Em dia internacional, ONU defende atendimento universal de saúde

No Dia Internacional da Cobertura Universal de Saúde, lembrado na quarta-feira (12), representantes da ONU pediram que esse direito seja garantido a todas as pessoas até 2030, data para a conquista dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Em 2012, a Assembleia Geral da ONU endossou de forma unânime uma resolução que pedia aos países para acelerar o progresso rumo à cobertura universal de saúde: a ideia de que todos, em todos os lugares, devem ter acesso a atendimento de qualidade, acessível, como uma prioridade para o desenvolvimento internacional.

Território do Sergipe é altamente suscetível à desertificação, devido a questões climáticas e ao uso indevido dos solos. Foto: PNUD Brasil / Tiago Zenero

Ministros do Mercosul se comprometem a priorizar saúde em adaptação às mudanças climáticas

Ministros da Saúde do Mercosul e de Estados associados assinaram no fim de novembro (23) uma declaração para colocar a saúde à frente e no centro dos planos nacionais de adaptação às mudanças climáticas.

Essa medida tem o objetivo de assegurar que os sistemas de saúde se tornem resilientes a essas mudanças e que a prevenção e a promoção da saúde estejam totalmente integradas aos serviços de informação sobre temas climáticos, de acordo com as recomendações da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS).

A mudança climática foi considerada como “a maior ameaça mundial à saúde do século 21”. De fato, o clima pode afetar a saúde de várias formas, inclusive por condições meteorológicas extremas e desastres, ondas de calor, contaminação de alimentos e água e aumento de doenças transmitidas por vetores.

Vacina contra a febre amarela. Foto: EBC

Cinco países das Américas notificam casos de febre amarela

Cinco países das Américas notificaram casos confirmados de febre amarela desde março deste ano: Bolívia, Brasil, Colômbia, Guiana Francesa e Peru. As informações são da mais recente atualização epidemiológica da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), com dados fechados em 7 de dezembro.

No caso do Brasil, o informe destaca que, nos últimos três anos, houve uma expansão da área histórica de transmissão do vírus causador da doença. O país tem um padrão sazonal, com maior transmissão entre dezembro e maio. Porém, as epizootias (mortes de macacos) notificadas ao longo de 2018 mostraram que a circulação do vírus da febre amarela continuou durante o período de baixa transmissão (junho a novembro).

Os acidentes de trânsito matam 1,35 milhão de pessoas por ano no mundo. Foto: Fotos Públicas/Paulo Pinto

OMS destaca progressos insuficientes para enfrentar falta de segurança nas vias do mundo

Um novo relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que as mortes no trânsito continuam aumentando, com um total anual de 1,35 milhão. O Relatório Global da OMS sobre o Estado da Segurança Viária 2018 destaca que as lesões causadas no trânsito são hoje a principal causa de óbito de crianças e jovens entre 5 e 29 anos no mundo.

“Essas mortes são um preço inaceitável a pagar pela mobilidade”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus. “Não há desculpa para a inação. Este é um problema com soluções comprovadas. Este relatório é um apelo aos governos e parceiros para que tomem ações muito maiores para implementar essas medidas”.

Um menino de sete meses de idade é avaliado com desnutrição pela equipe do UNICEF em uma clínica de saúde apoiada pela agência da ONU no campo para deslocados internos em Muna Garage, Maiduguri, no estado de Borno, nordeste da Nigéria. Foto: UNICEF/Katerina Vittozzi

Cientistas da saúde reúnem-se em São Paulo para discutir objetivos globais da área

Especialistas em informação de ciências da saúde analisarão nesta semana as contribuições da evidência e do conhecimento científico para o alcance da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, em particular na área da saúde.

Esse é o principal tema do 10º Congresso Regional de Informação em Ciências da Saúde, organizado pelo Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde (Bireme), parte da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), e que ocorre até esta quinta-feira (6) em São Paulo.

A mudança climática é real e está acontecendo em todo o mundo. Mas você pode ajudar!

OMS: benefícios para saúde superam custos do combate à mudança climática

Atingir as metas do Acordo de Paris para o clima poderia salvar cerca de 1 milhão de vidas por ano no mundo até 2050 com a redução da poluição do ar. As últimas estimativas dos principais especialistas também indicam que o valor dos ganhos em saúde decorrentes da ação climática seria aproximadamente o dobro do custo das políticas de mitigação em nível global, e que a relação custo-benefício é ainda maior em países como China e Índia.

Um relatório da OMS lançado nesta quarta-feira (5) na Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP24) em Katowice, na Polônia, destaca por que as considerações de saúde são essenciais para o avanço da ação climática e delineia as principais recomendações aos formuladores de políticas.

A OPAS se comprometeu a elaborar um plano regional que forneça orientação e estabeleça ações para atender às necessidades de saúde dos migrantes. Foto: EBC

OPAS e ministros identificam ações para melhorar saúde de migrantes nas Américas

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) se comprometeu a elaborar um plano regional com orientações para atender às necessidades de saúde dos migrantes, tanto no âmbito nacional como por meio de acordos bilaterais em áreas de fronteira e zonas de transição. Esse plano será desenvolvido em consulta com os Estados-membros.

“Essas ondas migratórias continuarão sendo um desafio em médio e longo prazo. Este é o momento em que devemos nos unir em solidariedade como região para proteger a saúde e o bem-estar dos povos das Américas, sejam eles cidadãos ou migrantes, reconhecendo que as doenças não conhecem fronteiras e que ninguém deve ficar para trás”, afirmou a diretora da OPAS, Carissa F. Etienne.

Instalação artística na Cidade do México homenageia as mulheres vítimas de feminicídio. Obra foi realizada para o Dia Internacional da Mulher de 2018, lembrado em 8 de março. Foto: ONU Mulheres/Dzilam Mendez

Violência praticada por parceiro íntimo afeta até 60% das mulheres em alguns países das Américas

A violência física ou sexual praticada pelo próprio parceiro afeta quase 60% das mulheres em alguns países das Américas. O número foi divulgado na semana passada (29) pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), que considerou como “um problema generalizado de saúde pública” as agressões motivadas por questões de gênero. No Brasil, em torno de 17% das mulheres de 15 a 49 anos serão vítimas desse tipo de abuso em algum momento das suas vidas.

Comboios da ONU em meio a prédios em ruínas na antiga cidade de Homs, na Síria. Foto: UNICEF/Ebo

Oficial da ONU pede ajuda do Conselho de Segurança para poupar sírios de ‘devastação’

Um agravamento dos confrontos no norte da Síria ilustra a “fragilidade” da situação na região devastada pela guerra, disse na quinta-feira (29) uma autoridade humanitária sênior da ONU, pedindo esforços internacionais contínuos para proteger milhões de pessoas da “devastação”.

Informações sobre bombardeios – com morteiros supostamente contendo gás cloro – contra bairros densamente populosos em Alepo são especialmente preocupantes, disse a diretora de Operações e Advocacia do Escritório das Nações Unidas de Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA), Reena Ghelani, ao Conselho de Segurança.

Entregue ao governo haitiano em 2014, e inaugurado oficialmente em 2017, o hospital é um dos três construídos pelo Brasil no país. Foto: Bobby Moon

Documentário mostra impacto de cooperação brasileira na saúde pública do Haiti

Mais de 200 pessoas são atendidas por dia no hospital comunitário de Porto Príncipe, no Haiti, que leva o nome de Zilda Arns, médica brasileira três vezes indicada ao Nobel da Paz. Vítima fatal do terremoto que devastou a capital haitiana em 2010, Zilda era pediatra, um dos focos de atendimento da unidade de saúde que também oferece assistência em Ortopedia, Ginecologia e Obstetrícia.

O projeto do hospital foi implementado pelo Ministério da Saúde brasileiro com apoio da Agência Brasileira de Cooperação (ABC), do governo cubano, da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial de Saúde (OPAS/OMS) do Haiti, do Escritório das Nações Unidas para Serviços de Projetos (UNOPS) e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD Brasil).

Em fase final de desenvolvimento, os resultados do projeto são apresentados no documentário institucional “Haiti 12 Janvier”, que apresenta o impacto da construção dos hospitais para a população local.

Exposição sobre o Mais Médicos na Faculdade de Ciências da Saúde da UnB. Foto: Unb

OPAS lança relatório apontando importância de atenção primária de saúde no Brasil

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) lançou na terça-feira (27) a versão final do relatório “30 anos de SUS – Que SUS para 2030?”. O documento apresenta uma série de evidências que mostram como o programa Mais Médicos, criado em 2013 pelo governo do Brasil, aumentou o acesso da população brasileira à saúde.

O relatório aponta que a Estratégia de Saúde da Família tem sido o principal mecanismo para induzir a expansão da cobertura de atenção primária de saúde. Esse modelo apresenta melhores resultados quanto à ampliação do acesso ao sistema de saúde e em indicadores como diminuição de internações e redução da mortalidade infantil, materna e por causas preveníveis.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse que 107 dos 333 distritos do Iêmen estão em risco de epidemia fome, com cerca de 220 mil pessoas sofrendo de desnutrição aguda severa. O país enfrenta uma guerra civil e muitas pessoas não têm acesso a comida suficiente, nem aos tipos certos de comida. Isso, combinado com surtos de doenças e infecções como cólera, malária e pneumonia, levou o país a uma das mais profundas crises humanitárias do mundo.

Iêmen: guerra civil amplia epidemia de fome

A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse que 107 dos 333 distritos do Iêmen estão em risco de epidemia fome, com cerca de 220 mil pessoas sofrendo de desnutrição aguda severa.

O país enfrenta uma guerra civil e muitas pessoas não têm acesso a comida suficiente, nem aos tipos certos de comida. Isso, combinado com surtos de doenças e infecções como cólera, malária e pneumonia, levou o país a uma das mais profundas crises humanitárias do mundo.

A ONU tem ampliado sua atuação no país; confira nesse vídeo.

Oficiais do UNFPA e da ONU Mulheres participaram de atividade em Brasília (DF) para o Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra a Mulher. Foto: UNFPA/Thais Rodrigues

Agências da ONU se reúnem no DF pelo fim da violência contra mulheres no Brasil

Estimativas globais da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que aproximadamente 35% das mulheres em todo o mundo sofreram violência física ou sexual por parte de parceiro ou terceiros durante a vida.

Diante desse cenário, o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e a ONU Mulheres participaram na segunda-feira (26) de atividade em Brasília (DF) para o Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra a Mulher, lembrado no dia 25 de novembro.

Organizado pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), o evento também lembrou os 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra as Mulheres que, no Brasil, se inicia em 20 de novembro com o Dia da Consciência Negra.

A violência contra as mulheres – particularmente a violência por parte de parceiros e a violência sexual – é um grande problema de saúde pública e de violação dos direitos humanos das mulheres. Foto: George Campos/USP Imagens

ONU promove mais de 30 atividades no Brasil pelo fim da violência contra mulheres

Mais de 30 atividades estão programadas para a campanha global 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres, a serem realizadas por agências das Nações Unidas em nove cidades brasileiras — Brasília (DF), Boa Vista (RR), Campo Grande (MS), João Pessoa (PB), Juazeiro (BA), Manaus (AM), Natal (RN), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP) — até 10 de dezembro.

As iniciativas são lideradas por Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), ONU Mulheres, Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) e Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS) no contexto da campanha do secretário-geral da ONU “UNA-SE pelo fim da violência contra as mulheres”.

Médico cubano do Programa Mais Médicos, Javier Lopez Salazar, atendendo habitante da Aldeia Kumenê. Foto: OPAS

Médicos cubanos da cooperação internacional começam a sair do Brasil

Já estão confirmadas as datas de saída dos primeiros voos de retorno dos médicos cubanos mobilizados por meio da cooperação internacional entre Brasil, Cuba e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). Os cinco primeiros partem na próxima quinta-feira (22), sexta-feira (23) e no sábado (24), em direção a Havana.

Alguns dos profissionais da cooperação internacional já começaram a sair dos municípios em direção aos respectivos polos de saída de voo. Está previsto que, até o dia 12 de dezembro deste ano, todos os mais de 8 mil médicos deixem gradualmente o programa.

Com o aplicativo da OPAS, informações sobre a profilaxia pré-exposição (PrEP) estão a poucos toques de distância. Foto: PEXELS

ONU lança aplicativo para orientar usuários de medicamentos que previnem HIV

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e a ONG Jhpiego, afiliada à Universidade Johns Hopkins, lançaram nesta semana a versão em espanhol de um aplicativo que facilita o uso de medicamentos para prevenir a infecção por HIV.

Conhecido pelo nome profilaxia pré-exposição (PrEP), esse método de prevenção consiste na ingestão de remédios antirretrovirais antes do contato com o HIV. Os fármacos dessa técnica impedem que o vírus se instale no organismo.

Profissionais do Mais Médicos levam serviços de saúde para populações indígenas no Norte do Brasil. Foto: Karina Zambrana

Mais Médicos: profissionais cubanos da cooperação internacional sairão do Brasil até 12 de dezembro

Brasil, Cuba e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) definiram nesta segunda-feira (19) que cerca de 8.300 médicos cubanos do Mais Médicos deverão deixar gradualmente o programa até a data prevista de 12 de dezembro deste ano. A medida foi tomada após a decisão do governo cubano de encerrar sua participação no programa Mais Médicos.

A Organização possui acordos com os governos de ambos os países para o Mais Médicos, mas não faz contratos com médicos. Os médicos, de qualquer nacionalidade, fazem contratos ou com o governo cubano (no caso dos médicos cubanos cooperados) ou com o governo brasileiro (no caso dos médicos que não são da cooperação internacional, como brasileiros, argentinos, estadunidenses, cubanos intercambistas individuais etc.).

Menina de 10 anos dorme em cama protegida por rede contra mosquitos esburacada em Maganja da Costa, Moçambique. Foto: UNICEF/Chris Steele-Perkins

OMS lança plano de ação em meio ao aumento dos casos de malária no mundo

As metas para reduzir os índices globais de infecções e mortes por malária não estão sendo cumpridas, afirmou a Organização Mundial da Saúde (OMS) na edição de 2018 de seu relatório sobre a doença, divulgado nesta segunda-feira (19).

Em resposta, a OMS e seus parceiros lançaram um plano liderado por países com objetivo de aumentar prevenção, tratamento e investimentos para proteger pessoas vulneráveis, retomando reduções em casos e mortes por malária.

Foto: Zach Bulick/Flickr/CC

OMS: uso excessivo e inadequado de antibióticos é principal causa de resistência antimicrobiana

Novos dados publicados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam amplas diferenças no consumo de antibióticos em diversos países. Pela primeira vez, o organismo internacional coletou dados sobre o consumo desses medicamentos para a saúde humana em 65 países e territórios.

“O uso excessivo e inadequado de antibióticos é a principal causa de resistência antimicrobiana. Sem antibióticos eficazes e outros antimicrobianos, perderemos nossa capacidade de tratar infecções comuns, como a pneumonia”, diz Suzanne Hill, diretora do Departamento de Medicamentos Essenciais e Produtos de Saúde da OMS.

O Centro Pan-Americano de Febre Aftosa (PANAFTOSA) é um centro científico da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) localizado em Duque de Caxias, Rio de Janeiro. Foto: PANAFTOSA

Centro da ONU recebe visita de especialistas de instituto de informação científica da FIOCRUZ

O Centro Pan-Americano de Febre Aftosa (PANAFTOSA) recebeu em meados de outubro (16) a visita de especialistas do Instituto de Informação Científica e Tecnológica da Fundação Oswaldo Cruz (ICICT/FIOCRUZ), no Rio de Janeiro, para divulgar as atividades de seu Centro de Gestão do Conhecimento (CGC) e impulsionar a cooperação técnica com o centro da ONU.

O encontro também foi a chance de divulgar o trabalho desenvolvido pela sede da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) com o propósito de preservar a memória científica e técnica da organização, seus centros especializados e representações nos países.

Ação de saúde pública para controlar vetores da malária em Machadinho D'Oeste, em Rondônia. Foto: OPAS

Iniciativas do Brasil, Paraguai e Suriname recebem prêmio da ONU sobre combate à malária

Programas de controle da malária do Brasil, Paraguai e Suriname receberam na terça-feira (6) o prêmio “Campeões contra a malária nas Américas”. O título é concedido anualmente pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), uma agência das Nações Unidas. Duas iniciativas brasileiras foram reconhecidas em 2018. Uma delas combate a doença em áreas indígenas do município do Alto Rio Solimões (AM).

Criança sob mosquiteiro para prevenir malária. Foto: OMS

Agência da ONU insta países das Américas a livrar continente da malária

O Paraguai foi certificado por ter eliminado a malária de seu território em junho deste ano. A Argentina está trilhando o caminho para obter sua certificação em 2019. Belize, Costa Rica, Equador, El Salvador, México e Suriname têm o potencial de alcançar a eliminação até 2020. Outros países, no entanto, registraram um aumento no número de casos, o que põe em risco a consecução das metas de redução e eliminação da doença na região até 2030.

No Dia de Luta contra a Malária nas Américas (6 de novembro), a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) insta os países da região a tomar medidas urgentes para conter o aumento de casos, manter as conquistas e libertar o continente da doença que, durante o último século, foi a principal causa de morte em quase todas as nações do mundo.

O Centro Pan-Americano de Febre Aftosa (PANAFTOSA) é um centro científico da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) localizado em Duque de Caxias, Rio de Janeiro. Foto: PANAFTOSA

Centro da ONU realiza reunião no Rio sobre diagnósticos diferenciais de febre aftosa

O Centro Pan-Americano de Febre Aftosa (PANAFTOSA) realizou em sua sede no Rio de Janeiro em outubro (de 15 a 17) uma reunião sobre diagnósticos diferenciais da doença e sobre o Sistema Continental de Vigilância Epidemiológica (SIVCONT).

A reunião teve a participação de profissionais de 11 países-membros da Comissão Sul-Americana para a Luta contra a Febre Aftosa (COSALFA) — Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Peru, Paraguai, Panamá, Uruguai e Venezuela.

Família em El Salvador durante refeição com canja de frango. Foto: PMA/Rein Skullerud

ONU apresenta relatório anual sobre fome e nutrição na América Latina

Agências da ONU apresentam na próxima quarta-feira (7), no Chile e no Panamá, o levantamento anual da FAO sobre a fome na América Latina e Caribe. A edição de 2018 do relatório analisa a relação entre desigualdades sociais e o aumento da desnutrição na região.

Documento traz os números mais recentes sobre insegurança alimentar e também sobre obesidade. Os dois eventos de lançamento poderão ser acompanhados ao vivo pela internet.

Consulta médica em clínica no Espírito Santo. Foto: Secretaria de Estado da Saúde do Espírito Santo

ONU firma acordo com Espírito Santo para melhorar sistema estadual de saúde

Parceria entre o estado e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) visa melhorar a gestão da saúde, adequando a rede de atendimento ao perfil epidemiológico de cada uma das regiões capixabas (Norte, Metropolitana, Sul e Central).

Colaboração também quer fortalecer o papel da atenção primária, além de propor a eliminação da sífilis congênita — quando a doença é transmitida da mãe para o filho durante a gravidez.

Cobra venenosa, a Surucucu é uma espécie que habita a Amazônia e é encontrada em vários países da América Latina. Foto: Flickr (CC)/Wayne W G

Centro da ONU e Instituto Butantan avaliam produção regional de remédios para envenenamento

O Centro Pan-Americano de Febre Aftosa (PANAFTOSA), vinculado às Nações Unidas, participou neste mês de um encontro de especialistas latino-americanos sobre o fornecimento regional de soros para tratar envenenamento.

Realizado no Instituto Butantan, em São Paulo, o evento reuniu representantes de laboratórios da Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Equador, México, Peru e Venezuela.

De madrugada, pais e crianças atravessam rua a caminho da escola no distrito de Songinokhairkhan, Ulaanbaatar, na Mongólia, onde os níveis de poluição do ar são os mais elevados da cidade. Foto: UNICEF/Mungunkhishig Batbaatar

OMS: 9 em cada 10 crianças estão expostas à poluição do ar no mundo

A poluição do ar está prejudicando o desenvolvimento cerebral de crianças no mundo inteiro, afetando sua saúde de mais maneiras do que o antecipado anteriormente, informou nesta segunda-feira (29) a Organização Mundial da Saúde (OMS).

As conclusões da OMS – divulgadas na véspera da primeira Conferência Global sobre Poluição do Ar e Saúde, em Genebra – incluem a estimativa de que 600 mil crianças tenham morrido de infecções respiratórias agudas causadas pela poluição do ar em 2016.

Um centro de recepção e documentação inaugurado pelo governo federal com apoio do Sistema ONU Brasil na cidade de Pacaraima está há um mês identificando e emitindo documentos para pessoas vindas da Venezuela. Foto: ACNUR/Reynesson Damasceno

ESPECIAL: ONU Brasil apoia governo federal na recepção de refugiados e migrantes venezuelanos

A crise na Venezuela tem gerado um forte aumento no fluxo de entrada de venezuelanos no Brasil. Eles deixam o país por razões como insegurança e perda de renda devido à crise econômica. Desde 2015, mais de 85 mil venezuelanas e venezuelanos procuraram a Polícia Federal para solicitar refúgio ou residência.

As agências da ONU no Brasil têm apoiado os governos municipal, estadual e federal no recebimento dos venezuelanos tanto por meio do ordenamento de fronteira, abrigamento, atendimento de saúde e processo de interiorização.

Confira neste documentário especial produzido pela ONU Brasil.

ONU Brasil reuniu cerca de 120 pessoas em Brasília (DF) na sexta-feira (19) para o 3º Simulado do Conselho de Direitos Humanos. Foto: UNFPA

ONU reúne 120 pessoas em Brasília para simulado sobre Conselho de Direitos Humanos

No ano de comemoração dos 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos e dos 20 anos da Declaração sobre Defensores de Direitos Humanos, a ONU Brasil reuniu cerca de 120 pessoas em Brasília (DF) na sexta-feira (19) para o 3º Simulado do Conselho de Direitos Humanos. O evento aconteceu na sede da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS) e teve participação de estudantes de graduação, docentes e representantes de organizações da sociedade civil.

Campanha de vacinação contra o sarampo no Paraguai. Foto: OPAS

OPAS: sobe para 8 mil número de casos confirmados de sarampo nas Américas

O número de casos confirmados de sarampo na região das Américas cresceu 22% em um mês, conforme a mais recente atualização epidemiológica da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), com dados fechados no dia 24 de outubro. Os números são motivo de preocupação, uma vez que o vírus causador do sarampo se espalha muito rapidamente. Por isso, a organização afirma ser importante manter e fortalecer as atividades de resposta na região.

Para controlar a propagação da doença nas Américas, a OPAS recomenda aos países que mantenham a cobertura vacinal em ao menos 95% e fortaleçam a vigilância epidemiológica, a fim de aumentar a imunidade da população e detectar/responder rapidamente a casos suspeitos de sarampo.

Campanha de vacinação contra o sarampo no Brasil. Foto: Ministério da Saúde/Erasmo Salomão

Países assinam declaração para atingir cobertura universal de saúde

Países de todo o mundo assinaram nesta quinta-feira (25) a Declaração de Astana, prometendo fortalecer seus sistemas de atenção primária de saúde como um passo essencial para alcançar a cobertura universal. O documento reafirma a histórica Declaração de Alma-Ata de 1978 – primeira vez que líderes mundiais se comprometeram com o tema.

Embora a Declaração de Alma-Ata de 1978 tenha estabelecido uma base para os cuidados primários de saúde, o progresso nas últimas quatro décadas tem sido desigual. Pelo menos metade da população mundial não tem acesso a serviços essenciais de saúde – incluindo cuidados para doenças não transmissíveis e transmissíveis, saúde materno-infantil, saúde mental e saúde sexual e reprodutiva.