Pessoas usam máscaras enquanto aguardam nos portões de chegada do Aeroporto Internacional Bao'an de Shenzhen, na China. Foto: ONU/Jing Zhang

OMS: coronavírus ainda não constitui emergência de saúde pública internacional

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou na quinta-feira (23), em Genebra, na Suíça, que o novo tipo do coronavírus (2019-nCoV) detectado primeiramente na cidade chinesa de Wuhan, no fim do ano passado, não configura uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII). A OMS avalia como muito alto o nível de risco do surto na China e como alto o nível de risco regional e mundial.

HIV e doenças infecciosas estão entre principais desafios de saúde para a década

Dados do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) apontam que, até o fim de 2018, 37,9 milhões de pessoas estavam vivendo com HIV, mas o número de mortes relacionadas à AIDS caiu à medida que o acesso ao tratamento foi expandido em diversos países e mais progressos feitos na melhoria da prestação de serviços de HIV e tuberculose.

Entretanto, apesar dos esforços globais, segundo a OMS, casos de HIV, tuberculose, hepatites, malária, entre outros, ainda serão responsáveis pela morte de 4 milhões de pessoas em 2020.

Embora mais de 40 casos tenham sido relatados na China, Tailândia e Japão, "não há evidências que sugiram que a transmissão de pessoa para pessoa ocorra facilmente", afirma o alerta. Foto: Unsplash/Michael Amadeus

OPAS emite alerta epidemiológico para as Américas sobre novo coronavírus

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS) emitiu um alerta aos seus países-membros sobre o novo coronavírus (nCoV), recomendando que os profissionais de saúde tenham acesso a informações atualizadas sobre a doença.

Os coronavírus (CoV) são uma grande família de vírus que causam doenças que variam do resfriado comum a doenças mais graves, como a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS-CoV) e a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS-CoV).

Centro inaugurado em Manaus oferece apoio para refugiados e migrantes na cidade. Foto: ACNUR/Felipe Irnaldo

Posto em Manaus (AM) atende mais de 5 mil refugiados e migrantes em dois meses

Com cerca de 224 mil venezuelanos no país, a coleta dos dados facilita a resposta local, apoia a adequação de serviços básicos como saúde, educação e abrigamento, e auxilia o mapeamento de fluxos de mobilidade internamente.

Para facilitar esses serviços em Manaus (AM), um novo Posto de Interiorização e Triagem foi inaugurado há dois meses para atender a comunidade refugiada e migrante, com serviços de documentação, registro, vacinação e encaminhamento para a estratégia de interiorização.

Enfermeiras no Hospital da Lagoa, no Rio de Janeiro (RJ). Foto: Ministério da Saúde

OMS define 2020 como ano internacional dos profissionais de enfermagem e obstetrícia

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) celebrarão em 2020 o ano internacional de profissionais de enfermagem e obstetrícia.

Designado pela Assembleia Mundial da Saúde de 2019, o marco comemorativo tem o objetivo de reconhecer o trabalho feito por enfermeiras, enfermeiros e parteiras em todo o mundo, bem como de defender mais investimentos para esses profissionais e melhorar suas condições de trabalho, educação e desenvolvimento profissional.

Mercado de alimentos em San Lucas Tolimán, na Guatemala. Foto: Banco Mundial/Curt Carnemark

Revista lança série de artigos sobre Década de Ação da ONU sobre Nutrição

A Revista Pan-Americana de Saúde Pública lançou, nas últimas semanas, uma série de artigos sobre a Década de Ação das Nações Unidas pela Nutrição (2016-2025), com foco em experiências do Brasil.

Os quatro textos tratam de guias alimentares, implementação de políticas públicas e prevenção e controle da obesidade, além de outras ações para estimular uma alimentação saudável e sustentável.

Campanha de vacinação contra o sarampo no Brasil. Foto: Ministério da Saúde/Erasmo Salomão

Região das Américas confirma mais de 15 mil casos de sarampo neste ano

A região das Américas teve 15.802 casos confirmados de sarampo neste ano, incluindo 18 mortes. Os dados são da mais recente atualização epidemiológica da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS).

A doença foi notificada por 14 países e territórios, de 1º janeiro a 12 de dezembro, sendo a maior proporção registrada no Brasil (13.489 casos), Estados Unidos (1.276) e Venezuela (552). A OPAS tem apoiado diversas ações dos países, inclusive com fornecimento de vacinas.

Brasileiros se protegem do sol forte e altas temperaturas em Brasília. Foto:Agência Brasil/Fabio Rodrigues Pozzebom

OMS chama países do Hemisfério Sul a se prepararem para ondas de calor

Frente às ondas de calor que afetaram Austrália, Canadá, Estados Unidos, Europa, Índia, Paquistão e Japão em 2019 e as previsões de que esse fenômeno atingirá várias partes da América do Sul, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) pedem aos países da região que se preparem para os impactos na saúde das pessoas, incluindo a possibilidade de mortes.

Nos últimos 12 meses, 24 países das Américas foram afetados por ondas de calor, entre eles Argentina, Bahamas, Barbados, Bolívia, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, El Salvador, Estados Unidos, Honduras, Guatemala, Jamaica, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana, Venezuela e Uruguai.

Qualquer nível de exposição à fumaça do tabaco apresenta riscos. A melhor maneira de prevenir doenças respiratórias e melhorar a saúde dos pulmões é evitar o consumo do tabaco e a exposição ao fumo passivo. Foto: Município de Aracruz

Pela 1ª vez, OMS vê queda no consumo de tabaco entre homens no mundo

Pela primeira vez, a Organização Mundial da Saúde (OMS) observa que o número de homens que consomem tabaco está em declínio, indicando uma poderosa mudança na epidemia global do tabaco. As descobertas, publicadas nesta quinta-feira (19) em um novo relatório da OMS, revelam como as ações lideradas pelos governos podem proteger as comunidades do tabaco, salvar vidas e impedir que as pessoas sofram danos relacionados ao tabaco.

Cada vez mais países estão implementando medidas eficazes de controle do tabaco, que estão tendo o efeito desejado de reduzir seu consumo. Os impostos sobre o tabaco não apenas ajudam a reduzir o uso e os custos com saúde, mas também representam um fluxo de receita para o financiamento do desenvolvimento em muitos países.

Ação de saúde pública para controlar vetores da malária em Machadinho D'Oeste, em Rondônia. Foto: OPAS

Conheça as localidades brasileiras que são Campeãs contra a Malária nas Américas

Contraída por meio da picada de um mosquito infectado, a malária é uma das principais causas de mortes no mundo, com 228 milhões de casos e 405 mil mortes em 2018. Nas Américas, a transmissão permanece endêmica em 19 países e territórios — entre eles, o Brasil. Por isso, diversas localidades brasileiras têm utilizado estratégias eficazes para eliminar a doença.

Várias delas foram finalistas do prêmio “Campeões contra a Malária nas Américas”, promovido desde 2009 pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). Saiba mais sobre cada uma.

Sobrepeso e obesidade têm crescido nos países latino-americanos e caribenhos, alertam agências da ONU. Foto: EBC

OMS: um em cada três países de baixa e média renda enfrenta extremos da má nutrição

É necessária uma nova abordagem para ajudar a reduzir a desnutrição e a obesidade, à medida que ambos os problemas se tornam cada vez mais relacionados às rápidas mudanças nos sistemas alimentares dos países. A conclusão é de relatório composto por artigos da revista científica The Lancet.

“A nova realidade nutricional é impulsionada por mudanças no sistema alimentar, que aumentam a disponibilidade de alimentos ultraprocessados, associados ao aumento de peso, além de afetar adversamente as dietas de bebês e crianças em idade pré-escolar”, disse o autor do relatório, professor Barry Popkin, da Universidade da Carolina do Norte (EUA).

Um dos objetivos do seminário foi capacitar os técnicos para a preparação a eventuais emergências de febre aftosa. Foto: OPAS

Centro Pan-Americano de Febre Aftosa discute cooperação com Ministério da Agricultura

A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) do Brasil, Tereza Cristina, recebeu o diretor do Centro Pan-Americano de Febre Aftosa e Saúde Pública Veterinária (PANAFTOSA), Ottorino Cosivi, para uma audiência em Brasília (DF) no fim de novembro na qual foram discutidas possibilidades de projetos de cooperação.

Tais iniciativas ajudarão a melhorar a eficiência do sistema de inspeção e segurança dos alimentos, e contribuirão para o avanço do Programa Hemisférico para a Erradicação da Febre Aftosa (PHEFA) nas Américas.

Cooperação irá criar um banco de dados dos médicos ativos nas emergências brasileiras, além de capacitá-los no processo de doação de órgãos. Foto: Tânia Rêgo/ABr.

OPAS assina parceria para fortalecer sistema brasileiro de transplantes

Firmado na última quinta-feira (12), acordo entre a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e a Associação Brasileira de Medicina de Emergências (ABRAMEDE) visa trabalhar em melhorias para o Sistema Nacional de Transplantes (SNT) brasileiro, considerado o maior do mundo.

Esforços incluem a criação de uma base de dados dos médicos ativos nas emergências brasileiras, através do mapeamento nos Serviços de Atendimento Móvel de Urgência (SAMUs), nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e nos serviços hospitalares de emergência.

Iniciativa do projeto é do Ministério da Saúde, e também prevê capacitações no processo de doação de órgãos aos médicos da rede pública. Segundo a representante da OPAS no Brasil, Socorro Gross, o projeto inova ao unir estrategicamente os temas da emergência e do transplante de órgãos.

Programa 'Criança Feliz' de Atenção à Primeira Infância do governo federal já promove a transformação na vida de mais de 754 mil crianças e gestantes entre as famílias mais pobres do país. Foto: Ministério da Cidadania.

Ministério da Cidadania homenageia OPAS/OMS por apoio ao projeto Criança Feliz

A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) recebeu do Ministério da Cidadania prêmio pelo apoio concedido ao Projeto de Atenção à Primeira Infância do governo federal, Criança Feliz.

Placa em homenagem ao trabalho da agência foi entregue na última quinta-feira (12) à representante da OPAS e da OMS no Brasil, Socorro Gross, pelo ministro Osmar Terra. Na ocasião, Organização das Nações Unidas no Brasil, Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) também receberam homenagens.

O Criança Feliz atua desde 2016 em 2.787 municípios brasileiros e já alcançou mais de 850 mil crianças e gestantes. Trabalho articula setores da saúde; assistência social; educação; justiça; cultura; e direitos humanos, e promove o acompanhamento e o desenvolvimento saudável de crianças até seis anos de idade, auxiliando na redução das desigualdades e a erradicação da pobreza no país.

O Centro Pan-Americano de Febre Aftosa (PANAFTOSA) é um centro científico da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) localizado em Duque de Caxias, Rio de Janeiro. Foto: PANAFTOSA

Reunião no Rio visa discutir plano regional de erradicação da febre aftosa

Acontece até esta sexta-feira (13) no Rio de Janeiro (RJ) a reunião para discussão e análise dos delineamentos estratégicos e necessidades de ação do Programa Hemisférico para a Erradicação da Febre Aftosa (PHEFA), com base na elaboração do novo Plano de Ação 2021-2025, coordenado pelo Centro Pan-Americano de Febre Aftosa e Saúde Pública Veterinária (PANAFTOSA) com a colaboração de um grupo de especialistas da região.

OPAS defende sistemas de saúde baseados numa atenção primária forte. Foto: Flickr/Portal PBH

Países precisam reduzir barreiras de acesso e aumentar financiamento à atenção primária de saúde

A saúde universal nas Américas só pode ser alcançada se os países reduzirem as barreiras ao acesso e aumentarem o investimento na atenção primária. Durante a celebração do Dia da Saúde Universal deste ano, 12 de dezembro, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) instou os países a implementar essas medidas para garantir que todas as pessoas tenham acesso aos serviços de saúde de que precisam.

“Buscamos não apenas a disponibilidade, mas também o acesso, a qualidade dos medicamentos e a informação e educação de profissionais e pacientes”, Tomás Pipo, coordenador de Medicamentos e Tecnologias em Saúde do escritório da OPAS e da OMS no Brasil. Foto: Freestocks/CC.

OPAS: Uso racional de medicamentos é elemento chave para alcançar metas dos ODS

Presente no 7º Congresso Brasileiro sobre o Uso Racional de Medicamentos, em Brasília, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) recomenda que os países adotem estratégias abrangentes e integradas para a avaliação, seleção, adoção e utilização de medicamentos e outras tecnologias de saúde.

“Buscamos não apenas a disponibilidade, mas também o acesso, a qualidade dos medicamentos e a informação e educação de profissionais e pacientes”, afirmou o coordenador de Medicamentos e Tecnologias em Saúde do escritório da OPAS e da Organização Mundial da Saúde (OMS) no Brasil, Tomás Pipo, em fala na abertura do evento (10).

Congresso é organizado pelo Ministério da Saúde, por meio do Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos (DAF) da Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde, e reúne, até quinta-feira (12), gestores, profissionais de saúde, estudantes e outros interessados em debater os desafios e as perspectivas para o uso racional de medicamentos na prática interprofissional.

Menino que fugiu de uma aldeia ao sul de Mossul, no Iraque, recebe vacina contra sarampo de um agende de saúde do governo apoiado pelo Iraque. Foto: UNICEF/Lindsay Mackenzie

Mais de 140 mil morrem de sarampo no mundo à medida que casos aumentam

Mais de 140 mil pessoas no mundo morreram em decorrência do sarampo em 2018, de acordo com novas estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS) e dos Centros para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos. Essas mortes ocorreram em um momento em que os casos de sarampo aumentaram globalmente, com surtos em todas as regiões.

Em 2018, os países mais afetados – aqueles com a maior taxa de incidência da doença – foram a República Democrática do Congo, Libéria, Madagascar, Somália e Ucrânia. Esses cinco países foram responsáveis por quase metade de todos os casos de sarampo no mundo.

Especialista em saúde pública em treinamento do GOARD para uso da ferramenta Go.Data na República Democrática do Congo. Foto: OMS.

OMS introduz no Brasil ferramenta digital para controle de surtos de doenças

A Rede Global de Alerta e Resposta a Surtos (GOARN), uma parceria técnica internacional coordenada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), introduziu no Brasil, em evento em Brasília na última terça-feira (3), a ferramenta Go.Data para epidemiologistas.

Disponível para ser usado on-line, em formato de aplicativo para dispositivos móveis, e também off-line, a Go.Data visa facilitar a organização de dados e o monitoramento de surtos de doenças em diferentes países por profissionais da área da saúde, agilizando as respostas e auxiliando no controle de epidemias.

O encontro que possibilitou a apresentação da ferramenta fez parte da 16ª Mostra Nacional de Experiências Bem-Sucedidas em Epidemiologia, Prevenção e Controle de Doenças (Expoepi), promovida pelo Ministério da Saúde entre 2 e 6 de dezembro. Na ocasião, um grupo de trabalho do GOARN promoveu um treinamento inicial para especialistas de saúde no uso da ferramenta.

Ao todo, o Ministério da Saúde premiou 15 municípios que apresentaram indicadores favoráveis nos sistemas de informação nacionais relacionados à vigilância de saúde, no período entre 2015 e 2017. Foto: OPAS

Prêmio homenageia municípios brasileiros que se destacaram em vigilância em saúde

Os municípios brasileiros que se destacaram na vigilância em saúde foram premiados pelo Ministério da Saúde na quarta-feira (4), na abertura da 16ª Mostra Nacional de Experiências Bem-Sucedidas em Epidemiologia, Prevenção e Controle de Doenças (Expoepi).

Durante a cerimônia, o vice-diretor da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Jarbas Barbosa, destacou a importância do reconhecimento de iniciativas exitosas.

Agentes de saúde fazem visita para prevenção e diagnóstico de hanseníase no Brasil. Foto: OPAS

OPAS: é preciso reduzir iniquidades em saúde e eliminar barreiras de acesso

O vice-diretor da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Jarbas Barbosa, abordou na quarta-feira (4) em Brasília (DF) os desafios para alcançar as metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) nas Américas.

Segundo ele, é fundamental melhorar os indicadores de saúde, mas também reduzir as iniquidades e eliminar as barreiras de acesso aos serviços de saúde – sejam elas culturais, econômicas, sociais, geográficas, institucionais ou de qualquer outro tipo.

Mãe e bebê em um centro de acomodação na Beira, em Moçambique, onde sua filha de 2 anos recebe tratamento para malária. Foto: UNICEF/James Oatway

Apenas 1 em cada 5 países tem estratégia de saúde para enfrentar mudanças climáticas

Proteger a saúde das pessoas dos perigos das mudanças climáticas, como estresse por calor, tempestades e tsunamis, nunca foi tão importante, mas a maioria dos países está fazendo muito pouco a esse respeito, alertou a Organização Mundial da Saúde (OMS) na terça-feira (3).

Dos países que realizaram uma análise das ameaças climáticas para a saúde da população, os riscos mais comuns foram: estresse por calor e ferimentos ou morte por eventos climáticos extremos.

Também foram apresentados problemas de segurança alimentar e hídrica, além de doenças transmitidas por vetores, como cólera, dengue ou malária.

Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika. Foto: Agência Brasil

Brasil e OMS discutem estratégias para controle de epidemias e eliminação de doenças

O Ministério da Saúde, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) iniciaram na segunda-feira (2) um workshop para discutir o uso de tecnologias inovadoras e o papel das redes de laboratórios no apoio ao controle de epidemias e eliminação de doenças.

O evento, que ocorreu até terça-feira (3) no âmbito da 16ª Mostra Nacional de Experiências Bem-Sucedidas em Epidemiologia, Prevenção e Controle de Doenças (Expoepi), também debateu a questão da vigilância e ações de saúde para migrantes, incluindo experiências de Brasil e Equador.

Vacinação contra HPV para alunos da rede pública de São Paulo (SP), em 2014. Foto: OPAS

OPAS: pesquisa reafirma segurança e eficácia de vacina contra HPV

Estudo realizado pela Universidade de São Paulo (USP) a pedido do Ministério da Saúde comprovou mais uma vez a segurança e a eficácia da vacina contra o HPV. Segundo a especialista em imunização da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Maria Tereza da Costa Oliveira, é um fato que “o câncer de colo do útero mata e essa vacina previne”. “Portanto, temos que continuar vacinando e conseguir altas coberturas vacinais para garantir que a população esteja protegida”, afirmou.

OMS já forneceu três meses de medicamento para 450 pacientes com HIV na Líbia. Foto: Sean Kimmons / IRIN

Recomendações da OMS para testagem de HIV buscam ampliar cobertura do tratamento

A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou novas recomendações para ajudar os países a alcançarem as 8,1 milhões de pessoas que vivem com HIV mas ainda não foram diagnosticadas – e que, portanto, não têm acesso a um tratamento essencial, capaz de salvar vidas.

“A face da epidemia de HIV mudou dramaticamente na última década”, afirmou Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS.

“Mais pessoas do que nunca estão recebendo tratamento, mas muitas ainda não têm a ajuda de que precisam porque não foram diagnosticadas. As novas diretrizes de testagem de HIV da Organização buscam mudar isso”, acrescentou.

Trabalhador de saúde cuida de criança em isolamento em centro de tratamento do ebola em Beni, Kivu do Norte, República Democrática do Congo. Foto: UNICEF/Guy Hubbard

Ataques matam agentes da saúde que combatiam ebola na República Democrática do Congo

Grupos armados reivindicaram os ataques que mataram quatro profissionais de saúde que combatiam o ebola e feriram outros cinco no leste da República Democrática do Congo.

O ataque aconteceu no campo de Biakato Mines e em um escritório de coordenação de resposta ao ebola. A informação foi confirmada pelo chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS) na quinta-feira (28).

A agência da ONU, que pediu o fim dos ataques, afirmou que os ataques podem reverter progressos significativos contra a epidemia que assola o país desde agosto de 2018. Nas últimas semanas, o número de infecções caiu.

Campanha de UNAIDS e parceiros incentiva diálogo sobre HIV entre jovens e profissionais de saúde

Sob o lema “Fale comigo abertamente”, a campanha para o Dia Mundial contra a Aids deste ano busca mobilizar profissionais de saúde para que conversem abertamente com jovens sobre HIV e outras infecções sexualmente transmissíveis (IST) sem preconceitos, sem estigma e sem discriminação.

A campanha é uma iniciativa de Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e Rede Latino Americana de Jovens vivendo com HIV (J+LAC).

A capacitação é fruto de um esforço regional para fortalecer as ações no campo de recursos humanos para a saúde na região das Américas. Foto: OMS

OPAS lança versão em português de curso sobre recursos humanos para saúde universal

A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) lançou a versão em português do Curso de Autoaprendizagem sobre Recursos Humanos para a Saúde Universal, dirigido a qualquer pessoa com interesse no tema.

A capacitação tem como objetivo apresentar as linhas da Estratégia de Recursos Humanos para a Saúde Universal, aprovada pelos Estados-membros da OPAS em setembro de 2017, e traçar um panorama geral dos desafios do campo de recursos humanos para a saúde na região das Américas.

Enfermeiras no Hospital da Lagoa, no Rio de Janeiro (RJ). Foto: Ministério da Saúde

OPAS firma parceria com consórcio acadêmico para promoção da saúde pública

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e o Consórcio Acadêmico Brasileiro de Saúde Integrativa (CABSIn) firmaram na sexta-feira (22), em São Paulo (SP), um acordo para promoção de iniciativas em diversas áreas da saúde pública.

As principais linhas de ação se relacionam a doença crônicas não transmissíveis e saúde mental; determinantes sociais da saúde; fortalecimento institucional e desenvolvimento de recursos humanos em saúde; saúde da mulher, do homem, da criança, do adolescente e do idoso; entre outras.

Embora haja mais meninos do que meninas nascidas no , número começa a se inverter entre as idades de 30 e 40, tendo em vista que os homens morrem mais jovens. Foto: StockSnap/Pixabay.

OMS: masculinidade tóxica influencia saúde e expectativa de vida dos homens nas Américas

Lançado na última segunda-feira (18), novo relatório da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) destaca que um em cada cinco homens da região morre antes dos 50 anos – muitas dessas mortes estão diretamente relacionadas a uma “masculinidade tóxica”.

O documento afirma que as expectativas sociais em relação aos homens — de serem provedores de suas famílias; terem condutas de risco; serem sexualmente dominantes; e de não discutirem suas emoções ou procurarem ajuda — estão contribuindo para maiores taxas de suicídio, homicídio, vícios e acidentes de trânsito, favorecendo também o surgimento de doenças crônicas não transmissíveis.

A iniciativa tem o objetivo de empoderar pessoas por meio da sétima arte, e busca mostrar a importância de indivíduos e comunidades como defensores da saúde e do bem-estar. Foto: OMS

OMS abre inscrições para o 1º Festival de Cinema Saúde para Todos

A Organização Mundial da Saúde (OMS) convida cineastas de todo o mundo a participar da primeira edição do Festival de Cinema Saúde para Todos. Candidatos podem se inscrever até 30 de janeiro de 2020.

A iniciativa tem o objetivo de empoderar pessoas por meio da sétima arte, e busca mostrar a importância de indivíduos e comunidades como defensores da saúde e do bem-estar. Uma das categorias terá como tema o Ano Internacional da Enfermeira e da Parteira, que será celebrado em 2020.

Falta de saneamento contribui para disseminação de doenças. Foto: EBC

Quase 16 milhões de latino-americanos e caribenhos não têm acesso a banheiros

Um total de 15,5 milhões de pessoas se veem forçadas a defecar a céu aberto na América Latina e no Caribe, uma prática que pode poluir o meio ambiente e espalhar doenças, alertou a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) na terça-feira (19), Dia Mundial do Banheiro.

Pessoas com renda mais baixa, grupos em situação de vulnerabilidade, populações rurais e povos indígenas são os mais afetados pelo saneamento deficiente.

As oficinas da estratégia Zero Morte Materna por Hemorragia, desenvolvidas pela Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) e o Ministério da Saúde do Brasil, têm ajudado a salvar as vidas de centenas de mães e bebês. Foto: OPAS/OMS

MS assume compromisso de reduzir pela metade número de mortes maternas

Com o apoio da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), o Mato Grosso do Sul assumiu na semana passada (13) o compromisso de reduzir pela metade o número de mortes maternas.

Em cerimônia oficial na capital Campo Grande, o governo estadual assinou carta de cooperação com a organização internacional para qualificar a atenção e promoção da saúde da mulher e da criança, assim como otimizar a gestão estratégica em saúde.

Condições de trabalho inseguras também são comuns para esvaziadores manuais e mecânicos de fossas sépticas e latrinas. Foto: Sharada Prasad CS

Relatório aponta trabalho precário no setor de saneamento de países em desenvolvimento

Um relatório conjunto de Organização Internacional do Trabalho (OIT), Banco Mundial, Organização Mundial da Saúde (OMS) e WaterAid destacou as condições inseguras e indignas dos trabalhadores do setor de saneamento em vários países em desenvolvimento.

Os trabalhadores que atuam na limpeza de banheiros, fossas, caixas de esgoto e na operação de estações de bombeamento e de tratamento geralmente enfrentam alto risco de exposição a patógenos fecais, salientou o documento. Segundo o relatório, pouco foi feito pelos países para proteger os direitos desses profissionais.