A crise do COVID-19 terá efeitos econômicos diretos nos sistemas de saúde da América Latina e do Caribe e nas taxas de mortalidade. Foto: pixabay/OrnaW

CEPAL: integração regional é crucial para enfrentar pandemia de COVID-19

De acordo com a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), para tratar a emergência sanitária é imperativo aplicar imediatamente e de maneira eficiente as medidas de contenção sugeridas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), fortalecer os sistemas de saúde e garantir o acesso universal a exames e medicamentos.

Para tratar a emergência social são necessárias medidas de proteção de renda para os grupos mais vulneráveis, medidas de proteção do emprego, como os benefícios de desemprego e renda básica de emergência, e medidas de apoio às pequenas e médias empresas (PMEs) e aos trabalhadores autônomos.

Lave as mãos com frequência usando água e sabão ou um desinfetante à base de álcool a 70%. Foto: UNICEF

OPAS busca US$95 milhões para ajudar países latino-americanos e caribenhos na pandemia

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) está chamando doadores para arrecadar 95 milhões de dólares, dinheiro que será utilizado para executar medidas de saúde pública prioritárias para ajudar os países da América Latina e Caribe a enfrentar a pandemia de COVID-19, doença causada pelo novo coronavírus.

Os recursos serão direcionados à Estratégia de Resposta da OPAS, alinhada à da Organização Mundial de Saúde (OMS), que tem o objetivo de salvar vidas e desacelerar a transmissão do novo coronavírus para mitigar que seu impacto nos serviços e na saúde da população, principalmente nos países que mais precisam de ajuda.

Duas mulheres caminham em uma estação de metrô na Cidade do México durante a crise do novo coronavírus. Foto: ONU México/Alexis Aubin

OMS manifesta preocupação com escalada de COVID-19 à medida que número de casos se aproxima de 1 milhão

As mortes por COVID-19 mais do que duplicaram na semana passada e em breve chegarão a 50 mil em todo o mundo, enquanto o número global de casos está caminhando para 1 milhão, disse o chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS) a jornalistas na quarta-feira (1).

O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse que houve “um crescimento quase exponencial” no número de casos nas últimas cinco semanas, afetando praticamente todos os países, territórios e regiões do mundo.

Funcionário do ACNUR constrói enfermaria ao lado do hospital Erasmo Meoz, em Cúcuta, na Colômbia, como parte da intensificação da resposta à COVID-19. O local tem capacidade de atender 72 pacientes. Foto: ACNUR

COVID-19 e o fluxo venezuelano: necessidades de refugiados e migrantes aumentam e medidas de ajuda são essenciais

Com a pandemia de coronavírus testando os sistemas de saúde em todo o mundo, a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e a Organização Internacional para as Migrações (OIM) estão chamando a atenção para os desafios que os refugiados e migrantes da Venezuela enfrentam.

“Pedimos à comunidade internacional que aumentem seu apoio a programas humanitários, de proteção e integração, dos quais a vida e o bem-estar de milhões de pessoas dependem, incluindo das comunidades que os acolhem”, afirmou Eduardo Stein, representante especial conjunto ACNUR-OIM para refugiados e migrantes da Venezuela.

OMS lança guia para atendimento de saúde mental em crises humanitárias

A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) lançou no dia 27 de março a versão em português do Guia de Intervenção Humanitária. O documento é uma ferramenta prática voltada a profissionais da saúde não especializados em saúde mental.

O Guia contém orientações para manejo de estresse agudo, luto, transtorno depressivo, transtorno do estresse pós-traumático, psicose, epilepsia, deficiência intelectual, uso de álcool e outras drogas, suicídio, entre outros.

Mariam Walate Intanere, de 25 anos, fugiu do Mali para o Níger com seu tio e quatro filhos. Ela e sua família receberão uma das 1 mil casas em Ouallam que estão sendo construída para refugiados e seus anfitriões. Foto: ACNUR/Sylvain Cherkaoui

Direitos e saúde de refugiados e migrantes devem ser protegidos em meio à pandemia

Diante da crise de COVID-19, todos somos vulneráveis. O vírus mostrou que não discrimina – mas muitos refugiados, deslocados à força, apátridas e migrantes estão em maior risco.

O alerta foi feito em comunicado conjunto publicado na terça-feira (31) por Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH), Organização Internacional para as Migrações (OIM), Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e Organização Mundial da Saúde (OMS).

A diretora da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Carissa F. Etienne, durante coletiva de imprensa realizada na terça-feira (31). Foto: OPAS

Tempo para desacelerar propagação da COVID-19 nas Américas está diminuindo; países devem agir agora

Mesmo com muitos países das Américas relatando a transmissão comunitária da COVID-19, ainda há tempo para desacelerar a propagação do vírus, reduzir seu impacto nos sistemas de saúde e salvar vidas, afirmou a diretora da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Carissa F. Etienne, durante coletiva de imprensa realizada na terça-feira (31).

Etienne disse ser essencial que os países decidam quais medidas de distanciamento devem ser adotadas, como e por quanto tempo. Essa é a única forma de evitar que os hospitais fiquem sobrecarregados com um número muito grande de pessoas doentes em um curto espaço de tempo.

Com base na experiência de países de outras regiões, Etienne apontou que “parece razoável planejar essas medidas para que durem por pelo menos dois ou três meses”.

A COVID-19 é uma doença infecciosa causada pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2), transmitido aos humanos pela primeira vez. O vírus circula de pessoa em pessoa, através da transmissão de gotículas infectadas de alguém contaminado ao falar, tossir ou espirrar. Medidas como o distanciamento social e lavar constantemente as mãos com água e sabão, ou higienizá-las com uma solução à base de álcool 60-70%, protege você de adquirir a COVID-19 e também de se tornar um transmissor.

Como me proteger do novo coronavírus? A OMS responde neste vídeo

A COVID-19 é uma doença infecciosa causada pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2), transmitido aos humanos pela primeira vez.

O vírus circula de pessoa em pessoa, através da transmissão de gotículas infectadas de alguém contaminado ao falar, tossir ou espirrar.

Medidas como o distanciamento social e lavar constantemente as mãos com água e sabão, ou higienizá-las com uma solução à base de álcool 60-70%, protege você de adquirir a COVID-19 e também de se tornar um transmissor.

Permaneça saudável. Evite a transmissão do novo coronavírus em sua comunidade.

“Os jovens não são invencíveis contra a COVID-19. O coronavírus pode colocá-lo no hospital por semanas ou até matá-lo. Mesmo que você não fique doente, as escolhas que você faz sobre onde vai podem ser a diferença entre a vida e a morte, para outra pessoa.” O alerta foi feito pelo diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus.

VÍDEO: ‘Os jovens não são invencíveis contra o coronavírus’, diz OMS

“Os jovens não são invencíveis contra a COVID-19. O coronavírus pode colocá-lo no hospital por semanas ou até matá-lo. Mesmo que você não fique doente, as escolhas que você faz sobre onde vai podem ser a diferença entre a vida e a morte, para outra pessoa.”

O alerta foi feito pelo diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus.

Segundo a OMS, a juventude deve levar a sério a situação de pandemia, evitando aglomerações, contatos com outros e, principalmente, evitando contaminar os mais velhos e vulneráveis.

Equipe do Departamento de Cuidado Crítico da Universidade Médica de Guangdong – Foto: Departamento de Cuidado Crítico, Universidade Médica de Guagdong

OMS pede mais equipamentos e suprimentos médicos para enfrentar coronavírus

O chefe da Organização Mundial de Saúde (OMS) está pedindo aumento de produção de equipamentos médicos e suprimentos, na medida em que centros médicos e trabalhadores em saúde de muitos países lutam com crescentes e urgentes demandas trazidas pela pandemia da COVID-19.

Tedros Adhanom Ghebreyesus informou a jornalistas em Genebra na segunda-feira (30) que conversou com ministros de comércio do fórum de economias líderes mundiais, o G-20, sobre maneiras de enfrentar a crônica falta de Equipamento de Proteção Individual (EPI) e outros suprimentos médicos essenciais.

Mais de 1,5 bilhão de estudantes em 165 países foram afetados pelo fechamento de escolas devido à COVID-19. Foto: UNESCO

Coronavírus: UNESCO reúne organizações, sociedade civil e setor privado em coalizão pela aprendizagem

Em um momento no qual 87% da população mundial de estudantes é afetada pelo fechamento de escolas devido à COVID-19, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) está lançando uma coalizão global de educação para apoiar os países a ampliar suas melhores práticas de aprendizagem a distância e atingir crianças e jovens em maior risco.

Mais de 1,5 bilhão de estudantes em 165 países foram afetados pelo fechamento de escolas devido à COVID-19.

Equipe médica de Xiang Lu em Hubei, China. Foto: Xiang Lu (arquivo pessoal)

OMS confirma mais de 630 mil casos da COVID-19

A Organização Mundial da Saúde (OMS) registrou cerca de 630 mil casos confirmados da COVID-19 em todo o mundo. Pelo menos 30 mil pessoas morreram e mais de 100 mil se recuperaram da doença.

Segundo o diretor-geral da OMS, Tedros Ghebreyesus, a ameaça global mais urgente é a falta de equipamentos de proteção individual. Até agora, a OMS forneceu cerca de 2 milhões de itens e equipamentos de proteção a 74 países e prepara a mesma quantidade para mais 60 nações.

Na sexta-feira (20) a OMS lançou o ensaio clínico ‘Solidariedade’, que vai comparar a segurança e a eficácia de quatro medicamentos ou combinações diferentes. Mais de 45 países já contribuem para este ensaio – incluindo o Brasil, que tem a Fiocruz como instituição responsável por liderar este processo no país.

Entre as ações realizadas pela OIM em Roraima estão a distribuição de kits de higiene, o auxílio com profissionais de saúde e doação de equipamentos para a rede pública de saúde. Foto: OIM

OIM apoia venezuelanos e comunidade de acolhida com ações frente à COVID-19

A Organização Internacional para as Migrações (OIM), com o financiamento do governo do Japão, está promovendo ações de saúde em Roraima, apoiando a Operação Acolhida, resposta humanitária do governo federal em parceria com agências da ONU e sociedade civil.

Entre as ações realizadas estão a distribuição de kits de higiene, o auxílio a profissionais de saúde e a doação de equipamentos para a rede pública de saúde de Roraima, assim como o compartilhamento e produção de conteúdo informativo e preventivo sobre o coronavírus.

Secretário-geral da ONU foi um dos participantes da cúpula virtual do G20 sobre a pandemia de COVID-19. Foto: ONU

Uma economia global sustentável precisa surgir após pandemia, diz chefe da ONU ao G20

Os líderes mundiais reunidos na cúpula virtual do G20, realizada na quinta-feira (26), comprometeram-se a injetar mais de 5 trilhões de dólares na economia global para combater os impactos da pandemia de COVID-19.

Eles também expandirão a capacidade industrial para atender à enorme e crescente demanda por suprimentos médicos, que serão disponibilizados a um preço acessível e no menor tempo possível, segundo compromisso das principais potências econômicas do mundo.

Pessoas em todo o mundo estão tomando precauções contra o novo coronavírus. Foto: Unsplash/Aalok Atreya

Saiba quais são as semelhanças e diferenças entre COVID-19 e gripe

À medida que a pandemia de COVID-19 continua evoluindo, muitas pessoas costumam comparar a enfermidade causada pelo novo coronavírus com a gripe.

Ambas causam doenças respiratórias, mas existem diferenças importantes entre os dois vírus e a forma como eles se propagam. Isso tem implicações importantes para as medidas de saúde pública que devem ser implementadas para responder a cada um dos patógenos.

Saiba mais na reportagem da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS).

Ação de prevenção em Lagos, na Nigéria. Foto: Ojo/Unicef

OMS adverte: COVID-19 chega a 196 países e mais vidas serão perdidas

A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou nesta quarta-feira (25) que pelo menos 413.467 casos foram confirmados e 18.433 pessoas morreram devido ao novo coronavírus em 196 países e territórios.

O diretor-geral da OMS, Tedros Ghebreyesus, explicou que a meta é ampliar a precisão e o foco para interromper a transmissão e salvar vidas, e apelou aos países que adotaram as medidas de bloqueio para atacar o novo coronavírus durante esse período.

Mensagens fraudulentas em nome da OPAS/OMS circulam no contexto novo coronavírus. Foto: Pexels

OPAS/OMS faz alerta ao público sobre mensagens fraudulentas em nome da Organização

Mensagens fraudulentas em nome da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) circulam por e-mail, sites e mídias sociais no contexto da pandemia causada pelo novo coronavírus. Em muitas delas, são solicitadas informações pessoais sob a falsa promessa de que fundos ou algum benefício será recebido da Organização.

Por isso, a OPAS/OMS alerta que essas mensagens não são enviadas pela Organização e não estão de forma alguma relacionadas a projetos ou iniciativas do organismo internacional. A recomendação às pessoas que eventualmente receberem este tipo de mensagens é verificar cuidadosamente sua autenticidade antes de responder ou compartilhar.

Plano de Resposta Humanitária Global do COVID-19 será coordenado pelo Escritório das Nações Unidas de Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) e depende de abordagem global - Foto: Gerd Altmann/Pixabay

ONU lança plano de resposta humanitária: abordagem global é a única maneira de lutar contra COVID-19

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, lançou nesta quarta-feira (25) um plano de resposta humanitária global de 2 bilhões de dólares para lutar contra a COVID-19 nos países mais vulneráveis, numa proposta para proteger milhões de pessoas e reduzir a disseminação do vírus no mundo. O plano contempla 51 países de América do Sul, África, Oriente Médio e Ásia.

A COVID-19 já matou mais de 16 mil pessoas em todo o mundo e há aproximadamente 400 mil casos registrados.

O plano de resposta será implementado pelas agências da ONU, com Organizações Não Governamentais (ONGs) internacionais e consórcios de ONGs tendo um papel direto na resposta.

O plano prevê o envio de equipamentos para testes e suprimentos médicos, instalação de  estações para lavagem das mãos em acampamentos e assentamentos, campanhas de informação pública e pontes aéreas para levar trabalhadores e insumos na América Latina, África e Ásia.

Michelle Bachelet discursa como presidente do Chile em sessão especial do Conselho de Direitos Humanos da ONU em março de 2017. Foto: ONU/Jean-Marc Ferre

ONU pede ações urgentes para prevenir avanço da COVID-19 em locais de detenção

A alta-comissária da ONU para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet, pediu nesta quarta-feira (25) aos governos que tomem medidas urgentes para proteger a saúde e a segurança das pessoas em detenção e outras instalações fechadas, como parte dos esforços gerais para conter a pandemia da COVID-19, a doença provocada pelo novo coronavírus.

“A COVID-19 começou a entrar em prisões e centros de detenção de imigração, bem como casas de repouso e hospitais psiquiátricos, e corre o risco de se espalhar pelas populações extremamente vulneráveis dessas instituições”, disse Bachelet.

Secretário-geral da ONU, António Guterres, na cúpula do G20 no Japão em 2019. Foto: ONU Japão/Ichiro Mae

G20 tem a chance de ampliar fortemente combate ao coronavírus, diz chefe da ONU

O grupo dos países mais industrializados do mundo, o G20, precisa responder às numerosas ameaças que a doença provocada pelo novo coronavírus representa para as pessoas em todos os lugares, de acordo com o secretário-geral da ONU.

Numa carta aos membros do Grupo das 20 potências industrializadas (G20), António Guterres elogiou a decisão de convocar uma cúpula virtual de emergência sobre a pandemia, que já afetou a saúde, a educação e as economias em todo o mundo.

“A COVID-19 exigirá uma resposta como nenhuma antes – um plano de ‘guerra’ em tempos de crise humana”, escreveu ele na segunda-feira (23).

Campanha da FIFA com OMS contará com jogadores de futebol para repassar mensagens de prevenção a COVID-19. Foto: Pexels

FIFA e OMS se unem para combater o coronavírus

A Federação Internacional de Futebol (FIFA) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) se uniram para combater a doença causada pelo coronavírus e lançaram uma nova campanha de conscientização liderada por jogadores de futebol de renome internacional, incluindo o goleiro brasileiro Alisson Becker. Eles estão pedindo que todas as pessoas do mundo sigam cinco passos essenciais para impedir a propagação da doença.

A campanha “Pass the message to kick out coronavirus” (“Passe a mensagem para dar um chutão no coronavírus” em tradução livre) promove cinco etapas para proteger a saúde, de acordo com as orientações da OMS, focadas em lavar as mãos, não tocar no rosto, manter distância física, ficar em casa e ter etiqueta respiratória (ao tossir ou espirrar, cobrir a boca e o nariz com o cotovelo flexionado ou com um lenço de papel – em seguida, jogar fora o lenço e higienizar as mãos).

Médica analisa exame para eventual diagnóstico de tuberculose. Foto: AGECOM/Carol Garcia

Em meio à pandemia de coronavírus, OMS divulga novas recomendações para prevenir tuberculose

As novas orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) ajudarão a acelerar os esforços dos países para impedir que pessoas infectadas com tuberculose (TB) desenvolvam a doença, graças à administração de tratamento preventivo.

“A COVID-19 está demonstrando como pessoas com doenças pulmonares e sistemas imunológicos debilitados podem ser vulneráveis”, afirmou Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS.

“O mundo está comprometido em acabar com a tuberculose até 2030; melhorar a prevenção é a chave para fazer isso acontecer. Milhões de pessoas precisam receber tratamento preventivo contra a tuberculose para deter o aparecimento da doença, prevenir o sofrimento e salvar vidas”.

Retorno para casa de afegãos num país com sistema de saúde enfraquecido pelo risco de coronavírus – Foto: Shahrokh Pazhman/UNOCHA

OIM defende tratamento digno a migrantes durante pandemia do novo coronavírus

A importância de tratar migrantes com dignidade e respeito não mudou, afirmou o porta-voz da Organização Internacional de Migração (OIM), Joel Millman, em entrevista ao serviço de informações da ONU. O impacto que a pandemia da COVID-19 está tendo sobre os migrantes – muito presentes na indústria alimentícia, agora em isolamento generalizado – é uma grande preocupação para a OIM.

“Definimos migrantes como trabalhadores, como pessoas deslocadas, como solicitantes de asilo, e eles têm uma presença enorme em todo o mundo, por uma série de motivos. E, claro, eles são seres humanos: são nossos vizinhos, familiares, pessoas que nossas crianças conhecem da escola, e eles são afetados como todos nós somos afetados durante esta emergência de saúde pública”, afirmou Millman. Ele acrescentou que a mensagem mais importante da agência – tratar as pessoas com dignidade e total respeito pelos seus direitos humanos – não mudou nestas circunstâncias.

COVID-19: OMS apoia países com envio de equipamentos de proteção e diagnóstico

Pela primeira vez desde o início do surto de COVID-19, em dezembro, a China não registrou nenhum caso doméstico da doença, informou o chefe da Organização Mundial da Saúde da ONU (OMS) na quinta-feira (19), classificando o fato como “uma conquista incrível”.

Tedros Adhanom Ghebreyesus falou durante seu briefing regular em Genebra, onde destacou os últimos desenvolvimentos no apoio da agência da ONU aos países que enfrentam o que descreveu como “um inimigo invisível contra a humanidade”.

A OMS enviou equipamentos de proteção individual (EPI) para quase 70 países, enquanto 120 nações receberam 1,5 milhão de kits de diagnóstico.

Centro de Informação do WhatsApp sobre Coronavírus traz informações em português sobre a doença - Foto: PNUD

COVID-19: OMS, UNICEF e PNUD fecham parceria com WhatsApp para levar informações em tempo real

O WhatsApp acaba de anunciar duas iniciativas em apoio à luta global contra a pandemia do novo coronavírus: o lançamento mundial do Centro de Informação do WhatsApp sobre Coronavírus, em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF),  e a doação de um milhão de dólares para a Rede Internacional de Checagem de Fatos do Instituto Poynter (IFCN, na sigla em inglês). O Centro de Informação online tem dados  em português sobre o Brasil.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, durante coletiva de imprensa virtual sobre a pandemia de COVID-19. Foto: Reprodução

Chefe da ONU pede solidariedade, esperança e resposta global coordenada para combater pandemia

À medida que o medo e a incerteza do público crescem em torno da pandemia da COVID-19, “mais do que nunca, precisamos de solidariedade, esperança e vontade política para enfrentar essa crise juntos”, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres, nesta quinta-feira (19), em sua primeira coletiva de imprensa virtual.

O chefe da ONU disse que enfrentar a emergência de saúde é a sua preocupação número um, e defendeu a ampliação dos gastos com saúde para cobrir, entre outras coisas e “sem estigma”, testes, apoio aos profissionais de saúde e garantia de suprimentos adequados.

Sobre o âmbito econômico, salientou: “fundamentalmente, precisamos nos concentrar nas pessoas – nos trabalhadores mais vulneráveis, com baixos salários, pequenas e médias empresas”. “Isso significa apoio salarial, seguro, proteção social, prevenção de falências e perda de empregos”. Leia a reportagem completa.

Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS). Foto: ONU/Elma Okic

OMS: começam testes de vacina contra coronavírus; número de mortes supera 8 mil no mundo

Apenas 60 dias após a sequência genética da COVID-19 ser compartilhada pela China, o primeiro teste de vacina foi iniciado, disse o chefe de saúde da ONU na quarta-feira (18), chamando este fato de “uma conquista incrível” e instando o mundo a manter “o mesmo espírito de solidariedade” do combate ao ebola.

Atualizando jornalistas na coletiva de imprensa regular em Genebra, o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse que mais de 200 mil casos do novo coronavírus foram relatados no mundo e mais de 8 mil mortes foram registradas.

Diretora da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS), Carissa F. Etienne. Foto: UNIC Rio/Brenno Felix

OPAS pede que ministros da Saúde reorganizem serviços para atender pacientes com COVID-19

A diretora da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Carissa F. Etienne, pediu na quarta-feira (18) que todos os países das Américas adotem medidas urgentes para reorganizar seus serviços de saúde e proteger profissionais para que possam atender com segurança pacientes infectados pelo novo coronavírus e salvar vidas.

“A mensagem é clara: agora é a hora de os países aumentarem sua capacidade de detectar casos, cuidar de pacientes e garantir que os hospitais tenham o espaço, suprimentos e funcionários necessários para prestar os atendimentos”, afirmou Etienne durante sua teleconferência semanal com os ministros da Saúde da Região das Américas.

Até o momento, não há tratamento específico para a COVID-19. A implementação de terapias de apoio oportunas, eficazes e seguras (oxigênio, hidratação e alívio da febre e da dor) é a pedra angular da terapia para os pacientes que desenvolvem manifestações graves da doença.

Adolescente brasileira grávida. Foto: Marcello Casal Jr/Abr.

COVID-19: agências da ONU divulgam informações para mulheres grávidas; pedem recursos para crianças

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) divulgou nesta quarta-feira (18) informações para mulheres em idade reprodutiva e grávidas sobre riscos e precauções durante a epidemia provocada pelo novo coronavírus, e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) reforçou o apelo para doadores num momento em que milhares de crianças em todo o mundo precisam de atendimento.

De acordo com o UNFPA, as mulheres grávidas devem tomar as mesmas precauções recomendadas para todos os adultos para evitar infecções, como evitar contato próximo com qualquer pessoa que esteja tossindo ou espirrando; lavar as mãos com frequência com sabão e água ou utilizar álcool em gel, cobrindo a boca e o nariz com um lenço ou o cotovelo quando tossir ou espirrar; e cozinhar completamente carnes e ovos.

O camaronês Ambuchu John tem 58 anos e é portador de deficiência visual. Na foto, ele está em sua nova casa com seus dois filhos mais velhos, tendo sido deslocado pelos combates no distrito de Buea, Camarões. Foto: OCHA / Giles Clarke

Coronavírus: OMS pede mais ação de países europeus; trabalho humanitário no mundo precisa continuar

A agência humanitária da ONU lembrou na terça-feira (17) que milhões de pessoas precisam de ajuda humanitária no mundo, e que esse trabalho precisa continuar diante da pandemia da doença provocada pelo novo coronavírus, a COVID-19.

No mesmo dia, a Organização Mundial da Saúde (OMS) na Europa afirmou que os países do continente precisam tomar “medidas ousadas” para interromper a disseminação do vírus, e um órgão de narcóticos apoiado pela ONU pediu a manutenção de estoques suficientes de medicamentos.

Foto: LYCS Architecture/Unsplash

Pacto Global sugere respostas das empresas à COVID-19

O surto da COVID-19, doença provocada pelo novo coronavírus, não é apenas uma crise global da saúde, mas afeta também o comércio e a economia globais. Seu impacto está crescendo e será sentido no curto e no longo prazo. Todos os setores da sociedade foram afetados pelo surto – incluindo a comunidade empresarial internacional.

Como a maior iniciativa corporativa de sustentabilidade do mundo, o Pacto Global das Nações Unidas está pedindo aos líderes empresariais de todos os lugares que se unam para apoiar comunidades e empresas afetadas pelo surto.

Os recursos serão direcionados à Estratégia de Resposta da OPAS, alinhada à da Organização Mundial de Saúde (OMS), que tem o objetivo de salvar vidas e desacelerar a transmissão do novo coronavírus. Foto: pixabay/pasja1000

COVID-19: Saúde mental na era do novo coronavírus

Desde janeiro, quando a Organização Mundial da Saúde (OMS) determinou o surto da nova doença do coronavírus, COVID-19, como uma “emergência de saúde pública de interesse internacional”, os níveis de estresse em todos os lugares continuaram aumentando.

“Seja empático com todos aqueles que são afetados, dentro e provenientes de qualquer país”, destaca a OMS, alertando contra o estigma em relação a quem tem ou teve o vírus.

Também é recomendável procurar atualizações de informações apenas de fontes confiáveis ​​e em horários definidos uma ou duas vezes por dia.

Equipamento médico fornecido pelo Programa Mundial de Alimentos (WFP) chega a Pequim. Foto: Yingshi Zhang

China mostra que disseminação do novo coronavírus pode ser interrompida

A experiência da China em conter a disseminação do novo coronavírus pode servir de lição para outros países que enfrentam a pandemia da COVID-19, disse uma autoridade da Organização Mundial da Saúde (OMS) em entrevista ao UN News.

Enquanto mais de 153 mil casos de doenças respiratórias foram registrados globalmente até domingo (15), esse número está em declínio na China, demonstrando que o curso do surto foi alterado, de acordo com o representante da OMS no país, Gauden Galea.

As pessoas que chegam ao aeroporto de Luxor, no Egito, são rastreadas quanto a sintomas de coronavírus. Foto: Khaled Abdul Wahab

OMS diz que combate ao novo coronavírus tem de incluir testagem de casos

A maneira mais eficaz de prevenir infecções e salvar vidas é quebrar as cadeias de transmissão. Para isso, é preciso testar e isolar, disse o chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, em coletiva de imprensa em Genebra nesta segunda-feira (16) sobre a pandemia provocada pelo novo coronavírus. “Mais uma vez, nossa mensagem é: testar, testar, testar.”

“Você não pode combater um incêndio com os olhos vendados”, disse ele, ressaltando a importância de testar todos os casos. “Não podemos parar esta pandemia se não soubermos quem está infectado”.