Dana, de um ano e meio, é segurada por sua mãe Inna, enquanto recebe uma dose de vacina contra caxumba, sarampo e rubéola em Kyiv, Ucrânia. Foto: UNICEF

OMS estima que casos de sarampo tenham dobrado no mundo em um ano

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que as infecções por sarampo tenham dobrado em um ano no mundo, em meio a severos e prolongados surtos em países pobres e ricos, afirmou a agência da ONU na quinta-feira (14).

Além de ser possivelmente fatal, sintomas do sarampo incluem erupções cutâneas, cegueira e inflamação do cérebro. O vírus pode ser transmitido facilmente através de espirros e tosses, além de sobreviver horas em uma gota d’água.

Profissionais de saúde orientam sobre amamentação na Semana Mundial de Aleitamento Materno, no Palácio do Catete, em 2018. Foto: Agência Brasil/Fernando Frazão

No Rio, agência de saúde da ONU apoia eventos mundiais sobre aleitamento materno

Em novembro, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) vai participar de evento mundial no Rio de Janeiro (RJ) sobre aleitamento materno. Iniciativa é promovida pela Rede Internacional em Defesa do Direito de Amamentar (IBFAN, na sigla em inglês). O aumento do aleitamento materno para níveis quase universais no mundo poderia salvar, anualmente, a vida de mais de 820 mil crianças com menos de cinco anos de idade.

A mortalidade materna continua a ser um desafio para a saúde pública na América Latina, de acordo com a OPAS/OMS. Foto: EBC

ONU divulgará internacionalmente boas práticas de saúde materna do Maranhão

A representante da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) no Brasil, Socorro Gross, disse na quinta-feira (14) ao secretário de Saúde do Maranhão, Carlos Lula, que vai acompanhar, sistematizar e divulgar ao mundo as boas práticas em saúde materna desenvolvidas no estado.

O apoio dado pela OPAS/OMS ao Maranhão é, atualmente, feito com a mobilização de recursos próprios da Organização e do Termo de Cooperação 96. Esse acordo busca, entre outras ações, reestruturar a rede de atenção materno-infantil em todo o estado e articulá-la ao sistema de vigilância em saúde local para diminuir os indicadores de morbimortalidade, especialmente entre mulheres e crianças.

Vacina contra a febre amarela. Foto: EBC

OMS recomenda vacina contra febre amarela para viajantes que visitarem áreas de risco no Brasil

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendou a vacinação contra febre amarela aos viajantes internacionais que se deslocarem às áreas do Brasil onde circula o vírus causador da doença. A decisão foi publicada no Disease Outbreak News, comunicado que busca informar os países sobre surtos que estão ocorrendo em várias localidades do mundo.

Segundo o informe, os casos em humanos notificados de julho de 2018 a janeiro de 2019 em nove municípios do estado de São Paulo, bem como a confirmação de casos em humanos e epizootias (mortes de macacos) por febre amarela no estado do Paraná, marcam o início do que poderia ser uma terceira onda (a primeira entre 2016 e 2017 e a segunda entre 2017 e 2018) e uma progressão do surto em direção às regiões Sudeste e Sul do país.

Foto: EBC

Gasto público com saúde nos países das Américas está abaixo do recomendado, diz OPAS

Relatório publicado pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) mostrou que o gasto público em saúde como percentual do Produto Interno Bruto (PIB) é de 5%, em média, nos países das Américas — abaixo dos 6% recomendados pela Estratégia da OPAS para o Acesso e Cobertura Universal de Saúde.

O percentual na América do Norte (8%) é o dobro do registrado na América Latina e Caribe (4%) — no Brasil, o gasto é de 3,8% do PIB.

O desembolso direto como percentual do gasto total com saúde nas Américas foi de 22% a partir de 2015. A estratégia da OPAS recomenda a eliminação total dos pagamentos que as pessoas fazem de seu próprio bolso, porque constituem uma barreira significativa de acesso aos serviços de saúde.

O objetivo da conferência é identificar as principais ações que garantirão a disponibilidade e o acesso a alimentos seguros agora e no futuro. Foto: PEXELS (CC)/Daria Shevtsova

Conferência pede cooperação internacional para evitar contaminação por alimentos no mundo

Maior cooperação internacional é necessária para evitar que a contaminação de alimentos siga causando problemas de saúde na população mundial e, consequentemente, dificultando o progresso do desenvolvimento sustentável.

Essa foi a pauta da abertura da primeira Conferência Internacional de Segurança Alimentar organizada por União Africana (UA), Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e Organização Mundial da Saúde (OMS) em Addis Abeba, Etiópia.

Alimentos contaminados com bactérias, vírus, parasitas, toxinas ou produtos químicos são responsáveis pelo adoecimento de mais de 600 milhões e pela morte de 420 mil pessoas por ano. As doenças ligadas a alimentos inseguros sobrecarregam os sistemas de saúde e prejudicam as economias, o comércio e o turismo.

Uso inadequado de dispositivos pessoais de áudio, como os smartphones e fones de ouvido, preocupa a OMS e a UIT. Foto: PEXELS

Agências da ONU recomendam novo padrão de dispositivos de áudio para prevenir perdas auditivas

Quase 50% das pessoas entre 12 e 35 anos — o que representa 1,1 bilhão de indivíduos — correm o risco de sofrer perda auditiva devido à exposição prolongada e excessiva a sons altos, incluindo por meio de tecnologias de áudio pessoais, como os fones de ouvido e smartphones.

Em preparação para o Dia Mundial da Audição, 3 de março, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a União Internacional de Telecomunicações (UIT) publicaram um novo padrão global para a fabricação e uso desses dispositivos.

Foto: Pixabay/Greyerbaby (CC)

Com apoio da OPAS, municípios do sul do Maranhão completam 1 ano sem mortes maternas

A marca histórica de 365 dias sem caso de morte materna na Regional de Saúde de Balsas, zona que engloba 14 municípios do sul do Maranhão, foi celebrada em um evento na sexta-feira (8). Durante a cerimônia, foram feitas homenagens às instituições e profissionais de saúde envolvidas nesse resultado.

A mortalidade materna é um grave problema de saúde pública. A cada quatro minutos uma mulher perde a vida no mundo por causas evitáveis relacionadas à gestação, ao parto e ao puerpério.

O avanço na Regional de Saúde de Balsas foi alcançado graças ao trabalho conjunto feito pelas Secretarias de Saúde do Estado e dos municípios envolvidos, em parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) e o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS).

Em agosto de 2018, em Rumichaca, na fronteira entre Equador e Colômbia, a venezuelana Laila Dalila Leon, de 3 anos, olha para autoridades de fronteira nos ombros de seu pai, Jose Ramon Leon. Foto: UNICEF

Nações Unidas permanecem comprometidas em fornecer ajuda humanitária a venezuelanos

A situação da população venezuelana está cada vez mais crítica, e as Nações Unidas permanecem comprometidas em fornecer ajuda humanitária com base em “necessidade, e apenas necessidade”, disse nesta sexta-feira (8) uma autoridade sênior da Organização.

Falando a jornalistas em Genebra, o Escritório das Nações Unidas de Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) destacou estar observando acontecimentos na fronteira entre Venezuela e Colômbia, aonde um comboio de ajuda humanitária chegou na quinta-feira (7).

“Sobre a situação na fronteira, a ONU está monitorando a situação de perto”, disse Jens Laerke, do OCHA. “O cenário ideal é que ajuda humanitária seja fornecida, independentemente de quaisquer considerações políticas e outras que não sejam puramente humanitárias, e isto é baseado em necessidade, e apenas necessidade”.

Na Ucrânia, Vasyl, de oito anos, Roman, de sete, Valentyna, de nove, Ivan, de sete, e Misha, de 17, aguardam para receber vacinas contra o sarampo. Foto: UNICEF/Zmey

OMS: mais de 80 mil pessoas foram infectadas com sarampo na Europa em 2018

O sarampo atingiu números recordes em 2018 na Europa, infectando 82.596 pessoas. A doença também foi responsável pela morte de 72 adultos e crianças. Os índices são de balanço divulgado na quinta-feira (7) pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O organismo das Nações Unidas explica que a quantidade de pessoas que contraíram a infecção é o maior da década, além de ser 15 vezes maior que o registrado em 2016.

Segurança no trânsito é preocupação de saúde pública. Foto: PEXELS

ONU pede mais protagonismo de líderes e instituições para promover segurança no trânsito

Em 2019, a quinta Semana Mundial da ONU sobre Segurança no Trânsito terá como tema a necessidade de lideranças fortes para reduzir o número de lesões e mortes nas ruas e estradas. O objetivo da mobilização, que acontece entre 6 e 12 de maio, é diminuir os riscos de acidentes por meio de ações baseadas em evidências científicas.

O público-alvo da semana inclui líderes de governos, agências internacionais, organizações não governamentais (ONGs), fundações, escolas, universidades, empresas privadas, entre outros atores.

Médico cubano trabalha no estado de Pernambuco. Estado foi elogiado em relatório por envolver comunidade na construção e implementação de políticas públicas de saúde. Foto: OPAS

Agência da ONU defende participação social como alicerce da universalização da saúde no Brasil

Em reunião do Conselho Nacional da Saúde (CNS), a representante da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Socorro Gross, afirmou na sexta-feira (1º), em Brasília (DF), que “a participação social é o alicerce para a saúde universal”. Dirigente também defendeu o fortalecimento da atenção primária e a expansão da cobertura de atendimento, a fim de garantir que todos os brasileiros tenham acesso aos cuidados de que precisam.

Para prevenir HPV e evitar riscos associados à doença, OPAS recomenda vacinação de meninas entre 9 e 13 anos, antes do começo da vida sexual. Foto: Prefeitura de João Pessoa / Alessandro Potter

Câncer de colo do útero é terceiro mais comum entre mulheres latino-americanas

No marco do Dia Mundial contra o Câncer, 4 de fevereiro, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) convoca a acelerar os esforços de prevenção e controle para criar um futuro sem câncer de colo do útero, que é o terceiro mais comum entre as mulheres na América Latina e no Caribe, mas que pode ser prevenido.

A cada ano, mais de 56 mil mulheres são diagnosticadas com câncer de colo do útero na América Latina e no Caribe e mais de 28 mil perdem a vida por conta dessa doença. Esse número chega a 72 mil diagnósticos e 34 mil óbitos se os Estados Unidos e o Canadá forem incluídos. No entanto, há ferramentas de prevenção e tratamento que salvam vidas.

FIOCRUZ no Rio de Janeiro. Foto: WikiCommons

Agência da ONU integra comitê para celebrar 120 anos da Fiocruz

A representante da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Socorro Gross, foi convidada pela presidente da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), Nísia Trindade, para participar do comitê de honra que celebrará em 2020 os 120 anos da instituição de pesquisa.

Os organismos já trabalham juntos em uma série de iniciativas, como a criação de novas tecnologias de combate aos mosquitos causadores da dengue, zika, chikungunya e febre amarela.

Parceria entre as pastas municipais da Saúde e Educação em Goiânia promove vacinação em escolas da rede pública da capital. Foto: Karina Zambrana

Uma jornada de vacinação contra o HPV no Brasil

Em Goiânia, autoridades municipais apostam na conscientização de crianças e adolescentes para ampliar as taxas de imunização contra o papiloma vírus humano (HPV), uma das principais causas de câncer do colo do útero. Gestores falam sobre os desafios de promover a vacinação contra esse vírus junto aos pais, pois a vacina é associada equivocadamente a um estímulo do início da vida sexual dos mais jovens. O relato é da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS).

A hanseníase é uma doença infecciosa crônica causada por bactérias. Foto: EBC

No Dia Mundial de Combate à Hanseníase, relatora especial alerta sobre vulnerabilidade de crianças

Crianças estão entre as mais vulneráveis à hanseníase, e enfrentam desafios como deficiências físicas e estigmatização associadas à doença negligenciada, disse uma especialista em direitos humanos das Nações Unidas.

A hanseníase, também conhecida como lepra, pode ser facilmente curada se detectada e tratada em estágio precoce. Caso contrário, pode levar a danos irreversíveis nos nervos, membros e olhos.

Houve 210.671 novos casos de hanseníase relatados à Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2017, principalmente em Índia, Brasil, Indonésia, Bangladesh, República Democrática do Congo, Etiópia, Madagascar, Moçambique, Mianmar, Nepal, Nigéria e Filipinas.

Quatro medicamentos antiepilépticos são essenciais para o tratamento da epilepsia. A maioria dos países da América Latina e do Caribe possui esses medicamentos, mas apenas em serviços especializados. Foto: PEXELS

Mais da metade das pessoas com epilepsia na América Latina não recebe tratamento

A epilepsia é um dos transtornos neurológicos mais comuns no mundo, afetando aproximadamente 50 milhões de pessoas – 5 milhões delas na região das Américas. No entanto, estima-se que a lacuna de tratamento na América Latina e no Caribe seja superior a 50%, o que significa que mais da metade das pessoas com essa doença não recebe atenção em serviços de saúde.

A fim de ajudar os países a elaborar programas para detectar casos e aumentar o acesso ao tratamento adequado para esse transtorno, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) lançou recentemente a publicação “The Management of Epilepsy in the Public Health Sector 2018” (disponível em inglês e espanhol). Atualmente, dois em cada três países não possuem um programa ou plano para atender pessoas com essa doença.

Esse bebê é o primeiro a nascer livre do ebola de uma mãe que já havia sido infectada. Historicamente, as taxas de sobrevivência são muito baixas para mulheres grávidas infectadas com o ebola e seus bebês. Joséphine Ekoli, 28, da República Democrática do Congo, está feliz por ter dado à luz um bebê saudável depois de se recuperar da doença. Ela foi admitida em um centro de tratamento da doença, apoiado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em dezembro de 2018.

Passa bem primeiro bebê livre do ebola após mãe contrair a doença; vídeo

Esse bebê é o primeiro a nascer livre do ebola de uma mãe que já havia sido infectada. Historicamente, as taxas de sobrevivência são muito baixas para mulheres grávidas infectadas com o ebola e seus bebês.

Joséphine Ekoli, 28, da República Democrática do Congo, está feliz por ter dado à luz um bebê saudável depois de se recuperar da doença. Ela foi admitida em um centro de tratamento da doença, apoiado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em dezembro de 2018. Confira nesse vídeo.

OPAS recomenda dose extra de vacina para quem viajará a países com surto de difteria. Foto: OMS

OPAS recomenda dose extra de vacina para quem viajará a países com surto de difteria

Tendo em vista os surtos de difteria em andamento no Haiti e na Venezuela, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) recomenda que pessoas que viajarão para esses países estejam com a vacinação em dia e, se necessário, recebam uma dose extra.

Para o organismo internacional, é importante que três doses da vacina contra a doença sejam dadas no primeiro ano de vida. Posteriormente, durante a infância e/ou adolescência, devem ser aplicadas outras três doses de reforço – de preferência com um espaço de quatro anos entre elas. Esse esquema vacinal protegerá a pessoa até pelo menos os 39 anos (possivelmente mais).

Locais de trabalho mais saudáveis e seguros podem prevenir ao menos 1,2 milhão de mortes todos os anos, de acordo com estudo da OMS realizado em 2018. Foto: Agência Brasil/Marcelo Camargo

Comissão da OIT pede que saúde seja mais valorizada no ambiente de trabalho

A Comissão Global da Organização Internacional de Saúde (OIT) sobre o Futuro do Trabalho pediu mudanças fundamentais nas formas de se trabalhar em meio a uma nova onda de globalização, rápido desenvolvimento tecnológico, transição demográfica e mudança climática, segundo relatório publicado na terça-feira (22).

Segundo a comissão, essas mudanças exigem que a saúde seja mais valorizada nos ambientes de trabalho. Todas e todos têm direito à saúde, que é definida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como um estado de completo bem-estar físico e mental e não apenas a mera ausência de doenças. Os trabalhadores também têm o direito aos cuidados de saúde o mais próximo possível dos locais onde vivem e trabalham.

Refugiados sírios andam pelas ruas de Atenas, perto de um apartamento cedido, enquanto aguardam uma decisão do governo sobre seu pedido de refúgio. Foto: UNICEF/Georgiev

OMS desmonta mito de que refugiados e migrantes estariam levando doenças para Europa

Autoridades europeias estão “lutando” para atender às necessidades de saúde de refugiados e migrantes irregulares, que são equivocadamente acusados de espalhar doenças nas comunidades que os recebem, afirmou na segunda-feira (21) a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Em seu primeiro relatório sobre as condições de saúde dessas populações na Europa, a agência da ONU desmonta o mito de que estrangeiros estão levando infecções para o continente.

Hospital de Ash Shifa, Gaza, em 11 de maio de 2018. Foto: OCHA

Agravamento da crise de combustíveis coloca vidas em risco na Faixa de Gaza

Um agravamento da crise de combustíveis na Faixa de Gaza está colocando vidas de pacientes em risco, conforme o fornecimento de energia elétrica para centros cirúrgicos está sob constante ameaça, afirmou a Organização Mundial da Saúde (OMS) na segunda-feira (21).

“A escassez aguda de combustíveis está esgotando rapidamente as capacidades do sistema de saúde em Gaza, que enfrenta escassez crônica de remédios, suprimentos e eletricidade”, disse Gerald Rockenschaub, chefe do escritório da OMS para Cisjordânia e Gaza.

Em Kenema, Serra Leoa, um menino joga futebol em uma ONG apoiada pelo UNICEF que presta serviços para crianças vivendo com HIV e AIDS. Foto: UICEF/Phelps

ONU pede mais esforços na África para prevenir infecções de HIV entre crianças e adolescentes

Em evento com ministros e autoridades de saúde, agências da ONU pediram neste mês (16), no Senegal, que países das regiões central e ocidental da África realizem mais ações para impedir novos casos de HIV entre crianças e adolescentes. Em 2017, em torno de 67 mil crianças (com até nove anos de idade) e 69 mil adolescentes (de dez a 19 anos) foram infectados pelo vírus nessas partes do continente africano.

Agências da ONU e AVSI aguardam chegada de comitiva interministerial no abrigo Rondon 2, o centro de trânsito para famílias venezuelanas que serão interiorizadas. Foto: ANUCR/Victoria Hugueney

Governo federal visita venezuelanos atendidos pela ONU em Roraima e prorroga ajuda até 2020

Uma comitiva com cinco ministros do governo federal visitou nesta quinta-feira (17) as instalações de acolhimento e recepção a venezuelanos da Operação Acolhida em Boa Vista, Roraima, e anunciou a prorrogação do programa até março de 2020.

Durante a visita, as autoridades conheceram o trabalho humanitário conjunto desenvolvido por agências do Sistema ONU no Brasil, o Exército brasileiro e organizações da sociedade civil. A comitiva incluiu o governador de Roraima, Antonio Denarium, a Secretária Nacional de Justiça, Maria Hilda Marsiaj, além membros do Exército, de outros órgãos federais e de organizações internacionais.

Médico cubano trabalha no estado de Pernambuco. Estado foi elogiado em relatório por envolver comunidade na construção e implementação de políticas públicas de saúde. Foto: OPAS

Agência da ONU apoia organização de conferência nacional de saúde no Brasil

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) — braço regional da Organização Mundial da Saúde (OMS) — será uma das participantes da comissão organizadora da 16ª Conferência Nacional de Saúde do Brasil. Evento é o momento mais importante da participação social na área. Em 2019, os temas centrais do encontro incluem a saúde como um direito, a consolidação dos princípios do SUS e o financiamento da rede pública.

O envelhecimento populacional é um fenômeno mundial e, em países em desenvolvimento, como o Brasil, vem ocorrendo muito rapidamente. Foto: EBC

ONU apoia estratégia brasileira de promoção do envelhecimento saudável

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que havia mais de 20 milhões de pessoas idosas no Brasil em 2010. De acordo com o censo demográfico daquele ano, a estimativa é de um incremento médio de mais de 1 milhão de idosos anualmente ao longo da próxima década.

A Estratégia Brasil Amigo da Pessoa Idosa, do Governo Federal, tem a parceria da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Organização Mundial da Saúde (OMS) e Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Uso de motos e outros automóveis motorizados de duas e três rodas está associado a mais de 280 mil mortes no trânsito por ano em todo o mundo. Foto: PEXELS (CC)/Artem Bali

Agência de saúde da ONU divulga publicação em português sobre segurança de motos

O uso de motos e outros automóveis motorizados de duas e três rodas está associado a 286 mil mortes por ano em todo o mundo. Publicação da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) busca ajudar governos e a sociedade civil na elaboração de programas eficazes de segurança no trânsito, por meio de ações, por exemplo, que combatam o excesso de velocidade, o uso do transporte sem capacete e a combinação do consumo de álcool com a direção.

O cirurgião sul-sudanês Evan Atar é o vencedor do Prêmio Nansen do ACNUR de 2018. Ele é a única alternativa de assistência de saúde para mais de 200 mil pessoas, incluindo 144 mil refugiados. Foto: ACNUR/ Will Swanson

OMS define 10 prioridades de saúde para 2019

A Organização Mundial da Saúde (OMS) tem metas ambiciosas para 2019. Entre os objetivos da agência da ONU, está a ampliação do acesso e da cobertura de saúde para atender a 1 bilhão a mais de pessoas na comparação com números atuais.

A instituição também quer garantir que 1 bilhão de indivíduos estejam protegidos de emergências de saúde. Para tirar essas resoluções do papel, a OMS estipulou dez prioridades para o ano que se inicia.

Espécimes mortos do "barbeiro", inseto e vetor da doença de Chagas nas Américas. Foto: OPAS/OMS/Ary Rogerio Silva

Agência da ONU lança guia para diagnóstico e tratamento da doença de Chagas

Em 21 países das Américas nos quais a doença de Chagas é endêmica, cerca de 65 milhões de pessoas correm risco de contrair a enfermidade. A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) estima que essa infecção parasitária seja responsável pela morte de 12 mil indivíduos por ano na região. Para melhorar a detecção e o manejo clínico da patologia, a instituição publicou um novo guia para o diagnóstico e o tratamento da doença de Chagas.

Enfermeiras e médicas avaliam o estado de saúde de um bebê prematuro em Bogotá, na Colômbia. Foto: OPAS

ONU recebe inscrições para treinamento de líderes em saúde pública nas Américas

Profissionais de saúde pública, relações internacionais e áreas correlatas já podem se inscrever na edição de 2019 do Programa de Líderes em Saúde Internacional Edmundo Granda Ugalde, promovido pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). Iniciativa vai oferecer para os selecionados um treinamento virtual gratuito ao longo de nove meses. Inscrições vão até 15/2.

Entre os temas abordados na capacitação, estão diplomacia da saúde, cooperação internacional, cobertura e acesso universal à saúde, desenvolvimento sustentável, migração, saúde nas fronteiras, mudanças climáticas, acesso a medicamentos e doenças crônicas não transmissíveis.

Crianças no vilarejo de Shade Bara, na província de Herat, no Afeganistão. Foto: PNUD/S. Omer Sadaat

OMS: Paquistão e Afeganistão são últimos bastiões do poliovírus selvagem

Há 30 anos, o poliovírus selvagem causava paralisia em mais de 350 mil crianças de pelo menos 125 países, a cada ano. Em 2018, foram notificados menos de 30 casos em apenas dois países – Afeganistão e Paquistão – e o mundo está prestes a alcançar, pela segunda vez na história, a erradicação global de uma doença humana.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) e os parceiros da Iniciativa Global de Erradicação da Pólio se comprometem a apoiar plenamente os governos do Afeganistão e do Paquistão para combater a pólio em seus últimos redutos e se livrar dessa doença debilitante de uma vez por todas.

A erradicação da poliomielite requer alta cobertura de imunização no mundo, para bloquear a transmissão desse vírus extremamente contagioso. Infelizmente, as crianças ainda estão perdendo a vacinação por várias razões, inclusive por falta de infraestrutura, insegurança e resistência à vacinação, locais remotos, movimento populacional e conflito.

Segundo a OMS, pessoas com deficiência visual têm mais chances de vivenciar taxas mais altas de pobreza e desvantagens, que podem levar a uma vida afetada por desigualdades. Foto: ONU/Rick Bajornas

Primeiro Dia Mundial do Braille destaca importância da linguagem escrita para os direitos humanos

Para aumentar conscientização sobre a importância do Braille para aproximadamente 1,3 bilhão de pessoas que vivem com alguma forma de deficiência visual, as Nações Unidas lembraram nesta sexta-feira (4) o primeiro Dia Mundial do Braille.

Reconhecido a partir de agora em 4 de janeiro, o Dia foi proclamado pela Assembleia Geral em novembro de 2018 como meio de alcançar plenamente direitos de pessoas com deficiências visuais e elevar a língua escrita como um meio essencial para a promoção de liberdades fundamentais.

Médico num hospital em Buga, na Colômbia. Foto: OPAS

Agência da ONU oferece cursos gratuitos em português sobre saúde pública

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), uma agência das Nações Unidas, disponibiliza uma série de cursos de autoaprendizagem, gratuitos e em português, na sua plataforma Campus Virtual de Saúde Pública. Formações abordam temas variados, como doenças transmissíveis e crônicas, saúde mental, os problemas do consumo de álcool para mulheres e gestantes e a relação entre saúde, saneamento e gestão hídrica.