Cidades serão determinantes para a recuperação verde no pós-pandemia

As cidades abrigam 55% da população mundial, condensando muitas pessoas em um mesmo lugar. Não é de se estranhar que sejam mais afetadas pela COVID-19: estima-se que 90% de todos os casos relatados do novo coronavírus tenham ocorrido nas cidades.

No entanto, a concentração de pessoas também torna os centros urbanos essenciais para a recuperação verde no pós-pandemia – importante para reduzir o risco de futuras pandemias e combater as mudanças climáticas.

Para o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), é fundamental focar no planejamento e design urbanos para criar cidades estrategicamente densas e conectar as residências aos meios de transportes e ao planejamento energético, além de combinar infraestruturas cinza, azul e verde para aproveitar os benefícios das soluções baseadas na natureza.

Padrão para gestão de rejeitos foi desenvolvido pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, Princípios para o Investimento Responsável e Conselho Internacional de Mineração e Metais após o trágico rompimento da barragem de rejeitos em Brumadinho em 25 de janeiro de 2019. Foto: Pixabay

Novo padrão global para o setor de mineração visa melhorar a segurança das instalações de rejeitos

Um padrão global para a gestão segura dos rejeitos da mineração foi lançado por uma aliança internacional com o objetivo de ser aplicado às instalações existentes e futuras, independentemente da localização, para evitar danos às pessoas e ao meio ambiente.

O Padrão Global da Indústria para a Gestão de Rejeitos foi desenvolvido a partir da Revisão Global de Rejeitos (RGR), um processo independente organizado por Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), Princípios para o Investimento Responsável (PRI) e Conselho Internacional de Mineração e Metais (ICMM) após o trágico rompimento da barragem de rejeitos em Brumadinho, em janeiro de 2019.

Na pesquisa, 69% dos bancos indicaram que o setor econômico visto como mais exposto aos riscos climáticos é o silvo-agropecuário, seguido pelo setor de geração de energia, com 44%. Foto: Departamento dos Estados Unidos para Agricultura/Ryan Thompson

Menos da metade dos bancos latino-americanos considera mudanças climáticas em suas estratégias

Uma nova pesquisa com 78 instituições financeiras da América Latina e do Caribe revelou que 38% delas incorporam diretrizes associadas às mudanças climáticas em sua estratégia e 24% têm uma política de avaliação e divulgação de riscos climáticos.

Os autores da análise concluíram que os riscos climáticos não são gerenciados principalmente devido à falta de informação sobre o impacto financeiro das mudanças climáticas e à ausência de demandas por parte dos reguladores.

A pesquisa foi desenvolvida pela Iniciativa Financeira do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP FI) e pelo Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), com a colaboração da Federação Latino-Americana de Bancos (FELABAN).

Mergulho virtual nas águas de Belize ensina como proteger os oceanos

Você gostaria de mergulhar nas águas caribenhas do Belize para aprender como proteger nossos ecossistemas marinhos?

Junte-se à campanha Selvagem Pela Vida do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e participe de uma jornada virtual e imersiva através de três ecossistemas marinhos ameaçados por atividades humanas como o turismo, a pesca e a poluição.

A Jornada Marinha, disponível em português, permite que os usuários explorem o fundo do mar como três personagens diferentes, mostrando como a biodiversidade fornece bens e serviços vitais à humanidade, além de apresentar as ameaças que esses ecossistemas estão enfrentando e ensinar como ações simples podem ajudar a proteger esses habitats interconectados.

PNUMA e UNESCO se unem ao Instituto Alana na campanha global da semana sem plástico

Pela primeira vez no Brasil acontece a Semana Sem Plástico, entre os dias de 27 a 31 de julho, com o intuito de fomentar reflexões sobre o uso indiscriminado do plástico e dos hábitos de consumo.

Fazem parte da iniciativa o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente no Brasil (PNUMA), a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) no Brasil, o Instituto Alana, por meio do programa Criança e Consumo, Break Free From Plastic, Videocamp, Instituto Polis, GAIA e Aliança Resíduo Zero Brasil.

A Semana Sem Plástico faz parte da campanha global #PlasticFreeJuly e terá programação digital e gratuita. Participe!

Como alimentar 10 bilhões de pessoas até 2050

Evidências sugerem que a falta de alimentos não seja um problema global, e sim a ineficiência do sistema alimentar. Há falhas em todo o processo de produção e consumo, a começar pelo uso da terra. Por exemplo, como uma resposta à crescente demanda por carnes e laticínios, cerca de 60% das terras agrícolas do mundo são usadas para a atividade pecuária.

Além disso, cerca de um terço dos alimentos produzidos são perdidos entre a fazenda e a mesa, enquanto são armazenados, transportados, processados, embalados, vendidos e preparados. Leia o relato do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

Aparelhos de refrigeração mais eficientes podem reduzir emissões e poupar trilhões de dólares

Ações internacionais coordenadas que incentivem o uso de aparelhos de refrigeração energeticamente eficientes e de baixo impacto no clima podem evitar a liberação de até 460 bilhões de toneladas de gases de efeito estufa na atmosfera – o equivalente a oito anos de emissões globais segundo os níveis de 2018.

A informação é do Relatório de Emissões de Aparelhos de Refrigeração e Políticas de Enfrentamento do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) com a Agência Internacional de Energia (AIE).

ARTIGO: Por que precisamos de sistemas alimentares sustentáveis no mundo pós-pandemia

Os sistemas alimentares estão na encruzilhada entre saúde humana, animal, econômica e ambiental. Ignorá-los pode expor a economia mundial a choques financeiros e de saúde cada vez maiores à medida que as mudanças climáticas e a população global aumentam. A análise é feita por Nicoletta Batini, do Fundo Monetário Internacional; James Lomax, do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente; e Divya Mehra, do Programa Mundial de Alimentos.

Eles afirmam que a reconstrução das economias após a crise da COVID-19 oferece uma oportunidade única de transformar os sistemas alimentares globais e torná-los resistentes a crises futuras, garantindo uma nutrição sustentável e saudável para todos e todas. Leia o artigo na íntegra.

O brasileiro Eduardo Avila, de 25 anos, desenvolve o projeto “Revolusolar” em parceria com duas favelas do Rio de Janeiro (RJ) para criar um novo modelo energético acessível, sustentável e baseado nas comunidades. Foto: Reprodução

Brasileiro é finalista de prêmio global da ONU com projeto de energia solar em favelas do Rio

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) anunciou nesta segunda-feira (20) os cinco finalistas do prêmio Jovens Campeões da Terra na América Latina e Caribe.

O brasileiro Eduardo Avila, de 25 anos, está no páreo com o Revolusolar. O projeto, desenvolvido em parceria com duas favelas do Rio de Janeiro (RJ), cria um novo modelo energético acessível, sustentável e baseado nas comunidades.

Profissionais de saúde em Madagascar testam cidadãos para a COVID-19. Foto: Banco Mundial/Henitsoa Rafalia

ONU destaca liderança de mulheres no enfrentamento à crise de COVID-19

O Women Rise for All foi lançado em 27 de abril em apoio ao pedido do secretário-geral da ONU por solidariedade e ação urgente em resposta aos impactos socioeconômicos da COVID-19.

Como um esforço global de defesa de direitos para salvar vidas e proteger os meios de subsistência, o Rise for All insta lideranças de todos os países, em todos os setores, a lidar com a crise humana da pandemia e a apoiar o Fundo de Resposta e Recuperação das Nações Unidas COVID-19.

O mecanismo foi projetado para ajudar os países e as pessoas mais expostas às dificuldades econômicas e às perturbações sociais causadas pela pandemia.

Profissionais de saúde em Madagascar testam cidadãos para a COVID-19. Foto: Banco Mundial/Henitsoa Rafalia

Enquanto COVID-19 tira vidas no mundo todo, ONU sugere caminho para evitar novas pandemias

Um novo estudo científico do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e do Instituto Internacional de Pesquisa Pecuária (ILRI) concluiu que, se os países não tomarem medidas drásticas para conter a disseminação de zoonoses, pandemias como a da COVID-19 serão mais comuns.

À medida que a população mundial se aproxima de 8 bilhões de pessoas, o desenvolvimento desenfreado coloca cada vez mais os seres humanos em contato com animais selvagens, o que facilita a disseminação dessas doenças entre as espécies.

“Conforme exploramos áreas mais marginais, criamos mais oportunidades de transmissão”, explicou o professor de doenças infecciosas em animais da Universidade de Liverpool e co-autor pelo ILRI, Eric Fèvre. “A nossa pegada está aumentando no mundo e, com ela, o risco de grandes epidemias e, eventualmente, de outra pandemia como a da COVID-19, é cada vez maior.”

Volume de resíduos eletrônicos aumenta mais de 21% em 5 anos no mundo

Em 2019, apenas 17,4% dos resíduos eletrônicos foram coletados e reciclados no mundo. Isso significa que ouro, prata, cobre, platina e outros materiais recuperáveis de alto valor, avaliados em 57 bilhões de dólares foram principalmente descartados ou queimados, em vez de coletados para tratamento e reutilização.

Desde 2014, o número de países que adotaram uma política, legislação ou regulamentação nacional de resíduos eletrônicos aumentou de 61 para 78. Embora seja uma tendência positiva, isso está longe da meta estabelecida pela União Internacional de Telecomunicações (UIT) de aumentar para 50% o percentual de países com uma legislação sobre resíduos eletrônicos.

Eventos climáticos extremos atingem o mar Adriático em Ražanac, na Croácia. Foto: OMM/Aleksandar Gospić

Relatório da ONU defende abordagem que une saúde humana, animal e ambiental para evitar futuras pandemias

Enquanto a pandemia da COVID-19 ameaça vidas e perturba economias em todo o mundo, um novo relatório alerta para a possibilidade de surgimento de novos surtos de doenças zoonóticas caso os países não tomem medidas para impedir sua disseminação. O estudo faz dez recomendações para evitar futuras pandemias.

“A ciência é clara ao dizer que, se continuarmos explorando a vida selvagem e destruindo os ecossistemas, podemos esperar um fluxo constante de doenças transmitidas de animais para seres humanos nos próximos anos”, afirmou a diretora-executiva do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), Inger Andersen.

PNUMA e Sony criam realidade virtual para sensibilizar usuários sobre suas pegadas de carbono

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e a Sony PlayStation se uniram para criar uma experiência imersiva de realidade virtual, que visa sensibilizar os usuários sobre como transformações nos estilos de vida podem ajudar no combate às mudanças climáticas.

A experiência imersiva leva os espectadores a conhecerem suas pegadas de carbono individuais através da plataforma DreamsTM. Por meio de um vídeo, os usuários fazem uma viagem de 5 minutos em um dia comum, mostrando o que eles comem, como se locomovem e as casas em que habitam, e termina com uma gigantesca bola de 34 metros de altura que ilustra a pegada de carbono de uma pessoa comum em um país desenvolvido.

Relatório da ONU aponta lacuna entre expectativa e ação no combate à poluição plástica na Ásia

Uma pesquisa regional com consumidores e empresas do setor de alimentos e bebidas do Sudeste Asiático, realizada pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e a Food Industry Asia (FIA), aponta lacuna significativa entre expectativa e ação no combate à poluição plástica na região. Por exemplo, enquanto 91% dos consumidores afirmam estar preocupados com a poluição plástica, menos da metade está evitando comprar produtos de materiais não reciclados.

A pesquisa entrevistou empresas e consumidores de cinco dos dez países que mais poluem os mares com plásticos no mundo: Indonésia, Malásia, Filipinas, Tailândia e Vietnã. Com a pandemia da COVID-19 e o aumento no volume de resíduos descartados, a poluição plástica tem se tornado um desafio cada vez maior.

PNUMA apoia ação para plantar 1 trilhão de árvores no mundo e restaurar Mata Atlântica no Brasil

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) está apoiando uma iniciativa para coordenar, de forma técnica, a plantação de 1 trilhão de árvores no mundo. A ação, realizada pela plataforma global TerraMatch, beneficiará a Mata Atlântica brasileira, florestas do México, do Peru e de países africanos.

No Brasil, governos locais e organizações parceiras estão cooperando para restaurar a biodiversidades da Mata Atlântica com árvores originais.

Wilhelm, Ericka e Vilfredo Schurmann seguem confinados num veleiro nas Ilhas Falkland. Foto: Família Schurmann

Família Schurmann adota lições do mar para enfrentar o distanciamento social e inspira brasileiros

Defensora da campanha Mares Limpos do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), a Família Schurmann usa a experiência de 36 anos de expedições pelos mares para enfrentar os desafios do distanciamento social.

Paciência, resolução rápida de conflitos e divisão de tarefas nas atividades do dia a dia são algumas das estratégias que podem ser incorporadas por todos no atual cenário da pandemia de COVID-19.

Energia eólica, limpa e renovável. Foto: Alexander Droeger/CC.

Queda nos custos da energia limpa pode impulsionar ação climática na recuperação pós-COVID-19

À medida que a COVID-19 atinge a indústria de combustíveis fósseis, um novo relatório de Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e parceiros mostrou que a energia renovável está mais econômica do que nunca – o que apresenta uma oportunidade para os países priorizarem a energia limpa em pacotes de recuperação econômica, aproximando o mundo do cumprimento das metas do Acordo de Paris para o clima.

Os oceanos estão sendo degradados pelas atividades humanas que afetam a vida selvagem e as comunidades costeiras, além de impactar negativamente a saúde humana e a do planeta. Foto: ONU/Martine Perret

Especialistas e apaixonados pelos mares se reúnem em lives para celebrar Dia Mundial dos Oceanos

Os oceanos estão sendo degradados pelas atividades humanas que afetam a vida selvagem e as comunidades costeiras, além de impactar negativamente a saúde humana e a do planeta.

Para a ocasião do Dia Mundial dos Oceanos, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) realiza lives nesta segunda (8) e na quarta (10) sobre o que fazer para tornar a proteção dos oceanos uma prioridade nas políticas públicas, nas práticas do setor privado e nos hábitos dos indivíduos.

Passageiros usam máscaras na estação Pinheiros, em São Paulo (SP). Foto: Agência Brasil/Rovena Rosa

COVID-19 deve agravar situação de saúde, pobreza e capacidade de recuperação da população negra no Brasil

A representante do UNFPA no Brasil, Astrid Bant, lembrou que a pandemia, unida ao racismo e à dificuldade de a população negra exercer seus direitos, tem resultado no agravamento de doenças, na maior letalidade frente à COVID-19 e em mais desemprego e pobreza. 

Os pesquisadores presentes citaram também os obstáculos que as iniquidades, o racismo e a discriminação impõem à população negra brasileira, a tornando mais vulnerável aos impactos de saúde, econômicos e sociais da pandemia.

Irving cultiva sua muda em frente a unidade habitacional no abrigo Rondon 2, em Boa Vista, Roraima. Foto: ACNUR/Lucas Novaes

‘Cuidando do meio ambiente cuidamos de nós mesmos’, diz voluntário venezuelano em Roraima

Desde fevereiro, a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), em colaboração com a Operação Acolhida e seus parceiros da sociedade civil, promove um projeto-piloto de introdução de áreas verdes em um abrigo para refugiados e migrantes em Boa Vista (RR).

A iniciativa promove ações educativas e de conscientização ambiental por meio do cultivo de hortas, jardins medicinais e árvores no abrigo, que é moradia para 615 venezuelanos.

As alterações climáticas têm implicações graves para a agricultura e a segurança alimentar. Foto: FAO/L. Dematteis

ARTIGO: Dia do Meio Ambiente é oportunidade de reiniciarmos relação com natureza

Em artigo publicado no jornal Correio Brasiliense, representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) no Brasil afirmam ser fundamental garantir que os planos de recuperação após a pandemia estejam alinhados à sustentabilidade, com o objetivo de mudar muitos dos atuais padrões insustentáveis de consumo e produção. Leia o artigo completo.

No Brasil, Dia Mundial do Meio Ambiente terá bate-papo com Lenine e curador do Museu do Amanhã

Hoje é o Dia Mundial do Meio Ambiente, data que simboliza a oportunidade de repensarmos a nossa relação com a natureza. Com este objetivo, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) se uniu ao Museu do Amanhã para promover encontros virtuais repletos de ideias, trocas e inspirações.

Às 17h, o cantor e ativista ambiental Lenine tocará os clássicos de sua carreira no canal do Youtube do Museu do Amanhã e do PNUMA. Ele irá intercalar músicas e conversas com o curador do Museu do Amanhã, Luiz Alberto Oliveira, abordando questões como a importância da arte e da ciência em tempos de pandemia, e a possível relação, para ele, da criação musical com a criação de orquídeas.

Os alimentos que comemos, o ar que respiramos, a água que bebemos e o clima que torna nosso planeta habitável vêm da natureza. Foto: Casey Horner/Unsplash

Chegou a #HoraDaNatureza e a biodiversidade está em foco neste Dia Mundial do Meio Ambiente

O Dia Mundial do Meio Ambiente, 5 de junho, é a principal data das Nações Unidas para promover ações ambientais e sensibilizar a comunidade global sobre a necessidade de proteger o planeta. Criada em 1974, a data cresceu e se tornou uma plataforma global para a divulgação de ações públicas pelo meio ambiente em mais de 100 países.

Neste ano, a Colômbia sediará o Dia Mundial do Meio Ambiente com eventos online e ao vivo transmitidos de Bogotá. Além disso, serão realizados outros eventos e celebrações online pelo mundo. Leia o chamado do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

Foto: PNUMA

‘A natureza está nos mandando uma mensagem clara’, diz ONU no Dia do Meio Ambiente

Marcando o Dia Mundial do Meio Ambiente, em 5 de junho, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, disse que a Natureza está nos mandando uma “mensagem clara”.

“Estamos afetando o meio ambiente, para nosso próprio prejuízo. A degradação dos habitats e a perda de biodiversidade estão acelerando. As perturbações climáticas estão piorando. Incêndios, inundações e grandes tempestades são mais frequentes e destruidoras. Os oceanos estão ficando mais quentes e ácidos, destruindo os ecossistemas dos corais. E, agora, um novo coronavírus está enfurecido, minando a saúde e meios de subsistência”, afirmou Guterres.

Dia Mundial do Meio Ambiente terá bate-papo com Sebastião Salgado e Rosiska Darcy e live com Lenine

Neste ano, o Dia Mundial do Meio Ambiente, em 5 de junho, simboliza a oportunidade de repensarmos a nossa relação com a natureza. Com este objetivo, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) se une ao Museu do Amanhã para promover dois eventos virtuais repletos de ideias, trocas e inspirações nos dias 4 e 5 de junho.

O bate-papo “Hora da Natureza: reflexões sobre o amanhã” reunirá Rosiska Darcy, Sebastião Salgado e Fábio Scarano para uma conversa de alto nível sobre meio ambiente, ser humano e os futuros possíveis que desejamos construir. A live será transmitida pelo You Tube das duas organizações na quinta-feira (4), às 16 horas.

Quatro ODSs são chave para recuperação sustentável no pós-COVID

A pandemia do coronavírus mostrou que os avanços na luta contra a pobreza e a fome e a busca pela saúde e pelo bem-estar podem ser prejudicados, caso a comunidade global não enfrente as ameaças ambientais que comprometem os sistemas – e que permitem que a humanidade e o planeta sobrevivam e prosperem.

Só é possível ter recuperação e desenvolvimento sustentável duradouros quando as respostas, os planos e as políticas ambientais recebem a devida importância. À medida que o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) se une à comunidade internacional, mobilizando respostas imediatas às áreas da saúde, economia e segurança, quatro Objetivos de Desenvolvimento Sustentável serão vitais para a recuperação sustentável – Ação Contra a Mudança Global do Clima, Vida Terrestre, Vida na Água e Consumo e Produção Responsáveis.

Dia Mundial do Meio Ambiente: PNUMA promove reflexões virtuais para estimular ações reais

Neste Dia Mundial do Meio Ambiente, vamos nos unir virtualmente e marcar a semana do 5 de junho com uma série de atividades para estimular reflexões sobre o momento atual, destacar a interdependência entre a saúde humana e a saúde do planeta e buscar entendimentos sobre como construir um mundo melhor no pós-pandemia – #PelaNatureza.

O Programa das Nações Unidos para o Meio Ambiente (PNUMA) preparou diversas atividades que serão transmitidas pelas redes sociais. O objetivo, segundo a representante do PNUMA no Brasil, Denise Hamú, é utilizar esse momento complexo e difícil que a pandemia nos impôs para repensarmos nossas ações em relação ao meio ambiente.

Com 10 milhões de hectares perdidos anualmente, é necessário proteger florestas para salvar a biodiversidade

Publicado no Dia Internacional da Diversidade Biológica, em 22 de maio, o relatório “O Estado das Florestas do Mundo” mostra que a conservação da biodiversidade está diretamente relacionada com a forma de interação e uso das florestas. O relatório afirma também que é preciso agir imediatamente para proteger a biodiversidade diante da alarmante taxa de desmatamento e da degradação ambiental.

O relatório foi produzido pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), e com contribuição técnica do Centro de Monitoramento da Conservação Mundial da ONU Meio Ambiente.

Saiba como os manguezais nutrem a vida marinha

As árvores de mangues armazenam mais carbono em seus solos se comparadas a outras espécies, o que as tornam ativos valiosos na luta contra o aquecimento global.

Elas também diminuem o impacto das tempestades, servem de zonas de reprodução para peixes e outros animais marinhos e constituem eficazes sistemas de filtragem que evitam o influxo de água salina que torna o solo inadequado para a agricultura.

De acordo com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), governos e comunidades costeiras de países tropicais estão se sensibilizando cada vez mais sobre o valor dos manguezais para a natureza e os seres humanos.

COVID-19 e mudança do clima afetam cadeia produtiva de arroz

O mundo consome muito arroz. Mais de 3,5 bilhões de pessoas têm esse cereal como parte essencial de sua dieta, o que o torna fundamental para a segurança alimentar global e vital para metade da população mundial. Das 820 milhões de pessoas que passam fome atualmente, quase 60% vivem em áreas onde o consumo desse alimento representa mais de 40% de sua dieta anual de cereais. Paradoxalmente, as pessoas que o cultivam são geralmente as que não possuem segurança alimentar. Para mais de 100 milhões de pequenos produtores de arroz, é esse alimento que os tira da fome.

Antes da COVID-19, a grande indústria do arroz já estava enfrentando os impactos das mudanças climáticas. Agora, a pandemia está devastando todo o setor, ameaçando ainda mais vidas e meios de subsistência. Leia o relato do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

Em São Paulo e Rio de Janeiro, adolescentes e jovens das periferias discutem desafios, impactos e discriminações em relação aos seus direitos à cidade, especialmente em tempos de pandemia. Foto: pixabay/Alexandra Koch

Reconstruir melhor no pós-pandemia demanda respeito ao direito das futuras gerações

Atualmente, os jovens estão muito à frente nos esforços de proteger o planeta se comparados às gerações anteriores. Eles viram em primeira mão os impactos gerados por uma crise realmente global. Para os que já estavam preocupados com a crise climática, a pandemia pode ter fortalecido sua determinação em transformar o planeta para melhor. A expectativa é do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

Publicação de OMS e ONU-Habitat coloca a saúde no centro das decisões de planejamento urbano. Foto: UNsplash

Concentração global de CO2 bate recorde mesmo durante crise da COVID-19

Embora seja verdade que o tráfego veicular e aéreo, bem como a atividade industrial, tenham sido drasticamente reduzidos na maior parte do mundo desde janeiro de 2020, esse não é o caso do consumo de eletricidade. De acordo com o Panorama Energético Mundial 2019, 64% das fontes globais de energia elétrica provêm de combustíveis fósseis (carvão: 38%, gás: 23%, petróleo: 3%). Leia o relato do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

O PNUMA é a principal voz global em temas ambientais. Foto: Pixabay

PNUMA mapeia zoonoses e protege meio ambiente para reduzir riscos de pandemias

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) está intensificando seu trabalho no mapeamento de ameaças zoonóticas e na proteção do meio ambiente para reduzir o risco de futuras pandemias, como a da COVID-19, que se espalhou por todo o mundo.

No documento “Trabalhando com o Meio Ambiente para Proteger as Pessoas” divulgado nesta terça-feira (12), o PNUMA mostra como está se ajustando para responder à COVID-19 e apoiar nações e parceiros na reconstrução de um mundo melhor – por meio de de bases científicas mais sólidas, políticas que apoiem um planeta mais saudável e investimentos verdes.

Na agricultura intensiva, animais são criados em ambientes pequenos e densos, e têm diversidade genética limitada, o que os torna mais suscetíveis a doenças. Foto: OPAS

Invasão de habitats naturais intensifica surgimento de zoonoses, diz especialista

Em entrevista ao Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), o especialista ugandês Bernard Bett, que lidera pesquisas sobre doenças infecciosas negligenciadas e emergentes, afirma que as zoonoses estão mais frequentes no mundo. Isso ocorre devido à invasão de habitats naturais, à urbanização e ao desenvolvimento socioeconômico, que impõe práticas como a agricultura intensiva.

“Quando as pessoas degradam os habitats da vida selvagem ou estabelecem seus próprios assentamentos em algumas áreas, elas se tornam parte do ecossistema e do ciclo selvático – o ciclo de transmissão viral que ocorre entre os animais nas florestas.” Leia a entrevista completa.

A indiana Fátima Babu lidera campanha contra a fundição de cobre Sterlite em Tuticorin há 24 anos. Foto: Thom Pierce /Guardian/Global Witness/PNUMA

ONU e parceiros coordenam esforços para apoiar defensores ambientais

Programas das Nações Unidas, defensores do meio ambiente, ONGs e instituições acadêmicas se reuniram em Genebra no fim de fevereiro para discutir como mobilizar a comunidade internacional para apoiar os defensores ambientais.

Em todo o mundo, esses defensores estão lutando por um meio ambiente mais saudável ​​– não apenas para suas comunidades, mas para todos. Apesar de seu trabalho valioso e corajoso, eles continuam altamente vulneráveis ​​e sob crescente ataque em todo o mundo. Leia o relato do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).