Jogadora Marta leva Objetivos de Desenvolvimento Sustentável ao Carnaval do Rio

A jogadora de futebol Marta Vieira da Silva será homenageada por uma escola de samba no Rio de Janeiro (RJ) por conta de sua jornada de empoderamento e superação das barreiras de gênero. Meninas do programa “Uma vitória leva à outra”, iniciativa de esportes e habilidades para a vida da ONU Mulheres e do Comitê Olímpico Internacional (COI), também participarão do desfile no sábado (22) de Carnaval no Sambódromo.

ONU Mulheres recebe inscrições para Coalizões de Ação da Geração Igualdade

A ONU Mulheres recebe até 21 de fevereiro candidaturas de instituições interessadas em compor as Coalizões de Ação da Geração Igualdade.

Trata-se de uma chamada internacional para Estados-membros da ONU; organizações e movimentos de mulheres e agentes da sociedade civil; instituições do setor privado; entre outros.

Para a ONU Mulheres, as Coalizões de Ação serão fundamentais para garantir uma aliança sólida orientada à obtenção de resultados para a igualdade de gênero durante a Década de Ação das Nações Unidas (2020-2030) com foco no alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

A ONU Mulheres Brasil é finalista do 14º Troféu Mulher Imprensa, promovido pela Revista e Portal Imprensa, que pretende reconhecer o trabalho jornalístico das mulheres dentro e fora das redações no país. Foto: Flickr/ ilouque (CC)

ONU Mulheres é finalista do 14º Troféu Mulher Imprensa

A ONU Mulheres Brasil é finalista do 14º Troféu Mulher Imprensa, promovido pela Revista e Portal Imprensa, que pretende reconhecer o trabalho jornalístico das mulheres dentro e fora das redações no país.

A competição será definida por voto popular por meio de 18 categorias relacionadas a profissionais, veículos e projetos de comunicação que se destacaram no ano de 2019. A premiação também busca incentivar a pauta dos direitos das mulheres nos meios de comunicação.

Em dia internacional, Guterres defende igualdade de gênero na ciência e tecnologia

Menos de 30% dos pesquisadores científicos do mundo são mulheres: essa é apenas uma das estatísticas que mostram quantos desafios ainda restam para mulheres e meninas no campo científico no Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, lembrado nesta terça-feira (11).

Pedindo o fim do desequilíbrio de gênero na ciência, o secretário-geral da ONU, António Guterres, disse em sua mensagem para o dia que “desmantelar estereótipos de gênero” é um passo essencial.

Ele destacou o fato de que “meninas e meninos têm um desempenho igualmente bom em ciências e matemática, mas apenas uma fração das estudantes do ensino superior optam por estudar ciências” e apelou a um desenvolvimento de carreira mais favorável para mulheres cientistas e pesquisadoras.

Líderes de movimentos de mulheres e feministas participam de lançamento do projeto “Conectando Mulheres, defendendo direitos” em Brasília (DF). Foto: ONU Mulheres/Isabel Clavelin

ONU Mulheres e UE fortalecem cooperação em apoio às defensoras de direitos humanos

ONU Mulheres e União Europeia firmaram nesta quarta-feira (5) em Brasília (DF) um acordo de cooperação para a prevenção da violência e a proteção de mulheres defensoras dos direitos humanos, por meio do projeto “Conectando Mulheres, defendendo direitos”.

A iniciativa responde às crescentes ameaças e perseguições e aos diferentes tipos de violência contra mulheres defensoras de direitos humanos no mundo. Foi apresentada a parlamentares brasileiras e brasileiros, membros da sociedade civil, do corpo diplomático e de outras representações da comunidade internacional.

Manifestação pelos direitos das mulheres em Porto Alegre, em novembro de 2017. Foto: Fora do Eixo (CC)

Países da América Latina e Caribe se comprometem a acelerar igualdade de gênero na região

Representantes de países latino-americanos e caribenhos reunidos na 14ª Conferência Regional sobre Mulheres em Santiago, no Chile, aprovaram na sexta-feira (31) um compromisso para tomar todas as medidas necessárias para acelerar a igualdade de gênero na região.

Entre os 48 pontos do Compromisso de Santiago, destacam-se acordos para erradicar a violência de gênero, fornecer acesso universal a serviços de saúde integrais, incluindo serviços de saúde sexual e reprodutiva, e promover a participação no mercado de trabalho nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática.

A conferência foi realizada na semana passada pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), com apoio da ONU Mulheres.

Marcha em Montevidéu, Uruguai, reuniu sociedade civil e representantes da ONU em 2017 para pedir o fim da violência contra as mulheres. Foto: ONU Mulheres/Sahand Minae

Conferência da ONU pede prioridade às políticas de igualdade de gênero na América Latina

Autoridades e oficiais internacionais convocaram na terça-feira (28), na abertura da 14ª Conferência Regional sobre Mulheres na América Latina e Caribe, prioridade às políticas de igualdade de gênero e autonomia das mulheres.

O apelo é feito no atual contexto regional caracterizado por desaceleração econômica — que fragiliza o espaço para as políticas sociais, econômicas e ambientais — e pela deterioração das taxas de pobreza e desigualdade.

A reunião realizada em Santiago, no Chile, é organizada por Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), com apoio da ONU Mulheres.

Chile recebe 14ª Conferência Regional sobre a Mulher da América Latina e Caribe

Vice-presidentas e dezenas de ministras e altas autoridades de órgãos de políticas para as mulheres participam da 14ª Conferência Regional sobre a Mulher, que acontece até sexta-feira (31) na sede da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), em Santiago, no Chile. Trata-se do principal fórum inter-governamental sobre os direitos das mulheres e a igualdade de gênero na região.

O encontro é organizado pela CEPAL com apoio da ONU Mulheres. Tem como tema central a autonomia das mulheres em cenários econômicos em mudança. O evento será transmitido ao vivo em: http://www.cepal.org.

Equipe da ONU Mulheres durante as discussões do setor privado sobre igualdade de geração no Quênia. Foto: ONU Mulheres/Kennedy Okoth

ONU Mulheres anuncia temas para o Fórum Geração Igualdade

A ONU Mulheres, movimentos feministas do mundo, governos do México e da França anunciaram na semana passada (15) os temas das Coalizões de Ação do Fórum Geração Igualdade que acontecerá na Cidade do México e em Paris este ano.

As Coalizões de Ação são parcerias com governos, sociedade civil, organizações internacionais e setor privado para catalisar a ação coletiva, impulsionar o investimento público e privado e fornecer resultados positivos para mulheres e meninas em todo o mundo.

União dos Escoteiros do Brasil é parte do movimento ElesPorElas – HeForShe em defesa dos direitos de mulheres e meninas Foto: Escoteiros do Brasil

ONU Mulheres promoverá oficinas para escoteiras e escoteiros em Foz do Iguaçu (PR)

A igualdade entre homens e mulheres, meninos e meninas é parte da programação do 16º Jamboree Iberamericano e do 3º Camporee Scout Interamericano, que acontecerá de 4 a 10 de janeiro de 2020, em Foz do Iguaçu, Paraná.

O conteúdo será articulado nas oficinas ElesPorElas – HeForShe, promovidas pela ONU Mulheres e pela União dos Escoteiros do Brasil, para escoteiras e escoteiros de 11 a 17 anos. Nos encontros, é aguardada a presença de mais de 6 mil pessoas.

Quirguiz Anastasia Divinskaya é nova representante da ONU Mulheres Brasil

A ONU Mulheres Brasil anunciou nesta segunda-feira (23) que a quirguiz Anastasia Divinskaya assumiu o posto diplomático de representante da organização no país, incorporando-se ao escritório em Brasília (DF).

Com 19 anos de experiência profissional nas Nações Unidas em igualdade de gênero, empoderamento das mulheres e direitos humanos, Divinskaya foi representante da ONU Mulheres Ucrânia. Lá, liderou a criação do escritório no país, o qual possui amplo portfólio programático com ações na região da Ásia Central e Europa.

Foto: ONU Mulheres/Pornvit Visitoran

Dia Internacional das Mulheres de 2020 terá como foco a igualdade de direitos

Em 2020, o Dia Internacional das Mulheres (8 de março) terá como tema “Eu sou a Geração Igualdade: concretizar os direitos das mulheres”.

O consenso global emergente é de que, apesar de alguns progressos, as mudanças reais têm sido lentas para a maioria das mulheres e meninas em todo o mundo.

Hoje, nenhum país pode afirmar ter alcançado a igualdade de gênero. Vários obstáculos permanecem inalterados na lei e na cultura, de acordo com a ONU Mulheres.

Mulheres venezuelanas escrevem suas histórias de vida durante atividade em Boa Vista (RR). Foto: UNFPA/Yareidy Perdomo

Luxemburgo apoia programa da ONU para empoderamento de mulheres venezuelanas no Brasil

Luxemburgo firmou o seu apoio ao programa conjunto “Liderança, empoderamento, acesso e proteção para mulheres migrantes, solicitantes de refúgio e refugiadas no Brasil”, liderado por ONU Mulheres, em parceria com Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), em Roraima.

O acordo foi assinado este mês (12) pela secretária-geral assistente das Nações Unidas e diretora-executiva adjunta da ONU Mulheres, Åsa Regnér, e pelo embaixador Christian Braun. A assistência humanitária tem duração estimada de dois anos, com contribuição de 600 mil euros do governo de Luxemburgo ao programa conjunto implementado pelas três agências da ONU no Brasil.

Mulheres empreendedoras posam em frente aos produtos feitos a partir de figuras femininas histórias e atuais. Foto: ACNUR/Alan Azevedo

Campanha pelo fim da violência de gênero dá voz a refugiadas e migrantes venezuelanas

“Vivi muitos anos sofrendo violência, sem ao menos perceber”. “Não entendia que os gritos e palavras rudes eram também um tipo de violência”. “O que mais me doía era quando ele usava meus filhos contra mim”. “Nós mulheres somos penalizadas por tentar manter a família unida, por tentar fazer o certo”.

As autoras destas frases são refugiadas e migrantes venezuelanas que participaram, no último dia 10, em um dos eventos promovidos pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e parceiros para marcar o fim dos “16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres” em Boa Vista, capital de Roraima.

Phumzile Mlambo-Ngcuka é subsecretária geral da ONU e diretora executiva da ONU Mulheres. Foto: ONU

ARTIGO: Estupro — um custo intolerável à sociedade

Em artigo publicado no jornal Folha de S.Paulo, a diretora-executiva da ONU Mulheres, Phumzile Mlambo-Ngcuka afirma que, em muitos países, as mulheres sabem que são mais propensas a serem consideradas culpadas do que vítimas quando denunciam a violência sexual e precisam lidar com o sentimento injustificado de vergonha.

“Junto com a criminalização do estupro, precisamos colocar a vítima no centro da questão e responsabilizar os estupradores. Isso significa fortalecer a capacidade das autoridades responsáveis para investigar esses crimes e apoiar as sobreviventes por meio do processo de justiça criminal, com acesso à assistência jurídica, polícia e serviços de justiça, bem como serviços de saúde e sociais, especialmente para as mulheres marginalizadas.” Leia o artigo completo.

Durante o segundo semestre de 2019, o Empoderando Refugiadas promove workshops temáticos para mulheres refugiadas em São Paulo (SP) e Boa Vista (RR). Foto: Fellipe Abreu

Empresas e mulheres refugiadas reúnem-se em dinâmica de empregabilidade em SP

De um lado, empresas que buscam diversidade de talentos. De outro, mulheres refugiadas que necessitam de uma colocação no mercado de trabalho brasileiro. Foram estas necessidades que possibilitaram o encontro destes dois grupos para uma dinâmica de empregabilidade em São Paulo, na última segunda-feira (2).

O Empoderando Refugiadas está em sua quarta edição e trabalha a empregabilidade de mulheres em situação de refúgio em São Paulo (SP) e Boa Vista (RR), além do engajamento de empresas sobre a contratação de refugiadas e migrantes. O projeto é uma parceria entre a Rede Brasil do Pacto Global, a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e a ONU Mulheres.

Elitânia de Souza da Hora, 25 anos, era ativista dos direitos humanos e uma promissora liderança jovem da Comunidade Quilombola do Tabuleiro da Vitória, no município de Cachoeira, na Bahia. Foto: Reprodução internet.

Agências da ONU pedem que caso de jovem assassinada na Bahia seja investigado e solucionado

Representantes do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) no Brasil e da ONU Mulheres divulgaram nesta terça-feira (3) uma nota sobre o assassinato da estudante Elitânia de Souza da Hora, de 25 anos, na cidade de Cachoeira, Bahia.

Elitânia era uma liderança da Comunidade Quilombola do Tabuleiro da Vitória, localizada na mesma cidade em que foi violentamente assassinada a tiros na última quarta-feira (27), a despeito de uma medida protetiva concedida pela Justiça em prol de sua segurança. A suspeita é de que a jovem tenha sido vítima de feminicídio.

À esquerda: Ajna Jusic, Presidente da Associação "Filhos Esquecidos da Guerra"; no centro: Phumzile Mlambo-Ngcuka, Diretora Executiva da ONU Mulheres; e à direita, Maria Luiza Ribeiro Viotti, chefe de gabinete do secretário-geral da ONU, discursa na comemoração oficial do Dia Internacional para Eliminação da Violência contra Mulheres. Foto: ONU | Evan Schneider.

ONU: Violência contra mulher é uma barreira para um futuro de paz para todos

A comemoração oficial das Nações Unidas para o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres (25 de novembro) ocorreu na última segunda-feira (25), na Câmara do Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (ECOSOC), na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque.

Evento deu início aos 16 Dias de Ativismo contra a violência de gênero, que neste ano tem como tema “Geração Igualdade contra o estupro!”, e contou com a presença de oficiais das Nações Unidas – que prestaram solidariedade a vítimas de violência contra mulher e a ativistas que trabalham para acabar com essa violação.

Segundo a vice-secretária geral da ONU, Amina Mohammed, o estupro e outras formas de violência de gênero “causam enormes prejuízos econômicos, políticos e sociais a indivíduos, famílias e Estados-nação, e continuam sendo um obstáculo para atingir a igualdade, o desenvolvimento, a paz e o cumprimento dos direitos humanos de mulheres e meninas”.

Trabalhadoras domésticas usam o celular para manter a rede de contatos Foto: ONU Mulheres/Isabel Clavelin

Federação das trabalhadoras domésticas renova site em parceria com ONU Mulheres

A Federação Nacional das Trabalhadoras Domésticas (Fenatrad) está com site novo no ar. A plataforma é resultado de trabalho conjunto entre ThoughtWorks, empresa especializada em desenvolver plataformas digitais, Fenatrad e ONU Mulheres.

O site foi pensado para ser um ambiente digital no qual trabalhadoras domésticas possam acessar informações e notícias da categoria, legislação trabalhista e localização de sindicatos e associações parceiras.

ISA.bot é um robô digital que oferece informação sobre violência de gênero e promove internet mais segura para mulheres

ONU Mulheres apoia robô digital que leva segurança on-line para mulheres em situação de violência

Está no ar uma robô programada para oferecer informação sobre a violência de gênero e promover uma internet mais segura para todas as mulheres. Este é a missão da ISA.bot, lançada nesta segunda-feira (25) pela organização Think Olga e o Mapa do Acolhimento, projeto do Nossas.Org, com apoio da ONU Mulheres, Facebook e Google, dentro dos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra as Mulheres.

A campanha é realizada em todo o mundo entre 25 de novembro e 10 de dezembro. O nome ISA é um acrônimo das palavras Informação, Segurança e Acolhimento.

Para ativar a ISA.bot basta chamá-la no Messenger da Página da ISA.bot no Facebook (www.facebook.com/chama.isa.bot), e também no Google Assistente.

Procissão em Copenhague, na Dinamarca, alerta para violência contra a mulher. Foto: ONU Mulheres/Nicolai Zoffmann

Luta contra o estupro é tema de Dia Internacional para Eliminação da Violência contra Mulheres

A violência contra mulheres e meninas é a violação de direitos humanos mais comum no mundo. Muitas vezes, casos não são denunciados por conta de impunidade, vergonha e desigualdades de gênero, destacou a ONU em mensagem para o Dia Internacional para Eliminação da Violência contra Mulheres, lembrado nesta segunda-feira (25).

Os números mostram uma realidade assustadora: um terço de todas as mulheres e meninas no mundo enfrentaram violência física ou sexual durante a vida. Metade das mulheres mortas em todo o mundo foram assassinadas por seus parceiros ou familiares, e a violência perpetuada contra mulheres é a causa de morte e geração de incapacidade mais comum entre mulheres em idade reprodutiva.

ONU: trabalho decente é instrumento de combate à violência contra mulheres

O Ministério Público do Trabalho (MPT), o Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS) e a ONU Mulheres promovem na segunda-feira (25) palestra em Brasília (DF) sobre trabalho no âmbito da campanha “16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres”.

Serão apresentadas as principais iniciativas das Nações Unidas para promover o engajamento das empresas no processo de garantir às mulheres uma vida livre de violências. O encontro é aberto ao público e não é necessário realizar inscrição prévia.

Marcha das Mulheres Negras contra o Racismo e a Violência e pelo Bem Viver, ocorrida em 2015, em Brasília. Foto: ONU Mulheres/Bruno Spada

Sede da ONU lembra Dia Internacional para Eliminação da Violência contra Mulheres

A comemoração oficial das Nações Unidas para o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres (25 de novembro) ocorrerá na próxima segunda-feira (25), na Câmara do Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (ECOSOC), na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque.

Sob a liderança do secretário-geral da ONU, António Guterres, a campanha terá 16 dias de ativismo com o tema “Pinte o mundo de laranja: Geração Igualdade contra o estupro!”. A campanha dura até 10 de dezembro, Dia dos Direitos Humanos. O evento na sede da Organização será transmitido ao vivo pela Internet.

Cerca de 50 mulheres refugiadas participaram da série de workshops do Empoderando Refugiadas em São Paulo no segundo semestre de 2019. Foto: Fellipe Abreu

Empoderando Refugiadas encerra série de workshops sobre educação financeira

Após uma série de treinamentos realizados no segundo semestre de 2019, as mulheres do Empoderando Refugiadas estão capacitadas para a segunda etapa do projeto, que prevê dinâmicas de empregabilidade com representantes de empresas. O último workshop aconteceu na sexta-feira (8) no banco ABN AMRO, em São Paulo, e abordou o tema de educação financeira.

O Empoderando Refugiadas está em sua quarta edição e trabalha a empregabilidade de mulheres em situação de refúgio em São Paulo (SP) e Boa Vista (RR), além do engajamento de empresas na contratação de migrantes e refugiados. O projeto é uma parceria entre Rede Brasil do Pacto Global, Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e ONU Mulheres.

Debate abordou boas práticas e desafios que ainda impedem fomento aos negócios de mulheres no Brasil. Foto: ONU Mulheres/Gabriela Batista

Somente 8% dos investimentos financeiros na América Latina são destinados a empreendedoras

Novas tendências do sistema financeiro com enfoque em gênero e exemplos de boas práticas orientaram painéis do seminário “Promoção de financiamento inovador por meio de investimentos inteligentes em gênero: experiências, oportunidades e desafios”, realizado por ONU Mulheres, Organização Internacional do Trabalho (OIT) e União Europeia em 10 de outubro, em São Paulo (SP).

Segundo dados de 2019 do Investor LATAM, apenas 8% dos investimentos financeiros na América Latina são destinados ao empreendedorismo feminino frente a 16% de projetos liderados por homens.

Durante o segundo semestre de 2019, o Empoderando Refugiadas promove workshops temáticos para mulheres refugiadas em São Paulo (SP) e Boa Vista (RR). Foto: Fellipe Abreu

Refugiadas são treinadas em leis trabalhistas e canais de denúncia de violência de gênero em SP

A conscientização sobre o direito trabalhista brasileiro e as possibilidades de enfrentamento da violência contra a mulher no Brasil foram temas de workshop realizado no escritório de advocacia Mattos Filho, em São Paulo (SP), na última terça-feira (22).

O encontro reuniu profissionais do Direito e as participantes da quarta edição do projeto Empoderando Refugiadas – iniciativa de Rede Brasil do Pacto Global, Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e ONU Mulheres, com foco na empregabilidade de mulheres em situação refúgio no Brasil.

Conheça a rotina de trabalho da equipe da Empodera, que se desloca pelo município do Rio de Janeiro, para acompanhar de perto a implementação do programa Uma Vitória Leva à Outra, garantindo continuamente sua qualidade. Foto: ONU Mulheres

ONU Mulheres conta rotina de implementadoras do programa ‘Uma Vitória Leva à Outra’

“Uma Vitória Leva à Outra” é um programa conjunto da ONU Mulheres e do Comitê Olímpico Internacional, em parceria com as ONGs Women Win e Empodera. Ele visa garantir que meninas e mulheres possam participar, trabalhar com, governar e desfrutar do esporte em igualdade de condições.

O programa foi reconhecido como um legado dos Jogos Olímpicos Rio 2016 e, em sua segunda fase, de 2018 a 2021, treina organizações a trabalhar com o empoderamento de meninas por meio do esporte e, assim, garantir resultados de longo prazo na quebra do ciclo da violência.

A ONU Mulheres detalhou a rotina de quatro profissionais que acompanham a implementação do programa no Rio de Janeiro (RJ). Leia a reportagem completa.

Denise Chevanne-Vogel, especialista para o setor privado da ONU Mulheres Jamaica, participa do Fórum Weps em São Paulo. Foto: Gustavo Dantas/ONU Mulheres

Evento em SP discute ações para ambiente de trabalho seguro para mulheres

Necessidade de implementar ações para promover um ambiente seguro de assédio sexual, atenção às vítimas e promoção da educação. Estas foram as principais propostas de empresas para melhorar as condições de trabalho das mulheres no último dia do Fórum Weps 2019.

O evento foi promovido pela ONU Mulheres, Organização Internacional do trabalho (OIT) e União Europeia nos dias 8 e 9 de outubro, em São Paulo, e faz parte do programa “Ganha-Ganha: Igualdade de Gênero Significa Bons Negócios”.

Experiências sobre a autonomia econômica das mulheres rurais podem estar relacionadas ao desenvolvimento de produtos saudáveis e artesanais, tradicionais e agroecológicos. Foto: ONU Mulheres

Ministério da Agricultura lança concurso para empreendimentos inovadores de mulheres rurais

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) lançou na terça-feira (15) o edital do concurso Inovar para mudar – a autonomia das #MulheresRurais e sua contribuição para reduzir a pobreza e a insegurança alimentar.

A iniciativa integra a 4ª edição da Campanha Regional Mulheres Rurais, Mulheres com Direitos, coordenada pela Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo em parceria com ONU Mulheres, Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e outras instituições.

Serão selecionadas práticas individuais ou coletivas inovadoras voltadas para a autonomia econômica das mulheres rurais e que tenham contribuído para melhorar a qualidade de vida e o atendimento às necessidades humanas fundamentais das mulheres e de suas comunidades.

Segundo a OPAS/OMS, evidências científicas recentes apontam que medidas regulatórias têm impacto na prevenção e controle da obesidade. Foto: EBC

Obesidade e outras formas de desnutrição afetam 1 em cada 3 pessoas no mundo

A obesidade e outras formas de desnutrição afetam uma em cada três pessoas no mundo. As projeções indicam que essa proporção será de uma em cada duas em 2025, segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

O relatório mais recente da FAO mostrou que a fome afetava 821 milhões de pessoas no mundo em 2017. Já a obesidade atingia 672 milhões de adultos, 124 milhões de crianças e adolescentes (de 5 a 19 anos) e 40 milhões de crianças com menos de 5 anos, segundo dados referentes a 2016.

No Brasil, enquanto a fome atinge menos de 2,5% da população, a obesidade já afeta quase 20% dos brasileiros. Em algumas regiões, como o Nordeste, outras facetas da má nutrição persistem — a desnutrição infantil, por exemplo, segue acima dos 5%.

Planejamento da carreira e empreendedorismo são alguns dos temas abordados no projeto Empoderando Refugiadas. Foto: Rede Brasil do Pacto Global/Fellipe Abreu

Refugiadas recebem treinamento em SP para entrar no mercado de trabalho

O Espaço Fit Carrefour recebeu no dia 26 de setembro, em São Paulo (SP), o primeiro workshop da quarta edição do Empoderando Refugiadas – iniciativa de Rede Brasil do Pacto Global, Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e ONU Mulheres que trabalha a empregabilidade de mulheres em situação de refúgio no Brasil.

Especialistas em recrutamento e inclusão do setor privado conversaram com as participantes sobre técnicas de entrevista, elaboração de currículos e objetivos profissionais.

O treinamento é o primeiro de uma série de workshops que serão realizados no segundo semestre de 2019, focados no temas de mercado de trabalho, legislação brasileira, empreendedorismo, mídias sociais e educação financeira. Cada encontro é recebido por uma empresa parceira e conta com a participação de profissionais do mercado.

Agricultora segue passos da avó na cafeicultura e integra aliança internacional de mulheres

A conexão da mineira Daiane Vital, de 37 anos, e de sua família com a terra é profunda e vem de muitas gerações. No distrito de Ferreiras ou Ressaca, lugarejo encrustado na Serra da Mantiqueira (MG), trabalhar na cafeicultura é a única fonte de renda. Ela aprendeu o ofício com sua avó, Dona Ana Vital, bastante conhecida na comunidade.

Leia o relato da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) para a campanha “Mulheres Rurais, Mulheres com Direitos”, que promove 15 dias de mobilização para valorizar a contribuição das trabalhadoras do campo ao cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Mercados, empresas, empreendimentos, associações, cooperativas e entidades produtivas são determinantes para a inclusão do enfoque de gênero no desenvolvimento sustentável. Foto: ONU Mulheres

ONU Mulheres e UNOPS assinam acordo para fortalecer atuação conjunta no Brasil

A ONU Mulheres e o Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS) assinaram um acordo para fortalecer a colaboração em suas atividades a favor da igualdade de gênero e do empoderamento das mulheres no Brasil.

Um dos focos de atuação das duas agências será a igualdade e paridade de gênero no setor de infraestrutura.

Segundo a representante do UNOPS no Brasil, Claudia Valenzuela, muitas vezes as necessidades de mulheres e meninas não são incorporadas nos projetos de desenvolvimento e infraestrutura, o que afeta seu pleno exercício de direitos, bem como sua capacidade de contribuir igualmente para a sociedade.

A cafeicultora Maria Regina Mendes Nogueira, de 47 anos, é uma das integrantes do Grupo Mulheres Organizadas em Busca de Igualdade (MOBI). Foto: FAO

Por meio da poesia, cafeicultora valoriza a agricultura e o trabalho da mulher rural

“A vida é uma semente, que precisa ser plantada. Nas mãos do agricultor, ela será germinada”. Este é um dos versos escritos pela agricultora orgânica Maria Regina Mendes Nogueira, 47 anos, de Poço Fundo (MG). No campo e na poesia, a produtora de café expressa sua visão sobre a importância da agricultura e do trabalho da mulher que vive no meio rural.

Mais conhecida como Regina, ela é uma das integrantes do Grupo Mulheres Organizadas em Busca de Igualdade (MOBI), um coletivo da Cooperativa dos Agricultores Familiares de Poço Fundo e Região (COOPFAM) que atua em prol do protagonismo e visibilidade do trabalho da mulher na agricultura. O relato é da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

Produtora rural colombiana transforma resíduos em energia renovável de baixo custo

Produtora rural do município de Santo Antônio, a colombiana Sandra Mendoza, de 46 anos, teve acesso a microcrédito e passou a adotar em sua propriedade o biodigestor, uma tecnologia que permite aproveitar resíduos para produzir energia renovável e de baixo custo.

Além de ser a primeira mulher presidente do Comitê Cafeeiro Municipal, Sandra fundou a Associação de Mulheres Cafeeiras de Santo Antônio. Também é a primeira a utilizar um biodigestor no estado de Tolima. Leia a reportagem da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

Exportação de negócios geridos por mulheres foi um dos temas em discussão. Foto: ONU Mulheres/Gustavo Dantas

ONU Mulheres apresenta em SP ferramenta para medir igualdade de remuneração nas empresas

A ONU Mulheres apresentou durante o Fórum WEPs 2019 – Princípios de Empoderamento das Mulheres, realizado esta semana em São Paulo (SP), a versão em português de uma ferramenta de análise que permite às empresas medir a igualdade de gênero em seus negócios.

A Ferramenta de Análise de Lacunas dos Princípios de Empoderamento das Mulheres (WEPs, na sigla em inglês) pode ser utilizada uma vez por ano, é gratuita e confidencial. No mundo, mais 1.835 companhias já utilizaram o instrumento em 115 países.

A série de eventos foi promovida por ONU Mulheres, Rede Brasil do Pacto Global, Organização Internacional do Trabalho (OIT) e União Europeia.

Prêmio WEPs 2019 tem recorde de participação de empresas. Foto: ONU Mulheres

Prêmio e fórum da ONU em SP impulsionam igualdade de gênero no setor privado

Presidentes de empresas, empreendedoras e empresárias participaram na segunda-feira (7) da cerimônia de entrega do Prêmio WEPs Brasil 2019, em São Paulo (SP). WEPs é a sigla em inglês para os Princípios de Empoderamento das Mulheres, iniciativa de ONU Mulheres e Rede Brasil do Pacto Global para promover a igualdade de gênero no setor privado.

Das 181 empresas que se inscreveram, 61 tiveram suas práticas premiadas, sendo que oito fazem parte do Comitê Brasileiro do Pacto Global — PWC, Natura, Enel, Braskem, Petrobras, Itaú, BASF e Santander, além de Albert Einstein e Siemens, que receberam menções honrosas.

A empresa Unilever foi o principal destaque da noite, a única a levar para casa o troféu na categoria Diamante, tendo atingido mais de 95% de aproveitamento na implementação dos Princípios.