Janete Dantas, no centro, com a mãe, Maria Nilda, à direita, e sua irmã, Mayla, à esquerda, na fazenda da família. Foto: Lianne Milton

Registro de produção mostra importância das mulheres na agricultura familiar brasileira

Uma ideia simples — uma caderneta de quatro colunas para mulheres da agricultura familiar brasileira registrarem o quanto de sua produção é vendida, distribuída, trocada ou consumida — teve impactos positivos de longo alcance em suas vidas. A estratégia mudou a forma elas e seus parceiros valorizam sua própria produção, ajudando-os a se beneficiar de políticas governamentais destinadas à agricultura familiar. O relato é da ONU Mulheres.

O relatório analisou como as mulheres são afetadas pelas mudanças que estão ocorrendo nas famílias. Foto: UNFPA/Solange Souza

ONU Mulheres apresenta agenda para acabar com desigualdade de gênero nas famílias

A ONU Mulheres publicou nesta terça-feira (25) relatório com recomendações de políticas públicas que os países podem adotar para enfrentar as desigualdades de gênero nas famílias.

Entre elas, está investir nos serviços públicos, especialmente educação e cuidados de saúde reprodutiva, de modo a aumentar as expectativas de vida de mulheres e meninas e para que estas possam tomar decisões com conhecimento de causa sobre a sua vida sexual.

Outra recomendação é implementar a licença parental remunerada e fornecer apoio estatal para o cuidado de crianças e pessoas idosas, incluindo o desenho de sistemas de proteção social que possam ajudar a sustentar as famílias. Leia as demais recomendações.

“Uma Vitória Leva à Outra” é um programa conjunto entre a ONU Mulheres e o Comitê Olímpico Internacional, em parceria com as ONGs Women Win e Empodera. Foto: ONU Mulheres

No Rio, agência da ONU oferece treinamento sobre esporte e empoderamento feminino

Em julho de 2019, a ONU Mulheres realizará no Rio de Janeiro (RJ) duas edições do treinamento sobre a metodologia Uma Vitória Leva à Outra, implementada pelo projeto homônimo que promove o empoderamento feminino por meio do esporte.

As organizações que participarem da capacitação poderão se candidatar como instituições multiplicadoras da iniciativa. Inscrições para o treinamento vão até 23 de junho.

Há um crescente reconhecimento de que o setor de mineração não apenas gera impacto diferente sobre homens e mulheres, mas que as políticas públicas para a governança do setor também afetam as mulheres e os homens de maneira diferente. Foto: Brasil.gov.br

Seminário online aborda impacto do setor de mineração sobre mulheres e meninas

O próximo seminário online do programa conjunto sobre governança ambiental do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e da agência de proteção ambiental sueca (Environmental Governance Programme, EGP) abordará os impactos das atividades de mineração sobre mulheres e meninas, discutindo experiências recentes da Colômbia.

O seminário, aberto ao público, acontecerá na próxima terça-feira (18) por meio da plataforma GoToWebinar. O evento, em inglês, começará às 12h (horário de Brasília). A sessão em espanhol começará às 15h. Ambos terão duração de 90 minutos.

Marcha das Vadias de 2015 no Rio de Janeiro, contra o machismo e a violência de gênero. Foto: Mídia Ninja

ONU Mulheres apoia seminário internacional sobre violência de gênero em Brasília

Estão abertas, até 21 de junho, as inscrições para o seminário internacional “Cooperação Brasil-Austrália na prevenção à violência contra a mulher”. A atividade, parceria do Núcleo de Gênero do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) com a Escola Superior do Ministério Público da União (ESMPU) e a Embaixada da Austrália no Brasil, será realizada na sede do MPDFT, em Brasília (DF), com apoio da ONU Mulheres.

O seminário será realizado em 27 de junho e terá como objetivo identificar, desenvolver e compartilhar boas práticas e abordagens inovativas relacionadas à prevenção da violência contra as mulheres. São oferecidas 300 vagas, sem custo.

Embora sejam mais da metade da população brasileira, pessoas negras ainda têm dificuldades em acessar o mercado de trabalho no Brasil, o que piora significativamente no caso de mulheres negras. Foto: UNFPA

Evento discute desigualdades de gênero e raça no mercado de trabalho brasileiro

A desigualdade racial e de gênero persiste no mercado de trabalho brasileiro e é preciso agir para combater práticas que perpetuam a discriminação, informando e promovendo espaços empresariais mais inclusivos.

Esta foi uma das conclusões do debate realizado na quinta-feira (6) em Brasília (DF) pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura no Brasil (UNESCO), em parceria com o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), a Organização Internacional do Trabalho (OIT), a ONU Mulheres e a coordenação do Sistema ONU no país.

Segundo pesquisa do Instituto Ethos, pessoas negras ocupam apenas 6,3% dos cargos de gerência e 4,7% de cargos executivos em empresas brasileiras.

Cooperação técnica reforça parceria já iniciada entre as duas instituições por meio da adaptação local das Diretrizes sobre Feminicídio, desde 2016, e ações formativas, como cursos de comunicação nos anos de 2018 e 2019. Foto: TJ-MS

TJ-MS adere ao movimento ElesPorElas pela igualdade de gênero

O Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul (TJ-MS) aderiu na quarta-feira (5), em Campo Grande, ao movimento ElesPorElas HeForShe, da ONU Mulheres Brasil. Termo de adesão e plano de trabalho foram firmados pelo desembargador Paschoal Carmello Leandro, presidente do TJ-MS, e pela representante interina da ONU Mulheres Brasil, Ana Carolina Querino.

A partir da adesão, o TJ-MS e a ONU Mulheres Brasil passam a colaborar, no período 2019-2020, para as seguintes iniciativas fundamentadas no ordenamento jurídico brasileiro e em normativas internacionais sobre direitos humanos das mulheres: ações de articulação e advocacy para acesso das mulheres à justiça, ações formativas, ações de mobilização social e monitoramento e avaliação.

Grupo de Trabalho de Direitos Humanos promove treinamento de due dilligence para empresas. Foto: Rede Brasil do Pacto Global/Fellipe Abreu

UNESCO promove debate em Brasília (DF) sobre racismo no mercado de trabalho brasileiro

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) no Brasil, em parceria com ONU Mulheres, Organização Internacional do Trabalho (OIT), Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e a coordenação do Sistema ONU no Brasil, realiza na quinta-feira (6) debate em Brasília (DF) sobre as dificuldades enfrentadas por negros e, especialmente, mulheres negras, no mercado de trabalho.

A desigualdade racial é uma realidade no mercado de trabalho brasileiro, embora pretos e pardos constituam mais da metade da população no país. O ambiente empresarial ainda tem grandes dificuldades para avançar no combate ao racismo, e o quadro se agrava ainda mais quando consideramos a situação das mulheres negras.

Basanti Tamang, uma migrante que tentou melhores condições de vida no exterior, ao retornar para seu país de origem, recebeu ajuda do programa de reintegração “O futuro que queremos”, uma iniciativa conjunta da ONU Mulheres, da Organização Internacional para as Migrações (OIM) e da Zonta International. Por meio da costura, e agora ciente de seus direitos como migrante, Basanti vai recomeçar sua vida.

Com apoio da ONU, migrante retornada ao Nepal recomeça sua vida; vídeo

Basanti Tamang, uma migrante que tentou melhores condições de vida no exterior, ao retornar para seu país de origem, recebeu ajuda do programa de reintegração “O futuro que queremos”, uma iniciativa conjunta da ONU Mulheres, da Organização Internacional para as Migrações (OIM) e da Zonta International. Por meio da costura, e agora ciente de seus direitos como migrante, Basanti vai recomeçar sua vida. Confira nesse vídeo.

A última ocorreu em 18 de maio, quando foram capacitadas 150 pessoas, entre elas 130 funcionários de uma empresa de segurança privada, que oferecerá suporte às Forças Armadas nos abrigos, e 20 militares recém-chegados. Foto: UNFPA

UNFPA capacita parceiros em Roraima no combate à exploração e abuso sexual

Um dos eixos que guiam o trabalho do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) no contexto de assistência humanitária em Roraima é a prevenção e resposta à violência baseada em gênero.

Prevenir todas as formas de agressão contra mulheres e meninas faz parte do dia a dia da atuação dos profissionais junto às pessoas migrantes e refugiadas no estado. Parte dessa prevenção passa por sensibilização e conscientização das equipes de trabalho.

Por isso, desde 2018, 1.605 militares e civis, além de 87 pessoas que fazem parte das agências das Nações Unidas na região, já foram capacitados pelo UNFPA para atuar nesse contexto. Foram ministradas, ao total, 11 oficinas.

ONU Mulheres e movimento ElesPorElas – HeForShe são há quatro anos parceiros do congresso sobre liderança das mulheres nas corporações. Foto: CONALIFE

ONU Mulheres participa de congresso em SP sobre igualdade de gênero no Brasil

A ONU Mulheres participa nesta quinta-feira (23) do Congresso Nacional de Liderança Feminina (CONALIFE), em São Paulo (SP), cujo objetivo é discutir diversidade, igualdade de gênero e liderança feminina no Brasil.

O tema da quarta edição do evento é “Liderança 4.0 – Um novo olhar sobre nós”. O encontro pretende discutir com gestores do setor público, privado e da sociedade civil formas de garantir mais diversidade nas organizações com a ajuda das tecnologias de informação e comunicação.

O que são os Princípios de Empoderamento das Mulheres?

VÍDEO: O que são os Princípios de Empoderamento das Mulheres?

Pense no impacto de uma assinatura. Pense na magnitude de um movimento global. Pense na diferença que você pode fazer e no poder da mudança transformadora. Assinando os Princípios de Empoderamento das Mulheres, você pode estimular seus acionistas a impulsionar a mudança no local de trabalho, no mercado e na comunidade, por meio de uma estrutura de trabalho de sete princípios.

Promovido pela ONU Mulheres e pelo Pacto Global da ONU, os Princípios de Empoderamento das Mulheres são um roteiro para a sustentabilidade, inovação e produtividade das empresas.

Não perca a oportunidade de causar um impacto duradouro nos seus funcionários, fornecedores, clientes e investidores. Una-se a empresas líderes que já estão na jornada para criar sustentabilidade e crescimento. Comprometa-se com os Princípios de Empoderamento das Mulheres e aproveite o momento para sua organização aderir.

Ação do Botafogo homenageou as 11,6 milhões de brasileiras que criam seus filhos sozinhas. Foto: Botafogo/Vitor Silva

No Dia das Mães, ONU Mulheres e Botafogo homenageiam brasileiras que criam os filhos sozinhas

Em jogo contra o Fluminense no último sábado (11), no Rio de Janeiro (RJ), o Botafogo entrou em campo com um cartaz em que a estrela icônica do seu emblema havia desaparecido. O sumiço de um dos símbolos alvinegros foi intencional. O objetivo do clube carioca era homenagear outras “estrelas solitárias” — as 11,6 milhões de mães solteiras no Brasil que têm de criar seus filhos sozinhas.

Realizada na véspera do Dia das Mães, a ação de conscientização foi fruto de uma parceria com a ONU Mulheres.

Maria da Penha, símbolo da lei de prevenção e enfrentamento da violência doméstica e familiar, salientou: “as empresas, como parte da sociedade, têm responsabilidade nesse processo pelo fim da violência contra a mulher”. Foto: ONU Mulheres

Fórum em SP discute responsabilidade das empresas no combate à violência doméstica

O papel das empresas no combate à violência doméstica e suas responsabilidades pela promoção da igualdade de gênero foi tema do 1º Fórum Instituto Vasselo Goldoni, realizado em São Paulo, no fim de abril (25).

A iniciativa teve o apoio da ONU Mulheres por meio do programa “Ganha-Ganha: Igualdade de Gênero Significa Bons Negócios”, desenvolvido em parceria com a Organização Internacional do Trabalho (OIT) e a União Europeia.

“As empresas precisam ajudar a conscientizar e abrir canais para que suas funcionárias possam falar sobre o tema, para que tenham mais um canal ao qual recorrer”, disse Maria da Penha Maia Fernandes, símbolo da luta contra a violência doméstica no Brasil, e que também participou do fórum.

A jogadora brasileira Marta. Foto: ONU Mulheres/Ryan Brown

Secretário-geral da ONU nomeia jogadora Marta como defensora dos objetivos globais

O secretário-geral da ONU, António Guterres, anunciou na quinta-feira (9) a nomeação da jogadora de futebol Marta Vieira da Silva como uma das novas defensoras dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) para 2019-2020.

A jogadora brasileira está entre as 17 personalidades públicas encarregadas pelo secretário-geral das Nações Unidas de promover os ODS, aumentar a conscientização com novos públicos, manter o compromisso global e pedir maior ambição e ação em escala para alcançar os objetivos globais até 2030.

UNAIDS participa de encontro sobre Objetivos de Desenvolvimento Sustentável em Recife. Foto: UNAIDS

UNAIDS discute implementação de Objetivos de Desenvolvimento Sustentável em Recife

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) participou no fim de abril (30) em Recife (PE) do 1º Diálogo Público sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

O evento foi organizado pela ONG Gestos – Soropositividade, Comunicação e Gênero, como co-facilitadora do Grupo Temático (GT) da Sociedade Civil para Agenda 2030, em parceria com a Associação Brasileira de ONGs (ABONG).

O objetivo do encontro foi fortalecer o diálogo entre organizações da sociedade civil, gestão pública, academia, imprensa e outros grupos sobre a importância dos objetivos que compõem a Agenda 2030.  

Comitiva brasileira foi formada por 20 pessoas de empresas e instituições. Foto: ONU Mulheres

Na ONU, empresas brasileiras discutem desafios e oportunidades para mulheres no mercado de trabalho

Grupo brasileiro foi formado por executivas e executivos diversas companhias e compartilhou experiência de empresas com políticas de igualdade de gênero durante os Fóruns dos Princípios de Empoderamento das Mulheres (WEPs) e WeEmpower/Ganha-Ganha, voltados a profissionais de negócios.

Encontros e debates foram promovidos pela ONU Mulheres e pelo Pacto Global das Nações Unidas na Comissão da ONU sobre a Situação das Mulheres (CSW), maior fórum intergovernamental sobre igualdade de gênero no mundo.

Adesão ao movimento ElesPorElas foi formalizada durante o 25º Congresso Nacional Escoteiro, realizado em Brasília. Foto: Escoteiros do Brasil

Escoteiros do Brasil aderem a movimento da ONU pela igualdade entre homens e mulheres

Os Escoteiros do Brasil aderiram neste mês (26) ao movimento ElesPorElas (HeForShe, em inglês), uma iniciativa global da ONU Mulheres em prol da igualdade de gênero. Atualmente, a associação nacional de escotismo reúne 75 mil jovens e tem o apoio voluntário de 25 mil adultos. Nos últimos dez anos, o número de integrantes cresceu em torno de 35%, chegando a 671 cidades de todas as 27 unidades federativas do Brasil.

“Uma Vitória Leva à Outra” é um programa conjunto entre a ONU Mulheres e o Comitê Olímpico Internacional, em parceria com as ONGs Women Win e Empodera. Foto: ONU Mulheres

ONU Mulheres promove igualdade de gênero no Congresso Olímpico Brasileiro em SP

A ONU Mulheres estará presente na primeira edição do Congresso Olímpico Brasileiro, que acontece no no sábado (13), no WTC, em São Paulo, e é organizado pelo Instituto Olímpico Brasileiro, área de Educação do Comitê Olímpico do Brasil (COB).

Em seu estande, além de apresentar os resultados do bem-sucedido programa de esportes voltado para meninas adolescentes, Uma Vitória Leva à Outra, a ONU Mulheres promoverá diálogos e distribuirá materiais informativos para atletas, treinadores, dirigentes, gestores e demais participantes do congresso.

Empoderamento feminino foi pauta de encontro de jovens do Complexo do Alemão promovido pela ONU Mulheres no Rio de Janeiro (RJ). Foto: UNIC Rio/Kathlen Barbosa

ONU Mulheres debate racismo e empoderamento de meninas e mulheres com jovens do Complexo do Alemão

No Rio de Janeiro (RJ), a ONU Mulheres reuniu em Bonsucesso, zona norte da cidade, cerca de 20 jovens moradores do Complexo do Alemão para discutir o impacto da discriminação e do racismo no seu dia a dia.

Encontro neste mês (6) fez parte da campanha Vidas Negras das Nações Unidas, que visa conscientizar a população e o governo brasileiros sobre a violência contra a juventude afrodescendente. Evento também debateu meios de superar o preconceito e vulnerabilidades por meio do esporte e da cultura.

Evento em SP lançou plataforma online "Empresas com Refugiados", banco de dados sobre boas práticas e incentivos à contratação de refugiados. Foto: Rede Brasil do Pacto Global

Plataforma ajuda a integrar refugiados ao mercado de trabalho brasileiro

O crescente número de pessoas que buscam refúgio no Brasil – em 2018, foram cerca de 80 mil solicitações formais, segundo dados da Polícia Federal – faz com que setor público e privado, assim como agências das Nações Unidas, busquem soluções para o acolhimento digno dessas pessoas no país.

Pensando na ampliação do acesso ao mercado de trabalho, a Rede Brasil do Pacto Global e a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), com o apoio da ONU Mulheres, lançaram na semana passada (3), em São Paulo (SP), a plataforma online “Empresas com Refugiados”, um banco de dados sobre boas práticas e incentivos à contratação de refugiados.

Após uma longa viagem, venezuelanos chegam a Dourados para uma nova vida. Foto: ACNUR/Alan Azevedo

Com assistência da ONU, 130 venezuelanos são interiorizados para Mato Grosso do Sul

Dormindo nas ruas de Boa Vista (RR) por quase um mês, o venezuelano Daniel Andrade, de 29 anos, buscou apoio no centro de registro e documentação da Operação Acolhida na cidade e conseguiu, por meio da estratégia de interiorização, um emprego em Dourados (MS). Em busca de melhores oportunidades de integração, ele confirmou sua participação, refez as malas e embarcou rumo a uma nova vida.

Daniel é um dos 100 venezuelanos embarcados há uma semana para Dourados. Outros trinta, divididos em diferentes voos comerciais, também se juntaram ao grupo, que começa a trabalhar na cidade em 8 de abril. Todos receberam auxílio financeiro emergencial da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR). O voo foi fretado pela Organização Internacional para as Migrações (OIM).

Aniversário de um ano da Operação Acolhida promoveu interação entre brasileiros e venezuelanos. Foto: ACNUR/Allana Ferreira

Agências da ONU lembram um ano da operação de acolhimento de venezuelanos

Um ano após iniciar as atividades de proteção e assistência aos venezuelanos que chegam ao Brasil pela fronteira com Roraima, a Operação Acolhida celebrou seu primeiro aniversário com atividades culturais e esportivas para promover a integração entre refugiados e migrantes e brasileiros residentes de Boa Vista (RR).

Nas últimas semanas, uma feijoada beneficente e uma exposição fotográfica em um dos shopping da cidade marcaram o início das celebrações. No fim de semana, as comemorações tomaram a Praça Flávio Marques Paracat, um dos principais pontos turísticos de Boa Vista, com corridas de rua para crianças e adultos.

A Operação Acolhida envolve 11 ministérios e possui apoio e engajamento de organizações da sociedade civil e de diversas agências da ONU, como Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), Organização Internacional para as Migrações (OIM), Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), Fundo das Nações Unidas para Infância (UNICEF), ONU Mulheres e Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Refugiados venezuelanos posam para foto em seu novo abrigo em Igarassu, Pernambuco. Foto: ACNUR/Allana Ferreira

Resposta brasileira aos venezuelanos é referência para outros governos, diz oficial da ONU

Ao combinar ajuda humanitária e integração socioeconômica, a inovadora resposta do governo brasileiro aos refugiados e migrantes venezuelanos que chegam ao país é uma boa prática que deve ser mais bem conhecida e replicada em outras ações emergenciais voltadas a esta população no mundo.

Essa visão foi manifestada na última segunda-feira (25) pelo representante especial conjunto de Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e Organização Internacional para Migrações (OIM) para refugiados e migrantes venezuelanos, Eduardo Stein, durante reuniões em Brasília com os principais órgãos do governo brasileiro que trabalham na resposta humanitária.

Participantes celebram encerramento da 63ª sessão da Comissão da ONU sobre a Situação das Mulheres na sede da ONU, em Nova Iorque. Foto: ONU Mulheres/Ryan Brown

Comissão da ONU aprova documento final para garantir proteção social às mulheres

O órgão das Nações Unidas dedicado exclusivamente à promoção da igualdade de gênero e ao empoderamento de mulheres finalizou na sexta-feira (22) sua sessão anual com um acordo sobre maneiras de salvaguardar e melhorar o acesso de mulheres e meninas a sistemas de proteção social, serviços públicos e infraestrutura sustentável.

A 63ª sessão da Comissão sobre a Situação de Mulheres (CSW63) tradicionalmente reúne defensoras dos direitos das mulheres de todo o mundo na sede da ONU em Nova Iorque para duas semanas de diálogos, painéis e eventos. A sessão foi concluída com um forte compromisso de Estados-membros para garantir que serviços, infraestrutura e sistemas de proteção social sejam projetados e usados para prevenir a discriminação e criar um “campo nivelado” para mulheres e meninas.

O Objetivo do Desenvolvimento Sustentável (ODS) número 5 prevê alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas. Foto: EBC

UNOPS e ONU Mulheres lançam campanha sobre infraestrutura para igualdade de gênero

O Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS) e a ONU Mulheres no Brasil lançam nesta terça-feira (26) a campanha digital “Mulheres na Infra, Infra para Mulheres”, nas plataformas Facebook e Instagram.

O objetivo da ação é chamar a atenção para a atuação de mulheres profissionais na área de infraestrutura e informar sobre como o investimento nessa área pode contribuir para promover a igualdade de gênero.

Refugiados venezuelanos posam para foto em seu novo abrigo em Igarassu, Pernambuco. Foto: ACNUR/Allana Ferreira

‘Interiorização é a nossa esperança por melhores oportunidades’, diz venezuelano no Brasil

Eram quatro horas da manhã e muitas pessoas dormiam no abrigo Rondon 2, um alojamento do governo para venezuelanos em Boa Vista (RR). Mas cerca de 200 moradores da residência já estavam de pé e mal conseguiam controlar a ansiedade e a animação: dali a poucas horas, os refugiados e migrantes se mudariam para outros estados brasileiros.

O grupo participou da mais recente etapa do programa de interiorização, realizada na última quarta-feira (13). O projeto do governo federal tem o apoio da ONU Brasil.

#8M Marcha das Mulheres de Manaus (AM), em março de 2017. Foto: Mídia Ninja

Evento da ONU em Nova Iorque discute participação das mulheres nas políticas de proteção social

A 63ª Sessão da Comissão sobre o Estatuto a Situação das Mulheres (CSW, na sigla em inglês) acontece até 22 de março, em Nova Iorque. Trata-se do segundo maior evento anual no calendário das Nações Unidas e discute este ano o tema “Proteção Social, Serviços Públicos e Infraestrutura”.

Em entrevista à ONU News, o assessor para o planejamento estratégico da ONU Mulheres, Julien Pellaux, fala sobre a importância do evento e dos debates sobre políticas dedicadas exclusivamente à promoção da igualdade de gênero e ao empoderamento das mulheres.

Vereadora Marielle Franco na Câmara Municipal do Rio de Janeiro. A política e ativista foi executada em 14 de março de 2018, com o seu motorista Anderson Gomes. Foto: Câmara do Rio/Renan Olaz

Com apoio da ONU, Defensoria Pública da União promove seminário sobre mulheres em espaços de poder

Com apoio da ONU Mulheres, a Defensoria Pública da União promove a partir de amanhã (14), em São Paulo (SP), o Seminário Nacional Mulheres em Espaços de Poder e Decisão. Ao longo de dois dias, especialistas vão discutir temas como a participação das mulheres no sistema de Justiça, na produção do conhecimento, na representação política e em posições de liderança. Inscrições são gratuitas e serão feitas no dia.

Representantes da sociedade civil Mary Fatiya (Sudão do Sul) e Muniba Mazari (Paquistão) falam durante a 63ª sessão da Comissão das Nações Unidas sobre a Situação das Mulheres (CSW) na sede da ONU em Nova Iorque. Foto: ONU Mulheres/Ryan Brown

Cúpula da ONU discute serviços e infraestruturas para a igualdade de gênero

Uma mãe paquistanesa cadeirante que deseja visitar um parque sem ter que se preocupar com rampas de acesso e uma jovem mulher do Sudão do Sul que sonha em ter assistência de saúde acessível estiveram entre as palestrantes na segunda-feira (11) em Nova Iorque do maior encontro anual das Nações Unidas sobre igualdade de gênero e direitos das mulheres.

Em discursos à 63ª sessão da Comissão das Nações Unidas sobre a Situação das Mulheres (CSW), Muniba Mazari e Mary Fatiya pediram que proteções sociais básicas sejam garantidas para mulheres e meninas no mundo todo, com base em necessidade e em linha com seus direitos humanos inalienáveis.

Ellen Ochoa, primeira astronauta mulher latina. Foto: ONU Mulheres

ONU celebra dia das mulheres com apelo à participação feminina na ciência e inovação

Em evento em Nova Iorque para lembrar o Dia Internacional das Mulheres, dirigentes da ONU ressaltaram o papel que as mulheres e meninas têm a desempenhar na quarta revolução industrial, contribuindo com suas capacidades para criar soluções de desenvolvimento, tecnologia e infraestrutura. Organização pediu mais inclusão das mulheres nas disciplinas e áreas de ciência, matemática, engenharia e inovação.

Sede das Nações Unidas em Nova Iorque. Foto: ONU/Rick Bajornas

Organizações de saúde precisam traduzir compromissos com igualdade de gênero em ações, diz relatório

Pesquisa, que avaliou 198 organismos da área, incluindo agências da ONU, mostra que sete em cada dez organizações globais de saúde já afirmaram publicamente estar engajadas com a paridade entre homens e mulheres — mas apenas metade possui, de fato, políticas para o tema.

Em média, os homens têm 50% mais chances do que as mulheres de chegar a um cargo sênior nessas instituições, e 72% dos diretores-executivos das organizações analisadas são homens.

De acordo com o censo demográfico mais recente, as mulheres rurais são responsáveis pela renda de 42,2% das famílias do campo no Brasil.. Foto: Banco Mundial/Andrea Borgarello

FAO lança quarta edição da campanha ‘Mulheres Rurais, Mulheres com Direitos’

“Pensar em igualdade, construir de forma inteligente, inovar para a mudança” é o lema da quarta edição da campanha Mulheres Rurais, Mulheres com Direitos, que a Organização para a Alimentação e a Agricultura das Nações Unidas para a América Latina e Caribe (FAOALC) lança nesta sexta-feira (8).

A desigualdade de gênero e a discriminação contra as mulheres é uma das causas estruturais da pobreza rural e um dos maiores desafios para os países da América Latina e do Caribe.

A pobreza rural afeta mais as mulheres do que os homens: entre 2007 e 2014, o índice de mulheres inseridas na pobreza rural na região aumentou de 108,7 para 114. Por sua vez, o índice de mulheres em extrema pobreza aumentou de 113 para 114,9 no mesmo período.

Neste 8 de março, Dia Internacional da Mulher, a Rede Brasil do Pacto Global da ONU reitera os seus esforços em promover a equidade de gênero no mercado de trabalho. Foto: PNUD

Rede Brasil do Pacto Global reitera esforços por igualdade de gênero nas empresas

Neste 8 de março, Dia Internacional das Mulheres, a Rede Brasil do Pacto Global da ONU reiterou seus esforços em promover a equidade de gênero no mercado de trabalho.

A Rede Brasil se empenha para que, em 2019, mais empresas se comprometam com os Princípios do Empoderamento da Mulher, também conhecidos como WEPs.

O WEPs é uma ferramenta do Pacto Global e da ONU Mulheres que oferece sete passos para guiar empresas no empoderamento das mulheres no ambiente de trabalho.