epidemia de HIV é não apenas um problema de saúde, mas também uma questão de justiça social. O designer é embaixador global da Boa Vontade do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Michel Sidibé, diretor executivo do UNAIDS. Foto: Mark Garten/ONU

Maior desafio é a complacência com a AIDS, diz diretor-executivo de agência da ONU

O maior desafio atual é a complacência com a AIDS, afirmou o diretor-executivo do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Michel Sidibé, em entrevista à rede de informações sobre saúde Global Health Now, no fim de setembro (26).

“Estamos percebendo com preocupação que somos vítimas de nossas histórias de sucesso. Os jovens não se protegem mais e o perigo é que as pessoas sintam que acabou. A questão é que o foco deve manter-se apesar do progresso, pois é a única maneira de acabar com a epidemia de AIDS até 2030”, declarou.

Bandeira do orgulho trans hasteada em São Francisco, nos Estados Unidos. Foto: Flickr (CC)/torbakhopper

Agência da ONU apoia evento em São Paulo sobre saúde da população trans

A Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) promove no início de novembro (1 a 4) na capital paulista o I Encontro Brasileiro de Saúde Trans, que reunirá pessoas trans, profissionais de saúde, gestores públicos e especialistas nacionais e internacionais.

O evento é realizado em parceria com o Programa das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil. “A população trans é, sem dúvida, uma das mais desprovidas de direitos, principalmente quando constatamos que até mesmo o próprio direito de existir lhe é negado na maioria das vezes”, disse Georgiana Braga-Orillard, diretora do UNAIDS no Brasil.

César Nuñez, diretor regional do UNAIDS para América Latina e Caribe. Foto: UNAIDS

Programa da ONU elogia decisão do Brasil de debater prevenção combinada do HIV

Em visita ao Brasil na última semana de setembro, o diretor do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) para América Latina e Caribe, César Nuñez, elogiou a decisão do país em definir a prevenção combinada como tema do 11º Congresso AIDS e 4º Congresso de Hepatites Virais (HepAIDS 2017). Escolha pode estimular outras nações da região a debater o uso simultâneo de estratégias diferentes para evitar a infecção por HIV.

A brasileira Mariângela Batista Galvão Simão foi nomeada diretora-geral assistente para Acesso a Medicamentos, Vacinas e Produtos Farmacêuticos da Organização Mundial da Saúde (OMS). Foto: UNAIDS

Brasileira é nomeada diretora da OMS para acesso a medicamentos e vacinas

A brasileira Mariângela Batista Galvão Simão foi nomeada diretora-geral assistente para acesso a medicamentos, vacinas e produtos farmacêuticos da Organização Mundial da Saúde (OMS), informou a agência das Nações Unidas.

Anteriormente, ela atuava como diretora do Departamento de Direitos, Gênero, Prevenção e Mobilização Comunitária do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS). Tem mais de 30 anos de experiência no sistema brasileiro de saúde pública e teve papel ativo na ampliação e descentralização dos serviços de saúde no país, de acordo com a OMS.

Jovem vivendo com HIV recebe tratamento antirretroviral na Costa do Marfim. Foto: UNICEF / Olivier Asselin

Estigma e discriminação afastam pessoas vivendo com HIV dos sistemas de saúde, alerta ONU

Em 19 países com dados disponíveis, uma em cada quatro pessoas vivendo com HIV já sofreu discriminação ao procurar serviços de saúde. É o que revela um novo relatório do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), divulgado nesta semana (3), em Genebra. Pesquisa aponta que, nessas mesmas nações, 20% dos indivíduos infectados com o vírus evitaram ir a uma clínica ou hospital por medo de sofrerem preconceito.

Diretora do UNAIDS no Brasil, Georgiana Braga-Orillard, durante congresso. Foto: UNAIDS Brasil/Daniel de Castro

Agência da ONU ressalta papel dos gestores municipais no combate ao HIV

Em debate sobre o papel das cidades no combate ao HIV, a diretora do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil, Georgiana Braga-Orillard, defendeu na quarta-feira (27) a necessidade de incluir as populações mais vulneráveis na resposta à epidemia. Durante o 11º Congresso de HIV/AIDS, em Curitiba, dirigente abordou compromissos firmados por municípios brasileiros para conter avanço da AIDS até 2020.

Parada LGBT de Taguatinga, no Distrito Federal, em setembro de 2017. Foto: Mídia Ninja

Retorno da ‘cura gay’ ameaça cumprimento de metas da ONU sobre HIV, diz especialista

O retorno da discussão sobre a ‘cura gay’ no Brasil é um obstáculo ao cumprimento das metas das Nações Unidas sobre HIV e AIDS. A avaliação é do diretor regional do Programa Conjunto da ONU sobre HIV/AIDS (UNAIDS) para a América Latina e o Caribe, César Núñez. Em pronunciamento na noite da terça-feira (26), em Curitiba, o especialista afirmou que o fim de toda forma de discriminação é essencial para combater a epidemia.

Imagem: Divulgação/UNAIDS

Programa da ONU marca presença no 11º Congresso de HIV/AIDS, em Curitiba

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e alguns de seus copatrocinadores — UNICEF, UNESCO, UNFPA, UNODC e OPAS — participam esta semana do 11º Congresso de HIV/AIDS e do 4º Congresso de Hepatites Virais (HepAIDS 2017), que acontecem na cidade de Curitiba (PR) entre os dias 26 e 29 de setembro. Cerca de 4 mil participantes são esperados no ExpoUnimed Curitiba, entre ativistas, cientistas, gestores e profissionais de saúde de todo o Brasil, além de especialistas internacionais.

Dirigentes de entidades que se uniram para ampliar acesso a medicamentos mais eficazes contra o HIV. À extrema direita, o diretor-executivo do UNAIDS, Michel Sidibé. Foto: UNAIDS

ONU firma parceria para ampliar oferta de tratamento do HIV em mais de 90 países

Uma parceria entre países e agências internacionais, incluindo o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), ampliará o acesso ao primeiro tratamento genérico do HIV contendo o composto Dolutegravir. Iniciativa levará terapia para países de média e baixa renda com um preço reduzido — 75 dólares por paciente ao ano. Medicamentos serão disponibilizados em regime de pílula única, a ser administrada uma vez ao dia.

Unindo ficção à realidade, UNAIDS e Rede Globo promovem debate em torno da AIDS. Foto: Reprodução

Unindo ficção à realidade, ONU e Rede Globo promovem debate sobre AIDS

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e o setor de Responsabilidade Social da Rede Globo promovem desde segunda-feira (21) ações para incentivar o debate em torno de temas relacionados ao HIV e à AIDS. A iniciativa faz parte da parceria na plataforma de direitos humanos Tudo Começa pelo Respeito.

“Quando esse tipo de ação de sensibilização acontece, fica claro que ainda estamos carentes de um debate sobre HIV e AIDS em nossa sociedade”, afirmou Daniel de Castro, assessor de comunicação do UNAIDS no Brasil. “Falar de HIV e de AIDS também é uma forma de trabalhar a prevenção. No mínimo, conseguimos alertar as pessoas para o fato de que a AIDS ainda não acabou e de que todo mundo precisa estar atento e se prevenir do HIV”, completou.

O programa Amazonaids mudou a comunicação com os indígenas para se adaptar às diferenças culturais. Foto: Cacalos Garrastazu/UNAIDS-Eder Content

ONU pede que resposta ao HIV leve em conta particularidades das culturas indígenas

Em pronunciamento feito no início de agosto, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) alertou que os serviços de atendimento e cuidado relacionados à epidemia ainda não estão adaptados para integrar a visão de mundo, a linguagem, a cultura e as vulnerabilidades específicas dos povos indígenas. Organismo internacional fez um apelo por políticas de saúde pública com foco em direitos humanos e interculturalidade.

Durante o evento, houve apresentação cultural de Luana Euzébio, Cris de Souza, Cleo Street e Thug Dee. Foto: UNFPA Brasil.

Juventude negra é a mais afetada pelas políticas de drogas no Brasil, dizem especialistas

Redução de danos, violência contra jovens e falta de políticas públicas capazes de atender a usuários de drogas foram alguns dos temas que guiaram a segunda sessão de debates na Casa da ONU em Brasília na segunda-feira (14), no âmbito das comemorações do Dia Internacional da Juventude.

O evento foi organizado pela ONU Brasil em parceria com o programa Câmara Ligada da Câmara dos Deputados.

Laço vermelho, símbolo da luta contra a Aids. Foto: CC/Sham Hardy

Conhecimento sobre prevenção à AIDS permanece baixo, dizem jovens ao UNAIDS

Embora os números de novas infecções por HIV e mortes relacionadas à AIDS entre jovens tenham diminuído globalmente, em muitos lugares o conhecimento sobre a prevenção permanece preocupantemente baixo. Na ocasião do Dia Mundial da Juventude, lembrado no último sábado (12), o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) conversou com quatro jovens de diferentes países, incluindo Brasil, sobre os desafios que enfrentam em relação ao tema. Leia a reportagem.

Laço vermelho, símbolo da luta contra a Aids. Foto: CC/Sham Hardy

Lancet: Relatório do UNAIDS é ‘ponto de referência vital’ para monitorar progressos na resposta ao HIV

Em artigo editorial publicado no dia 22 de julho, a renomada revista científica The Lancet classifica o relatório mais recente do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) como “um ponto de referência vital para identificar o progresso, os êxitos, as insuficiências e as lacunas no combate à epidemia mundial de HIV.” Além disso, o periódico destaca que “o uso das metas 90-90-90 fornece um quadro útil que pode ajudar os países a priorizar seus caminhos e ações para um mundo livre da AIDS”.

Michel Sidibé, diretor-executivo do UNAIDS, durante o Fórum Político de Alto Nível da ONU, em Nova Iorque. Foto: UNAIDS

Combate à AIDS é exemplo para o cumprimento das metas globais da ONU, diz UNAIDS

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) divulgou uma nova publicação sobre a epidemia e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Documento mostra como a resposta à doença e ao vírus oferece exemplos que podem ajudar o mundo a cumprir as metas da ONU sobre pobreza e outros problemas sociais. Ao mesmo tempo, análise ressalta que o cumprimento dos ODS também contribui para lidar com desafios de saúde pública.

Prefeitos de cidades brasileiras assinam Declaração de Paris para o combate local à epidemia de AIDS. Foto: UNAIDS

Mais oito cidades brasileiras assinam a Declaração de Paris para combate à epidemia de AIDS

Mais oito prefeitos de cidades brasileiras assinaram na segunda-feira (10) a Declaração de Paris, comprometendo-se em acelerar os esforços locais para alcançar o fim da epidemia de AIDS até 2030. A assinatura ocorreu durante encontro da Frente Nacional de Prefeitos (FNP) em Campinas, no interior paulista.

“A meta é global, mas sabemos que quem implementa na ponta são os municípios, que estão mais perto dos indivíduos e sua participação é crucial para não deixarmos ninguém para trás”, disse a diretora do UNAIDS no Brasil, Georgiana Braga-Orillard.

Parceiros de todo o Sistema das Nações Unidas se reuniram em 30 de maio, na sede do UNAIDS em Genebra, na Suíça. Foto: UNAIDS

Debate em Genebra discute igualdade de gênero nas organizações internacionais

Parceiros de todo o Sistema das Nações Unidas reuniram-se no fim de maio (30) na sede do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) em Genebra, na Suíça, para discutir como as mudanças comportamentais, institucionais e culturais podem acelerar o progresso rumo à igualdade de gênero.

Em seu discurso, a diretora-executiva adjunta do UNAIDS, Jan Beagle, enfatizou que, se o gerenciamento de mudanças for realizado de forma sensível à questão de gênero, as barreiras à igualdade no local de trabalho podem ser abordadas e superadas.

O presidente da FNP e prefeito de Campinas, Jonas Donizzete, e o coordenador-residente da ONU no Brasil, Niky Fabiancic, firmaram acordo de parceria em Brasília. Foto: PNUD/Vivian Doherty

ONU Brasil e Frente Nacional dos Prefeitos reforçam parceria pelo desenvolvimento sustentável

O coordenador-residente da ONU no Brasil, Niky Fabiancic, e o presidente da Frente Nacional de Prefeitos (FNP) e prefeito de Campinas (SP), Jonas Donizette, firmaram na terça-feira (4) um memorando de entendimento com o objetivo de criar um marco de cooperação, além de facilitar e fortalecer a colaboração para promoção e alcance dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

O objetivo do encontro foi analisar as capacidades das redes de jovens vivendo com HIV, identificar barreiras e oportunidades de participação e facilitar o diálogo. Foto: UNAIDS

Redes de jovens vivendo com HIV reúnem-se em Cidade do Cabo para trocar experiências

Enquanto os jovens que vivem com o HIV estão desempenhando um papel ativo na resposta à AIDS, fornecendo informações, cuidados e apoio aos seus pares, suas redes precisam de mais suporte e recursos, segundo o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Para avançar nos esforços de engajá-los na tomada de decisões sobre questões que afetam suas vidas, 40 jovens vindos de 19 países e que representam redes de meninos e meninas vivendo com HIV se encontraram na Cidade do Cabo, África do Sul, nos dias 19 e 20 de junho. A conferência foi realizada com o apoio do UNAIDS, da Coalizão de Tratamento de Adolescentes e parceiros.

Deputada Erika Kokay (PT-DF) e Georgiana Braga-Orillard, diretora do UNAIDS. Foto: Jorge Salhani/UNFPA Brasil

Grupo de trabalho critica projeto de lei que criminaliza transmissão do HIV

Para o representante do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) no Brasil, Jaime Nadal, além de reforçar a estigmatização das pessoas que vivem com o HIV, o projeto de lei pode desencorajar as pessoas a realizar testagem e tratamento, uma vez que estariam sob a ameaça de se tornarem criminosas.

Para a diretora do UNAIDS no Brasil, Georgiana Braga-Orillard, a criminalização da transmissão vulnerabiliza ainda mais as populações com estado sorológico positivo, já que “considera as mais de 800 mil pessoas vivendo com HIV no Brasil como criminosos em potencial”.

Países firmam compromisso para implementar metas globais de saúde da mulher, criança e adolescente na América Latina e Caribe. Foto: UNFPA

Países firmam compromisso pela saúde de mulheres, crianças e adolescentes na América Latina e Caribe

Em reunião no Chile, países da América Latina e do Caribe firmaram na terça-feira (4) um acordo para pôr fim às mortes evitáveis de mulheres, crianças e adolescentes até 2030. O documento, chamado Compromisso para Ação de Santiago, foi apresentado pela presidenta chilena Michelle Bachelet a representantes de nove nações, incluindo do Brasil. Também participaram do encontro dirigentes de organismos da ONU.

Em seu discurso, Michel Sidibé destacou a necessidade de uma liderança contínua na saúde pelos EUA. Foto: UNAIDS/Divulgação

Liderança dos EUA é crucial para o fim da AIDS, diz agência da ONU

O diretor-executivo do UNAIDS, Michel Sidibé, falou sobre a necessidade de uma liderança contínua na saúde global por parte dos Estados Unidos para acabar com a epidemia de AIDS. Durante discurso na Conferência do Capitólio da Fundação da Pesquisa da AIDS (amfAR), realizada em Washington, Sidibé disse: “o que me espanta é o movimento para uma conspiração da complacência”. “As pessoas pensam que a AIDS está encerrada, que podemos seguir em frente. Agora não é hora de perder o nosso impulso”, declarou.

Georgiana Braga-Orillard (mais à esquerda) com representantes dos níveis federal, estadual e municipal, da jornalista Glória Maria e da cantora Wanessa Camargo e do ministro conselheiro da Embaixada do Reino Unido no Brasil, Wasim Mir. Foto: UNAIDS Brasil/Rafael Neddermeyer

ONU e governo defendem que debate sobre AIDS saia das esferas de especialistas e chegue até a sociedade

Em evento que reuniu em São Paulo, na terça-feira (30), youtubers e ativistas para discussões sobre juventude, direitos e HIV, representantes do governo e especialistas defenderam que o debate sobre a epidemia de AIDS precisa mobilizar a sociedade civil. Encontro foi o primeiro da série de conversas #EseFosseComVocê, uma iniciativa do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS). Diálogos foram moderados pela jornalista Glória Maria que, no mesmo dia, foi nomeada embaixadora da Boa Vontade da agência da ONU.

Glória Maria e youtubers se reúnem ao final do bloco para uma selfie. Foto: UNAIDS Brasil/Flow Cinema

Glória Maria é nomeada embaixadora do UNAIDS Brasil em evento sobre juventude, direitos e HIV

A jornalista Glória Maria é a mais nova embaixadora da Boa Vontade do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil. A nomeação da repórter aconteceu na última terça-feira (30) durante primeira série de conversas #EseFosseComVocê?, uma iniciativa da agência da ONU para promover debates sobre HIV, juventude e direitos. Organizado em parceria com a missão diplomática do Reino Unido, evento reuniu youtubers e ativistas no Centro Brasileiro Britânico de São Paulo.

Glória Maria será nomeada embaixadora da Boa Vontade do UNAIDS Brasil. Foto: TV Globo/Renato Velasco

UNAIDS promove debate sobre discriminação com Glória Maria e youtubers; acompanhe ao vivo no Facebook

Nesta terça-feira (30), a página da ONU Brasil no Facebook fará a transmissão ao vivo da série de conversas inspiradoras #EseFosseComVocê?, uma iniciativa do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS). Debates começam às 20h. O evento contará com a participação de youtubers, influenciadores e ativistas e será moderado pela jornalista Glória Maria — que durante as discussões será nomeada embaixadora do UNAIDS Brasil. Evento terá ainda um pocket show da cantora Wanessa Camargo, também embaixadora da agência da ONU.