VÍDEO: México um mês após os terremotos

Há um mês, no dia 19 de setembro de 2017, um terremoto de de magnitude 7.1 sacudiu o centro do México, 12 dias depois após outro movimento telúrico ter atingido o sudeste do país, especialmente as regiões de Oaxaca e Chiapas – e exatos 32 anos depois do terrível terremoto de 1985.

Os terremotos recentes deixaram um saldo de pelo menos 400 pessoas mortas, danos a mais de 150 mil habitações, 12 escolas e 1,5 mil monumentos históricos. Os tremores foram seguidos de um imenso impulso de solidariedade – por parte da população, da comunidade internacional e das Nações Unidas. Confira nesse vídeo do Centro de Informação da ONU na região.

Na Cidade do México, 77% das mulheres usam transporte público diariamente. Oito em cada dez mulheres não prestam queixa após serem atacadas em espaços públicos. A ONU Mulheres, por meio do seu programa ‘Cidades e Espaços Públicos Seguros para Mulheres e Meninas’, quer eliminar a violência sexual em espaços públicos. Mais de 20 países em todo o mundo participam da iniciativa; confira nessa matéria especial da TV ONU.

Com apoio da ONU, Cidade do México busca uma cidade segura para mulheres; vídeo

Na Cidade do México, 77% das mulheres usam transporte público diariamente. Oito em cada dez mulheres não prestam queixa após serem atacadas em espaços públicos.

A ONU Mulheres, por meio do seu programa ‘Cidades e Espaços Públicos Seguros para Mulheres e Meninas’, quer eliminar a violência sexual em espaços públicos. Mais de 20 países em todo o mundo participam da iniciativa; confira nessa matéria especial da TV ONU.

A FAO desenvolveu um plano estratégico de três anos para a bacia do Lago Chade, a fim de melhorar a segurança alimentar da população da região. A medida foca nas mulheres e nos jovens. Foto: FAO/Pius Utomi Ekpei

Mulheres são quase metade da mão de obra do campo, mas seus esforços são ‘ignorados’, critica ONU

Embora representem quase metade (43%) da mão de obra do campo, as agricultoras têm seus esforços, muitas vezes, ignorados, alertou neste mês a diretora-executiva da ONU Mulheres, Phumzile Mlambo-Ngcuka. Em mensagem para o Dia Internacional das Mulheres Rurais, observado em 15 de outubro, a dirigente pediu mais investimentos para as trabalhadoras das regiões agrícolas, que devem ter acesso igualitário a terras, insumos, crédito e formação técnica.

A violência contra as mulheres – particularmente a violência por parte de parceiros e a violência sexual – é um grande problema de saúde pública e de violação dos direitos humanos das mulheres. Foto: George Campos/USP Imagens

#EuTambém surge da impunidade e da cultura do silêncio em relação à violência sexual, diz ONU

A indiferença em relação à violência sexual é inaceitável, disse na quinta-feira (19) a chefe global da ONU Mulheres, Phumzile Mlambo-Ngcuka, cujo mandato é promover a igualdade de gênero no mundo. Ela pediu que mulheres e homens levantem suas vozes contra atos de agressão sexual.

As declarações foram feitas após o início do movimento #MeToo (#EuTambém) nas redes sociais de diversos países, no qual mulheres relataram ter sido vítimas de violência sexual. A iniciativa mostra “o quanto há de errado quando as pessoas podem agir impunemente em uma cultura do silêncio”, disse a chefe da agência das Nações Unidas.

Representantes dos parceiros da iniciativa Building Movements - Feminismos Contemporâneos, que conta com o apoio da ONU Mulheres. Foto: ONU Mulheres

ONU e parceiros anunciam liberação de fundos para 14 organizações de mulheres do Brasil

Após receber 645 inscrições, o projeto Building Movements – Feminismos Contemporâneos anunciou em outubro (10) as 14 organizações da sociedade civil selecionadas para receber investimentos e, com isso, ampliar atividades de promoção da igualdade de gênero no Brasil.

Um dos marcos do grupo é a diversidade. Há entidades que trabalham com transporte público, outras que lidam com religiões de matriz africana, instituições voltadas para as mulheres lésbicas e organizações dedicadas aos direitos das agricultoras.

Manifestação contra a violência baseada em gênero no Rio de Janeiro. Foto: Agência Brasil/Fernando Frazão

ONU Mulheres manifesta preocupação com processo de revisão da Lei Maria da Penha

A ONU Mulheres manifestou nesta quarta-feira (18) preocupação com o processo de revisão da Lei 11.340/2006 (Lei Maria da Penha), o que, segundo a agência das Nações Unidas, pode comprometer a prerrogativa da legislação de proteger mulheres em situação de violência.

“Tais projetos de lei podem trazer avanços e retrocessos à aplicação da Lei Maria da Penha. Se forem analisados de forma fragmentada e sem consulta pública, podem desconfigurar seu caráter integral, multidisciplinar e especializado e a sua efetividade no enfrentamento à violência contra as mulheres no Brasil”, disse a representante da ONU Mulheres no Brasil, Nadine Gasman, em comunicado.

Existem aproximadamente 3,3 milhões de refugiados e pessoas internamente deslocadas no Iraque. Muitas delas sofreram com a violência e têm pouco acesso a segurança e a serviços básicos. Mulheres e meninas deslocadas são frequentemente marginalizadas. A ONU Mulheres, com o apoio do governo do Japão, está trabalhando com parceiros para empoderar mulheres e meninas deslocadas por meio da educação, orientação e oportunidades de emprego. Confira nesse vídeo.

ONU Mulheres reconstrói vidas de pessoas deslocadas à força no Iraque; vídeo

Existem aproximadamente 3,3 milhões de refugiados e pessoas internamente deslocadas no Iraque. Muitas delas sofreram com a violência e têm pouco acesso a segurança e a serviços básicos. Mulheres e meninas deslocadas são frequentemente marginalizadas.

A ONU Mulheres, com o apoio do governo do Japão, está trabalhando com parceiros para empoderar mulheres e meninas deslocadas por meio da educação, orientação e oportunidades de emprego. Confira nesse vídeo.

O evento discute a divisão sexual do trabalho e como ela se traduz no dia a dia das famílias. Foto: EBC

Seminário em Brasília discute impactos da desigualdade de gênero no uso do tempo

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) promove na quarta-feira (18) em Brasília (DF) seminário com especialistas e estudiosos para discutir a influência da desigualdade de gênero no modo como as pessoas utilizam o tempo.

Com três mesas de discussões, o evento será realizado em parceria com a Organização Internacional do Trabalho (OIT) e a ONU Mulheres.

“Os estudos de uso do tempo podem ajudar a compreender as relações entre a sobrecarga de trabalho feminina e a reprodução das desigualdades de gênero”, explica publicação do IPEA sobre o tema.

Documentário 'Repense o Elogio' aborda maneira como meninos e meninas são elogiados por adultos, que podem reforçar estereótipos de gênero. Imagem: Avon

Avon e ONU Mulheres lançam documentário sobre a importância de elogiar meninas além da aparência

Meninas ouvem que são lindas, fofas, delicadas. Meninos, que são fortes, espertos, corajosos. Mas de que forma esses adjetivos reforçam estereótipos de gênero? Para debater a forma como a sociedade celebra e caracteriza suas crianças, a Avon e a ONU Mulheres lançaram nesta terça-feira (17) o documentário Repense o Elogio. Obra visa estimular pais, educadores e adultos em geral a ampliar o vocabulário usado na hora de elogiar as pequenas e os pequenos.

Na foto, mulher participa do 1º Circuito de Feiras e Mostras Culturais da Reforma Agrária do Distrito Federal e Entorno que acontece em Planaltina (DF), em dezembro de 2016. Foto: Mídia NINJA

Clima em mudança amplia desigualdade para mulheres rurais, alerta agência da ONU

As mulheres rurais representam mais de um quarto da população mundial, enquanto as mulheres representam 43% da força de trabalho agrícola em todo o mundo e nos países em desenvolvimento, lembrou a ONU Mulheres marcando neste domingo (15) o Dia Internacional das Mulheres Rurais.

No entanto, quando se trata de possuir terras, bem como acessar insumos agrícolas, financiamento e tecnologias para a resiliência climática, elas ainda ficam muito atrás dos homens. E isso pode piorar em meio às mudanças climáticas.

Seis dos dez eleitos para o Prêmio SDG Pioneers 2017 foram homenageados no evento, entre eles a brasileira Tânia Cosentino, presidente para a América do Sul da empresa de gestão de energia Schneider Electric (no centro, vestida de branco). Foto: Pacto Global/Zef Nikolla

Executivos de 70 países reúnem-se em Nova Iorque para discutir objetivos globais da ONU

Cerca de 800 líderes empresariais de mais de 70 países reuniram-se em Nova Iorque no fim de setembro (21) com representantes de organizações da sociedade civil, governos e das Nações Unidas para a cúpula do Pacto Global da ONU.

Convocada durante o 72ª Assembleia Geral, o encontro teve como objetivo impulsionar ações e parcerias empresariais para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e do Acordo de Paris para o clima.

Mulher em Gaza durante aula de esporte. Foto: UN Women Arabic

ONU desenvolve modelo econômico para mensurar custo da violência doméstica nos países árabes

Um modelo econômico para estimar os custos da violência doméstica — o tipo de violência mais comum contra mulheres no mundo árabe — foi divulgado na semana passada (6) em uma das comissões regionais das Nações Unidas com sede em Beirute, no Líbano.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), 37% das mulheres que são ou já foram casadas nos países da região do Mediterrâneo Oriental — que inclui a maior parte dos países árabes — sofreram violência física ou sexual por parte de seus parceiros.

Ruth Escobar durante o programa Roda Viva, da TV Cultura. Foto: Frame de vídeo da TV Cultura/Programa Roda Viva

ONU Mulheres emite nota de pesar pela morte da feminista brasileira Ruth Escobar

A ONU Mulheres Brasil divulgou na última sexta-feira (6) uma nota de pesar pela morte da feminista Ruth Escobar, falecida em 5 de outubro. Lembrando a participação da gestora no lobby do batom — movimento para a inclusão das reivindicações das mulheres na Constituição Federal de 1988 —, a agência das Nações Unidas descreveu o legado de Ruth como exemplo para a luta pela igualdade de gênero.

Kuñangue Aty Guasu, grande assembleia das mulheres Kaiowá e Guarani, teve a presença de delegação da ONU Brasil. Foto: UNIC Rio/Natália da Luz

ONU participa do Aty Kuña, grande assembleia das mulheres indígenas, em Mato Grosso do Sul

Encontro é um dos principais atos políticos do calendário de mobilização das mulheres Kaiowá e Guarani. Neste ano, reuniu cerca de 300 participantes. Nadine Gasman, representante da ONU Mulheres Brasil e coordenadora do Grupo Temático de Gênero, Raça e Etnia da ONU Brasil, liderou a delegação da ONU no Aty Kuña.

“A presença da ONU Brasil no Aty Kuña expressa o compromisso das Nações Unidas em aprofundar o trabalho com as mulheres indígenas e de elaborar um plano de emergência frente ao agravamento da situação relatada pelas lideranças indígenas”, disse Nadine.

Saiba mais nesta matéria e confira vídeo especial da ONU Brasil.

Evento da FAO em Brasília abordará vínculos entre alimentação e migração. Imagem: FAO

Em Brasília, FAO celebra Dia Mundial da Alimentação com debate sobre migrações

Para marcar o Dia Mundial da Alimentação, lembrado em 16 de outubro, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) no Brasil promoverá na próxima terça-feira (10), em Brasília, o evento “Mudar o futuro da migração: investir em segurança alimentar e desenvolvimento rural”. Encontro contará com a participação de especialistas e do chefe Alex Atala. Celebração acontece no Palácio do Buriti, das 9h às 12h.

Protesto de 2015 no Rio de Janeiro, contra a redução da maioridade penal. Foto: Mídia Ninja

ONU Mulheres critica PEC da redução da maioridade penal e pede mais inclusão para os jovens

Em nota divulgada nesta quinta-feira (28), a ONU Mulheres no Brasil se posicionou contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 33/2012, que prevê a redução da maioridade penal. Para a agência das Nações Unidas, a culpabilização dos jovens e a restrição precoce da liberdade não são solução para a violência. De acordo com o organismo, ‘não há país possível nem sustentabilidade humana com o aprisionamento crescente de crianças, adolescentes e jovens’.

Kenia Maria, defensora da ONU Mulheres. Foto: ONU Mulheres

Defensora da ONU Mulheres denuncia racismo e machismo nas empresas brasileiras

A Defensora dos Direitos das Mulheres Negras da ONU Mulheres Brasil, Kenia Maria, participou de bate-papo promovido pela agência da ONU e pelo Google no início de setembro (14) em São Paulo. O objetivo foi destacar a atuação dos homens para a equidade de gênero, o empoderamento das mulheres e o fim do racismo nas empresas.

Mesmo sendo 51,9% da população economicamente ativa do país, os negros e negras representam apenas 25,9% das pessoas nos cargos de supervisão das empresas, 6,3% dos cargos de gerência, 4,7% do quadro executivo e 4,9% dos membros de conselhos de administração. As mulheres negras representam apenas 0,4% das executivas nas 500 maiores empresas do país.

Phumzile Mlambo-Ngcuka, diretora-executiva da ONU Mulheres, em meio aos Campeões da Igualdade do movimento ElesPorElas. Foto: ONU Mulheres/Celeste Salome

Na ONU, reitor da USP defende educação como instrumento para combater discriminação

Em evento paralelo ao debate anual da Assembleia Geral da ONU, o reitor da Universidade de São Paulo (USP), Marco Zago, defendeu na quarta-feira (20) que a educação é um instrumento capaz de combater a violência contra as mulheres e toda as formas de discriminação. Dirigente é o único latino-americano no grupo Campeões da Igualdade, iniciativa da ONU Mulheres que reúne dez chefes de Estado, dez CEOs e dez reitores de universidades comprometidos com a igualdade de gênero.

Debate abordou desigualdades de gênero enfrentadas por servidores públicas dentro e fora das instituições onde trabalham. Foto: ONU Mulheres/Amanda Talamonte

Escola Nacional de Administração Pública adere a movimento da ONU pela igualdade de gênero

A Escola Nacional de Administração Pública (ENAP) oficializou na semana passada (13) a sua adesão ao movimento ElesPorElas (HeForShe, no original em inglês) da ONU Mulheres. Iniciativa visa engajar homens na luta pela igualdade de gênero. Cerimônia de formalização contou ainda com um debate sobre políticas para estimular a presença de mulheres em posições de liderança na política.

Em entrevista à ONU Mulheres, líderes quilombolas falam sobre supressão de direitos e resistência

Como parte da estratégia “Mulheres Negras Rumo a um Planeta 50-50 em 2030”, a ONU Mulheres entrevistou as líderes quilombolas Célia Cristina da Silva Pinto e Maria Rosalina dos Santos, da Coordenação Nacional de Comunidades Quilombolas (CONAQ).

Segundo elas, as mulheres quilombolas estão cada vez mais expostas a variadas formas de violência, são mais afetadas por conflitos territoriais, empreendimentos desenvolvimentistas e pela supressão de direitos. No entanto, mesmo nesse cenário, essas comunidades resistem, afirmaram. Leia a entrevista.

Estudantes participam de atividades no estande da ONU Mulheres. Foto: ONU Mulheres/Ana Lúcia Monteiro

ONU Mulheres incentiva empoderamento de meninas nos Jogos Escolares de Curitiba

A ONU Mulheres realizou ações sobre igualdade de gênero entre estudantes e público em geral nos Jogos Escolares da Juventude Curitiba 2017, que começaram na terça-feira (12) e reúnem jovens atletas de 12 a 14 anos no ginásio do Círculo Militar em Curitiba (PR).

Na competição, a agência da ONU apresentou o programa Uma Vitória Leva à Outra, realizado em parceria com o Comitê Olímpico Internacional e o Comitê Olímpico Brasileiro.

Implementado desde novembro de 2015, o projeto trouxe impactos positivos para a vida das 80 refugiadas que se envolveram nas duas últimas edições. Foto: Fellipe Abreu

Projeto ‘Empoderando Refugiadas’ encerra segunda edição com 21 contratações

Em uma sala de cinema e diante de plateia atenta, dez refugiadas de diferentes nacionalidades e que hoje vivem em São Paulo se emocionaram. Retratadas pelo documentário “Recomeços — sobre mulheres, refúgio e trabalho”, elas dialogaram com o público sobre suas trajetórias e conquistas.

Coordenado pela Rede Brasil do Pacto Global e realizado em conjunto com a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e a ONU Mulheres, o projeto “Empoderando Refugiadas” encerrou sua segunda edição com 21 refugiadas contratadas por empresas no Brasil, e dezenas de outras treinadas e aconselhadas profissionalmente.

Em Darfur, no Sudão, mulheres se manifestam pelo fim da violência. Foto: ONU/Albert González Farran

Dia Laranja trata da violência contra mulheres e meninas em crises humanitárias

Agências das Nações Unidas, ativistas e governos do mundo todo lembram a cada dia 25 o Dia Laranja, que alerta para a urgente necessidade de prevenir e eliminar a violência contra mulheres e meninas.

No Dia Laranja de agosto, a campanha centrou-se nas crises humanitárias. Nessas situações, mulheres e meninas são mais propensas a perder seus meios de subsistência e a enfrentar situações de violência baseada em gênero, como a violência sexual, o casamento precoce e o tráfico de pessoas com fins de exploração sexual.

Foto: upslon/Flickr

Edital da ONU para organizações feministas prolonga prazo de inscrição para 1º de setembro

O edital Building Movements – Feminismos Contemporâneos estendeu o prazo de inscrição até 1º de setembro. Data limite para se candidatar a financiamento e apoio técnico era 25 de agosto. Iniciativa vai selecionar organizações da sociedade civil brasileira envolvidas na promoção da igualdade de gênero. Objetivo é fortalecer redes feministas no Brasil. Convocatória é promovida pela ONU Mulheres.

Planejamento da carreira e empreendedorismo são alguns dos temas abordados no projeto Empoderando Refugiadas. Foto: Rede Brasil do Pacto Global/Fellipe Abreu

Pacto Global da ONU no Brasil lança documentário sobre projeto Empoderando Refugiadas

A Rede Brasil do Pacto Global da ONU, a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), a ONU Mulheres e outros parceiros do projeto Empoderando Refugiadas promovem na semana que vem (29) em São Paulo evento de encerramento de sua segunda edição. A atividade será gratuita.

Na ocasião, os resultados do projeto serão compartilhados e será lançado um minidocumentário com as histórias de algumas de suas participantes. O filme apresenta as diversas trajetórias, estratégias e desafios de dez mulheres em busca de uma oportunidade de recomeçar a vida em outro país.

Brasil ocupa a 32ª posição em ranking latino-americano e caribenho de participação de mulheres no parlamento. Foto: Agência Brasil/Fabio Rodrigues Pozzebom

Brasil é ‘lanterna’ em ranking latino-americano sobre paridade de gênero na política

O Brasil ocupa a 32ª posição em um ranking de 33 países latino-americanos e caribenhos sobre participação das mulheres nos parlamentos nacionais. Com 9,9% de parlamentares eleitas, o país só fica à frente de Belize, cujo índice é de 3,1%. O primeiro colocado é a Bolívia, com 53,1% de participação de mulheres no parlamento.

“No Brasil, é urgente reconhecer que as mulheres são fundamentais para a democracia e que elas estão cada vez mais distantes de fazer parte do grupo decisório sobre a política nacional, das possibilidades de exercer a cidadania e da igualdade de maneira plena e concreta”, disse Nadine Gasman, representante da ONU Mulheres Brasil.

Flávia Nunes e Clara Almeida são articuladoras dos direitos dos povos Guaranis-Kaiowás Foto: ONU Mulheres/Isabel Clavelin

Mulheres indígenas buscam apoio da ONU Brasil para garantir compromissos do Estado brasileiro

Mulheres indígenas reuniram-se com representantes das Nações Unidas em Brasília (DF) na semana passada (14) para pedir apoio da Organização para a garantia do cumprimento dos compromissos do Estado brasileiro assumidos na Declaração sobre os Direitos dos Povos Indígenas, que completará dez anos em setembro.

Fome, miséria, violência, feminicídio, homicídios, desaparecimento e perseguição foram destacados como problemas crônicos que violam os direitos dos povos indígenas, comprometendo o ordenamento jurídico brasileiro e as normativas internacionais.

ONU Mulheres alerta para desigualdades de gênero em cadeias de fornecedores para compras corporativas. Foto: PEXELS

ONU defende que políticas de compras corporativas ajudem a reduzir desigualdades de gênero

Políticas de compras dos setores público e privado devem levar em conta as desigualdades de gênero nas cadeias de abastecimento. Essa foi a pauta defendida pela ONU Mulheres nesta sexta-feira (18), em um fórum organizado em São Paulo pela agência das Nações Unidas, a Rede Brasil do Pacto Global e a Fundação Getúlio Vargas. Evento discutiu como a aquisição consciente de insumos pode empoderar mulheres empreendedoras.

A violência contra as mulheres – particularmente a violência por parte de parceiros e a violência sexual – é um grande problema de saúde pública e de violação dos direitos humanos das mulheres. Foto: George Campos/USP Imagens

Agência da ONU participa de audiência pública sobre leis de proteção à mulher

Uma audiência pública realizada na quarta-feira (16) em Brasília debateu a necessidade de mudanças na legislação brasileira para que efetivamente protejam meninas e mulheres contra a violência. A audiência foi requerida pela Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, por meio das deputadas Erika Kokay (PT-DF) e Dâmina Pereira (PSL-MG). A representante auxiliar do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), Fernanda Lopes, foi convidada para a sessão.

Durante o evento, houve apresentação cultural de Luana Euzébio, Cris de Souza, Cleo Street e Thug Dee. Foto: UNFPA Brasil.

Juventude negra é a mais afetada pelas políticas de drogas no Brasil, dizem especialistas

Redução de danos, violência contra jovens e falta de políticas públicas capazes de atender a usuários de drogas foram alguns dos temas que guiaram a segunda sessão de debates na Casa da ONU em Brasília na segunda-feira (14), no âmbito das comemorações do Dia Internacional da Juventude.

O evento foi organizado pela ONU Brasil em parceria com o programa Câmara Ligada da Câmara dos Deputados.

No Brasil, vírus zika já circula por 18 estados. Foto: FotosPúblicas / Rafael Neddermeyer

Agências da ONU discutem consequências da epidemia de zika para as mulheres brasileiras

Em Salvador, agências da ONU participaram na segunda-feira (7) do 6º encontro da Sala de Situação, Ação e Articulação sobre Direitos das Mulheres no contexto da epidemia de zika. Reunião contou com a participação de especialistas da Fundação Oswaldo Cruz e de representantes da sociedade civil. Encontro aconteceu na véspera da Feira de Soluções para a Saúde — Zika, evento que teve início nesta terça-feira, também na capital baiana.

Rayanne Cristine Maximo Franca. Foto: ONU Mulheres

‘É hora de o mundo ouvir nossa voz’, diz ativista indígena brasileira

Rayanne França, de 25 anos, é uma ativista brasileira da juventude indígena. Desde que deixou sua casa aos 17 anos, embarcou na luta por direitos e reconhecimento. Ela faz parte da Rede de Juventude Indígena (REJUIND) e participou recentemente da 61ª sessão da Comissão das Nações Unidas sobre o Status da Mulher e da 16ª sessão do Fórum Permanente da ONU para Questões Indígenas, realizados em Nova Iorque.

Às vésperas do Dia Internacional dos Povos Indígenas (9 de agosto), Rayanne conversou com a ONU Mulheres sobre as principais preocupações das jovens mulheres indígenas no Brasil. Leia o depoimento.

Marcha das Margaridas de Brasília em 2015. Foto: ONU Mulheres/Isabel Clavelin

Lei Maria da Penha completa 11 anos; especialistas analisam avanços e desafios

A Lei Maria da Penha completa 11 anos nesta segunda-feira (7). Formulada sob a perspectiva feminista, a lei foi pioneira no Brasil em demarcar o caráter específico da violência de gênero, explicitando a desigualdade entre homens e mulheres como o grande motivador do problema. O marco vem modificando a compreensão da violência contra as mulheres, desnaturalizando a violência como parte das relações familiares e de intimidade.

Em entrevista à ONU Mulheres, a pesquisadora e socióloga Wânia Pasinato e a jornalista Amanda Kamanchek analisam a importância da lei para a consolidação dos direitos humanos das mulheres, levando em conta desigualdades estruturais de gênero na sociedade brasileira.