O processo de urbanização na América Latina e no Caribe melhorou os indicadores de desenvolvimento, no entanto, as cidades ainda são espaços de desigualdades, segundo a CEPAL. Foto: ONU-Habitat/Lucille Kanzawa

Participação da sociedade civil latino-americana é indispensável para conquista da Agenda 2030

A ativa participação da sociedade civil é indispensável para a tomada de decisões, o planejamento e a aplicação de políticas que fomentem o cumprimento da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável na América Latina e no Caribe.

A opinião é de representantes de mais de 200 organizações não governamentais (ONG) de diversos países, autoridades e funcionários de organismos internacionais que se reuniram nesta terça-feira (17) na sede da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) em Santiago, no Chile, antes do Fórum dos Países da América Latina e do Caribe sobre o Desenvolvimento Sustentável, que ocorre este mês na cidade.

Marielle Franco, vereadora do Rio de Janeiro e defensora dos direitos humanos. Foto: Mídia Ninja

ARTIGO: Marielle Franco — democracia, legado e violência contra as mulheres na política

Em artigo publicado na imprensa, a representante da ONU Mulheres no Brasil, Nadine Gasman, e Flávia Biroli, da Universidade de Brasília (UnB), lembram que a vereadora do Rio, Marielle Franco, era a “voz de quem não é ouvida nos espaços de poder”. Mulher, negra, lésbica e com origem na favela, denunciava as práticas de extermínio contra os jovens da periferia. Para Nadine e Flávia, seu assassinato estremece a democracia e mostra a necessidade de legislação específica contra a violência direcionada às mulheres na política.

Meninas em escola em Wixarica, Nuevo Colonia, México. Foto: UNICEF/Richter

América Latina e Caribe: uma década perdida para acabar com o casamento infantil

A América Latina e o Caribe é a única região do mundo onde a prevalência do casamento infantil e da união precoce não diminuiu na última década, disse nessa semana o UNICEF. Sem progresso acelerado, quase 20 milhões de meninas na América Latina e Caribe se casarão na infância até 2030.

Brasil lidera o número de casamentos infantis da América Latina e tem o 4º maior índice global em números absolutos. Cerca de 3 milhões de jovens de 20 a 24 anos tiveram o matrimônio formalizado antes da maioridade no país. O número representa 36% do total de mulheres casadas dessa faixa etária.

Neste documentário, acompanhamos os bastidores das investigações sobre as violências sexuais cometidas durante os recentes conflitos na Síria e no Iraque. Mostramos a busca por justiça por três mulheres iazidis e uma ativista síria que foram sequestradas pelo ISIL, bem como os desafios enfrentados pelas e pelos investigadores internacionais para localizar as vítimas e coletar evidências.

Evidências de esperança: investigadores da ONU buscam justiça para vítimas de violência sexual

Neste documentário, acompanhamos os bastidores das investigações sobre as violências sexuais cometidas durante os recentes conflitos na Síria e no Iraque. Mostramos a busca por justiça por três mulheres iazidis e uma ativista síria que foram sequestradas pelo ISIL, bem como os desafios enfrentados pelas e pelos investigadores internacionais para localizar as vítimas e coletar evidências.

Foto: OIM

Parceria entre agências da ONU visa garantir saúde e bem-estar de mulheres e crianças

A Parceria H6 une esforços de seis organizações internacionais para ajudar os países a concretizar a estratégia “Cada Mulher, Cada Criança”, do secretário-geral das Nações Unidas. A iniciativa mobiliza compromisso político e recursos para transformar as sociedades de forma que mulheres, crianças e adolescentes possam exercer seus direitos de saúde e bem-estar.

A iniciativa é formada por Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Organização Mundial da Saúde (OMS), ONU Mulheres e Banco Mundial.

Os dez anos da Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas são o mote do documentário “Mulheres Indígenas: Vozes por Direitos e Justiça”. Foto: UNIC Rio/Natalia da Luz

ONU Brasil lança documentário ‘Mulheres Indígenas: Vozes por Direitos e Justiça’

Os dez anos da Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas são o mote do documentário “Mulheres Indígenas: Vozes por Direitos e Justiça”, lançado pela ONU Brasil nesta quinta-feira (29), em Brasília (DF). O vídeo recupera alguns momentos do diálogo entre as mulheres indígenas e as Nações Unidas em torno de sua articulação pelos direitos humanos e em defesa de seus povos e territórios, no Brasil e no exterior.

Campanha da ONU Mulheres discute inclusão das mulheres negras em planos dos países para cumprir metas de desenvolvimento das Nações Unidas. Imagem: ONU Mulheres

Em dia contra discriminação, ONU defende inclusão de mulheres negras em metas de desenvolvimento

No mês do Dia Internacional para a Eliminação da Discriminação Racial, lembrado em 21 de março, a ONU promoveu nas redes sociais uma campanha pela inclusão das mulheres negras nos esforços de desenvolvimento dos países. Iniciativa pedia que cidadãs afrodescendentes sejam priorizadas em ações de combate à fome e às disparidades sociais, bem como em estratégias pela promoção da saúde, do trabalho decente e da igualdade de gênero.

Mulheres indígenas brasileiras têm sido decisivas para avanço dos espaços de discussão política sobre direitos humanos desses povos. Foto ONU Mulheres/Bruno Spada

Mulheres indígenas de Brasil e Canadá discutem direitos e participação política em Brasília

Os direitos humanos das mulheres indígenas é tema de atividades que reunirão ativistas, representantes das Nações Unidas e parceiros a partir desta terça-feira (27) em Brasília (DF). Um dos pontos altos da programação é a troca de experiências entre 24 indígenas brasileiras e duas canadenses, vinculadas à organização não governamental NWAC – Native Women’s Association of Canada, na quarta e quinta-feira (28 e 29).

O encontro é resultado de parceria entre ONU Brasil e governo do Canadá com o objetivo para ampliar a articulação política e a colaboração entre mulheres indígenas dos dois países.

Encerramento da 62ª Sessão da Comissão da ONU sobre o Status da Mulher. Foto: ONU Mulheres/Ryan Brown

Países e sociedade civil firmam plano na ONU para melhorar vida das mulheres rurais

O maior encontro anual da ONU sobre igualdade de gênero e direitos das mulheres foi encerrado na sexta-feira (23), em Nova Iorque, com a adoção de um plano para promover o empoderamento das mulheres e meninas que vivem no meio rural. Atualmente, 80% das pessoas em situação de pobreza extrema moram no campo. Muitas delas são mulheres, que têm menos acesso a terra, recursos agrícolas, tecnologia e proteção social.

Lisiane Kaastrup é especialista de soluções da Microsoft e membro do Conselho Consultivo do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA). Foto: Acervo Pessoal

Profissionais negras demandam mais políticas afirmativas no mercado corporativo brasileiro

As empresas brasileiras e multinacionais com atuação no Brasil começaram a discutir o tema da diversidade de forma mais intensa nos últimos anos, mas falta adotarem políticas e métricas efetivas para aumentar a participação de profissionais negros, ainda extremamente baixa, especialmente nos cargos de liderança. A situação das mulheres negras é ainda mais preocupante.

A avaliação é de quatro profissionais negras e um negro ouvidos pelo Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), segundo os quais o racismo permanece no mercado corporativo brasileiro, onde menos de 5% dos executivos são afrodescendentes, segundo dados do Instituto Ethos. Quando se fala de mulher negra, o percentual é de apenas 0,4%.

No Dia Laranja, ONU Brasil defende atenção especializada a mulheres indígenas

No Dia Laranja pelo fim da violência contra as mulheres, lembrado a cada dia 25, a ONU Brasil chama a atenção para a situação das mulheres indígenas, e pede que elas sejam atendidas por serviços especializados que levem em conta suas especificidades.

Entre as atividades para lembrar a data, destaca-se o lançamento do documentário “Mulheres Indígenas: Vozes por Direitos e Justiça”, produzido pelo Grupo Temático de Gênero, Raça e Etnia da ONU Brasil e pelo Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), com apoio da embaixada do Canadá.

Fórum dos Princípios de Empoderamento das Mulheres 2018, na sede da ONU em Nova Iorque. Foto: ONU Mulheres/Ryan Brown

Empresas brasileiras têm destaque em encontro global da ONU sobre empoderamento das mulheres

Seis empresas brasileiras compartilharam suas ações para o empoderamento econômico das mulheres, na semana passada em Nova Iorque, durante o 2º Encontro Anual dos Princípios do Empoderamento das Mulheres em Ação.

Os Princípios de Empoderamento das Mulheres – uma parceria entre a ONU Mulheres e o Pacto Global das Nações Unidas – são um grupo de princípios para o meio empresarial oferecendo orientação sobre como delegar poder às mulheres no ambiente de trabalho, mercado de trabalho e na comunidade.

No Fórum Social Mundial, Benilda Brito, da N’Zinga Coletivo de Mulheres Negras, disse: "temos a legitimidade da pauta, provamos que a democracia racial era uma mentira". Foto: ONU Mulheres

Com apoio da ONU, mulheres negras debatem articulação política durante Fórum Social Mundial

Mulheres negras brasileiras e de países de América Latina, Caribe e África têm programação específica no Fórum Social Mundial, que começou na terça-feira (13) em Salvador (BA), com a expectativa de reunir 20 mil ativistas sociais de todo o mundo sob o lema “Resistir é criar, resistir é transformar”.

Durante o Fórum Permanente de Mulheres Negras, a ONU Mulheres fará o lançamento local da publicação “Mulheres Negras na Década Internacional de Afrodescendentes”, produzida pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) e traduzida para o português por iniciativa do Grupo Temático de Gênero, Raça e Etnia da ONU Brasil.

Mulheres rurais na Marcha das Margaridas, na Esplanada dos Ministérios, por direitos às trabalhadoras do campo, da floresta e das águas. Foto: ONU Mulheres/Isabel Clavelin

Delegação brasileira pautará diversidade e combate à violência contra mulheres rurais em comissão da ONU

Na 62ª Comissão da ONU sobre a Situação das Mulheres (CSW), que começa nesta segunda-feira (12/3), em Nova Iorque, o Estado brasileiro apresentará, em parceria com agências e representações do Sistema das Nações Unidas, propostas de articulação das estruturas de enfrentamento à violência contra mulheres e meninas no Brasil. Importância de políticas diversas para atenção a mulheres também será pauta da delegação do país.

Evento no Rio de Janeiro reuniu pesquisadoras para discutir desigualdades de gênero na ciência. Foto: Instituto D'Or de Pesquisa e Ensino/Andressa Dias

Pesquisadoras discutem no Rio formas de ampliar participação das mulheres na ciência

A maioria dos países, industrializados ou não, está longe de alcançar a paridade de gênero nas disciplinas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática, alertaram recentemente representantes globais da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) e da ONU Mulheres.

No Brasil, esse cenário não é diferente, na opinião de pesquisadoras que se reuniram no Rio de Janeiro para discutir o tema em evento organizado pelo Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino. Para elas, é preciso implementar políticas afirmativas na academia, acompanhadas de mudanças estruturais na educação básica para incentivar que mulheres e meninas tenham posição de destaque nessas áreas.

Bolsa de valores de São Paulo. Foto: EBC

Bolsas de valores do mundo todo lembram importância da igualdade de gênero

As principais bolsas de valores do mundo promovem, neste Dia Internacional da Mulher, a cerimônia Ring the Bell (Toque o Sino) com o objetivo de aumentar a conscientização das empresas sobre o empoderamento econômico das mulheres e a importância do setor privado para a igualdade de gênero e o desenvolvimento sustentável.

Neste ano, 61 bolsas de valores fazem parte da mobilização – em 2017, foram 43. Como parte dos eventos, os participantes são encorajados a assumir compromissos para melhorar a igualdade de gênero em seus mercados, tais como a assinatura dos Princípios de Empoderamento das Mulheres, a melhoria da diversidade de gênero na alta administração e nos conselhos de administração das empresas.

Mulheres se manifestam em Brasília na Marcha das Mulheres Negras (2015) pelo fim do racismo e do machismo. Foto: Ministério da Cultura

Em dia internacional, ONU celebra coragem de mulheres que se manifestam contra desigualdades

Em mensagem para o Dia Internacional das Mulheres, observado neste 8 de março, a diretora-executiva da ONU Mulheres, Phumzile Mlambo-Ngcuka, homenageia ativistas que militam pelo fim das desigualdades e da violência de gênero.

Dirigente defendeu que homens e meninos também devem apoiar a luta por direitos iguais. “O ativismo de hoje precisa transformar o modo como ouvimos e olhamos as mulheres, a fim de reconhecer o poder dos estereótipos em influenciar como valorizamos as pessoas”, afirmou.

Foto: Marcos del Mazo/Pacific Press/LightRocket via Getty Images

8 de março: ONU Mulheres homenageia ativistas rurais e urbanas que mudaram o mundo

Neste Dia Internacional da Mulher – 8 de março –, a ONU Mulheres celebra as ativistas rurais e urbanas que transformaram a vida das mulheres em todo o mundo. Desde as campanhas de base até os movimentos globais, o ativismo das mulheres ao longo das décadas abriu caminho para os direitos das mulheres e um futuro mais igual.

No 8 de março, una-se à ONU Mulheres para refletir sobre os progressos realizados, defender as mudanças e celebrar as mulheres comuns e extraordinárias que mudaram o mundo por meio de suas palavras e ações. Confira nesse vídeo especial.

Vinheta da da ONU Mulheres, Grupo Globo e Fundo Elas aborda desigualdades entre homens e mulheres e mostra soluções. Imagem: ONU Mulheres

ONU e TV Globo promovem campanha sobre desigualdades entre homens e mulheres

Mulheres e homens com direitos iguais, deveres iguais, oportunidades iguais. Divisão de tarefas de cuidado. Cargos iguais. Salários iguais. Respeito às diferenças. E não às desigualdades. Essas são as mensagens da campanha da ONU Mulheres Brasil em parceria com o Fundo Elas e o Grupo Globo. Iniciativa está veiculando nesta semana uma vinheta de conscientização na TV Globo e suas afiliadas. Ação celebra o Dia Internacional das Mulheres, lembrado em 8 de março.

Participação de meninas em ciências exatas e tecnológicas é tema de edital da ONU Mulheres e parceiros. Foto: Fuzileiros Navais dos Estados Unidos/Ida Irby

Eventos no Rio discutem inserção de meninas nas ciências exatas e tecnológicas

Fundo ELAS, Instituto Unibanco, Fundação Carlos Chagas e ONU Mulheres promovem em março dois eventos no Rio de Janeiro para discutir equidade de gênero e raça na educação pública e a inserção de meninas nas ciências exatas e tecnológicas. Os eventos ocorrem de 19 a 21 de março e terão transmissão ao vivo pela Internet.

“As mudanças em termos de incentivo, investimentos e desenvolvimento técnico precisam acontecer agora. Só assim meninas e adolescentes poderão fazer parte da revolução digital que está acontecendo em todo o mundo”, declarou Nadine Gasman, representante da ONU Mulheres Brasil.

Joana Chagas, da ONU Mulheres, e Mario Machado, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT). Foto: TJDFT

Tribunal de Justiça do DF adere a movimento da ONU pelo fim das desigualdades de gênero

Na Semana do Dia Internacional da Mulher, lembrado em 8 de março, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) aderiu na terça-feira (6) ao movimento ElesPorElas, uma iniciativa da ONU pelo fim das desigualdades e da violência de gênero. Com a associação, a corte se comprometeu a oferecer capacitação sobre a lei Maria da Penha nos cursos de formação inicial e aperfeiçoamento da polícia militar.

A violência doméstica e familiar e o menosprezo ou discriminação à condição de mulher estão incluídos na lei que tipifica o crime de feminicídio. Foto: Agência Brasil / Fernando Frazão

Na Semana das Mulheres, TJ-MG adere às diretrizes nacionais sobre feminicídio

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG) aderiu nesta segunda-feira (5) às “Diretrizes Nacionais para Investigar, Processar e Julgar com Perspectiva de Gênero as Mortes Violentas de Mulheres – Feminicídios”, durante evento em Belo Horizonte (MG) que teve a presença da representante da ONU Mulheres Brasil, Nadine Gasman, e do presidente em exercício do órgão, desembargador Geraldo Augusto de Almeida.

As diretrizes elencam recomendações para a revisão de procedimentos de perícia, polícia, saúde e justiça, com o objetivo de colaborar para a implementação da Lei 13.104/2015, que alterou o Código Penal brasileiro ao adotar o feminicídio como qualificador dos assassinatos de mulheres com requintes de crueldade.

Presidente do Chile Michelle Bachelet participou da abertura de fórum global da ONU sobre empresas e igualdade de gênero. Foto: Presidência do Chile

Michelle Bachelet defende fim das desigualdades salariais entre homens e mulheres

Na abertura do IV Fórum Global de Empresas pela Igualdade de Gênero, a presidenta do Chile, Michelle Bachelet, também criticou o fato de que a população do sexo feminino continua sendo a mais responsável pelo cuidado da casa e da família, um desequilíbrio que sobrecarrega as mulheres.

Evento em Santiago conta com a participação de especialistas da ONU Mulheres Brasil e representantes da Schneider Electric, Banco do Brasil, O Boticário e PWC, que representam o setor privado brasileiro.

Malala Yousafzai é interpretada pela personagem Mônica na exposição da Maurício de Sousa Produções. Imagem: Maurício de Sousa Produções

Turma da Mônica apresenta histórias de grandes mulheres em exposição em São Paulo

A Maurício de Sousa Produções inaugurou nesta quarta-feira (28), em São Paulo, uma exposição que homenageia 18 mulheres notáveis da história recente da humanidade. Entre elas, a campeã de judô Rafaela Silva e a ativista e ganhadora do Prêmio Nobel da Paz, Malala Yousafzai. Personalidades são interpretadas por personagens da Turma da Mônica.

Mostra é inspirada pelo projeto Donas da Rua, uma parceria da Maurício de Sousa com a ONU Mulheres. Exposição faz parte da Semana de Arte global da campanha das Nações Unidas ElesPorElas.

Da esquerda para a direita: Joana Chagas, da ONU Mulheres; Daniely Gomiero, do Instituto Net Claro Embratel; Ilona Szabó, do Instituto Igarapé; Caroline Dantas Silva, do programa Dupla Escola; e Ítalo Dutra, do UNICEF Brasil. Foto: Claro Brasil/Márcia Meire

Igualdade de gênero é essencial para cultura de paz e cidadania no Brasil, diz ONU Mulheres

A igualdade de gênero é fator essencial para criar uma cultura de direitos humanos, paz e cidadania no Brasil, uma vez que os estereótipos são na maioria das vezes nocivos e limitam as oportunidades de meninos e meninas de ser o que quiserem e de realizar seus sonhos.

A avaliação é de Joana Chagas, gerente de programas da ONU Mulheres, que participou de debate na segunda-feira (26) no Rio de Janeiro sobre o papel da educação na formação do cidadão e na consolidação da paz, promovido pelo Instituto Net Claro Embratel.

A igualdade entre mulheres e homens na força de trabalho é algo positivo para as empresas e para o desenvolvimento de forma geral, segundo informe do Instituto Global McKinsey.. Foto: PNUD

Executivos e autoridades participam de evento no Chile sobre igualdade de gênero nas empresas

A igualdade entre mulheres e homens na força de trabalho é algo positivo para as empresas e para o desenvolvimento de forma geral, e poderia adicionar cerca de 28 bilhões de dólares para a economia mundial até 2025, segundo informe do Instituto Global McKinsey.

Para fomentar ações concretas de empresas públicas e privadas voltadas à igualdade de gênero, mais de 400 executivos, líderes governamentais e especialistas se reunirão em Santiago, no Chile, para o IV Fórum Global de Empresas pela Igualdade de Gênero, em 27 e 28 de fevereiro. A iniciativa é do governo chileno e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), em parceria com a Organização Internacional do Trabalho (OIT) e a ONU Mulheres.

Olivier Mukuta. Foto: ONU Mulheres/Ryan Brown

Congolês usa tecnologia de criptografia para empoderar mulheres em campo de refugiados no Malauí

Congolês crescido no Malauí e hoje vivendo na Noruega, o inovador social Olivier Mukuta está trabalhando para criar soluções de tecnologia blockchain para ajudar a empoderar mulheres em países que enfrentam crises humanitárias.

Mukuta e sua equipe desenvolveram o VipiCash, aplicativo que realiza transferências financeiras seguras entre mulheres, para que elas possam ter acesso a recursos e controlar seu próprio dinheiro, independentemente dos homens de sua família.

Unidade Materno Infantil do Presídio Tavalera Bruce, que recebe mulheres privadas da liberdade acompanhadas de seus bebês, desde o nascimento até um ano de idade. Foto: Agência Brasil/Tânia Rego

ONU elogia decisão do STF de conceder prisão domiciliar a mães e grávidas presas

Em nota divulgada na quarta-feira (21), a representação da ONU Mulheres no Brasil elogiou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de conceder um habeas corpus coletivo para todas as mulheres grávidas e mães de crianças de até 12 anos em situação de prisão preventiva. A medida contempla as detentas provisórias, que aguardam um veredicto dos tribunais. Agora, elas poderão esperar a decisão do Judiciário em casa, em regime de prisão domiciliar.