Ação de saúde pública para controlar vetores da malária em Machadinho D'Oeste, em Rondônia. Foto: OPAS

Conheça as localidades brasileiras que são Campeãs contra a Malária nas Américas

Contraída por meio da picada de um mosquito infectado, a malária é uma das principais causas de mortes no mundo, com 228 milhões de casos e 405 mil mortes em 2018. Nas Américas, a transmissão permanece endêmica em 19 países e territórios — entre eles, o Brasil. Por isso, diversas localidades brasileiras têm utilizado estratégias eficazes para eliminar a doença.

Várias delas foram finalistas do prêmio “Campeões contra a Malária nas Américas”, promovido desde 2009 pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). Saiba mais sobre cada uma.

Sobrepeso e obesidade têm crescido nos países latino-americanos e caribenhos, alertam agências da ONU. Foto: EBC

OMS: um em cada três países de baixa e média renda enfrenta extremos da má nutrição

É necessária uma nova abordagem para ajudar a reduzir a desnutrição e a obesidade, à medida que ambos os problemas se tornam cada vez mais relacionados às rápidas mudanças nos sistemas alimentares dos países. A conclusão é de relatório composto por artigos da revista científica The Lancet.

“A nova realidade nutricional é impulsionada por mudanças no sistema alimentar, que aumentam a disponibilidade de alimentos ultraprocessados, associados ao aumento de peso, além de afetar adversamente as dietas de bebês e crianças em idade pré-escolar”, disse o autor do relatório, professor Barry Popkin, da Universidade da Carolina do Norte (EUA).

Um dos objetivos do seminário foi capacitar os técnicos para a preparação a eventuais emergências de febre aftosa. Foto: OPAS

Centro Pan-Americano de Febre Aftosa discute cooperação com Ministério da Agricultura

A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) do Brasil, Tereza Cristina, recebeu o diretor do Centro Pan-Americano de Febre Aftosa e Saúde Pública Veterinária (PANAFTOSA), Ottorino Cosivi, para uma audiência em Brasília (DF) no fim de novembro na qual foram discutidas possibilidades de projetos de cooperação.

Tais iniciativas ajudarão a melhorar a eficiência do sistema de inspeção e segurança dos alimentos, e contribuirão para o avanço do Programa Hemisférico para a Erradicação da Febre Aftosa (PHEFA) nas Américas.

Cooperação irá criar um banco de dados dos médicos ativos nas emergências brasileiras, além de capacitá-los no processo de doação de órgãos. Foto: Tânia Rêgo/ABr.

OPAS assina parceria para fortalecer sistema brasileiro de transplantes

Firmado na última quinta-feira (12), acordo entre a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e a Associação Brasileira de Medicina de Emergências (ABRAMEDE) visa trabalhar em melhorias para o Sistema Nacional de Transplantes (SNT) brasileiro, considerado o maior do mundo.

Esforços incluem a criação de uma base de dados dos médicos ativos nas emergências brasileiras, através do mapeamento nos Serviços de Atendimento Móvel de Urgência (SAMUs), nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e nos serviços hospitalares de emergência.

Iniciativa do projeto é do Ministério da Saúde, e também prevê capacitações no processo de doação de órgãos aos médicos da rede pública. Segundo a representante da OPAS no Brasil, Socorro Gross, o projeto inova ao unir estrategicamente os temas da emergência e do transplante de órgãos.

Programa 'Criança Feliz' de Atenção à Primeira Infância do governo federal já promove a transformação na vida de mais de 754 mil crianças e gestantes entre as famílias mais pobres do país. Foto: Ministério da Cidadania.

Ministério da Cidadania homenageia OPAS/OMS por apoio ao projeto Criança Feliz

A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) recebeu do Ministério da Cidadania prêmio pelo apoio concedido ao Projeto de Atenção à Primeira Infância do governo federal, Criança Feliz.

Placa em homenagem ao trabalho da agência foi entregue na última quinta-feira (12) à representante da OPAS e da OMS no Brasil, Socorro Gross, pelo ministro Osmar Terra. Na ocasião, Organização das Nações Unidas no Brasil, Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) também receberam homenagens.

O Criança Feliz atua desde 2016 em 2.787 municípios brasileiros e já alcançou mais de 850 mil crianças e gestantes. Trabalho articula setores da saúde; assistência social; educação; justiça; cultura; e direitos humanos, e promove o acompanhamento e o desenvolvimento saudável de crianças até seis anos de idade, auxiliando na redução das desigualdades e a erradicação da pobreza no país.

O Centro Pan-Americano de Febre Aftosa (PANAFTOSA) é um centro científico da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) localizado em Duque de Caxias, Rio de Janeiro. Foto: PANAFTOSA

Reunião no Rio visa discutir plano regional de erradicação da febre aftosa

Acontece até esta sexta-feira (13) no Rio de Janeiro (RJ) a reunião para discussão e análise dos delineamentos estratégicos e necessidades de ação do Programa Hemisférico para a Erradicação da Febre Aftosa (PHEFA), com base na elaboração do novo Plano de Ação 2021-2025, coordenado pelo Centro Pan-Americano de Febre Aftosa e Saúde Pública Veterinária (PANAFTOSA) com a colaboração de um grupo de especialistas da região.

OPAS defende sistemas de saúde baseados numa atenção primária forte. Foto: Flickr/Portal PBH

Países precisam reduzir barreiras de acesso e aumentar financiamento à atenção primária de saúde

A saúde universal nas Américas só pode ser alcançada se os países reduzirem as barreiras ao acesso e aumentarem o investimento na atenção primária. Durante a celebração do Dia da Saúde Universal deste ano, 12 de dezembro, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) instou os países a implementar essas medidas para garantir que todas as pessoas tenham acesso aos serviços de saúde de que precisam.

“Buscamos não apenas a disponibilidade, mas também o acesso, a qualidade dos medicamentos e a informação e educação de profissionais e pacientes”, Tomás Pipo, coordenador de Medicamentos e Tecnologias em Saúde do escritório da OPAS e da OMS no Brasil. Foto: Freestocks/CC.

OPAS: Uso racional de medicamentos é elemento chave para alcançar metas dos ODS

Presente no 7º Congresso Brasileiro sobre o Uso Racional de Medicamentos, em Brasília, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) recomenda que os países adotem estratégias abrangentes e integradas para a avaliação, seleção, adoção e utilização de medicamentos e outras tecnologias de saúde.

“Buscamos não apenas a disponibilidade, mas também o acesso, a qualidade dos medicamentos e a informação e educação de profissionais e pacientes”, afirmou o coordenador de Medicamentos e Tecnologias em Saúde do escritório da OPAS e da Organização Mundial da Saúde (OMS) no Brasil, Tomás Pipo, em fala na abertura do evento (10).

Congresso é organizado pelo Ministério da Saúde, por meio do Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos (DAF) da Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde, e reúne, até quinta-feira (12), gestores, profissionais de saúde, estudantes e outros interessados em debater os desafios e as perspectivas para o uso racional de medicamentos na prática interprofissional.

Menino que fugiu de uma aldeia ao sul de Mossul, no Iraque, recebe vacina contra sarampo de um agende de saúde do governo apoiado pelo Iraque. Foto: UNICEF/Lindsay Mackenzie

Mais de 140 mil morrem de sarampo no mundo à medida que casos aumentam

Mais de 140 mil pessoas no mundo morreram em decorrência do sarampo em 2018, de acordo com novas estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS) e dos Centros para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos. Essas mortes ocorreram em um momento em que os casos de sarampo aumentaram globalmente, com surtos em todas as regiões.

Em 2018, os países mais afetados – aqueles com a maior taxa de incidência da doença – foram a República Democrática do Congo, Libéria, Madagascar, Somália e Ucrânia. Esses cinco países foram responsáveis por quase metade de todos os casos de sarampo no mundo.

Especialista em saúde pública em treinamento do GOARD para uso da ferramenta Go.Data na República Democrática do Congo. Foto: OMS.

OMS introduz no Brasil ferramenta digital para controle de surtos de doenças

A Rede Global de Alerta e Resposta a Surtos (GOARN), uma parceria técnica internacional coordenada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), introduziu no Brasil, em evento em Brasília na última terça-feira (3), a ferramenta Go.Data para epidemiologistas.

Disponível para ser usado on-line, em formato de aplicativo para dispositivos móveis, e também off-line, a Go.Data visa facilitar a organização de dados e o monitoramento de surtos de doenças em diferentes países por profissionais da área da saúde, agilizando as respostas e auxiliando no controle de epidemias.

O encontro que possibilitou a apresentação da ferramenta fez parte da 16ª Mostra Nacional de Experiências Bem-Sucedidas em Epidemiologia, Prevenção e Controle de Doenças (Expoepi), promovida pelo Ministério da Saúde entre 2 e 6 de dezembro. Na ocasião, um grupo de trabalho do GOARN promoveu um treinamento inicial para especialistas de saúde no uso da ferramenta.

Ao todo, o Ministério da Saúde premiou 15 municípios que apresentaram indicadores favoráveis nos sistemas de informação nacionais relacionados à vigilância de saúde, no período entre 2015 e 2017. Foto: OPAS

Prêmio homenageia municípios brasileiros que se destacaram em vigilância em saúde

Os municípios brasileiros que se destacaram na vigilância em saúde foram premiados pelo Ministério da Saúde na quarta-feira (4), na abertura da 16ª Mostra Nacional de Experiências Bem-Sucedidas em Epidemiologia, Prevenção e Controle de Doenças (Expoepi).

Durante a cerimônia, o vice-diretor da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Jarbas Barbosa, destacou a importância do reconhecimento de iniciativas exitosas.

Agentes de saúde fazem visita para prevenção e diagnóstico de hanseníase no Brasil. Foto: OPAS

OPAS: é preciso reduzir iniquidades em saúde e eliminar barreiras de acesso

O vice-diretor da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Jarbas Barbosa, abordou na quarta-feira (4) em Brasília (DF) os desafios para alcançar as metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) nas Américas.

Segundo ele, é fundamental melhorar os indicadores de saúde, mas também reduzir as iniquidades e eliminar as barreiras de acesso aos serviços de saúde – sejam elas culturais, econômicas, sociais, geográficas, institucionais ou de qualquer outro tipo.

Mãe e bebê em um centro de acomodação na Beira, em Moçambique, onde sua filha de 2 anos recebe tratamento para malária. Foto: UNICEF/James Oatway

Apenas 1 em cada 5 países tem estratégia de saúde para enfrentar mudanças climáticas

Proteger a saúde das pessoas dos perigos das mudanças climáticas, como estresse por calor, tempestades e tsunamis, nunca foi tão importante, mas a maioria dos países está fazendo muito pouco a esse respeito, alertou a Organização Mundial da Saúde (OMS) na terça-feira (3).

Dos países que realizaram uma análise das ameaças climáticas para a saúde da população, os riscos mais comuns foram: estresse por calor e ferimentos ou morte por eventos climáticos extremos.

Também foram apresentados problemas de segurança alimentar e hídrica, além de doenças transmitidas por vetores, como cólera, dengue ou malária.

Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika. Foto: Agência Brasil

Brasil e OMS discutem estratégias para controle de epidemias e eliminação de doenças

O Ministério da Saúde, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) iniciaram na segunda-feira (2) um workshop para discutir o uso de tecnologias inovadoras e o papel das redes de laboratórios no apoio ao controle de epidemias e eliminação de doenças.

O evento, que ocorreu até terça-feira (3) no âmbito da 16ª Mostra Nacional de Experiências Bem-Sucedidas em Epidemiologia, Prevenção e Controle de Doenças (Expoepi), também debateu a questão da vigilância e ações de saúde para migrantes, incluindo experiências de Brasil e Equador.

Vacinação contra HPV para alunos da rede pública de São Paulo (SP), em 2014. Foto: OPAS

OPAS: pesquisa reafirma segurança e eficácia de vacina contra HPV

Estudo realizado pela Universidade de São Paulo (USP) a pedido do Ministério da Saúde comprovou mais uma vez a segurança e a eficácia da vacina contra o HPV. Segundo a especialista em imunização da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Maria Tereza da Costa Oliveira, é um fato que “o câncer de colo do útero mata e essa vacina previne”. “Portanto, temos que continuar vacinando e conseguir altas coberturas vacinais para garantir que a população esteja protegida”, afirmou.

OMS já forneceu três meses de medicamento para 450 pacientes com HIV na Líbia. Foto: Sean Kimmons / IRIN

Recomendações da OMS para testagem de HIV buscam ampliar cobertura do tratamento

A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou novas recomendações para ajudar os países a alcançarem as 8,1 milhões de pessoas que vivem com HIV mas ainda não foram diagnosticadas – e que, portanto, não têm acesso a um tratamento essencial, capaz de salvar vidas.

“A face da epidemia de HIV mudou dramaticamente na última década”, afirmou Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS.

“Mais pessoas do que nunca estão recebendo tratamento, mas muitas ainda não têm a ajuda de que precisam porque não foram diagnosticadas. As novas diretrizes de testagem de HIV da Organização buscam mudar isso”, acrescentou.

Trabalhador de saúde cuida de criança em isolamento em centro de tratamento do ebola em Beni, Kivu do Norte, República Democrática do Congo. Foto: UNICEF/Guy Hubbard

Ataques matam agentes da saúde que combatiam ebola na República Democrática do Congo

Grupos armados reivindicaram os ataques que mataram quatro profissionais de saúde que combatiam o ebola e feriram outros cinco no leste da República Democrática do Congo.

O ataque aconteceu no campo de Biakato Mines e em um escritório de coordenação de resposta ao ebola. A informação foi confirmada pelo chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS) na quinta-feira (28).

A agência da ONU, que pediu o fim dos ataques, afirmou que os ataques podem reverter progressos significativos contra a epidemia que assola o país desde agosto de 2018. Nas últimas semanas, o número de infecções caiu.

Campanha de UNAIDS e parceiros incentiva diálogo sobre HIV entre jovens e profissionais de saúde

Sob o lema “Fale comigo abertamente”, a campanha para o Dia Mundial contra a Aids deste ano busca mobilizar profissionais de saúde para que conversem abertamente com jovens sobre HIV e outras infecções sexualmente transmissíveis (IST) sem preconceitos, sem estigma e sem discriminação.

A campanha é uma iniciativa de Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e Rede Latino Americana de Jovens vivendo com HIV (J+LAC).

A capacitação é fruto de um esforço regional para fortalecer as ações no campo de recursos humanos para a saúde na região das Américas. Foto: OMS

OPAS lança versão em português de curso sobre recursos humanos para saúde universal

A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) lançou a versão em português do Curso de Autoaprendizagem sobre Recursos Humanos para a Saúde Universal, dirigido a qualquer pessoa com interesse no tema.

A capacitação tem como objetivo apresentar as linhas da Estratégia de Recursos Humanos para a Saúde Universal, aprovada pelos Estados-membros da OPAS em setembro de 2017, e traçar um panorama geral dos desafios do campo de recursos humanos para a saúde na região das Américas.

Enfermeiras no Hospital da Lagoa, no Rio de Janeiro (RJ). Foto: Ministério da Saúde

OPAS firma parceria com consórcio acadêmico para promoção da saúde pública

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e o Consórcio Acadêmico Brasileiro de Saúde Integrativa (CABSIn) firmaram na sexta-feira (22), em São Paulo (SP), um acordo para promoção de iniciativas em diversas áreas da saúde pública.

As principais linhas de ação se relacionam a doença crônicas não transmissíveis e saúde mental; determinantes sociais da saúde; fortalecimento institucional e desenvolvimento de recursos humanos em saúde; saúde da mulher, do homem, da criança, do adolescente e do idoso; entre outras.

Embora haja mais meninos do que meninas nascidas no , número começa a se inverter entre as idades de 30 e 40, tendo em vista que os homens morrem mais jovens. Foto: StockSnap/Pixabay.

OMS: masculinidade tóxica influencia saúde e expectativa de vida dos homens nas Américas

Lançado na última segunda-feira (18), novo relatório da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) destaca que um em cada cinco homens da região morre antes dos 50 anos – muitas dessas mortes estão diretamente relacionadas a uma “masculinidade tóxica”.

O documento afirma que as expectativas sociais em relação aos homens — de serem provedores de suas famílias; terem condutas de risco; serem sexualmente dominantes; e de não discutirem suas emoções ou procurarem ajuda — estão contribuindo para maiores taxas de suicídio, homicídio, vícios e acidentes de trânsito, favorecendo também o surgimento de doenças crônicas não transmissíveis.

A iniciativa tem o objetivo de empoderar pessoas por meio da sétima arte, e busca mostrar a importância de indivíduos e comunidades como defensores da saúde e do bem-estar. Foto: OMS

OMS abre inscrições para o 1º Festival de Cinema Saúde para Todos

A Organização Mundial da Saúde (OMS) convida cineastas de todo o mundo a participar da primeira edição do Festival de Cinema Saúde para Todos. Candidatos podem se inscrever até 30 de janeiro de 2020.

A iniciativa tem o objetivo de empoderar pessoas por meio da sétima arte, e busca mostrar a importância de indivíduos e comunidades como defensores da saúde e do bem-estar. Uma das categorias terá como tema o Ano Internacional da Enfermeira e da Parteira, que será celebrado em 2020.

Falta de saneamento contribui para disseminação de doenças. Foto: EBC

Quase 16 milhões de latino-americanos e caribenhos não têm acesso a banheiros

Um total de 15,5 milhões de pessoas se veem forçadas a defecar a céu aberto na América Latina e no Caribe, uma prática que pode poluir o meio ambiente e espalhar doenças, alertou a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) na terça-feira (19), Dia Mundial do Banheiro.

Pessoas com renda mais baixa, grupos em situação de vulnerabilidade, populações rurais e povos indígenas são os mais afetados pelo saneamento deficiente.

As oficinas da estratégia Zero Morte Materna por Hemorragia, desenvolvidas pela Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) e o Ministério da Saúde do Brasil, têm ajudado a salvar as vidas de centenas de mães e bebês. Foto: OPAS/OMS

MS assume compromisso de reduzir pela metade número de mortes maternas

Com o apoio da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), o Mato Grosso do Sul assumiu na semana passada (13) o compromisso de reduzir pela metade o número de mortes maternas.

Em cerimônia oficial na capital Campo Grande, o governo estadual assinou carta de cooperação com a organização internacional para qualificar a atenção e promoção da saúde da mulher e da criança, assim como otimizar a gestão estratégica em saúde.

Condições de trabalho inseguras também são comuns para esvaziadores manuais e mecânicos de fossas sépticas e latrinas. Foto: Sharada Prasad CS

Relatório aponta trabalho precário no setor de saneamento de países em desenvolvimento

Um relatório conjunto de Organização Internacional do Trabalho (OIT), Banco Mundial, Organização Mundial da Saúde (OMS) e WaterAid destacou as condições inseguras e indignas dos trabalhadores do setor de saneamento em vários países em desenvolvimento.

Os trabalhadores que atuam na limpeza de banheiros, fossas, caixas de esgoto e na operação de estações de bombeamento e de tratamento geralmente enfrentam alto risco de exposição a patógenos fecais, salientou o documento. Segundo o relatório, pouco foi feito pelos países para proteger os direitos desses profissionais.

Profissional de saúde verifica os níveis de açúcar no sangue de um paciente diabético. Foto: OMS | A.Loke.

No Dia Mundial da Diabetes, ONU lidera iniciativa de oferta de insulina mais acessível

Hoje (14) é lembrado anualmente como o Dia Mundial da Diabetes. Na véspera da data (13), a Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou um plano piloto para diversificar a produção global de insulina, medicamente utilizado no controle da doença, e, por consequência, diminuir os preços.

Atualmente, três fabricantes controlam a maior parte do mercado global de insulina, que foi descoberto como um tratamento para o diabetes em 1921. Segundo as Nações Unidas, é essencial democratizar o acesso ao medicamento, já que, em todo o mundo, o número de pessoas com a doença quadruplicou desde 1980 – são 420 milhões de pessoas em todo o mundo, principalmente vivendo em países de baixa e média renda.

Segundo a OMS, esse aumento excessivo de casos é atribuído à má alimentação e à falta de exercício. A organização da ONU explicita que dos 65 milhões de pessoas com diabetes tipo 2 que precisam de insulina, apenas metade tem possibilidade de obtê-la.

“Na América Latina e no Caribe, muitas crianças comem pouca comida saudável e muita comida processada”, Bernt Aasen, diretor regional do UNICEF para a América Latina e o Caribe. Foto: Kwanchai.c | Shutterstock.

ONU pede ações urgentes para frear o aumento da fome e da obesidade na América Latina e no Caribe

Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas (PMA) pediram ações urgentes aos países da América Latina e do Caribe para combater o aumento da má nutrição na região.

As quatro agências das Nações Unidas que trabalham com o tema da Alimentação lançaram hoje (12) o Panorama de Segurança Alimentar e Nutricional 2019. O relatório apresenta dados do cenário alimentar da América Latina e do Caribe, e destaca que a região está pior que o resto do mundo na maioria dos indicadores de má nutrição relacionados ao consumo excessivo de calorias – enquanto que a fome voltou a crescer: 11%, ou 4,5 milhões de pessoas, desde 2014.

Segundo a diretora da OPAS/OMS, Carissa F. Etienne, “precisamos do compromisso de toda a sociedade e de políticas públicas que regulem produtos alimentares pouco saudáveis, criem ambientes propícios à atividade física e promovam uma alimentação saudável na escola e na mesa das famílias”.

Pará terá apoio da OPAS/OMS para reduzir mortalidade materna em 141 municípios

O Pará apresentou a gestores, servidores e representantes de universidades estratégias para diminuir em 30% o coeficiente de mortalidade materna no estado.

A iniciativa acontece depois que a Secretaria Estadual de Saúde paraense celebrou o Pacto pela Redução da Mortalidade Materna com 141 municípios e conta com o apoio da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS).

São Gabriel da Cachoeira é um município localizado no estado do Amazonas e relatou a segunda maior incidência de casos de malária no país em 2018. Foto: OPAS/OMS.

OPAS premia cidade no Amazonas por redução no número de casos de malária

No Dia da Malária nas Américas (6), a Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) e parceiros anunciaram os três municípios vencedores do prêmio Campeões contra a Malária nas Américas.

Em seu 11º ano, a iniciativa premiou as cidades de São Gabriel da Cachoeira, no estado do Amazonas, Brasil; La Gomera, na Guatemala; e Puerto Lempira, em Honduras. Os três municípios reduziram pela metade ou mais os índices de infecção devido aos esforços implementados na resposta à doença.

A malária é uma doença potencialmente fatal, causada por parasitos transmitidos às pessoas por meio da picada de mosquitos infectados. Nas Américas, 132 milhões de pessoas vivem em áreas com risco de transmissão. A OMS lembra que a malária é uma doença que pode ser prevenida e curada.

Microfone de rádio - Foto: Pixabay

Sífilis: OPAS e Ministério da Saúde convidam estudantes a produzir materiais de rádio

Estudantes de universidades públicas das áreas de comunicação e saúde podem se inscrever no edital público divulgado pela Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) e pelo Ministério da Saúde para produção de materiais de comunicação para rádios sobre prevenção da sífilis.

As inscrições estão abertas até 31 de dezembro de 2019, individualmente ou em grupo. As propostas deverão ser efetuadas em conjunto com um professor orientador e podem ser apresentadas em três formatos: spot de caráter informativo, com até 30 segundos de duração; podcast, com até 20 minutos de duração; e reportagem, com até três minutos de duração. Os arquivos devem ser enviados em formato MP3.

“Para que as cidades prosperem, todos precisam de serviços que melhorem sua saúde", Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS.

Novo relatório da OMS auxilia lideranças a combater principais causas de mortes urbanas

O relatório “O poder das cidades: combatendo doenças não transmissíveis e lesões no trânsito” (na tradução livre), da Organização Mundial da Saúde (OMS), é voltado para prefeitos, funcionários dos governos locais e planejadores de políticas para cidades.

O documento, lançado no Dia Mundial das Cidades (31 de outubro), reúne 19 estudos de caso e destaca as principais áreas em que os líderes podem melhorar a segurança nas vias e abordar os fatores determinantes das doenças não transmissíveis – incluindo uso de tabaco, poluição do ar, falta de exercício e má nutrição e alimentação.

“Para que as cidades prosperem, todos precisam de serviços que melhorem sua saúde”, afirmou diretor-geral da OMS. Segundo a organização, 41 milhões de pessoas morrem anualmente devido a doenças cardíacas, acidente vascular cerebral (AVC), câncer e diabetes. Já os acidentes de trânsito matam 1,35 milhão ao ano.

Foto: Ministério da Saúde | Erasmo Salomão.

OPAS e Ministério da Saúde divulgam vencedores do Prêmio APS Forte para o SUS

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e o Ministério da Saúde do Brasil divulgaram nesta terça-feira (29), em Brasília (DF), as três experiências vencedoras do “Prêmio APS Forte para o SUS: Acesso Universal”.

O Prêmio foi lançado no dia 5 de abril pela OPAS e o Ministério da Saúde durante um evento para marcar o Dia Mundial da Saúde, lembrado anualmente em 7 de abril, e recebeu mais de 1,2 mil inscrições de todos os estados brasileiros.

A premiação tem como objetivo identificar, dar visibilidade, reconhecer e promover iniciativas municipais, estaduais ou regionais que tenham como foco a melhoria da atenção primária à saúde (APS). Confira os ganhadores.

Vacina contra a febre amarela. Foto: EBC

Evento em Brasília debate formas de eliminar epidemias de febre amarela no mundo

Especialistas, membros de países, fabricantes de vacinas e outros parceiros de todo o mundo estão reunidos, em Brasília (DF), para ajudar a garantir que mais de 1 bilhão de pessoas estejam protegidas contra a febre amarela até 2026.

O evento, com 137 participantes, é organizado pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) em conjunto com o secretariado da estratégia Eliminate Yellow Fever Epidemics (EYE) de Organização Mundial da Saúde (OMS), Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e Gavi – The Vaccine Alliance.

A reunião anual da Rede de Produtores de Vacinas dos Países em Desenvolvimento (DCVMN) ocorreu no Rio de Janeiro, com a participação de especialistas de 14 países. Foto: Ministério da Saúde/Erasmo Salomão

OPAS encoraja fabricantes das Américas a investir em vacinas acessíveis e de qualidade

A diretora da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Carissa F. Etienne, destacou os avanços e desafios da produção de vacinas durante a abertura da 20ª reunião geral da Rede de Produtores de Vacinas dos Países em Desenvolvimento (DCVMN), ocorrida na semana passada (22), no Rio de Janeiro (RJ).

“Vejo esta rede como um bem público global, uma rede de fabricantes e inovadores que assumiram o princípio da ação coletiva e da solidariedade para proteger a saúde mundial. As vacinas que vocês produzem protegem e promovem a saúde de milhões de pessoas nesta região (Américas) e no mundo”, afirmou.

A diretora da OPAS também encorajou a rede de produtores a manterem os esforços para investir em novas vacinas que sejam, ao mesmo tempo, de qualidade e acessíveis.

Comissão de especialistas declara erradicação global do poliovírus selvagem tipo 3

Em um anúncio histórico no Dia Mundial da Pólio, na quinta-feira (24), uma comissão independente de especialistas concluiu que o poliovírus selvagem tipo 3 (WPV3) foi erradicado em todo o mundo. Após a erradicação da varíola e do poliovírus selvagem tipo 2, essa notícia representa uma conquista histórica para a humanidade, de acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS).

“A conquista da erradicação da poliomielite será um marco para a saúde global. O compromisso de parceiros e países, juntamente com a inovação, significa que dos três sorotipos selvagens da poliomielite, apenas um permanece”, disse Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) e presidente do Conselho de Supervisão da Iniciativa Global para a Erradicação da Poliomielite (GPEI).

Durante o evento, a diretora da Anvisa, Alessandra Bastos, celebrou os 20 anos da agência e afirmou que a instituição tem empenhado esforços para compreender como o mundo está regulando medicamentos, vacinas e outros produtos de saúde e tem buscado novas formas de garantir sua segurança, eficácia e qualidade. Foto: Ministério da Saúde/Erasmo Salomão

BRICS assinam acordo para promover soluções em regulação sanitária

Autoridades reguladoras de saúde de países que compõem o grupo dos BRICS — Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul — se reuniram na quarta-feira (23) na sede da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), em Brasília (DF), para discutir os atuais desafios regulatórios e seus impactos nas populações.

Ao fim do encontro, os representantes assinaram um memorando de entendimento, que já vinha sendo discutido, com o intuito de estreitar as relações entre os países do grupo, promover soluções comuns em regulação sanitária, estabelecer bases para uma articulação mais estruturada e estimular a adoção de boas práticas regulatórias. A quinta edição do encontro foi promovida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

Juntos, os países emergentes do BRICS representam 44% da população mundial, quase um quarto do território terrestre, cerca de 40% da carga mundial de doenças e 23% do PIB global.

Criança recebe vacina contra poliomielite - Foto: UNICEF

OPAS comemora 25 anos da eliminação de pólio nas Américas

No Dia Mundial da Pólio – 24 de outubro – a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) comemora 25 anos de eliminação da doença nas Américas do Norte, Central e do Sul e no Caribe. A última vítima do poliovírus selvagem na região foi o peruano Luis Fermín Cortez, nascido em agosto de 1991. Ele teve paralisia irreversível nas pernas porque não havia sido vacinado.

Atualmente, o mundo se aproxima da erradicação da doença, com casos relatados apenas no Paquistão e no Afeganistão. Não existe cura para a poliomielite, mas a doença é evitável com vacinação.

De acordo com o último boletim epidemiológico de sarampo do Ministério da Saúde do Brasil, o país registrou, nos últimos 90 dias, 6.192 casos confirmados de sarampo, o que corresponde a aumento de 15% em relação ao período de monitoramento anterior. Foto: EBC

Mobilização nacional visa aumentar número de pessoas vacinadas contra sarampo

Os postos de vacinação do Brasil abriram no sábado (19) para o “Dia D” de mobilização nacional contra o sarampo. A iniciativa — uma parceria do Ministério da Saúde com as secretarias estaduais e municipais de saúde — busca reforçar a importância da vacinação, principalmente nos grupos prioritários.

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) participou da mobilização durante uma atividade realizada no Centro de Saúde I ‘Dr. Victor Araújo Homem de Mello’, no bairro de Pinheiros, em São Paulo (SP).

De acordo com o último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, o país registrou, nos últimos 90 dias, 6.192 casos confirmados de sarampo, aumento de 15% em relação ao período de monitoramento anterior. Vinte estados estão na lista de transmissão ativa da doença e 96% dos casos confirmados estão concentrados no estado de São Paulo, em 192 municípios.