Eiman Haru, refugiada sudanesa, hoje ajuda mulheres na mesma situação pelo IMDH. Foto: ACNUR

Com experiência humanitária, sudanesa ajuda outras refugiadas a recomeçar a vida no DF

Atuando no projeto “Mulheres Unidas”, o trabalho de Eiman Haru é exemplo da luta pelo fim da violência contra as mulheres refugiadas – e pauta do Dia Laranja pelo Fim da Violência contra as Mulheres, marcado todo dia 25. Iniciativa do Instituto de Migrações e Direitos Humanos (IMDH) tem o apoio da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Como grande parte das mulheres forçadas a se deslocar, a trajetória de Eiman é marcada pela superação das dificuldades inerentes ao refúgio e à integração local. Confira nesse vídeo e nessa reportagem especial.

Lideranças da indústria reunidas no Festival Internacional de Criatividade de Cannes Lions como parte da Aliança sem Estereótipo Foto: Getty Images /Cannes Lions

Em Cannes, ONU Mulheres convida indústria global a eliminar estereótipos de gênero na publicidade

A diretora-executiva da ONU Mulheres, Phumzile Mlambo-Ngcuka, pediu esta semana durante o Festival Internacional de Criatividade Cannes Lions um maior compromisso das empresas com a igualdade de gênero e uma atuação coletiva para a eliminação de estereótipos na publicidade.

Durante o evento, 25 empresas se comprometeram com uma agenda global para enfrentar estereótipos de gênero nos anúncios e campanhas publicitárias.

Estudos estabeleceram relação entre microcefalia e zika. Foto: EBC

Feira apoiada por agências da ONU em Salvador apresenta soluções de combate ao zika

Centenas de expositores apresentarão um conjunto de soluções de combate a doenças transmitidas por mosquitos na Feira de Soluções para a Saúde — Zika, que ocorre em Salvador (BA) de 8 a 10 de agosto. Os interessados podem cadastrar suas soluções até 14 de julho no site www.feirazika.unb.br.

Reunindo parceiros nacionais e internacionais, a feira é apoiada por Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), ONU Mulheres e do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), sendo patrocinada pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS).

Seminário Internacional Equidade de Gênero no Setor Público reuniu dezenas de servidoras e servidores públicos, em Brasília. Foto: ONU Mulheres/Isabel Clavelin

Evento apoiado pela ONU Mulheres em Brasília discute igualdade de gênero no setor público

Autoridades da administração pública brasileira e de organizações internacionais reuniram-se semana passada (5 e 6) no auditório da Escola Nacional de Administração Pública (ENAP) para a abertura do Seminário Internacional Equidade de Gênero no Setor Público. O evento foi promovido pela ENAP em parceria com a Embaixada da Noruega, Embaixada da Suécia e ONU Mulheres.

“Possibilitar a discussão sobre os avanços e desafios na implementação das políticas públicas que visam a promover a equidade de gênero é central para refletirmos todas as discussões que estão se dando na esfera internacional, mas que afetam diretamente a vida de cada um de nós”, disse durante o evento a gerente de programas da ONU Mulheres, Ana Carolina Querino.

Argentina sedia nona reunião de ministras e altas autoridades das mulheres. Foto: Flickr (CC)/Szymon Kochański

ONU Mulheres participa de reunião de ministras do MERCOSUL na Argentina

Teve início nesta quinta-feira (1º), na Argentina, a 9ª Reunião de Ministras e Altas-Autoridades das Mulheres do MERCOSUL (RMAAM). O encontro, que acontece até a próxima sexta-feira, conta com a participação da representante da ONU Mulheres no Brasil, Nadine Gasman. A dirigente participou na manhã de hoje do debate sobre a participação das mulheres na política. O evento dez parte da série de discussões técnicas que precederam os trabalhos da reunião.

Marcha das Mulheres Negras Contra o Racismo, em Brasília. Foto: EBC/Marcello Casal Jr.

ONU Mulheres divulga lista de novas integrantes de grupo assessor da sociedade civil

Após receber 150 candidaturas, a ONU Mulheres no Brasil anunciou na quinta-feira (25) as novas integrantes do Grupo Assessor da Sociedade Civil, instância que viabiliza a participação da população brasileira nas discussões da agência das Nações Unidas. As novas participantes darão apoio à representação nacional do organismo de forma voluntária, no período de julho de 2017 a junho de 2019.

O grupo selecionado representa os movimentos de negras, indígenas, trabalhadoras sexuais, atletas, bem como as articulações de mulheres envolvidas na geração de renda, em redes de economia solidária e em iniciativas de prevenção e eliminação da violência de gênero.

Niky Fabiancic, coordenador-residente do Sistema Nações Unidas no Brasil, durante o encontro de 30 anos da ABC. Foto: Marcelo Guimarães/ABC

Sistema ONU no Brasil participa de comemorações dos 30 anos da Agência Brasileira de Cooperação

Representantes do Sistema ONU no Brasil participam nesta quinta e sexta-feira (25 e 26) de eventos em comemoração aos 30 anos da Agência Brasileira de Cooperação (ABC).

A ABC foi criada para coordenar os programas e projetos brasileiros de cooperação técnica, no âmbito da política externa brasileira. Integrada ao Ministério das Relações Exteriores (MRE), a ABC trabalha no fortalecimento da cooperação do Brasil com o exterior.

Marcha das Mulheres em Nova York, em janeiro de 2017. Foto: Flickr (CC)/Karla Ann Cote

Violência contra a mulher custa US$ 1,5 trilhão ao mundo, alerta ONU no Dia Laranja

Neste 25 de maio, Dia Laranja pelo Fim da Violência contra as Mulheres, as Nações Unidas reforçam seu apelo para que Estados-membros combatam violações dos direitos humanos de meninas e mulheres. Violência tem custo alto para países desenvolvimentos e em desenvolvimento. A ONU Mulheres ressalta que investimentos em prevenção — como conscientização sobre desigualdade de gênero nas escolas — são menos custosos que as políticas atualmente necessárias para lidar com as consequências dos abusos.

Sala de Situação, Ação e Articulação sobre Direitos das Mulheres foi estabelecida em março de 2016, em resposta da ONU e da sociedade civil à crise sanitária. Foto: ONU Mulheres/Isabel Clavelin

Agências da ONU lembram 1 ano de sala de situação para combate ao zika no Brasil

Após um ano de existência, a Sala de Situação, Ação e Articulação sobre Direitos das Mulheres — criada por ONU Mulheres, Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS) e Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) — como resposta à crise sanitária do vírus zika, consolidou-se como um canal aberto para as organizações feministas e de mulheres, para a análise de pesquisas e informações sobre saúde e para ações de parceria entre a sociedade civil e as Nações Unidas.

Nadine Gasman, representante da ONU Mulheres Brasil, cumprimentou a criação do Movimento de Mulheres Municipalistas e convidou municípios para adesão ao projeto Cidade 50-50 Foto: CNM

ONU Mulheres enfatiza importância das políticas locais para igualdade de gênero

A representante da ONU Mulheres Brasil, Nadine Gasman, destacou durante encontro em Brasília o caráter estratégico das políticas locais para a igualdade de gênero.

Nadine fez referência à pesquisa Ibope/ONU Mulheres segundo a qual oito em cada dez mulheres querem cidades mais igualitárias. “Isso quer dizer que gestores, gestoras, legisladores e legisladoras precisam desenvolver políticas de promoção da igualdade entre mulheres e homens nas cidades”, disse Nadine.

Refugiadas receberam informações sobre acesso a ensino superior, técnico e profissionalização no Brasil. Foto: Rede Brasil Pacto Global/Fellipe Abreu

Refugiadas vivendo em São Paulo recebem orientações para ingressar no ensino superior e técnico

Na semana passada, em São Paulo, refugiadas da Síria, República Democrática do Congo, Colômbia, Nigéria e Moçambique participaram de mais uma rodada do projeto “Empoderando Refugiadas”, coordenado pela ONU.

Foi o terceiro encontro da iniciativa em 2017. No evento, realizado na sede da consultoria jurídica EMDOC, estrangeiras conheceram oportunidades de capacitação em universidades brasileiras e outras instituições.

Em Belo Horizonte, jovens realizam uma partida de 'queimado' temática, para discutir questões de gênero e orgulho LGBTI. Imagem de 2016. Foto: Mídia Ninja (CC)

Em dia internacional, ONU defende igualdade de direitos e mais acesso a serviços para pessoas LGBTI

Por ocasião do Dia Internacional contra a Homofobia, a Transfobia e a Bifobia, lembrado nesta quarta-feira (17), dirigentes da ONU fizeram um apelo por mais respeito ao amor em toda a sua diversidade. Agências da ONU defenderam o fim da discriminação, ainda responsável por excluir pessoas LGBTI dos serviços de saúde, do mercado de trabalho e da proteção institucional para famílias e casais.

No Brasil, representantes das Nações Unidas alertaram para a violência motivada pela orientação sexual em evento na sede nacional do organismo, localizada em Brasília.

Débora Maria da Silva, fundadora e coordenadora do movimento Mães de Maio, mobilizou Assembleia Legislativa de São Paulo para criação da Semana Estadual das Pessoas Vítimas da Violência no Estado de SP. Foto: Percurso da Cultura (CC)

Mulheres relatam impacto do racismo e da violência contra a juventude negra

As mulheres negras são um dos grupos em situação de maior vulnerabilidade, devido ao acúmulo de discriminações decorrentes do racismo, do sexismo e de outras formas de opressão, cujos impactos incidem sobre a trajetória de suas vidas e de suas famílias.

Essa foi a conclusão de relatos feitos à ONU Mulheres para a ocasião de três datas: Dia Internacional das Famílias, celebrado na segunda-feira (15); Dia das Mães, ocorrido no domingo (14); e Dia Nacional de Luta contra o Racismo (13) — contraponto do movimento negro ao Dia da Abolição, considerando a ausência de políticas e medidas de inclusão após o fim da escravização.

Marcha de mulheres em João Pessoa, em 2013. Foto: Arktrus2/Wikimedia Commons

Procuradoria-Geral da República promove audiência pública sobre participação das mulheres na política

Encontro, que conta com o apoio da ONU Mulheres, acontece dia 11 de maio em Brasília e é voltado a autoridades dos Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, membros do Ministério Público, advogados e advogadas, comunidade acadêmica, filiados e filiadas a partidos políticos, além de entidades comprometidas com a defesa dos direitos das mulheres. Saiba aqui como fazer a sua inscrição.

Raul Chambote (PMA), Diana Sawyer (IPC-IG), Christiani Buani (PMA), Ute Meir (PMA), Rodrigo Baena Soares (Embaixada do Brasil), Álvaro da Silva (MINEC), Marcia de Castro (ONU), Bettina Maas (UNFPA) e Tatiana Teles (DFID) Foto: ONU Mulheres/Juliana Maia

Brasil, Reino Unido, Moçambique e ONU discutem como combater pobreza e desigualdades de gênero

Em Maputo, o seminário “Parcerias inovadoras em Proteção Social, Segurança Alimentar e Nutricional e Gênero: Moçambique, Brasil, ONU e Departamento do Reino Unido para o Desenvolvimento Internacional (DFID)” reuniu especialistas e representantes de governos para discutir o impacto da cooperação Sul-Sul em Moçambique. Ocorrido em 3 e 4 maio, evento teve a participação do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e da ONU Mulheres.

Manifestantes na 4ª Marcha das Vadias em São Paulo. Foto: Mídia NINJA

Com apoio da ONU Mulheres, Escola Superior do Ministério Público da União debate feminismo e Direito no Brasil

A produção teórica sobre os direitos das mulheres e o Direito Civil em uma perspectiva feminista vai pautar os debates do workshop “Tecendo Fios para Discussão das Críticas Feministas ao Direito no Brasil”, que acontece a partir de amanhã (4) em Brasília, na Escola Superior do Ministério Público da União (ESMPU). Evento terá a participação da representante da ONU Mulheres no Brasil, Nadine Gasman.

Creuza Oliveira, secretária-geral da Federação Nacional das Trabalhadoras Domésticas (FENATRAD). Foto: Agência Brasil/José Cruz

Federação de trabalhadoras domésticas alerta para risco de perda de direitos no Brasil

Em entrevista à ONU Mulheres, a secretária-geral da Federação Nacional das Trabalhadoras Domésticas (FENATRAD) e integrante do Grupo Assessor da Sociedade Civil Brasil (GASC) Brasil da ONU Mulheres, Creuza Oliveira, avaliou os desafios para o trabalho doméstico no país e o risco de perda de direitos. “Não podemos negar os avanços que ocorreram, tais como horas extras, adicional noturno. Hoje, a gente corre risco de perder esses direitos”, apontou.

Este ano, o tema da Plenária das Mulheres Indígenas no ATL foi a etapa ampliada da 1ª Conferência Livre de Saúde das Mulheres Indígenas. Foto: ONU Mulheres

Indígenas promovem em Brasília plenária dedicada aos direitos das mulheres

Indígenas organizaram uma plenária dedicada às pautas específicas de mulheres pela segunda vez na história do Acampamento Terra Livre (ATL), evento que reúne 3 mil indígenas de todo o país em Brasília até sexta-feira (28).

O evento teve a participação de integrantes do projeto Voz das Mulheres Indígenas, realizado por lideranças indígenas e pela ONU Mulheres, com apoio da embaixada da Noruega.

Imagem: UIT

Em dia mundial, agência da ONU encoraja mulheres e meninas a participar do mercado de tecnologia

A desigualdade de gênero também é um obstáculo na hora em que mulheres decidem acessar a rede mundial de computadores ou planejar uma carreira na área de tecnologia. Segundo a União Internacional de Telecomunicações, há 257 milhões a menos de usuárias de internet na comparação com os homens conectados.

Para reverter esse cenário, a agência da ONU lembra, neste 27 de abril, o Dia das Meninas na área de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), com atividades de capacitação em diferentes partes do mundo, incluindo no Brasil.

Próxima Cúpula Ibero-americana, que terá apoio do PNUD e da SEGIB, acontece na Colômbia. Foto: ACNUR / B. Heger

Na sede da ONU, brasileira coordenará debate sobre violência contra mulheres indígenas

Na próxima sexta-feira (28), na sede da ONU, em Nova Iorque, uma brasileira coordenará um painel de discussões sobre violência contra as mulheres indígenas. Cristiane Julião, da etnia Pankararu, vai moderar o debate que terá a participação de indígenas da África, Ásia e América Latina, e também da relatora especial das Nações Unidas sobre os direitos dos povos originários, Victoria Tauli-Corpuz. Iniciativa é da ONU Mulheres nas Américas e no Caribe, em parceria com outras redes globais e regionais.

O evento é uma atividade paralela ao Fórum Permanente das Nações Unidas para as Questões Indígenas, que começou na segunda-feira (24) e vai até 5 de maio.

Braulina Aurora Baniwa, presidenta da Associação de Estudantes Indígenas da Universidade de Brasília. Foto: ONU Mulheres

‘Escolas têm que pautar questão da violência contra mulheres indígenas’, diz liderança

Na ocasião do Dia Laranja Pelo Fim da Violência contra Mulheres, lembrado a cada dia 25, a ONU Mulheres entrevistou Braulina Aurora Baniwa, presidenta da Associação de Estudantes Indígenas da Universidade de Brasília (AAIUnB).

Braulina falou sobre a importância da demarcação de terras para a luta das mulheres indígenas, sobre o contexto de violência dentro e fora de suas comunidades e sobre a importância da educação para a prevenção da violência, valorização da diferença e da diversidade.

Marcha das Margaridas de Brasília em 2015. Foto: ONU Mulheres/Isabel Clavelin

Em Moçambique, mulheres reúnem-se pela igualdade de gênero no campo

Trabalhadoras rurais de Brasil, Angola, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique e Portugal reúnem-se em Maputo, capital moçambicana, para discutir uma agenda internacional de luta pelo empoderamento das mulheres do campo.

“Elas fazem parte de um dos grupos em situação de maior vulnerabilidade que, ao mesmo tempo, são agentes centrais para a erradicação da pobreza e promoção da segurança alimentar e nutricional”, disse Nadine Gasman, representante da ONU Mulheres Brasil.

Refugiadas receberam orientações sobre direitos, inserção no mercado de trabalho e aspectos da cultura brasileira. Foto: Rede Brasil do Pacto Global/Fellipe Abreu

Refugiadas vivendo no Brasil aprendem sobre cultura local e direitos das mulheres

Violência de gênero, participação no mercado de trabalho e particularidades da cultura brasileira foram alguns dos temas abordados por empresas do Pacto Global da ONU no segundo workshop do projeto Empoderando Refugiadas, iniciativa que reúne estrangeira vítimas de deslocamento forçado para ajudá-las a conseguir um emprego no Brasil. Encontro aconteceu na semana passada (10), no Instituto Carrefour, em São Paulo, e reuniu cerca de 30 pessoas, entre palestrantes e refugiadas.

Brasil tem o maior índice de casamentos infantis da América Latina. Foto: EBC

Na América Latina e Caribe, 23% dos casamentos aconteceram quando um dos parceiros era menor de idade

Quase um quarto dos casamentos da região foi realizado quando um dos cônjuges era menor de idade. Estimativa foi divulgada em março durante encontro de representações diplomáticas e agências da ONU na sede das Nações Unidas, em Nova York.

Especialistas e delegações de governos concordaram unanimemente que o matrimônio infantil é uma violação dos direitos humanos e uma ameaça à vida de meninas e adolescentes.