Especialista em saúde pública em treinamento do GOARD para uso da ferramenta Go.Data na República Democrática do Congo. Foto: OMS.

OMS introduz no Brasil ferramenta digital para controle de surtos de doenças

A Rede Global de Alerta e Resposta a Surtos (GOARN), uma parceria técnica internacional coordenada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), introduziu no Brasil, em evento em Brasília na última terça-feira (3), a ferramenta Go.Data para epidemiologistas.

Disponível para ser usado on-line, em formato de aplicativo para dispositivos móveis, e também off-line, a Go.Data visa facilitar a organização de dados e o monitoramento de surtos de doenças em diferentes países por profissionais da área da saúde, agilizando as respostas e auxiliando no controle de epidemias.

O encontro que possibilitou a apresentação da ferramenta fez parte da 16ª Mostra Nacional de Experiências Bem-Sucedidas em Epidemiologia, Prevenção e Controle de Doenças (Expoepi), promovida pelo Ministério da Saúde entre 2 e 6 de dezembro. Na ocasião, um grupo de trabalho do GOARN promoveu um treinamento inicial para especialistas de saúde no uso da ferramenta.

Ao todo, o Ministério da Saúde premiou 15 municípios que apresentaram indicadores favoráveis nos sistemas de informação nacionais relacionados à vigilância de saúde, no período entre 2015 e 2017. Foto: OPAS

Prêmio homenageia municípios brasileiros que se destacaram em vigilância em saúde

Os municípios brasileiros que se destacaram na vigilância em saúde foram premiados pelo Ministério da Saúde na quarta-feira (4), na abertura da 16ª Mostra Nacional de Experiências Bem-Sucedidas em Epidemiologia, Prevenção e Controle de Doenças (Expoepi).

Durante a cerimônia, o vice-diretor da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Jarbas Barbosa, destacou a importância do reconhecimento de iniciativas exitosas.

Agentes de saúde fazem visita para prevenção e diagnóstico de hanseníase no Brasil. Foto: OPAS

OPAS: é preciso reduzir iniquidades em saúde e eliminar barreiras de acesso

O vice-diretor da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Jarbas Barbosa, abordou na quarta-feira (4) em Brasília (DF) os desafios para alcançar as metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) nas Américas.

Segundo ele, é fundamental melhorar os indicadores de saúde, mas também reduzir as iniquidades e eliminar as barreiras de acesso aos serviços de saúde – sejam elas culturais, econômicas, sociais, geográficas, institucionais ou de qualquer outro tipo.

Mãe e bebê em um centro de acomodação na Beira, em Moçambique, onde sua filha de 2 anos recebe tratamento para malária. Foto: UNICEF/James Oatway

Apenas 1 em cada 5 países tem estratégia de saúde para enfrentar mudanças climáticas

Proteger a saúde das pessoas dos perigos das mudanças climáticas, como estresse por calor, tempestades e tsunamis, nunca foi tão importante, mas a maioria dos países está fazendo muito pouco a esse respeito, alertou a Organização Mundial da Saúde (OMS) na terça-feira (3).

Dos países que realizaram uma análise das ameaças climáticas para a saúde da população, os riscos mais comuns foram: estresse por calor e ferimentos ou morte por eventos climáticos extremos.

Também foram apresentados problemas de segurança alimentar e hídrica, além de doenças transmitidas por vetores, como cólera, dengue ou malária.

Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika. Foto: Agência Brasil

Brasil e OMS discutem estratégias para controle de epidemias e eliminação de doenças

O Ministério da Saúde, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) iniciaram na segunda-feira (2) um workshop para discutir o uso de tecnologias inovadoras e o papel das redes de laboratórios no apoio ao controle de epidemias e eliminação de doenças.

O evento, que ocorreu até terça-feira (3) no âmbito da 16ª Mostra Nacional de Experiências Bem-Sucedidas em Epidemiologia, Prevenção e Controle de Doenças (Expoepi), também debateu a questão da vigilância e ações de saúde para migrantes, incluindo experiências de Brasil e Equador.

Vacinação contra HPV para alunos da rede pública de São Paulo (SP), em 2014. Foto: OPAS

OPAS: pesquisa reafirma segurança e eficácia de vacina contra HPV

Estudo realizado pela Universidade de São Paulo (USP) a pedido do Ministério da Saúde comprovou mais uma vez a segurança e a eficácia da vacina contra o HPV. Segundo a especialista em imunização da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Maria Tereza da Costa Oliveira, é um fato que “o câncer de colo do útero mata e essa vacina previne”. “Portanto, temos que continuar vacinando e conseguir altas coberturas vacinais para garantir que a população esteja protegida”, afirmou.

OMS já forneceu três meses de medicamento para 450 pacientes com HIV na Líbia. Foto: Sean Kimmons / IRIN

Recomendações da OMS para testagem de HIV buscam ampliar cobertura do tratamento

A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou novas recomendações para ajudar os países a alcançarem as 8,1 milhões de pessoas que vivem com HIV mas ainda não foram diagnosticadas – e que, portanto, não têm acesso a um tratamento essencial, capaz de salvar vidas.

“A face da epidemia de HIV mudou dramaticamente na última década”, afirmou Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS.

“Mais pessoas do que nunca estão recebendo tratamento, mas muitas ainda não têm a ajuda de que precisam porque não foram diagnosticadas. As novas diretrizes de testagem de HIV da Organização buscam mudar isso”, acrescentou.

Trabalhador de saúde cuida de criança em isolamento em centro de tratamento do ebola em Beni, Kivu do Norte, República Democrática do Congo. Foto: UNICEF/Guy Hubbard

Ataques matam agentes da saúde que combatiam ebola na República Democrática do Congo

Grupos armados reivindicaram os ataques que mataram quatro profissionais de saúde que combatiam o ebola e feriram outros cinco no leste da República Democrática do Congo.

O ataque aconteceu no campo de Biakato Mines e em um escritório de coordenação de resposta ao ebola. A informação foi confirmada pelo chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS) na quinta-feira (28).

A agência da ONU, que pediu o fim dos ataques, afirmou que os ataques podem reverter progressos significativos contra a epidemia que assola o país desde agosto de 2018. Nas últimas semanas, o número de infecções caiu.

Campanha de UNAIDS e parceiros incentiva diálogo sobre HIV entre jovens e profissionais de saúde

Sob o lema “Fale comigo abertamente”, a campanha para o Dia Mundial contra a Aids deste ano busca mobilizar profissionais de saúde para que conversem abertamente com jovens sobre HIV e outras infecções sexualmente transmissíveis (IST) sem preconceitos, sem estigma e sem discriminação.

A campanha é uma iniciativa de Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e Rede Latino Americana de Jovens vivendo com HIV (J+LAC).

A capacitação é fruto de um esforço regional para fortalecer as ações no campo de recursos humanos para a saúde na região das Américas. Foto: OMS

OPAS lança versão em português de curso sobre recursos humanos para saúde universal

A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) lançou a versão em português do Curso de Autoaprendizagem sobre Recursos Humanos para a Saúde Universal, dirigido a qualquer pessoa com interesse no tema.

A capacitação tem como objetivo apresentar as linhas da Estratégia de Recursos Humanos para a Saúde Universal, aprovada pelos Estados-membros da OPAS em setembro de 2017, e traçar um panorama geral dos desafios do campo de recursos humanos para a saúde na região das Américas.

Enfermeiras no Hospital da Lagoa, no Rio de Janeiro (RJ). Foto: Ministério da Saúde

OPAS firma parceria com consórcio acadêmico para promoção da saúde pública

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e o Consórcio Acadêmico Brasileiro de Saúde Integrativa (CABSIn) firmaram na sexta-feira (22), em São Paulo (SP), um acordo para promoção de iniciativas em diversas áreas da saúde pública.

As principais linhas de ação se relacionam a doença crônicas não transmissíveis e saúde mental; determinantes sociais da saúde; fortalecimento institucional e desenvolvimento de recursos humanos em saúde; saúde da mulher, do homem, da criança, do adolescente e do idoso; entre outras.

Embora haja mais meninos do que meninas nascidas no , número começa a se inverter entre as idades de 30 e 40, tendo em vista que os homens morrem mais jovens. Foto: StockSnap/Pixabay.

OMS: masculinidade tóxica influencia saúde e expectativa de vida dos homens nas Américas

Lançado na última segunda-feira (18), novo relatório da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) destaca que um em cada cinco homens da região morre antes dos 50 anos – muitas dessas mortes estão diretamente relacionadas a uma “masculinidade tóxica”.

O documento afirma que as expectativas sociais em relação aos homens — de serem provedores de suas famílias; terem condutas de risco; serem sexualmente dominantes; e de não discutirem suas emoções ou procurarem ajuda — estão contribuindo para maiores taxas de suicídio, homicídio, vícios e acidentes de trânsito, favorecendo também o surgimento de doenças crônicas não transmissíveis.

A iniciativa tem o objetivo de empoderar pessoas por meio da sétima arte, e busca mostrar a importância de indivíduos e comunidades como defensores da saúde e do bem-estar. Foto: OMS

OMS abre inscrições para o 1º Festival de Cinema Saúde para Todos

A Organização Mundial da Saúde (OMS) convida cineastas de todo o mundo a participar da primeira edição do Festival de Cinema Saúde para Todos. Candidatos podem se inscrever até 30 de janeiro de 2020.

A iniciativa tem o objetivo de empoderar pessoas por meio da sétima arte, e busca mostrar a importância de indivíduos e comunidades como defensores da saúde e do bem-estar. Uma das categorias terá como tema o Ano Internacional da Enfermeira e da Parteira, que será celebrado em 2020.

Falta de saneamento contribui para disseminação de doenças. Foto: EBC

Quase 16 milhões de latino-americanos e caribenhos não têm acesso a banheiros

Um total de 15,5 milhões de pessoas se veem forçadas a defecar a céu aberto na América Latina e no Caribe, uma prática que pode poluir o meio ambiente e espalhar doenças, alertou a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) na terça-feira (19), Dia Mundial do Banheiro.

Pessoas com renda mais baixa, grupos em situação de vulnerabilidade, populações rurais e povos indígenas são os mais afetados pelo saneamento deficiente.

As oficinas da estratégia Zero Morte Materna por Hemorragia, desenvolvidas pela Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) e o Ministério da Saúde do Brasil, têm ajudado a salvar as vidas de centenas de mães e bebês. Foto: OPAS/OMS

MS assume compromisso de reduzir pela metade número de mortes maternas

Com o apoio da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), o Mato Grosso do Sul assumiu na semana passada (13) o compromisso de reduzir pela metade o número de mortes maternas.

Em cerimônia oficial na capital Campo Grande, o governo estadual assinou carta de cooperação com a organização internacional para qualificar a atenção e promoção da saúde da mulher e da criança, assim como otimizar a gestão estratégica em saúde.

Condições de trabalho inseguras também são comuns para esvaziadores manuais e mecânicos de fossas sépticas e latrinas. Foto: Sharada Prasad CS

Relatório aponta trabalho precário no setor de saneamento de países em desenvolvimento

Um relatório conjunto de Organização Internacional do Trabalho (OIT), Banco Mundial, Organização Mundial da Saúde (OMS) e WaterAid destacou as condições inseguras e indignas dos trabalhadores do setor de saneamento em vários países em desenvolvimento.

Os trabalhadores que atuam na limpeza de banheiros, fossas, caixas de esgoto e na operação de estações de bombeamento e de tratamento geralmente enfrentam alto risco de exposição a patógenos fecais, salientou o documento. Segundo o relatório, pouco foi feito pelos países para proteger os direitos desses profissionais.

Profissional de saúde verifica os níveis de açúcar no sangue de um paciente diabético. Foto: OMS | A.Loke.

No Dia Mundial da Diabetes, ONU lidera iniciativa de oferta de insulina mais acessível

Hoje (14) é lembrado anualmente como o Dia Mundial da Diabetes. Na véspera da data (13), a Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou um plano piloto para diversificar a produção global de insulina, medicamente utilizado no controle da doença, e, por consequência, diminuir os preços.

Atualmente, três fabricantes controlam a maior parte do mercado global de insulina, que foi descoberto como um tratamento para o diabetes em 1921. Segundo as Nações Unidas, é essencial democratizar o acesso ao medicamento, já que, em todo o mundo, o número de pessoas com a doença quadruplicou desde 1980 – são 420 milhões de pessoas em todo o mundo, principalmente vivendo em países de baixa e média renda.

Segundo a OMS, esse aumento excessivo de casos é atribuído à má alimentação e à falta de exercício. A organização da ONU explicita que dos 65 milhões de pessoas com diabetes tipo 2 que precisam de insulina, apenas metade tem possibilidade de obtê-la.

“Na América Latina e no Caribe, muitas crianças comem pouca comida saudável e muita comida processada”, Bernt Aasen, diretor regional do UNICEF para a América Latina e o Caribe. Foto: Kwanchai.c | Shutterstock.

ONU pede ações urgentes para frear o aumento da fome e da obesidade na América Latina e no Caribe

Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas (PMA) pediram ações urgentes aos países da América Latina e do Caribe para combater o aumento da má nutrição na região.

As quatro agências das Nações Unidas que trabalham com o tema da Alimentação lançaram hoje (12) o Panorama de Segurança Alimentar e Nutricional 2019. O relatório apresenta dados do cenário alimentar da América Latina e do Caribe, e destaca que a região está pior que o resto do mundo na maioria dos indicadores de má nutrição relacionados ao consumo excessivo de calorias – enquanto que a fome voltou a crescer: 11%, ou 4,5 milhões de pessoas, desde 2014.

Segundo a diretora da OPAS/OMS, Carissa F. Etienne, “precisamos do compromisso de toda a sociedade e de políticas públicas que regulem produtos alimentares pouco saudáveis, criem ambientes propícios à atividade física e promovam uma alimentação saudável na escola e na mesa das famílias”.

Pará terá apoio da OPAS/OMS para reduzir mortalidade materna em 141 municípios

O Pará apresentou a gestores, servidores e representantes de universidades estratégias para diminuir em 30% o coeficiente de mortalidade materna no estado.

A iniciativa acontece depois que a Secretaria Estadual de Saúde paraense celebrou o Pacto pela Redução da Mortalidade Materna com 141 municípios e conta com o apoio da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS).

São Gabriel da Cachoeira é um município localizado no estado do Amazonas e relatou a segunda maior incidência de casos de malária no país em 2018. Foto: OPAS/OMS.

OPAS premia cidade no Amazonas por redução no número de casos de malária

No Dia da Malária nas Américas (6), a Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) e parceiros anunciaram os três municípios vencedores do prêmio Campeões contra a Malária nas Américas.

Em seu 11º ano, a iniciativa premiou as cidades de São Gabriel da Cachoeira, no estado do Amazonas, Brasil; La Gomera, na Guatemala; e Puerto Lempira, em Honduras. Os três municípios reduziram pela metade ou mais os índices de infecção devido aos esforços implementados na resposta à doença.

A malária é uma doença potencialmente fatal, causada por parasitos transmitidos às pessoas por meio da picada de mosquitos infectados. Nas Américas, 132 milhões de pessoas vivem em áreas com risco de transmissão. A OMS lembra que a malária é uma doença que pode ser prevenida e curada.

Microfone de rádio - Foto: Pixabay

Sífilis: OPAS e Ministério da Saúde convidam estudantes a produzir materiais de rádio

Estudantes de universidades públicas das áreas de comunicação e saúde podem se inscrever no edital público divulgado pela Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) e pelo Ministério da Saúde para produção de materiais de comunicação para rádios sobre prevenção da sífilis.

As inscrições estão abertas até 31 de dezembro de 2019, individualmente ou em grupo. As propostas deverão ser efetuadas em conjunto com um professor orientador e podem ser apresentadas em três formatos: spot de caráter informativo, com até 30 segundos de duração; podcast, com até 20 minutos de duração; e reportagem, com até três minutos de duração. Os arquivos devem ser enviados em formato MP3.

“Para que as cidades prosperem, todos precisam de serviços que melhorem sua saúde", Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS.

Novo relatório da OMS auxilia lideranças a combater principais causas de mortes urbanas

O relatório “O poder das cidades: combatendo doenças não transmissíveis e lesões no trânsito” (na tradução livre), da Organização Mundial da Saúde (OMS), é voltado para prefeitos, funcionários dos governos locais e planejadores de políticas para cidades.

O documento, lançado no Dia Mundial das Cidades (31 de outubro), reúne 19 estudos de caso e destaca as principais áreas em que os líderes podem melhorar a segurança nas vias e abordar os fatores determinantes das doenças não transmissíveis – incluindo uso de tabaco, poluição do ar, falta de exercício e má nutrição e alimentação.

“Para que as cidades prosperem, todos precisam de serviços que melhorem sua saúde”, afirmou diretor-geral da OMS. Segundo a organização, 41 milhões de pessoas morrem anualmente devido a doenças cardíacas, acidente vascular cerebral (AVC), câncer e diabetes. Já os acidentes de trânsito matam 1,35 milhão ao ano.

Foto: Ministério da Saúde | Erasmo Salomão.

OPAS e Ministério da Saúde divulgam vencedores do Prêmio APS Forte para o SUS

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e o Ministério da Saúde do Brasil divulgaram nesta terça-feira (29), em Brasília (DF), as três experiências vencedoras do “Prêmio APS Forte para o SUS: Acesso Universal”.

O Prêmio foi lançado no dia 5 de abril pela OPAS e o Ministério da Saúde durante um evento para marcar o Dia Mundial da Saúde, lembrado anualmente em 7 de abril, e recebeu mais de 1,2 mil inscrições de todos os estados brasileiros.

A premiação tem como objetivo identificar, dar visibilidade, reconhecer e promover iniciativas municipais, estaduais ou regionais que tenham como foco a melhoria da atenção primária à saúde (APS). Confira os ganhadores.

Vacina contra a febre amarela. Foto: EBC

Evento em Brasília debate formas de eliminar epidemias de febre amarela no mundo

Especialistas, membros de países, fabricantes de vacinas e outros parceiros de todo o mundo estão reunidos, em Brasília (DF), para ajudar a garantir que mais de 1 bilhão de pessoas estejam protegidas contra a febre amarela até 2026.

O evento, com 137 participantes, é organizado pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) em conjunto com o secretariado da estratégia Eliminate Yellow Fever Epidemics (EYE) de Organização Mundial da Saúde (OMS), Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e Gavi – The Vaccine Alliance.

A reunião anual da Rede de Produtores de Vacinas dos Países em Desenvolvimento (DCVMN) ocorreu no Rio de Janeiro, com a participação de especialistas de 14 países. Foto: Ministério da Saúde/Erasmo Salomão

OPAS encoraja fabricantes das Américas a investir em vacinas acessíveis e de qualidade

A diretora da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Carissa F. Etienne, destacou os avanços e desafios da produção de vacinas durante a abertura da 20ª reunião geral da Rede de Produtores de Vacinas dos Países em Desenvolvimento (DCVMN), ocorrida na semana passada (22), no Rio de Janeiro (RJ).

“Vejo esta rede como um bem público global, uma rede de fabricantes e inovadores que assumiram o princípio da ação coletiva e da solidariedade para proteger a saúde mundial. As vacinas que vocês produzem protegem e promovem a saúde de milhões de pessoas nesta região (Américas) e no mundo”, afirmou.

A diretora da OPAS também encorajou a rede de produtores a manterem os esforços para investir em novas vacinas que sejam, ao mesmo tempo, de qualidade e acessíveis.

Comissão de especialistas declara erradicação global do poliovírus selvagem tipo 3

Em um anúncio histórico no Dia Mundial da Pólio, na quinta-feira (24), uma comissão independente de especialistas concluiu que o poliovírus selvagem tipo 3 (WPV3) foi erradicado em todo o mundo. Após a erradicação da varíola e do poliovírus selvagem tipo 2, essa notícia representa uma conquista histórica para a humanidade, de acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS).

“A conquista da erradicação da poliomielite será um marco para a saúde global. O compromisso de parceiros e países, juntamente com a inovação, significa que dos três sorotipos selvagens da poliomielite, apenas um permanece”, disse Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) e presidente do Conselho de Supervisão da Iniciativa Global para a Erradicação da Poliomielite (GPEI).

Durante o evento, a diretora da Anvisa, Alessandra Bastos, celebrou os 20 anos da agência e afirmou que a instituição tem empenhado esforços para compreender como o mundo está regulando medicamentos, vacinas e outros produtos de saúde e tem buscado novas formas de garantir sua segurança, eficácia e qualidade. Foto: Ministério da Saúde/Erasmo Salomão

BRICS assinam acordo para promover soluções em regulação sanitária

Autoridades reguladoras de saúde de países que compõem o grupo dos BRICS — Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul — se reuniram na quarta-feira (23) na sede da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), em Brasília (DF), para discutir os atuais desafios regulatórios e seus impactos nas populações.

Ao fim do encontro, os representantes assinaram um memorando de entendimento, que já vinha sendo discutido, com o intuito de estreitar as relações entre os países do grupo, promover soluções comuns em regulação sanitária, estabelecer bases para uma articulação mais estruturada e estimular a adoção de boas práticas regulatórias. A quinta edição do encontro foi promovida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

Juntos, os países emergentes do BRICS representam 44% da população mundial, quase um quarto do território terrestre, cerca de 40% da carga mundial de doenças e 23% do PIB global.

Criança recebe vacina contra poliomielite - Foto: UNICEF

OPAS comemora 25 anos da eliminação de pólio nas Américas

No Dia Mundial da Pólio – 24 de outubro – a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) comemora 25 anos de eliminação da doença nas Américas do Norte, Central e do Sul e no Caribe. A última vítima do poliovírus selvagem na região foi o peruano Luis Fermín Cortez, nascido em agosto de 1991. Ele teve paralisia irreversível nas pernas porque não havia sido vacinado.

Atualmente, o mundo se aproxima da erradicação da doença, com casos relatados apenas no Paquistão e no Afeganistão. Não existe cura para a poliomielite, mas a doença é evitável com vacinação.

De acordo com o último boletim epidemiológico de sarampo do Ministério da Saúde do Brasil, o país registrou, nos últimos 90 dias, 6.192 casos confirmados de sarampo, o que corresponde a aumento de 15% em relação ao período de monitoramento anterior. Foto: EBC

Mobilização nacional visa aumentar número de pessoas vacinadas contra sarampo

Os postos de vacinação do Brasil abriram no sábado (19) para o “Dia D” de mobilização nacional contra o sarampo. A iniciativa — uma parceria do Ministério da Saúde com as secretarias estaduais e municipais de saúde — busca reforçar a importância da vacinação, principalmente nos grupos prioritários.

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) participou da mobilização durante uma atividade realizada no Centro de Saúde I ‘Dr. Victor Araújo Homem de Mello’, no bairro de Pinheiros, em São Paulo (SP).

De acordo com o último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, o país registrou, nos últimos 90 dias, 6.192 casos confirmados de sarampo, aumento de 15% em relação ao período de monitoramento anterior. Vinte estados estão na lista de transmissão ativa da doença e 96% dos casos confirmados estão concentrados no estado de São Paulo, em 192 municípios.

Vacina BCG, utilizada contra a tuberculose, é preparada em centro de saúde em Bougouni, no Mali, em março de 2018. Foto: UNICEF/Ilvy Njiokiktjien

Tratamento para tuberculose bate recorde no mundo, mas 3 milhões ainda não têm acesso

Em 2018, o número de pessoas que receberam tratamento para a tuberculose, que pode salvar vidas, bateu um recorde histórico — em grande parte devido a uma melhor detecção e diagnóstico da doença. Em todo o mundo, 7 milhões de pessoas foram diagnosticadas e tratadas para TB, contra 6,4 milhões em 2017. Isso permite que o mundo cumpra com um dos marcos da declaração política das Nações Unidas sobre tuberculose.

O novo relatório global da Organização Mundial da Saúde (OMS) destaca que o mundo deve acelerar o progresso para alcançar a meta de acabar com a tuberculose até 2030. O documento observa que cerca de 3 milhões de pessoas com a doença ainda não estão recebendo os cuidados dos quais precisam.

A maior carga da TB em 2018 se concentra em oito países: Bangladesh, China, Índia, Indonésia, Nigéria, Paquistão, Filipinas e África do Sul. Brasil, China, Rússia e Zimbábue, todos com alta carga da doença, alcançaram níveis de cobertura de tratamento de mais de 80%.

Segundo OPAS/OMS, é essencial evitar alimentos ultraprocessados, que estão fortemente associados a sobrepeso, obesidade e doenças crônicas não transmissíveis. Foto: EBC

UNICEF defende inclusão de alertas em produtos alimentícios ultraprocessados

O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (IDEC), juntamente com outras organizações, tem liderado a discussão para a inclusão de alertas na parte frontal dos produtos alimentícios ultraprocessados para quando há excesso de nutrientes como açúcar, sódio e gorduras saturadas.

Na sexta-feira (11), Dia Mundial da Prevenção da Obesidade, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), instituição que também defende tal proposta, anunciou o apoio às ações do IDEC para informar a sociedade sobre os benefícios da rotulagem frontal.

A aliança acontece no momento em que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) está recebendo contribuições e opiniões dos consumidores, por meio de uma consulta pública, sobre qual o modelo de rotulagem nutricional deve ser adotado no país. O processo de participação popular termina em 6 de novembro.

Em 11 de outubro de 2019. na Síria, mulher e criança sentam debaixo de caminhão enquanto população deslocada de Ras al-Ain chega a Tal Tamer, fugindo da violência. Foto: UNICEF/Delil Souleiman

Operação militar turca no nordeste da Síria pode libertar membros do Estado Islâmico

A incursão militar turca em andamento no nordeste da Síria pode, involuntariamente, levar à libertação de dezenas de pessoas associadas ao grupo terrorista Estado Islâmico, afirmou o secretário-geral da ONU, António Guterres.

Guterres pediu uma redução imediata dos combates, que deixaram muitas vítimas civis e deslocaram até 160 mil pessoas em menos de uma semana.

“Ele também observa com séria preocupação o fato de que as operações militares atuais possam levar à libertação não intencional de indivíduos associados ao Estado Islâmico, com todas as conseqüências que isso pode acarretar”, segundo comunicado divulgado nesta segunda-feira (14) por seu porta-voz.

Em uma tentativa de garantir um ambiente de trabalho saudável para seus funcionários, as Nações Unidas implementaram em 2018 uma estrutura de boas práticas de saúde mental para seus milhares de funcionários. Foto: OMS

No Dia Mundial da Saúde Mental, ONU pede mais esforços de prevenção ao suicídio

Em todo o mundo, 800 mil pessoas morrem por suicídio a cada ano — uma a cada 40 segundos —, sendo esta a segunda principal causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). A prevenção do suicídio é o tema do Dia Mundial da Saúde Mental deste ano, lembrado nesta quinta-feira (10).

“A saúde mental foi negligenciada por muito tempo”, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres, em mensagem de vídeo. Segundo ele, o tema precisa ser abordado com urgência, já que é uma questão “que diz respeito a todos nós”.

“Precisamos de mais investimentos em serviços. E não devemos permitir que o estigma afaste as pessoas da ajuda de que precisam”, disse. “Não há saúde sem saúde mental”.

Estudante com deficiência visual em uma universidade em Al-Fashir, Darfur do Norte, no Sudão. Foto: Hamid Abdulsalam/UNAMID

Organização Mundial da Saúde lança primeiro relatório mundial sobre visão

Mais de 1 bilhão de pessoas em todo o mundo estão vivendo com deficiência visual por não receberem os cuidados dos quais necessitam para condições como miopia, hipermetropia, glaucoma e catarata, de acordo com o primeiro relatório mundial sobre visão publicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) na terça-feira (8).

O relatório, lançado às vésperas do Dia Mundial da Visão, celebrado em 10 de outubro, constatou que o envelhecimento da população, a mudança de estilo de vida e o acesso limitado à assistência oftalmológica, principalmente em países de baixa e média renda, estão entre os principais fatores do crescente número de pessoas que vivem com deficiência visual.

De acordo com o relatório com o status global da OMS sobre álcool e saúde, publicado em 2018, cerca de 2,3 bilhões de pessoas consomem álcool atualmente, mas o consumo varia entre as regiões. Foto: EBC

OPAS lança estratégia para apoiar Brasil no combate ao uso prejudicial do álcool

A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) lançou na segunda-feira (7) no Brasil a iniciativa SAFER, que disponibiliza um pacote técnico com cinco estratégias de alto impacto para reduzir o uso nocivo do álcool e suas consequências sociais, econômicas e de saúde.

De acordo com Katia de Pinho Campos, coordenadora da Unidade de Determinantes da Saúde, Doenças Crônicas Não Transmissíveis e Saúde Mental da OPAS/OMS no Brasil, o consumo de álcool contribui para mais de 3 milhões de mortes por ano no mundo, o equivalente a uma vida perdida a cada 10 segundos. “Os problemas de saúde relacionados ao uso nocivo do álcool representam mais de 5% da carga global de doenças e lesões. Esses são números preocupantes, mas podemos mudá-los”, afirmou.

A eliminação das gorduras trans é fundamental para proteger a saúde e salvar vidas. Foto: ONU/Domínio Público

Américas adotam plano para eliminar gordura trans da produção industrial de alimentos

Um novo plano para reduzir as doenças cardiovasculares, por meio da eliminação de ácidos graxos trans da produção industrial de alimentos até 2025, foi acordado na quinta-feira (3) pelos países das Américas durante o 57º Conselho Diretivo da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). Atualmente, as doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no continente.

As evidências mostram que dietas ricas em gorduras trans aumentam o risco de doenças cardiovasculares em 21% e o risco de morte em 28%.

Os países que restringiram ou eliminaram as gorduras trans desde o acordo são Argentina (2010), Canadá (2017), Chile (2009), Colômbia (2012), Equador (2013), Estados Unidos (2015), Peru (2016) e Uruguai (2017). Atualmente, a Bolívia está desenvolvendo regulamentos sobre gorduras trans e Brasil e Paraguai estão em estágio avançado de processo semelhante.

O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, e o presidente da FIFA, Gianni Infantino. Foto: OMS/Christopher Black

OMS e FIFA firmam acordo para promover estilos de vida saudáveis por meio do esporte

A Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Federação Internacional de Futebol (FIFA) celebraram na sexta-feira (4) uma colaboração de quatro anos para promover estilos de vida saudáveis por meio do esporte em todo o mundo.

O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, e o presidente da FIFA, Gianni Infantino, assinaram um memorando de entendimento na sede da organização internacional de saúde, em Genebra.

“A OMS está animada por trabalhar com a FIFA. Metade do mundo assistiu à Copa do Mundo de 2018. Isso significa que existe um grande potencial para dar informações a bilhões de pessoas com o intuito de ajudá-las a viver de formas mais saudáveis”, disse Tedros.

Famílias de venezuelanos participam do programa de interiorização do Governo Federal. Iniciativa tem o apoio de diferentes agências da ONU. Foto: ACNUR

Acordo incentiva municípios brasileiros a acolherem pessoas venezuelanas

A Organização das Nações Unidas (ONU) no Brasil assinou, na quarta-feira (2), em conjunto com a Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e o governo federal, um protocolo de intenções para incentivar municípios brasileiros a acolherem pessoas refugiadas e migrantes da Venezuela. O objetivo é ampliar a assistência humanitária com foco na integração à sociedade e à economia brasileiras.

“A parceria com a Confederação Nacional dos Municípios é uma conquista nesse processo, por sua capacidade única de sensibilizar e mobilizar os municípios brasileiros para a recepção de pessoas refugiadas e migrantes. Esses municípios terão a oportunidade de integrar à sua população pessoas que aportam capacidades, formações e experiências profissionais variadas”, afirmou o coordenador-residente da ONU no Brasil, Niky Fabiancic.