A Conexão Schurmann #MaresLimpos registra o dia a dia dessas personalidades a bordo, o contato com a natureza e com os danos causados pela ação humana. Foto: ONU Meio Ambiente

Família Schurmann e ONU Meio Ambiente lideram movimento para consumo consciente

Defensora da campanha Mares Limpos da ONU Meio Ambiente, a família Schurmann e convidados navegaram em julho ao lado de golfinhos, mas também recolheram micro plásticos nos oceanos. Nas areias de praias desertas dos estados de Rio de Janeiro e São Paulo, a tripulação também encontrou resíduos, principalmente plásticos.

A Conexão Schurmann #MaresLimpos/Rio–Ilhabela foi registrada em documentário que estreia nesta terça-feira (15), Dia do Consumo Consciente. Com 11 minutos, a produção evidencia a invasão de embalagens descartáveis em paisagens paradisíacas, além de apresentar soluções e comportamentos que podem ajudar a reverter esse cenário.

O projeto ‘Greening the Cocoa Industry’, implementado pelo PNUMA, cobre pelo menos 10% da produção mundial de cacau - 350.000 toneladas cultivadas por 250.000 agricultores. Foto: Ecosystem Services for Poverty Alleviation/CC.

PNUMA apoia projetos que visam tornar a cadeia global do cacau mais sustentável

Você sabia que, em geral, menos de 7% do preço da sua barra de chocolate é destinado aos produtores de cacau? Ou que grandes quantidades da produção global de cacau estão associadas ao desmatamento ilegal e à perda de biodiversidade?

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e seus parceiros vêm trabalhando há muitos anos em projetos destinados a tornar a indústria do cacau mais ecológica e sustentável. Greening the Cocoa Industry (“Tornando a indústria do cacau mais sustentável”, na tradição livre) é um deles.

O objetivo do projeto é mudar as práticas de produção e de comércio nos principais países produtores de cacau e nas empresas de chocolate, visando à conservação da biodiversidade, à provisão de maior estabilidade a longo prazo a todos os participantes da cadeia de valor; e ao aumento de renda para pequenos agricultores.

Leia mais na reportagem do PNUMA, em marco ao Dia Mundial do Cacau e Chocolate (1º de outubro).

"Nosso objetivo é usar o big data para coletar padrões do tráfego que possam ajudar os urbanistas a conduzirem um futuro mais eficiente", Sonika Manandhar, co-vencedora pela Ásia do prêmio Jovens Campeões da Terra 2019.

Na Ásia, vencedora de prêmio ambiental da ONU impulsiona transporte verde

A Green Energy Mobility, solução criada por uma jovem nepalesa, tem como objetivo tornar o transporte público, especificamente os micro-ônibus do Nepal, uma alternativa de qualidade aos veículos particulares, contribuindo para o combate das mudanças climáticas.

Ela é uma das sete ganhadoras do prêmio Jovens Campeões da Terra 2019, concedido pela ONU Meio Ambiente a jovens empreendedores de até 30 anos. Eles recebem financiamento, orientação e apoio de comunicação para ampliar seus esforços.

Katharine é uma pesquisadora do clima, e acredita que a comunicação tem um papel crucial em transformar nossas atitudes em relação às mudanças climáticas. Foto: PNUMA.

Cientista do clima recebe prêmio ambiental da ONU por ajudar a transformar atitudes públicas

Katharine Hayhoe, cientista e professora na Texas Tech University, ganhou o prestigioso prêmio ‘Campeões da Terra’ 2019, oferecido pela ONU Meio Ambiente, na categoria Ciência e Inovação.

Katharine é uma pesquisadora do clima, e acredita que a comunicação tem um papel crucial em transformar nossas atitudes em relação às mudanças climáticas.

“A coisa mais importante que eu acho que fiz, e que qualquer um pode fazer, é falar sobre isso.” Ela é uma das comunicadoras mais influentes sobre a realidade do clima no mundo, reconhecida pela sua capacidade em ajudar as pessoas a conectarem os pontos entre o que lhes interessa e o modo como serão afetadas pelas mudanças climáticas.

Indígenas venezuelanos em abrigo em Boa Vista, Roraima. Foto: ACNUR/Reynesson Damasceno

ONU detalha impactos e oportunidades ambientais da resposta humanitária em Roraima

A ONU Meio Ambiente atua em Roraima, estado brasileiro que recebe alto fluxo de refugiados e migrantes venezuelanos, analisando os impactos e oportunidades ambientais relacionados à resposta humanitária no estado.

Segundo Dan Stothart, oficial regional de assuntos humanitários da ONU Meio Ambiente, os impactos estão ligados à forma como a provisão de alimentos e abrigo afeta o meio ambiente, como na geração de resíduos.

Já as oportunidades referem-se à chegada crescente de venezuelanos indígenas, por exemplo. “Podemos ajudar a integrá-los às comunidades venezuelanas brasileiras apoiando a agricultura local, a segurança alimentar e a gestão ambiental, como meio de facilitar a transição.” Leia a entrevista completa.

A ferramenta foi desenvolvida pela Fundação Plant-for-the-Planet, formada por crianças e jovens em janeiro de 2007. Foto: Divulgação | Plant-for-the-Planet.

Fundação alemã liderada por crianças e jovens cria aplicativo para reflorestamento global

O aplicativo ‘Plant-for-the-Planet’ (“Plante pelo planeta”, na tradução livre) lista organizações em todo o mundo comprometidas com o reflorestamento. De maneira simples, qualquer pessoa — quando quiser e onde estiver — pode ajudar a plantar árvores e combater as mudanças climáticas.

A ferramenta foi desenvolvida pela fundação alemã Plant-for-the-Planet, criada por crianças e jovens em janeiro de 2007, depois de um chamado à ação feito pela ativista ambiental e ganhadora do Prêmio Nobel da Paz de 2004 Wangari Maathai e pela ONU Meio Ambiente, através da campanha Billion Tree.

Com as políticas atuais em vigor, o mundo caminha para um aumento de temperatura de 3,5 °C neste século. Foto: PNUMA

Emissões de gases de efeito estufa subiram 1,6% ao ano entre 2008 e 2017

A ONU Meio Ambiente divulgou no fim de setembro (22) uma retrospectiva de dez anos de seu Relatório de Emissões — uma publicação que compara os níveis de emissão de gases de efeito estufa para evitar os piores impactos das mudanças climáticas.

O mundo parece ter passado a última década fazendo exatamente o oposto do que deveria. Apesar dos avisos nos relatórios anuais, as emissões de gases de efeito estufa cresceram a uma média de 1,6% ao ano entre 2008 e 2017. De fato, essas emissões são agora quase exatamente o que os primeiros relatórios projetavam para 2020 se o mundo não alterasse seus modelos de crescimento insustentáveis e poluentes.

A ONU Meio Ambiente reconheceu a Ant Forest na categoria "Inspiração e Ação". Foto: Reprodução

Aplicativo para reflorestamento na China vence principal prêmio ambiental da ONU

A iniciativa de sustentabilidade Ant Forest recebeu em setembro (19) o prêmio da ONU Meio Ambiente Campeões da Terra 2019 por transformar as boas ações de meio bilhão de pessoas em árvores reais, plantadas em algumas das regiões mais áridas da China.

Os usuários da Ant Forest são encorajados a registrar sua pegada de baixo carbono por meio de ações diárias, como no uso do transporte público ou pagando contas de serviços pela Internet.

Para cada ação, eles recebem pontos de “energia verde” e, quando acumulam um certo número de pontos, uma árvore é plantada. Leia mais na reportagem.

"O ar poluído está causando milhões de mortes prematuras em todo o mundo ", Inger Andersen, Diretora Executiva do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA). Foto: PNUMA.

Arte pelo Clima – na sede da ONU, instalações chamam atenção para a necessidade de ares mais limpos

Em meio aos muitos eventos que ocorreram na sede das Nações Unidas em Nova Iorque no mês de setembro, como as Cúpulas de Ação Climática e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), as lideranças presentes reservaram um momento para recuperar o fôlego.

A necessidade urgente de reduzir a poluição do ar e de intensificar as ações climáticas foi destaque em algumas instalações de arte promovidas nos espaços da ONU pela Arte 2030, iniciativa que visa utilizar a arte como ferramenta para abordar os temas da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.

Recentemente, a Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou o problema da poluição do ar como “emergência de saúde pública global”, quando nove em cada dez pessoas respiram um ar contendo altos níveis de poluentes. O relato é da ONU Meio Ambiente.

Aliança ‘Jogando para o Planeta’ demonstra como a indústria de videogames, que atinge 2,6 bilhões de pessoas em todo o mundo, pode apoiar ações na agenda ambiental. Foto: Reprodução/CreativeCommons.

Gigantes da indústria de games entram na luta contra as mudanças climáticas

Alguns dos maiores nomes da indústria de videogames, com uma audiência conjunta de 970 milhões de jogadores, se comprometeram formalmente a aproveitar o poder de suas plataformas para agir em resposta à crise climática.

Combinados, os compromissos firmados pelas 21 empresas resultarão em uma redução de 30 milhões de toneladas de emissões de CO² até 2030; milhões de árvores plantadas; novos “estímulos verdes” no design de jogos; e melhorias no gerenciamento de energia dos dispositivos e nas embalagens recicláveis.

O anúncio foi feito em evento paralelo à Cúpula de Ação Climática das Nações Unidas deste ano, que ocorreu na sede da ONU, em Nova Iorque, em setembro.

Campanha Fé pelas Florestas visa unir pessoas de todas as religiões para acabar com o desmatamento tropical. Foto: IRI/CreativeCommons.

Campanha da ONU Meio Ambiente visa unir religiões em prol da conservação

A campanha Fé pelas Florestas foi lançada durante a Cúpula de Ação Climática 2019, iniciando um movimento global de mobilização, educação e ativismo de organizações religiosas em prol da justiça climática.

O anúncio foi feito pela diretora executiva da ONU Meio Ambiente, Inger Andersen, e por Sonia Guajajara, coordenadora executiva da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil, em 22 de setembro, na sede da ONU em Nova Iorque.

Fé pelas Florestas visa unir pessoas de todas as religiões para acabar com o desmatamento tropical.

Adjany Costa trabalha com comunidades do Delta do Okavango em prol da conservação da vida selvagem e dos ecossistemas locais. Foto: ONU Meio Ambiente.

Protegendo os últimos espaços de vida selvagem do planeta

Vencedora do Prêmio ‘Jovens Campeões da Terra 2019 – região África’, Adjany Costa está salvando os últimos espaços selvagens do planeta.

A jovem angolana de 29 anos ganhou o prêmio da ONU Meio Ambiente por seus esforços na conservação de reservas preciosas de água e de biodiversidade em seu país.

A solução de Adjany foi abordar com as comunidades Luchaze — que vivem nos planaltos angolanos e em meio à floresta de Miombo — formas de preservar o meio ambiente e ao mesmo tempo garantir os meios de vida.

O movimento começou depois que Thunberg protestou em frente ao parlamento sueco por três semanas em 2018 para chamar a atenção para a emergência climática. Foto: ONU Meio Ambiente

Fridays for Future recebe prêmio Campeões da Terra da ONU por demandar ação climática

O Fridays for Future, um movimento dinâmico de estudantes do mundo todo inspirado pela ativista sueca Greta Thunberg, recebeu o prêmio Campeões da Terra 2019, a maior homenagem ambiental das Nações Unidas. A ONU Meio Ambiente reconheceu a iniciativa na categoria “Inspiração e Ação”.

O movimento começou depois que Greta Thunberg protestou em frente ao parlamento sueco por três semanas em 2018 para chamar a atenção para a emergência climática. Inspirados por seu exemplo, outros estudantes de todo o mundo começaram a organizar seus próprios protestos.

“Esperamos que este prêmio inspire outras empresas ao mostrar que podemos ter um negócio próspero e também fazer o bem ao mundo”, Rose Marcario, Diretora Executiva da marca Patagônia. Foto: ONU Meio Ambiente.

Marca de roupas de aventura vence prêmio da ONU na categoria Visão Empreendedora

De uma pequena empresa que fabrica ferramentas para alpinistas, a marca Patagônia se tornou líder global em sustentabilidade.

Seu esforço para preservar os ecossistemas do planeta percorre todo o negócio, desde os materiais usados nos produtos até doações para causas ambientais.

Por esses e outros motivos, a marca venceu o prêmio ‘Campeões da Terra’ da ONU na categoria ‘Visão Empreendedora’. Criado pela ONU Meio Ambiente em 2005, este é o principal prêmio ambiental global das Nações Unidas.

Dispersão de poluentes na atmosfera pode influenciar equilíbrio climático. Foto: PEXELS (CC)

ONU Meio Ambiente: foco político na crise climática é o maior em uma década

A ONU Meio Ambiente divulgou no domingo (22) relatório mostrando que o foco político na crise climática é o maior em pelo menos uma década, inclusive por meio do Acordo de Paris para o clima. Eleitores e manifestantes do mundo todo, principalmente jovens, estão deixando mais claro que a crise climática é prioridade.

Além disso, cidades, regiões e empresas não estão esperando imposições de governos centrais. Cerca de 7.000 cidades de 133 países, 245 regiões de 42 países e 6.000 empresas com receita de pelo menos 36 trilhões de dólares se comprometeram a reduzir as emissões.

Tudo isso é um progresso importante, mas não chega perto do suficiente, segundo o documento. Os países devem pelo menos triplicar o nível de ambição refletido em suas promessas climáticas sob o Acordo de Paris para alcançar a meta de um aquecimento abaixo de 2°C. Eles devem aumentar a ambição pelo menos cinco vezes para a meta de 1,5 °C.

Vulcão na Costa Rica, país que venceu venceu prêmio ambiental da ONU na categoria Liderança Política. Foto: pixabay/InfiniteThought (CC)

Costa Rica recebe prêmio ambiental da ONU por combate às mudanças climáticas

A Costa Rica recebeu o Campeões da Terra de 2019, o maior prêmio ambiental da ONU, por seu papel na proteção da natureza e seu compromisso com políticas ambiciosas para o combate às mudanças climáticas.

A ONU Meio Ambiente reconheceu o país centro-americano na categoria Liderança Política por seu plano detalhado para descarbonizar a economia até 2050. A iniciativa vai ao encontro das diretrizes do Acordo de Paris para o clima e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Mais de 98% da energia da Costa Rica é renovável e sua cobertura florestal é superior a 53%, após um meticuloso trabalho para reverter décadas de desmatamento. Em 2017, o país bateu um recorde de 300 dias movido apenas a energia renovável. O objetivo é atingir 100% até 2030. Espera-se que 70% de todos os ônibus e táxis do país sejam elétricos até 2030, com total eletrificação projetada para 2050.

Edifícios em Punta Pacifica, Cidade do Panamá, Panamá. Foto: Gerardo Pesantez/Banco Mundial

Bancos com mais de US$47 trilhões em ativos assinam compromisso com economia verde

Bancos que somam mais de 47 trilhões de dólares em ativos, ou um terço da indústria financeira global, assinaram no domingo (22) os novos princípios de responsabilidade bancária da ONU, em um importante impulso à ação climática e a uma migração para modelos de crescimento econômico sustentável.

De acordo com os novos princípios, lançados um dia antes da Cúpula do Clima em Nova Iorque, os bancos se comprometeram a alinhar estrategicamente seus negócios com os objetivos do Acordo de Paris para o clima e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), além de ampliar a escala de suas contribuições para o alcance das duas agendas.

A brasileira Anna Luisa Santos, de 15 anos, é uma das finalistas do prêmio Jovens Campeões da Terra, da ONU Meio Ambiente. Foto: ONU Meio Ambiente

Brasileira vence prêmio global da ONU com solução solar para purificar água

A brasileira Anna Luisa Beserra, de 21 anos, fundadora do Aqualuz, venceu o Prêmio Jovens Campeões da Terra da ONU Meio Ambiente por desenvolver um dispositivo que purifica, por meio de radiação solar, a água da chuva captada em cisternas.

A falta de água potável é uma realidade que afeta mais de 1 milhão de pessoas no Brasil. Com o filtro Aqualuz, a água de cisternas é purificada por meio de raios solares, e um indicador muda de cor quando o recurso está seguro para o consumo.

A invenção é de baixo custo, fácil manutenção e pode durar até 20 anos. Embora tenha sido testada apenas no Brasil, o dispositivo tem potencial para ser aplicado em outros países. O Aqualuz já distribuiu água potável para 265 pessoas e alcançará mais 700 ainda este ano.

Bernardo Andrade é um dos cinco finalistas da América Latina e Caribe no prêmio global Jovens Campeões da Terra. Foto: ONU Meio Ambiente

Brasileiro é finalista de prêmio global da ONU com projeto de bioconstrução no Semiárido

O arquiteto brasileiro Bernardo Andrade usou a bioconstrução para reduzir os impactos ambientais da construção civil no Semiárido. Ele criou um protótipo de casas de baixo custo que utilizam recursos locais, como madeira e terra, e se adaptam às necessidades da população local. O modelo foi projetado para minimizar uso de recursos, reutilizar água e materiais e integrar práticas agrícolas regenerativas e sustentáveis.

Bernardo é um dos cinco finalistas latino-americanos e caribenhos do prêmio global Jovens Campeões da Terra da ONU Meio Ambiente. Leia entrevista sobre o projeto.

Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. Foto: Flickr (CC)/Samuel Yoo - www.flickr.com/photos/samuelyoo

Semana Mares Limpos mobiliza país com mutirões de limpeza de praia, rios e parques

A ONU Meio Ambiente, em parceria com o Instituto Ecosurf, deu início no sábado (10) à #SemanaMaresLimpos. Cerca de 300 grupos, organizações e coletivos se comprometeram a promover ações de limpeza em praias, rios, córregos e parques em 22 estados do Brasil.

A iniciativa terminará com vários mutirões no sábado (21), quando é celebrado internacionalmente o Dia Mundial de Limpeza de Praias (Cleanup Day, em inglês). Acesse a programação completa.

Brasileira cria tecnologia que rastreia biodiversidade utilizada em produtos

A brasileira Bárbara Schorchit criou uma plataforma que usa tecnologia blockchain e de aprendizagem automática para rastrear a biodiversidade usada nos produtos, permitindo que as empresas tenham confiança, segurança jurídica e transparência ao longo de suas cadeias de suprimentos.

Bárbara é finalista latino-americana e caribenha do prêmio Jovens Campeões da Terra, principal iniciativa da ONU Meio Ambiente para homenagear jovens com soluções inovadoras frente aos desafios ambientais de nosso tempo. Leia a entrevista com a jovem inovadora.

A brasileira Anna Luisa Santos, de 15 anos, é uma das finalistas do prêmio Jovens Campeões da Terra, da ONU Meio Ambiente. Foto: ONU Meio Ambiente

Jovem brasileira é finalista de prêmio global da ONU com tecnologia para purificar água

Para combater a escassez de água potável no Semiárido nordestino, região em que morava, a brasileira Anna Luisa Santos, de 15 anos, criou o Aqualuz, uma tecnologia que purifica água por meio de radiação ultravioleta.

O dispositivo é acoplado às cisternas (reservatórios de coleta de chuva comumente utilizados no Semiárido brasileiro) e elimina 99,9% das bactérias, sem usar nenhum produto químico.

A inovadora é uma das finalistas do prêmio Jovens Campeões da Terra, da ONU Meio Ambiente, e conversou com a agência das Nações Unidas sobre sua empresa e o tema da segurança hídrica para as próximas gerações. Leia a entrevista completa.

Lixo recolhido em 2017 em praia de Bali, onde a ONU Meio Ambiente lançou a campanha Mares Limpos. Foto: ONU Meio Ambiente/Shawn Heinrichs

ONU recebe inscrições para limpeza voluntária de praias, rios e parques no Brasil

A ONU Meio Ambiente recebe inscrições de grupos de voluntários que desejarem participar da Semana Mares Limpos 2019, iniciativa promovida em parceria com o Instituto Ecosurf que ocorre entre 14 e 21 de setembro por todo o país.

A ideia é que voluntários promovam ações de limpeza de praias, rios, córregos e parques. As informações sobre o lixo coletado serão divulgadas com o objetivo de sensibilizar governos e sociedade civil sobre o problema da poluição plástica.

Pesquisa da equatoriana Maricela Granda utiliza caule de banana para absorver hidrocarbonetos na água. Foto: Maricela Granda

Equatoriana usa restos de banana para purificar água poluída na Amazônia

Durante a Semana Mundial da Água, a ONU Meio Ambiente conversou com Maricela Granda, uma jovem biotecnóloga equatoriana que está desenvolvendo uma forma de purificar água usando restos de banana.

Granda usou seu conhecimento para estudar a possibilidade de o caule da banana ser usado como material absorvente para hidrocarbonetos na água. Sua ideia é fazer um filtro que possa ser instalado nas residências locais para levar água limpa para as áreas afetadas pela poluição.
Leia a entrevista.

A sueca Greta Thunberg, ativista ambiental de 16 anos, navegou para o porto de Nova Iorque ladeada por uma frota de 17 veleiros representando cada um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Foto: ONU/Mark Garten

ONU Meio Ambiente: Greta Thunberg está na vanguarda da cúpula para ação climática

Os impactos das mudanças do clima definem o nosso tempo e esse é o momento de fazer algo a respeito. Um esforço sem precedentes de todos os setores da sociedade será necessário. Nesse contexto, ocorre em 23 de setembro, na sede da ONU, em Nova Iorque, a Cúpula da Ação Climática de 2019.

Uma pessoa que está à altura do desafio é a jovem sueca Greta Thunberg, de 16 anos. Quando partiu de Plymouth, no Reino Unido, com destino a Nova Iorque em um veleiro movido a energia solar, a ativista foi ao mesmo tempo criticada e elogiada por suas ações.

Será que viajar atravessando o oceano Atlântico dessa forma seria uma opção realista para a maioria das pessoas? A ONU Meio Ambiente pediu a Rob de Jong, chefe da Unidade de Mobilidade da agência das Nações Unias, que compartilhasse suas ideias sobre a viagem. Leia a entrevista.

Noar Natolo e Scovia Bulyaba são tecelãs e fazem parte da comunidade de Nagoje, na floresta de Mabira, em Uganda. Foto: UN-REDD

ONU Meio Ambiente conta como Uganda tem protegido sua principal floresta tropical

Noar Natolo e Scovia Bulyaba são tecelãs e fazem parte da comunidade de Nagoje, localizada na floresta de Mabira, em Uganda. Para complementar sua renda, elas coletam folhas de palmeiras e tecem tapetes que posteriormente são tingidos com produtos naturais. A floresta também lhes fornece água, medicamentos e lenha para combustível.

Mabira é uma das poucas florestas tropicais remanescentes de Uganda, cobrindo uma área de cerca de 300 quilômetros quadrados. Uma das maiores reservas do país, abriga espécies ameaçadas. No entanto, Mabira corre riscos por conta do aumento populacional, da alta demanda por carvão vegetal e da invasão agrícola. O governo do país tem combatido a degradação, por meio de mapeamento, proteção e manejo florestal. Leia o relato da ONU Meio Ambiente.

A bióloga norte-americana e pioneira da exploração em águas profundas Sylvia Earle, em foto de 2012. Foto: Wikimedia Commons/USFWS - Pacific Region (CC)

Prêmio da ONU Meio Ambiente homenageia inovadores do desenvolvimento sustentável

Um titã do mundo corporativo com uma agenda não convencional, especialistas em alimentos que pensam de maneira inovadora e uma mergulhadora cujo nome se tornou sinônimo de conservação. Estes são apenas alguns dos heróis ambientais que dedicaram suas vidas a concretizar visões audaciosas de um mundo melhor.

Estes também foram alguns dos vencedores recentes do Prêmio Campeões da Terra da ONU Meio Ambiente, a mais prestigiada premiação ambiental do mundo. Suas ações inspiraram outros na luta por um mundo mais saudável, equilibrado e sustentável. Leia a história de cinco deles.

Os oceanos são tão importantes quanto as florestas para a regulação do clima da Terra. Foto: FAO

Sistema online sobre biodiversidade brasileira ganha nova plataforma

O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, a ONU Meio Ambiente e a Rede Nacional de Pesquisa lançam nesta terça-feira (27), em Brasília (DF), o Atlas do Sistema de Informação sobre a Biodiversidade Brasileira (https://www.sibbr.gov.br).

O SiBBr, como é chamado, é o banco de dados de referência do governo brasileiro sobre a biodiversidade nacional e atualmente apresenta informações de 160 mil espécies, com um número total de registros de ocorrência de cerca de 15 milhões.

Além de todos estes dados, que poderão ser acessados de forma livre pela sociedade, a plataforma também disponibiliza informações sobre biomas, áreas protegidas no Brasil, coleções brasileiras, espécies ameaçadas, espécies nativas utilizadas na medicina ou na culinária e seu valor nutricional.

Chamas consomem floresta amazônica em Rondônia (22 de agosto de 2019) - Foto: Corpo de Bombeiros - CBM/RO

ONU Meio Ambiente: incêndios na Amazônia são alerta para crises ambientais no mundo

Os incêndios em andamento na floresta amazônica são um alerta severo das crises ambientais enfrentadas pelo mundo — de clima, biodiversidade e poluição. A afirmação foi feita na sexta-feira (23) pela diretora-executiva da ONU Meio Ambiente, Inger Andersen.

A oficial declarou que a ONU Meio Ambiente está pronta para trabalhar com Estados-membros — incluindo o Brasil — na resposta “a esta crise atual e no apoio aos seus esforços para alcançar as metas ambiciosas do Acordo de Paris” para o clima.

“O Brasil tem uma longa tradição de ações para proteger a Amazônia e continuaremos a trabalhar com o governo e o povo do Brasil fornecendo ciência, ferramentas e avaliações para orientar políticas baseadas em evidências, convocando os Estados-membros a enfrentar desafios ambientais urgentes e advogando em nome da Amazônia e de outras florestas em todo o mundo.”

Vista aérea da Amazônia. Foto: Banco Mundial

FAO protege os meios de subsistência sustentáveis, preservando a Amazônia

A Amazônia abriga a maior área de floresta tropical remanescente em nosso planeta. Com quase o dobro do tamanho da Índia, essas florestas desempenham um papel vital na regulação do clima global e na prestação de outros serviços, como a purificação da água e a absorção de carbono.

Mais de 33 milhões de pessoas vivem na Amazônia e cerca de 420 comunidades indígenas dependem diretamente de seus recursos para cobrir suas necessidades de água e alimentos, bem como para sua subsistência. Esses meios e estilos de vida estão intrinsecamente relacionados à preservação das florestas e à conservação de sua biodiversidade. A Amazônia abriga mais da metade das espécies terrestres de animais, plantas e insetos.

O projeto de Integração de Áreas Protegidas da Amazônia (IAPA), liderado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), apoia a comunidade de gerentes de parques na América Latina e Caribe de áreas protegidas da Amazônia (RedParques) e garante supervisão eficaz e colaboração entre estas áreas.

O setor dos transportes é o principal consumidor de combustíveis fósseis na região latino-americana e a principal fonte de poluição atmosférica. Foto: PEXELS/Kaique Rocha

Governos e empresas debatem em Salvador impulso ao transporte público sustentável

Infraestrutura, cidades e ação global foi tema de painel promovido nesta quarta-feira (21) pela ONU Meio Ambiente e parceiros na Semana do Clima da América Latina e Caribe, em Salvador (BA).

Na ocasião, autoridades governamentais e representantes dos setores privado, financeiro e da sociedade civil da região apresentaram as principais iniciativas e lições aprendidas para acelerar a implementação de uma mobilidade urbana sustentável.

Semana do Clima da América Latina e Caribe ocorre em Salvador (BA). Foto: UNclimatechange

Países latino-americanos e caribenhos unem-se para ampliar transparência de acordo climático

Com o objetivo de fortalecer a transparência da ação climática na América Latina e Caribe, em sintonia com o Acordo de Paris, foi promovido nesta terça-feira (20) em Salvador (BA) o workshop “Elaborando oportunidades de aprendizagem entre pares Sul-Sul”.

O evento integrou as atividades da Semana do Clima da América Latina e Caribe e foi organizado pelo Centro de Transparência Climática da ONU Meio Ambiente e pela Aliança PNUMA DTU (Universidade Técnica da Dinamarca), em coordenação com a Iniciativa para a Transparência da Ação Climática (ICAT, em inglês).

As duas organizações trabalharão mais próximas para monitorar ameaças contra defensores dos direitos ambientais. Foto: Agência Brasil/Marcelo Camargo

Agências da ONU assinam acordo para proteger direito humano a um meio ambiente saudável

As ameaças a indivíduos e comunidades que defendem seus direitos ambientais e fundiários se intensificam em muitas partes do mundo. Neste contexto, a ONU Meio Ambiente e o Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) uniram esforços para promover e proteger os direitos humanos e ambientais por meio de um novo acordo de cooperação assinado na sexta-feira (16).

As duas organizações trabalharão mais próximas para monitorar ameaças contra defensores dos direitos ambientais, advogar por melhor proteção, apelar para uma responsabilização mais eficaz dos perpetradores de violência e intimidação, desenvolver redes de defensores de direitos humanos ambientais e promover a participação significativa na tomada de decisões ambientais.

O atlas temático mostrou que, entre 2000 e 2017, 117,9 mil migrantes internacionais registrados se instalaram na região Nordeste, a maior parte deles na Bahia. Foto: Flickr

Líderes da Semana do Clima da América Latina e Caribe se reúnem em Salvador para impulsionar ação climática

Mais de três mil participantes são esperados na Semana do Clima da América Latina e Caribe, que acontecerá em Salvador, na Bahia, entre os dias 19 e 23 de agosto. Participam do encontro ministros de governo e representantes seniores de agências multilaterais e Organizações Não Governamentais (ONGs). As discussões têm por objetivo impulsionar a resposta da região às mudanças climáticas.

Membro do povo Tariana na Amazônia brasileira. Imagem de 2008. Foto: Banco Mundial/Julio Pantoja

Em dia mundial, ONU defende direito dos povos indígenas a definir estratégias de desenvolvimento

Em mensagem para o Dia Internacional dos Povos Indígenas, celebrado nesta sexta-feira (9), o secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu que países garantam a essas populações o direito a determinar o seu próprio modelo de desenvolvimento, por meio de políticas que sejam inclusivas e igualitárias. De acordo com as Nações Unidas, existem em torno de 370 milhões de indígenas no mundo.

Solo ressecado próximo ao rio Nilo Branco, em Cartum, Sudão. Foto: Banco Mundial/Arne Hoel

Agricultura e usos do solo representam 23% das emissões de gases do efeito estufa, diz ONU

Novo relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) aponta que mudanças no uso do solo são necessárias para limitar o aquecimento global a 2º C, conforme previsto pelo Acordo de Paris.

Atualmente, a agricultura, a silvicultura e outros tipos de uso do solo representam 23% das emissões humanas de gases do efeito estufa.

Ao mesmo tempo, a publicação alerta que as mudanças climáticas poderão agravar a degradação do solo no mundo, comprometendo a produção e a oferta de alimentos.

Malaiah sustenta sua família de quatro pessoas coletando e quebrando lixo eletrônico em Odo-Iyalaro. Foto: ONU Meio Ambiente/Irene Galan

Lei nigeriana busca responsabilizar indústria por reciclagem do lixo eletrônico

Em parceria com a agência nigeriana de normas ambientais, a ONU Meio Ambiente coordena um projeto de economia circular para lixo eletrônico no país, uma ambiciosa iniciativa de três anos com o objetivo de ver a Nigéria adotar uma abordagem de reciclagem financeiramente auto-sustentável para o setor.

A legislação nigeriana para a indústria eletrônica responsabiliza os fabricantes por todo o ciclo de vida de seus produtos — enfatizando uso prolongado, prevenção de resíduos, reciclagem e recuperação — com o objetivo de minimizar o impacto na saúde humana e no meio ambiente. Leia a reportagem completa.

Foto: GTC/DoFPS

Butão torna-se refúgio para população de tigres-de-bengala

Atualmente, a variedade de tigres é de 7% do que era no século 19. Em população, agora são uma mera fração. Acredita-se que menos de 3,8 mil tigres permaneçam em estado selvagem em apenas 13 países. E na maioria dos lugares, seus habitats são esparsos e fragmentados, confinando o predador de longo alcance a pequenos bolsões de áreas protegidas.

Mas, em um país, os tigres encontraram refúgio. No Butão, os tigres-de-bengala podem percorrer um habitat contíguo em todo o país, que se estende desde as selvas subtropicais das terras baixas até as florestas subalpinas, a 4.500 metros de altitude, nas encostas das montanhas. Com 71% do país sob cobertura florestal e mais da metade designada a áreas protegidas, os tigres têm liberdade de habitar praticamente qualquer lugar. O relato é da ONU Meio Ambiente.

A natureza por ajudar as cidades a resolver muitos problemas ambientais causados pela humanidade. Foto: Green City Solutions

Empresa alemã desenvolve instalação urbana com musgo para reduzir poluição nas cidades

Quando Peter Sänger, de 26 anos, e Liang Wu, de 34, se juntaram, perceberam imediatamente que tinham algo em comum. Ambos firmes defensores da luta contra a poluição do ar na Alemanha, eles acreditam que, se você não pode medi-la, não poderá vencê-la.

É por isso que eles fundaram a Green City Solutions — uma solução para quantificar a poluição e purificar o ar das cidades por meio de instalações urbanas com musgos.

Sua invenção, a CityTree, atua tanto como purificador de ar quanto como um display de plantas. Produzidas com base na ciência, as “árvores” verticais de painéis planos espalhadas por cidades da Europa “comem” a poluição do ar e ao mesmo tempo servem de assentos para pedestres. O relato é da ONU Meio Ambiente.