Mercado em San Lucas Tolimán, na Guatemala. Foto: Banco Mundial/Curt Carnemark

Fundo regional seleciona projetos sobre igualdade de gênero e desenvolvimento sustentável

Até 20 de março, o Fundo de Mulheres do Sul, que atua na América Latina e no Caribe, recebe candidaturas para uma seleção de projetos sobre feminismo, direitos humanos, perspectiva de gênero e multiculturalismo. Chamada pública financiará iniciativas que combinem a busca pela igualdade entre homens e mulheres com o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ODS).

ONU Mulheres apoia iniciativa de coletivos feministas e de mulheres e blocos carnarvalescos, em São Paulo, por um #carnavalsemassédio. Imagem: ONU Mulheres

ONU faz campanha pelos direitos das mulheres e apoia ações no carnaval em Salvador, Rio e SP

Vinhetas “Ter pegada não é faltar com o respeito” e “Chega melhor, que chega direito” estão sendo veiculadas na TV Brasil, TVE da Bahia, TV Globo, GNT, Multishow, Sportv 2, Sportv 3, +Globosat, Viva, Combate e Universal.

Campanha “Neste carnaval perca a vergonha, mas não perca o respeito” é assinada pela ONU Mulheres, PNUD, UNESCO, ACNUR, UNAIDS, OPAS e tem o apoio institucional da Secretaria de Políticas para as Mulheres do governo federal. Criação é da agência Propeg.

Ministras e autoridades máximas de gênero de 23 países latino-americanos e caribenhos concluiram as consultas regionais, prévias à 61ª CSW. Foto: ONU Mulheres/Eduard Serra

Países da América Latina e Caribe pedem políticas que protejam as mulheres no mercado de trabalho

Na América Latina e no Caribe, políticas macroeconômicas devem combater o impacto da recessão sobre as oportunidades de trabalho para as mulheres. A recomendação é das autoridades máximas em igualdade de gênero de 23 países da região, que concluíram na quarta-feira (8) um encontro preparatório para a 61ª Sessão da Comissão da ONU sobre a Situação das Mulheres (CSW). A nível regional, 59% das mulheres estão empregadas em trabalhos informais.

Luiza Carvalho, diretora regional da ONU Mulheres Américas e Caribe, na consulta regional preparatória da 61ª Sessão da Comissão da ONU sobre a Situação das Mulheres, que acontecerá em março deste ano, em Nova Iorque. Foto: ONU Mulheres Américas e Caribe

ARTIGO: ‘Diante de um ambiente econômico incerto, empoderar as mulheres no trabalho é a chave’

Em artigo de opinião, a brasileira e diretora regional da ONU Mulheres para Américas e Caribe, Luiza Carvalho, pede que países desenvolvam políticas para reduzir as desigualdades de gênero no mercado de trabalho. Na América Latina, homens ganham em média 19% mais do que as mulheres, e 55% dos postos ocupados por elas estão na economia informal. Mulheres realizam de três a cinco vezes mais trabalho doméstico não remunerado do que os homens.

Mulheres se reúnem no Quênia para questionar prática da mutilação genital feminina em Samburu. Foto: UNICEF/Samuel Leadismo

Em dia internacional, ONU pede mais esforços pelo fim da mutilação genital feminina

Em mensagem por ocasião do Dia Internacional de Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina, lembrado nesta segunda-feira (6), o secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou que a prática nega a meninas e mulheres sua saúde e dignidade. Intervenção violenta sobre o corpo ainda acontece em 30 países e estimativas das Nações Unidas indicam que 200 milhões de meninas e mulheres já foram vítimas dessa violação dos direitos humanos.

Marcha das Mulheres Negras Contra o Racismo, em Brasília. Foto: EBC/Marcello Casal Jr.

ONU Mulheres considera preocupante MP das secretarias de políticas para mulheres e igualdade racial

Publicada no Diário Oficial da União na última sexta-feira (3), Medida Provisória nº 768/2017 transforma as Secretarias Especiais de Políticas para as Mulheres e de Promoção da Igualdade Racial em Secretarias Nacionais.

Redução de status foi considerada preocupante pela ONU Mulheres que, em nota pública, pediu que ambos os organismos sejam dotados de orçamento adequado para atender aos desafios das mulheres e negros brasileiros. Agência das Nações Unidas considera fundamental que as Secretarias sejam posicionadas a um nível estratégico no Poder Executivo.

Mosquito Aedes aegypti é principal vetor do vírus zika. Foto: UNICEF/BRZ/Ueslei Marcelino

Agência da ONU apoia evento em PE sobre políticas públicas de combate ao zika

A Procuradoria Geral dos Direitos do Cidadão do estado de Pernambuco realizará uma audiência pública em Recife na semana que vem (10) para tratar do surto do vírus zika no país. A atividade tem o apoio do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), da ONU Mulheres e da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS).

O encontro “Políticas Públicas e Epidemia do Vírus Zika: Informação, Controle e Assistência aos Cidadãos” tem como objetivo fomentar o debate acerca de direitos reprodutivos, direito à informação, controle vetorial e assistência às pessoas afetadas pelo zika.

Estudos estabeleceram relação entre microcefalia e zika. Foto: EBC

ONU e Fiocruz debatem nova pesquisa sobre impacto socioeconômico da epidemia de zika

Em Recife, a Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) Pernambuco promoveu em sua sede, nos dias 31 de janeiro e 1º de fevereiro, o workshop “Impactos Sociais e Zika”. Segundo o instituto de pesquisa, 70% dos casos de microcefalia diagnosticados no contexto da epidemia de zika foram registrados entre gestantes vivendo na extrema pobreza. Com a participação da ONU Mulheres, encontro debateu os aspectos de uma nova pesquisa que abordará o custo humano da epidemia.

O programa Escola sem Partido viola frontalmente a Constituição e os tratados internacionais ratificados pelo Estado brasileiro, segundo especialistas do governo federal e da ONU. Foto: EBC

Na volta às aulas, ONU Mulheres reforça importância do ensino da igualdade de gênero

A ONU Mulheres lembra nesta quarta-feira (25) o Dia Laranja Pelo Fim da Violência contra as Mulheres, e alerta que para prevenir a violência decorrente do machismo, é necessário promover a igualdade de gênero em escolas e universidades, por se tratarem de espaços voltados para a formação integral de meninas e meninos, homens e mulheres.

Para a ocasião, a agência da ONU divulgou currículos e planos de aula sobre estereótipos de gênero, masculinidades e violência que podem ser acessados gratuitamente e adotados nas instituições de ensino.

O Brasil é um dos lugares mais perigosos do mundo para ser mulher: uma mulher é morte a cada 2 horas e atacada a cada 15 segundos. Sueny é uma ativista brasileira que luta para acabar com a violência contra as mulheres em uma comunidade no Rio de Janeiro.

No Brasil, uma mulher é assassinada a cada 2 horas; vídeo

O Brasil é um dos lugares mais perigosos do mundo para ser mulher: uma mulher é morte a cada 2 horas e atacada a cada 15 segundos. Sueny é uma ativista brasileira que luta para acabar com a violência contra as mulheres em uma comunidade no Rio de Janeiro.

Ela é uma das participantes de um programa da Casa da Mulher Trabalhadora (CAMTRA), organização apoiada pelo Fundo Fiduciário das Nações Unidas pelo Fim da Violência contra a Mulher, gerido pela ONU Mulheres. Confira nessa matéria especial.

Foto: Mídia Ninja

ARTIGO: Por um país 50-50

Em artigo publicado na imprensa nacional, especialistas abordam a sub-representação das mulheres na política. Enquanto elas respondem por 52% do eleitorado no Brasil, têm ocupado apenas 10% dos cargos políticos eletivos.

O artigo é assinado por Flávia Biroli, professora do Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília, Luciana Lóssio, ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e Nadine Gasman, representante da ONU Mulheres no Brasil.

Foto: EBC

Assassinatos de Campinas expressam cultura de violência contra as mulheres, diz agência da ONU

A ONU Mulheres manifestou nesta terça-feira (10) repúdio ao crime cometido em Campinas, interior de São Paulo, no primeiro dia do ano, quando o técnico de laboratório Sidnei de Araújo, de 46 anos, invadiu uma residência matando sua ex-mulher, seu filho de 8 anos e outras dez pessoas presentes no local.

Segundo a agência da ONU, tratou-se de um crime de violência de gênero, e não um caso isolado fruto de vingança pessoal. “São casos de machismo e misoginia, que expressam a cultura de violência à qual todas as mulheres estão submetidas diariamente no Brasil devido aos sentimentos de posse e desigualdades estruturais com base em gênero”, disse a entidade.

Agência da ONU pede mais esforços pelos direitos das mulheres com deficiência no Brasil. Foto: Agência Brasília / Gabriel Jabur

Agência da ONU faz apelo público em defesa dos direitos das mulheres com deficiência no Brasil

Neste 13 de dezembro, dia em que se completam dez anos da adoção da Convenção dos Direitos das Pessoas com Deficiência, a ONU Mulheres no Brasil faz um apelo público ao pleno cumprimento da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei n. 13.146/2015.)

A agência das Nações Unidas solicita que os direitos dessa população sejam priorizados por meio de políticas públicas e investimentos em programas de inclusão social e econômica — que devem ser desenvolvidos pelos governos federal, estadual e municipal.

Maior parte dos casos de microcefalia está concentrada no Nordeste do país. Foto: EBC

UNICEF distribui kits em Recife para estimular crianças afetadas pelo zika

Em Recife, o projeto Redes de Inclusão — do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e parceiros — distribuiu na terça-feira (29) kits para estimular o desenvolvimento de crianças com a síndrome congênita do zika. A ação é uma das diversas iniciativas promovidas pela agência da ONU para levar atenção humanizada a gestantes, famílias e cuidadores de crianças que foram afetadas neurologicamente pelo vírus.

Mulheres se manifestam em Brasília na Marcha das Mulheres Negras (2015) pelo fim do racismo e do machismo. Foto: Ministério da Cultura

ONU Brasil participa do lançamento de fórum permanente pela igualdade racial

Representantes da ONU no Brasil participam nesta terça-feira (29), em Brasília, do lançamento do Fórum Permanente pela Igualdade Racial (FOPIR), que tem como objetivo desenvolver estratégias de mobilização para fortalecer o enfrentamento do racismo e a defesa das políticas de promoção da igualdade racial e de gênero. A agenda do fórum também inclui combate ao genocídio dos jovens negros, à violência contra as mulheres negras e à intolerância religiosa.

ONU busca recursos para eliminar violência contra mulheres no mundo

Em apoio a uma campanha global de 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres, as Nações Unidas promovem a iniciativa “Torne o Mundo Laranja: Aumente os Investimentos para Eliminar a Violência contra Mulheres e Meninas”, com o objetivo de mobilizar recursos para fundos internacionais.

Uma plataforma online foi criada pela ONU Mulheres para captar recursos a serem investidos em programas globais para o fim da violência baseada em gênero.

Phumzile Mlambo-Ngcuka, subsecretária-geral da ONU e diretora executiva da ONU Mulheres. Foto: ONU/Devra Berkowitz

Imobilismo é inaceitável no combate à violência de gênero, diz ONU Mulheres

O preço do imobilismo no combate à violência de gênero é inaceitável, disse nesta sexta-feira (25), Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra a Mulher, a diretora-executiva da ONU Mulheres, Phumzile Mlambo-Ngcuka.

“Deveríamos poder esperar que todos os agressores fossem devidamente responsabilizados, que se fizesse justiça e que recebêssemos cuidados e apoio pela violência sofrida”, disse Phumzile. “Mas ainda são muitos os países onde as leis não são adequadas, onde as polícias não têm interesse em coibir essas violências, onde não há acolhimento disponível, cuidados de saúde ou apoio”, declarou.

Brasil tem altos índices de violência contra a mulher. Foto: Mídia Ninja

Brasil precisa avançar na prevenção à violência contra a mulher, dizem especialistas

No Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra a Mulher, o Brasil não tem muito a comemorar: é um dos países com os maiores índices de assassinatos de mulheres do mundo. Apesar de avanços legislativos recentes e políticas públicas de proteção, muito resta a ser feito em relação à prevenção, de acordo com especialistas.

Enquanto o machismo continuar dominando diferentes esferas da sociedade brasileira e o tema da igualdade de gênero não fizer parte do currículo escolar, o ciclo de violência tende a se prolongar ao longo das próximas gerações, afirmaram.

Projeto da ONU Mulheres sobre empoderamento feminino pelo esporte realiza oficinas em João Pessoa

Durante os Jogos Escolares da Juventude, em João Pessoa, cerca de 150 crianças participaram de oficinas sobre empoderamento feminino e igualdade de gênero promovidas pelo “Uma Vitória Leva à Outra”, projeto da ONU Mulheres no Brasil e parceiros. Paraíba é o segundo estado a receber o programa, que atualmente é implementado no Rio de Janeiro como parte do legado das Olimpíadas e Paralimpíadas de 2016.

Bebês que nascem com microcefalia requerem atendimento específico e continuado. Foto: UNICEF/BRZ/Ueslei Marcelino

Agências da ONU lançam campanha ‘Mais Direitos, Menos Zika’

Um ano depois do início do surto de vírus zika no Brasil, é lançada nesta quarta-feira (16) a campanha nacional “Mais Direitos, Menos Zika”, que coloca as pessoas no centro da resposta ao vírus, com um enfoque de direitos humanos.

A campanha é uma iniciativa do Fundo de População da ONU (UNFPA), em parceria com Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), ONU Mulheres, entre outros apoiadores.