Mulheres empreendedoras posam em frente aos produtos feitos a partir de figuras femininas histórias e atuais. Foto: ACNUR/Alan Azevedo

Campanha pelo fim da violência de gênero dá voz a refugiadas e migrantes venezuelanas

“Vivi muitos anos sofrendo violência, sem ao menos perceber”. “Não entendia que os gritos e palavras rudes eram também um tipo de violência”. “O que mais me doía era quando ele usava meus filhos contra mim”. “Nós mulheres somos penalizadas por tentar manter a família unida, por tentar fazer o certo”.

As autoras destas frases são refugiadas e migrantes venezuelanas que participaram, no último dia 10, em um dos eventos promovidos pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e parceiros para marcar o fim dos “16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres” em Boa Vista, capital de Roraima.

Phumzile Mlambo-Ngcuka é subsecretária geral da ONU e diretora executiva da ONU Mulheres. Foto: ONU

ARTIGO: Estupro — um custo intolerável à sociedade

Em artigo publicado no jornal Folha de S.Paulo, a diretora-executiva da ONU Mulheres, Phumzile Mlambo-Ngcuka afirma que, em muitos países, as mulheres sabem que são mais propensas a serem consideradas culpadas do que vítimas quando denunciam a violência sexual e precisam lidar com o sentimento injustificado de vergonha.

“Junto com a criminalização do estupro, precisamos colocar a vítima no centro da questão e responsabilizar os estupradores. Isso significa fortalecer a capacidade das autoridades responsáveis para investigar esses crimes e apoiar as sobreviventes por meio do processo de justiça criminal, com acesso à assistência jurídica, polícia e serviços de justiça, bem como serviços de saúde e sociais, especialmente para as mulheres marginalizadas.” Leia o artigo completo.

Durante o segundo semestre de 2019, o Empoderando Refugiadas promove workshops temáticos para mulheres refugiadas em São Paulo (SP) e Boa Vista (RR). Foto: Fellipe Abreu

Empresas e mulheres refugiadas reúnem-se em dinâmica de empregabilidade em SP

De um lado, empresas que buscam diversidade de talentos. De outro, mulheres refugiadas que necessitam de uma colocação no mercado de trabalho brasileiro. Foram estas necessidades que possibilitaram o encontro destes dois grupos para uma dinâmica de empregabilidade em São Paulo, na última segunda-feira (2).

O Empoderando Refugiadas está em sua quarta edição e trabalha a empregabilidade de mulheres em situação de refúgio em São Paulo (SP) e Boa Vista (RR), além do engajamento de empresas sobre a contratação de refugiadas e migrantes. O projeto é uma parceria entre a Rede Brasil do Pacto Global, a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e a ONU Mulheres.

Elitânia de Souza da Hora, 25 anos, era ativista dos direitos humanos e uma promissora liderança jovem da Comunidade Quilombola do Tabuleiro da Vitória, no município de Cachoeira, na Bahia. Foto: Reprodução internet.

Agências da ONU pedem que caso de jovem assassinada na Bahia seja investigado e solucionado

Representantes do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) no Brasil e da ONU Mulheres divulgaram nesta terça-feira (3) uma nota sobre o assassinato da estudante Elitânia de Souza da Hora, de 25 anos, na cidade de Cachoeira, Bahia.

Elitânia era uma liderança da Comunidade Quilombola do Tabuleiro da Vitória, localizada na mesma cidade em que foi violentamente assassinada a tiros na última quarta-feira (27), a despeito de uma medida protetiva concedida pela Justiça em prol de sua segurança. A suspeita é de que a jovem tenha sido vítima de feminicídio.

À esquerda: Ajna Jusic, Presidente da Associação "Filhos Esquecidos da Guerra"; no centro: Phumzile Mlambo-Ngcuka, Diretora Executiva da ONU Mulheres; e à direita, Maria Luiza Ribeiro Viotti, chefe de gabinete do secretário-geral da ONU, discursa na comemoração oficial do Dia Internacional para Eliminação da Violência contra Mulheres. Foto: ONU | Evan Schneider.

ONU: Violência contra mulher é uma barreira para um futuro de paz para todos

A comemoração oficial das Nações Unidas para o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres (25 de novembro) ocorreu na última segunda-feira (25), na Câmara do Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (ECOSOC), na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque.

Evento deu início aos 16 Dias de Ativismo contra a violência de gênero, que neste ano tem como tema “Geração Igualdade contra o estupro!”, e contou com a presença de oficiais das Nações Unidas – que prestaram solidariedade a vítimas de violência contra mulher e a ativistas que trabalham para acabar com essa violação.

Segundo a vice-secretária geral da ONU, Amina Mohammed, o estupro e outras formas de violência de gênero “causam enormes prejuízos econômicos, políticos e sociais a indivíduos, famílias e Estados-nação, e continuam sendo um obstáculo para atingir a igualdade, o desenvolvimento, a paz e o cumprimento dos direitos humanos de mulheres e meninas”.

Trabalhadoras domésticas usam o celular para manter a rede de contatos Foto: ONU Mulheres/Isabel Clavelin

Federação das trabalhadoras domésticas renova site em parceria com ONU Mulheres

A Federação Nacional das Trabalhadoras Domésticas (Fenatrad) está com site novo no ar. A plataforma é resultado de trabalho conjunto entre ThoughtWorks, empresa especializada em desenvolver plataformas digitais, Fenatrad e ONU Mulheres.

O site foi pensado para ser um ambiente digital no qual trabalhadoras domésticas possam acessar informações e notícias da categoria, legislação trabalhista e localização de sindicatos e associações parceiras.

ISA.bot é um robô digital que oferece informação sobre violência de gênero e promove internet mais segura para mulheres

ONU Mulheres apoia robô digital que leva segurança on-line para mulheres em situação de violência

Está no ar uma robô programada para oferecer informação sobre a violência de gênero e promover uma internet mais segura para todas as mulheres. Este é a missão da ISA.bot, lançada nesta segunda-feira (25) pela organização Think Olga e o Mapa do Acolhimento, projeto do Nossas.Org, com apoio da ONU Mulheres, Facebook e Google, dentro dos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra as Mulheres.

A campanha é realizada em todo o mundo entre 25 de novembro e 10 de dezembro. O nome ISA é um acrônimo das palavras Informação, Segurança e Acolhimento.

Para ativar a ISA.bot basta chamá-la no Messenger da Página da ISA.bot no Facebook (www.facebook.com/chama.isa.bot), e também no Google Assistente.

Procissão em Copenhague, na Dinamarca, alerta para violência contra a mulher. Foto: ONU Mulheres/Nicolai Zoffmann

Luta contra o estupro é tema de Dia Internacional para Eliminação da Violência contra Mulheres

A violência contra mulheres e meninas é a violação de direitos humanos mais comum no mundo. Muitas vezes, casos não são denunciados por conta de impunidade, vergonha e desigualdades de gênero, destacou a ONU em mensagem para o Dia Internacional para Eliminação da Violência contra Mulheres, lembrado nesta segunda-feira (25).

Os números mostram uma realidade assustadora: um terço de todas as mulheres e meninas no mundo enfrentaram violência física ou sexual durante a vida. Metade das mulheres mortas em todo o mundo foram assassinadas por seus parceiros ou familiares, e a violência perpetuada contra mulheres é a causa de morte e geração de incapacidade mais comum entre mulheres em idade reprodutiva.

ONU: trabalho decente é instrumento de combate à violência contra mulheres

O Ministério Público do Trabalho (MPT), o Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS) e a ONU Mulheres promovem na segunda-feira (25) palestra em Brasília (DF) sobre trabalho no âmbito da campanha “16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres”.

Serão apresentadas as principais iniciativas das Nações Unidas para promover o engajamento das empresas no processo de garantir às mulheres uma vida livre de violências. O encontro é aberto ao público e não é necessário realizar inscrição prévia.

Marcha das Mulheres Negras contra o Racismo e a Violência e pelo Bem Viver, ocorrida em 2015, em Brasília. Foto: ONU Mulheres/Bruno Spada

Sede da ONU lembra Dia Internacional para Eliminação da Violência contra Mulheres

A comemoração oficial das Nações Unidas para o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres (25 de novembro) ocorrerá na próxima segunda-feira (25), na Câmara do Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (ECOSOC), na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque.

Sob a liderança do secretário-geral da ONU, António Guterres, a campanha terá 16 dias de ativismo com o tema “Pinte o mundo de laranja: Geração Igualdade contra o estupro!”. A campanha dura até 10 de dezembro, Dia dos Direitos Humanos. O evento na sede da Organização será transmitido ao vivo pela Internet.

Cerca de 50 mulheres refugiadas participaram da série de workshops do Empoderando Refugiadas em São Paulo no segundo semestre de 2019. Foto: Fellipe Abreu

Empoderando Refugiadas encerra série de workshops sobre educação financeira

Após uma série de treinamentos realizados no segundo semestre de 2019, as mulheres do Empoderando Refugiadas estão capacitadas para a segunda etapa do projeto, que prevê dinâmicas de empregabilidade com representantes de empresas. O último workshop aconteceu na sexta-feira (8) no banco ABN AMRO, em São Paulo, e abordou o tema de educação financeira.

O Empoderando Refugiadas está em sua quarta edição e trabalha a empregabilidade de mulheres em situação de refúgio em São Paulo (SP) e Boa Vista (RR), além do engajamento de empresas na contratação de migrantes e refugiados. O projeto é uma parceria entre Rede Brasil do Pacto Global, Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e ONU Mulheres.

Debate abordou boas práticas e desafios que ainda impedem fomento aos negócios de mulheres no Brasil. Foto: ONU Mulheres/Gabriela Batista

Somente 8% dos investimentos financeiros na América Latina são destinados a empreendedoras

Novas tendências do sistema financeiro com enfoque em gênero e exemplos de boas práticas orientaram painéis do seminário “Promoção de financiamento inovador por meio de investimentos inteligentes em gênero: experiências, oportunidades e desafios”, realizado por ONU Mulheres, Organização Internacional do Trabalho (OIT) e União Europeia em 10 de outubro, em São Paulo (SP).

Segundo dados de 2019 do Investor LATAM, apenas 8% dos investimentos financeiros na América Latina são destinados ao empreendedorismo feminino frente a 16% de projetos liderados por homens.

Durante o segundo semestre de 2019, o Empoderando Refugiadas promove workshops temáticos para mulheres refugiadas em São Paulo (SP) e Boa Vista (RR). Foto: Fellipe Abreu

Refugiadas são treinadas em leis trabalhistas e canais de denúncia de violência de gênero em SP

A conscientização sobre o direito trabalhista brasileiro e as possibilidades de enfrentamento da violência contra a mulher no Brasil foram temas de workshop realizado no escritório de advocacia Mattos Filho, em São Paulo (SP), na última terça-feira (22).

O encontro reuniu profissionais do Direito e as participantes da quarta edição do projeto Empoderando Refugiadas – iniciativa de Rede Brasil do Pacto Global, Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e ONU Mulheres, com foco na empregabilidade de mulheres em situação refúgio no Brasil.

Conheça a rotina de trabalho da equipe da Empodera, que se desloca pelo município do Rio de Janeiro, para acompanhar de perto a implementação do programa Uma Vitória Leva à Outra, garantindo continuamente sua qualidade. Foto: ONU Mulheres

ONU Mulheres conta rotina de implementadoras do programa ‘Uma Vitória Leva à Outra’

“Uma Vitória Leva à Outra” é um programa conjunto da ONU Mulheres e do Comitê Olímpico Internacional, em parceria com as ONGs Women Win e Empodera. Ele visa garantir que meninas e mulheres possam participar, trabalhar com, governar e desfrutar do esporte em igualdade de condições.

O programa foi reconhecido como um legado dos Jogos Olímpicos Rio 2016 e, em sua segunda fase, de 2018 a 2021, treina organizações a trabalhar com o empoderamento de meninas por meio do esporte e, assim, garantir resultados de longo prazo na quebra do ciclo da violência.

A ONU Mulheres detalhou a rotina de quatro profissionais que acompanham a implementação do programa no Rio de Janeiro (RJ). Leia a reportagem completa.

Denise Chevanne-Vogel, especialista para o setor privado da ONU Mulheres Jamaica, participa do Fórum Weps em São Paulo. Foto: Gustavo Dantas/ONU Mulheres

Evento em SP discute ações para ambiente de trabalho seguro para mulheres

Necessidade de implementar ações para promover um ambiente seguro de assédio sexual, atenção às vítimas e promoção da educação. Estas foram as principais propostas de empresas para melhorar as condições de trabalho das mulheres no último dia do Fórum Weps 2019.

O evento foi promovido pela ONU Mulheres, Organização Internacional do trabalho (OIT) e União Europeia nos dias 8 e 9 de outubro, em São Paulo, e faz parte do programa “Ganha-Ganha: Igualdade de Gênero Significa Bons Negócios”.

Experiências sobre a autonomia econômica das mulheres rurais podem estar relacionadas ao desenvolvimento de produtos saudáveis e artesanais, tradicionais e agroecológicos. Foto: ONU Mulheres

Ministério da Agricultura lança concurso para empreendimentos inovadores de mulheres rurais

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) lançou na terça-feira (15) o edital do concurso Inovar para mudar – a autonomia das #MulheresRurais e sua contribuição para reduzir a pobreza e a insegurança alimentar.

A iniciativa integra a 4ª edição da Campanha Regional Mulheres Rurais, Mulheres com Direitos, coordenada pela Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo em parceria com ONU Mulheres, Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e outras instituições.

Serão selecionadas práticas individuais ou coletivas inovadoras voltadas para a autonomia econômica das mulheres rurais e que tenham contribuído para melhorar a qualidade de vida e o atendimento às necessidades humanas fundamentais das mulheres e de suas comunidades.

Segundo a OPAS/OMS, evidências científicas recentes apontam que medidas regulatórias têm impacto na prevenção e controle da obesidade. Foto: EBC

Obesidade e outras formas de desnutrição afetam 1 em cada 3 pessoas no mundo

A obesidade e outras formas de desnutrição afetam uma em cada três pessoas no mundo. As projeções indicam que essa proporção será de uma em cada duas em 2025, segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

O relatório mais recente da FAO mostrou que a fome afetava 821 milhões de pessoas no mundo em 2017. Já a obesidade atingia 672 milhões de adultos, 124 milhões de crianças e adolescentes (de 5 a 19 anos) e 40 milhões de crianças com menos de 5 anos, segundo dados referentes a 2016.

No Brasil, enquanto a fome atinge menos de 2,5% da população, a obesidade já afeta quase 20% dos brasileiros. Em algumas regiões, como o Nordeste, outras facetas da má nutrição persistem — a desnutrição infantil, por exemplo, segue acima dos 5%.

Planejamento da carreira e empreendedorismo são alguns dos temas abordados no projeto Empoderando Refugiadas. Foto: Rede Brasil do Pacto Global/Fellipe Abreu

Refugiadas recebem treinamento em SP para entrar no mercado de trabalho

O Espaço Fit Carrefour recebeu no dia 26 de setembro, em São Paulo (SP), o primeiro workshop da quarta edição do Empoderando Refugiadas – iniciativa de Rede Brasil do Pacto Global, Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e ONU Mulheres que trabalha a empregabilidade de mulheres em situação de refúgio no Brasil.

Especialistas em recrutamento e inclusão do setor privado conversaram com as participantes sobre técnicas de entrevista, elaboração de currículos e objetivos profissionais.

O treinamento é o primeiro de uma série de workshops que serão realizados no segundo semestre de 2019, focados no temas de mercado de trabalho, legislação brasileira, empreendedorismo, mídias sociais e educação financeira. Cada encontro é recebido por uma empresa parceira e conta com a participação de profissionais do mercado.

Agricultora segue passos da avó na cafeicultura e integra aliança internacional de mulheres

A conexão da mineira Daiane Vital, de 37 anos, e de sua família com a terra é profunda e vem de muitas gerações. No distrito de Ferreiras ou Ressaca, lugarejo encrustado na Serra da Mantiqueira (MG), trabalhar na cafeicultura é a única fonte de renda. Ela aprendeu o ofício com sua avó, Dona Ana Vital, bastante conhecida na comunidade.

Leia o relato da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) para a campanha “Mulheres Rurais, Mulheres com Direitos”, que promove 15 dias de mobilização para valorizar a contribuição das trabalhadoras do campo ao cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Mercados, empresas, empreendimentos, associações, cooperativas e entidades produtivas são determinantes para a inclusão do enfoque de gênero no desenvolvimento sustentável. Foto: ONU Mulheres

ONU Mulheres e UNOPS assinam acordo para fortalecer atuação conjunta no Brasil

A ONU Mulheres e o Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS) assinaram um acordo para fortalecer a colaboração em suas atividades a favor da igualdade de gênero e do empoderamento das mulheres no Brasil.

Um dos focos de atuação das duas agências será a igualdade e paridade de gênero no setor de infraestrutura.

Segundo a representante do UNOPS no Brasil, Claudia Valenzuela, muitas vezes as necessidades de mulheres e meninas não são incorporadas nos projetos de desenvolvimento e infraestrutura, o que afeta seu pleno exercício de direitos, bem como sua capacidade de contribuir igualmente para a sociedade.

A cafeicultora Maria Regina Mendes Nogueira, de 47 anos, é uma das integrantes do Grupo Mulheres Organizadas em Busca de Igualdade (MOBI). Foto: FAO

Por meio da poesia, cafeicultora valoriza a agricultura e o trabalho da mulher rural

“A vida é uma semente, que precisa ser plantada. Nas mãos do agricultor, ela será germinada”. Este é um dos versos escritos pela agricultora orgânica Maria Regina Mendes Nogueira, 47 anos, de Poço Fundo (MG). No campo e na poesia, a produtora de café expressa sua visão sobre a importância da agricultura e do trabalho da mulher que vive no meio rural.

Mais conhecida como Regina, ela é uma das integrantes do Grupo Mulheres Organizadas em Busca de Igualdade (MOBI), um coletivo da Cooperativa dos Agricultores Familiares de Poço Fundo e Região (COOPFAM) que atua em prol do protagonismo e visibilidade do trabalho da mulher na agricultura. O relato é da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

Produtora rural colombiana transforma resíduos em energia renovável de baixo custo

Produtora rural do município de Santo Antônio, a colombiana Sandra Mendoza, de 46 anos, teve acesso a microcrédito e passou a adotar em sua propriedade o biodigestor, uma tecnologia que permite aproveitar resíduos para produzir energia renovável e de baixo custo.

Além de ser a primeira mulher presidente do Comitê Cafeeiro Municipal, Sandra fundou a Associação de Mulheres Cafeeiras de Santo Antônio. Também é a primeira a utilizar um biodigestor no estado de Tolima. Leia a reportagem da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

Exportação de negócios geridos por mulheres foi um dos temas em discussão. Foto: ONU Mulheres/Gustavo Dantas

ONU Mulheres apresenta em SP ferramenta para medir igualdade de remuneração nas empresas

A ONU Mulheres apresentou durante o Fórum WEPs 2019 – Princípios de Empoderamento das Mulheres, realizado esta semana em São Paulo (SP), a versão em português de uma ferramenta de análise que permite às empresas medir a igualdade de gênero em seus negócios.

A Ferramenta de Análise de Lacunas dos Princípios de Empoderamento das Mulheres (WEPs, na sigla em inglês) pode ser utilizada uma vez por ano, é gratuita e confidencial. No mundo, mais 1.835 companhias já utilizaram o instrumento em 115 países.

A série de eventos foi promovida por ONU Mulheres, Rede Brasil do Pacto Global, Organização Internacional do Trabalho (OIT) e União Europeia.

Prêmio WEPs 2019 tem recorde de participação de empresas. Foto: ONU Mulheres

Prêmio e fórum da ONU em SP impulsionam igualdade de gênero no setor privado

Presidentes de empresas, empreendedoras e empresárias participaram na segunda-feira (7) da cerimônia de entrega do Prêmio WEPs Brasil 2019, em São Paulo (SP). WEPs é a sigla em inglês para os Princípios de Empoderamento das Mulheres, iniciativa de ONU Mulheres e Rede Brasil do Pacto Global para promover a igualdade de gênero no setor privado.

Das 181 empresas que se inscreveram, 61 tiveram suas práticas premiadas, sendo que oito fazem parte do Comitê Brasileiro do Pacto Global — PWC, Natura, Enel, Braskem, Petrobras, Itaú, BASF e Santander, além de Albert Einstein e Siemens, que receberam menções honrosas.

A empresa Unilever foi o principal destaque da noite, a única a levar para casa o troféu na categoria Diamante, tendo atingido mais de 95% de aproveitamento na implementação dos Princípios.

A cafeicultora mineira Vânia Lúcia Pereira da Silva. Foto: FAO

Mineira enfrenta preconceitos e lidera cooperativa de produtores de café em MG

Aos 47 anos, a mineira Vânia Lúcia Pereira da Silva resume em uma palavra o sentimento que tem ao olhar para sua trajetória como agricultora orgânica: gratidão. Produtora de café orgânico, ela faz parte da Cooperativa dos Agricultores Familiares de Poço Fundo e Região (COOPFAM).

Inicialmente, seu envolvimento se deu por ser esposa de cooperado. Mas, posteriormente, Vânia acabou se tornando uma das líderes da organização, por meio de um grupo de mulheres que atuam na cooperativa.

Mas ela afirma que a missão não é fácil. “Em pleno século 21, ainda existe muito preconceito em relação à mulher. Na verdade, falta mesmo confiança das pessoas com relação ao trabalho da mulher, ainda mais em um reduto bem masculino que é o de cooperativas de café”, conta. Leia reportagem que faz parte da campanha de Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e ONU Mulheres.

Mercados, empresas, empreendimentos, associações, cooperativas e entidades produtivas são determinantes para a inclusão do enfoque de gênero no desenvolvimento sustentável. Foto: ONU Mulheres

Evento em SP discute papel das empresas na promoção da igualdade de gênero

ONU Mulheres, Organização Internacional do Trabalho (OIT), União Europeia (UE) e empresas de diferentes setores reúnem-se na terça (8) e quarta-feira (9) em São Paulo (SP) no Fórum WEPs 2019, cujo objetivo é promover debates sobre empoderamento econômico das mulheres e o papel das empresas na promoção da igualdade de gênero.

O encontro abordará temas como igualdade salarial; licença parental; acesso a crédito; eliminação de estereótipos de gênero na publicidade; entre outros.

Ivanete de Souza, agricultora do interior de Santa Catarina. Foto: FAO

Cooperativismo contribui para autonomia das mulheres rurais

A Campanha Mulheres Rurais, Mulheres com Direitos promove 15 dias de mobilização para valorizar a contribuição das trabalhadoras do campo ao cumprimento dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) relacionados à igualdade de gênero e ao fim da pobreza rural. O tema norteador da quinzena ativista é “O futuro é junto com as mulheres rurais”.

Leia a história de Ivanete de Souza, agricultora do interior de Santa Catarina que presidiu a Cooperativa de Produção Agropecuária de Jaraguá do Sul, da qual é sócia fundadora. O relato é da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

Famílias de venezuelanos participam do programa de interiorização do Governo Federal. Iniciativa tem o apoio de diferentes agências da ONU. Foto: ACNUR

Acordo incentiva municípios brasileiros a acolherem pessoas venezuelanas

A Organização das Nações Unidas (ONU) no Brasil assinou, na quarta-feira (2), em conjunto com a Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e o governo federal, um protocolo de intenções para incentivar municípios brasileiros a acolherem pessoas refugiadas e migrantes da Venezuela. O objetivo é ampliar a assistência humanitária com foco na integração à sociedade e à economia brasileiras.

“A parceria com a Confederação Nacional dos Municípios é uma conquista nesse processo, por sua capacidade única de sensibilizar e mobilizar os municípios brasileiros para a recepção de pessoas refugiadas e migrantes. Esses municípios terão a oportunidade de integrar à sua população pessoas que aportam capacidades, formações e experiências profissionais variadas”, afirmou o coordenador-residente da ONU no Brasil, Niky Fabiancic.

As mulheres representam praticamente metade da população de mais de 500 milhões de habitantes da América Latina e Caribe. E são elas as responsáveis pela produção de 60% a 80% dos alimentos consumidos na região. Foto: EBC

Campanha promove 15 dias de mobilização pelos direitos das mulheres do campo

A campanha Mulheres Rurais, Mulheres com Direitos deu início na terça-feira (1º) a um período de 15 dias de mobilização para dar visibilidade à contribuição das trabalhadoras rurais para o alcance da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) afirma que uma melhora no acesso das mulheres a terra, educação, serviços financeiros, tecnologia e emprego rural renderia um aumento significativo da produtividade e produção agrícola, contribuindo para a segurança alimentar, o crescimento econômico e o bem-estar social.

A organização reforça ainda que a redução da desigualdade entre homens e mulheres no acesso aos recursos produtivos e insumos agrícolas poderia reduzir entre 100 milhões e 150 milhões o número de pessoas com fome no mundo.

Mulheres de diversas nacionalidades se reuniram para o começo de mais uma edição do Empoderando Refugiadas. Foto: Fellipe Abreu

Projeto Empoderando Refugiadas realiza workshop sobre mercado de trabalho em SP

Na próxima quinta-feira (26), as novas participantes do Empoderando Refugiadas irão se reunir no Espaço Fit Carrefour, em São Paulo (SP), para um treinamento sobre mercado de trabalho brasileiro. O evento faz parte da quarta edição do projeto – iniciativa conjunta da Rede Brasil do Pacto Global, Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e ONU Mulheres, com foco no acesso de mulheres refugiadas ao mercado de trabalho no Brasil.

O trabalho é uma das principais formas de integração de pessoas refugiadas nos países de acolhida. Porém, ainda são várias as dificuldades que estas pessoas encontram na busca por emprego. De acordo com o estudo Perfil Socioeconômico dos Refugiados no Brasil de 2019, publicado pelo ACNUR, a taxa de desemprego entre refugiados no país é de 19% — índice maior que a média nacional.

Em espanhol, Esperanza significa ‘fé’. Depois que Esperanza recebeu a apoio financeiro e as aulas de culinária da ONU Mulheres em Boa Vista, ela espera um futuro melhor para sua família. Foto: ONU Mulheres | Felipe Abreu.

ONU Mulheres auxilia resposta humanitária em Roraima

Atuando na resposta humanitária em Roraima, a ONU Mulheres, com financiamento do Fundo Central da ONU de Resposta de Emergência, ofereceu diversos serviços e treinamentos para mulheres refugiadas, migrantes e solicitantes de refúgio em Boa Vista, entre novembro de 2018 e março de 2019.

O trabalho da agência teve como foco ajudar a população que se encontra em situação de maior vulnerabilidade, como mulheres em situação de rua, com problemas de saúde e deficiências, com um familiar doente ou em risco de exploração sexual e/ou tráfico.

Uma das mulheres alcançadas foi Briggitte Jimenez, venezuelana de 49 anos. Jimenez chegou a Boa Vista em fevereiro de 2019, depois que o programa de saúde público venezuelano cortou a oferta de tratamento contra o câncer no país. Seu filho de 17 anos tinha câncer no estômago. Ela deixou seus três outros filhos na Venezuela na esperança de salvar o mais velho.

Fundo ELAS e parcerias promovem, de 24 a 27 de setembro de 2019, o III Diálogo Mulheres em Movimento: Fortalecendo Alianças Globais. Foto: ONU Mulheres

Encontro internacional no Rio de Janeiro reúne mulheres para alianças globais

Fundo ELAS e parcerias promovem de 24 a 27 de setembro no Rio de Janeiro (RJ) o 3º Diálogo Mulheres em Movimento: Fortalecendo Alianças Globais, que vai reunir mais de 120 mulheres de Brasil, de outros países da América Latina e do Reino Unido para criar e fortalecer parcerias e ações coletivas pelos direitos humanos das mulheres e pela defesa de seus corpos e territórios.

O encontro é resultado de uma aliança formada por Fundo ELAS, British Council, ONU Mulheres, Fundação Ford, Global Fund for Women, Open Society Foundations, Instituto Ibirapitanga, OAK Foundation e Women’s Foundation of Minnesota.

Por indicação de amigos, Fátima veio ao Brasil em busca de trabalho para ajudar sua família na Venezuela. Foto: Fellipe Abreu

Projeto Empoderando Refugiadas recebe participantes para sua 4ª edição

Cerca de 50 mulheres se reuniram na sede do Grupo Mulheres do Brasil na última terça-feira (10), em São Paulo (SP), para o início da quarta edição do projeto Empoderando Refugiadas – iniciativa conjunta de Rede Brasil do Pacto Global, Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e ONU Mulheres com foco na empregabilidade de mulheres em situação de refúgio.

O projeto, que já atendeu 110 mulheres em edições passadas, tem como foco capacitação profissional, integração cultural e facilitação do acesso ao mercado de trabalho brasileiro. Também prioriza o engajamento de empresas e organizações na contratação de refugiados e migrantes.

Obra da exposição “Percepções”, do artista Gabriel Archanjo (PI). Foto: Acervo Pessoal

ONU Mulheres apoia projeto que leva artes plásticas a venezuelanas em Roraima

O escritório da ONU Mulheres no Brasil apoiou o projeto “Amazônia das Artes”, do qual faz parte a exposição “Percepções”, do artista plástico piauiense Gabriel Archanjo, que ficou em cartaz no SESC Roraima, em Boa Vista (RR), de julho a agosto. A exposição foi viabilizada em parceria com a Operação Acolhida — resposta humanitária a refugiados e migrantes venezuelanos implementada por governo federal, agências da ONU e organizações da sociedade civil.

Mais de 20 mulheres refugiadas e migrantes dos abrigos Rondon I e São Vicente, convidadas pela ONU Mulheres, e mulheres trans do abrigo Latife Salomão, convidadas pelo Exército, conferiram em julho a abertura da exposição no SESC Roraima, que reuniu cerca de 50 pessoas. Para muitas venezuelanas, o evento foi o primeiro contato com a cultura brasileira.

A violência contra as mulheres – particularmente a violência por parte de parceiros e a violência sexual – é um grande problema de saúde pública e de violação dos direitos humanos das mulheres. Foto: George Campos/USP Imagens

ONU Mulheres participa de sessão solene da Câmara por 13 anos da Lei Maria da Penha

A Câmara dos Deputados promoveu na quinta-feira (29), em Brasília (DF), sessão solene pelos 13 anos da Lei Maria da Penha. O evento teve participação da gerente de programas da ONU Mulheres no Brasil, Joana Chagas, que lembrou na ocasião a importância do movimento feminista e da atuação da sociedade civil no combate à violência de gênero no país.

Joana lembrou que o Brasil tem se destacado como um dos pioneiros na criação de mecanismos governamentais e serviços especializados de atendimento a mulheres em situação de violência, como o Conselho Nacional de Direitos da Mulher e a delegacia especializada. Também mencionou a legislação avançada do país e importantes políticas públicas sob liderança da Secretaria de Políticas para as Mulheres.

Dados do Atlas da Violência de 2019 apontaram 4.963 assassinatos de mulheres em 2017 no Brasil – maior número dos últimos dez anos. O levantamento também indicou um aumento de quase 30% da taxa de assassinatos de mulheres negras no país.

Escritora norte-americana Toni Morrison é homenageada pela Turma da Mônica

“Se você encontrar um livro que realmente queira ler, mas ainda não foi escrito, você deve escrevê-lo”, disse uma vez a norte-americana Toni Morrison. No dia 5 de agosto de 2019, o mundo teve que se despedir de uma das maiores escritoras de todos os tempos. Por meio da personagem Milena, a Mauricio de Sousa Produções fez uma homenagem à autora de obras tão intensas e comoventes, que representou a vivência de mulheres negras.

A homenagem da Turma da Mônica à escritora integra o projeto Donas da Rua, lançado em 2016 em parceria com a ONU Mulheres Brasil. O objetivo é reforçar a autoestima das meninas e a defesa de seus direitos.

Durante o mês de agosto são realizadas atividades que buscam reconhecimento e valorização de mulheres lésbicas em diversas esferas da sociedade. Ilustração: Ani Ganzala

Mulheres lésbicas falam sobre mobilização por direitos e desafios para cidadania

Agosto é o mês da mobilização de mulheres lésbicas por direitos. Duas datas – 29 de agosto, Dia Nacional da Visibilidade Lésbica, e 19 de agosto, Dia do Orgulho Lésbico – movimentam o calendário de atividades de coletivas, grupos e organizações em defesa dos direitos das mulheres lésbicas em todo o Brasil.

De acordo com ativistas lésbicas entrevistadas pela ONU Mulheres, os últimos dois anos têm sido marcados pela intensificação da mobilização por direitos. Elas avaliam que, desde 2017, há uma organização maior e agenda ainda mais unificada para a realização de atividades políticas e culturais durante todo o mês de agosto.

Apesar dos avanços em termos de representatividade, mobilização e união, as ativistas ressaltam o atraso em políticas públicas direcionadas a este grupo, principalmente em questão de saúde e segurança. Leia a reportagem completa.

ONU Mulheres promove rodas de conversa para venezuelanas em Roraima

Cerca de 180 mulheres venezuelanas são as primeiras beneficiadas de rodas de conversas, baseadas na metodologia Espaços Seguros, organizadas semanalmente pela ONU Mulheres em Roraima. Desde julho, elas dispõem de momentos para compartilhar histórias e discutir formas de reconstruir suas vidas no Brasil, conectando-se umas às outras no contexto da ajuda humanitária brasileira.

A proposta é atender venezuelanas em situação de migração de diferentes localidades, oferecendo conhecimento e inclusão. Os conteúdos são estabelecidos de maneira conjunta — um encontro inicial é realizado e, a partir dele, são as migrantes que escolhem as temáticas das próximas conversas, que são diferentes em cada abrigo, de acordo com suas necessidades, interesses e desafios.

Evento incentiva empreendedorismo para refugiados e brasileiros em Boa Vista

Com o objetivo de promover oportunidades de integração social e econômica em Roraima, o evento Inspira Boa Vista reuniu no início de agosto mais de 80 instituições da área de educação financeira e empreendedorismo. O encontro, que foi idealizado para inspirar refugiados, migrantes e brasileiros a iniciar seus próprios negócios na região, ofereceu aos participantes oficinas e palestras voltadas à geração de renda e ao planejamento financeiro.

O evento, idealizado pelo Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável (CIEDS), foi uma ação colaborativa entre organizações da sociedade civil, setor público, privado e agências do Sistema das Nações Unidas.

Atualmente, existem 1,8 bilhão de jovens entre 10 e 24 anos no mundo. A maior população de jovens de todos os tempos. Foto: UNFPA

Transformando as Nações Unidas em um espaço mais inclusivo para os jovens

Vinte jovens representando dez organismos do Sistema das Nações Unidas no Brasil participaram na sexta-feira (16) das celebrações do Dia Internacional da Juventude, no escritório da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), em Brasília (DF).

Com o tema “A ONU que vemos, a ONU que queremos”, os participantes tiveram a oportunidade de apresentar suas visões e ideias inovadoras para promoção da mudança, principalmente nos assuntos que envolvem diretamente seu futuro e sobre o papel das Nações Unidas para garantir que os jovens não sejam deixados para trás.

O relato é do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA).

Agências de publicidade e anunciantes de toda América Latina e Caribe são convidadas pela ONU Mulheres para inscrever, até 6 de setembro, campanhas originais, empáticas e estratégicas que transformam os estereótipos de gênero. Foto: EBC

ONU Mulheres abre convocação para prêmio de publicidade não sexista

Agências de publicidade e anunciantes de toda América Latina e Caribe são convidados pela ONU Mulheres a inscrever, até 6 de setembro, campanhas originais, empáticas e estratégicas que transformam os estereótipos de gênero.

Poderão participar as campanhas produzidas e veiculadas entre 1º de agosto de 2018 e 6 de setembro 2019, que tiveram como objetivo posicionar produtos e/ou serviços em qualquer formato comunicativo: TV, rádio, jornalismo impresso ou plataformas digitais, entre outras.