Para a OMS, crianças devem ser alimentadas exclusivamente com o leite materno durante os seis primeiros meses de vida. Foto: Anton Nossik / Wikipedia / CC

Três em cada cinco bebês não são amamentados na primeira hora de vida no mundo

Um novo relatório lançado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e pela Organização Mundial da Saúde (OMS) revela que 78 milhões de bebês – três em cada cinco – não são amamentados em sua primeira hora de vida no mundo. Isso os coloca em maior risco de morte e doença, tornando-os menos propensos a continuar amamentando. A maioria desses bebês nasceu em países de baixa e média renda.

Profissional de saúde exibe vacina contra a hepatite B. Foto: UNICEF/Shehab Uddin

ONU pede que países das Américas intensifiquem esforços para garantir tratamento de hepatites

Na ocasião do Dia Mundial Contra a Hepatite, lembrado em 28 de julho, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) pediu aos países das Américas que intensifiquem urgentemente os esforços para garantir diagnóstico e tratamento oportunos das hepatites.

As hepatites B e C afetam 325 milhões de pessoas no mundo, resultando em 1,34 milhão de mortes a cada ano. Na região das Américas, 3,9 milhões de pessoas vivem com hepatite B crônica e 7,2 milhões com hepatite C crônica, levando a mais de 125 mil mortes a cada ano.

A atriz Sheron Menezzes e o seu marido Saulo Bernard são os padrinhos da campanha do Ministério da Saúde. Foto: Ministério da Saúde

Ministério da Saúde lança nova campanha de incentivo à amamentação

O Ministério da Saúde do Brasil lançou nesta sexta-feira (27) a nova campanha de incentivo à amamentação.

A iniciativa reforça a importância do leite materno para o desenvolvimento das crianças até dois anos e de forma exclusiva até os seis meses de vida, conforme preconizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

A atriz Sheron Menezzes e o seu marido Saulo Bernard são os padrinhos da campanha.

Michelle Bachelet na abertura do 12º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva. Foto: OPAS/Larissa Domingues

No Rio, Michelle Bachelet defende que países latino-americanos invistam mais em saúde

Em visita ao Rio de Janeiro para o 12º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva, a ex-presidenta do Chile, Michelle Bachelet, pediu na quinta-feira (27) que países da América Latina e Caribe invistam uma porcentagem maior do seu PIB em saúde. Essa é a melhor forma de garantir o acesso e a cobertura universais dos serviços de atendimento, avaliou a ex-chefe do Estado chileno durante a abertura do evento.

Médico vacina profissional de saúde na cidade de Mbandaka, em junho deste ano. Foto: OMS/Lindsay Mackenzie

OMS declara fim do surto de ebola na República Democrática do Congo

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou nesta terça-feira (24) o fim do surto de ebola na República Democrática do Congo (RDC), graças aos esforços nacionais e internacionais para conter a doença, disse a principal agência de saúde da ONU.

Falando da capital do país, Kinshasa, Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS, cumprimentou os “esforços incansáveis” das equipes locais no combate à doença, que matou 29 pessoas e infectou outras dezenas no país.

Onze países das Américas notificaram 2.472 casos confirmados de sarampo neste ano, segundo a OPAS/OMS. Foto: Wilson Dias/ABr

Após 2 mil casos de sarampo nas Américas, OPAS destaca necessidade de vacinação e vigilância

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) destacou nesta terça-feira (24) a necessidade de os países das Américas intensificarem as atividades de vacinação e vigilância para prevenir e combater a propagação do sarampo.

No Brasil, o organismo internacional está colaborando com as ações para controle do surto de sarampo em dois estados: Amazonas (444 casos confirmados, a maioria em Manaus) e Roraima (216 casos confirmados).

Os países estão dando passos significativos no combate à resistência antimicrobiana, mas sérias lacunas ainda permanecem e exigem ação urgente, segundo novo relatório. Foto: Pixabay (CC)

Países têm dado passos importantes na luta contra resistência antimicrobiana, diz relatório

Os países estão dando passos significativos no combate à resistência antimicrobiana, mas sérias lacunas ainda permanecem e exigem ação urgente, segundo novo relatório divulgado na quarta-feira (18) por Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) e Organização Mundial da Saúde (OMS).

O relatório registra progressos em 154 países. Alguns deles, incluindo muitos europeus, têm trabalhado em políticas de combate à resistência antimicrobiana em setores humanos e animais por mais de quatro décadas.

Um centro de recepção e documentação inaugurado pelo governo federal com apoio do Sistema ONU Brasil na cidade de Pacaraima está há um mês identificando e emitindo documentos para pessoas vindas da Venezuela. Foto: ACNUR/Reynesson Damasceno

Com apoio da ONU Brasil, centro governamental em Pacaraima recebe venezuelanos

Um centro de recepção e documentação inaugurado pelo governo federal com apoio do Sistema ONU Brasil na cidade de Pacaraima está há um mês identificando e emitindo documentos para pessoas vindas da Venezuela. Localizado a poucos metros da fronteira, o local começou a operar no dia 18 de junho. O centro também oferece informações, serviços sociais e de saúde para aqueles que escolheram permanecer no Brasil.

De acordo com a PNAD de 2016, 14,4% da população brasileira têm 60 anos ou mais de idade, correspondendo a 29,6 milhões de pessoas. Foto: PNUD

Quatro cidades brasileiras recebem certificado de comunidades amigáveis à pessoa idosa

Quatro cidades brasileiras já receberam da Organização Mundial da Saúde (OMS) a certificação internacional de Cidade e Comunidades Amigáveis à Pessoa Idosa. Os municípios de Pato Branco (PR) e Esteio (RS) foram os últimos a receber a qualificação, em junho deste ano. Anteriormente, Porto Alegre e Veranópolis (RS) já haviam recebido o certificado.

Mais de 600 cidades e comunidades em 37 países fazem parte da rede global e já estão trabalhando para melhorar seus ambientes físicos e sociais, facilitando um ambiente que permita o envelhecimento saudável.

Criança toma vacina contra a poliomielite. Foto: UNICEF/Ayberk Yurtsever

Vacinação infantil bate recorde no mundo com 123 milhões de crianças imunizadas em 2017

Em 2017, nove em cada dez crianças de todo o mundo receberam pelo menos uma dose da vacina contra a difteria, tétano e coqueluche. O número foi divulgado nesta semana (16) pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), que identificaram um recorde de vacinações entre meninos e meninas — 123 milhões de jovens foram imunizados contra essas doenças em todo o planeta.

Mais Médicos aumentou número de pessoas atendidas e qualidade dos serviços de saúde. Imagem: OPAS

OMS recebe contribuições da sociedade para declaração sobre atenção primária

Até 22 de julho, a Organização Mundial da Saúde (OMS) realiza uma consulta pública online para avaliar a nova Declaração sobre Atenção Primária à Saúde. Todas as pessoas podem participar, de pacientes e profissionais de saúde até formuladores de políticas e educadores. Instituições também são chamadas a encaminhar comentários. As opiniões enviadas serão discutidas na Conferência Global sobre Atenção Primária, no Cazaquistão, em outubro.

Raio-x do peito mostra alteração no tamanho dos dois pulmões, o que poderia indicar câncer. Foto: Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos

Novo exame de sangue pode identificar probabilidade de câncer de pulmão, afirma OMS

A Agência Internacional para Pesquisa sobre Câncer (IARC), vinculada à Organização Mundial da Saúde (OMS), anunciou nesta quinta-feira (12) que um novo exame de sangue pode identificar indivíduos com mais propensão a ter câncer de pulmão. O teste tem potencial para se tornar mais uma ferramenta no mapeamento de fumantes e ex-fumantes que precisam passar por outros exames, como a tomografia computadorizada.

Agentes de saúde combate ebola na Guiné. Foto de 2015. Foto: ONU

OMS oferece cursos gratuitos para profissionais de emergências em saúde

Para melhorar o atendimento de pessoas em situações de emergência, a Organização Mundial da Saúde (OMS) oferece mais de 30 cursos online e gratuitos para profissionais que atuam em crises. Formações estão divididas em quatro canais temáticos — epidemias e pandemias, resposta, habilidades sociais de comunicação e mobilização e trabalho de campo. Capacitações são parte de nova plataforma de ensino da agência da ONU.

A brucelose bovina é uma doença transmissível que ataca bovinos, outras espécies animais e o homem. Foto: EBC

Mais de 60% dos organismos causadores de doenças chegam aos humanos por animais vertebrados

Você sabe o que são zoonoses? O nome é estranho, mas a ideia é bem clara: são doenças que os animais vertebrados, como o boi ou o cachorro, podem transmitir naturalmente para o homem. A AIDS, a gripe suína H1N1, a influenza aviária H5N1 e o ebola são exemplos dessas patologias.

Para alertar sobre os riscos trazidos por essas enfermidades, instituições internacionais lembram o Dia Mundial das Zoonoses, observado em 6 de julho.

Hospital público no Brasil. Foto: EBC

Atendimento de baixa qualidade agrava complicações e despesas de saúde, aponta OMS

Diagnósticos imprecisos, erros de medicação, tratamento inadequado ou desnecessário, instalações e práticas clínicas impróprias ou pouco seguras, além de profissionais de saúde sem treinamento e experiência adequados, são problemas em todos os países, ricos ou pobres. É o que revela um relatório divulgado nesta quinta-feira (5) pela Organização Mundial da Saúde (OMS), Banco Mundial e a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Parada do Orgulho Gay de São Francisco, em 2014. Foto: Flickr (CC)/Quinn Dombrowski

ONU e ativista elogiam decisão da OMS de tirar transexualidade da lista de doenças mentais

“Uma história vergonhosa de patologização, institucionalização, ‘conversão’ e esterilização começa a chegar ao fim”. É assim que Mauro Cabral Grinspan, diretor-executivo da Ação Global pela Igualdade Trans (GATE), vê a decisão da Organização Mundial da Saúde (OMS) de retirar a transexualidade da lista de transtornos mentais. Neste mês (18), a agência da ONU divulgou uma nova Classificação Internacional de Doenças, a CID-11.

Foto: Jean Borges/Pixabay

Estudo da OMS revela medicamento alternativo que pode salvar vida de milhares de mulheres

Uma nova formulação de medicamento para prevenir o sangramento excessivo após o parto pode salvar milhares de vidas de mulheres em países de baixa e baixa-média renda. A conclusão está num estudo liderado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

O estudo revelou que uma droga alternativa – a carbetocina estável ao calor – é tão segura e eficaz quanto a ocitocina na prevenção da hemorragia pós-parto. Aproximadamente 70 mil mulheres morrem a cada ano devido à hemorragia pós-parto, o que aumenta o risco de que seus bebês também morram dentro de um mês. 

A violência contra as mulheres – particularmente a violência por parte de parceiros e a violência sexual – é um grande problema de saúde pública e de violação dos direitos humanos das mulheres. Foto: George Campos/USP Imagens

No Dia Laranja, agência da ONU lista os diversos tipos de violência contra as mulheres

Todo dia 25 de cada mês, a equipe da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) no Brasil se veste de laranja para marcar sua adesão à iniciativa global “Torne o Mundo Laranja”, da campanha do secretário-geral da ONU “Una-se Pelo Fim da Violência Contra as Mulheres”.

Neste mês, a OPAS/OMS chama atenção para a violência por parte do parceiro, que é uma das formas mais comuns de violência contra a mulher e inclui abuso físico, sexual e psicológico. Ocorre em todos os lugares e entre todos os grupos socioeconômicos, religiosos e culturais.

Visita do presidente Michel Temer ao abrigo Nova Canaã em Boa Vista (RR). À extrema esquerda da foto, o coordenador-residente da ONU Brasil, Niky Fabiancic, e à sua direita, a representante do ACNUR no Brasil, Isabel Marquez. Foto: ACNUR/Reynesson Damasceno

ONU participa de visita do presidente brasileiro a venezuelanos em Roraima

O coordenador-residente do Sistema ONU no Brasil, Niky Fabiancic, acompanhou a visita do presidente Michel Temer ao abrigo Nova Canaã, em Boa Vista, que acolhe 403 venezuelanos. Na visita, realizada no dia 21, foi sancionada a lei que dispõe sobre medidas de assistência emergencial aos imigrantes em situação de vulnerabilidade.

Atualmente, nove abrigos em Roraima acolhem cerca de 4 mil venezuelanos, oferecendo atendimento médico e cerca de 7,6 mil refeições diárias. Agências das Nações Unidas apoiam governo, sociedade civil e setor privado para garantir a integração dos venezuelanos no novo país.

Bandeira do orgulho trans hasteada em São Francisco, nos Estados Unidos. Foto: Flickr (CC)/torbakhopper

OMS anuncia retirada dos transtornos de identidade de gênero de lista de saúde mental

A Organização Mundial de Saúde (OMS) anunciou na segunda-feira (18), durante lançamento da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID 11), a retirada dos transtornos de identidade de gênero do capítulo de doenças mentais. Com a mudança, o termo passa a ser chamado de incongruência de gênero, e está inserido no capítulo sobre saúde sexual. A nova classificação acontece 28 anos depois da decisão de retirar o termo “homossexualismo” da lista de doenças, no dia 17 de maio de 1990.

Segundo a Agenda para Zero Discriminação em Serviços de Saúde, elaborada pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), a discriminação é uma barreira ao acesso à saúde e aos serviços comunitários, além de impedir o alcance de uma cobertura universal na área da saúde.

Foto: Flickr/Leon Terra (CC)

OMS inclui vício em videogame em classificação internacional de doenças

A Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou, pela primeira vez, o vício em videogame como uma condição de saúde mental na atualização de sua classificação internacional de doenças, lançada na segunda-feira (18).

“Para o transtorno de videogame ser diagnosticado, o padrão de comportamento deve ser de severidade suficiente para resultar em prejuízo significativo nas áreas pessoal, familiar, social, educacional, ocupacional ou outras áreas importantes, tornando-se evidente por pelo menos 12 meses”, disse a OMS.

Joaquín Molina, da OPAS, à esquerda, homenageou doadores de sangue em Brasília. Foto: Saúde-DF/Matheus Oliveira

Agência da ONU homenageia doadores voluntários de sangue em Brasília

O representante da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) no Brasil, Joaquín Molina, defendeu na última semana que mais brasileiros doem sangue. Dirigente participou do lançamento da nova campanha do Ministério da Saúde para chamar cidadãos a contribuir com bancos de sangue. Apresentação da iniciativa aconteceu na Fundação Hemocentro de Brasília, no Dia Mundial do Doador de Sangue, comemorado em 14 de junho.

Campanha de vacinação contra a pólio no Brasil. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

OMS descarta pólio como causa de paralisia em criança venezuelana

A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) disse na sexta-feira (15) que a pólio não está entre as causas da paralisia de uma criança de 2 anos e 10 meses, moradora de uma comunidade indígena na região do Delta Amacuro, na Venezuela. Segundo a agência da ONU, testes laboratoriais confirmaram que os sintomas de paralisia flácida aguda na criança não estão associados ao poliovírus selvagem ou derivado da vacina.

A criança está sendo avaliada clinicamente para estabelecer as causas alternativas da paralisia.

A OPAS pede que os países mantenham uma forte vigilância, juntamente com uma alta cobertura de vacinação contra a poliomielite em todas as comunidades, a fim de minimizar o risco e as consequências de qualquer eventual reintrodução ou reaparecimento do poliovírus.

OMS sugere maior tributação de bebidas açucaradas. Foto: EBC

OPAS/OMS apoia Brasil em eventuais medidas como taxação de bebidas adoçadas

A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) reuniu nesta semana pesquisadores internacionais e nacionais para apoiar o Brasil na avaliação do impacto econômico da adoção de medidas regulatórias como rotulagem nutricional e taxação de bebidas adoçadas.

Essas duas estratégias, aliadas à regulação da publicidade de alimentos e da venda de produtos não saudáveis nas cantinas escolares, são as ações mais efetivas para frear o crescimento da obesidade – um problema que afeta grande parte do mundo, inclusive o Brasil.

Doações voluntárias de sangue são o único caminho para assegurar oferta adequada às demandas de saúde pública. Foto: Agência Brasil/Arquivo

Em dia mundial, ONU pede que mais pessoas doem sangue

Para marcar o Dia Mundial do Doador de Sangue, lembrado amanhã (14), a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) pede que mais pessoas se voluntariem para doar sangue. Desde 2015, apenas 45% do sangue para transfusões na América Latina e no Caribe foi obtido por meio de contribuições espontâneas do público. Número representa aumento de 38,5% na comparação com 2013, mas está bem abaixo da meta de 100% da Organização Mundial da Saúde (OMS).

O jogador da seleção uruguaia e do París Saint-Germain (PSG), Edinson Cavani, surpreendeu um grupo de crianças no posto de vacinação do Hospital Pereira Rossell, em Montevidéu. Foto: Reprodução

Jogador Edinson Cavani surpreende crianças em posto de vacinação em Montevidéu

O jogador da seleção uruguaia e do París Saint-Germain (PSG), Edinson Cavani, surpreendeu um grupo de crianças no posto de vacinação do Hospital Pereira Rossell, em Montevidéu, capital do Uruguai.

A visita ocorreu durante vacinação contra a gripe na Semana de Vacinação das Américas, campanha da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) à qual o atacante se somou este ano para criar consciência sobre o poder das vacinas.

Foto: Fundo Global contra AIDS, Tuberculose e Malária / John Rae

Organização Mundial da Saúde certifica Paraguai por eliminação da malária

A Organização Mundial da Saúde (OMS) certificou nesta segunda-feira (11) o Paraguai pela eliminação da malária. É o primeiro país das Américas a obter esse status desde Cuba, em 1973.

De 1950 a 2011, o Paraguai desenvolveu sistematicamente políticas e programas para controlar e eliminar a malária, um desafio significativo para a saúde pública em um país que registrou mais de 80 mil casos da doença na década de 1940.

Trabalhadora de saúde marca dedo de menino para indicar que ele foi vacinado em escola de Ahmedabad, na Índia. Foto: UNICEF

Brasil passa a integrar equipe internacional de emergência em saúde da OMS

O Brasil está capacitando uma equipe de especialistas para fazer parte das Equipes Médicas de Emergência (EMT) da Organização Mundial da Saúde (OMS). Essa iniciativa ajuda organizações e Estados-membros a capacitar e fortalecer sistemas de saúde, coordenando o envio de profissionais de saúde (enfermeiros, fisioterapeutas, médicos, paramédicos) para prestar atendimento clínico direto a populações afetadas por emergências e desastres em outros países ou mesmo dentro do próprio território.

Profissionais de saúde tratam pacientes com suspeita de Ebola em hospital de Bikoro, na República Democrática do Congo. Foto: UNICEF/Naftalin

OMS: preocupação com disseminação do ebola na República Democrática do Congo continua

A República Democrática do Congo (RDC) permanece em situação preocupante no que se refere à disseminação do vírus ebola, apesar da rápida resposta das autoridades e de seus parceiros internacionais, disse a Organização Mundial da Saúde (OMS) no fim de maio (23).

Diferentemente dos eventos anteriores de ebola na RDC – este é o nono no país desde 1976 – o surto de 2018 foi complicado pelo fato de envolver áreas rurais e urbanas.

Profissionais do Programa Mais Médicos em Breves, no sudoeste da Ilha de Marajó. Foto: OPAS

Em Manaus, ONU defende que debate sobre saúde universal não fique restrito a especialistas

Em Manaus, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) ressaltou na semana passada que a defesa da universalidade da saúde não pode estar só nas mãos de gestores e profissionais de saúde. “Precisamos levar esse conceito também para outras redes, outros grupos de pessoas”, afirmou Joaquín Molina, representante do organismo internacional no Brasil, durante o 13º Congresso Internacional da Rede Unida.