Em 14 de setembro de 2018, médicos são esterilizados após visitar pacientes com ebola em centro de tratamento de Butembo, na República Democrática do Congo. Foto: UNICEF

OMS convoca encontro para discutir surto de ebola na República Democrática do Congo

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, convocou um encontro do Comitê de Emergência para discutir o atual surto de ebola na República Democrática do Congo, que já deixou mais de 130 mortos.

A OMS avaliou como “muito alto” o risco nacional e regional do surto, embora globalmente este permaneça baixo. Por ora, a agência de saúde da ONU não pediu a imposição de quaisquer restrições comerciais ou de viagens ao país.

Jarbas Barbosa durante a 66ª Assembleia Mundial da Saúde, em 2013. Foto: OMS

Médico brasileiro assume subchefia de agência da ONU para saúde nas Américas

O médico brasileiro Jarbas Barbosa assumiu na sexta-feira (12) a subdireção da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e do escritório regional para as Américas da Organização Mundial da Saúde (OMS). Doutor em Saúde Pública, o especialista ocupou previamente cargos seniores de gestão, tanto no Brasil quanto no exterior. O clínico traz mais de 40 anos de experiência para os organismos da ONU.

Cesáreas são efetivas para salvar vidas de mães e crianças quando bem indicadas e feitas em ambientes seguros. Foto: OPAS

OMS lança nova recomendação para reduzir número de cesarianas desnecessárias no mundo

A cesariana é um procedimento cirúrgico que, quando realizado por razões médicas, pode salvar a vida de uma mulher e de seu bebê. No entanto, muitas delas são realizadas desnecessariamente, o que pode colocar em risco a vida e o bem-estar das mães e de seus filhos tanto no curto como no longo prazo.

Em todo o mundo, as taxas de cesariana têm aumentado constantemente, sem benefícios significativos para a saúde das mulheres ou de seus bebês. Reconhecendo a necessidade urgente de abordar o aumento sustentado e sem precedentes dessas taxas, a Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou na quinta-feira (11) uma nova orientação sobre intervenções não clínicas projetadas especificamente para reduzir as cesarianas desnecessárias.

Objetivo do Desenvolvimento Sustentável (ODS) número 3 prevê alcançar a cobertura universal de saúde. Foto: Agência Brasil / Marcello Casal Jr.

No aniversário de 30 anos do SUS, ONU lança publicação sobre experiências acumuladas

No marco dos 30 anos do Sistema Único de Saúde (SUS), a Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) lançou nesta quinta-feira (11) a versão preliminar de uma publicação que sintetiza alguns dos maiores conhecimentos e experiências acumuladas em toda sua história de cooperação técnica com o Brasil.

A publicação busca destacar importantes conquistas do SUS e apresentar recomendações estratégicas que possam subsidiar presentes e futuros gestores para o alcance em 2030 das metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) relacionadas à saúde, com as quais o Brasil e outros 193 países se comprometeram.

Oficial da OMS vacina criança contra a cólera no estado de Borno, na Nigéria. Foto: OMS/Chima Onuekwe

OMS monitora riscos de epidemias em meio a enchentes na Nigéria

Na Nigéria, enchentes já afetaram 826 mil pessoas e deixaram 176 mil indivíduos sem casa. Até o início do mês (4), inundações haviam atingido 12 dos 36 estados do país, destruindo 321 estradas e pontes e alagando mais de 150 mil hectares de terras cultivadas.

Em meio à emergência humanitária, a Organização Mundial da Saúde (OMS) teme surtos de cólera, malária e outras doenças transmissíveis por água contaminada.

Reunião técnica sobre igualdade de gênero e empoderamento de meninas acontece em Brasília. Foto: UNFPA Brasil/Erick Dau

Fundo de População da ONU apoia reunião sobre igualdade de gênero em Brasília

No Dia Internacional da Menina, lembrado em 11 de outubro, a Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente do Ministério dos Direitos Humanos (SNDCA/MDH), em parceria com o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), promove uma reunião técnica em Brasília (DF) sobre igualdade de gênero e empoderamento de meninas. O debate fomenta o enfrentamento à discriminação e à violência baseada em gênero, e o empoderamento das meninas como protagonistas de suas vidas.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), uma em cada três mulheres sofre violência ao longo da vida, muitas durante a adolescência. Dados do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) demonstram que, independentemente do contexto social ou geográfico, até 60% dos ataques sexuais conhecidos em uma família são cometidos contra meninas de 15 anos ou menos.

Médico cubano do programa 'Mais Médicos' realiza atendimento na Ilha de Marajó, no Pará. Foto: OPAS/OMS

OPAS abre convocatória para projetos de pesquisa sobre impacto econômico do Mais Médicos

A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) abriu na sexta-feira (5) uma convocatória para projetos de pesquisa sobre o impacto econômico do programa Mais Médicos. A inscrição pode ser feita até as 16h (horário de Brasília) de 19 de outubro. As três melhores propostas serão contratadas por 15 mil reais para estruturar um projeto de investigação.

“Queremos gerar evidências que ajudem a fortalecer o Mais Médicos e o SUS (Sistema Único de Saúde) como um todo. Os melhores projetos poderão, inclusive, receber no futuro mais recursos para ampliação da pesquisa”, afirma Gabriel Vivas, coordenador do Mais Médicos na representação da OPAS/OMS no Brasil.

Radiografia para diagnóstico de tuberculose. Foto: Flickr (CC)/Yale Rosen

Progresso para acabar com tuberculose nas Américas deve ser acelerado, afirma OPAS

Embora seja evitável e curável, a tuberculose é atualmente a doença infecciosa mais letal da região das Américas, e sua persistência se deve, em grande parte, às graves desigualdades sociais e econômicas da região, disse novo relatório da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS).

Desde 2015, as mortes diminuíram em média 2,5% ao ano e os novos casos caíram 1,6%. Entretanto, precisam de uma velocidade de decréscimo de 12% e 8% por ano, respectivamente, para atingir as metas intermediárias para 2020 e continuar em declínio até 2030.

Em 29 de setembro de 2018, na Indonésia, muitos carros ficaram empilhados após serem dragados para o mar devido ao impacto do tsunami em Palu, Sulawesi. Foto: UNICEF/Arimacs Wilander

Equipes da ONU chegam às áreas mais afetadas por terremoto seguido de tsunami na Indonésia

Quatro dias depois de um terremoto seguido de tsunami ocorrer na ilha indonésia de Sulawesi, agências da ONU e parceiros alertaram nesta terça-feira (2) que algumas comunidades ainda precisam ser alcançadas, e que o número de mortos pode aumentar, à medida que a escala da destruição se torna mais evidente.

“O governo da Indonésia confirmou que 1.234 pessoas morreram após o terremoto e o tsunami em Sulawesi”, disse Jens Laerke, do escritório de coordenação humanitária da ONU (OCHA), a jornalistas em Genebra.

Banheiros em um local de alojamento para refugiados em Alexandria, na Grécia. Foto: ACNUR/Kyvernitis Yorgos

OMS pede aumento de investimentos para atingir meta global de banheiro para todos

O mundo não alcançará a meta de cobertura universal de esgotamento sanitário – para que todas as pessoas tenham acesso a banheiros que possam eliminar seus dejetos com segurança – até 2030, a menos que os países façam mudanças políticas abrangentes e garantam mais investimentos, alertou a Organização Mundial da Saúde (OMS) na segunda-feira (1) ao lançar suas primeiras diretrizes sobre saneamento e saúde.

Em todo o mundo, 2,3 bilhões de pessoas carecem de saneamento básico, especialmente esgotamento sanitário (com quase metade das pessoas sendo forçada a defecar a céu aberto). Esses indivíduos estão entre os 4,5 bilhões que não têm acesso a serviços de saneamento manejados com segurança – em outras palavras, um banheiro conectado a um esgoto, poço ou fossa séptica para tratar dejetos humanos.

Paciente mede sua taxa de glicose no sangue. Foto: OPAS

Doenças crônicas não transmissíveis matam 41 milhões de pessoas no mundo

Em encontro com chefes de Estado e ministros em Nova Iorque, a Organização Mundial da Saúde (OMS) cobrou na quinta-feira (27) ações para combater as doenças crônicas não transmissíveis, como câncer, diabetes, problemas cardiovasculares e pulmonares.

Esse tipo de complicação de saúde causa 41 milhões de mortes por ano no mundo — o que equivale a 70% de todos os falecimentos. De acordo com a agência da ONU, 85% desses óbitos ocorrem em países em desenvolvimento.

Raiva canina é doença endêmica na Guatemala. Foto: PEXELS

Raiva canina ainda está ativa em quatro países latino-americanos, afirma OPAS/OMS

Quatro países da América Latina e do Caribe são os únicos na região onde a raiva canina ainda está ativa, segundo dados da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) divulgados na quinta-feira (27), às vésperas do Dia Mundial contra a Raiva, 28 de setembro.

Estima-se que em 2017 ao menos 1 mil cães contraíram raiva e 19 pessoas morreram da doença na região. Noventa por cento dos casos em cães e 100% em humanos foram registrados em Bolívia, Guatemala, Haiti e República Dominicana. Na Guatemala, não houve mortes devido à doença.

Mosquito Aedes aegypti é principal vetor do vírus da dengue, zika e chikungunya. Foto: UNICEF/BRZ/Ueslei Marcelino

Países das Américas fecham acordo para prevenir doenças transmitidas por vetores

Autoridades de saúde da região das Américas concordaram na segunda-feira (24) a implementar uma série de ações nos próximos cinco anos para controlar de forma mais efetiva os vetores que transmitem doenças como malária, dengue, zika e Chagas. O objetivo do plano é prevenir a ocorrência e reduzir a propagação desse tipo de enfermidades transmissíveis.

O plano de ação sobre entomologia e controle de vetores, apresentado ao 56º Conselho Diretor da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), que se reúne nesta semana em Washington (EUA), concentra-se na prevenção, vigilância e controle integrado dos vetores transmissores de arbovírus, malária e certas doenças infecciosas negligenciadas, por meio de intervenções eficazes, sustentáveis, de baixo custo e baseadas em evidências.

A vacina contra o HPV é uma maneira fácil de prevenir o câncer de colo. Foto: imagem de vídeo/UNiFeed

Ministros se comprometem a reduzir câncer de colo do útero em 30% nas Américas até 2030

Os ministros da Saúde das Américas concordaram nesta quarta-feira (26) em implementar uma série de ações estratégicas para reduzir novos casos de câncer do colo do útero e mortes pela doença em um terço na região até 2030.

“Nenhuma mulher deve morrer de câncer do colo do útero, que pode ser prevenido, detectado precocemente e tratado de forma eficaz”, disse a diretora da OPAS, Carissa F. Etienne. “Reduzir a carga dessa doença é possível e o plano aprovado é uma expressão do compromisso dos países para conseguir isso”, acrescentou.

Hospital Docente de Calderón, em Quito, no Equador. Foto: OPAS

Países das Américas anunciam plano para suprir déficit de 800 mil profissionais de saúde

Atualmente, o continente carece de 800 mil trabalhadores no setor para atender à população. Nova estratégia enfatiza necessidade de investimentos públicos em saúde, além de defender incentivos e melhorias trabalhistas para carreiras na área.

Plano regional foi aprovado na terça-feira (25) em Washington, durante reunião do Conselho Diretivo da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS).

Diretora da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS), Carissa F. Etienne. Foto: UNIC Rio/Brenno Felix

ONU apoia países na construção de sistemas de saúde baseados na atenção primária

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) tem colaborado com seus Estados-membros para promover a meta de saúde universal desde 2014, quando ministros de todos os países das Américas endossaram coletivamente esse objetivo.

O marco para essas atividades é conhecido como estratégia de atenção primária à saúde (APS), mas abarca muito mais do que o primeiro nível de atenção.

“A atenção primária à saúde é uma abordagem estratégica para desenvolver, organizar e financiar sistemas e serviços de saúde equitativos, sustentáveis e centrados em pessoas, famílias e comunidades”, disse diretora da OPAS, Carissa F. Etienne.

Presidente do Uruguai Tabaré Vázquez recebe o título de Herói da Saúde Pública da diretora da OPAS, Carissa Etienne. Foto: OPAS-OMS

Presidente uruguaio é nomeado herói da saúde pública da ONU por combate ao tabagismo

O presidente do Uruguai Tabaré Vázquez foi nomeado nesta segunda-feira (24) Herói da Saúde Pública das Américas, título concedido pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) para reconhecer as políticas pioneiras do chefe de Estado envolvendo o combate ao tabagismo.

Dirigente travou queda de braço com a gigante da indústria do cigarro Philip Morris, que questionou em organismos internacionais o uso de advertências gráficas em embalagens do produto.

Oficial do UNICEF fala com crianças sobre a importância da prevenção do ebola em Kivu do Norte, na República Democrática do Congo. Foto: UNICEF / Mark Naftalin

Vírus ebola deixa mais de 150 crianças órfãs ou desacompanhadas na República Democrática do Congo

Os novos focos do vírus ebola na República Democrática do Congo (RDC) estão ameaçando o progresso feito no combate à doença mortal e aumentando o risco de disseminação, alertou a Organização Mundial de Saúde (OMS).

Até o momento, houve 142 casos de ebola no nordeste do país, com 97 mortes. Segundo a OMS, as cidades de Beni e Butembo, em Kivu do Norte, tornaram-se os novos focos da doença.

O objetivo da convocatória foi identificar iniciativas que oferecem soluções e respostas baseadas na comunidade para doenças infecciosas na América Central e no Caribe. Foto EBC

Projetos de saúde em Guatemala e Honduras são reconhecidos por enfoque inovador e comunitário

Uma iniciativa de telemedicina do departamento de Gracias a Dios, em Honduras, juntamente com dois programas para controlar a doença de Chagas em Comapa, na Guatemala, foram reconhecidos por sua abordagem inovadora e comunitária para melhorar a saúde da população.

Os três programas foram selecionados a partir de uma lista com 12 trabalhos recebidos em uma chamada realizada por Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Centro Internacional de Entrenamiento e Investigaciones Médicas (CIDEIM), Universidade ICESI (Colômbia) e Organização Mundial de Saúde (OMS).

Para estabelecer prioridades e planos, ministros da Saúde e altas autoridades dos países e territórios membros da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) se reunirão em Washington. Foto: EBC

Ministros reúnem-se em Washington para discutir prioridades de saúde das Américas

Com o objetivo de estabelecer prioridades e planos para abordar os principais desafios em saúde enfrentados pela região das Américas, ministros da Saúde e altas autoridades dos países e territórios membros da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) se reunirão, de 23 a 27 de setembro, em Washington, nos Estados Unidos.

Durante o 56º Conselho Diretor, as autoridades em saúde da região vão analisar uma série de planos para reduzir o déficit de profissionais de saúde, diminuir os casos e mortes por câncer do colo do útero e melhorar a saúde de mulheres, crianças e adolescentes. Também debaterão ações para aprimorar o controle de vetores que transmitem doenças como malária, zika e Chagas.

Mais de 3 milhões de pessoas morreram por uso nocivo de álcool em 2016, segundo relatório divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Foto: EBC

Uso nocivo de álcool mata 3 milhões de pessoas por ano no mundo; homens são maioria

Mais de 3 milhões de pessoas morreram por uso nocivo de álcool em 2016, segundo relatório divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta sexta-feira (21). Isso representa uma em cada 20 mortes ocorridas globalmente naquele ano. Mais de três quartos delas ocorreram entre homens. No geral, o uso nocivo do álcool causa mais de 5% da carga global de doenças.

De todas as mortes atribuíveis ao álcool, 28% são resultado de lesões, como as causadas por acidentes de trânsito, autolesão e violência interpessoal; 21% se devem a distúrbios digestivos; 19% a doenças cardiovasculares e o restante por doenças infecciosas, câncer, transtornos mentais e outras condições de saúde.

Trânsito em São Paulo. Foto: Fotos Públicas / Oswaldo Corneti

ONU e associação de empresas estimulam uso do transporte público no Dia Mundial Sem Carro

Deixar o carro em casa e experimentar o transporte público pode ser um desafio para quem utiliza o automóvel no dia a dia, mas esse é o convite da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU) para o próximo sábado (22), Dia Mundial Sem Carro.

A campanha publicitária é assinada pela NTU, em parceria com duas agências das Nações Unidas – a ONU Meio Ambiente e a Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) -, e reforça o vínculo do transporte coletivo com pedestres e ciclistas.

Projeto do Equador visa combater a resistência de bactérias a antibióticos na cadeia de produção do frango. Foto: FAO/CC

Nas Américas, 77 milhões de pessoas adoecem anualmente por causa de alimentos contaminados

Em visita ao Equador para avaliar o uso de antibióticos na produção agrícola, especialistas da Organização Mundial da Saúde (OMS) alertaram em agosto para os riscos da resistência crescente de bactérias aos remédios.

Com agentes infecciosos mais fortes, as doenças transmitidas por comida contaminada podem ter impacto ainda maior sobre a população. Nas Américas, essas enfermidades acometem mais de 77 milhões de pessoas por ano.

Reunião ocorreu no fim de agosto, no Rio de Janeiro. Foto: PANAFTOSA

Rede interamericana de análises de alimentos visita instituto de controle de qualidade no Rio

Dois membros da Rede Interamericana de Laboratórios de Análises de Alimentos (RIILA) visitaram no fim de agosto (28) o Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS), localizado em Manguinhos, zona norte do Rio de Janeiro.

Entre os temas discutidos, estão a apresentação do novo portal da RILAA, a participação do INCQS na 9ª Assembleia Ordinária da Rede — que ocorrerá entre 5 e 9 de novembro em Santo Domingo, República Dominicana — e alianças futuras, sobretudo nas áreas de teste de proficiência e ensino.

Vacina BCG, utilizada contra a tuberculose, é preparada em centro de saúde em Bougouni, no Mali, em março de 2018. Foto: UNICEF/Ilvy Njiokiktjien

Países não estão fazendo o suficiente para acabar com tuberculose, diz relatório da OMS

Os países não estão fazendo o suficiente para acabar com a tuberculose — a doença infecciosa mais letal do mundo — até 2030, alertou a Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta terça-feira (18), ao lançar o mais recente relatório global sobre o tema.

O documento mostra que a disparidade geográfica é gritante, com 500 casos de tuberculose para cada 100 mil habitantes em países incluindo Moçambique, Filipinas e África do Sul; e menos de dez para cada 100 mil pessoas em países de alta renda.

Criança come biscoito usado no tratamento de malnutrição em Juba, capital do Sudão do Sul. Foto: UNICEF/Njiokiktjien VII Photo

ONU: uma criança morre a cada 5 segundos no mundo

Cerca de 6,3 milhões de crianças com menos de 15 anos morreram em 2017, segundo estimativas divulgadas nesta semana (17) pela Organização Mundial da Saúde (OMS), pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e pelo Grupo Banco Mundial.

Isso significa que, no ano passado, a cada cinco segundos, morria um jovem da faixa etária analisada. Maioria dos óbitos — 5,4 milhões — ocorreu entre meninos e meninas com até cinco anos de idade.

Dispersão de pesticidas em plantação em Adana, na Turquia. Foto: Wikimedia (CC)/Zeynel Cebeci

Agrotóxicos e outras substâncias químicas matam 193 mil pessoas no mundo por ano, diz ONU

Número foi divulgado pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) em reunião em Brasília sobre o projeto de lei 6.299/2002, que está em trâmite no Legislativo e propõe a flexibilização das regras para a fiscalização e aplicação dos agroquímicos.

Agência regional defendeu abordagem integrada entre setores da saúde, agricultura e meio ambiente, a fim de enfrentar o problema da exposição e intoxicação por substâncias químicas nocivas.