Ato inter-religioso no Rio de Janeiro. Foto: Flickr (CC)/Mídia Ninja/Luisa Medeiros

ONU abre consulta sobre estratégia para apoiar mulheres defensoras dos direitos humanos

Na semana em que o mundo comemora o Dia Internacional das Mulheres Defensoras dos Direitos Humanos, 29 de novembro, a ONU Mulheres lançou uma consulta pública em português para elaborar uma estratégia de apoio e proteção a essas ativistas. Iniciativa tem por objetivo conhecer os desafios enfrentados pela sociedade civil. Até 6 de janeiro de 2019, é possível enviar contribuições por meio online.

Oficiais do UNFPA e da ONU Mulheres participaram de atividade em Brasília (DF) para o Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra a Mulher. Foto: UNFPA/Thais Rodrigues

Agências da ONU se reúnem no DF pelo fim da violência contra mulheres no Brasil

Estimativas globais da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que aproximadamente 35% das mulheres em todo o mundo sofreram violência física ou sexual por parte de parceiro ou terceiros durante a vida.

Diante desse cenário, o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e a ONU Mulheres participaram na segunda-feira (26) de atividade em Brasília (DF) para o Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra a Mulher, lembrado no dia 25 de novembro.

Organizado pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), o evento também lembrou os 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra as Mulheres que, no Brasil, se inicia em 20 de novembro com o Dia da Consciência Negra.

A violência contra as mulheres – particularmente a violência por parte de parceiros e a violência sexual – é um grande problema de saúde pública e de violação dos direitos humanos das mulheres. Foto: George Campos/USP Imagens

ONU promove mais de 30 atividades no Brasil pelo fim da violência contra mulheres

Mais de 30 atividades estão programadas para a campanha global 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres, a serem realizadas por agências das Nações Unidas em nove cidades brasileiras — Brasília (DF), Boa Vista (RR), Campo Grande (MS), João Pessoa (PB), Juazeiro (BA), Manaus (AM), Natal (RN), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP) — até 10 de dezembro.

As iniciativas são lideradas por Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), ONU Mulheres, Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) e Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS) no contexto da campanha do secretário-geral da ONU “UNA-SE pelo fim da violência contra as mulheres”.

O coordenador-residente do Sistema ONU no Brasil, Niky Fabiancic (direita) e o vice-governador eleito de Roraima, Frutuoso Lins. Foto: PNUD

Vice-governador eleito de Roraima reúne-se com representantes da ONU no Brasil

O vice-governador eleito de Roraima, Frutuoso Lins, visitou na quinta-feira (22) a Casa da ONU em Brasília (DF) para reunião com representantes do Sistema das Nações Unidas no Brasil.

Na ocasião, ele mencionou uma série de desafios enfrentados pelo estado, entre eles o alto fluxo de entrada de migrantes e solicitantes de refúgio da Venezuela e a pobreza extrema.

O coordenador-residente do Sistema ONU no Brasil, Niky Fabiancic, ofereceu ajuda das agências das Nações Unidas para enfrentar os desafios mencionados, e propôs nova reunião para março ou abril do ano que vem, a ser realizada em Roraima.

Marcha em Montevidéu, Uruguai, reuniu sociedade civil e representantes da ONU em 2017 para pedir o fim da violência contra as mulheres. Foto: ONU Mulheres/Sahand Minae

Em dia mundial, ONU pede solidariedade a mulheres sobreviventes de violência

Em mensagem para o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra a Mulher, lembrado em 25 de novembro, agências da ONU pediram solidariedade a mulheres sobreviventes de agressões e violações de direitos.

Organismos celebraram a força de movimentos sociais, como o #MeToo (#EuTambém), que expuseram a dimensão dos abusos baseados em gênero — quando a mulher é atacada ou intimidada apenas por ser mulher.

Violência contra as mulheres é ‘pandemia global’, diz chefe da ONU

Em evento na sede da ONU, em Nova Iorque, o secretário-geral António Guterres afirmou na segunda-feira (19) que o mundo só vai se orgulhar de ser “justo e igualitário” quando as mulheres puderem viver livres do medo e da insegurança cotidiana.

Encontro marcou o lançamento da campanha #HearMeToo ou #MeEscuteTambém, que pede apoio às vítimas de violência de gênero, a fim de garantir que suas vozes e histórias sejam ouvidas, em vez de desacreditadas.

Estudos mostram que a cor da pele é componente central na estruturação das desigualdades no Brasil, afetando o acesso ao emprego e a maiores níveis de desenvolvimento. No país, negros vivem, estudam e ganham menos do que brancos. Foto: Agência Brasil/Valter Campanato

Pacto Global discute racismo na sociedade e no mercado de trabalho brasileiros

Seminário “Abolição: 130 anos depois”, promovido pela Rede Brasil do Pacto Global da ONU e pelo governo do estado de São Paulo, discutiu os efeitos do racismo ainda presente na sociedade brasileira.

O evento debateu ainda o papel do setor privado nesse contexto. Segundo estudo de ONU Mulheres, Instituto Ethos e Organização Internacional do Trabalho (OIT), menos de 5% dos executivos de empresas brasileiras são afrodescendentes e, destes, apenas 0,4% são mulheres negras.

ONU promove diálogo com gestores municipais sobre enfrentamento à violência contra juventude negra

A ONU Brasil, a Frente Nacional de Prefeitos e a Prefeitura Municipal de Recife promovem nos dias 21 e 22 de novembro na Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP) o seminário “Vidas Negras: diálogos sobre ações governamentais de enfrentamento à violência contra as juventudes”.

O objetivo do seminário é criar uma plataforma de diálogo, inaugurando um fórum no qual administradores e administradoras públicas, observatórios de políticas e programas, institutos de pesquisa e sociedade civil, possam trocar informações sobre boas práticas, adaptando-as aos seus respectivos contextos locais.

Plataforma foi lançada em durante o seminário 'Gênero e Inclusão nas Empresas', na sede do Insper, em São Paulo. Foto: Governo da Suécia

Plataforma empresarial sobre igualdade de gênero ganha versão em português

A Rede Brasil do Pacto Global lançou nesta segunda-feira (12), em São Paulo, a versão em português de uma plataforma da ONU sobre igualdade de gênero nas empresas. Utilizada por mais de 800 companhias em 90 países, a ferramenta gratuita permite medir disparidades entre homens e mulheres no mundo corporativo. A iniciativa chega ao Brasil com o apoio dos governos da Dinamarca, Finlândia, Noruega e Suécia.

Refugiadas participam de treinamento em mídias sociais e empreendedorismo na Estação Hack, do Facebook. Foto: Fellipe Abreu

Projeto em SP treina refugiadas para empreendedorismo e uso de mídias sociais

Cerca de 50 mulheres em situação de refúgio reuniram-se na sexta-feira (9) na Estação Hack, centro de inovação do Facebook, em São Paulo, para o último workshop da edição 2018 do Empoderando Refugiadas, projeto de Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), Rede Brasil do Pacto Global e ONU Mulheres. A iniciativa promove a inserção de refugiadas no mercado de trabalho brasileiro. O tema do encontro foi empreendedorismo e as ferramentas oferecidas pelas mídias sociais.

Democrata do Novo México Deb Haaland, recém-eleita à Câmara dos Deputados dos Estados Unidos. Foto: Michael Anaya Gorman

ONU: número recorde de mulheres no novo Congresso dos EUA é ‘vitória histórica’

O número recorde de mulheres que se candidataram nas eleições ao Congresso dos Estados Unidos nesta semana marca um avanço “sem precedentes”, “fundamental para a conquista da igualdade de gênero e do desenvolvimento sustentável”, informou a ONU Mulheres em comunicado na quinta-feira (8).

Um total de 277 mulheres concorreu nas eleições à Câmara dos Deputados e Senado dos EUA em ambos partidos – Democrata e Republicano – representando uma gama de idades, raças, religiões, orientações sexuais e culturas, o que a ONU Mulheres descreveu como uma “vitória histórica” e motivo de celebração.

Marcha das Mulheres Negras contra o Racismo e a Violência e pelo Bem Viver, realizada no ano de 2015, em Brasília. Foto: PNUD/Tiago Zenero

Encontro em Goiânia lembra 30 anos do movimento de mulheres negras no Brasil

As três décadas do movimento de mulheres negras no Brasil serão tema do “Encontro Nacional de Mulheres Negras 30 Anos: contra o Racismo e a Violência e pelo Bem Viver – Mulheres Negras Movem o Brasil”, que ocorrerá de 6 a 9 de dezembro, em Goiânia (GO). A atividade é destinada a ativistas do movimento e participantes de encontros estaduais e distrital.

Para mobilizar recursos ao encontro, as organizadoras estão recebendo doações até 2 de dezembro, por meio da plataforma Kickante. A iniciativa conta com o apoio do fundo de investimento social Elas e da ONU Mulheres Brasil.

Mulheres indígenas da Guatemala foram sistematicamente estupradas e escravizadas por militares na comunidade de Sepur Zarco durante o conflito de 36 anos no país. Foto: ONU Mulheres/Ryan Brown

Mulheres guatemaltecas escravizadas durante guerra civil aguardam reparação

Quinze mulheres guatemaltecas do grupo indígena Q’echi, que foram escravizadas e estupradas por militares durante o conflito civil de 36 anos no país da América Central, ainda esperam a materialização de reparações duramente conquistadas.

Com a ajuda de organizações locais de direitos das mulheres, incluindo a ONU Mulheres e outros parceiros das Nações Unidas, as mulheres de Sepur Zarco, no leste da Guatemala, conseguiram assegurar em 2016, após 22 audiências, a condenação de dois ex-militares por acusações de crimes contra a humanidade.

No Dia Laranja, ONU Brasil aborda violência contra mulheres na Internet

Defensora dos direitos das mulheres, a blogueira e professora universitária Lola Aronovich foi vítima de ameaças pela Internet. Sua vivência inspirou uma lei aprovada na Câmara dos Deputados em dezembro de 2017 que acrescenta atribuição da Polícia Federal à investigação de crimes online de difusão de conteúdo misógino — definidos como aqueles que propagam ódio ou aversão às mulheres.

Leia a entrevista completa, feita pela ONU Mulheres, no contexto do #DiaLaranja pelo fim da violência contra mulheres e meninas, promovido pela ONU Brasil.

Treinamento faz parte da série de ações do projeto que visa ao empoderamento financeiro de mulheres refugiadas no Brasil. Foto: Fellipe Abreu

Mulheres refugiadas aprendem sobre educação financeira e empreendedorismo em SP

Na busca por espaço no mercado de trabalho brasileiro, muitas refugiadas optam pelo caminho do empreendedorismo. Porém, abrir seu próprio negócio requer disciplina em diversas áreas, entre elas, a financeira. A relevância do tema no cenário atual dos negócios motivou a realização na quarta-feira (19), em São Paulo, do workshop “Educação Financeira e Empreendedorismo” para as participantes do Empoderando Refugiadas, projeto de Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), ONU Mulheres e Rede Brasil do Pacto Global.

Pacientes em um hospital na Índia, um dos pelo menos 20 países onde testes de virgindade são realizados. Foto: Banco Mundial/Curt Carnemark

ONU pede proibição de ‘testes de virgindade’

Realizado em pelo menos 20 países, o teste de virgindade é um exame sem validade científica e medicamente desnecessário, realizado com o intuito de determinar se uma mulher ou menina já teve relações sexuais vaginais.

Prática foi considerada por três organismos da ONU como uma forma de discriminação de gênero e uma violação dos direitos humanos. Instituições ressaltaram que a intervenção é dolorosa, humilhante e traumática.

O grupo de organizações de saúde concordou em desenvolver novas formas de trabalhar em conjunto para maximizar recursos e medir o progresso de uma forma mais transparente. Foto: World Health Summit

Onze organizações firmam compromisso para alcançar metas globais de saúde até 2030

Onze chefes das principais organizações de saúde e desenvolvimento do mundo assinaram na sexta-feira (12) o compromisso de encontrar novas maneiras de trabalhar em conjunto para acelerar o progresso para alcançar as metas relacionadas ao tema na Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.

Coordenada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a iniciativa une o trabalho de 11 organizações, entre elas Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária, Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), ONU Mulheres e Banco Mundial.

O Programa Mundial de Alimentos (PMA) se comprometeu a aderir ao plano nos próximos meses.

Grupo de mulheres amplia liderança em cooperativa de produtores rurais de Japeri (RJ)

O espaço da mulher no mercado de trabalho vem se transformando à medida que a sociedade evolui. No mundo moderno, as mulheres realizam muitas tarefas e são desafiadas a equilibrar diferentes papéis no dia a dia — de mãe, esposa e profissional. Romperam barreiras no mercado de trabalho e chegaram a carreiras profissionais até então dominadas por homens. Hoje, são, executivas, empreendedoras, agricultoras.

Nesse contexto, agricultoras lideradas por Maria do Socorro da Silva, de 56 anos, aceitaram o desafio de empoderar mulheres na agricultura. Como resultado, estão transformando a rotina e melhorando a qualidade de produção da Cooperativa de Produtores Rurais de Japeri (Agro Verde), no Rio de Janeiro.

O relato é de Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e ONU Mulheres.

Teresa Corção, uma chef de cozinha em defesa da agricultura familiar brasileira. Imagem: FAO

Sem a mulher, não haveria agricultura familiar no Brasil, diz chef

A carioca Teresa Corção descobriu há 16 anos que seu trabalho poderia mudar a vida de agricultores familiares. Em viagens de Norte a Sul do Brasil, a mestre-cuca encontrou produtores que mantinham tradições artesanais, além de conhecer mulheres que lideravam cooperativas e negócios agrícolas.

A chefe de cozinha decidiu mobilizar seus colegas de profissão para promover a valorização dessa produção familiar e defender o protagonismo feminino no campo. O relato é da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

Curta da 'Unstereotype Alliance' desconstrói estereótipos de levam atrizes e atores a interpretar apenas alguns tipos de papéis. Foto: Frame do curta 'The problem is not seeing the problem', da ONU Mulheres e 'Unstereotype Alliance'

ARTIGO: Promovendo uma cultura sem estereótipos para um legado de igualdade de gênero

Em artigo publicado na imprensa norte-americana, a chefe da ONU Mulheres, Phumzile Mlambo-Ngcuka, defende que a publicidade combata estereótipos sobre o que é ser mulher e o que é ser homem.

Dirigente afirma que consumidores estão atentos à diversidade presente — ou ausente — nos comerciais. Para a subsecretária da ONU, publicitários têm a chance de fazer o bem e combater desigualdades de gênero.

Mulheres refugiadas e coachings brasileiras participam do segundo encontro do projeto Empoderando Refugiadas deste ano, realizado na sede do escritório Mattos Filho, em São Paulo. Foto: ACNUR /Fellipe Abreu

Projeto Empoderando Refugiadas promove workshop em SP sobre direitos e cultura brasileira

As mulheres em situação de refúgio que participam do projeto Empoderando Refugiadas, de Rede Brasil do Pacto Global, Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e ONU Mulheres, estiveram reunidas na segunda-feira (24) para acompanhar o workshop “Direitos e Cultura Brasileira”, realizado na sede do escritório de advocacia Mattos Filho, em São Paulo.

O treinamento, que integra a programação anual do projeto, contribuiu para informar as mulheres sobre seus direitos a fim de promover sua inserção no mercado de trabalho brasileiro.

No #DiaLaranja pelo fim da violência contra as mulheres, ONU destaca Marielle Franco

No #DiaLaranja, que acontece todo dia 25, as Nações Unidas destacam nas redes sociais pessoas, cidades, escolas, universidades, empresas e outras instituições com atuação relevante para a prevenção e eliminação da violência contra as mulheres e meninas no Brasil. Além da atuação parlamentar contra a violência de gênero, vereadora Marielle Franco é caso de violência política contra as mulheres no Brasil.

Imagem: ONU Mulheres/Movimento ElesPorElas

ONU Mulheres promove em São Paulo debate sobre masculinidades pela igualdade de gênero

Masculinidades pela Igualdade de Gênero é o tema do Diálogos #ElesPorElas, que acontece nesta quinta-feira (27), das 14h às 17h30, em São Paulo. O evento marca o quarto aniversário do movimento #ElesPorElas (#HeForShe, no original em inglês), criado pela ONU Mulheres para engajar homens e meninos na defesa dos direitos das mulheres e meninas. Inscrições são gratuitas. Também será possível acompanhar o encontro ao vivo pela internet.

Sede do UNAIDS, em Genebra. Foto: UNAIDS

Programa da ONU cumpre metas de igualdade de gênero no ambiente de trabalho

Pelo segundo ano consecutivo, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) foi reconhecido por cumprir todas as metas da ONU para promover a igualdade entre homens e mulheres no ambiente de trabalho.

Um dos objetivos é ter 50% de todos os cargos, em todos os níveis, ocupados por mulheres. A Organização também estipula que todas as mulheres com as qualificações necessárias devem participar de iniciativas de liderança.

Divulgação de boatos e informações falsas por meio de grupos de mensagem é tema de novo episódio da websérie da ONU Mulheres sobre a participação das mulheres na política brasileira. Foto: PEXELS

ONU debate discurso de ódio e fake news em série sobre participação política das mulheres

Em um novo episódio da websérie #Brasil5050: paridade de gênero na política, a ONU Mulheres discute como o discurso de ódio e as fake news podem afetar as eleições de 2018 no Brasil. Agência das Nações Unidas aborda a importância da checagem de dados, uma estratégia adotada por agências de notícias e veículos de comunicação para garantir a divulgação de informações corretas.

Projeto Empoderando Refugiadas promoveu workshop sobre mercado de trabalho. Foto: Rede Brasil do Pacto Global/Fellipe Abreu

Refugiadas participam de workshop sobre cultura brasileira e mercado de trabalho em SP

O desafio de adaptação a uma nova cultura e a um novo mercado de trabalho por quem vem ao Brasil em situação de refúgio motivou a realização de workshop sobre o tema para as participantes do projeto Empoderando Refugiadas. Promovido pelo Carrefour, uma das empresas apoiadoras do projeto, o encontro aconteceu em São Paulo, na quarta-feira (29) e reuniu cerca de 30 mulheres refugiadas.

O Empoderando Refugiadas é um projeto de Rede Brasil do Pacto Global, Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e ONU Mulheres que promove o treinamento e inserção de refugiadas no mercado trabalho brasileiro. A iniciativa, que já intermediou a colocação de 21 mulheres no emprego formal, está em sua terceira edição este ano e busca atender cerca de 50 mulheres.

A violência com base em gênero, incluindo violência online contra mulheres, permanece amplamente impune no mundo todo, segundo relatores da ONU. Foto: Mídia Ninja

Com apoio da ONU Mulheres, Instituto Patrícia Galvão e Instituto Avon lançam plataforma digital

O Brasil acaba de ganhar uma iniciativa que contribuirá para o enfrentamento das violências contra as mulheres: a plataforma digital “Violência contra as Mulheres em Dados”.

Projetada pelo Instituto Patrícia Galvão, a plataforma reúne pesquisas e dados recentes relacionados às violências contra mulheres no país, com foco na violência doméstica, sexual e online, no feminicídio e na intersecção com o racismo e a LGBTTfobia.

ONU Mulheres lança websérie documental sobre participação política das mulheres no Brasil

Websérie documental #Brasil5050, da ONU Mulheres, revela opiniões de especialistas, ativistas e parlamentares sobre democracia paritária, incentivo às candidaturas de mulheres, responsabilidade de partidos políticos e do eleitorado brasileiro para voto consciente e caracterização da violência política.

O empoderamento político das mulheres é uma das condições para o aumento de sua liderança e participação política. Para ativistas e especialistas de gênero, para além da filiação de mulheres nos partidos políticos, é preciso incentivo às candidaturas durante o período de campanha eleitoral.

Em uma parceria inédita, ONU Mulheres, OIT e União Europeia unem-se para promover debates e sensibilizar importantes setores empresariais e de empreendedorismo. Foto: ONU Mulheres/Ryan Brown

Fórum para empoderamento de mulheres reúne empresas brasileiras, latino-americanas e europeias em SP

A promoção de mulheres em posições de liderança, as desigualdades na remuneração – que pode chegar até 30%, em média, na comparação com os homens em mesma função – e o papel das empresas no combate à violência de gênero são alguns dos temas que começam a entrar na pauta das discussões de importantes companhias e instituições dos setores público e privado.

O espaço escolhido para discutir essas questões e reunir executivos, executivas e especialistas de países da América Latina, Caribe e União Europeia será o Fórum WEPs 2018. Em sua terceira edição, o evento acontece em São Paulo até quinta-feira (30).

O COB já possui uma ouvidoria, canal aberto para receber qualquer tipo de denúncia e, com a nova política, aprimorará todos os processos internos e externos relacionados a casos de abuso e assédio no ambiente esportivo Foto: COB

Comitê Olímpico do Brasil e ONU Mulheres elaboram política contra assédio e abuso sexual

Representantes do Comitê Olímpico do Brasil (COB) e da ONU Mulheres se reuniram durante dois dias na semana passada, na sede do COB, no Rio de Janeiro (RJ), para discutir conjuntamente as diretrizes para a elaboração da Política de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio e Abuso Sexual, que será implementada ainda este ano pelo comitê.

As diretrizes da nova política abrangerão todas as atividades desenvolvidas pela entidade esportiva e seus funcionários e funcionárias, e valerão para eventos e missões organizadas pelo COB.

Foto: UNIC Rio/Thiago Peniche

Com apoio da ONU, representação do México no Rio debate igualdade de gênero

O Consulado Geral do México no Rio de Janeiro, com apoio do Centro de Informação das Nações Unidas no Brasil (UNIC Rio), promoveu na terça-feira (14), no Centro Cultural Correios, o debate “Os desafios da mulher na participação de uma vida política e educativa plena”.

O evento teve como palestrantes Nadine Gasman, representante da ONU Mulheres no Brasil; Telma Marques Taurepang, integrante da União das Mulheres Indígenas da Amazônia Brasileira (UMIAB); e Linda Marina Munive, consulesa-geral do México.

Nadine Gasman, representante da ONU Mulheres Brasil, salientou o diálogo com a sociedade civil para defender e fazer avançar a agenda de direitos humanos das mulheres. Ao lado de Nadine, Jaime Nadal, representante do UNFPA Brasil, inaugura o encontro Foto: ONU Mulheres/Isabel Clavelin

Especialistas discutem centralidade dos direitos das mulheres no debate eleitoral deste ano

Entidades da sociedade civil, especialistas e ativistas de defesa dos direitos humanos das mulheres estiveram reunidas, na Casa da ONU, em Brasília (DF), com equipes da ONU Mulheres e do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) no país. A Sala de Situação, Ação e Articulação sobre Direitos das Mulheres debateu na semana passada (14) a realidade das mulheres brasileiras, incluindo a análise dos direitos sexuais e reprodutivos.

Para a representante da ONU Mulheres Brasil, Nadine Gasman, as eleições 2018 trazem questões importantes para candidatas e candidatos sobre como falar “sobre as necessidades e a centralidade das mulheres, incluídos os direitos sexuais e reprodutivos, pois terá um impacto enorme nos próximos quatro anos do país”.