ONU Mulheres foi uma das entidades apoiadoras da Marcha das Mulheres Negras, em 2015. À direita, a diretora-executiva da ONU Mulheres, Phumzile Mlambo-Ngcuka Foto: ONU Mulheres/Bruno Spada

ONU e UnB promovem ‘Diálogos Mulheres Negras Rumo a um Planeta 50-50’

Os 30 anos da articulação política do movimento de mulheres negras, celebrados ao longo de 2018, são o fio condutor da atividade acadêmica “Diálogos Mulheres Negras Rumo a um Planeta 50-50: contra o Racismo e a Violência e pelo Bem Viver” que acontecerá na próxima quarta-feira (20/6), das 14h às 19h, em Brasília, informou a ONU Mulheres.

Para participar do encontro, é necessário fazer inscrição pela Internet até terça-feira (19). Também haverá transmissão online.

Seminário na ENAP discute desafios para garantir igualdade de gênero em esferas de representação política. Foto: Missão Diplomática da Suécia no Brasil

Seminário discute mulheres na política com especialistas de países nórdicos e América Latina

Teve início nesta segunda-feira (11), na Escola Nacional de Administração Pública (ENAP), em Brasília, o seminário ‘Equidade de Gênero: Representação Política de Mulheres’, que reúne até amanhã especialistas brasileiras, latino-americanas e de países nórdicos. Promovido pela ONU Mulheres e pelo programa Diálogos Nórdicos, o evento tem transmissão ao vivo pela internet e discute como alcançar a igualdade entre homens e mulheres em esferas de governança.

O primeiro ato da caminhada foi dedicado à vereadora Marielle Franco, sendo conduzido pela ONU Mulheres. Foto: UIM

Marielle é homenageada em ato no Equador contra feminicídio e violência de gênero

A vereadora Marielle Franco, assassinada em março no Rio de Janeiro, além de mulheres e meninas vítimas de feminicídios na América Latina e no Caribe foram homenageadas por autoridades ibero-americanas e participantes da 4ª Cúpula Ibero-Americana de Agendas Locais de Gênero, em Cuenca, no Equador, ocorrida em maio (de 15 a 18).

Mais de 500 pessoas vestidas de branco empunharam velas, lamparinas e leques na “Caminhada de Mulheres pela Paz e Não Violência contra as Mulheres e Meninas nas Cidades”. O relato é da ONU Mulheres.

Mico-leão-dourado na Reserva Biológia Poço das Antas, no Rio de Janeiro. Foto: Flickr (CC)/Bart van Dorp

ONU seleciona projetos de cooperação sobre biodiversidade; prazo vai até 1º de julho

Até 1º de julho, o Secretariado da Convenção das Nações Unidas sobre Diversidade Biológica recebe inscrições para um programa de financiamento que concederá até 20 mil dólares para projetos de cooperação técnica e científica. Iniciativas devem promover abordagens exemplares para enfrentar problemas relacionados a biodiversidade, sua conservação e usos. Povos indígenas e comunidades locais podem participar da seleção.

Camila Pitanga, embaixadora da ONU Mulheres no Brasil, no 3º Congresso Nacional da Liderança Feminina. Foto: ABRH/Gustavo Morita

Camila Pitanga denuncia ‘discriminação sistemática’ contra mulheres no mundo do trabalho

“O domínio do homem branco na incessante atividade econômica é um produto histórico-social. Uma relação que foi construída. E aí eu pergunto: se tudo foi construído, o que nos impede de construir uma nova relação entre homens e mulheres?”. Com o questionamento, a atriz Camila Pitanga convocou executivos do Brasil a mudar a forma como o mundo do trabalho trata as mulheres.

A artista, que é embaixadora da Boa Vontade da ONU Mulheres no país, participou em maio (24) do encerramento do 23º Congresso Nacional da Liderança Feminina (CONALIFE).

ONU Mulheres lança #UseLaranja, nova campanha pelo fim da violência de gênero

“Todo dia 25, eu uso a cor laranja pelo fim da violência contra as mulheres. É quando eu me uno a milhões de mulheres e homens de todo o mundo. Dia Laranja pelo Fim da Violência contra as mulheres é um momento para você fazer ações de prevenção à violência contra as mulheres em casa, na comunidade, na empresa, na escola.”

A declaração é da atriz Juliana Paes, defensora para a Prevenção e a Eliminação da Violência contra as Mulheres da ONU Mulheres. Ela participa de campanha da agência da ONU com vídeos e peças digitais que explicam situações de violência baseada em gênero, incentivam a consciência pública e estimulam ações de prevenção e eliminação.

Atriz Emma Watson esconde livros no metrô de Londres. Imagem de novembro de 2016. Foto: Instagram/Emma Watson

Em São Paulo, ONU Mulheres promove amanhã sua 1ª caça aos livros sobre igualdade de gênero

A estação Vila Prudente, do metrô de São Paulo, será palco amanhã (25), às 14h, da primeira caça aos livros promovida pela ONU Mulheres no Brasil. Participantes terão uma hora para encontrar uma das 150 cópias do livro “Malala: a menina que queria ir para a escola”, da brasileira Adriana Carranca. Desses volumes, 30 trazem um cupom para a troca por mais uma obra, escolhida e autografada por atrizes e personalidades brasileiras e estrangeiras, como a britânica Emma Watson, embaixadora da Boa Vontade da agência das Nações Unidas.

Concurso premia mulheres empreendedoras que ajudam a cumprir metas de desenvolvimento da ONU. Foto: PNUD

Concurso reconhece mulheres empreendedoras que apoiam metas da ONU; inscrições até 30 de junho

Até 30 de junho, organismos da ONU recebem inscrições para um concurso sobre mulheres empreendedoras que apoiam os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ODS). Iniciativa reconhece proprietárias e líderes de microempresas que promovem o cumprimento dessas metas dentro e por meio dos seus negócios. Inscrições são online e vencedoras participarão de evento na sede da ONU, em Nova Iorque.

Grupo Assessor da Sociedade Civil Brasil da ONU Mulheres e parte da equipe da entidade. Foto: ONU Mulheres/Mara Silva

ONU Mulheres abre inscrições para grupo assessor da sociedade civil

A ONU Mulheres recebe até 17 de junho candidaturas de representantes de organizações e redes brasileiras para o Grupo Assessor da Sociedade Civil (Brasil).

O grupo é formado por 15 pessoas, sendo oito integrantes das organizações e redes feministas e de mulheres; quatro integrantes das organizações e redes de base da sociedade civil e três especialistas nas áreas temáticas de ONU Mulheres Brasil, que podem ser acadêmicas(os) ou especialistas endossadas(os) por institutos de pesquisa ou organizações e redes de mulheres e feministas. Saiba como se inscrever.

Em dia contra a homofobia, UNAIDS pede parcerias pelo fim da discriminação

Na ocasião do Dia Internacional contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia (IDAHOT), lembrado na quinta-feira (17), o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) pediu o fortalecimento de parcerias para apoiar lésbicas, gays, bissexuais, pessoas trans e intersexuais (LGBTI) e suas famílias vivendo com HIV ou enfrentando discriminação.

“O estigma, a discriminação e a violência social e física contra as minorias sexuais e de gênero impedem que essas pessoas tenham acesso aos serviços de saúde”, disse Michel Sidibé, diretor-executivo do UNAIDS. “Todas as pessoas têm direito à saúde, independentemente da orientação sexual ou identidade de gênero. Para isso, precisamos de zero discriminação para todos, em todos os lugares.”

Diretora regional da ONU Mulheres para Américas e Caribe, Luiza Carvalho, inaugura encontro com lideranças políticas municipais de países ibero-americanos sobre empoderamento político das mulheres para igualdade de gênero e o cumprimento da Agenda 2030. Foto: ONU Mulheres/Camila Almeida

Em cúpula no Equador, ONU discute empoderamento das mulheres na gestão municipal

A igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres na gestão municipal será o tema abordado pela ONU Mulheres durante a 4ª Cúpula Ibero-Americana de Agendas Locais de Gênero, que acontece até sexta-feira (18), em Cuenca, no Equador.

O encontro reúne lideranças políticas ibero-americanas de alto nível sobre governança municipal para a igualdade de gênero e o empoderamento político das mulheres para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

Onesimo Jerônimo Santos e seu filho participaram do concurso Pais brasileiros, exposição fotográfica que mostra como é ser pai no Brasil. Iniciativa é apoiada pela ONU Mulheres Brasil e pela Embaixada da Suécia e promovida pelo movimento ElesPorElas. Foto: ONU Mulheres

Em São Paulo, ONU inaugura exposição no metrô sobre paternidade e igualdade de gênero

A ONU Mulheres e a missão diplomática da Suécia inauguraram nesta terça-feira (15), em São Paulo, a exposição “Pais presentes: a paternidade ativa na Suécia e no Brasil”. Mostra fotográfica, instalada na estação Paraíso do metrô, aborda a divisão das tarefas entre o pai e a mãe na criação dos filhos. Iniciativa é do movimento ElesPorElas, das Nações Unidas, que busca trazer homens para a luta contra as disparidades entre eles e as mulheres.

ONU Mulheres e Metrô de SP promovem caça aos livros sobre igualdade gênero; inscrições até 16 de maio

No dia 25 de maio, a ONU Mulheres e o Metrô de São Paulo realizarão, pela primeira vez, a Caça aos Livros ElesPorElas (HeForShe). Uma das estações da rede de transporte público será transformada em palco de um jogo onde os participantes deverão encontrar cópias do livro “Malala: a menina que queria ir para a escola”, da brasileira Adriana Carranca. Brincadeira premiará competidores com outras obras, assinadas por atrizes e personalidades, como a britânica Emma Watson.

Foto: Agência Brasil/Elza Fiúza

ONU diz que falta investimento para implementar leis contra violência de gênero no Brasil

“O Brasil de 2018 enfrenta a insuficiência de investimentos financeiros para a implementação de leis e políticas substantivas de enfrentamento à violência contra as mulheres”. A avaliação é da gerente de programas da ONU Mulheres no país, Joana Chagas, que participou em abril do Simpósio Regional sobre Violência de Gênero. Evento foi realizado em Campo Grande pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJ-MS), em parceria com a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).

Trabalhadoras domésticas fazem uso das novas tecnologias para organização política e acesso a direitos. Foto: ONU Mulheres/Isabel Clavelin

Federação de domésticas cria aplicativo para divulgação de direitos trabalhistas

Há dois anos, Luiza Batista preside a Federação Nacional das Trabalhadoras Domésticas (FENATRAD), que reúne 26 sindicatos e uma associação. A federação representa uma das categorias com maior número de profissionais do Brasil, composta por mais de 6 milhões de pessoas – a maior parte mulheres (92%) e negras (60%).

Surgida na década se 1930, a federação das trabalhadoras domésticas adota novas tecnologias para estar mais perto de sua base. Em dezembro do ano passado, lançou o aplicativo Laudelina, projeto desenvolvido com financiamento do Google, em parceria com a empresa de software Themis e apoio da organização Criola e da ONU Mulheres.

Encerramento da 62ª Sessão da Comissão da ONU sobre a Situação das Mulheres. Foto: ONU Mulheres/Ryan Brown

Comunicação é direito essencial para empoderamento das mulheres, dizem brasileiras em comissão da ONU

A atuação das mulheres na mídia foi o tema da 62ª Comissão da ONU sobre a Situação das Mulheres (CSW 62), realizada no fim de março (23), na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque.

Violência contra mulheres jornalistas e nos meios de comunicação e digitais, políticas de acesso a ciência e tecnologias de informação, estereótipos de gênero e participação feminina nos espaços de decisão e poder no mercado da comunicação permanecem como questões centrais, segundo a ONU Mulheres.

ONU apoia congresso em São Paulo sobre participação das mulheres nas ciências exatas

A ONU Mulheres e o movimento ElesPorElas apoiarão a realização do terceiro Congresso Nacional de Liderança Feminina (CONALIFE), que acontece em 24 de maio, em São Paulo. Evento terá debate sobre incentivos para que mais mulheres sigam carreira nas áreas de Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática.

Uma pesquisa global da agência das Nações Unidas aponta que as mulheres têm apenas 18% dos títulos de graduação em Ciência da Computação e representam somente 25% da força de trabalho da indústria digital.

Mulheres Negras seguiram em marcha, nas ruas de Salvador, durante o Fórum Social Mundial 2018. Foto: ONU Mulheres/Isabel Clavelin

Mulheres negras propõem encontro nacional para lembrar 30 anos de articulação política

Testemunhos históricos, pontos de vista diversos sobre a organização política das mulheres negras nos últimos 30 anos e análises da conjuntura por ativistas de diferentes gerações marcaram o Fórum Permanente de Mulheres Negras ocorrido no Fórum Social Mundial Social 2018, em 14 e 15 de março, em Salvador (BA).

Cerca de 200 ativistas avaliaram a articulação política e as áreas de incidência contra o racismo, o sexismo e outras formas de opressão, protagonizados pelas mulheres negras no Brasil e na América Latina e Caribe. O relato é da ONU Mulheres.

Joanna Maranhão inaugura ação digital ‘Destaque-Laranja’ em campanha da ONU Brasil pelo fim da violência contra as mulheres e meninas. Foto: Imagens Portal SESCSP (CC)

Nadadora Joanna Maranhão participa de campanha da ONU pelo fim da violência contra mulheres

A nadadora olímpica Joanna Maranhão participa da ação digital ‘Destaque-Laranja’ que a ONU Brasil fará, ao longo do ano, em reconhecimento a pessoas, cidades, escolas, universidades, empresas e outras instituições com atuação relevante para a prevenção e eliminação da violência contra as mulheres e meninas no país.

Há dez anos, Joanna, uma das principais atletas de alto rendimento de natação brasileira, tornou públicos os abusos sexuais de que foi vítima por parte de seu técnico, quando tinha 9 anos. Ao romper o silêncio, a nadadora mostrou a face encoberta da violência contra meninas e mulheres no esporte. Leia a entrevista com a atleta.

O processo de urbanização na América Latina e no Caribe melhorou os indicadores de desenvolvimento, no entanto, as cidades ainda são espaços de desigualdades, segundo a CEPAL. Foto: ONU-Habitat/Lucille Kanzawa

Participação da sociedade civil latino-americana é indispensável para conquista da Agenda 2030

A ativa participação da sociedade civil é indispensável para a tomada de decisões, o planejamento e a aplicação de políticas que fomentem o cumprimento da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável na América Latina e no Caribe.

A opinião é de representantes de mais de 200 organizações não governamentais (ONG) de diversos países, autoridades e funcionários de organismos internacionais que se reuniram nesta terça-feira (17) na sede da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) em Santiago, no Chile, antes do Fórum dos Países da América Latina e do Caribe sobre o Desenvolvimento Sustentável, que ocorre este mês na cidade.

Marielle Franco, vereadora do Rio de Janeiro e defensora dos direitos humanos. Foto: Mídia Ninja

ARTIGO: Marielle Franco — democracia, legado e violência contra as mulheres na política

Em artigo publicado na imprensa, a representante da ONU Mulheres no Brasil, Nadine Gasman, e Flávia Biroli, da Universidade de Brasília (UnB), lembram que a vereadora do Rio, Marielle Franco, era a “voz de quem não é ouvida nos espaços de poder”. Mulher, negra, lésbica e com origem na favela, denunciava as práticas de extermínio contra os jovens da periferia. Para Nadine e Flávia, seu assassinato estremece a democracia e mostra a necessidade de legislação específica contra a violência direcionada às mulheres na política.

Meninas em escola em Wixarica, Nuevo Colonia, México. Foto: UNICEF/Richter

América Latina e Caribe: uma década perdida para acabar com o casamento infantil

A América Latina e o Caribe é a única região do mundo onde a prevalência do casamento infantil e da união precoce não diminuiu na última década, disse nessa semana o UNICEF. Sem progresso acelerado, quase 20 milhões de meninas na América Latina e Caribe se casarão na infância até 2030.

Brasil lidera o número de casamentos infantis da América Latina e tem o 4º maior índice global em números absolutos. Cerca de 3 milhões de jovens de 20 a 24 anos tiveram o matrimônio formalizado antes da maioridade no país. O número representa 36% do total de mulheres casadas dessa faixa etária.

Neste documentário, acompanhamos os bastidores das investigações sobre as violências sexuais cometidas durante os recentes conflitos na Síria e no Iraque. Mostramos a busca por justiça por três mulheres iazidis e uma ativista síria que foram sequestradas pelo ISIL, bem como os desafios enfrentados pelas e pelos investigadores internacionais para localizar as vítimas e coletar evidências.

Evidências de esperança: investigadores da ONU buscam justiça para vítimas de violência sexual

Neste documentário, acompanhamos os bastidores das investigações sobre as violências sexuais cometidas durante os recentes conflitos na Síria e no Iraque. Mostramos a busca por justiça por três mulheres iazidis e uma ativista síria que foram sequestradas pelo ISIL, bem como os desafios enfrentados pelas e pelos investigadores internacionais para localizar as vítimas e coletar evidências.

Foto: OIM

Parceria entre agências da ONU visa garantir saúde e bem-estar de mulheres e crianças

A Parceria H6 une esforços de seis organizações internacionais para ajudar os países a concretizar a estratégia “Cada Mulher, Cada Criança”, do secretário-geral das Nações Unidas. A iniciativa mobiliza compromisso político e recursos para transformar as sociedades de forma que mulheres, crianças e adolescentes possam exercer seus direitos de saúde e bem-estar.

A iniciativa é formada por Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Organização Mundial da Saúde (OMS), ONU Mulheres e Banco Mundial.

Os dez anos da Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas são o mote do documentário “Mulheres Indígenas: Vozes por Direitos e Justiça”. Foto: UNIC Rio/Natalia da Luz

ONU Brasil lança documentário ‘Mulheres Indígenas: Vozes por Direitos e Justiça’

Os dez anos da Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas são o mote do documentário “Mulheres Indígenas: Vozes por Direitos e Justiça”, lançado pela ONU Brasil nesta quinta-feira (29), em Brasília (DF). O vídeo recupera alguns momentos do diálogo entre as mulheres indígenas e as Nações Unidas em torno de sua articulação pelos direitos humanos e em defesa de seus povos e territórios, no Brasil e no exterior.

Campanha da ONU Mulheres discute inclusão das mulheres negras em planos dos países para cumprir metas de desenvolvimento das Nações Unidas. Imagem: ONU Mulheres

Em dia contra discriminação, ONU defende inclusão de mulheres negras em metas de desenvolvimento

No mês do Dia Internacional para a Eliminação da Discriminação Racial, lembrado em 21 de março, a ONU promoveu nas redes sociais uma campanha pela inclusão das mulheres negras nos esforços de desenvolvimento dos países. Iniciativa pedia que cidadãs afrodescendentes sejam priorizadas em ações de combate à fome e às disparidades sociais, bem como em estratégias pela promoção da saúde, do trabalho decente e da igualdade de gênero.

Mulheres indígenas brasileiras têm sido decisivas para avanço dos espaços de discussão política sobre direitos humanos desses povos. Foto ONU Mulheres/Bruno Spada

Mulheres indígenas de Brasil e Canadá discutem direitos e participação política em Brasília

Os direitos humanos das mulheres indígenas é tema de atividades que reunirão ativistas, representantes das Nações Unidas e parceiros a partir desta terça-feira (27) em Brasília (DF). Um dos pontos altos da programação é a troca de experiências entre 24 indígenas brasileiras e duas canadenses, vinculadas à organização não governamental NWAC – Native Women’s Association of Canada, na quarta e quinta-feira (28 e 29).

O encontro é resultado de parceria entre ONU Brasil e governo do Canadá com o objetivo para ampliar a articulação política e a colaboração entre mulheres indígenas dos dois países.

Encerramento da 62ª Sessão da Comissão da ONU sobre o Status da Mulher. Foto: ONU Mulheres/Ryan Brown

Países e sociedade civil firmam plano na ONU para melhorar vida das mulheres rurais

O maior encontro anual da ONU sobre igualdade de gênero e direitos das mulheres foi encerrado na sexta-feira (23), em Nova Iorque, com a adoção de um plano para promover o empoderamento das mulheres e meninas que vivem no meio rural. Atualmente, 80% das pessoas em situação de pobreza extrema moram no campo. Muitas delas são mulheres, que têm menos acesso a terra, recursos agrícolas, tecnologia e proteção social.

Lisiane Kaastrup é especialista de soluções da Microsoft e membro do Conselho Consultivo do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA). Foto: Acervo Pessoal

Profissionais negras demandam mais políticas afirmativas no mercado corporativo brasileiro

As empresas brasileiras e multinacionais com atuação no Brasil começaram a discutir o tema da diversidade de forma mais intensa nos últimos anos, mas falta adotarem políticas e métricas efetivas para aumentar a participação de profissionais negros, ainda extremamente baixa, especialmente nos cargos de liderança. A situação das mulheres negras é ainda mais preocupante.

A avaliação é de quatro profissionais negras e um negro ouvidos pelo Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), segundo os quais o racismo permanece no mercado corporativo brasileiro, onde menos de 5% dos executivos são afrodescendentes, segundo dados do Instituto Ethos. Quando se fala de mulher negra, o percentual é de apenas 0,4%.

No Dia Laranja, ONU Brasil defende atenção especializada a mulheres indígenas

No Dia Laranja pelo fim da violência contra as mulheres, lembrado a cada dia 25, a ONU Brasil chama a atenção para a situação das mulheres indígenas, e pede que elas sejam atendidas por serviços especializados que levem em conta suas especificidades.

Entre as atividades para lembrar a data, destaca-se o lançamento do documentário “Mulheres Indígenas: Vozes por Direitos e Justiça”, produzido pelo Grupo Temático de Gênero, Raça e Etnia da ONU Brasil e pelo Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), com apoio da embaixada do Canadá.

Fórum dos Princípios de Empoderamento das Mulheres 2018, na sede da ONU em Nova Iorque. Foto: ONU Mulheres/Ryan Brown

Empresas brasileiras têm destaque em encontro global da ONU sobre empoderamento das mulheres

Seis empresas brasileiras compartilharam suas ações para o empoderamento econômico das mulheres, na semana passada em Nova Iorque, durante o 2º Encontro Anual dos Princípios do Empoderamento das Mulheres em Ação.

Os Princípios de Empoderamento das Mulheres – uma parceria entre a ONU Mulheres e o Pacto Global das Nações Unidas – são um grupo de princípios para o meio empresarial oferecendo orientação sobre como delegar poder às mulheres no ambiente de trabalho, mercado de trabalho e na comunidade.