Bandeira do orgulho trans hasteada em São Francisco, nos Estados Unidos. Foto: Flickr (CC)/torbakhopper

OMS anuncia retirada dos transtornos de identidade de gênero de lista de saúde mental

A Organização Mundial de Saúde (OMS) anunciou na segunda-feira (18), durante lançamento da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID 11), a retirada dos transtornos de identidade de gênero do capítulo de doenças mentais. Com a mudança, o termo passa a ser chamado de incongruência de gênero, e está inserido no capítulo sobre saúde sexual. A nova classificação acontece 28 anos depois da decisão de retirar o termo “homossexualismo” da lista de doenças, no dia 17 de maio de 1990.

Segundo a Agenda para Zero Discriminação em Serviços de Saúde, elaborada pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), a discriminação é uma barreira ao acesso à saúde e aos serviços comunitários, além de impedir o alcance de uma cobertura universal na área da saúde.

Foto: Flickr/Leon Terra (CC)

OMS inclui vício em videogame em classificação internacional de doenças

A Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou, pela primeira vez, o vício em videogame como uma condição de saúde mental na atualização de sua classificação internacional de doenças, lançada na segunda-feira (18).

“Para o transtorno de videogame ser diagnosticado, o padrão de comportamento deve ser de severidade suficiente para resultar em prejuízo significativo nas áreas pessoal, familiar, social, educacional, ocupacional ou outras áreas importantes, tornando-se evidente por pelo menos 12 meses”, disse a OMS.

Joaquín Molina, da OPAS, à esquerda, homenageou doadores de sangue em Brasília. Foto: Saúde-DF/Matheus Oliveira

Agência da ONU homenageia doadores voluntários de sangue em Brasília

O representante da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) no Brasil, Joaquín Molina, defendeu na última semana que mais brasileiros doem sangue. Dirigente participou do lançamento da nova campanha do Ministério da Saúde para chamar cidadãos a contribuir com bancos de sangue. Apresentação da iniciativa aconteceu na Fundação Hemocentro de Brasília, no Dia Mundial do Doador de Sangue, comemorado em 14 de junho.

Campanha de vacinação contra a pólio no Brasil. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

OMS descarta pólio como causa de paralisia em criança venezuelana

A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) disse na sexta-feira (15) que a pólio não está entre as causas da paralisia de uma criança de 2 anos e 10 meses, moradora de uma comunidade indígena na região do Delta Amacuro, na Venezuela. Segundo a agência da ONU, testes laboratoriais confirmaram que os sintomas de paralisia flácida aguda na criança não estão associados ao poliovírus selvagem ou derivado da vacina.

A criança está sendo avaliada clinicamente para estabelecer as causas alternativas da paralisia.

A OPAS pede que os países mantenham uma forte vigilância, juntamente com uma alta cobertura de vacinação contra a poliomielite em todas as comunidades, a fim de minimizar o risco e as consequências de qualquer eventual reintrodução ou reaparecimento do poliovírus.

OMS sugere maior tributação de bebidas açucaradas. Foto: EBC

OPAS/OMS apoia Brasil em eventuais medidas como taxação de bebidas adoçadas

A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) reuniu nesta semana pesquisadores internacionais e nacionais para apoiar o Brasil na avaliação do impacto econômico da adoção de medidas regulatórias como rotulagem nutricional e taxação de bebidas adoçadas.

Essas duas estratégias, aliadas à regulação da publicidade de alimentos e da venda de produtos não saudáveis nas cantinas escolares, são as ações mais efetivas para frear o crescimento da obesidade – um problema que afeta grande parte do mundo, inclusive o Brasil.

Doações voluntárias de sangue são o único caminho para assegurar oferta adequada às demandas de saúde pública. Foto: Agência Brasil/Arquivo

Em dia mundial, ONU pede que mais pessoas doem sangue

Para marcar o Dia Mundial do Doador de Sangue, lembrado amanhã (14), a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) pede que mais pessoas se voluntariem para doar sangue. Desde 2015, apenas 45% do sangue para transfusões na América Latina e no Caribe foi obtido por meio de contribuições espontâneas do público. Número representa aumento de 38,5% na comparação com 2013, mas está bem abaixo da meta de 100% da Organização Mundial da Saúde (OMS).

O jogador da seleção uruguaia e do París Saint-Germain (PSG), Edinson Cavani, surpreendeu um grupo de crianças no posto de vacinação do Hospital Pereira Rossell, em Montevidéu. Foto: Reprodução

Jogador Edinson Cavani surpreende crianças em posto de vacinação em Montevidéu

O jogador da seleção uruguaia e do París Saint-Germain (PSG), Edinson Cavani, surpreendeu um grupo de crianças no posto de vacinação do Hospital Pereira Rossell, em Montevidéu, capital do Uruguai.

A visita ocorreu durante vacinação contra a gripe na Semana de Vacinação das Américas, campanha da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) à qual o atacante se somou este ano para criar consciência sobre o poder das vacinas.

Foto: Fundo Global contra AIDS, Tuberculose e Malária / John Rae

Organização Mundial da Saúde certifica Paraguai por eliminação da malária

A Organização Mundial da Saúde (OMS) certificou nesta segunda-feira (11) o Paraguai pela eliminação da malária. É o primeiro país das Américas a obter esse status desde Cuba, em 1973.

De 1950 a 2011, o Paraguai desenvolveu sistematicamente políticas e programas para controlar e eliminar a malária, um desafio significativo para a saúde pública em um país que registrou mais de 80 mil casos da doença na década de 1940.

Trabalhadora de saúde marca dedo de menino para indicar que ele foi vacinado em escola de Ahmedabad, na Índia. Foto: UNICEF

Brasil passa a integrar equipe internacional de emergência em saúde da OMS

O Brasil está capacitando uma equipe de especialistas para fazer parte das Equipes Médicas de Emergência (EMT) da Organização Mundial da Saúde (OMS). Essa iniciativa ajuda organizações e Estados-membros a capacitar e fortalecer sistemas de saúde, coordenando o envio de profissionais de saúde (enfermeiros, fisioterapeutas, médicos, paramédicos) para prestar atendimento clínico direto a populações afetadas por emergências e desastres em outros países ou mesmo dentro do próprio território.

Profissionais de saúde tratam pacientes com suspeita de Ebola em hospital de Bikoro, na República Democrática do Congo. Foto: UNICEF/Naftalin

OMS: preocupação com disseminação do ebola na República Democrática do Congo continua

A República Democrática do Congo (RDC) permanece em situação preocupante no que se refere à disseminação do vírus ebola, apesar da rápida resposta das autoridades e de seus parceiros internacionais, disse a Organização Mundial da Saúde (OMS) no fim de maio (23).

Diferentemente dos eventos anteriores de ebola na RDC – este é o nono no país desde 1976 – o surto de 2018 foi complicado pelo fato de envolver áreas rurais e urbanas.

Profissionais do Programa Mais Médicos em Breves, no sudoeste da Ilha de Marajó. Foto: OPAS

Em Manaus, ONU defende que debate sobre saúde universal não fique restrito a especialistas

Em Manaus, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) ressaltou na semana passada que a defesa da universalidade da saúde não pode estar só nas mãos de gestores e profissionais de saúde. “Precisamos levar esse conceito também para outras redes, outros grupos de pessoas”, afirmou Joaquín Molina, representante do organismo internacional no Brasil, durante o 13º Congresso Internacional da Rede Unida.

Exposição sobre o Mais Médicos na Faculdade de Ciências da Saúde da UnB. Foto: Unb

ONU cita desafio de operacionalizar cooperação internacional no Mais Médicos

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) apresentou na quinta-feira (31) um panorama sobre o Programa Mais Médicos, durante o 13º Congresso Internacional da Rede Unida, em Manaus (AM).

O organismo internacional tem acordos com os governos do Brasil e de Cuba para o Mais Médicos, articulando essa cooperação internacional entre os dois países – o que permite a mobilização de médicos cubanos para atuar no setor de Atenção Básica do Sistema Único de Saúde (SUS) brasileiro.

Criança com sintomas do sarampo. Foto: Blog da Saúde/NatUlrich

OMS recomenda vacinação contra sarampo e rubéola antes de viajar para Copa do Mundo

A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) recomenda que todas as pessoas que viajarão para a Copa do Mundo 2018 estejam com todas as vacinas em dia, incluindo aquela que protege contra sarampo, rubéola e caxumba – conhecida no Brasil como tríplice viral. O torneio mundial de futebol acontecerá entre os dias 14 de junho e 15 de julho, na Rússia.

A intensificação das viagens internacionais e o movimento de pessoas durante eventos de massa, como a Copa do Mundo, aumentam o risco de transmissão de doenças. Também aumenta a probabilidade de os viajantes retornarem a seus países com doenças como sarampo, que é altamente contagioso e pode ter graves consequências para a saúde das populações não vacinadas e mais vulneráveis.

Delegações de 194 países se reuniram em Genebra, na sede da OMS, para a 71ª Assembleia Mundial da Saúde. Foto: OMS

Países da ONU firmam compromisso para melhorar saúde de 3 bilhões de pessoas até 2023

Metas firmadas junto à Organização Mundial da Saúde (OMS) visam garantir que nos próximos cinco anos, 1 bilhão de pessoas sejam incluídas em sistemas de cobertura universal, 1 bilhão de indivíduos estejam mais bem protegidos contra emergências e 1 bilhão de cidadãos tenham saúde e bem-estar melhores. Países também adotaram resoluções específicas sobre atividade física, nutrição, picadas de cobra e doença cardíaca reumática.

Tomografia pode identificar câncer e doenças do coração. Foto: Ministério da Saúde do Brasil

Assembleia Mundial da Saúde pede mais esforços contra doenças crônicas não transmissíveis

Delegados dos países que participam da 71ª Assembleia Mundial da Saúde em Genebra chegaram a acordos para intensificar o combate a doenças crônicas não transmissíveis — como as doenças cardíacas e o câncer — e a tuberculose, dois temas que serão abordados na Reunião de Alto Nível das Nações Unidas, em setembro deste ano.

Representantes dos Estados-membros também analisaram o plano estratégico de ação quinquenal da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre a transição da pólio. Eles endossaram ainda uma resolução que insta os países afetados pela cólera a implementar um roteiro para reduzir as mortes pela doença.

Hoje, a historiadora Heliana Hemetério, que também é especialista em gênero e raça, compõe a vice-presidência da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT). Foto: Alexander Hugo

Dia Laranja: historiadora Heliana Hemérito é símbolo do combate a violência, racismo e LGBTIfobia

Aos 65 anos, Heliana Hemetério tem muitas histórias para contar. Mulher negra e lésbica, iniciou sua vida na militância social em 1986, quando se engajou politicamente com o movimento negro. Percebeu posteriormente que uma pauta importante não estava sendo abordada naquele espaço — o gênero. Naquele momento, transitou para o movimento de mulheres negras e, em seguida, para o movimento feminista. No início da década de 1990, começou a frequentar espaços de discussões relacionadas à população LGBTI.

Heliana Hemérito deu entrevista à Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) como parte da ação digital “Destaque-Laranja”, uma iniciativa que diversas agências do Sistema ONU no Brasil farão, ao longo do ano, em reconhecimento a pessoas, cidades, escolas, universidades, empresas e outras instituições com atuação relevante para a prevenção e eliminação da violência contra as mulheres e meninas no país.

A Assembleia Mundial da Saúde é a principal instância de decisão da Organização Mundial da Saúde (OMS). Foto: OMS

Em encontro global, ONU pede sistemas de saúde mais fortes e democráticos

Os principais funcionários das Nações Unidas afirmaram, na segunda-feira (21), durante a abertura da 71ª sessão da Assembleia Mundial da Saúde, em Genebra, que todas as pessoas, em todos os lugares, devem ter igual acesso a sistemas de saúde de qualidade.

A Assembleia Mundial da Saúde é a principal instância de decisão da Organização Mundial da Saúde (OMS). Ela determina as políticas da agência, supervisiona as políticas financeiras e revisa e aprova o orçamento.

Plenário da 71ª Assembleia Mundial da Saúde em Genebra, na Suíça. Foto: OMS

Ministros das Américas reúnem-se em Genebra para discutir formas de atingir saúde universal

Encorajados a debater formas de alcançar saúde para todos e assumir o compromisso com a cobertura universal, ministros e delegados das Américas compartilharam suas experiências no plenário da 71ª Assembleia Mundial da Saúde, que ocorre esta semana em Genebra, na Suíça.

Em seu discurso perante a Assembleia Mundial da Saúde, o ministro da Saúde do Brasil, Gilberto Occhi, falou sobre os desafios de gerir um sistema de saúde universal para os países em desenvolvimento. Afirmou que, por essa razão, o Brasil presta cooperação internacional em saúde como uma estratégia para promover o desenvolvimento sustentável.

Ambientes livres de cigarro protegem saúde da população. Foto: PEXELS

OMS ajuda Brasil a implementar protocolo de eliminação do comércio ilícito de tabaco

A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) reuniu na segunda-feira (21) parceiros e especialistas internacionais para auxiliar o Brasil a se preparar para a implementação do Protocolo de Eliminação do Comércio Ilícito de Produtos do Tabaco. Esse documento deve ser ratificado até julho pelo país.

“O Brasil tem avançado muito no controle do tabaco, principalmente nas medidas para reduzir a demanda de seu consumo. Porém, a indústria continua prejudicando as políticas públicas de demanda ao controle e à oferta desse produto, que todos os anos tira milhares de vidas”, argumentou Katia Campos, coordenadora da Unidade de Determinantes da Saúde, Doenças Crônicas Não Transmissíveis e Saúde Mental da OPAS/OMS no Brasil.

Assembleia Mundial da Saúde começou nesta semana em Genebra. Foto: OPAS

Delegações de 194 países se reúnem em Genebra para definir futuro da OMS

Teve início nesta segunda-feira (21), em Genebra, a 71ª Assembleia Mundial da Saúde. Evento reúne até o próximo sábado (26) delegações dos 194 países que fazem parte da Organização Mundial da Saúde (OMS). Representantes nacionais definirão o programa de trabalho da agência da ONU pelos próximos cinco anos. Com iniciativas de prevenção e tratamento, a OMS pode salvar 29 milhões de vidas até 2023.

Jovens grafiteiros do DF criam um painel com o tema Juventude Negra e a Paz, em comemoração ao Dia Internacional da Juventude, nos muros do Complexo Sergio Vieira de Mello, na Casa da ONU. Foto: EBC/José Cruz

Brasil sobe duas posições e passa a ter 7ª maior taxa de homicídios das Américas, diz OMS

O Brasil subiu duas posições entre 2015 e 2016 e passou a ter a sétima maior taxa de homicídio da região das Américas, com um indicador de 31,3 mortes para cada 100 mil habitantes, de acordo com relatório publicado nesta sexta-feira (18) pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Segundo a publicação “World Statistics 2018”, que apresenta as mais recentes estatísticas mundiais de saúde, o país das Américas com maiores índices de homicídios é Honduras, com uma taxa de 55,5 mortes para cada 100 mil habitantes. Em seguida está a Venezuela (49,2), que passou a ficar na segunda posição do ranking, antes ocupada por El Salvador (46), atualmente em terceiro lugar.

Consumo de tabaco custa US$33 bilhões para os sistemas de saúde da América Latina, o equivalente a 0,5% de seu Produto Interno Bruto (PIB). Foto: EBC

Pesquisa da OMS indica que obesos têm mais chance de serem fumantes

Nova pesquisa indica que pessoas que têm tendência genética ao sobrepeso têm mais chances de começar a fumar e de fumar mais do que a média, de acordo com estudo publicado pelas Nações Unidas nesta quinta-feira (17).

O estudo, realizado por uma agência ligada à Organização Mundial da Saúde (OMS), concluiu que o aumento do índice de massa corporal (IMC), percentual de gordura corporal e até da circunferência da cintura foi associado a um risco maior de ser fumante e de ter maior intensidade de tabagismo, medida pelo número de cigarros fumados por dia.

As doenças crônicas não transmissíveis matam 41 milhões de pessoas a cada ano, abrangendo 72% de todas as mortes no mundo. Foto: AIEA/Dean Calma

OMS: controle de doenças crônicas não transmissíveis gera retornos financeiros e de saúde

Um novo relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) lançado na quarta-feira (16) mostrou que os países mais pobres do mundo podem ganhar 350 bilhões de dólares até 2030 aumentando os investimentos na prevenção e tratamento de doenças crônicas não transmissíveis, como as doenças cardíacas e o câncer, que, juntos, custam 1,27 dólar por pessoa a cada ano. Tais ações salvariam mais de 8 milhões de vidas no mesmo período.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, durante abertura de mesa-redonda sobre saúde mental em Londres, no início de maio de 2018. Foto: Susan Smart/Wellcome Trust

Saúde mental é ‘questão negligenciada’, mas chave para alcançar objetivos globais

A saúde mental continua sendo uma das questões de saúde global mais negligenciadas, embora seja fundamental para a realização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) adotados pelos líderes mundiais, disseram os principais funcionários da ONU em um evento em Londres no início de maio.

“Uma em cada quatro pessoas experimenta um episódio de saúde mental durante a sua vida, mas a questão continua largamente negligenciada”, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres.

Profissionais de saúde se preparam para tratar pacientes suspeitos de ebola no Hospital Bikoro, na República Democrática do Congo. Foto: UNICEF/Naftalin

OMS convoca reunião de emergência sobre ebola em cidade congolesa

A Organização Mundial da Saúde (OMS) está convocando uma reunião de emergência nesta sexta-feira (18) para “considerar os riscos internacionais” do mais recente surto da doença mortal ebola, que agora avança para uma área urbana da República Democrática do Congo (RDC).

Um novo caso de doença pelo vírus ebola foi confirmado em Mbandaka, uma cidade com cerca de 1,2 milhão de habitantes, confirmou a OMS nesta quinta-feira (17), aumentando os temores de que, apesar da rápida resposta das autoridades, o surto não tenha sido contido.

Hospital de Ash Shifa, Gaza, em 11 de maio de 2018. Foto: OCHA

Serviços médicos de Gaza estão sobrecarregados e sem medicamentos, diz ONU

Equipes médicas em Gaza estão ficando sem materiais para atender os feridos, após o dia mais mortífero de protestos neste ano contra a ocupação realizados na fronteira com Israel, disseram agências da ONU na terça-feira (15).

Depois que 58 palestinos foram assassinados e outros 1,3 mil ficaram feridos por forças israelenses na segunda-feira, o porta-voz da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tarik Jasarevic, disse que medicamentos que salvam vidas eram “urgentemente necessários”.

Entre 1990 e 2013, o número de pessoas sofrendo de depressão e ansiedade aumentou quase 50%, de 416 milhões para 615 milhões. Foto: EBC

Suicídio é grave problema de saúde pública e prevenção deve ser prioridade, diz OPAS/OMS

A prevenção do suicídio é mais uma vez tema de oficina que ocorre no escritório da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) em Brasília até sexta-feira (18). O evento é promovido em parceira com o Ministério da Saúde e conta com a participação de especialistas, pesquisadores e acadêmicos, entre outros profissionais.

A cada 40 segundos, uma pessoa se suicida no mundo. Com base nesse e outros dados, Katia de Pinho Campos, coordenadora da Unidade de Determinantes da Saúde, Doenças Crônicas Não Transmissíveis e Saúde Mental da OPAS/OMS no Brasil, lembrou que o suicídio é um grave problema de saúde pública e que sua prevenção é uma prioridade para a OPAS/OMS. “Coibir essas mortes evitáveis é tarefa de todos nós. São 800 mil suicídios por ano, dos quais 65 mil acontecem aqui na região das Américas”, disse.

Enfermeira e mãe de recém-nascido checam respiração de bebê em hospital próximo a Lakewood, em Washington, nos Estados Unidos. Foto: Exército dos Estados Unidos/Suzanne Ovel

ONU defende protagonismo da enfermagem na atenção primária

Ampliar o papel das enfermeiras e enfermeiros na atenção primária é uma solução inteligente para expandir e melhorar o atendimento à população, sobretudo em áreas com escassez de equipes de saúde. É o que propõe a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) em relatório divulgado nesta sexta-feira (11), véspera do Dia Internacional da Enfermagem, lembrado em 12 de maio.

Atualmente, na região das Américas, a agência da ONU estima que faltam cerca de 800 mil profissionais de saúde para levar cuidados a todos.