VÍDEO: México um mês após os terremotos

Há um mês, no dia 19 de setembro de 2017, um terremoto de de magnitude 7.1 sacudiu o centro do México, 12 dias depois após outro movimento telúrico ter atingido o sudeste do país, especialmente as regiões de Oaxaca e Chiapas – e exatos 32 anos depois do terrível terremoto de 1985.

Os terremotos recentes deixaram um saldo de pelo menos 400 pessoas mortas, danos a mais de 150 mil habitações, 12 escolas e 1,5 mil monumentos históricos. Os tremores foram seguidos de um imenso impulso de solidariedade – por parte da população, da comunidade internacional e das Nações Unidas. Confira nesse vídeo do Centro de Informação da ONU na região.

Escombros de edifício danificado por carro-bomba em Modadishu, capital da Somália. Foto: ONU/Tobin Jones

ONU toma ações humanitárias coordenadas em resposta a ataque na Somália

O conjunto de agências e programas das Nações Unidas, num esforço coletivo e coordenado, continua trabalhando para dar suporte à recuperação de Mogadíscio, capital da Somália, após o pior atentado da história do país, que matou ao menos 300 pessoas e feriu um número ainda maior no último sábado (14).

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e o Escritório de Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) estão entre as entidades da organização atuando em campo.

Bebê de nove dias na cidade de Bambaya, no distrito de Kono, em Serra Leoa. Foto: UNICEF/Phelps

ONU: 7 mil recém-nascidos morrem por dia no mundo

A cada dia de 2016, 15 mil crianças morreram antes do seu quinto aniversário. Quase metade delas – ou 7 mil bebês – faleceu nos primeiros 28 dias de vida, segundo relatório divulgado nesta semana (19) pela ONU. Documento aponta queda na mortalidade geral de crianças com menos de cinco anos, mas identifica alta na proporção de bebês que morrem durante o período neonatal.

Levantamento de agências das Nações Unidas aponta que, na África Subsaariana, uma a cada 36 crianças morre no primeiro mês de vida. Em países desenvolvidos, a taxa é de uma a cada 333.

Segundo a OPAS, é necessário que todos os setores do governo — responsáveis por agricultura, comércio e desenvolvimento urbano —, promovam políticas públicas coerentes que facilitem a opção por uma vida saudável. Foto: EBC

ONU pede coerência nas políticas públicas das Américas para facilitar vida saudável

As Américas apresentam os maiores níveis de sobrepeso e obesidade do mundo e os níveis mais baixos de atividade física. Esses fatores aumentam o risco de doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), principais causas de morte na região.

Para reverter essa tendência, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) sugere que os países da região adotem políticas públicas coerentes — nos setores agrícola, de comércio e desenvolvimento urbano —, de forma a facilitar a opção por uma vida mais saudável por parte de seus cidadãos.

Em Fortaleza (Ceará), Valeska Nunes da Silva (direita), 22 anos, por pouco não perdeu a vida ao dar à luz. Foto: OPAS/OMS

Oficinas para profissionais de saúde salvam vidas de centenas de mães e bebês no Brasil

As oficinas da estratégia Zero Morte Materna por Hemorragia, desenvolvidas pela Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) e o Ministério da Saúde do Brasil, têm ajudado a salvar as vidas de centenas de mães e bebês.

Oito estados foram elencados como prioritários para receber a estratégia. “Esses estados são convidados a escrever um plano de ação estadual para o enfrentamento da mortalidade e a enviar profissionais para a formação, além de seguir com a estratégia para dentro de suas regiões e unidades de saúde”, explicou Mônica dos Reis, consultora de saúde da mulher da OPAS/OMS no Brasil.

O Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde (BIREME) inaugurou em São Paulo um mural para celebrar seus 50 anos de história. Foto: OPAS/OMS

Centro de ciências da saúde inaugura mural histórico para celebrar seus 50 anos

O Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde (BIREME) inaugurou na sexta-feira (6), em São Paulo, um mural para celebrar seus 50 anos de história.

Para o representante da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) no Brasil, Joaquín Molina, o centro é importante porque fornece ferramentas que ajudam a transformar informações difusas em conhecimento.

“É isso que nos permite tomar as decisões mais acertadas para ajudar os países a cumprirem os compromissos internacionais que assumiram, garantindo assim a melhoria da saúde da população.”

Destruição provocada por furacão Maria na ilha de Dominica. Foto: IRIN/Ben Parker

Nações Unidas apoiam retomada do saneamento em ilhas do Caribe afetadas por furacões

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) está apoiando as ilhas afetadas pelos furacões Irma e Maria com o envio de especialistas e insumos, particularmente para as ilhas de Anguilla, Antígua e Barbuda, Ilhas Virgens Britânicas, Dominica e Ilhas Turcas e Caicos, segundo o Departamento de Emergências em Saúde da agência das Nações Unidas.

Em coordenação com seus parceiros, a OPAS tem agora centros de logística operando em Barbados, Panamá e Antígua e Barbuda, com o objetivo de entregar insumos médicos de emergência e equipamentos, geradores, recipientes d’água, tabletes de cloro e outros insumos para reparar os danificados sistemas de fornecimento de água e de gestão de dejetos.

O número total de pessoas que sofrem com a fome na América Latina e no Caribe aumentou, o que está revertendo décadas de progressos. Foto: EBC

Relatório da ONU pede continuidade de políticas de combate à fome no Brasil

Relatório da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) mostrou que o Brasil manteve o indicador da fome abaixo dos 2,5% nos últimos anos, o que faz com que a meta de erradicação possa ser cumprida em 2030 caso haja continuidade de políticas públicas voltadas às populações mais vulneráveis.

“Hoje, o Brasil é um país de referência em políticas públicas de combate à fome. Mas para que continue no caminho certo e atinja a meta até 2030, é necessário que os investimentos em políticas públicas focadas às populações mais vulneráveis continuem acontecendo de maneira efetiva”, destaca Alan Bojanic, representante da FAO no Brasil.

Segundo a OMS, um ambiente de trabalho negativo pode levar a problemas de saúde física e mental, uso abusivo de drogas ou álcool, faltas e perda de produtividade. Foto: EBC

OMS: empresas devem promover saúde mental de funcionários no ambiente trabalho

No Dia Mundial da Saúde Mental, a Organização Mundial da Saúde (OMS) lembra a importância de empresas e gestores do mundo todo adotarem iniciativas que promovam o bem-estar físico e psicológico de funcionários no ambiente de trabalho.

A agência da ONU lembra que alguns dos principais fatores de risco para a saúde mental de trabalhadores são assédio e bullying, excesso de trabalho, jornadas inflexíveis, ameaça de desemprego, entre outros.

Segundo a OMS, as empresas podem adotar intervenções como parte de uma estratégia integrada de saúde e bem-estar que inclua prevenção, identificação precoce, apoio e reabilitação.

Foto: OPAS/OMS

Agência da ONU cita queda da mortalidade infantil e de casos de malária nas Américas

A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) apresentou na Universidade de São Paulo (USP) na sexta-feira (6) relatório que analisa tendências, desafios e condições de saúde nas Américas.

Segundo a agência da ONU, houve avanços na redução da mortalidade infantil e de casos de malária e oncocercose na região. Mas ainda há iniquidades que precisam ser enfrentadas, tanto entre os países como dentro deles, salientou.

A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) no Brasil recebeu homenagem pela contribuição que tem dado para o aprimoramento do Sistema Único de Saúde (SUS) brasileiro. Foto: EBC

Análises epidemiológicas devem refletir sobre aspectos sociais da saúde, defende agência da ONU

Análises epidemiológicas precisam levar em conta as determinantes sociais da saúde, bem como adotar perspectivas de gênero. A recomendação é do representante da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) no Brasil, Joaquín Molina. Durante participação na abertura do 10º Congresso Brasileiro de Epidemiologia, o dirigente da agência da ONU também reiterou o apoio do organismo ao Sistema Único de Saúde (SUS) brasileiro.

Mais Médicos aumentou número de pessoas atendidas e qualidade dos serviços de saúde. Imagem: OPAS

Mais Médicos ajuda Brasil a alcançar metas de saúde universal, avalia OPAS

Em visita a São Paulo, a diretora adjunta da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Isabella Danel, elogiou o Mais Médicos, descrito como “um êxito” por ampliar o acesso à atenção primária. “O fortalecimento desse setor é primordial para a saúde universal”, defendeu a especialista durante ida ao Hospital Municipal Infantil Menino Jesus. Atualmente, o município conta com 262 profissionais do Mais Médicos. Desses, 78 são cubanos.

Fábrica da Natex, produtora de preservativos à base de látex natural, receberá visita de equipe do UNFPA. Foto: SECOM

ONU recebe inscrições para avaliação de produtos de saúde sexual e reprodutiva

Até 15 de novembro, o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) receberá inscrições de empresas brasileiras da área de saúde sexual e reprodutiva que desejem ter seus produtos avaliados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A chamada é para fornecedores de contraceptivos hormonais injetáveis. Avaliação é uma das etapas do processo que aprova quais companhias podem vender produtos para programa de abastecimento da ONU.

Foto de capa do plano criado pela Global Task Force on Cholera Control (GTFCC). Foto: OMS/Acland

ONU e parceiros se comprometem a reduzir mortes por cólera em 90% até 2030

Uma nova e ambiciosa estratégia para reduzir em 90% o número de mortes por cólera até 2030 foi lançada nesta quarta-feira (4) pela Global Task Force on Cholera Control (GTFCC), uma rede diversificada de mais de 50 agências internacionais, instituições acadêmicas e ONGs que apoiam países afetado pela doença.

“A OMS se orgulha de fazer parte desta nova iniciativa conjunta para deter as mortes por cólera. A doença tem um maior impacto sobre as pessoas pobres e vulneráveis – isso é inaceitável. O Global Roadmap é a melhor maneira de acabar com isso”, disse Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS.

A brasileira Mariângela Batista Galvão Simão foi nomeada diretora-geral assistente para Acesso a Medicamentos, Vacinas e Produtos Farmacêuticos da Organização Mundial da Saúde (OMS). Foto: UNAIDS

Brasileira é nomeada diretora da OMS para acesso a medicamentos e vacinas

A brasileira Mariângela Batista Galvão Simão foi nomeada diretora-geral assistente para acesso a medicamentos, vacinas e produtos farmacêuticos da Organização Mundial da Saúde (OMS), informou a agência das Nações Unidas.

Anteriormente, ela atuava como diretora do Departamento de Direitos, Gênero, Prevenção e Mobilização Comunitária do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS). Tem mais de 30 anos de experiência no sistema brasileiro de saúde pública e teve papel ativo na ampliação e descentralização dos serviços de saúde no país, de acordo com a OMS.

A Conferência Sanitária Pan-Americana é a autoridade suprema da OPAS e se reúne a cada cinco anos para determinar suas políticas e prioridades na área da saúde. Foto: Banco Mundial

Países das Américas aprovam estratégia para aprimorar habilidades de profissionais de saúde

Uma nova estratégia aprovada nesta quinta-feira (28) pela 29ª Conferência Sanitária Pan-Americana, promovida pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), tem como objetivo orientar as políticas nacionais de recursos humanos para a saúde nos países das Américas. O intuito é cobrir a escassez de profissionais de saúde, melhorar sua distribuição geográfica e aprimorar suas habilidades para alcançar a saúde universal e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) até 2030.

Tabagismo é a causa de 7 milhões de mortes ao ano. Foto: PEXELS

OMS diz que não se envolverá com fundação de combate ao tabagismo financiada pela Philip Morris

A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu comunicado na quinta-feira (28) afirmando que não se envolverá com as atividades de uma nova entidade de combate ao tabagismo, a Foundation for a Smoke-Free World, financiada pela empresa de tabaco Philip Morris International.

“Quando se trata da Foundation for a Smoke-Free World, há uma série de conflitos de interesses claros envolvidos com uma empresa de tabaco que financia uma suposta fundação de saúde, particularmente se promove a venda de tabaco e também de outros produtos encontrados no portfólio dessa empresa”, disse a agência da ONU.

Comitiva formada por profissionais do UNFPA, da OPAS e do Ministério da Saúde em visita à União Química, em Brasília. Foto: Divulgação/União Química

ONU visita laboratório brasileiro interessado em fornecer produtos para organismos internacionais

Representantes do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e do Ministério da Saúde visitaram na última semana (21) a fábrica da União Química em Brasília. Laboratório quer levar seus produtos para o mercado internacional de fornecedores que abastecem as agências da ONU. Organismos internacionais têm incentivado participação brasileira nas cadeias de produtos de saúde.

Quando abortos são feitos de acordo com as diretrizes e padrões da OMS, o risco de complicações severas ou de morte é insignificante, disse a agência da ONU. Foto: Agência Brasil/Fernando Frazão.

OMS: proibição não reduz número de abortos e aumenta procedimentos inseguros

Globalmente, mais de 25 milhões de abortos inseguros (45% do total) ocorrem anualmente, segundo estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS). A maioria é realizada em países em desenvolvimento de África, Ásia e América Latina.

O estudo mostrou que a restrição ou proibição do acesso não reduz o número de abortos. Além disso, em países onde o aborto é completa ou parcialmente proibido, um em cada quatro abortos é seguro. Em países onde o aborto é legal, nove entre dez são realizados de maneira segura.

Quando os abortos são feitos de acordo com as diretrizes e padrões da OMS, o risco de complicações severas ou de morte é insignificante, explicou a agência da ONU.

Luis, de apenas um ano de idade, e sua mãe, Maria Broncano Mejia, indígenas quechua que vivem na comunidade andina de Llacuash, no Peru. Foto: UNICEF/Roger LeMoyne

Países das Américas comprometem-se a melhorar saúde de indígenas, afrodescendentes e ciganos

Ministros dos países das Américas adotaram nesta terça-feira (26) em Washington D.C. (EUA) uma nova política sobre etnicidade e saúde, na qual se comprometem a eliminar os obstáculos que as populações indígenas, afrodescendentes e povos ciganos enfrentam nessa área.

A mortalidade materna e infantil nas populações indígena e afrodescendente das Américas é habitualmente mais elevada. Em alguns países, as taxas de infecção por HIV são nove vezes maiores entre a população afrodescendente em comparação à população branca e os índices de desnutrição infantil entre indígenas são superiores aos da população em geral.

OPAS promoveu debate sobre desafios da população trans no Dia Laranja. Foto: OPAS

Em Dia Laranja, agência da ONU discute desafios enfrentados pela população trans

Para marcar mais um Dia Laranja pelo Fim da Violência contra as Mulheres, lembrado no dia 25 de cada mês, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) promoveu na segunda-feira, em Brasília, uma roda de conversa sobre a discriminação enfrentada por pessoas trans no ambiente de trabalho. Um exemplo comum, mas que com frequência suscita dúvidas e pode causar constrangimentos, é o de qual banheiro indicar para um indivíduo transexual.

Expectativa média de vida aumentou 16 anos nas Américas ao longo dos últimos 45 anos. Foto: OPAS

Expectativa de vida chega a 75 anos nas Américas, revela agência de saúde da ONU

A população das Américas ganhou 16 anos de vida a mais, em média, nos últimos 45 anos. Agora, uma pessoa nascida no continente pode viver até 75 anos, quase cinco a mais do que a expectativa global. O número foi divulgado nesta terça-feira (26) pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). Agência celebrou conquistas para a longevidade da população, mas chamou atenção para desigualdades regionais e riscos crescentes, como as doenças não transmissíveis.

Carissa Etienne, diretora da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). Foto: OMS

ONU destaca erradicação de doenças nas Américas como conquistas dos últimos 5 anos

Em relatório apresentado na segunda-feira (25) aos Estados-membros da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), a diretora da instituição, Carissa Etienne, lembrou a eliminação regional da rubéola, da síndrome da rubéola congênita e do sarampo. Outras conquistas incluem a erradicação da oncocercose na Colômbia, Equador, Guatemala e México; da doença de Chagas no Brasil, Chile e Paraguai; e do tracoma no México.

Anastasia Chairet, de sete anos, atravessa uma ponte improvisada após a passagem do furacão Irma pelas ilhas Turks e Cacos, no Caribe. Foto: UNICEF/Manuel Moreno Gonzalez

Mudanças climáticas têm consequências devastadoras para a saúde da população, diz OMS

Os furacões Irma e Maria, que devastaram o Caribe, são “um trágico lembrete de que o clima do nosso mundo está mudando, com efeitos devastadores para a saúde”, alertou o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus. Declaração foi feita na abertura da 29ª Conferência Pan-Americana da Saúde, que teve início nesta segunda-feira (25), em Washington. Fenômenos naturais ocuparam o centro dos debates.

A Conferência Pan-Americana da Saúde reunirá até o final da semana (29) representantes de todos os Estados-membros da OPAS para discutir os rumos da cooperação técnica que a agência desenvolve com cada país. O evento acontece apenas de cinco em cinco anos, sendo a instância deliberativa mais elevada do organismo regional. Durante o encontro, as nações que integram a OPAS escolherão um novo diretor para a entidade.

A raiva transmitida por cães aos humanos continua representando um problema na região das Américas, particularmente na ilha de La Española (Haiti e República Dominicana). Foto: Chefjancris/Flickr (CC)

Haiti e República Dominicana ampliam esforços para eliminação da raiva transmitida por cães

A raiva transmitida por cães aos humanos continua representando um problema na região das Américas, particularmente na ilha de La Española (Haiti e República Dominicana), onde continuam sendo notificados casos de raiva humana.

As representações da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) desses dois países, em coordenação com o Centro Pan-Americano de Febre Aftosa e Saúde Pública Veterinária (PANAFTOSA), organizaram no início de setembro reunião binacional para discutir projeto para a eliminação da raiva transmitida por cães aos humanos na ilha.

Haiti conseguiu eliminar tétano materno e neonatal. Foto: UNICEF/Michelle Marrion

Região das Américas elimina tétano materno e neonatal

Os países das Américas eliminaram o tétano materno e neonatal, doença conhecida pela sigla TMN e responsável pela morte de mais de 10 mil recém-nascidos por ano na região. A erradicação foi declarada este ano no Haiti, o que permitiu a organismos internacionais considerar todas as nações americanas livres da infecção. Anúncio foi feito nesta semana (21) pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

OMS atualiza Lista de Medicamentos Essenciais com novas recomendações sobre uso de antibióticos. Foto: ONU

Mundo está ficando sem antibióticos eficazes para tratar infecções, afirma OMS

Novo relatório publicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) na terça-feira (19) indicou uma séria falta de novos antibióticos em desenvolvimento para combater a crescente ameaça da resistência antimicrobiana.

“Existe uma necessidade urgente de mais investimentos em pesquisa e desenvolvimento para infecções resistentes a antibióticos, incluindo tuberculose. Caso contrário, seremos forçados a voltar a uma época em que as pessoas temiam infecções comuns e arriscavam suas vidas em uma pequena cirurgia”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

Profissionais da OPAS e de outras organizações de assistência nas Ilhas Virgens Britânicas. Foto: OPAS

OPAS auxilia países do Caribe a enfrentar devastação dos furacões Maria e Irma

Com a passagem dos furacões Maria e Irma pelo Caribe, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) decidiu enviar suprimentos médicos e humanitários para as ilhas afetadas, além de profissionais de atendimento. Apoio internacional visa suprir escassez de serviços e reparar instalações de saúde destruídas. Na segunda-feira (18), Dominica foi atingida pelo Maria, que chegou ao solo como um furacão de categoria cinco e com ventos de 250 km/h.

Mulher em um abrigo para meninas e mulheres que sofreram violência sexual e de gênero, em Mogadíscio, capital da Somália. Foto: UNICEF / Kate Holt

UNFPA defende parâmetros comuns para combater violência de gênero em crises humanitárias

Em fórum internacional sobre violência de gênero, realizado no Rio de Janeiro, o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) defendeu na segunda-feira (18) a implementação dos Padrões Mínimos Globais para a prevenção desse tipo de abuso em situações de emergência. Parâmetros da agência da ONU contêm orientações sobre como combater violações enfrentadas por mulheres em zonas de conflito e catástrofes naturais.

A violência contra as mulheres – particularmente a violência por parte de parceiros e a violência sexual – é um grande problema de saúde pública e de violação dos direitos humanos das mulheres. Foto: George Campos/USP Imagens

ONU destaca importância das parcerias para acabar com a violência de gênero

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) destacaram nesta terça-feira (19) a importância das parcerias para acabar com a violência contra a mulher, durante a abertura do Fórum da Iniciativa para Pesquisa em Violência Sexual 2017, que ocorre até quinta-feira (21) no Rio de Janeiro.

“A violência contra a mulher é um tema complexo que precisa de soluções complexas. Nenhum ator sozinho conseguirá resolver isso. Precisamos de uma ação conjunta para conseguir acabar com esse problema de saúde pública”, disse Claudia Garcia-Moreno, coordenadora da área de violência contra a mulher no Departamento de Saúde Reprodutiva e Pesquisa da sede da OMS.