Na imagem, poluição atmosférica na cidade de São Paulo. Foto: Flickr (CC)/Thomas Hobbs

ONU convoca todos os níveis de governo a combater poluição do ar e mudanças climáticas

A ONU lançou nesta semana a ‘Iniciativa Ar Limpo’, que chama governos nacionais e subnacionais a comprometer-se em alcançar uma qualidade do ar segura para os cidadãos. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a cada ano, a poluição do ar causa 7 milhões de mortes prematuras.

O cumprimento do Acordo de Paris sobre mudanças climáticas poderia salvar mais de 1 milhão de vidas por ano até 2050. No marco dos esforços para alcançar as metas do acordo, a redução da poluição do ar, por si só, geraria benefícios de saúde estimados em 54,1 trilhões de dólares.

Cada decisão de tratamento para o HIV deve se basear em uma discussão informada com o provedor de saúde, ponderando os potenciais riscos e benefícios, de acordo com a OMS. Foto: EBC/Jehgas Preotto

OMS recomenda dolutegravir como principal opção de tratamento para HIV

Com base em novas evidências que avaliam riscos e benefícios, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o uso do medicamento dolutegravir (DTG) como tratamento de primeira e segunda linha preferido para HIV para todas as populações, incluindo mulheres grávidas e aquelas com potencial para engravidar.

Em 2019, 82 países de baixa e média renda relataram estar em transição para esquemas de tratamento de HIV baseados no dolutegravir. As recomendações atualizadas visam ajudar mais países a melhorarem suas políticas de HIV.

Funcionários limpam equipamento de proteção contra ebola em Beni, na República Democrática do Congo, em 31 de maio de 2019. Foto: Cruz Vermelha

OMS declara surto de ebola na RDC emergência internacional de saúde pública

O segundo pior surto de ebola de todos os tempos, que acontece na República Democrática do Congo (RDC), foi declarado oficialmente uma emergência de saúde pública de preocupação internacional nesta quarta-feira (17), com o chefe da Organização Mundial de Saúde (OMS) pedindo que os países “tomem conhecimento e redobrem seus esforços”.

De acordo com o Regulamento Sanitário Internacional da OMS, que constitui um acordo legal vinculativo envolvendo 196 países em todo o mundo, uma Emergência de Saúde Pública de Interesse Internacional (PHEIC) é definida como “um evento extraordinário determinado que constitui um risco de saúde pública para outros Estados por meio da disseminação internacional de doenças e por potencialmente exigir uma resposta internacional coordenada”.

Uma profissional de saúde no centro de tratamento de ebola de Butembo dá um beijo num bebê de sete meses, cuja mãe morreu de ebola poucos dias antes. Imagem registrada na província de Kivu do Norte, na República Democrática do Congo. Foto: UNICEF/Vincent Tremeau

OMS decide na quarta-feira se declara emergência internacional por causa do ebola na RD Congo

A Organização Mundial da Saúde (OMS) vai decidir na quarta-feira (17) se considera ou não que o atual surto de ebola na República de Democrática do Congo constitui uma emergência internacional de saúde. Reunião para reavaliar o estado da epidemia foi convocada após a confirmação de um caso de ebola na cidade congolesa de Goma, que possui 2 milhões de habitantes e faz fronteira com Ruanda.

Os atuais sistemas alimentares oferecem uma abundância de alimentos ultra-processados que são muito mais baratos e fáceis de consumir do que alimentos frescos e nutritivos, segundo a FAO. Foto: WikiCommons/lyzadanger/Diliff

ARTIGO: Já existem mais obesos que famintos

Em artigo publicado no jornal Valor Econômico, o diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), José Graziano da Silva, comenta os resultados de novo relatório global da ONU sobre fome e outras formas de malnutrição no mundo.

Ele lembra haver fatores que explicam a relação direta entre insegurança alimentar e obesidade. “Por exemplo: quando as pessoas têm menos recursos para obter alimentos, elas optam pelos mais econômicos e acessíveis. Os atuais sistemas alimentares oferecem uma abundância de alimentos ultra-processados que são muito mais baratos e fáceis de consumir do que alimentos frescos e nutritivos”. Leia o artigo completo.

Para obter um desenvolvimento adequado e boa saúde mais tarde na vida, a OMS orienta que os bebês precisam ser alimentados exclusivamente com leite materno nos primeiros seis meses de vida. Foto: UNICEF

Alimentos para bebês com alto teor de açúcar são comercializados de forma inadequada na Europa

A nutrição adequada para recém-nascidos na primeira infância é fundamental para o desenvolvimento e a boa saúde na vida adulta, de acordo com a diretora regional da Organização Mundial da Saúde (OMS) na Europa, que lançou dois novos estudos nesta segunda-feira (15).

Os estudos da OMS Europa mostram que uma alta proporção de alimentos para bebês é incorretamente comercializada como adequada para crianças com menos de 6 meses, quando, na verdade, grande parte deles contém níveis inadequadamente altos de açúcar.

Família pede ajuda nas ruas da cidade de Secunda, na província sul-africana de Mpumalanga. Foto: Jan Truter (CC, Flickr)

Fome aumenta no mundo e atinge 820 milhões de pessoas, diz relatório da ONU

Cerca de 820 milhões de pessoas em todo o mundo não tiveram acesso suficiente a alimentos em 2018, frente a 811 milhões no ano anterior, no terceiro ano consecutivo de aumento. O dado representa um imenso desafio para alcançar o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) número 2, que prevê fome zero até 2030, advertiu nesta segunda-feira (15) a nova edição do relatório anual “O estado da segurança alimentar e da nutrição no mundo”.

“Nossas medidas para abordar essas tendências preocupantes terão que ser mais enérgicas, não apenas em escala, mas também em termos de colaboração multissetorial”, disseram oficiais de Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA), Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Programa Mundial de Alimentos (PMA) e Organização Mundial da Saúde (OMS) no documento.

UNICEF quer conscientizar pais, mães e usuários de redes sociais sobre eficácia e proteção de vacinas. Foto: Agência Brasil/Marcelo Camargo

OMS: 20 milhões de crianças perderam vacinas contra sarampo, difteria e tétano em 2018

Novos dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) revelam que 20 milhões de crianças em todo o mundo – mais de uma em cada dez – perderam em 2018 vacinas que salvam vidas, como a de sarampo, difteria e tétano.

Globalmente, desde 2010, a cobertura de vacinação com três doses contra difteria, tétano e coqueluche (DTP3) e uma dose contra sarampo estagnou em torno de 86%. Embora alto, o número não é suficiente. É necessária uma cobertura de 95% – em todo o mundo, entre países e comunidades – para proteger contra surtos de doenças evitáveis por imunização.

As duas listas têm foco em câncer e outros desafios globais de saúde, com ênfase em soluções eficazes, priorização inteligente e acesso ideal aos pacientes. Foto: EBC

OMS atualiza orientação global sobre medicamentos e testes de diagnóstico

A Organização Mundial da Saúde (OMS) atualizou nesta terça-feira (9) suas listas de medicamentos e diagnósticos essenciais, que são documentos de orientação aos países para que priorizem produtos de saúde que devem estar amplamente disponíveis e ser acessíveis em todos os sistemas de saúde. As duas listas têm foco em câncer e outros desafios globais de saúde, com ênfase em soluções eficazes, priorização inteligente e acesso ideal aos pacientes.

Obesidade no Brasil será discutida em conferência da FAO na Jamaica. Foto: Flickr/Tony Alter (CC)

ONU vê ‘epidemia de obesidade’ na América Latina e Caribe

As Nações Unidas e a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) alertaram na segunda-feira (8) que a América Latina e o Caribe vivem uma “epidemia de obesidade”.

De 1975 a 2016, a América Latina e o Caribe viram o sobrepeso saltar de 33,4% para quase 60%. Há cerca de quatro décadas, a obesidade afetava 8,6% dos cidadãos da região — agora, estima-se que um em cada quatro sofra do problema.

A 16ª edição da Mostra “Brasil, aqui tem SUS” recebeu 500 experiências exitosas de todos os estados do país. Foto: Ministério da Saúde/Erasmo Salomão

Prêmio homenageia experiências de sucesso em atenção primária à saúde no Brasil

A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) e o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS) concederam a três experiências exitosas realizadas em municípios brasileiros o prêmio “Atenção Primária Forte: Caminho para a Saúde Universal”. A premiação foi realizada nesta quinta-feira (4) como parte da 16ª Mostra “Brasil, aqui tem SUS”, promovida no âmbito do 35º Congresso Nacional de Secretarias Municipais de Saúde, em Brasília (DF).

O trabalho “Desbravadores do SUS: redescobrindo cidadãos, promovendo o direito à saúde”, que apresenta a experiência do município de Rurópolis, no Pará, levou o primeiro lugar. Em segundo e terceiro lugares, respectivamente, estão os trabalhos “Atendimento médico domiciliar reduzem leitos de internações em hospitais”, em Porto Firme (MG), e “Reorganização da atenção primária do município de Canaã dos Carajás (PA), através da implantação do acolhimento à demanda espontânea e prontuário eletrônico do cidadão integrado”.

Vista de Recife. Foto: MTUR/Bruno Lima

OPAS firma cooperação com Pernambuco para apoiar atenção à saúde no estado

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), escritório regional para as Américas da Organização Mundial da Saúde (OMS), assinou na sexta-feira (5), em Recife (PE), um termo de cooperação com o governo de Pernambuco para apoiar a qualificação do modelo de atenção à saúde do estado.

“A OPAS vai mobilizar toda sua capacidade técnica para aumentar a cobertura de vacinação contra o HPV (papilomavírus humano), além de usar novas tecnologias para facilitar o acesso das mulheres à detecção precoce do câncer de colo do útero e, consequentemente, poder fazer o tratamento adequado. Vamos trabalhar também na redução da mortalidade materna por hemorragia, que é uma das principais causas de morte de mulheres na gravidez, parto e pós-parto”, afirmou o subdiretor da OPAS/OMS, Jarbas Barbosa.

Hospital público no Brasil. Foto: EBC

OPAS: financiamento à saúde nas Américas é insuficiente para universalização até 2030

Em mesa-redonda composta por diversos atores da saúde pública brasileira, o subdiretor da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), Jarbas Barbosa, afirmou na quinta-feira (4) durante congresso em Brasília (DF) que, com o atual nível de financiamento em saúde na região das Américas, é improvável alcançar a meta de saúde universal até 2030.

Segundo ele, a maioria dos países das Américas atualmente não atinge a referência de gasto público em saúde de 6% sobre seu Produto Interno Bruto (PIB). Dados recentes divulgados pela OPAS mostram que o gasto público em saúde do Brasil é de 3,8% do PIB.

“Quando não há gasto público e as pessoas precisam acessar a saúde, as famílias começam a gastar mais do próprio bolso. Em 13 países da região, 40% dos gastos diretos com saúde são pagos pela população. Quando não há investimento, diminuímos a oferta de serviços de qualidade e contribuímos para o empobrecimento das pessoas”, afirmou.

OPAS defende sistemas de saúde baseados numa atenção primária forte. Foto: Flickr/Portal PBH

Atenção primária é caminho para a saúde universal, afirma subdiretor da OPAS/OMS

Na cerimônia de abertura da 35ª edição do Congresso Nacional de Secretarias Municipais de Saúde, realizado em Brasília (DF), o subdiretor da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) convocou gestores das três esferas de governo a intensificar esforços para fortalecer a atenção primária à saúde.

“A atenção primária à saúde é o verdadeiro caminho para garantir que todas as pessoas tenham acesso à saúde, que tenham a garantia de receber a atenção quando precisam, tendo seus problemas resolvidos”, afirmou.

Barbosa pontuou que os municípios brasileiros podem desempenhar um papel importante na construção de um roteiro para a saúde universal, fortalecendo “a atenção primária não só como o primeiro nível de atenção, concentrado em um pacote limitado de ofertas de serviços, mas uma estratégia capaz de responder à população, articulada com redes integradas de saúde para garantir o acesso rápido quando as pessoas precisam”.

O consumo de álcool é um fator de risco determinante de resultados adversos na gravidez, incluindo morte fetal, aborto espontâneo, parto prematuro, comprometimento do crescimento intrauterino e baixo peso ao nascer. Foto: FIOCRUZ

Curso virtual da OPAS aborda riscos do consumo de álcool durante a gravidez

As taxas de transtornos causados pelo consumo de álcool entre mulheres são mais altas nas Américas que em qualquer outra região do mundo. Um curso virtual da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) proporciona aos profissionais de saúde as habilidades técnicas necessárias para identificar e abordar o consumo de álcool entre mulheres grávidas e em idade reprodutiva.

O curso “Uso de Álcool e Saúde da Mulher e Gestante”, agora também disponível em espanhol, oferece aos profissionais de saúde as informações baseadas em evidências mais recentes sobre estratégias de promoção da saúde durante a gravidez; detecção precoce do consumo de álcool na gestação; e formas de apoiar as mulheres na redução do consumo de álcool.

Cuidados primários de saúde agrupam a maioria das necessidades de saúde das pessoas durante suas vidas. Eles trazem crianças ao mundo, garantem serviços como vacinas, que nos protegem e protegem nossas comunidades contra doenças infecciosas. Cuidados primários de saúde nos auxiliam na infância, na adolescência e na vida adulta, com serviços que nos mantêm saudáveis, como orientação sobre boa nutrição e hábitos de atividades físicas. Confira nesse vídeo.

VÍDEO: O que são cuidados primários de saúde?

Cuidados primários de saúde agrupam a maioria das necessidades de saúde das pessoas durante suas vidas. Eles trazem crianças ao mundo, garantem serviços como vacinas, que nos protegem e protegem nossas comunidades contra doenças infecciosas.

Cuidados primários de saúde nos auxiliam na infância, na adolescência e na vida adulta, com serviços que nos mantêm saudáveis, como orientação sobre boa nutrição e hábitos de atividades físicas. Confira nesse vídeo.

Vencedores do hackathon promovido pelo Ministério da Saúde, com a participação da OPAS, para promover soluções tecnológicas capazes de ampliar a cobertura de vacinação no Brasil. Foto: OPAS

ONU apoia competição tecnológica do governo brasileiro para ampliar cobertura de vacinação

Três soluções inovadoras para fortalecer a vigilância em saúde e aumentar a cobertura de vacinação no Brasil foram premiadas no sábado (22), em Brasília (DF), no “Desafio Zé Gotinha”, um hackathon proposto pelo Ministério da Saúde durante o evento de imersão tecnológica Campus Party Brasília. Competição teve o apoio e participação da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), uma agência das Nações Unidas.

Trânsito intenso em Brasília. Foto: ABr/Fabio Rodrigues Pozzebom

ONU lança guia para orientar jornalistas na cobertura de acidentes de trânsito

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) — braço regional da Organização Mundial da Saúde (OMS) — lançou nesta sexta-feira (21) a versão em português de um guia para orientar jornalistas em matérias e reportagens sobre acidentes de trânsito.

Com a publicação, a agência da ONU quer que os profissionais de mídia vão além da simples cobertura noticiosa, adotando uma abordagem que veja a segurança no trânsito como um tema crucial para a saúde pública no mundo.

Teste rápido de HIV. Foto: UNICEF/Sewunet

Novo estudo não encontra relação entre risco de infecção pelo HIV e contraceptivos com progestógeno

Um estudo de pesquisa clínica conduzido em quatro países africanos não encontrou diferença significativa no risco de infecção por HIV entre mulheres que utilizam um dos três métodos anticoncepcionais reversíveis altamente eficazes.

Nos últimos 25 anos, à medida que a epidemia do HIV se instalou em muitos países, vários estudos observacionais sugeriram um possível aumento do risco de infecção por HIV entre mulheres que utilizam contraceptivos injetáveis apenas com progestógeno, particularmente o DMPA-IM.

Devido às limitações no desenho desses estudos, no entanto, não foi possível determinar se as infecções por HIV se relacionaram ao método contraceptivo usado ou a outros fatores. Os resultados recentes são os mais robustos até o momento a abordar essas preocupações.

O estudo foi realizado por um consórcio liderado pela FHI 360, da Universidade de Washington, pelo Instituto de Saúde Reprodutiva e HIV de Wits e pelo Programa de Reprodução Humana da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Doações voluntárias de sangue são o único caminho para assegurar oferta adequada às demandas de saúde pública. Foto: Agência Brasil/Arquivo

OPAS pede fortalecimento dos sistemas de doação voluntária de sangue na América Latina e Caribe

Na América Latina e no Caribe, a doação voluntária responde por menos da metade de todos os suprimentos de sangue. No marco do Dia Mundial do Doador de Sangue, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) insta os países a fortalecerem seus sistemas de doação voluntária, ressaltando que essa é a melhor maneira de garantir o acesso universal a um suprimento suficiente de sangue seguro para transfusões.

O lema do Dia Mundial do Doador de Sangue deste ano, celebrado em 14 de junho, é “Sangue seguro para todos”, para o qual a doação voluntária é um elemento fundamental. O tema chama a atenção para a importância de suprimentos oportunos de sangue e hemocomponentes seguros e de qualidade garantida como parte integrante da saúde universal e essencial para sistemas de saúde eficazes.

O grupo visitou a ONG Casa Fonte Colombo, em Porto Alegre. Foto: UNAIDS

Especialistas e técnicos da área de prevenção visitam serviços de HIV em Porto Alegre e Brasília

Uma equipe de técnicos, especialistas e gestores do Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis (DCCI) do Ministério da Saúde, da Organização Pan-americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) e do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) estiveram na segunda-feira (10), em Porto Alegre (RS), e na terça-feira (11), em Brasília (DF), para visitar serviços de saúde públicos, além de participar de encontros com gestores e técnicos locais.

A visita faz parte da reunião técnica para analisar o campo e práticas de prevenção do HIV no Brasil, convocada pelo DCCI, que acontece entre os dias 10 e 14 de junho no país. Ao longo desta semana, especialistas de organismos internacionais, organizações da sociedade civil, além de técnicos e gestores públicos, irão discutir a implementação de prevenção do HIV no Brasil, visando o cumprimento das metas regionais de prevenção de 2020 e de eliminação da AIDS como problema de saúde pública até 2030.

Crise humanitária no Iêmen é considerada a "pior do mundo" pela ONU. Foto: OCHA/Giles Clarke

Uma em cada cinco pessoas em áreas de conflito sofre com condições de saúde mental

Uma em cada cinco pessoas que vive em áreas afetadas por conflitos armados tem depressão, ansiedade, transtorno de estresse pós-traumático, transtorno bipolar ou esquizofrenia, de acordo com análise feita a partir de 129 estudos publicada na revista científica The Lancet. O relato é da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Em 2016, o número de conflitos armados atingiu a maior alta de todos os tempos, com 53 conflitos em andamento em 37 países e 12% da população mundial vivendo em zona de conflito ativa. Quase 69 milhões de pessoas em todo o mundo foram deslocadas forçadamente pela violência e pelo conflito, o maior número desde a Segunda Guerra Mundial.

O centro da iniciativa contará com ambientes de aprendizado de alta tecnologia, um centro de simulação de emergências de saúde de classe mundial e espaços de colaboração para o aprendizado em co-design, pesquisa e inovação. Foto: OPAS/Ary Rogerio Silva

Em colaboração com França, OMS cria academia para aprendizagem em saúde

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, reuniu-se nesta terça-feira (11) com o presidente francês, Emmanuel Macron, em Genebra, para assinar uma declaração de intenção para estabelecer a iniciativa de aprendizagem em saúde Academia da OMS.

A academia tem como objetivo alcançar milhões de pessoas por meio de uma plataforma de aprendizagem digital em um campus de Lyon. A unidade terá ambientes de aprendizado de alta tecnologia, um centro de simulação de emergências de saúde e espaços para co-design, pesquisa e inovação.

Alimentos não seguros também dificultam o desenvolvimento em muitas economias de baixa e média renda. Foto: EBC

PANAFTOSA promove discussão sobre formas de fortalecer segurança dos alimentos no Brasil

Para marcar o Dia Mundial da Segurança dos Alimentos no Brasil, o Centro Pan-Americano de Febre Aftosa (PANAFTOSA-OPAS/OMS) reuniu autoridades nacionais e especialistas na sexta-feira (7), em Brasília (DF). Na ocasião, foram sintetizadas e compartilhadas as ações de cada organização para aperfeiçoar o desenvolvimento do trabalho conjunto em segurança dos alimentos no país.

A primeira celebração do Dia Mundial da Segurança dos Alimentos das Nações Unidas, a ser marcada globalmente em todo 7 de junho, visa fortalecer os esforços para garantir que os alimentos que comemos sejam seguros e destacar que esse tema é responsabilidade de todos.

A cada ano, quase uma em cada dez pessoas no mundo (cerca de 600 milhões de pessoas) adoece e 420 mil morrem depois de ingerir alimentos contaminados por bactérias, vírus, parasitas ou substâncias químicas.

Poluição na cidade de São Paulo (SP). Foto: Flickr (CC)/Gabriel de Andrade Fernandes

Ar poluído é um dos principais riscos ambientais para a saúde, diz OPAS

No marco do Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado na quarta-feira (5), a Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) pediu a diversos atores-chave que intensifiquem os esforços para reduzir a poluição do ar nas Américas e no mundo. O chamado foi realizado durante cerimônia realizada pela ONU Meio Ambiente e Ministério do Meio Ambiente em Brasília (DF).

Segundo a representante da OPAS/OMS no Brasil, Socorro Gross, o ar poluído é considerado um dos principais riscos ambientais para a saúde e é um grave problema que precisa ser discutido em várias frentes.

“São poucas as cidades em nossa região com níveis adequados de qualidade do ar, segundo o que é recomendado pela OMS. Além disso, são poucos os países que possuem sistemas eficientes de monitoramento. Hoje, mais do que nunca, precisamos unir esforços multissetoriais para abordar a problemática de vários ângulos”, afirmou.

Foto: Prefeitura de Olinda / Fernanda Mafra

OMS: 1 milhão de novos casos de ISTs curáveis são registrados diariamente no mundo

Mais de 1 milhão de novos casos de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) curáveis são registrados diariamente entre pessoas de 15 a 49 anos no mundo, segundo dados divulgados na quinta-feira (6) pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Isso equivale a mais de 376 milhões de novos casos anuais de quatro infecções – clamídia, gonorreia, tricomoníase e sífilis.

“Há uma relativa falta de progresso em parar a propagação de infecções sexualmente transmissíveis no mundo”, disse Peter Salama, diretor-executivo para Cobertura Universal de Saúde e Curso de Vida da OMS. “Este é um alerta para um esforço conjunto, a fim de garantir que todos, em todos os lugares, possam acessar os serviços de que necessitam para prevenir e tratar essas doenças debilitantes”.

Japão apoia ações da ONU na proteção de venezuelanos no Norte do Brasil

O governo do Japão assinou um acordo de cooperação com quatro agências do Sistema ONU no Brasil que prevê o repasse de 3,6 milhões de dólares para apoio a projetos desenvolvidos na proteção e assistência a venezuelanos que chegam ao país. Os recursos serão utilizados em ações em Roraima, Amazonas e Pará.

Participam do acordo a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), a Organização Internacional para as Migrações (OIM), a Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

Usina de energia eólica. Foto: Flickr (CC)/Alex Abian

Dia Mundial do Meio Ambiente promove energias renováveis e tecnologias verdes

Governos, indústria, comunidades e indivíduos em todo o mundo lembraram na quarta-feira (5) o Dia Mundial do Meio Ambiente, o maior evento anual das Nações Unidas para impulsionar ações ambientais, incentivando o compromisso mundial para proteger o planeta.

As celebrações deste ano, realizadas sob o tema “poluição do ar”, convidaram as pessoas a explorar energias renováveis e tecnologias verdes e a melhorar a qualidade do ar em cidades e regiões em todo o mundo.

Liderada pela China, anfitriã das celebrações em 2019, a mobilização para #CombaterAPoluiçãoDoAr culminou em um recorde de 6.206 eventos e compromissos registrados no site oficial da ONU Meio Ambiente para a data. No Brasil, 240 atividades foram cadastradas, cobrindo quase todo o território nacional.

A ONU designou duas de suas agências, a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) para liderar os esforços de promoção da segurança dos alimentos no mundo. Foto: PEXELS (CC)

Em dia mundial, OPAS alerta para importância de garantir segurança dos alimentos

No Dia Mundial da Segurança dos Alimentos, lembrado pelas Nações Unidas nesta sexta-feira (7), a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS) lembra que a data visa fortalecer os esforços para garantir que os alimentos que comemos sejam seguros. A cada ano, uma em cada dez pessoas no mundo (cerca de 600 milhões de pessoas) adoece e 420 mil morrem após ingerir alimentos contaminados por bactérias, vírus, parasitas ou substâncias químicas.

O tema da data este ano é a responsabilidade de todos em garantir a segurança dos alimentos. A inocuidade dos alimentos contribui para segurança alimentar, saúde humana, prosperidade econômica, agricultura, acesso ao mercado, turismo e desenvolvimento sustentável.

Guia reúne diretrizes sobre questões como ampliação de acesso a serviços de HIV, qualidade dos resultados de saúde sexual e reprodutiva e direitos (SSRD) das mulheres vivendo com HIV e promoção da igualdade de gênero. Foto: UNAIDS

Guia dá diretrizes sobre igualdade de gênero em serviços de saúde para HIV

As mulheres que vivem com HIV enfrentam desafios únicos e violações de direitos relacionados à sexualidade e à reprodução, não apenas dentro de suas famílias e comunidades, mas também nas instituições de saúde onde buscam atendimento.

Diante desse cenário, uma publicação conjunta de Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS) e Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) reúne diretrizes sobre ampliação de acesso a serviços de HIV, qualidade dos serviços de saúde sexual e reprodutiva e direitos (SSRD) para as mulheres vivendo com HIV e promoção da igualdade de gênero.