“Uma Vitória Leva à Outra” é um programa conjunto entre a ONU Mulheres e o Comitê Olímpico Internacional, em parceria com as ONGs Women Win e Empodera. Foto: ONU Mulheres

ONU Mulheres promove igualdade de gênero no Congresso Olímpico Brasileiro em SP

A ONU Mulheres estará presente na primeira edição do Congresso Olímpico Brasileiro, que acontece no no sábado (13), no WTC, em São Paulo, e é organizado pelo Instituto Olímpico Brasileiro, área de Educação do Comitê Olímpico do Brasil (COB).

Em seu estande, além de apresentar os resultados do bem-sucedido programa de esportes voltado para meninas adolescentes, Uma Vitória Leva à Outra, a ONU Mulheres promoverá diálogos e distribuirá materiais informativos para atletas, treinadores, dirigentes, gestores e demais participantes do congresso.

Empoderamento feminino foi pauta de encontro de jovens do Complexo do Alemão promovido pela ONU Mulheres no Rio de Janeiro (RJ). Foto: UNIC Rio/Kathlen Barbosa

ONU Mulheres debate racismo e empoderamento de meninas e mulheres com jovens do Complexo do Alemão

No Rio de Janeiro (RJ), a ONU Mulheres reuniu em Bonsucesso, zona norte da cidade, cerca de 20 jovens moradores do Complexo do Alemão para discutir o impacto da discriminação e do racismo no seu dia a dia.

Encontro neste mês (6) fez parte da campanha Vidas Negras das Nações Unidas, que visa conscientizar a população e o governo brasileiros sobre a violência contra a juventude afrodescendente. Evento também debateu meios de superar o preconceito e vulnerabilidades por meio do esporte e da cultura.

Evento em SP lançou plataforma online "Empresas com Refugiados", banco de dados sobre boas práticas e incentivos à contratação de refugiados. Foto: Rede Brasil do Pacto Global

Plataforma ajuda a integrar refugiados ao mercado de trabalho brasileiro

O crescente número de pessoas que buscam refúgio no Brasil – em 2018, foram cerca de 80 mil solicitações formais, segundo dados da Polícia Federal – faz com que setor público e privado, assim como agências das Nações Unidas, busquem soluções para o acolhimento digno dessas pessoas no país.

Pensando na ampliação do acesso ao mercado de trabalho, a Rede Brasil do Pacto Global e a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), com o apoio da ONU Mulheres, lançaram na semana passada (3), em São Paulo (SP), a plataforma online “Empresas com Refugiados”, um banco de dados sobre boas práticas e incentivos à contratação de refugiados.

Após uma longa viagem, venezuelanos chegam a Dourados para uma nova vida. Foto: ACNUR/Alan Azevedo

Com assistência da ONU, 130 venezuelanos são interiorizados para Mato Grosso do Sul

Dormindo nas ruas de Boa Vista (RR) por quase um mês, o venezuelano Daniel Andrade, de 29 anos, buscou apoio no centro de registro e documentação da Operação Acolhida na cidade e conseguiu, por meio da estratégia de interiorização, um emprego em Dourados (MS). Em busca de melhores oportunidades de integração, ele confirmou sua participação, refez as malas e embarcou rumo a uma nova vida.

Daniel é um dos 100 venezuelanos embarcados há uma semana para Dourados. Outros trinta, divididos em diferentes voos comerciais, também se juntaram ao grupo, que começa a trabalhar na cidade em 8 de abril. Todos receberam auxílio financeiro emergencial da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR). O voo foi fretado pela Organização Internacional para as Migrações (OIM).

Aniversário de um ano da Operação Acolhida promoveu interação entre brasileiros e venezuelanos. Foto: ACNUR/Allana Ferreira

Agências da ONU lembram um ano da operação de acolhimento de venezuelanos

Um ano após iniciar as atividades de proteção e assistência aos venezuelanos que chegam ao Brasil pela fronteira com Roraima, a Operação Acolhida celebrou seu primeiro aniversário com atividades culturais e esportivas para promover a integração entre refugiados e migrantes e brasileiros residentes de Boa Vista (RR).

Nas últimas semanas, uma feijoada beneficente e uma exposição fotográfica em um dos shopping da cidade marcaram o início das celebrações. No fim de semana, as comemorações tomaram a Praça Flávio Marques Paracat, um dos principais pontos turísticos de Boa Vista, com corridas de rua para crianças e adultos.

A Operação Acolhida envolve 11 ministérios e possui apoio e engajamento de organizações da sociedade civil e de diversas agências da ONU, como Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), Organização Internacional para as Migrações (OIM), Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), Fundo das Nações Unidas para Infância (UNICEF), ONU Mulheres e Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Refugiados venezuelanos posam para foto em seu novo abrigo em Igarassu, Pernambuco. Foto: ACNUR/Allana Ferreira

Resposta brasileira aos venezuelanos é referência para outros governos, diz oficial da ONU

Ao combinar ajuda humanitária e integração socioeconômica, a inovadora resposta do governo brasileiro aos refugiados e migrantes venezuelanos que chegam ao país é uma boa prática que deve ser mais bem conhecida e replicada em outras ações emergenciais voltadas a esta população no mundo.

Essa visão foi manifestada na última segunda-feira (25) pelo representante especial conjunto de Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e Organização Internacional para Migrações (OIM) para refugiados e migrantes venezuelanos, Eduardo Stein, durante reuniões em Brasília com os principais órgãos do governo brasileiro que trabalham na resposta humanitária.

Participantes celebram encerramento da 63ª sessão da Comissão da ONU sobre a Situação das Mulheres na sede da ONU, em Nova Iorque. Foto: ONU Mulheres/Ryan Brown

Comissão da ONU aprova documento final para garantir proteção social às mulheres

O órgão das Nações Unidas dedicado exclusivamente à promoção da igualdade de gênero e ao empoderamento de mulheres finalizou na sexta-feira (22) sua sessão anual com um acordo sobre maneiras de salvaguardar e melhorar o acesso de mulheres e meninas a sistemas de proteção social, serviços públicos e infraestrutura sustentável.

A 63ª sessão da Comissão sobre a Situação de Mulheres (CSW63) tradicionalmente reúne defensoras dos direitos das mulheres de todo o mundo na sede da ONU em Nova Iorque para duas semanas de diálogos, painéis e eventos. A sessão foi concluída com um forte compromisso de Estados-membros para garantir que serviços, infraestrutura e sistemas de proteção social sejam projetados e usados para prevenir a discriminação e criar um “campo nivelado” para mulheres e meninas.

O Objetivo do Desenvolvimento Sustentável (ODS) número 5 prevê alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas. Foto: EBC

UNOPS e ONU Mulheres lançam campanha sobre infraestrutura para igualdade de gênero

O Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS) e a ONU Mulheres no Brasil lançam nesta terça-feira (26) a campanha digital “Mulheres na Infra, Infra para Mulheres”, nas plataformas Facebook e Instagram.

O objetivo da ação é chamar a atenção para a atuação de mulheres profissionais na área de infraestrutura e informar sobre como o investimento nessa área pode contribuir para promover a igualdade de gênero.

Refugiados venezuelanos posam para foto em seu novo abrigo em Igarassu, Pernambuco. Foto: ACNUR/Allana Ferreira

‘Interiorização é a nossa esperança por melhores oportunidades’, diz venezuelano no Brasil

Eram quatro horas da manhã e muitas pessoas dormiam no abrigo Rondon 2, um alojamento do governo para venezuelanos em Boa Vista (RR). Mas cerca de 200 moradores da residência já estavam de pé e mal conseguiam controlar a ansiedade e a animação: dali a poucas horas, os refugiados e migrantes se mudariam para outros estados brasileiros.

O grupo participou da mais recente etapa do programa de interiorização, realizada na última quarta-feira (13). O projeto do governo federal tem o apoio da ONU Brasil.

#8M Marcha das Mulheres de Manaus (AM), em março de 2017. Foto: Mídia Ninja

Evento da ONU em Nova Iorque discute participação das mulheres nas políticas de proteção social

A 63ª Sessão da Comissão sobre o Estatuto a Situação das Mulheres (CSW, na sigla em inglês) acontece até 22 de março, em Nova Iorque. Trata-se do segundo maior evento anual no calendário das Nações Unidas e discute este ano o tema “Proteção Social, Serviços Públicos e Infraestrutura”.

Em entrevista à ONU News, o assessor para o planejamento estratégico da ONU Mulheres, Julien Pellaux, fala sobre a importância do evento e dos debates sobre políticas dedicadas exclusivamente à promoção da igualdade de gênero e ao empoderamento das mulheres.

Vereadora Marielle Franco na Câmara Municipal do Rio de Janeiro. A política e ativista foi executada em 14 de março de 2018, com o seu motorista Anderson Gomes. Foto: Câmara do Rio/Renan Olaz

Com apoio da ONU, Defensoria Pública da União promove seminário sobre mulheres em espaços de poder

Com apoio da ONU Mulheres, a Defensoria Pública da União promove a partir de amanhã (14), em São Paulo (SP), o Seminário Nacional Mulheres em Espaços de Poder e Decisão. Ao longo de dois dias, especialistas vão discutir temas como a participação das mulheres no sistema de Justiça, na produção do conhecimento, na representação política e em posições de liderança. Inscrições são gratuitas e serão feitas no dia.

Representantes da sociedade civil Mary Fatiya (Sudão do Sul) e Muniba Mazari (Paquistão) falam durante a 63ª sessão da Comissão das Nações Unidas sobre a Situação das Mulheres (CSW) na sede da ONU em Nova Iorque. Foto: ONU Mulheres/Ryan Brown

Cúpula da ONU discute serviços e infraestruturas para a igualdade de gênero

Uma mãe paquistanesa cadeirante que deseja visitar um parque sem ter que se preocupar com rampas de acesso e uma jovem mulher do Sudão do Sul que sonha em ter assistência de saúde acessível estiveram entre as palestrantes na segunda-feira (11) em Nova Iorque do maior encontro anual das Nações Unidas sobre igualdade de gênero e direitos das mulheres.

Em discursos à 63ª sessão da Comissão das Nações Unidas sobre a Situação das Mulheres (CSW), Muniba Mazari e Mary Fatiya pediram que proteções sociais básicas sejam garantidas para mulheres e meninas no mundo todo, com base em necessidade e em linha com seus direitos humanos inalienáveis.

Ellen Ochoa, primeira astronauta mulher latina. Foto: ONU Mulheres

ONU celebra dia das mulheres com apelo à participação feminina na ciência e inovação

Em evento em Nova Iorque para lembrar o Dia Internacional das Mulheres, dirigentes da ONU ressaltaram o papel que as mulheres e meninas têm a desempenhar na quarta revolução industrial, contribuindo com suas capacidades para criar soluções de desenvolvimento, tecnologia e infraestrutura. Organização pediu mais inclusão das mulheres nas disciplinas e áreas de ciência, matemática, engenharia e inovação.

Sede das Nações Unidas em Nova Iorque. Foto: ONU/Rick Bajornas

Organizações de saúde precisam traduzir compromissos com igualdade de gênero em ações, diz relatório

Pesquisa, que avaliou 198 organismos da área, incluindo agências da ONU, mostra que sete em cada dez organizações globais de saúde já afirmaram publicamente estar engajadas com a paridade entre homens e mulheres — mas apenas metade possui, de fato, políticas para o tema.

Em média, os homens têm 50% mais chances do que as mulheres de chegar a um cargo sênior nessas instituições, e 72% dos diretores-executivos das organizações analisadas são homens.

De acordo com o censo demográfico mais recente, as mulheres rurais são responsáveis pela renda de 42,2% das famílias do campo no Brasil.. Foto: Banco Mundial/Andrea Borgarello

FAO lança quarta edição da campanha ‘Mulheres Rurais, Mulheres com Direitos’

“Pensar em igualdade, construir de forma inteligente, inovar para a mudança” é o lema da quarta edição da campanha Mulheres Rurais, Mulheres com Direitos, que a Organização para a Alimentação e a Agricultura das Nações Unidas para a América Latina e Caribe (FAOALC) lança nesta sexta-feira (8).

A desigualdade de gênero e a discriminação contra as mulheres é uma das causas estruturais da pobreza rural e um dos maiores desafios para os países da América Latina e do Caribe.

A pobreza rural afeta mais as mulheres do que os homens: entre 2007 e 2014, o índice de mulheres inseridas na pobreza rural na região aumentou de 108,7 para 114. Por sua vez, o índice de mulheres em extrema pobreza aumentou de 113 para 114,9 no mesmo período.

Neste 8 de março, Dia Internacional da Mulher, a Rede Brasil do Pacto Global da ONU reitera os seus esforços em promover a equidade de gênero no mercado de trabalho. Foto: PNUD

Rede Brasil do Pacto Global reitera esforços por igualdade de gênero nas empresas

Neste 8 de março, Dia Internacional das Mulheres, a Rede Brasil do Pacto Global da ONU reiterou seus esforços em promover a equidade de gênero no mercado de trabalho.

A Rede Brasil se empenha para que, em 2019, mais empresas se comprometam com os Princípios do Empoderamento da Mulher, também conhecidos como WEPs.

O WEPs é uma ferramenta do Pacto Global e da ONU Mulheres que oferece sete passos para guiar empresas no empoderamento das mulheres no ambiente de trabalho.

Mercados, empresas, empreendimentos, associações, cooperativas e entidades produtivas são determinantes para a inclusão do enfoque de gênero no desenvolvimento sustentável. Foto: ONU Mulheres

ONU Mulheres chama empresas a impulsionar igualdade de gênero e empoderamento econômico

Empresas, lideranças empresariais e empreendedoras são agentes decisivas para a igualdade de gênero, trabalho decente e desenvolvimento sustentável.

Essa é a constatação da ONU Mulheres Brasil com base nos Princípios de Empoderamento das Mulheres (Women’s Empowerment Principles – WEPs, na sigla em Inglês), que conta 198 adesões de empresas privadas e públicas no Brasil. O país é o terceiro no ranking internacional de 2.183 signatárias.

Globalmente, a desigualdade de gênero no mercado de trabalho gera uma perda média de 15% nas economias dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). No Brasil, a maior participação da mulher no mercado de trabalho e também uma maior projeção profissional aumentaria o PIB em 3,3% – seriam 382 bilhões de reais a mais na economia, conforme o Banco Mundial.

COB convida ONU Mulheres para Congresso Olímpico Brasileiro

Em comemoração ao Dia Internacional das Mulheres, o Instituto Olímpico Brasileiro (IOB), área de Educação do Comitê Olímpico do Brasil (COB), fechou parceria com a ONU Mulheres para a primeira edição do Congresso Olímpico Brasileiro, que acontece no dia 13 de abril, em São Paulo.

“A ONU Mulheres é uma importante parceira e vai contribuir para o incremento da perspectiva de gênero do COB e de demais organizações esportivas, inspirando a criação de políticas e programas”, afirmou Soraya Carvalho, gerente do Instituto Olímpico Brasileiro.

Rede Xique Xique é uma articulação de trabalhadoras rurais que busca manter os princípios da agroecologia e da economia solidária para a produção, comercialização e consumo. Foto: ONU Mulheres

ONU Mulheres e Fundação Banco do Brasil apoiam agricultoras rurais do RN

A Fundação Banco do Brasil, em parceria com a ONU Mulheres, vai apoiar a Associação de Comercialização Solidária Xique Xique, que atua no comércio de produtos agroecológicos de mulheres produtoras rurais da região de Mossoró (RN).

Intitulado “Mulheres em Rede: fortalecendo a auto-organização, produção, comercialização e autonomia socioeconômica”, o projeto pretende contribuir para mobilização, empoderamento e geração de renda das agricultoras rurais.

O Objetivo do Desenvolvimento Sustentável (ODS) número 5 prevê alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas. Foto: EBC

ONU Mulheres e STJ firmam cooperação técnica pela igualdade de gênero

Às vésperas do Dia Internacional das Mulheres, a ONU Mulheres Brasil e o Superior Tribunal de Justiça (STJ) firmaram na quinta-feira (28), em Brasília (DF), cooperação técnica para desenvolvimento da equidade de gênero, da promoção de ações para a redução das desigualdades de gênero, raça e etnia e da colaboração para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

O acordo inclui adesão do STJ ao movimento ElesPorElas (HeForShe), estudos sobre a participação das mulheres no STJ, ações de prevenção ao assédio sexual, identificação de decisões emblemáticas do tribunal nos temas de gênero, raça e etnia e ações internas para o empoderamento das mulheres e igualdade de gênero.

De cima para baixo, em sentido horário: Ana Paula Duarte (Unilever), Sandra Martinelli (ABA), Adriana Carvalho (ONU) e Isabel Aquino (Heads) Foto: Arthur Nobre

ONU Mulheres traz ao Brasil aliança pela igualdade de gênero na publicidade

A ONU Mulheres está trazendo ao Brasil a “Aliança Sem Estereótipo”, movimento que visa conscientizar anunciantes, agências e indústria da propaganda em geral sobre a importância de eliminar os estereótipos de gênero nas campanhas publicitárias.

Lançada em 2017 durante o Festival de Cannes, a iniciativa Unstereotype Alliance chega ao país sob coordenação da agência da ONU, com apoio da Associação Brasileira dos Anunciantes (ABA) e das empresas Unilever e Heads Propaganda. Grupo Boticário e Mastercard também anunciaram adesão. O país será o primeiro da América Latina a sediar o movimento.

Nadine Gasman, representante da ONU Mulheres Brasil, apresenta programa da entidade no mundo e no Brasil. Foto: Câmara dos Deputados/Luis Macedo

ONU Mulheres e bancada feminina da Câmara discutem cooperação

Deputadas federais recém-empossadas na nova legislatura (2018-2022) participaram da reunião “O Trabalho de ONU Mulheres – diálogo e cooperação com parlamentares brasileiras” na semana passada (19) na Câmara dos Deputados, em Brasília (DF). O encontro foi organizado pela ONU Mulheres e a Câmara dos Deputados, reunindo cerca de 30 parlamentares.

A representante da ONU Mulheres salientou o caráter estratégico do diálogo com o Congresso brasileiro com foco na paridade de gênero e no alcance das metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), para que mulheres e meninas brasileiras possam se beneficiar de um Planeta 50-50 com igualdade de gênero.

Debate trouxe à tona a necessidade de maior participação de mulheres e meninas nas ciências. Foto: ONU Mulheres

Desigualdades de gênero afastam mulheres e meninas da ciência, dizem especialistas

Há poucas mulheres atuando nas áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM, na sigla em inglês), em todos os países do mundo. Nas universidades, as mulheres representam apenas 35% dos alunos matriculados nesses campos do conhecimento – o percentual é ainda menor nas engenharias (de produção, civil e industrial) e em tecnologia, não chegando a 28% do total.

“É um quadro preocupante, sobretudo porque são essas áreas que vêm gerando mais oportunidades de trabalho”, disse Adriana Carvalho, gerente da ONU Mulheres para os Princípios de Empoderamento Econômico das Mulheres, durante evento realizado no Rio de Janeiro no início do mês (11). “Não é possível avançar na igualdade de gênero sem atentar para o hiato em carreiras tão promissoras”, completou.

Foto: ONU Mulheres/Ryan Brown

ONU Mulheres lista cinco formas de acabar com o comportamento tóxico

Todos os dias temos a oportunidade de defender a igualdade de gênero, de grandes e pequenas maneiras. Mas, em alguns dias, muitos de nós escorregamos quando não prestamos atenção às nossas próprias atitudes e às ações que disseminam estereótipos e desigualdade.

Das palavras que usamos no trabalho ou com nossos entes queridos até as suposições que fazemos sobre estranhos, todos nós podemos ser melhores em promover a igualdade em nosso cotidiano.

Pensando nisso, a ONU Mulheres listou cinco maneiras de romper com comportamentos tóxicos e promover a igualdade de gênero na vida.

Neste mês, o cordelista Tião Simpatia (de camisa branca, no centro) iniciou mais uma etapa do projeto Lei Maria da Penha em Cordel nas escolas da rede estadual de ensino do Ceará. Foto: Tião Simpatia Blog Oficial

Poeta cearense transforma Carta da ONU em cordel

Apesar de o Artigo 26 da Declaração Universal dos Direitos Humanos prever que “todo ser humano tem direito à educação”, o cordelista cearense Tião Simpatia teve este direito negado. Analfabeto até os 15 anos, não conseguiu estudar porque não havia escola perto de sua casa, na zona rural da cidade de Granja (CE). Hoje, ele conscientiza jovens por meio da literatura de cordel.

Após visitar dezenas de escolas no Ceará para mostrar o Cordel da Lei Maria da Penha, Tião lançou no fim de 2018 o Cordel da Carta das Nações Unidas, inspirado no tratado que fundou a Organização, em 1945. Segundo o poeta popular, o objetivo é popularizar e facilitar a compreensão do texto da Carta. Leia a entrevista completa.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, participa de evento sobre programação digital durante a 32ª Assembleia da União Africana em Addis Ababa, Etiópia. Foto: ONU/Antonio Fiorente

Chefe da ONU elogia trabalho de programadoras africanas na luta pela igualdade de gênero

Jovens programadoras africanas estão liderando a batalha para mudar as relações de poder entre homens e mulheres no continente e criar um equilíbrio mais justo, disse o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, durante visita à Etiópia para participar da Cúpula da União Africana, em Addis Ababa.

O chefe da ONU falou após se encontrar com meninas de todo o continente que participaram da Iniciativa Meninas Africanas Podem Programar, promovida pela União Internacional de Telecomunicações (UIT) e pela ONU Mulheres.

O Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, lembrado em 11 de fevereiro, tem objetivo de aumentar conscientização sobre o fato de que meninas e mulheres continuam sendo excluídas de participação plena nas ciências. De acordo com dados da ONU, apenas 30% de todas as alunas mulheres escolhem campos relacionados a Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática no ensino superior. Menos de 30% dos pesquisadores em todo o mundo são mulheres.

Dinâmicas e entrevistas individuais possibilitaram o contato entre empresas e mulheres refugiadas. Foto: Fellipe Abreu

Empresas brasileiras recebem treinamento sobre contratação de mulheres refugiadas

Mulheres em situação de refúgio no Brasil, empresas e representantes da ONU se reuniram neste mês (7), em São Paulo (SP), para discutir as etapas da contratação de refugiadas. Encontro fez parte do Empoderando Refugiadas, projeto da Rede Brasil do Pacto Global, da Agência das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) e da ONU Mulheres. A iniciativa promove a inserção de estrangeiras no mercado de trabalho brasileiro.

ONU Mulheres e parceiros impulsionam empoderamento de meninas por meio do esporte

O Fundo ELAS, a ONU Mulheres e a ONG Empodera anunciaram na sexta-feira (8) uma nova parceria para empoderar meninas por meio do esporte — o projeto “ELAS nos Esportes – Uma Vitória Leva à Outra”.

A parceria faz parte do programa conjunto entre ONU Mulheres e Comitê Olímpico Internacional (COI), criado em 2016 e denominado “Uma Vitória Leva à Outra”, que oferece uma formação interdisciplinar para meninas e jovens mulheres do Rio de Janeiro, com uma série de oficinas temáticas e esportivas.

Podem participar do edital organizações do Rio de Janeiro que realizaram o treinamento UVLO, desenvolvido pela ONU Mulheres e a ONG Empodera. Serão investidos 575 mil reais em até dez projetos.

Na Guatemala, Martha Alicia Benavente participou de uma capacitação para se tornar engenheira solar. Foto: ONU Mulheres/Ryan Brown

Em dia internacional, ONU alerta para exclusão de mulheres nas áreas de ciência e tecnologia

Em mensagem para o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, lembrado neste 11 de fevereiro, a UNESCO e a ONU Mulheres alertam para obstáculos à participação feminina nos setores de tecnologia, engenharia e programação — nichos da atividade produtiva que estão entre os que mais crescem no mundo.

Atualmente, as Nações Unidas estimam que menos de 30% dos pesquisadores em áreas científicas e tecnológicas sejam mulheres. Habilidades em ciência, tecnologia, engenharia e matemática serão fundamentais em economias marcadas pelo avanço da automatização e pela criação de empregos em áreas que exigem alta qualificação.

Mulheres e meninas continuam extremamente sub-representadas nas ciências exatas. Foto: ONU Mulheres Vietnã

Para solucionar desafios globais, ciência precisa de mais mulheres e meninas

Muitos dos maiores problemas globais podem continuar sem solução porque mulheres e meninas estão sendo desencorajadas a trabalhar nas ciências exatas. O papel da educação científica em um mundo em transformação não pode ser desvalorizado. Estima-se que 90% dos empregos do futuro exigirão alguma forma de habilidade em novas tecnologias, e as categorias de empregos de maior crescimento são relacionadas a ciência, tecnologia, engenharia e matemática.

No entanto, mulheres e meninas continuam extremamente sub-representadas nesses campos do conhecimento. Dados da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) apontam que menos de um terço das estudantes do sexo feminino do mundo escolhe assuntos relacionados a ciência, tecnologia, engenharia e matemática no ensino superior, enquanto apenas um terço escolhe assuntos ligados às novas tecnologias.

Mereng Alima Bessela. Foto: ONU Mulheres/Ryan Brown

Empreendedora camaronesa desbrava mundo dos negócios para dar educação aos filhos

Depois de se divorciar do marido e com cinco filhos para criar, a empreendedora Mereng Alima Bessela decidiu abrir seu próprio negócio para garantir que teria condições de mandar as crianças para a escola. Hoje, a empresária de Ntui, região central de Camarões, é uma produtora de cacau — tradicionalmente plantado por homens — e tem seu próprio restaurante. Bessela também mantém um criadouro de peixes. O relato é da ONU Mulheres.

Mulheres no México promovem conservação da natureza com o projeto Comitê Comunitário para a Redução do Risco de Desastres. Foto: PNUD México/Andrea Egan

ONU lança rede latino-americana para promover participação das mulheres na política

Quando a diversidade na tomada de decisões não existe, é provável que os interesses públicos sejam traduzidos em políticas que representem apenas um grupo em detrimento de outros, gerando desconfiança e distanciamento do sistema democrático. A avaliação é do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), que lançou na terça-feira (29) a Rede de Democracia Paritária, a fim de incentivar a participação das mulheres na política da América Latina.

O embaixador de Luxemburgo (no centro, de preto) participou de uma missão, ao lado de representantes de agências da ONU apoiadoras do projeto, que estiveram em Roraima ente os dias 16 e 18 de janeiro. Foto: UNFPA Brasil/Thais Rodrigues

Agências da ONU reforçam atenção a meninas e mulheres migrantes e refugiadas no Brasil

Em crises humanitárias, as mulheres e meninas estão frequentemente entre as populações mais afetadas. Pobreza, separação da família, dificuldades no acesso a serviços básicos e exposição a maiores riscos de violência são algumas das dificuldades enfrentadas.

Para reduzir as vulnerabilidades e oferecer alternativas a mulheres e meninas venezuelanas que chegam ao Brasil, a ONU Mulheres, o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) iniciam em 2019 uma ação conjunta, financiada pela Embaixada de Luxemburgo. Saiba mais sobre a iniciativa.

O tema do Dia Internacional das Mulheres em 2019 é “Pensemos em igualdade, construção com inteligência e inovação para a mudança”. Foto: ONU Mulheres/Sandra Hollinger

Dia Internacional das Mulheres deste ano terá com tema igualdade e inovação para a mudança

O Dia Internacional das Mulheres de 2019 terá como tema central “Pensemos em igualdade, construção com inteligência e inovação para a mudança”. A data irá focar nas formas inovadoras para a defesa da igualdade de gênero e empoderamento das mulheres, em especial aquelas relativas aos sistemas de proteção social, acesso aos serviços públicos e infraestrutura sustentável.

“A inovação e a tecnologia trazem oportunidades sem precedentes, no entanto, as tendências atuais indicam que as lacunas digitais estão se ampliando e que as mulheres estão representadas de maneira insuficiente nos campos da ciência, tecnologia, engenharia, matemática e design”, de acordo com a ONU Mulheres.

Agências da ONU e AVSI aguardam chegada de comitiva interministerial no abrigo Rondon 2, o centro de trânsito para famílias venezuelanas que serão interiorizadas. Foto: ANUCR/Victoria Hugueney

Governo federal visita venezuelanos atendidos pela ONU em Roraima e prorroga ajuda até 2020

Uma comitiva com cinco ministros do governo federal visitou nesta quinta-feira (17) as instalações de acolhimento e recepção a venezuelanos da Operação Acolhida em Boa Vista, Roraima, e anunciou a prorrogação do programa até março de 2020.

Durante a visita, as autoridades conheceram o trabalho humanitário conjunto desenvolvido por agências do Sistema ONU no Brasil, o Exército brasileiro e organizações da sociedade civil. A comitiva incluiu o governador de Roraima, Antonio Denarium, a Secretária Nacional de Justiça, Maria Hilda Marsiaj, além membros do Exército, de outros órgãos federais e de organizações internacionais.