Abdullah, de 6 anos, no leste Ghouta, perto de Damasco, na Síria; eles fugiram de um bombardeio recentemente. Foto: UNICEF/Almohibany

Síria: ONU pede acesso imediato e irrestrito para salvar vidas em zona rural de Damasco

Situação volta a se complicar após comboio ter alcançado região no final de outubro. Milhares de pessoas continuam vivendo em dez áreas sitiadas na Síria.

Segundo a OMS, há relatos de escassez grave de alimentos e de itens médicos no leste de Ghouta, zona rural da capital Damasco, onde até 400 mil pessoas continuam sitiadas e sem acesso a assistência vital.

Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) relata lenta volta à normalidade em Alepo, onde combates chegaram ao fim.

Civis desalojados no Iêmen. Foto: ACNUR

Iêmen poderá passar por ‘maior fome que mundo já viu em décadas, com milhões de vítimas’

Chefe humanitário da ONU visitou país abalado por conflitos no final de outubro e alertou sobre bloqueio promovido pelo país. Apesar das condições desafiadoras e da falta de financiamento, as Nações Unidas e parceiros humanitários estão prestando assistência direta a mais de 7 milhões de pessoas por mês.

Desde março de 2015, o número de mortos nos combates no Iêmen é de 5.295. Mais de 8,8 mil pessoas ficaram feridas. O país também está passando pela epidemia de cólera de crescimento mais rápido já registrado. Até o dia 1º de novembro, houve cerca de 895 mil casos suspeitos – mais da metade em crianças –, com cerca de 2,2 mil mortes associadas desde 27 de abril.

Uma avô cuida da neta em Moçambique. Foto: ONU

Organismos da ONU planejam projeto de conscientização sobre saúde em Moçambique

Para melhorar a nutrição das crianças de Moçambique, o Programa Mundial de Alimentos (PMA) resolveu apostar na comunicação. A agência da ONU criará comitês locais de saúde em 90 comunidades da província de Manica, onde atividades divulgarão informações que podem melhorar o bem-estar da população. O organismo também investirá na sensibilização por meio de transmissões em rádios locais. Público alcançado pelas ações deve chegar a quase 424 mil moçambicanos.

Alimentação escolar é crucial para atingir o objetivo global da ONU número dois, de fome zero. Foto: PMA/Alexandra Hilliard

Ministros africanos endossam estudo sobre alimentação escolar; experiência brasileira foi inspiração

Centro de Excelência contra a Fome do Programa Mundial de Alimentos da ONU (PMA), em colaboração com o Escritório do PMA para a África, realizou o estudo, após o Departamento da Recursos Humanos, Ciência e Tecnologia da Comissão da União Africana ter realizado uma visita de estudos ao Brasil para conhecer a experiência brasileira de alimentação escolar vinculada à agricultura local.

Regata Transat Jacques Vabre de 2017. Foto: Wikimedia Commons/Pymouss (CC)

Programa Mundial de Alimentos divulga aplicativo de doações em regata que chega ao Brasil

A Transat Jacques Vabre é uma regata internacional que parte da França e percorre rotas de café. Na edição de 2017, os velejadores partiram no início de novembro (5) de Le Havre, na França, e chegarão no fim do mês a Salvador, na Bahia. Para chamar a atenção dos atletas e dos fãs do esporte para a questão da fome no mundo, o Programa Mundial de Alimentos (PMA) fez uma parceria com o evento para divulgar o aplicativo ShareTheMeal, que facilita a doação de pessoas físicas para iniciativas de segurança alimentar e nutricional.

O Centro de Excelência contra a Fome contribuiu para mudar o entendimento de governos de cerca de 30 países sobre o potencial da alimentação escolar. Foto: Jaelson Lucas/SMCS

Centro de Excelência contra a Fome completa seis anos de existência

O Centro de Excelência contra a Fome — fruto de uma parceria entre o governo brasileiro e o Programa Mundial de Alimentos (PMA) das Nações Unidas — celebrou seu sexto aniversário no início de novembro (7).

Durante esse período, a organização realizou iniciativas de Cooperação Sul-Sul com mais de 50 países, em áreas como segurança alimentar, nutrição e proteção social. Também ofereceu oportunidades de aprendizagem e assistência técnica a 30 países para ajudá-los a elaborar e implementar programas sustentáveis de alimentação escolar.

O coordenador-residente da ONU no Brasil, Niky Fabiancic, cobrou uma resposta da sociedade e do poder público à dura realidade enfrentada pela juventude afrodescendente. Foto: UNFPA/Agnes Sofia Guimarães

‘O racismo mata e não podemos ser indiferentes’, diz ONU Brasil em lançamento da campanha #VidasNegras

A ONU Brasil lançou na terça-feira (7) a campanha #VidasNegras, iniciativa de conscientização nacional pelo fim da violência contra a juventude afrodescendente. Em cerimônia que reuniu em Brasília cerca de cem autoridades públicas e representantes da sociedade civil e do corpo diplomático, dirigentes das Nações Unidas alertaram que cinco jovens negros morrem a cada duas horas no país. Por ano, o número chega a 23 mil.

O organismo internacional fez um apelo à sociedade brasileira e ao poder público por repostas ao racismo e à discriminação. Um jovem negro é assassinado a cada 23 minutos no Brasil.

Mulheres do quilombo do Bonfim contam história do local. Imagem: Frame do vídeo do Centro de Excelência contra a Fome

VÍDEO: produção agrícola garante sustento de quilombolas na Paraíba

Na Paraíba, o Quilombo do Bonfim foi o primeiro a ter seu território reconhecido. São aproximadamente 120 hectares sob o domínio de 39 famílias quilombolas – das quais 28 são chefiadas por mulheres. A população vive da produção agrícola, que é escoada em parte para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). A história do local virou tema de um vídeo, produzido pelo Centro de Excelência contra a Fome, do Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas (PMA).

Seca na Etiópia em 2015 foi a pior em 30 anos, levando o país a uma crise alimentar que deixou milhares passando fome. Foto: UNICEF Etiópia / Tanya Bindra

Agências da ONU pedem esforços conjuntos para combater todas as formas de má nutrição

Reunidas em Roma para a 44ª sessão plenária do Comitê Mundial de Segurança Alimentar (CFS), as três agências da ONU com sede na cidade instaram governos, organismos internacionais, empresas privadas e outros atores a trabalhar juntos para melhorar o sistema alimentar global.

A Organização para a Alimentação e a Agricultura (FAO), o Programa Mundial de Alimentos (PMA) e o Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA) destacaram que tanto a fome quanto a obesidade estão aumentando no mundo. Cerca de 815 milhões de pessoas passaram fome em 2016, e as taxas de obesidade vêm crescendo em países desenvolvidos e em desenvolvimento.

Gustavo Chianca lembra que os programas de alimentação escolar foram umas das estratégias responsáveis por tirar o Brasil do Mapa da Fome. Foto: FAO/Thays Puzzi

Merendeiras brasileiras são premiadas em concurso apoiado pela ONU

“Como é servir um alimento na escola? É servir com o coração, com amor. A gente pega o alimento na mão e sabe que tem centenas de crianças esperando por aquela refeição”. É assim que a merendeira Daniela Fernando Felizardo, de Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul, descreve seu trabalho rotineiro.

Ela é uma das cinco vencedoras do concurso Melhores Receitas da Alimentação Escolar, iniciativa do Ministério da Educação que contou com apoio do Centro de Excelência contra a Fome do Programa Mundial de Alimentos da ONU (PMA), da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), do Sebrae e da Caixa.

Ganhadoras foram premiadas em cerimônia na quinta-feira (26), em Brasília.

Menina aguarda mãe coletar água próximo à cidade de Jowhar, na Somália. Foto: ONU/Tobin Jones.

Chefe da ONU lembra que conflitos são grande causa da fome no mundo

Até que os conflitos tenham fim e o desenvolvimento crie raízes no mundo, comunidades e regiões inteiras continuarão a enfrentar a fome, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres, ao Conselho de Segurança em Nova Iorque na semana passada (12), lembrando a conexão entre guerras e fome.

Cerca de 80% dos recursos do Programa Mundial de Alimentos (PMA) estão sendo direcionados a regiões afetadas por conflitos. Cerca de 60% das 815 milhões de pessoas que sofrem com a fome atualmente vivem em regiões de guerra. Três quartos das crianças desnutridas do mundo também estão em países afetados por confrontos, alertou as Nações Unidas.

Mulheres e crianças chegam no local de Proteção de Civis em Bentiu para pessoas deslocadas internas, no estado de Unidade, Sudão do Sul. Foto: UNICEF/Sebastian Rich

Custo com alimentação em países ricos é preocupação ‘microscópica’ em comparação a nações pobres

Enquanto um nova-iorquino gasta apenas 0,6% da sua renda média diária — de um total de pouco mais de 200 dólares — para fazer um prato de feijão com 600 calorias, um sul-sudanês gasta o equivalente a 155% de sua renda diária para comprar os ingredientes da mesma refeição. Ou seja, um norte-americano em Nova Iorque, vivendo em conjuntura semelhante ao do país africano, gastaria 321 dólares pelo prato de feijão.

Os custos com alimentação em países ricos podem parecer elevados, mas são, de fato, uma “preocupação quase microscópica” para os consumidores quando comparados aos preços de um prato de comida em países pobres. É o que revela um novo relatório do Programa Mundial de Alimentos (PMA).

Visita do papa Francisco à sede da FAO no dia 16 de outubro de 2017, Dia Mundial da Alimentação. Foto: FAO/Giuseppe Carotenuto

Papa Francisco: fim da fome exige compromisso contra as mudanças climáticas e contra as guerras

Combater a fome exige lutar contra as mudanças climáticas e prevenir conflitos, defendeu o papa Francisco neste 16 de outubro, Dia Mundial da Alimentação. Em cerimônia na sede da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em Roma, o líder da Igreja Católica descreveu como “infeliz” a decisão de alguns países de se retirar do Acordo de Paris.

Para governo brasileiro e Centro de Excelência contra a Fome, subprodutos do cultivo de algodão têm potencial comercial. Foto: Secom MT/Mayke Toscano

Centro da ONU e governo brasileiro ajudarão agricultores africanos a explorar subprodutos do algodão

A Agência Brasileira de Cooperação (ABC) e o Centro de Excelência contra a Fome, do Programa Mundial de Alimentos da ONU, firmaram uma nova parceria para dar apoio aos agricultores familiares que trabalham com o cultivo de algodão na África. Iniciativa tem por objetivo estimular o escoamento de subprodutos e também de outras culturas associadas ao plantio da fibra, como milho, sorgo e feijão. Projeto selecionará quatro países do continente.

Na foto, mulher participa do 1º Circuito de Feiras e Mostras Culturais da Reforma Agrária do Distrito Federal e Entorno que acontece em Planaltina (DF), em dezembro de 2016. Foto: Mídia NINJA

Clima em mudança amplia desigualdade para mulheres rurais, alerta agência da ONU

As mulheres rurais representam mais de um quarto da população mundial, enquanto as mulheres representam 43% da força de trabalho agrícola em todo o mundo e nos países em desenvolvimento, lembrou a ONU Mulheres marcando neste domingo (15) o Dia Internacional das Mulheres Rurais.

No entanto, quando se trata de possuir terras, bem como acessar insumos agrícolas, financiamento e tecnologias para a resiliência climática, elas ainda ficam muito atrás dos homens. E isso pode piorar em meio às mudanças climáticas.

O Centro de Excelência contra a Fome apoia países africanos a reproduzir iniciativas brasileiras de alimentação escolar. Na imagem, criança se alimenta em centro do Programa Mundial de Alimentos na Região das Nações, Nacionalidades e Povos do Sul (SNNPRS), na Etiópia. Foto: PMA/Silvanus Okumu

Centro da ONU contribuiu para ampliar alimentação escolar em países em desenvolvimento, revela relatório

Em relatório independente sobre o Centro de Excelência contra a Fome da ONU, organismo criado há seis anos, gestores e especialistas em políticas de nutrição elogiaram o trabalho do organismo para promover a alimentação escolar e a agricultura familiar. Dos 66 entrevistados para a pesquisa, 71% relataram um aumento nas compras institucionais de alimentos que são produzidos localmente e, então, disponibilizados para o fornecimento de refeições em unidades de ensino.

Crianças em Dekoa, na República Centro-Africana. Foto: MINUSCA

ONU alerta para crise no financiamento de refeições escolares na África Ocidental e Central

Mais de 1,5 milhão de crianças vulneráveis em toda a África Ocidental e Central estão indo às aulas com fome ou mesmo abandonando a escola devido à falta de financiamento para as refeições escolares do Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas (PMA), informou a agência no início do ano escolar de 2017-2018.

As consequências dessa crise são dramáticas, uma vez que os nutritivos almoços e lanches providenciados pelo PMA são, muitas vezes, a única refeição que muitos jovens comem o dia todo.

Alimentação escolar melhora nutrição e educação de jovens. Foto: PMA

No Canadá, ONU promove fórum sobre alimentação escolar e nutrição infantil

Teve início no domingo (17), no Canadá, o XIX Fórum Global de Nutrição Infantil, evento organizado pelo Centro de Excelência contra a Fome das Nações Unidas. Até a próxima quinta-feira (21), especialistas e gestores estarão reunidos em Montreal para discutir o papel da alimentação escolar no crescimento econômico sustentável. Cerca de 300 participantes de 50 países participam do encontro.

Entre 2015 e 2016, mais 2,4 milhões de pessoas sofreram com a subnutrição na América Latina e no Caribe. Foto: EBC

FAO vê alta da fome na América Latina e no Caribe; 42,5 milhões estão subnutridos

O número de pessoas que sofrem com a fome na América Latina e no Caribe aumentou em 2,4 milhões de 2015 a 2016, alcançando um total de 42,5 milhões de pessoas, segundo relatório das Nações Unidas, que alertou para uma deterioração da situação, especialmente na América do Sul.

Segundo o representante regional da FAO, a desaceleração econômica da região, resultado da queda dos preços das commodities e do encolhimento econômico global, tem afetado a segurança alimentar na América Latina e no Caribe.

Metade da população centro-africana passa fome devido à intensificação de conflitos internos, desde setembro de 2015. Foto: ACNUR / H. Caux

ONU: após uma década de queda, fome volta a crescer no mundo

Após um declínio constante por mais de uma década, a fome no mundo está novamente em ascensão, impulsionada por conflitos e mudanças climáticas. Em 2016, a fome afetou 815 milhões de pessoas ou 11% da população global.

Os dados constam na nova edição do relatório anual das Nações Unidas sobre segurança alimentar e nutricional. O documento alertou também que múltiplas formas de má nutrição ameaçam a saúde de milhões de pessoas em todo o mundo.

Mulher prepara “bolos de argila”, discos de barro, manteiga e sal, que se tornaram símbolo da luta do Haiti contra a pobreza extrema e a fome. Foto: ONU/Logan Abassi

Nações Unidas apresentam novo relatório sobre fome e nutrição no mundo

Cinco organismos das Nações Unidas lançam na sexta-feira (15) em Roma, na Itália, o primeiro relatório unificado sobre os avanços na erradicação da fome e da má nutrição no mundo até 2030. A nova edição do documento oferece estimativas atualizadas do número e proporção de pessoas que sofrem com a fome no mundo, apresentando dados globais, regionais e nacionais.

O relatório será lançado por Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA), Programa Mundial de Alimentos (PMA), Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e Organização Mundial da Saúde (OMS). O evento será transmitido pela Internet.

Alimentação escolar foi definida como um super-recurso por estudo do Centro de Excelência contra a Fome. Foto: PMA

Centro de Excelência contra a Fome anuncia resultado de concurso de nutrição

O Centro de Excelência contra a Fome, fruto de uma parceria entre o governo brasileiro e o Programa Mundial de Alimentos (PMA) das Nações Unidas, anunciou os vencedores do “Concurso de pesquisas científicas e projetos de inovação: Multiplicando experiências e estratégias sustentáveis de alimentação e nutrição do Brasil”.

O objetivo da iniciativa foi dar destaque a artigos de pesquisa científica e projetos sustentáveis de alimentação e nutrição no Brasil que possam ter sua experiência compartilhada pelo Centro de Excelência na África.

Centro de Excelência contra a Fome busca replicar experiência positiva do Brasil, que investiu em alimentação escolar para combater a desnutrição. Foto: Centro de Excelência contra a Fome do Programa Mundial de Alimentos da ONU (PMA)

Centro da ONU participa de atividades do conselho nacional sobre segurança alimentar e nutricional

O Centro de Excelência contra a Fome da ONU participou na semana passada (16) da Plenária do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (CONSEA). Representantes do governo e da sociedade civil discutiram políticas públicas de acesso e distribuição de água. Temas como agroecologia, sistemas irrigados, contaminação dos rios por agrotóxicos e preservação e revitalização das bacias hidrográficas estiveram no centro dos debates.

Carmelúcia Mello, do Centro de Excelência contra a Fome. Foto: PMA/Isadora Ferreira

Em dia mundial, Centro da ONU homenageia brasileira que trabalha há 18 anos com ajuda humanitária

Carmelúcia Mello é filha de um mestre de obras que veio para Brasília do Piauí num pau-de-arara, com três filhos e a mulher grávida de sete meses. Ao longo da vida, a brasileira encontrou na ONU um emprego e um propósito — transformar a vida de muitas famílias que enfrentam dificuldades para cuidar das crianças e botar comida na mesa.

Há 18 anos trabalhando nas Nações Unidas, ela foi homenageada pelo Centro de Excelência contra a Fome, onde trabalha atualmente, por ocasião do Dia Mundial Humanitário, lembrado pelo organismo internacional neste 19 de agosto.

O concurso foi uma iniciativa do Centro de Excelência em parceria com o Centro Universitário de Brasília (UniCeub). Foto: Centro de Excelência contra a Fome

Centro de Excelência contra a Fome anuncia vencedores de concurso de pesquisa

O Centro de Excelência contra a Fome e o Centro Universitário de Brasília (UniCeub) divulgaram os vencedores do concurso de pesquisa “Segurança alimentar e nutricional sustentável: construindo pontes entre práticas agrícolas sustentáveis e programas de alimentação escolar”.

Os autores dos três melhores artigos de pesquisa participarão de visitas de estudos organizadas pelo Centro de Excelência contra Fome — parceria entre o governo brasileiro e o Programa Mundial de Alimentos (PMA) das Nações Unidas. Já os artigos dos cinco primeiros colocados serão publicados na Revista de Direito Internacional.

Alimentação escolar foi definida como um super-recurso por estudo do Centro de Excelência contra a Fome. Foto: PMA

Fórum Global de Nutrição Infantil está com inscrições abertas e oferece descontos

O Centro de Excelência contra a Fome, organismo do Programa Mundial de Alimentos (PMA), convida especialistas, gestores e representantes da sociedade civil organizada a participar do Fórum Global de Nutrição Infantil (GCNF) de 2017. Evento acontece em Montréal, no Canadá, do dia 17 a 21 de setembro. Mais de 200 representantes de 22 países já confirmaram presença no encontro. Organização oferece descontos para quem não puder arcar com taxa de inscrição.

Delegação suazi em visita a escola rural perto de Brasília. Foto: PMA/Sophia Andreazza

Suazilândia se inspira no Brasil para combater a fome e estimular agricultura familiar

Em visita ao Brasil na semana passada, uma delegação de ministros e gestores da Suazilândia conheceu iniciativas brasileiras de combate à fome e de fomento da agricultura familiar. País africano quer se inspirar em modelos da nação sul-americana para melhorar programas como o de alimentação escolar. Atualmente, o governo suazilandês fornece refeições em 841 escolas públicas, beneficiando cerca de 340 mil crianças.

Foto: PMA/Antony Njuguna

Centro de ONU lança vídeos sobre iniciativas de proteção social e alimentação escolar

O Centro de Excelência contra a Fome, organismo do Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas (PMA), está divulgando neste mês uma série de vídeos sobre seu trabalho na área de proteção social. A instituição ajuda 18 países do Sul global a desenvolver projetos de combate à fome e à pobreza. Entre os destaques das atividades do Centro, estão iniciativas na área de alimentação escolar e segurança nutricional.

Um bebê tem a circunferência do meio do braço esquerdo medida como forme de identificar sinais de desnutrição. A área vermelha, até 12cm, indica desnutrição grave; a amarela (13cm) indica desnutrição moderada; enquanto a verde (14cm) é um bom indicador. Foto: UNICEF / Connelly

Desnutrição infantil retira mais de US$ 1 bilhão da economia da República Democrática do Congo

A economia da República Democrática do Congo (RDC) está perdendo cerca de 4,5% do produto interno bruto (PIB) para os efeitos da desnutrição infantil, de acordo com um estudo apoiado pelas Nações Unidas divulgado nesse mês. “Esses resultados exigem que todos nós atuemos agora para evitar futuras perdas causadas pela fome”, disse o diretor de campo do Programa Mundial da Alimentos da ONU (PMA), Claude Jibidar.

Programas de alimentação escolar beneficiam um quinto das crianças em todo o mundo. Foto: PMA / Graeme Williams

Centro de Excelência contra a Fome participa de treinamento no Rio sobre proteção de civis

Representantes do Centro de Excelência contra a Fome, fruto de uma parceria entre o governo brasileiro e o Programa Mundial de Alimentos (PMA) das Nações Unidas, participaram na semana passada (7) do workshop Proteção Integrada de Civis 2017, organizado pelo Centro Conjunto de Operações de Paz (CCOPAB), no Rio de Janeiro.

O evento discutiu o trabalho de organizações envolvidas em operações internacionais para a proteção de civis em ambientes instáveis, como conflitos armados e desastres naturais.

Alimentação escolar no Senegal. Foto: PMA/Benedicte Pansier

No Senegal, programa da ONU triplica produtividade agrícola e aumenta áreas cultivadas em quase 400%

No Senegal, as regiões cobertas pelo Programa de Aquisição de Alimentos para a África — PAA África — tiveram seus índices de produtividade agrícola triplicados após a implementação da iniciativa. Taxas médias de produção passaram de 0,8 tonelada por hectare para 2,57 toneladas.

O projeto também aumentou as áreas cultivadas — de 51 hectares para 245 — e fez duplicar a produção de arroz. Avanços foram divulgados e debatidos ao final de junho, durante seminário sobre a continuidade da estratégia.

O presidente da FNP e prefeito de Campinas, Jonas Donizzete, e o coordenador-residente da ONU no Brasil, Niky Fabiancic, firmaram acordo de parceria em Brasília. Foto: PNUD/Vivian Doherty

ONU Brasil e Frente Nacional dos Prefeitos reforçam parceria pelo desenvolvimento sustentável

O coordenador-residente da ONU no Brasil, Niky Fabiancic, e o presidente da Frente Nacional de Prefeitos (FNP) e prefeito de Campinas (SP), Jonas Donizette, firmaram na terça-feira (4) um memorando de entendimento com o objetivo de criar um marco de cooperação, além de facilitar e fortalecer a colaboração para promoção e alcance dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Mulher prepara campo para próxima semeadura no Niger. Foto: FAO/Giulio Napolitano

Canadá libera US$ 38 mi para agências da ONU combaterem a fome na Somália, Níger e RD Congo

Com aportes de 38 milhões de dólares do governo do Canadá, três agências da ONU implementarão um projeto de combate à fome e promoção da resiliência em três países africanos — República Democrática do Congo, Níger e Somália. Iniciativa foi anunciada na quarta-feira (5) e terá por objetivo enfrentar, ao longo de cinco anos, as causas da insegurança alimentar em comunidades dessas nações.