Crianças aguardando a refeição em uma escola em Bandarero, no norte do Quênia. Foto: OCHA/Daniel Pfister

Quênia lança estratégia de nutrição e alimentação escolar com apoio do Brasil

O governo do Quênia lançou no início de maio (8 e 9) sua estratégia de nutrição e alimentação escolar, que guiará a implementação de programas multissetoriais em escolas e comunidades. O documento apresenta cinco objetivos estratégicos, incluindo a promoção da sustentabilidade no programa de alimentação escolar para avançar no desenvolvimento local e inclusivo.

O documento da estratégia foi elaborado por uma equipe multissetorial que incluiu o Centro de Excelência contra a Fome, que é fruto de uma parceria entre o governo brasileiro e o Programa Mundial de Alimentos (PMA).

A crise humanitária na Venezuela fez com que 1 milhão de pessoas cruzassem a fronteira para a Colômbia. Mais de 660 mil venezuelanos permanecem no país vizinho e 90% deles não sabem de onde virá sua próxima refeição. O Programa Mundial de Alimentos da ONU trabalha para fornecer alimentos aos migrantes – e precisa do apoio da comunidade internacional para garantir que todos sejam auxiliados. A agência fez um apelo por 46 milhões de dólares para apoiar cerca de 350 mil pessoas.

Programa Mundial de Alimentos pede apoio para venezuelanos na Colômbia; vídeo

A crise humanitária na Venezuela fez com que 1 milhão de pessoas cruzassem a fronteira para a Colômbia. Mais de 660 mil venezuelanos permanecem no país vizinho e 90% deles não sabem de onde virá sua próxima refeição.

O Programa Mundial de Alimentos da ONU trabalha para fornecer alimentos aos migrantes – e precisa do apoio da comunidade internacional para garantir que todos sejam auxiliados. A agência fez um apelo por 46 milhões de dólares para apoiar cerca de 350 mil pessoas.

Burundi aprovou oficialmente sua política nacional de alimentação escolar. Foto: PMA

Centro da ONU apoia política de alimentação escolar do Burundi

O governo do Burundi realizou no fim de abril (30) um workshop para validar sua política nacional de alimentação escolar. O evento reuniu atores do setor no país, que discutiram as principais linhas de ação previstas nas políticas, fizeram recomendações e contribuíram para o planejamento dos próximos passos.

O Centro de Excelência contra a Fome — fruto de parceria entre o governo brasileiro e o Programa Mundial de Alimentos (PMA) — foi representado no evento por Nadia Goodman, que apresentou experiências de outros países que podem ser referência para a implementação de programas sustentáveis de alimentação escolar no país. A política nacional foi desenvolvida com apoio técnico do Centro de Excelência.

Família de Dominica recebeu transferências em dinheiro na sequência do furacão Maria, que atingiu o país em setembro de 2017. Foto: PMA/Marianela González

ONU promoverá programas de transferência de renda para enfrentar crises humanitárias na América Latina e Caribe

Na América Latine e Caribe, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e o Programa Mundial de Alimentos (PMA) firmaram neste mês (3) uma parceria para aprimorar programas de transferência de renda em situações de emergência. Cooperação visa apoiar governos da região, preparando autoridades para implementar com rapidez sistemas que distribuem recursos para a população em crises humanitárias.

Consumo de produtos industrializados em países das Américas estaria ligado a taxas crescentes de sobrepeso, obesidade e doenças crônicas, como diabetes, câncer e doenças do coração. Foto: WikiCommons/lyzadanger/Diliff

Brasil e ONU lançam redes para combater consumo de sódio e de alimentos processados

Apresentadas em Brasília nesta semana, na sede nacional da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), iniciativas buscam cumprir compromissos da Década de Ação das Nações Unidas para a Nutrição, observada de 2016 a 2025.

O Brasil se comprometeu a deter o crescimento da obesidade entre adultos, reduzir o consumo regular de bebidas adoçadas com açúcar em pelo menos 30% no mesmo grupo etário e ampliar em no mínimo 17,8% o percentual de adultos que consomem frutas e hortaliças regularmente.

Venezuelanos em abrigo nos arredores de Cúcuta, na Colômbia. Foto: ACNUR/Paul Smith

ONU pede US$ 46 mi para alimentar 350 mil venezuelanos na Colômbia

Verba permitirá a implementação de um programa de assistência de oito meses, ao longo dos quais o Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas (PMA) fornecerá assistência para os venezuelanos, especialmente mulheres e crianças, vivendo em abrigos temporários. O organismo internacional também dará apoio emergencial a projetos de alimentação escolar e auxiliará as famílias de migrantes a se integrar nas comunidades anfitriãs.

Luciana prepara seu arroz com partes de alimentos que são nutritivas, mas que são normalmente descartadas. Foto: PMA/Isadora Ferreira

Merendeira de Minas Gerais ajuda escola pública a reduzir desperdício de alimentos

Luciana Aparecida Pinheiro é merendeira de uma escola primária em São Sebastião do Paraíso, em Minas Gerais. A cozinheira criou uma receita de arroz com frango e partes de vegetais que normalmente são jogadas no lixo, como as folhas da beterraba e a casca da abóbora. O prato mudou o funcionamento da cozinha e os hábitos dos alunos e suas famílias.

No ano passado, a receita rendeu à Luciana o prêmio do Concurso Melhores Receitas da Alimentação Escolar, apoiado pela FAO e pelo Centro de Excelência contra a Fome da ONU.

No início de abril, uma missão das Nações Unidas – liderada pelo Programa Mundial de Alimentos – visitou a cidade de Raqqa, na Síria, mesmo em meio à restrição de movimentos e à falta de sinais de internet e telefone. O PMA está se preparando para fornecer alimentação a cerca de 30 mil pessoas entre as mais vulneráveis na cidade atingida brutalmente pela guerra que já dura mais de 7 anos. Confira no vídeo

Síria: Programa Mundial de Alimentos se prepara para ajudar 30 mil pessoas em Raqqa

No início de abril, uma missão das Nações Unidas – liderada pelo Programa Mundial de Alimentos – visitou a cidade de Raqqa, na Síria, mesmo em meio à restrição de movimentos e à falta de sinais de internet e telefone. O PMA está se preparando para fornecer alimentação a cerca de 30 mil pessoas entre as mais vulneráveis na cidade atingida brutalmente pela guerra que já dura mais de 7 anos. Confira no vídeo.

O Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas (PMA) relatam que, em três estados afetados por conflitos na Nigéria, a situação das famílias vulneráveis vem melhorando devido à assistência humanitária. Apesar disso, com a chegada da estação chuvosa em junho, elas poderão ficar sem o reabastecimento de alimentos.

Na Nigéria, programa da ONU apoia 1,2 milhão de pessoas afetadas pelo Boko Haram

O Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas (PMA) relata que, em três estados afetados por conflitos na Nigéria, a situação das famílias vulneráveis vem melhorando devido à assistência humanitária. Apesar disso, com a chegada da estação chuvosa em junho, elas poderão ficar sem o reabastecimento de alimentos.

Apesar dos desafios de segurança, o PMA distribui alimentos como arroz, óleo de cozinha, sorgo, sal e alimentos nutricionais especializados para mais de 1,2 milhão de pessoas em todas as áreas afetadas pela Boko Haram na Nigéria. Cerca de 70% dos alimentos distribuídos são adquiridos localmente, ajudando os agricultores nigerianos.

Há também apoio financeiro em lugares onde os mercados estão funcionando, permitindo que as pessoas comprem uma variedade maior de alimentos frescos e ajudem a economia local.

Confira nessa matéria em vídeo.

Seminário em Salvador (BA) discutiu formas de impulsionar a alimentação escolar nos países de língua portuguesa. Foto: PMA

Países de língua portuguesa discutem alimentação escolar durante seminário em Salvador (BA)

Representantes dos ministérios da Educação de nove países que integram a Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) reuniram-se em Salvador (BA) em 14 e 15 de março para o “Seminário Internacional: Sustentabilidade dos Programas de Alimentação Escolar”.

Os participantes discutiram suas expectativas em relação aos programas de alimentação escolar, formas de melhorá-los e de aumentar as compras de alimentos de agricultores familiares. O seminário foi realizado com apoio do Centro de Excelência contra a Fome, uma parceria entre o governo brasileiro e o Programa Mundial de Alimentos (PMA) da ONU.

Esta jovem mãe andou 20 dias de Diinsoor, na Somália, com seus sete filhos para o campo de refugiados de Hagadera, em Dadaab, no Quênia. Depois que o gado de seu marido morreu por causa da seca na Somália, ela foi para Dadaab devido à fome. Foto: OCHA/Meridith Kohut

Seca e conflitos aumentaram a fome de milhões em 2017, alerta novo relatório

Impulsionados principalmente por desastres climáticos e conflitos, os níveis de fome aumentaram em 2017, deixando cerca de 124 milhões de pessoas em 51 países enfrentando crises de fome. Esse número representa 11 milhões a mais do que no ano anterior, segundo um novo relatório apoiado pelas Nações Unidas.

Apresentado pela FAO, Programa Mundial de Alimentos (PMA) e União Europeia, o Relatório Global sobre Crises Alimentares revelou que as emergências alimentares são cada vez mais determinadas por causas complexas como conflitos, choques climáticos e preços elevados de alimentos básicos – fatores que, muitas vezes, agem ao mesmo tempo.

Veículos de um comboio da ONU e da Cruz Vermelha Árabe da Síria com 46 caminhões que transportam ajuda alimentar, bem como suprimentos de saúde e nutrição, passam por Douma, em Ghouta Oriental, na Síria. Foto: UNICEF/Khabieh

Síria: comboio de ajuda das Nações Unidas retorna a Ghouta Oriental

Apesar dos enormes riscos, entrega humanitária completou o envio de alimentos planejado para 27.500 pessoas, assim como itens de saúde e nutrição, após a interrupção da semana passada em meio aos bombardeios. A ONU está à espera de autorização de acesso para cobrir todas as 70 mil pessoas em Douma, inicialmente aprovado pelas autoridades sírias.

A OMS alertou que ataques a instalações de saúde continuam: foram 67 nos dois primeiros meses deste ano, mais de 50% dos ataques em todo o ano de 2017; 19 pessoas morreram nesses ataques, incluindo quatro médicos.

Comboio formado por 46 caminhões com suprimentos de saúde e nutrição chega a Ghouta Oriental. Foto: PMA/Marwa Awad

Síria: ONU e parceiros entregam ajuda humanitária em Ghouta Oriental

Um comboio da ONU e do Crescente Vermelho chegou ao enclave sírio sitiado de Ghouta Oriental na segunda-feira (5), levando ajuda humanitária para milhares de pessoas, informou o Programa Mundial de Alimentos (PMA).

O comboio levou farinha de trigo para 27,5 mil pessoas na cidade de Duma, assim como suprimentos nutricionais especializados para crianças desnutridas, na primeira vez em quatro meses que o PMA e seus parceiros conseguem chegar à região.

Um funcionário do ACNUR registra uma mulher e suas duas filhas. Para evitar múltiplas inscrições, o sistema identifica os refugiados através das suas impressões digitais. Foto: ACNUR/Frederic Noy (novembro de 2012)

ONU elogia esforços de Uganda para impedir corrupção nos programas de refugiados

A Agência das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) elogiou as medidas tomadas pelo governo de Uganda para investigar alegações de irregularidades nos programas de refugiados do governo.

O primeiro-ministro de Uganda iniciou investigação após relatórios recebidos pelo ACNUR e o Programa Mundial de Alimentos (PMA) denunciarem funcionários envolvidos em assistência aos refugiados por corrupção e má conduta.

Publicação analisa formas de as políticas de proteção social contribuírem para a ampliação da segurança alimentar e nutricional nos países africanos. Foto: PMA

Centro de Excelência contra a Fome lança publicação sobre proteção social em países africanos

O Centro de Excelência contra a Fome — fruto de uma parceria entre o governo brasileiro e o Programa Mundial de Alimentos (PMA) das Nações Unidas — lançou na semana passada (16) uma nova publicação que reúne cinco artigos sobre proteção social em países africanos.

A partir de uma abordagem holística e sistêmica, os estudos de caso encontraram evidências de que programas de transferência de renda, de alimentação escolar vinculada à agricultura local, entre outros, melhoraram o acesso, a disponibilidade, a estabilidade e o consumo de alimentos nesses países.

Celebrações do Dia Africano de Alimentação Escolar em 2017. Foto: PMA

Evento no Zimbábue celebrará Dia Africano de Alimentação Escolar

Em 1º de março, a União Africana vai celebrar o terceiro Dia Africano de Alimentação Escolar. O evento oficial deste ano acontecerá no Zimbábue, e celebrações nacionais e sub-nacionais simultâneas são esperadas.

A data marca o compromisso do continente com a mobilização de um ambiente propício para a governança e o estabelecimento de políticas públicas de alimentação escolar. O relato é do Centro de Excelência contra a Fome — fruto de uma parceria entre o governo brasileiro e o Programa Mundial de Alimentos (PMA).

Missão do PMA em Gâmbia. Foto: PMA/Vinícius Limongi

Centro de Excelência contra a Fome visita Gâmbia para tratar de agricultura familiar

Representantes do Centro de Excelência contra a Fome — fruto de uma parceria entre o governo brasileiro e o Programa Mundial de Alimentos (PMA) — realizaram uma missão em Gâmbia no fim de janeiro (22 a 26) com o objetivo de identificar áreas e oportunidades para o PMA ampliar as capacidades dos agricultores familiares do país e intensificar a compra de alimentos produzidos por eles.

A insegurança alimentar e nutricional ainda é um problema sério em Gâmbia, e o PMA está comprometido a combater suas causas, ao mesmo tempo em que apoia o governo a criar uma rede de proteção sistemática para populações vulneráveis a desastres, como secas e inundações.

O relatório combina exemplos de empresas de todo o mundo com uma análise aprofundada de 10 corporações em oito países, incluindo o Brasil. Foto: FAO/Ubirajara Machado

Programa Mundial de Alimentos discute impulso à alimentação escolar no mundo

Representantes de escritórios regionais e de país do Programa Mundial de Alimentos (PMA) reuniram-se na semana passada em Dacar, no Senegal, para discutir a estratégica de atuação do programa no âmbito da alimentação escolar.

Na ocasião, os participantes debateram como as políticas de alimentação escolar do PMA se refletem nas experiências, prioridades, desafios e boas práticas dos escritórios regionais e de país, além de discutirem possíveis caminhos para o futuro.

Jerônimo Villas-Bôas, ecólogo, trabalha com o resgate da produção de mel de espécies nativas de abelhas. Ele foi um dos palestrantes do evento em São Paulo. Foto: PMA/Isadora Ferreira

Evento em SP discute formas de garantir alimentação de qualidade para todos

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e o Centro de Excelência contra a Fome apoiaram no fim de janeiro (26 e 27) a realização de evento em São Paulo para debater possíveis caminhos para alimentar melhor uma população global que deve chegar a quase 9 bilhões de pessoas até 2030.

O seminário “Fruto — Diálogos do Alimento” reuniu 30 especialistas e 300 convidados, contando com palestras sobre os aspectos culturais, biológicos e sociais da alimentação, tendo como objetivo consolidar o Brasil como principal celeiro dessa discussão.

Atividade realizada em Brasília (DF) teve o objetivo de refletir e incentivar a cidadania alimentar com base no afeto, nas tradições e no direito. Foto: PEXELS

ONU participa de seminário em São Paulo sobre alimentação, gastronomia e sustentabilidade

Em São Paulo, o seminário FRUTO – Diálogos do Alimento reunirá a partir de amanhã (26) 30 especialistas brasileiros e estrangeiros para responder à pergunta “como levar comida de qualidade para todos os habitantes do planeta?”. Organizado pelo chef Alex Atala e pelo produtor Felipe Ribenboim, evento terá a participação do Centro de Excelência contra a Fome das Nações Unidas. Atividades serão transmitidas ao vivo e com tradução pela internet. Acompanhe.

Crianças coletam água limpa e segura no campo de Kyein Ni Pyin, que abriga quase 6 mil rohingya deslocados pela violência no estado de Rakhine, em Mianmar. Foto: UNICEF/Thame

Mianmar: crianças rohingya estão em condições ‘assustadoras’, alerta UNICEF

Porta-voz do UNICEF, Marixie Mercado, passou quase um mês no país; ela falou sobre 60 mil crianças rohingya “esquecidas”. Milhares não recebem tratamento para desnutrição; abrigos estão perto de depósito de lixo; pessoas não conseguem viajar para obter ajuda médica.

Iniciativa do Programa Mundial de Alimentos da ONU garante a 90 mil refugiados um cartão de débito pré-pago que pode ser utilizado para comprar uma variedade de alimentos, fornecidos às mulheres para que elas possam decidir por suas famílias o que comprar.

Cerca de 130 mil congoleses e burundeses dependem de assistência humanitária em Ruanda. Foto: ACNUR/S. Masengesho

ONU pede mais financiamento para evitar corte de 25% na comida para refugiados em Ruanda

Agências de assistência humanitária da ONU fizeram um apelo na quinta-feira (11) por mais financiamento para programas que levam comida e renda a refugiados vivendo em Ruanda. Falta de verba levou a uma redução de 25% na quantidade de alimentos e de recursos financeiros disponibilizados para 100 mil estrangeiros no país. Cerca de 11 milhões de dólares são necessários para retomar prestação adequada de serviços.

Iemenitas aguardam na fila para receber água potável de tanque fornecido pelo UNICEF em Sanaa, no Iêmen. Foto: UNICEF

Iêmen caminha para catástrofe humanitária, alertam agências da ONU

Enquanto o conflito no Iêmen ultrapassa a marca de 1 mil dias, as Nações Unidas alertaram que se os trabalhadores humanitários não tiverem maior acesso ao país e se a violência não diminuir, o custo em termos de vidas perdidas será incalculável. O alerta foi feito pelos chefes de Organização Mundial da Saúde (OMS), Programa Mundial de Alimentos (PMA) e Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

Cerca de 75% da população iemenita está em necessidade de assistência humanitária, incluindo 11,3 milhões de crianças que não podem sobreviver sem ela. Ao menos 60% dos iemenitas estão agora em insegurança alimentar e 16 milhões de pessoas não têm acesso a água potável e saneamento básico. Menos da metade dos hospitais do Iêmen está funcionando plenamente e profissionais de saúde ficaram meses sem receber salários.