Julienne Lusenge, diretora-executiva do Fundo para Mulheres Congolesas, uma donatária do Fundo Fiduciário da ONU, lidera workshop antes da pandemia na República Democrática do Congo. Foto: Jonathan Torgovnik

COVID-19: Fundo da ONU apoia mulheres em risco de violência na Índia e na RDC

Diante da atual pandemia de COVID-19, o Fundo Fiduciário da ONU para Acabar com a Violência contra as Mulheres (UNTF, na sigla em inglês) e as instituições donatárias reconhecem as dimensões de gênero dos impactos do novo coronavírus no mundo.

Isso inclui aumento do risco de violência doméstica e diminuição da capacidade das pessoas prestadoras de serviços de responder a casos de violência. Leia o relato da ONU Mulheres.

Phumzile Mlambo-Ngcuka, vice-secretária geral da ONU e diretora executiva da ONU Mulheres. Foto: Rick Bajornas (ONU)

ARTIGO: COVID-19 oferece oportunidades de corrigir as desigualdades na vida das mulheres

Em artigo, a subsecretária-geral da ONU e diretora-executiva da ONU Mulheres, Phumzile Mlambo-Ngcuka, afirma que a COVID-19 oferece uma oportunidade de ação radical e positiva para corrigir as desigualdades de longa data em várias áreas da vida das mulheres.

“Há espaço não apenas para resistência, mas recuperação e crescimento. Peço aos governos e a todos os outros prestadores e prestadoras de serviços, incluindo o setor privado, que aproveitem a oportunidade para planejar sua resposta à COVID-19 como nunca fizeram antes – e que levem em consideração a perspectiva de gênero, construindo proativamente conhecimentos de gênero em equipes de resposta”.

Foto:  Mulher usa máscara em transporte público em Nova Iorque – Março de 2020 – Foto: Loey Felipe/ONU

ONU Mulheres pede atenção às necessidades femininas nas ações contra a COVID-19

Apesar das medidas robustas em todo o mundo para conter a pandemia da COVID-19, o impacto social do novo coronavírus está atingindo fortemente as mulheres, que representam 70% das pessoas que trabalham no setor social e de saúde. Elas também são três vezes mais responsáveis pelos cuidados não-remunerados em casa do que os homens, de acordo com a ONU Mulheres.

Por conta disso, a ONU Mulheres recomenda uma série de medidas específicas nas ações contra o coronavírus, como apoio prioritário para mulheres que atuam na contenção da doença, acordos de trabalho flexíveis para mulheres e proteção de serviços essenciais de saúde para mulheres e meninas, entre outras.

Pandemia do novo coronavírus afeta, em particular, as trabalhadoras informais e domésticas, porque as quarentenas reduzem consideravelmente a demanda por esses serviços. Foto: ONU Mulheres.

ONU Mulheres recomenda que igualdade de gênero seja incluída na resposta à pandemia

Trabalhadoras do setor de saúde, trabalhadoras domésticas, mulheres na economia informal, refugiadas, migrantes e em situação de violência são algumas das mulheres mais expostas à COVID-19 e precisam ser envolvidas em todas as fases da resposta e na tomada de decisão local e nacional.

De acordo com o escritório regional da ONU Mulheres, a redução da atividade econômica afeta, em primeira instância, trabalhadoras informais que perdem seus meios de sustento de vida quase imediatamente, sem nenhuma rede ou possibilidade de substituir a renda diária.

Yenni com sua filha Branyelis, de sete dias, e seu filho Moises, de três anos, em Boa Vista, Roraima. Foto: ACNUR/Victor Moriyama

Luxemburgo apoia projeto para empoderamento de mulheres venezuelanas em Roraima

Em crises humanitárias, as populações notadamente mais afetadas são de mulheres e crianças. O grau de vulnerabilidade dessas pessoas venezuelanas em Roraima é alto, pois elas acabam expostas a riscos maiores de violência.

Diante deste cenário, o Ministério da Cooperação de Luxemburgo firmou o seu apoio ao programa conjunto “Liderança, empoderamento, acesso e proteção para mulheres migrantes, solicitantes de refúgio e refugiadas no Brasil”, que é implementado por ONU Mulheres, Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) no estado.

Abertura da 64ª Sessão da Comissão da ONU sobre a Situação das Mulheres, na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque. Foto: ONU Mulheres/Ryan Brown

Países concordam em implementar Declaração de Pequim sobre igualdade de gênero

Em declaração política adotada na segunda-feira (9) em comemoração ao 25º aniversário da 4ª Conferência Mundial sobre as Mulheres, os Estados-membros das Nações Unidas se comprometeram a intensificar os esforços para implementar totalmente a Declaração e Plataforma de Ação de Pequim, considerada o marco normativo mais visionário relacionado aos direitos das mulheres.

A Declaração Política é o principal resultado da 64ª Sessão da Comissão da ONU sobre a Situação das Mulheres, a maior reunião anual sobre igualdade de gênero e empoderamento das mulheres, realizada na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque.

Vídeos protagonizados pela Turma da Mônica discutem as relações entre homens e mulheres desde a infância. Foto: Reprodução

Vídeos da Turma da Mônica ajudam a prevenir violência contra mulheres e meninas

Mesmo para os temas mais delicados, há formas variadas (e criativas) de chamar a atenção e promover o debate. Cientes disso, a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) elegeram como um dos focos de sua parceria a prevenção da violência contra mulheres e meninas.

Entre as atividades promovidas, estão ações como um curso a distância voltado para as forças de segurança sobre o enfrentamento a todas as formas de violência contra as mulheres; assim como vídeos protagonizados pela Turma da Mônica, que discutem as relações entre homens e mulheres desde a infância. Assista aos vídeos.

A situação das mulheres: 1950 ou 2020?

VÍDEO: A situação das mulheres, 1950 ou 2020?

Uma reportagem sobre a situação global das mulheres que trabalham, e o ano é… 1950?

Quando se trata de mercado de trabalho, a ONU Mulheres aponta que a desigualdade é uma notícia velha para as mulheres de todo o mundo.

Em 2020, o tema das Nações Unidas para o Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, é “Eu sou a geração igualdade: conquistando os direitos da mulher”.

Envolva-se com a #GeraçãoIgualdade. Faça parte da força que irá conquistar a igualdade de gênero ainda neste século.

'Transformar as relações de poder é essencial', diz chefe da ONU no dia das mulheres

‘Transformar as relações de poder é essencial’, diz chefe da ONU no dia das mulheres

Secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, lançou um chamado “forte e urgente” por ação em prol da igualdade de gênero. Para ele, a desigualdade representa uma “injustiça esmagadora” de nosso tempo.

Guterres defendeu a igualdade de gênero como uma questão de poder, afirmando ser preciso transformar e redistribuir o poder, de forma urgente, caso o mundo queira salvaguardar seu próprio futuro no planeta. “A misoginia está em todas as partes”, acrescentou, em mensagem em vídeo (assista aqui).

Celebração antecipada nesta sexta-feira (6), na Assembleia Geral, lembra criação da Plataforma de Ação de Pequim, há 25 anos. Em 2020, o tema é “Eu sou a Geração Igualdade: concretizar os direitos das mulheres”.

Mulheres em Bangladesh pedem igualdade de gênero. Foto: UNICEF/Jannatul Mawa

Dia Internacional da Mulher: progresso na igualdade de gênero continua lento

O relatório “Revisão dos direitos das mulheres, 25 anos depois de Pequim” faz um balanço sobre como está sendo implementado o plano de igualdade de gênero adotado pelos países em 1995, a Plataforma de Ação de Pequim, que exige mais paridade e justiça.

O documento cita um progresso vacilante e observa que avanços conquistados com muito esforço estão sendo revertidos pela desigualdade desenfreada, pelas mudanças climáticas, pelos conflitos e pelas políticas de exclusão.

“A análise dos direitos das mulheres mostra que, apesar de alguns progressos, nenhum país alcançou a igualdade de gênero”, disse Phumzile Mlambo-Ngcuka, diretora-executiva da ONU Mulheres.

Adolescente conduz experimento durante aula de química na Escola Secundária Kamulanga, em Lusaka, capital de Zâmbia. Foto: UNICEF

Mundo ainda é lugar violento e altamente discriminatório para meninas, diz relatório

Como nunca antes na história, mais meninas vão à escola e permanecem nela em todo o mundo. No entanto, ganhos notáveis na educação ainda não criaram um ambiente mais igualitário e menos violento para elas, alertou novo relatório divulgado nesta quarta-feira (4) por Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Plan International e ONU Mulheres.

A violência contra mulheres e meninas ainda é frequente no mundo. Em 2016, mulheres e meninas representavam 70% das vítimas de tráfico de pessoas, a maioria para exploração sexual. No mesmo ano, uma em cada 20 meninas de 15 a 19 anos — cerca de 13 milhões — foi vítima de estupro, uma das formas mais violentas de abuso sexual que mulheres e meninas podem sofrer.

Maria-Noel Vaeza se reuniu com representantes da sociedade civil para apresentar a nova campanha Geração Igualdade e discutir o a situação das mulheres brasileiras. Foto: ONU Mulheres

Nações Unidas pedem mais investimentos do Brasil nos direitos das mulheres

A diretora da ONU Mulheres para América Latina e Caribe, Maria-Noel Vaeza, reuniu-se em fevereiro (20 e 21) em Brasília (DF) com autoridades do Executivo e do Judiciário brasileiros e lideranças da sociedade civil.

Nos encontros, salientou que países da região precisam avançar em políticas para a eliminação das desigualdades de gênero, raça e etnia, a fim de fazer avançar o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Hingride Marcelle Leite de Jesus tem 20 anos e participou do programa “Uma Vitória Leva à Outra” no Rio de Janeiro. Foto: ONU Mulheres/Camille Miranda

PERFIL: ‘Sou Geração Igualdade’ — Hingride Marcelle Leite de Jesus, jogadora de rugby

A jogadora de rugby Hingride Marcelle Leite de Jesus tem 20 anos e participou no Rio de Janeiro (RJ) do programa “Uma Vitória Leva à Outra”, iniciativa de esportes e habilidades para a vida da ONU Mulheres e do Comitê Olímpico Internacional (COI).

“Como mulheres, nos faltam espaços nos quais possamos falar sobre os nossos problemas, fazer perguntas e expressar nossas opiniões. É o que mais gosto do programa Uma Vitória Leva à Outra – a criação de espaços seguros para meninas.” Leia o relato completo.

Participantes do programa "Uma vitória leva à outra" lideram grupo em trajes azuis da ONU para celebrar Marta. Foto: ONU Mulheres/Camille Miranda

Marta Vieira da Silva and One Win Leads to Another girls celebrate women’s empowerment in Brazil Carnival

“Her fight is our flag, every second showing to the world the strength of the Brazilian woman” sang the parade-goers on Saturday, as tens of thousands of people in Rio de Janeiro, Brazil, celebrated the power and strength of women through the inspiring journey of the soccer player, UN Women Goodwill Ambassador and UN SDG Advocate, Marta Vieira da Silva. She was honoured in the Carnival parade by the samba school Inocentes de Belford Roxo.

Participantes do programa "Uma vitória leva à outra" lideram grupo em trajes azuis da ONU para celebrar Marta. Foto: ONU Mulheres/Camille Miranda

Jogadora Marta e meninas do ‘Uma vitória leva à outra’ celebram empoderamento no Carnaval do Rio

“Que a sua luta é a nossa bandeira, em cada segundo mostrando pro mundo a força que tem a mulher brasileira”, cantou o samba-enredo da Inocentes de Belford Roxo no sábado (22), enquanto milhares de pessoas celebravam o Carnaval no Rio de Janeiro (RJ).

O samba foi uma homenagem ao poder e à força das mulheres por meio da jornada inspiradora da jogadora de futebol Marta Vieira da Silva, Embaixadora da Boa Vontade da ONU Mulheres e defensora dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Jogadora Marta leva Objetivos de Desenvolvimento Sustentável ao Carnaval do Rio

A jogadora de futebol Marta Vieira da Silva será homenageada por uma escola de samba no Rio de Janeiro (RJ) por conta de sua jornada de empoderamento e superação das barreiras de gênero. Meninas do programa “Uma vitória leva à outra”, iniciativa de esportes e habilidades para a vida da ONU Mulheres e do Comitê Olímpico Internacional (COI), também participarão do desfile no sábado (22) de Carnaval no Sambódromo.

ONU Mulheres recebe inscrições para Coalizões de Ação da Geração Igualdade

A ONU Mulheres recebe até 21 de fevereiro candidaturas de instituições interessadas em compor as Coalizões de Ação da Geração Igualdade.

Trata-se de uma chamada internacional para Estados-membros da ONU; organizações e movimentos de mulheres e agentes da sociedade civil; instituições do setor privado; entre outros.

Para a ONU Mulheres, as Coalizões de Ação serão fundamentais para garantir uma aliança sólida orientada à obtenção de resultados para a igualdade de gênero durante a Década de Ação das Nações Unidas (2020-2030) com foco no alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

A primeira ação da parceria será a construção pela OIM de um guia com orientação para órgãos públicos que tenham interesse em incluir migrantes em seus quadros de serviço terceirizado. Foto: Flickr/ ilouque (CC)

ONU Mulheres é finalista do 14º Troféu Mulher Imprensa

A ONU Mulheres Brasil é finalista do 14º Troféu Mulher Imprensa, promovido pela Revista e Portal Imprensa, que pretende reconhecer o trabalho jornalístico das mulheres dentro e fora das redações no país.

A competição será definida por voto popular por meio de 18 categorias relacionadas a profissionais, veículos e projetos de comunicação que se destacaram no ano de 2019. A premiação também busca incentivar a pauta dos direitos das mulheres nos meios de comunicação.

Em dia internacional, Guterres defende igualdade de gênero na ciência e tecnologia

Menos de 30% dos pesquisadores científicos do mundo são mulheres: essa é apenas uma das estatísticas que mostram quantos desafios ainda restam para mulheres e meninas no campo científico no Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, lembrado nesta terça-feira (11).

Pedindo o fim do desequilíbrio de gênero na ciência, o secretário-geral da ONU, António Guterres, disse em sua mensagem para o dia que “desmantelar estereótipos de gênero” é um passo essencial.

Ele destacou o fato de que “meninas e meninos têm um desempenho igualmente bom em ciências e matemática, mas apenas uma fração das estudantes do ensino superior optam por estudar ciências” e apelou a um desenvolvimento de carreira mais favorável para mulheres cientistas e pesquisadoras.

Líderes de movimentos de mulheres e feministas participam de lançamento do projeto “Conectando Mulheres, defendendo direitos” em Brasília (DF). Foto: ONU Mulheres/Isabel Clavelin

ONU Mulheres e UE fortalecem cooperação em apoio às defensoras de direitos humanos

ONU Mulheres e União Europeia firmaram nesta quarta-feira (5) em Brasília (DF) um acordo de cooperação para a prevenção da violência e a proteção de mulheres defensoras dos direitos humanos, por meio do projeto “Conectando Mulheres, defendendo direitos”.

A iniciativa responde às crescentes ameaças e perseguições e aos diferentes tipos de violência contra mulheres defensoras de direitos humanos no mundo. Foi apresentada a parlamentares brasileiras e brasileiros, membros da sociedade civil, do corpo diplomático e de outras representações da comunidade internacional.

Manifestação pelos direitos das mulheres em Porto Alegre, em novembro de 2017. Foto: Fora do Eixo (CC)

Países da América Latina e Caribe se comprometem a acelerar igualdade de gênero na região

Representantes de países latino-americanos e caribenhos reunidos na 14ª Conferência Regional sobre Mulheres em Santiago, no Chile, aprovaram na sexta-feira (31) um compromisso para tomar todas as medidas necessárias para acelerar a igualdade de gênero na região.

Entre os 48 pontos do Compromisso de Santiago, destacam-se acordos para erradicar a violência de gênero, fornecer acesso universal a serviços de saúde integrais, incluindo serviços de saúde sexual e reprodutiva, e promover a participação no mercado de trabalho nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática.

A conferência foi realizada na semana passada pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), com apoio da ONU Mulheres.

Marcha em Montevidéu, Uruguai, reuniu sociedade civil e representantes da ONU em 2017 para pedir o fim da violência contra as mulheres. Foto: ONU Mulheres/Sahand Minae

Conferência da ONU pede prioridade às políticas de igualdade de gênero na América Latina

Autoridades e oficiais internacionais convocaram na terça-feira (28), na abertura da 14ª Conferência Regional sobre Mulheres na América Latina e Caribe, prioridade às políticas de igualdade de gênero e autonomia das mulheres.

O apelo é feito no atual contexto regional caracterizado por desaceleração econômica — que fragiliza o espaço para as políticas sociais, econômicas e ambientais — e pela deterioração das taxas de pobreza e desigualdade.

A reunião realizada em Santiago, no Chile, é organizada por Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), com apoio da ONU Mulheres.

Chile recebe 14ª Conferência Regional sobre a Mulher da América Latina e Caribe

Vice-presidentas e dezenas de ministras e altas autoridades de órgãos de políticas para as mulheres participam da 14ª Conferência Regional sobre a Mulher, que acontece até sexta-feira (31) na sede da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), em Santiago, no Chile. Trata-se do principal fórum inter-governamental sobre os direitos das mulheres e a igualdade de gênero na região.

O encontro é organizado pela CEPAL com apoio da ONU Mulheres. Tem como tema central a autonomia das mulheres em cenários econômicos em mudança. O evento será transmitido ao vivo em: http://www.cepal.org.

Equipe da ONU Mulheres durante as discussões do setor privado sobre igualdade de geração no Quênia. Foto: ONU Mulheres/Kennedy Okoth

ONU Mulheres anuncia temas para o Fórum Geração Igualdade

A ONU Mulheres, movimentos feministas do mundo, governos do México e da França anunciaram na semana passada (15) os temas das Coalizões de Ação do Fórum Geração Igualdade que acontecerá na Cidade do México e em Paris este ano.

As Coalizões de Ação são parcerias com governos, sociedade civil, organizações internacionais e setor privado para catalisar a ação coletiva, impulsionar o investimento público e privado e fornecer resultados positivos para mulheres e meninas em todo o mundo.

União dos Escoteiros do Brasil é parte do movimento ElesPorElas – HeForShe em defesa dos direitos de mulheres e meninas Foto: Escoteiros do Brasil

ONU Mulheres promoverá oficinas para escoteiras e escoteiros em Foz do Iguaçu (PR)

A igualdade entre homens e mulheres, meninos e meninas é parte da programação do 16º Jamboree Iberamericano e do 3º Camporee Scout Interamericano, que acontecerá de 4 a 10 de janeiro de 2020, em Foz do Iguaçu, Paraná.

O conteúdo será articulado nas oficinas ElesPorElas – HeForShe, promovidas pela ONU Mulheres e pela União dos Escoteiros do Brasil, para escoteiras e escoteiros de 11 a 17 anos. Nos encontros, é aguardada a presença de mais de 6 mil pessoas.

Quirguiz Anastasia Divinskaya é nova representante da ONU Mulheres Brasil

A ONU Mulheres Brasil anunciou nesta segunda-feira (23) que a quirguiz Anastasia Divinskaya assumiu o posto diplomático de representante da organização no país, incorporando-se ao escritório em Brasília (DF).

Com 19 anos de experiência profissional nas Nações Unidas em igualdade de gênero, empoderamento das mulheres e direitos humanos, Divinskaya foi representante da ONU Mulheres Ucrânia. Lá, liderou a criação do escritório no país, o qual possui amplo portfólio programático com ações na região da Ásia Central e Europa.

Foto: ONU Mulheres/Pornvit Visitoran

Dia Internacional das Mulheres de 2020 terá como foco a igualdade de direitos

Em 2020, o Dia Internacional das Mulheres (8 de março) terá como tema “Eu sou a Geração Igualdade: concretizar os direitos das mulheres”.

O consenso global emergente é de que, apesar de alguns progressos, as mudanças reais têm sido lentas para a maioria das mulheres e meninas em todo o mundo.

Hoje, nenhum país pode afirmar ter alcançado a igualdade de gênero. Vários obstáculos permanecem inalterados na lei e na cultura, de acordo com a ONU Mulheres.

Mulheres venezuelanas escrevem suas histórias de vida durante atividade em Boa Vista (RR). Foto: UNFPA/Yareidy Perdomo

Luxemburgo apoia programa da ONU para empoderamento de mulheres venezuelanas no Brasil

Luxemburgo firmou o seu apoio ao programa conjunto “Liderança, empoderamento, acesso e proteção para mulheres migrantes, solicitantes de refúgio e refugiadas no Brasil”, liderado por ONU Mulheres, em parceria com Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), em Roraima.

O acordo foi assinado este mês (12) pela secretária-geral assistente das Nações Unidas e diretora-executiva adjunta da ONU Mulheres, Åsa Regnér, e pelo embaixador Christian Braun. A assistência humanitária tem duração estimada de dois anos, com contribuição de 600 mil euros do governo de Luxemburgo ao programa conjunto implementado pelas três agências da ONU no Brasil.

Mulheres empreendedoras posam em frente aos produtos feitos a partir de figuras femininas histórias e atuais. Foto: ACNUR/Alan Azevedo

Campanha pelo fim da violência de gênero dá voz a refugiadas e migrantes venezuelanas

“Vivi muitos anos sofrendo violência, sem ao menos perceber”. “Não entendia que os gritos e palavras rudes eram também um tipo de violência”. “O que mais me doía era quando ele usava meus filhos contra mim”. “Nós mulheres somos penalizadas por tentar manter a família unida, por tentar fazer o certo”.

As autoras destas frases são refugiadas e migrantes venezuelanas que participaram, no último dia 10, em um dos eventos promovidos pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e parceiros para marcar o fim dos “16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres” em Boa Vista, capital de Roraima.

Phumzile Mlambo-Ngcuka é subsecretária geral da ONU e diretora executiva da ONU Mulheres. Foto: ONU

ARTIGO: Estupro — um custo intolerável à sociedade

Em artigo publicado no jornal Folha de S.Paulo, a diretora-executiva da ONU Mulheres, Phumzile Mlambo-Ngcuka afirma que, em muitos países, as mulheres sabem que são mais propensas a serem consideradas culpadas do que vítimas quando denunciam a violência sexual e precisam lidar com o sentimento injustificado de vergonha.

“Junto com a criminalização do estupro, precisamos colocar a vítima no centro da questão e responsabilizar os estupradores. Isso significa fortalecer a capacidade das autoridades responsáveis para investigar esses crimes e apoiar as sobreviventes por meio do processo de justiça criminal, com acesso à assistência jurídica, polícia e serviços de justiça, bem como serviços de saúde e sociais, especialmente para as mulheres marginalizadas.” Leia o artigo completo.

Durante o segundo semestre de 2019, o Empoderando Refugiadas promove workshops temáticos para mulheres refugiadas em São Paulo (SP) e Boa Vista (RR). Foto: Fellipe Abreu

Empresas e mulheres refugiadas reúnem-se em dinâmica de empregabilidade em SP

De um lado, empresas que buscam diversidade de talentos. De outro, mulheres refugiadas que necessitam de uma colocação no mercado de trabalho brasileiro. Foram estas necessidades que possibilitaram o encontro destes dois grupos para uma dinâmica de empregabilidade em São Paulo, na última segunda-feira (2).

O Empoderando Refugiadas está em sua quarta edição e trabalha a empregabilidade de mulheres em situação de refúgio em São Paulo (SP) e Boa Vista (RR), além do engajamento de empresas sobre a contratação de refugiadas e migrantes. O projeto é uma parceria entre a Rede Brasil do Pacto Global, a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e a ONU Mulheres.

Elitânia de Souza da Hora, 25 anos, era ativista dos direitos humanos e uma promissora liderança jovem da Comunidade Quilombola do Tabuleiro da Vitória, no município de Cachoeira, na Bahia. Foto: Reprodução internet.

Agências da ONU pedem que caso de jovem assassinada na Bahia seja investigado e solucionado

Representantes do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) no Brasil e da ONU Mulheres divulgaram nesta terça-feira (3) uma nota sobre o assassinato da estudante Elitânia de Souza da Hora, de 25 anos, na cidade de Cachoeira, Bahia.

Elitânia era uma liderança da Comunidade Quilombola do Tabuleiro da Vitória, localizada na mesma cidade em que foi violentamente assassinada a tiros na última quarta-feira (27), a despeito de uma medida protetiva concedida pela Justiça em prol de sua segurança. A suspeita é de que a jovem tenha sido vítima de feminicídio.

À esquerda: Ajna Jusic, Presidente da Associação "Filhos Esquecidos da Guerra"; no centro: Phumzile Mlambo-Ngcuka, Diretora Executiva da ONU Mulheres; e à direita, Maria Luiza Ribeiro Viotti, chefe de gabinete do secretário-geral da ONU, discursa na comemoração oficial do Dia Internacional para Eliminação da Violência contra Mulheres. Foto: ONU | Evan Schneider.

ONU: Violência contra mulher é uma barreira para um futuro de paz para todos

A comemoração oficial das Nações Unidas para o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres (25 de novembro) ocorreu na última segunda-feira (25), na Câmara do Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (ECOSOC), na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque.

Evento deu início aos 16 Dias de Ativismo contra a violência de gênero, que neste ano tem como tema “Geração Igualdade contra o estupro!”, e contou com a presença de oficiais das Nações Unidas – que prestaram solidariedade a vítimas de violência contra mulher e a ativistas que trabalham para acabar com essa violação.

Segundo a vice-secretária geral da ONU, Amina Mohammed, o estupro e outras formas de violência de gênero “causam enormes prejuízos econômicos, políticos e sociais a indivíduos, famílias e Estados-nação, e continuam sendo um obstáculo para atingir a igualdade, o desenvolvimento, a paz e o cumprimento dos direitos humanos de mulheres e meninas”.

Trabalhadoras domésticas usam o celular para manter a rede de contatos Foto: ONU Mulheres/Isabel Clavelin

Federação das trabalhadoras domésticas renova site em parceria com ONU Mulheres

A Federação Nacional das Trabalhadoras Domésticas (Fenatrad) está com site novo no ar. A plataforma é resultado de trabalho conjunto entre ThoughtWorks, empresa especializada em desenvolver plataformas digitais, Fenatrad e ONU Mulheres.

O site foi pensado para ser um ambiente digital no qual trabalhadoras domésticas possam acessar informações e notícias da categoria, legislação trabalhista e localização de sindicatos e associações parceiras.