Arte: ONU Meio Ambiente

Cinco razões pelas quais você deve se preocupar com a poluição do ar

A poluição do ar está ao nosso redor. Dentro de casa, ao ar livre, nas cidades e no campo. Isso afeta a todos nós, quer percebamos ou não. Por muito tempo, tomamos o ar que respiramos por garantido. Havia ar, havia cheiros, havia vento frio, havia ar quente.

Mas pesquisas recentes começaram a lançar luz sobre alguns aspectos bastante preocupantes do que o ar ao nosso redor realmente contém, e como isso afeta nosso corpo. E quanto mais aprendemos, mais percebemos que essa fonte essencial de vida para o planeta precisa de cuidados sérios. Sem ar não pode haver vida, mas respirar ar poluído nos condena a uma vida de doença e morte prematura.

Agora que sabemos como a poluição do ar nos prejudica, não há desculpa para não agir. A ONU Meio Ambiente listou cinco razões para reduzir e eliminar a poluição do ar de nossas vidas.

Após uma longa viagem, venezuelanos chegam a Dourados para uma nova vida. Foto: ACNUR/Alan Azevedo

Japão doa US$3,6 milhões para resposta da ONU Brasil à população venezuelana

A Embaixada do Japão assina nesta quinta-feira (6) um acordo de cooperação com quatro agências do Sistema ONU no Brasil para contribuir com 3,6 milhões de dólares às ações de proteção e assistência aos refugiados e migrantes venezuelanos que chegam ao país.

A doação do governo japonês será direcionada a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), Organização Internacional para as Migrações (OIM), Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) e Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF). Caberá ao ACNUR receber a doação, redistribuindo os recursos posteriormente às demais agências.

Na imagem, poluição atmosférica na cidade de São Paulo. Foto: Flickr (CC)/Thomas Hobbs

ONU e Ministério do Meio Ambiente se unem para combater poluição do ar em Dia Mundial

A poluição do ar é o principal fator de risco ambiental para a saúde em todo o mundo. No Brasil, onde 76% da população vive em cidades e respira diariamente diversos tipos de poluentes, pensar soluções políticas e técnicas para a questão é urgente.

Em sinergia com o Dia Mundial do Meio Ambiente, 5 de junho, que neste ano soma esforços para #CombaterAPoluiçãoDoAr, o governo brasileiro, por meio do Ministério do Meio Ambiente, e o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (ONU Meio Ambiente), irão promover uma discussão sobre qualidade do ar e saúde, buscando aproximar os setores e apoiar iniciativas que possibilitem avanços nas políticas públicas relacionadas ao tema.

FIOCRUZ no Rio de Janeiro. Foto: WikiCommons

Representante de agência da ONU integra comissão para comemorar 120 anos da Fiocruz

A representante da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) no Brasil, Socorro Gross, tomou posse na sexta-feira (31) na comissão de honra que celebrará os 120 anos da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), comemorados em 2020. O comitê criado para a data será responsável por discutir o futuro da instituição, inserindo a agenda da saúde em debates mais amplos sobre ciência, tecnologia e inovação.

Desastres, conflitos e surtos de doenças infecciosas mostram que o mundo continua em risco de emergências de saúde que podem ter um impacto global. Nós trabalhamos com países para salvar vidas e proteger a saúde em todas as fases de uma emergência, da prevenção à preparação, resposta, recuperação e fortalecimento do sistema de saúde. Vinte e quatro horas por dia, 365 dias por ano, a vigilância global da Organização Mundial da Saúde (OMS) trabalha para detectar potenciais ameaças à saúde. Mais de 7 mil sinais são captados todo mês.

VÍDEO: OMS e parceiros atuam em emergências 24 horas por dia, 365 dias por ano

Desastres, conflitos e surtos de doenças infecciosas mostram que o mundo continua em risco de emergências de saúde que podem ter um impacto global. Nós trabalhamos com países para salvar vidas e proteger a saúde em todas as fases de uma emergência, da prevenção à preparação, resposta, recuperação e fortalecimento do sistema de saúde.

Vinte e quatro horas por dia, 365 dias por ano, a vigilância global da Organização Mundial da Saúde (OMS) trabalha para detectar potenciais ameaças à saúde. Mais de 7 mil sinais são captados todo mês. Saiba mais nesse vídeo.

Qualquer nível de exposição à fumaça do tabaco apresenta riscos. A melhor maneira de prevenir doenças respiratórias e melhorar a saúde dos pulmões é evitar o consumo do tabaco e a exposição ao fumo passivo. Foto: Município de Aracruz

Tabaco mata uma pessoa a cada 34 segundos na região das Américas

Para proteger a saúde das pessoas na região das Américas, é necessário intensificar urgentemente as medidas de controle de tabaco, particularmente aquelas que garantem espaços públicos e locais de trabalho livres do cigarro, segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), escritório regional da Organização Mundial da Saúde (OMS) para as Américas.

O consumo de tabaco causa um grande impacto na saúde, matando uma pessoa a cada quatro segundos no mundo e uma pessoa a cada 34 segundos nas Américas. Isso representa um total de 8 milhões de mortes em todo o globo a cada ano, com quase 1 milhão delas concentradas na região. Mais da metade dos casos de câncer de pulmão estão relacionados ao tabaco, assim como quase metade dos casos de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC).

Abertura do 1º Fórum Regional das Cidades Latino-Americanas Signatárias do Pacto de Milão sobre Política de Alimentação Urbana, no Rio de Janeiro (RJ). Foto: FAO

FAO: ambientes rurais e urbanos devem se unir para garantir segurança alimentar

Ambientes rurais e urbanos devem se relacionar de forma engajada para atingir os objetivos globais de garantir segurança alimentar e nutrição para todos, assim como combater as mudanças climáticas.

A avaliação foi feita pelo diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), José Graziano da Silva, em mensagem de vídeo para a abertura do 1º Fórum Regional das Cidades Latino-Americanas Signatárias do Pacto de Milão sobre Política de Alimentação Urbana, que acontece até sexta-feira (31) no Rio de Janeiro.

Segundo Graziano, para atingir tais objetivos é necessário preservar os recursos naturais e, sobretudo, a biodiversidade do planeta, integrando ações sustentáveis e responsáveis desde a produção até o consumo de alimentos.

O Centro de Excelência contra a Fome trabalha para aprimorar políticas públicas de segurança alimentar e nutricional nos países em desenvolvimento. Foto: Prefeitura do Rio de Janeiro

OPAS: garantir direito à alimentação adequada significa reduzir desigualdades

A representante da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) no Brasil, Socorro Gross, afirmou na quarta-feira (29) que é preciso o envolvimento de todos os níveis de governo, instituições não governamentais, comunidades e sociedade para alcançar a segurança alimentar e nutricional.

A declaração foi feita na abertura do 1º Fórum Regional das Cidades Latino-Americanas Signatárias do Pacto de Milão, que ocorre até sexta-feira (31) no Museu de Arte do Rio (MAR), na capital fluminense. O evento, que debate políticas alimentares urbanas inclusivas e sustentáveis, é organizado pela prefeitura da cidade.

“Precisamos nos unir para assegurar o acesso de todas e todos a alimentos saudáveis, proteger a biodiversidade e reduzir o desperdício de alimentos. Garantir o direito à alimentação adequada e saudável significa reduzir as desigualdades. Significa crescer e se desenvolver de maneira sustentável, sem deixar ninguém para trás”, afirmou.

Os prêmios foram anunciados com parte dos preparativos para o Dia Mundial Sem Tabaco, celebrado em 31 de maio, cujo tema deste ano é “Tabaco e saúde pulmonar”. Foto: PEXELS

OMS homenageia organizações e indivíduos no Dia Mundial Sem Tabaco

Indivíduos, organizações e autoridades de seis países da região das Américas – Antígua e Barbuda, Argentina, Colômbia, El Salvador, Estados Unidos e Uruguai – serão homenageados com o prêmio do Dia Mundial Sem Tabaco 2019. Essas honrarias, concedidas anualmente pela Organização Mundial da Saúde (OMS), tem o intuito de reconhecer as contribuições para avançar na luta contra os efeitos prejudiciais do consumo de tabaco.

Os prêmios foram anunciados com parte dos preparativos para o Dia Mundial Sem Tabaco, celebrado em 31 de maio, cujo tema deste ano é “Tabaco e saúde pulmonar”. Os vencedores desta edição abriram caminho para o avanço de políticas e medidas contidas na Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (CQCT) da OMS na região das Américas.

Segundo a OMS, um ambiente de trabalho negativo pode levar a problemas de saúde física e mental, uso abusivo de drogas ou álcool, faltas e perda de produtividade. Foto: EBC

Síndrome de burnout é detalhada em classificação internacional da OMS

A definição da síndrome de burnout foi detalhada na 11ª Revisão da Classificação Internacional de Doenças (CID-11), publicada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) esta semana (28).

Segundo o documento, burnout é uma “síndrome conceituada como resultante do estresse crônico no local de trabalho que não foi gerenciado com sucesso”. É caracterizada por sentimentos de exaustão ou esgotamento de energia; aumento do distanciamento mental do próprio trabalho, ou sentimentos de negativismo ou cinismo relacionados ao próprio trabalho; e redução da eficácia profissional.

A síndrome não é classificada como doença ou uma condição de saúde, mas um fenômeno ocupacional, de acordo com a OMS.

A 46ª Reunião Ordinária ocorreu em Cartagena das Índias, na Colômbia. Foto: PANAFTOSA

Encontro na Colômbia discute ações para erradicar febre aftosa da América do Sul

Representantes dos setores público e privado dos 13 países que fazem parte da Comissão Sul-Americana para a Luta contra a Febre Aftosa (COSALFA), reuniram-se no início de maio (2 e 3) em Cartagena das Índias, na Colômbia, para sua 46ª Reunião Ordinária.

Na ocasião, revisaram o progresso alcançado pelos Programas Nacionais de Febre Aftosa, destacaram os desafios futuros e concordaram com ações para avançar na erradicação da doença no continente sul-americano.

Crianças recebem alimentação em escola na Bolívia. Foto: PMA/Boris Heger

Agências da ONU participam de coletiva de imprensa sobre Fórum de Alimentação Urbana

Os representantes do Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos (ONU-HABITAT), Alain Grimard; da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Rafael Zavala; e da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), Socorro Gross; participam de coletiva de imprensa com o subsecretário de Desenvolvimento Econômico da prefeitura do Rio de Janeiro, Epitácio Brunet, nesta quarta-feira (29), às 13h.

Eles falarão sobre o 1º Fórum Regional das Cidades Latino-Americanas Signatárias do Pacto de Milão sobre Política de Alimentação Urbana na América Latina, organizado pela prefeitura. O evento acontece no Museu de Arte do Rio (MAR) até sexta-feira (31).

A CID-11 foi atualizada para o século 21 e reflete avanços substanciais em ciência e medicina. Foto: EBC

Assembleia Mundial da Saúde aprova revisão de classificação internacional de doenças

As delegações da 72ª Assembleia Mundial da Saúde aprovaram no sábado a décima primeira revisão da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID-11), que entrará em vigor em 1º de janeiro de 2022.

A CID é a base para a identificação de tendências e estatísticas de saúde em nível mundial, e o padrão internacional para relatar doenças e condições de saúde. É o padrão de classificação diagnóstica para todos os fins clínicos e de pesquisa. O relato é da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Foto: Michael Pinsky

Artistas transformam a poluição do ar em arte

Os artistas são conhecidos por se inspirarem no mundo ao seu redor. Por isso, não é surpresa que alguns tenham começado a jogar luz sobre uma das questões ambientais mais urgentes do nosso tempo: a poluição do ar.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a cada ano cerca de 7 milhões de mortes prematuras são causadas pela poluição do ar, com nove em cada dez pessoas respirando ar tóxico. A poluição do ar também é conhecida por contribuir para a mudança climática e, portanto, os esforços para combatê-la também podem ajudar a enfrentar a crise climática.

A hora de agir é agora, e os artistas – como tantos outros – estão procurando maneiras de aumentar a conscientização sobre a poluição do ar, encontrar soluções para reduzi-la e até mesmo usá-la como um recurso. Leia algumas das experiências em andamento nesse relato da ONU Meio Ambiente.

Consumo de tabaco custa US$33 bilhões para os sistemas de saúde da América Latina, o equivalente a 0,5% de seu Produto Interno Bruto (PIB). Foto: EBC

OMS elogia ação do governo brasileiro de pedir indenização às empresas de tabaco

O secretariado da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (CQCT) da Organização Mundial da Saúde (OMS), assim como a própria Organização, elogiaram nesta segunda-feira (27) a ação do governo brasileiro de buscar compensação das empresas multinacionais de tabaco pelos custos sociais e econômicos resultantes de doenças tabaco-relacionadas.

A demanda cobre os custos gerados no sistema de saúde brasileiro para o tratamento de pacientes que sofrem de 26 doenças ligadas ao consumo de produtos de tabaco e exposição à fumaça do tabaco, e prevê compensação proporcional para gastos futuros e danos morais coletivos, como consequência da carga de saúde pública do tabaco.

O objetivo do Pacto de Milão é criar uma rede de cidades comprometidas com o desenvolvimento e a implementação de sistemas alimentares sustentáveis. Foto: PEXELS (CC)/Daria Shevtsova

Rio de Janeiro sedia fórum internacional de segurança alimentar

A Prefeitura do Rio de Janeiro realiza, nos dias 29, 30 e 31 de maio, o 1º Fórum Regional das Cidades Latino-Americanas Signatárias do Pacto de Milão sobre Política de Alimentação Urbana.

O evento reunirá no Museu de Arte do Rio (MAR) especialistas de Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Organização Mundial da Saúde (OMS) e Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU-HABITAT), além de representantes de cidades da América Latina e da Europa, de iniciativas brasileiras e do Poder Executivo.

Delegações participam de reunião da 71ª Assembleia Mundial da Saúde, realizada no ano passado. Foto: OMS

Delegados aprovam resoluções sobre cobertura universal na Assembleia Mundial da Saúde

Delegados da Assembleia Mundial da Saúde aprovaram na quarta-feira (22) três resoluções sobre cobertura universal, centradas em: atenção primária de saúde, papel dos profissionais de saúde comunitários e a reunião de alto nível da Assembleia Geral das Nações Unidas sobre cobertura universal de saúde, a ser realizada em setembro deste ano.

A declaração reconhece o papel fundamental da atenção primária de saúde para garantir que os países sejam capazes de proporcionar toda a gama de serviços de saúde que uma pessoa precisa ao longo de sua vida, seja para prevenção ou tratamento de doenças, reabilitação ou cuidados paliativos.

Plenário da 68ª Assembleia Mundial da Saúde, em Genebra, Suíça. Foto: OMS

Assembleia Mundial da Saúde: 2º dia é marcado por debates sobre cobertura universal

O segundo dia de sessões (21) da 72ª Assembleia Mundial da Saúde, que acontece em Genebra, na Suíça, concentrou suas discussões em plenário sobre como alcançar a cobertura universal de saúde sem deixar ninguém para trás. Paralelamente, comissões de trabalho abordaram temas relacionados à preparação e resposta a emergências.

Os países das Américas concordaram em destacar a importância de basear a saúde universal na atenção primária e propiciar sistemas integrais e de qualidade para todas as pessoas.

Criança sob mosquiteiro para prevenir malária. Foto: OMS

OMS certifica Argélia e Argentina como países livres da malária

Argélia e Argentina foram oficialmente reconhecidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como livres da malária. A certificação é concedida quando um país prova que interrompeu a transmissão autóctone da doença por pelo menos três anos consecutivos.

Contraída por meio da picada de um mosquito infectado, a malária continua sendo uma das principais causas de mortes no mundo, com a estimativa de 219 milhões de casos e mais de 400 mil mortes relacionadas à doença em 2017. Aproximadamente 60% das mortes ocorrem entre crianças com menos de 5 anos.

Enfermeiras e médicas avaliam o estado de saúde de um bebê prematuro em Bogotá, na Colômbia. Foto: OPAS

Países avançam na eliminação da transmissão vertical de HIV, sífilis, hepatite B e doença de Chagas

Países da América Latina e do Caribe estão avançando em direção à eliminação da transmissão vertical de HIV, sífilis, hepatite B e doença de Chagas, mas os progressos têm sido desiguais, de acordo com um novo relatório da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS).

Em 2017, 20 países e territórios das Américas relataram dados que indicam a eliminação da transmissão vertical do HIV; sete receberam a validação da Organização Mundial da Saúde (OMS). No entanto, estima-se que, a cada ano, 3,5 mil crianças nasçam com HIV ou contraiam o vírus de suas mães na América Latina e no Caribe.

Delegações participam de reunião da 71ª Assembleia Mundial da Saúde, realizada no ano passado. Foto: OMS

Ministros das Américas participam de 72ª Assembleia Mundial da Saúde em Genebra

Autoridades de saúde das Américas participam até 28 de maio da 72ª Assembleia Mundial da Saúde, que acontece em Genebra, na Suíça. O evento reunirá mais de 4 mil delegados dos 194 países que compõem a Organização Mundial da Saúde (OMS) para tratar dos principais problemas referentes ao tema no mundo.

Durante a Assembleia, os países buscarão acordos sobre como alcançar a cobertura universal de saúde por meio da atenção primária, recursos humanos para o setor, bem como um plano de ação global sobre segurança dos pacientes.

A Assembleia Mundial da Saúde é o órgão supremo de tomada de decisão da OMS. Suas principais funções são determinar as políticas da Organização, indicar um diretor-geral, supervisionar as políticas financeiras e revisar e aprovar o orçamento.

OMS anuncia quatro novos embaixadores da boa vontade para a saúde mundial

A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou nesta segunda-feira (20) a nomeação de quatro novos embaixadores da boa vontade nas áreas de esportes, política e mobilização comunitária. O objetivo é promover vidas mais saudáveis, forças de trabalho de saúde mais fortes e melhorar a saúde mental em nível global.

Entre os nomeados, estão Alisson Becker, goleiro da seleção brasileira e do time de futebol britânico Liverpool, e Natália Loewe Becker, médica defensora da saúde no país e mulher do jogador.

UNAIDS participou de audiência pública da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados sobre projetos de lei voltados à população LGBTI. Foto: CDHM/Fernando Bola

UNAIDS Brasil participa de audiência pública sobre projetos voltados à população LGBTI

Como parte da semana de celebrações do Dia Internacional de Enfrentamento à LGBTIfobia (IDAHOT, da sigla em inglês), comemorado mundialmente em 17 de maio, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) participou na quarta-feira (15) de audiência pública da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, em Brasília (DF). O objetivo foi debater os projetos de lei voltados à igualdade de direitos e à proteção jurídica da população LGBTI.

A celebração do Dia Internacional contra a Homofobia, a Transfobia e a Bifobia acontece desde que a Organização Mundial da Saúde (OMS) retirou a homossexualidade da lista de distúrbios mentais, em 17 de maio de 1990. A data já recebeu reconhecimento oficial de vários Estados, instituições internacionais como o Parlamento Europeu e inúmeras autoridades locais, incluindo as agências das Nações Unidas.

Segundo dados do Grupo Gay da Bahia, apresentados durante a audiência pública, a cada 19 horas, uma pessoa LGBTI é assassinada no Brasil. A cada duas horas, acontece uma agressão. Nesse contexto, a expectativa de vida das pessoas trans é de 35 anos. O Congresso Nacional Brasileiro não aprova leis protetivas para a população LGBTI há 31 anos, desde a Constituição de 1988.

Foto: Mathias Wasik/Flickr/CC

Agências da ONU pedem que países promulguem leis para proteger pessoas LGBTI

Na ocasião do Dia Internacional contra Homofobia, Transfobia e Bifobia (IDAHOT), o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) pede que todos os países removam leis discriminatórias contra pessoas lésbicas, gays, bissexuais, trans e intersexuais (LGBTI).

“Todos nós temos a obrigação moral e legal de remover leis discriminatórias e promulgar leis que protejam as pessoas da discriminação”, disse Gunilla Carlsson, diretora-executiva interina do UNAIDS. “Para acabar com a epidemia de AIDS, as pessoas precisam ser protegidas. Precisamos de justiça e igualdade para todos.”

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) e o administrador do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) também se manifestaram sobre o tema. O IDAHOT, uma celebração mundial da diversidade sexual e de gênero, é comemorado anualmente em 17 de maio.

Bebê em Papua Nova Guiné. Foto: UNICEF/Kate Holt

Países precisam investir mais para reduzir nascimento de bebês abaixo do peso, alerta ONU

Os países precisam investir e adotar mais ações para reduzir o número de bebês nascidos abaixo do peso ideal, uma vez que isso coloca a saúde dos recém-nascidos em risco, afirmou relatório divulgado na quarta-feira (15).

O documento, apoiado pelas Nações Unidas, mostrou que mais de 20 milhões de bebês nasceram em 2015 abaixo do peso. Além disso, 80% dos 2,5 milhões de recém-nascidos com peso baixo no mundo morrem todos os anos, porque são prematuros ou pequenos demais para a idade gestacional.

Um a cada sete bebês no mundo pesa menos de 2,5 quilos ao nascer, de acordo com dados mais recentes de 2015. O relatório Lancet Global Health foi desenvolvido por especialistas da Organização Mundial da Saúde (OMS), do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres.

Mobilização do governo, com apoio do UNICEF e da OMS, levou vacinas para mais de meio milhão de meninos e meninas moçambicanos. Foto: UNICEF

ONU apoia mobilização de saúde para levar vacinas e nutrição a crianças em Moçambique

Quase dois meses após a passagem do ciclone Idai por Moçambique, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) apoiaram o governo local, na semana passada, a realizar uma “semana de saúde” em resposta aos desafios vividos pela população. Iniciativa levou vacinas, remédios e suplementação alimentar para mais de meio milhão de meninos e meninas afetados pela tempestade tropical.

A 16ª edição da Mostra “Brasil, aqui tem SUS” recebeu 500 experiências exitosas de todos os estados do país. Foto: Ministério da Saúde/Erasmo Salomão

ONU esclarece mitos e verdades sobre a vacina contra a gripe

A gripe é uma doença que pode levar a sérias complicações de saúde, mas é frequentemente confundia com infecções mais leves, como os resfriados. A cada ano, na região das Américas, em torno de 772 mil pessoas são internadas e de 41 mil a 72 mil morrem em consequência da gripe.

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) esclarece mitos e verdades sobre a doença e sobre um dos mais eficazes meios de preveni-la — a vacinação.

Em Belo Horizonte, jovens realizam uma partida de 'queimado' temática, para discutir questões de gênero e orgulho LGBTI. Imagem de 2016. Foto: Mídia Ninja (CC)

Programa da ONU e fundação promovem pesquisa global sobre qualidade de vida da população LGBTI

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e a LGBT Foundation realizam uma pesquisa online sobre a felicidade, a vida sexual e a qualidade de vida de lésbicas, gays, bissexuais, pessoas trans e intersexo. Disponível em português e em mais de outros 16 idiomas, o levantamento é pioneiro e visa lançar luz sobre os desafios vividos pela população LGBTI, incluindo a discriminação nos serviços sociais e de saúde.

Novas orientações da OMS revelam que as pessoas podem reduzir o risco de desenvolver demência ao praticar exercícios regularmente, entre outros hábitos saudáveis. Foto: ONU Suriname

Adotar um estilo de vida saudável ajuda a reduzir o risco de demência

Novas orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) publicadas nesta terça-feira (14) revelam que as pessoas podem reduzir o risco de desenvolver demência ao praticar exercícios regularmente, não consumir tabaco, evitar o uso nocivo de álcool, controlar seu peso, ter uma dieta saudável e manter níveis saudáveis de pressão arterial, colesterol e açúcar no sangue.

“Nos próximos 30 anos, o número de pessoas com demência deverá triplicar”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus. “Precisamos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para reduzir o risco de demência. As evidências científicas reunidas para estas orientações confirmam o que suspeitamos há algum tempo: o que é bom para nosso coração também é bom para nosso cérebro”.

Clínica em Mbandaka, na República Democrática do Congo, onde pacientes com ebola são tratados. Foto: Federação Internacional da Cruz Vermelha e Crescente Vermelho

Em décimo mês, surto de ebola na República Democrática do Congo deixa 1 mil mortos

Em seu décimo mês, a epidemia de ebola na República Democrática do Congo (RDC) deixou mais de 1 mil mortos, levando o secretário-geral da ONU, António Guterres, a disponibilizar apoio de todo o Sistema das Nações Unidas para impedir a propagação do vírus mortal.

Guterres expressou na quarta-feira (8) preocupação com o número de novos casos de ebola no leste da RDC, reiterando o apoio da ONU “aos esforços para acabar com o surto”.

Enfermeiras no Hospital da Lagoa, no Rio de Janeiro (RJ). Foto: Ministério da Saúde

ONU pede que países das Américas garantam qualificação de enfermeiros

Às vésperas do Dia Internacional da Enfermagem, 12 de maio, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) convocou países das Américas nesta semana a investir mais nas enfermeiras e enfermeiros, garantindo a sua disponibilidade e distribuição adequada pelos territórios nacionais.

Para a agência da ONU, a presença e a qualificação desses profissionais é fundamental para promover a cobertura universal de saúde, um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Os acidentes de trânsito matam 1,35 milhão de pessoas por ano no mundo. Foto: Fotos Públicas/Paulo Pinto

Milhares se manifestam no mundo em favor da segurança no trânsito

Na Quinta Semana Mundial das Nações Unidas pela Segurança no Trânsito (6 a 12 de maio de 2019), milhares de defensores da segurança viária no mundo estão destacando a necessidade de uma liderança mais efetiva nesse tema. Líderes fortes – tanto governamentais quanto não governamentais – são aqueles que se manifestam sobre a segurança no trânsito e atuam sobre as intervenções concretas que comprovadamente salvam vidas, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Apesar do progresso, as mortes no trânsito continuam aumentando, com 1,35 milhão de mortes anuais. As lesões causadas pelo trânsito são hoje as principais causas de morte de crianças e jovens entre 5 e 29 anos. No mundo, de todas as mortes no trânsito, pedestres e ciclistas respondem por 26% e motociclistas e passageiros, por 28%. O risco de morte no trânsito continua a ser três vezes maior nos países de baixa renda do que nos países de alta renda, com taxas mais altas na África (26,6 por 100 mil habitantes) e menores na Europa (9,3 por 100 mil habitantes).

Trânsito intenso em Brasília. Foto: ABr/Fabio Rodrigues Pozzebom

Brasil, México e Uruguai mostram como segurança no trânsito pode ser melhorada

Brasil, México e Uruguai: esses três países latino-americanos implementaram medidas para reduzir a velocidade nas vias, limitar a direção sob efeito de bebida alcoólica, tornar obrigatório o uso do capacete para motociclistas, garantir que os condutores e passageiros usem o cinto de segurança e transportem crianças em equipamentos de retenção (cadeirinhas infantis). Também sancionaram e fizeram cumprir leis para reduzir as lesões e mortes no trânsito.

Esses são os exemplos destacados pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) na Quinta Semana Mundial das Nações Unidas pela Segurança no Trânsito, que acontece entre 6 e 12 de maio com o tema “lideranças em segurança no trânsito”.