Por meio de financiamento da Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), e em colaboração com editoras argentinas, a Tiflolibros, uma biblioteca digital para cegos, produziu 800 livros didáticos em espanhol. As obras são para pessoas com deficiência visual ou com incapacidade de leitura de material impresso. O acesso a estes livros foi facilitado pelo Tratado de Marrakech – cujo nome oficial é Tratado de Marrakech para facilitar o acesso a obras publicadas às pessoas cegas, com deficiência visual ou com outras dificuldades para acessar texto impresso, adotado em junho de 2013. A Argentina foi um dos Estados que adotou a convenção internacional.

Argentina: uma biblioteca digital para todos

Por meio de financiamento da Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), e em colaboração com editoras argentinas, a Tiflolibros, uma biblioteca digital para cegos, produziu 800 livros didáticos em espanhol.

As obras são para pessoas com deficiência visual ou com incapacidade de leitura de material impresso. O acesso a estes livros foi facilitado pelo Tratado de Marrakech – cujo nome oficial é Tratado de Marrakech para facilitar o acesso a obras publicadas às pessoas cegas, com deficiência visual ou com outras dificuldades para acessar texto impresso, adotado em junho de 2013. A Argentina foi um dos Estados que adotou a convenção internacional.

Confira nessa matéria especial da TV ONU.

Binying Wang, vice-diretora geral da OMPI, na abertura do evento. Foto: CNI

ONU e CNI promovem seminário em SP sobre propriedade intelectual

A Confederação Nacional da Indústria (CNI), em cooperação com o escritório da Organização Mundial de Propriedade Intelectual (OMPI) no Brasil, organizou no início de maio (8) em São Paulo o 2º Seminário sobre Propriedade Intelectual. O evento contou com a presença de 150 pessoas, entre representantes de empresas, escritórios de advocacia, instituições de pesquisa, autoridades governamentais e acadêmicos.

O objetivo do seminário foi reunir representantes nacionais e internacionais dos setores público e privado para discutir o papel da propriedade intelectual para o setor criativo e, em particular, para o processo de adesão do Brasil ao Protocolo de Madri.

Criado em 1989, o protocolo oferece aos titulares a possibilidade de terem suas marcas protegidas em vários países, com apenas um depósito junto ao escritório de registro nacional.

A conferência teve como público-alvo gestores, pesquisadores, acadêmicos, diplomatas, artistas, entre outros. Foto: Davi Gondim

Agência da ONU patrocina conferência em João Pessoa sobre legislação e mercado de arte

A Organização Mundial de Propriedade Intelectual (OMPI) apoiou em meados de maio (16 a 18) conferência em João Pessoa (PB) para discutir assuntos relacionados à proteção legal das artes.

O objetivo da conferência foi discutir temas como a proteção do patrimônio cultural e artístico nacional; direitos autorais e sucessões; incentivos fiscais e combate à lavagem de dinheiro; entre outros.

Concurso convida empreendedores a mostrar, em vídeos, como a internet os permite ampliar seus mercados. Foto: PEXELS

Agência da ONU realiza curso no Rio sobre propriedade intelectual

Até 29 de junho, a Academia da Organização Mundial de Propriedade Intelectual (OMPI) recebe inscrições para um curso de duas semanas no Rio de Janeiro. Formação é voltada para universitários que estejam no final da graduação ou cursando pós, funcionários do governo e jovens profissionais de qualquer área de estudo. Aulas têm início em 16 de julho e se encerram no dia 27.

Com palestras, debates e estudos de caso, realizados em português, o programa abordará como a propriedade intelectual pode funcionar como uma ferramenta para o desenvolvimento econômico, social, cultural e tecnológico.

Da esquerda para a direita: Paulo Parente; Marcela Trigo; Tatiana Campello; Denise Nascimento; José Graça Aranha; Felipe Augusto Melo de Oliveira e José Carlos Pinto. Foto: Parque Tecnológico da UFRJ

Evento em Parque Tecnológico da UFRJ aborda participação das mulheres na inovação

O Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e o escritório da Organização Mundial de Propriedade Intelectual (OMPI) no Brasil organizaram no fim de abril (24) a segunda edição do evento “Propriedade intelectual no parque”, que celebrou o Dia Mundial da Propriedade Intelectual.

Na ocasião, especialistas discutiram a participação das mulheres na pesquisa e inovação, enfatizando as desigualdades ainda persistentes na academia brasileira.

A professora e cientista Joana D’Arc Felix de Souza. Foto: Acervo Pessoal

No dia da propriedade intelectual, agência da ONU promove debate com cientista brasileira

Para celebrar o Dia Mundial da Propriedade Intelectual, o escritório brasileiro da Organização Mundial de Propriedade Intelectual (OMPI), em cooperação com o Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (CEFET), organizou um debate no Rio de Janeiro para discutir a participação das mulheres na inovação.

Entre as debatedoras, estava a professora e cientista brasileira Joana D’Arc Felix de Souza, que fez um discurso comovente sobre sua origem pobre em Franca, interior de São Paulo, e sua jornada até obter um doutorado em Harvard.

O fomento à inovação faz parte dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS). Foto: iHub/PNUD

Pesquisadoras lembram Dia Mundial da Propriedade Intelectual em evento no Rio

O Dia Mundial da Propriedade Intelectual foi lembrado no último dia 26 de abril com uma mesa-redonda no Rio de Janeiro que discutiu o papel das mulheres na inovação e na criatividade.

O evento, promovido pelo Escritório Regional da Organização Mundial da Propriedade Intelectual no Brasil (OMPI) e pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), foi realizado no auditório do INPI, no centro do Rio de Janeiro.

Equipe do Centro Pan-Americano de Febre Aftosa (PANAFTOSA) esteve presente no show de aniversário de 72 anos da ONU no Rio. Foto: UNIC Rio/Pedro Andrade

Show de aniversário dá visibilidade ao trabalho da ONU no Brasil

O show para comemorar o aniversário das Nações Unidas, realizado na terça-feira (24) na Fundição Progresso, no centro do Rio de Janeiro, contribuiu para divulgar o trabalho da ONU localmente e para integrar a Organização à vida cultural da cidade, na avaliação das agências que contribuíram para que o evento acontecesse.

O encontro reuniu cerca de 200 pessoas e contou com a apresentação musical da banda Bomoko, formada por refugiados de Angola e da República Democrática do Congo, e de representantes do coletivo Baixada Nunca se Rende, composto por mais de 100 artistas da Baixada Fluminense.

Grupo Bomoko. Foto: UNIC Rio/Pedro Andrade

Show de aniversário da ONU reúne 200 pessoas no Rio de Janeiro

Cerca de 200 pessoas reuniram-se na Fundição Progresso, no centro do Rio de Janeiro, na terça-feira (24), para o aniversário de 72 anos das Nações Unidas, celebrado com o show de uma banda de refugiados africanos e outra de artistas da Baixada Fluminense. O evento teve como foco a Década Internacional de Afrodescendentes, adotada em 2015 pelos Estados-membros da ONU, entre eles o Brasil, para enfrentar o racismo.

“A grande participação neste evento mostra que a ONU pode ter uma imagem menos formal, menos protocolar”, disse o diretor do Centro de Informação das Nações Unidas no Brasil (UNIC Rio), Maurizio Giuliano, organizador da festa. “Precisamos estar mais perto dos jovens, das pessoas para as quais trabalhamos, abraçando suas diversidades de opiniões, raças, culturas”.

Banda Bomoko reúne refugiados de Angola e da RD Congo. Foto: divulgação

No Rio, ONU comemora aniversário com banda de refugiados e coletivo da Baixada Fluminense

A Década Internacional de Afrodescendentes será celebrada com música e festa no dia da ONU, em 24 de outubro. O Centro de Informação das Nações Unidas no Brasil (UNIC Rio) realiza evento cultural com apresentação de uma banda de refugiados africanos e um grupo musical da Baixada Fluminense. As apresentações acontecem na Fundição Progresso, no Rio de Janeiro, com entrada franca.

Participam da apresentação a banda de congoleses e angolanos Bomoko, que significa união em lingala. O coletivo Baixada Nunca se Rende reunirá 13 artistas que tocarão reggae, rock e rap e inclui nomes conhecidos como Renato Biguli (Monobloco e Cabeça de Nego) e Eddi Mc (Nocaute).

Indígena da etnia Bororo Boé durante os Jogos Mundiais dos Povos Indígenas. Foto: Agência Brasil/Marcelo Camargo

No Dia Internacional, ONU defende direito dos povos indígenas à educação

“Em alguns países, menos de 40% das crianças indígenas vão à escola em tempo integral. Em muitos outros, poucas concluem a educação secundária”, disse o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, em mensagem para o Dia Internacional dos Povos Indígenas, cujo tema deste ano é o direito à educação. Os povos indígenas frequentemente enfrentam estigmas, desrespeito e falta de reconhecimento de sua herança e valores, inclusive nos livros e outros materiais escolares.