Doações voluntárias de sangue são o único caminho para assegurar oferta adequada às demandas de saúde pública. Foto: Agência Brasil/Arquivo

OPAS pede fortalecimento dos sistemas de doação voluntária de sangue na América Latina e Caribe

Na América Latina e no Caribe, a doação voluntária responde por menos da metade de todos os suprimentos de sangue. No marco do Dia Mundial do Doador de Sangue, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) insta os países a fortalecerem seus sistemas de doação voluntária, ressaltando que essa é a melhor maneira de garantir o acesso universal a um suprimento suficiente de sangue seguro para transfusões.

O lema do Dia Mundial do Doador de Sangue deste ano, celebrado em 14 de junho, é “Sangue seguro para todos”, para o qual a doação voluntária é um elemento fundamental. O tema chama a atenção para a importância de suprimentos oportunos de sangue e hemocomponentes seguros e de qualidade garantida como parte integrante da saúde universal e essencial para sistemas de saúde eficazes.

O grupo visitou a ONG Casa Fonte Colombo, em Porto Alegre. Foto: UNAIDS

Especialistas e técnicos da área de prevenção visitam serviços de HIV em Porto Alegre e Brasília

Uma equipe de técnicos, especialistas e gestores do Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis (DCCI) do Ministério da Saúde, da Organização Pan-americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) e do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) estiveram na segunda-feira (10), em Porto Alegre (RS), e na terça-feira (11), em Brasília (DF), para visitar serviços de saúde públicos, além de participar de encontros com gestores e técnicos locais.

A visita faz parte da reunião técnica para analisar o campo e práticas de prevenção do HIV no Brasil, convocada pelo DCCI, que acontece entre os dias 10 e 14 de junho no país. Ao longo desta semana, especialistas de organismos internacionais, organizações da sociedade civil, além de técnicos e gestores públicos, irão discutir a implementação de prevenção do HIV no Brasil, visando o cumprimento das metas regionais de prevenção de 2020 e de eliminação da AIDS como problema de saúde pública até 2030.

Crise humanitária no Iêmen é considerada a "pior do mundo" pela ONU. Foto: OCHA/Giles Clarke

Uma em cada cinco pessoas em áreas de conflito sofre com condições de saúde mental

Uma em cada cinco pessoas que vive em áreas afetadas por conflitos armados tem depressão, ansiedade, transtorno de estresse pós-traumático, transtorno bipolar ou esquizofrenia, de acordo com análise feita a partir de 129 estudos publicada na revista científica The Lancet. O relato é da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Em 2016, o número de conflitos armados atingiu a maior alta de todos os tempos, com 53 conflitos em andamento em 37 países e 12% da população mundial vivendo em zona de conflito ativa. Quase 69 milhões de pessoas em todo o mundo foram deslocadas forçadamente pela violência e pelo conflito, o maior número desde a Segunda Guerra Mundial.

O centro da iniciativa contará com ambientes de aprendizado de alta tecnologia, um centro de simulação de emergências de saúde de classe mundial e espaços de colaboração para o aprendizado em co-design, pesquisa e inovação. Foto: OPAS/Ary Rogerio Silva

Em colaboração com França, OMS cria academia para aprendizagem em saúde

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, reuniu-se nesta terça-feira (11) com o presidente francês, Emmanuel Macron, em Genebra, para assinar uma declaração de intenção para estabelecer a iniciativa de aprendizagem em saúde Academia da OMS.

A academia tem como objetivo alcançar milhões de pessoas por meio de uma plataforma de aprendizagem digital em um campus de Lyon. A unidade terá ambientes de aprendizado de alta tecnologia, um centro de simulação de emergências de saúde e espaços para co-design, pesquisa e inovação.

Alimentos não seguros também dificultam o desenvolvimento em muitas economias de baixa e média renda. Foto: EBC

PANAFTOSA promove discussão sobre formas de fortalecer segurança dos alimentos no Brasil

Para marcar o Dia Mundial da Segurança dos Alimentos no Brasil, o Centro Pan-Americano de Febre Aftosa (PANAFTOSA-OPAS/OMS) reuniu autoridades nacionais e especialistas na sexta-feira (7), em Brasília (DF). Na ocasião, foram sintetizadas e compartilhadas as ações de cada organização para aperfeiçoar o desenvolvimento do trabalho conjunto em segurança dos alimentos no país.

A primeira celebração do Dia Mundial da Segurança dos Alimentos das Nações Unidas, a ser marcada globalmente em todo 7 de junho, visa fortalecer os esforços para garantir que os alimentos que comemos sejam seguros e destacar que esse tema é responsabilidade de todos.

A cada ano, quase uma em cada dez pessoas no mundo (cerca de 600 milhões de pessoas) adoece e 420 mil morrem depois de ingerir alimentos contaminados por bactérias, vírus, parasitas ou substâncias químicas.

Poluição na cidade de São Paulo (SP). Foto: Flickr (CC)/Gabriel de Andrade Fernandes

Ar poluído é um dos principais riscos ambientais para a saúde, diz OPAS

No marco do Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado na quarta-feira (5), a Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) pediu a diversos atores-chave que intensifiquem os esforços para reduzir a poluição do ar nas Américas e no mundo. O chamado foi realizado durante cerimônia realizada pela ONU Meio Ambiente e Ministério do Meio Ambiente em Brasília (DF).

Segundo a representante da OPAS/OMS no Brasil, Socorro Gross, o ar poluído é considerado um dos principais riscos ambientais para a saúde e é um grave problema que precisa ser discutido em várias frentes.

“São poucas as cidades em nossa região com níveis adequados de qualidade do ar, segundo o que é recomendado pela OMS. Além disso, são poucos os países que possuem sistemas eficientes de monitoramento. Hoje, mais do que nunca, precisamos unir esforços multissetoriais para abordar a problemática de vários ângulos”, afirmou.

Foto: Prefeitura de Olinda / Fernanda Mafra

OMS: 1 milhão de novos casos de ISTs curáveis são registrados diariamente no mundo

Mais de 1 milhão de novos casos de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) curáveis são registrados diariamente entre pessoas de 15 a 49 anos no mundo, segundo dados divulgados na quinta-feira (6) pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Isso equivale a mais de 376 milhões de novos casos anuais de quatro infecções – clamídia, gonorreia, tricomoníase e sífilis.

“Há uma relativa falta de progresso em parar a propagação de infecções sexualmente transmissíveis no mundo”, disse Peter Salama, diretor-executivo para Cobertura Universal de Saúde e Curso de Vida da OMS. “Este é um alerta para um esforço conjunto, a fim de garantir que todos, em todos os lugares, possam acessar os serviços de que necessitam para prevenir e tratar essas doenças debilitantes”.

Japão apoia ações da ONU na proteção de venezuelanos no Norte do Brasil

O governo do Japão assinou um acordo de cooperação com quatro agências do Sistema ONU no Brasil que prevê o repasse de 3,6 milhões de dólares para apoio a projetos desenvolvidos na proteção e assistência a venezuelanos que chegam ao país. Os recursos serão utilizados em ações em Roraima, Amazonas e Pará.

Participam do acordo a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), a Organização Internacional para as Migrações (OIM), a Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

Usina de energia eólica. Foto: Flickr (CC)/Alex Abian

Dia Mundial do Meio Ambiente promove energias renováveis e tecnologias verdes

Governos, indústria, comunidades e indivíduos em todo o mundo lembraram na quarta-feira (5) o Dia Mundial do Meio Ambiente, o maior evento anual das Nações Unidas para impulsionar ações ambientais, incentivando o compromisso mundial para proteger o planeta.

As celebrações deste ano, realizadas sob o tema “poluição do ar”, convidaram as pessoas a explorar energias renováveis e tecnologias verdes e a melhorar a qualidade do ar em cidades e regiões em todo o mundo.

Liderada pela China, anfitriã das celebrações em 2019, a mobilização para #CombaterAPoluiçãoDoAr culminou em um recorde de 6.206 eventos e compromissos registrados no site oficial da ONU Meio Ambiente para a data. No Brasil, 240 atividades foram cadastradas, cobrindo quase todo o território nacional.

A ONU designou duas de suas agências, a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) para liderar os esforços de promoção da segurança dos alimentos no mundo. Foto: PEXELS (CC)

Em dia mundial, OPAS alerta para importância de garantir segurança dos alimentos

No Dia Mundial da Segurança dos Alimentos, lembrado pelas Nações Unidas nesta sexta-feira (7), a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS) lembra que a data visa fortalecer os esforços para garantir que os alimentos que comemos sejam seguros. A cada ano, uma em cada dez pessoas no mundo (cerca de 600 milhões de pessoas) adoece e 420 mil morrem após ingerir alimentos contaminados por bactérias, vírus, parasitas ou substâncias químicas.

O tema da data este ano é a responsabilidade de todos em garantir a segurança dos alimentos. A inocuidade dos alimentos contribui para segurança alimentar, saúde humana, prosperidade econômica, agricultura, acesso ao mercado, turismo e desenvolvimento sustentável.

Guia reúne diretrizes sobre questões como ampliação de acesso a serviços de HIV, qualidade dos resultados de saúde sexual e reprodutiva e direitos (SSRD) das mulheres vivendo com HIV e promoção da igualdade de gênero. Foto: UNAIDS

Guia dá diretrizes sobre igualdade de gênero em serviços de saúde para HIV

As mulheres que vivem com HIV enfrentam desafios únicos e violações de direitos relacionados à sexualidade e à reprodução, não apenas dentro de suas famílias e comunidades, mas também nas instituições de saúde onde buscam atendimento.

Diante desse cenário, uma publicação conjunta de Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS) e Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) reúne diretrizes sobre ampliação de acesso a serviços de HIV, qualidade dos serviços de saúde sexual e reprodutiva e direitos (SSRD) para as mulheres vivendo com HIV e promoção da igualdade de gênero.

Arte: ONU Meio Ambiente

Cinco razões pelas quais você deve se preocupar com a poluição do ar

A poluição do ar está ao nosso redor. Dentro de casa, ao ar livre, nas cidades e no campo. Isso afeta a todos nós, quer percebamos ou não. Por muito tempo, tomamos o ar que respiramos por garantido. Havia ar, havia cheiros, havia vento frio, havia ar quente.

Mas pesquisas recentes começaram a lançar luz sobre alguns aspectos bastante preocupantes do que o ar ao nosso redor realmente contém, e como isso afeta nosso corpo. E quanto mais aprendemos, mais percebemos que essa fonte essencial de vida para o planeta precisa de cuidados sérios. Sem ar não pode haver vida, mas respirar ar poluído nos condena a uma vida de doença e morte prematura.

Agora que sabemos como a poluição do ar nos prejudica, não há desculpa para não agir. A ONU Meio Ambiente listou cinco razões para reduzir e eliminar a poluição do ar de nossas vidas.

Após uma longa viagem, venezuelanos chegam a Dourados para uma nova vida. Foto: ACNUR/Alan Azevedo

Japão doa US$3,6 milhões para resposta da ONU Brasil à população venezuelana

A Embaixada do Japão assina nesta quinta-feira (6) um acordo de cooperação com quatro agências do Sistema ONU no Brasil para contribuir com 3,6 milhões de dólares às ações de proteção e assistência aos refugiados e migrantes venezuelanos que chegam ao país.

A doação do governo japonês será direcionada a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), Organização Internacional para as Migrações (OIM), Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) e Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF). Caberá ao ACNUR receber a doação, redistribuindo os recursos posteriormente às demais agências.

Na imagem, poluição atmosférica na cidade de São Paulo. Foto: Flickr/Thomas Hobbs (cc)

ONU e Ministério do Meio Ambiente se unem para combater poluição do ar em Dia Mundial

A poluição do ar é o principal fator de risco ambiental para a saúde em todo o mundo. No Brasil, onde 76% da população vive em cidades e respira diariamente diversos tipos de poluentes, pensar soluções políticas e técnicas para a questão é urgente.

Em sinergia com o Dia Mundial do Meio Ambiente, 5 de junho, que neste ano soma esforços para #CombaterAPoluiçãoDoAr, o governo brasileiro, por meio do Ministério do Meio Ambiente, e o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (ONU Meio Ambiente), irão promover uma discussão sobre qualidade do ar e saúde, buscando aproximar os setores e apoiar iniciativas que possibilitem avanços nas políticas públicas relacionadas ao tema.

FIOCRUZ no Rio de Janeiro. Foto: WikiCommons

Representante de agência da ONU integra comissão para comemorar 120 anos da Fiocruz

A representante da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) no Brasil, Socorro Gross, tomou posse na sexta-feira (31) na comissão de honra que celebrará os 120 anos da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), comemorados em 2020. O comitê criado para a data será responsável por discutir o futuro da instituição, inserindo a agenda da saúde em debates mais amplos sobre ciência, tecnologia e inovação.

Desastres, conflitos e surtos de doenças infecciosas mostram que o mundo continua em risco de emergências de saúde que podem ter um impacto global. Nós trabalhamos com países para salvar vidas e proteger a saúde em todas as fases de uma emergência, da prevenção à preparação, resposta, recuperação e fortalecimento do sistema de saúde. Vinte e quatro horas por dia, 365 dias por ano, a vigilância global da Organização Mundial da Saúde (OMS) trabalha para detectar potenciais ameaças à saúde. Mais de 7 mil sinais são captados todo mês.

VÍDEO: OMS e parceiros atuam em emergências 24 horas por dia, 365 dias por ano

Desastres, conflitos e surtos de doenças infecciosas mostram que o mundo continua em risco de emergências de saúde que podem ter um impacto global. Nós trabalhamos com países para salvar vidas e proteger a saúde em todas as fases de uma emergência, da prevenção à preparação, resposta, recuperação e fortalecimento do sistema de saúde.

Vinte e quatro horas por dia, 365 dias por ano, a vigilância global da Organização Mundial da Saúde (OMS) trabalha para detectar potenciais ameaças à saúde. Mais de 7 mil sinais são captados todo mês. Saiba mais nesse vídeo.

Um terço dos países das Américas ainda não implementou medidas efetivas de controle do tabaco, segundo a OPAS/OMS. Foto: Município de Aracruz

Tabaco mata uma pessoa a cada 34 segundos na região das Américas

Para proteger a saúde das pessoas na região das Américas, é necessário intensificar urgentemente as medidas de controle de tabaco, particularmente aquelas que garantem espaços públicos e locais de trabalho livres do cigarro, segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), escritório regional da Organização Mundial da Saúde (OMS) para as Américas.

O consumo de tabaco causa um grande impacto na saúde, matando uma pessoa a cada quatro segundos no mundo e uma pessoa a cada 34 segundos nas Américas. Isso representa um total de 8 milhões de mortes em todo o globo a cada ano, com quase 1 milhão delas concentradas na região. Mais da metade dos casos de câncer de pulmão estão relacionados ao tabaco, assim como quase metade dos casos de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC).

Abertura do 1º Fórum Regional das Cidades Latino-Americanas Signatárias do Pacto de Milão sobre Política de Alimentação Urbana, no Rio de Janeiro (RJ). Foto: FAO

FAO: ambientes rurais e urbanos devem se unir para garantir segurança alimentar

Ambientes rurais e urbanos devem se relacionar de forma engajada para atingir os objetivos globais de garantir segurança alimentar e nutrição para todos, assim como combater as mudanças climáticas.

A avaliação foi feita pelo diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), José Graziano da Silva, em mensagem de vídeo para a abertura do 1º Fórum Regional das Cidades Latino-Americanas Signatárias do Pacto de Milão sobre Política de Alimentação Urbana, que acontece até sexta-feira (31) no Rio de Janeiro.

Segundo Graziano, para atingir tais objetivos é necessário preservar os recursos naturais e, sobretudo, a biodiversidade do planeta, integrando ações sustentáveis e responsáveis desde a produção até o consumo de alimentos.

O Rio de Janeiro está recebendo o Fórum por sua atuação no setor de segurança alimentar, que inclui restaurantes populares, circuito de feiras orgânicas e um programa de alimentação escolar. Foto: Prefeitura do Rio de Janeiro

OPAS: garantir direito à alimentação adequada significa reduzir desigualdades

A representante da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) no Brasil, Socorro Gross, afirmou na quarta-feira (29) que é preciso o envolvimento de todos os níveis de governo, instituições não governamentais, comunidades e sociedade para alcançar a segurança alimentar e nutricional.

A declaração foi feita na abertura do 1º Fórum Regional das Cidades Latino-Americanas Signatárias do Pacto de Milão, que ocorre até sexta-feira (31) no Museu de Arte do Rio (MAR), na capital fluminense. O evento, que debate políticas alimentares urbanas inclusivas e sustentáveis, é organizado pela prefeitura da cidade.

“Precisamos nos unir para assegurar o acesso de todas e todos a alimentos saudáveis, proteger a biodiversidade e reduzir o desperdício de alimentos. Garantir o direito à alimentação adequada e saudável significa reduzir as desigualdades. Significa crescer e se desenvolver de maneira sustentável, sem deixar ninguém para trás”, afirmou.

Os prêmios foram anunciados com parte dos preparativos para o Dia Mundial Sem Tabaco, celebrado em 31 de maio, cujo tema deste ano é “Tabaco e saúde pulmonar”. Foto: PEXELS

OMS homenageia organizações e indivíduos no Dia Mundial Sem Tabaco

Indivíduos, organizações e autoridades de seis países da região das Américas – Antígua e Barbuda, Argentina, Colômbia, El Salvador, Estados Unidos e Uruguai – serão homenageados com o prêmio do Dia Mundial Sem Tabaco 2019. Essas honrarias, concedidas anualmente pela Organização Mundial da Saúde (OMS), tem o intuito de reconhecer as contribuições para avançar na luta contra os efeitos prejudiciais do consumo de tabaco.

Os prêmios foram anunciados com parte dos preparativos para o Dia Mundial Sem Tabaco, celebrado em 31 de maio, cujo tema deste ano é “Tabaco e saúde pulmonar”. Os vencedores desta edição abriram caminho para o avanço de políticas e medidas contidas na Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (CQCT) da OMS na região das Américas.

Segundo a OMS, um ambiente de trabalho negativo pode levar a problemas de saúde física e mental, uso abusivo de drogas ou álcool, faltas e perda de produtividade. Foto: EBC

Síndrome de burnout é detalhada em classificação internacional da OMS

A definição da síndrome de burnout foi detalhada na 11ª Revisão da Classificação Internacional de Doenças (CID-11), publicada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) esta semana (28).

Segundo o documento, burnout é uma “síndrome conceituada como resultante do estresse crônico no local de trabalho que não foi gerenciado com sucesso”. É caracterizada por sentimentos de exaustão ou esgotamento de energia; aumento do distanciamento mental do próprio trabalho, ou sentimentos de negativismo ou cinismo relacionados ao próprio trabalho; e redução da eficácia profissional.

A síndrome não é classificada como doença ou uma condição de saúde, mas um fenômeno ocupacional, de acordo com a OMS.

A 46ª Reunião Ordinária ocorreu em Cartagena das Índias, na Colômbia. Foto: PANAFTOSA

Encontro na Colômbia discute ações para erradicar febre aftosa da América do Sul

Representantes dos setores público e privado dos 13 países que fazem parte da Comissão Sul-Americana para a Luta contra a Febre Aftosa (COSALFA), reuniram-se no início de maio (2 e 3) em Cartagena das Índias, na Colômbia, para sua 46ª Reunião Ordinária.

Na ocasião, revisaram o progresso alcançado pelos Programas Nacionais de Febre Aftosa, destacaram os desafios futuros e concordaram com ações para avançar na erradicação da doença no continente sul-americano.

Crianças recebem alimentação em escola na Bolívia. Foto: PMA/Boris Heger

Agências da ONU participam de coletiva de imprensa sobre Fórum de Alimentação Urbana

Os representantes do Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos (ONU-HABITAT), Alain Grimard; da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Rafael Zavala; e da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), Socorro Gross; participam de coletiva de imprensa com o subsecretário de Desenvolvimento Econômico da prefeitura do Rio de Janeiro, Epitácio Brunet, nesta quarta-feira (29), às 13h.

Eles falarão sobre o 1º Fórum Regional das Cidades Latino-Americanas Signatárias do Pacto de Milão sobre Política de Alimentação Urbana na América Latina, organizado pela prefeitura. O evento acontece no Museu de Arte do Rio (MAR) até sexta-feira (31).

A CID-11 foi atualizada para o século 21 e reflete avanços substanciais em ciência e medicina. Foto: EBC

Assembleia Mundial da Saúde aprova revisão de classificação internacional de doenças

As delegações da 72ª Assembleia Mundial da Saúde aprovaram no sábado a décima primeira revisão da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID-11), que entrará em vigor em 1º de janeiro de 2022.

A CID é a base para a identificação de tendências e estatísticas de saúde em nível mundial, e o padrão internacional para relatar doenças e condições de saúde. É o padrão de classificação diagnóstica para todos os fins clínicos e de pesquisa. O relato é da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Foto: Michael Pinsky

Artistas transformam a poluição do ar em arte

Os artistas são conhecidos por se inspirarem no mundo ao seu redor. Por isso, não é surpresa que alguns tenham começado a jogar luz sobre uma das questões ambientais mais urgentes do nosso tempo: a poluição do ar.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a cada ano cerca de 7 milhões de mortes prematuras são causadas pela poluição do ar, com nove em cada dez pessoas respirando ar tóxico. A poluição do ar também é conhecida por contribuir para a mudança climática e, portanto, os esforços para combatê-la também podem ajudar a enfrentar a crise climática.

A hora de agir é agora, e os artistas – como tantos outros – estão procurando maneiras de aumentar a conscientização sobre a poluição do ar, encontrar soluções para reduzi-la e até mesmo usá-la como um recurso. Leia algumas das experiências em andamento nesse relato da ONU Meio Ambiente.

Consumo de tabaco custa US$33 bilhões para os sistemas de saúde da América Latina, o equivalente a 0,5% de seu Produto Interno Bruto (PIB). Foto: EBC

OMS elogia ação do governo brasileiro de pedir indenização às empresas de tabaco

O secretariado da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (CQCT) da Organização Mundial da Saúde (OMS), assim como a própria Organização, elogiaram nesta segunda-feira (27) a ação do governo brasileiro de buscar compensação das empresas multinacionais de tabaco pelos custos sociais e econômicos resultantes de doenças tabaco-relacionadas.

A demanda cobre os custos gerados no sistema de saúde brasileiro para o tratamento de pacientes que sofrem de 26 doenças ligadas ao consumo de produtos de tabaco e exposição à fumaça do tabaco, e prevê compensação proporcional para gastos futuros e danos morais coletivos, como consequência da carga de saúde pública do tabaco.

O objetivo do Pacto de Milão é criar uma rede de cidades comprometidas com o desenvolvimento e a implementação de sistemas alimentares sustentáveis. Foto: PEXELS (CC)/Daria Shevtsova

Rio de Janeiro sedia fórum internacional de segurança alimentar

A Prefeitura do Rio de Janeiro realiza, nos dias 29, 30 e 31 de maio, o 1º Fórum Regional das Cidades Latino-Americanas Signatárias do Pacto de Milão sobre Política de Alimentação Urbana.

O evento reunirá no Museu de Arte do Rio (MAR) especialistas de Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Organização Mundial da Saúde (OMS) e Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU-HABITAT), além de representantes de cidades da América Latina e da Europa, de iniciativas brasileiras e do Poder Executivo.

Delegações participam de reunião da 71ª Assembleia Mundial da Saúde, realizada no ano passado. Foto: OMS

Delegados aprovam resoluções sobre cobertura universal na Assembleia Mundial da Saúde

Delegados da Assembleia Mundial da Saúde aprovaram na quarta-feira (22) três resoluções sobre cobertura universal, centradas em: atenção primária de saúde, papel dos profissionais de saúde comunitários e a reunião de alto nível da Assembleia Geral das Nações Unidas sobre cobertura universal de saúde, a ser realizada em setembro deste ano.

A declaração reconhece o papel fundamental da atenção primária de saúde para garantir que os países sejam capazes de proporcionar toda a gama de serviços de saúde que uma pessoa precisa ao longo de sua vida, seja para prevenção ou tratamento de doenças, reabilitação ou cuidados paliativos.

Plenário da 68ª Assembleia Mundial da Saúde, em Genebra, Suíça. Foto: OMS

Assembleia Mundial da Saúde: 2º dia é marcado por debates sobre cobertura universal

O segundo dia de sessões (21) da 72ª Assembleia Mundial da Saúde, que acontece em Genebra, na Suíça, concentrou suas discussões em plenário sobre como alcançar a cobertura universal de saúde sem deixar ninguém para trás. Paralelamente, comissões de trabalho abordaram temas relacionados à preparação e resposta a emergências.

Os países das Américas concordaram em destacar a importância de basear a saúde universal na atenção primária e propiciar sistemas integrais e de qualidade para todas as pessoas.

Criança sob mosquiteiro para prevenir malária. Foto: OMS

OMS certifica Argélia e Argentina como países livres da malária

Argélia e Argentina foram oficialmente reconhecidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como livres da malária. A certificação é concedida quando um país prova que interrompeu a transmissão autóctone da doença por pelo menos três anos consecutivos.

Contraída por meio da picada de um mosquito infectado, a malária continua sendo uma das principais causas de mortes no mundo, com a estimativa de 219 milhões de casos e mais de 400 mil mortes relacionadas à doença em 2017. Aproximadamente 60% das mortes ocorrem entre crianças com menos de 5 anos.

Enfermeiras e médicas avaliam o estado de saúde de um bebê prematuro em Bogotá, na Colômbia. Foto: OPAS

Países avançam na eliminação da transmissão vertical de HIV, sífilis, hepatite B e doença de Chagas

Países da América Latina e do Caribe estão avançando em direção à eliminação da transmissão vertical de HIV, sífilis, hepatite B e doença de Chagas, mas os progressos têm sido desiguais, de acordo com um novo relatório da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS).

Em 2017, 20 países e territórios das Américas relataram dados que indicam a eliminação da transmissão vertical do HIV; sete receberam a validação da Organização Mundial da Saúde (OMS). No entanto, estima-se que, a cada ano, 3,5 mil crianças nasçam com HIV ou contraiam o vírus de suas mães na América Latina e no Caribe.

Delegações participam de reunião da 71ª Assembleia Mundial da Saúde, realizada no ano passado. Foto: OMS

Ministros das Américas participam de 72ª Assembleia Mundial da Saúde em Genebra

Autoridades de saúde das Américas participam até 28 de maio da 72ª Assembleia Mundial da Saúde, que acontece em Genebra, na Suíça. O evento reunirá mais de 4 mil delegados dos 194 países que compõem a Organização Mundial da Saúde (OMS) para tratar dos principais problemas referentes ao tema no mundo.

Durante a Assembleia, os países buscarão acordos sobre como alcançar a cobertura universal de saúde por meio da atenção primária, recursos humanos para o setor, bem como um plano de ação global sobre segurança dos pacientes.

A Assembleia Mundial da Saúde é o órgão supremo de tomada de decisão da OMS. Suas principais funções são determinar as políticas da Organização, indicar um diretor-geral, supervisionar as políticas financeiras e revisar e aprovar o orçamento.