Com sede na Suíça e oito escritórios em diferentes cidades do mundo, a OMPI é uma das 16 agências especializadas das Nações Unidas, e tem como objetivo discutir o desenvolvimento na área de propriedade intelectual nos cerca de 190 Estados-membros da entidade. Foto: OMPI/Isabella Pimentel

ONU promove encontro com procuradores no Rio para discutir propriedade intelectual

A Organização Mundial de Propriedade Intelectual (OMPI) promoveu em parceria com o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) evento na segunda-feira (22) no Rio de Janeiro com o objetivo de reunir procuradores-chefes de Instituições Federais de Ensino (IFES) para discutir temas de propriedade intelectual.

O encontro foi aberto por José Graça Aranha, diretor regional da OMPI no Brasil, que discorreu sobre as origens da propriedade intelectual no mundo e seus impactos sobre o comércio, o Direito internacional e o desenvolvimento dos países.

Professora Joana d’Arc Félix de Sousa é uma inventora em série e detém 15 patentes. Foto: OMPI

ENTREVISTA: Cientista brasileira fala sobre importância da propriedade intelectual para a inovação

A jornada da brasileira Joana d’Arc Félix de Sousa como cientista começou com suas brincadeiras infantis no curtume perto de casa. Filha de curtidor e empregada doméstica, a professora, formada em Harvard, foi aclamada nacionalmente por sua defesa do ensino de ciências e por contribuir para que jovens de comunidades marginalizadas percebessem seu potencial para inventar, criar e empreender.

Em entrevista à Organização Mundial de Propriedade Intelectual (OMPI), Joana, que é detentora de várias patentes relacionadas ao setor coureiro-calçadista, discute sua pesquisa atual e compartilha opiniões sobre a importância da educação científica e o papel dos direitos de propriedade intelectual no fortalecimento da inovação do Brasil e no desempenho econômico de longo prazo.

O evento, também realizado pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) brasileiro e francês, teve como objetivo promover a importância do uso estratégico de ferramentas de propriedade intelectual para pequenas e médias empresas no país. Foto: OMPI

ONU promove seminário sobre propriedade intelectual para pequenas empresas em MG

O escritório brasileiro da Organização Mundial de Propriedade Intelectual (OMPI) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) promoveram no início de agosto em Belo Horizonte (MG) o terceiro seminário internacional sobre indicações geográficas e marcas coletivas, tendo como público-alvo pequenas e médias empresas.

O evento, também realizado pelos institutos de propriedade industrial de Brasil e França, teve como objetivo promover a importância do uso estratégico de ferramentas de propriedade intelectual para pequenas e médias empresas no país.

A ONU Brasil realiza até setembro exposição no Rio com obras do artista paulistano Otávio Roth, que em 1978 criou e imprimiu xilogravuras que ilustram os trinta artigos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Foto: UNIC Rio/Pedro Andrade

Exposição no Rio reafirma importância da Declaração dos Direitos Humanos 70 anos após adoção

Ao completar 70 anos, a Declaração Universal dos Direitos Humanos permanece necessária e atual em um mundo marcado por crescentes conflitos, desigualdades sociais, racismo, deslocamento forçado e violência, especialmente contra ativistas.

A avaliação é de diplomatas, representantes do Sistema ONU e de organizações da sociedade civil presentes na abertura da exposição de xilogravuras do artista plástico brasileiro Otávio Roth, na quarta-feira (8), no Rio de Janeiro. A exposição fica no Centro Cultural Correios até 9 de setembro.

Artigo 1 da Declaração Universal dos Direitos Humanos / Acervo Otávio Roth

ONU inaugura no Rio exposição inédita com obras da Declaração Universal dos Direitos Humanos

A Organização das Nações Unidas (ONU) no Brasil, com apoio do Acervo Otávio Roth e o Centro Cultural Correios, inaugura nesta quarta-feira (8) a exposição 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, com obras de Otávio Roth.

Realizada pela primeira vez no Rio de Janeiro, a mostra apresenta 30 xilogravuras que traduzem os ideais de paz e igualdade defendidos nos artigos do documento. A entrada é franca.

A exposição fica em cartaz até 9 de setembro, das 12h às 19h.

Da esquerda para a direita, José Graça Aranha, diretor regional da OMPI; e Mauro Maia, diretor-executivo do INPI. Foto: UNIC Rio/Luise Martins

Agência da ONU pede medidas urgentes para reduzir prazo de análise de patentes no Brasil

O prazo para a análise de patentes no Brasil alcançou um patamar tão elevado que são necessárias medidas urgentes para enfrentar o problema, na avaliação do diretor regional do Escritório no Brasil da Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), José Graça Aranha.

As declarações foram feitas na segunda-feira (15), paralelamente a evento de lançamento do curso de verão que a agência da ONU realiza até dia 27 de julho no Rio de Janeiro para profissionais que trabalham ou têm interesse no tema.

“Nunca, nenhum país, chegou a esse estado, com um acúmulo, um backlog, nesse ponto do setor de patentes. Algo tem que ser feito”, disse Graça Aranha em entrevista ao Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio).

Xangai, China. Foto: ONU-Habitat/Julius Mwelu

China entra para grupo de 20 economias mais inovadoras do mundo

A China tornou-se uma das 20 economias mais inovadoras do mundo, enquanto a Suíça manteve o primeiro lugar no ranking do Índice Global de Inovação (GII, na sigla em inglês), publicado anualmente por Universidade de Cornell, Instituto Europeu de Administração de Empresas (INSEAD) e Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI).

O Brasil ficou em 64º lugar no ranking deste ano, subindo cinco posições. O país tem força comparativa nos gastos com pesquisa e desenvolvimento, qualidade de publicações científicas e de universidades, com destaque para a Universidade de São Paulo (USP), a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Por meio de financiamento da Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), e em colaboração com editoras argentinas, a Tiflolibros, uma biblioteca digital para cegos, produziu 800 livros didáticos em espanhol. As obras são para pessoas com deficiência visual ou com incapacidade de leitura de material impresso. O acesso a estes livros foi facilitado pelo Tratado de Marrakech – cujo nome oficial é Tratado de Marrakech para facilitar o acesso a obras publicadas às pessoas cegas, com deficiência visual ou com outras dificuldades para acessar texto impresso, adotado em junho de 2013. A Argentina foi um dos Estados que adotou a convenção internacional.

Argentina: uma biblioteca digital para todos

Por meio de financiamento da Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), e em colaboração com editoras argentinas, a Tiflolibros, uma biblioteca digital para cegos, produziu 800 livros didáticos em espanhol.

As obras são para pessoas com deficiência visual ou com incapacidade de leitura de material impresso. O acesso a estes livros foi facilitado pelo Tratado de Marrakech – cujo nome oficial é Tratado de Marrakech para facilitar o acesso a obras publicadas às pessoas cegas, com deficiência visual ou com outras dificuldades para acessar texto impresso, adotado em junho de 2013. A Argentina foi um dos Estados que adotou a convenção internacional.

Confira nessa matéria especial da TV ONU.

Binying Wang, vice-diretora geral da OMPI, na abertura do evento. Foto: CNI

ONU e CNI promovem seminário em SP sobre propriedade intelectual

A Confederação Nacional da Indústria (CNI), em cooperação com o escritório da Organização Mundial de Propriedade Intelectual (OMPI) no Brasil, organizou no início de maio (8) em São Paulo o 2º Seminário sobre Propriedade Intelectual. O evento contou com a presença de 150 pessoas, entre representantes de empresas, escritórios de advocacia, instituições de pesquisa, autoridades governamentais e acadêmicos.

O objetivo do seminário foi reunir representantes nacionais e internacionais dos setores público e privado para discutir o papel da propriedade intelectual para o setor criativo e, em particular, para o processo de adesão do Brasil ao Protocolo de Madri.

Criado em 1989, o protocolo oferece aos titulares a possibilidade de terem suas marcas protegidas em vários países, com apenas um depósito junto ao escritório de registro nacional.

A conferência teve como público-alvo gestores, pesquisadores, acadêmicos, diplomatas, artistas, entre outros. Foto: Davi Gondim

Agência da ONU patrocina conferência em João Pessoa sobre legislação e mercado de arte

A Organização Mundial de Propriedade Intelectual (OMPI) apoiou em meados de maio (16 a 18) conferência em João Pessoa (PB) para discutir assuntos relacionados à proteção legal das artes.

O objetivo da conferência foi discutir temas como a proteção do patrimônio cultural e artístico nacional; direitos autorais e sucessões; incentivos fiscais e combate à lavagem de dinheiro; entre outros.

Concurso convida empreendedores a mostrar, em vídeos, como a internet os permite ampliar seus mercados. Foto: PEXELS

Agência da ONU realiza curso no Rio sobre propriedade intelectual

Até 29 de junho, a Academia da Organização Mundial de Propriedade Intelectual (OMPI) recebe inscrições para um curso de duas semanas no Rio de Janeiro. Formação é voltada para universitários que estejam no final da graduação ou cursando pós, funcionários do governo e jovens profissionais de qualquer área de estudo. Aulas têm início em 16 de julho e se encerram no dia 27.

Com palestras, debates e estudos de caso, realizados em português, o programa abordará como a propriedade intelectual pode funcionar como uma ferramenta para o desenvolvimento econômico, social, cultural e tecnológico.

Da esquerda para a direita: Paulo Parente; Marcela Trigo; Tatiana Campello; Denise Nascimento; José Graça Aranha; Felipe Augusto Melo de Oliveira e José Carlos Pinto. Foto: Parque Tecnológico da UFRJ

Evento em Parque Tecnológico da UFRJ aborda participação das mulheres na inovação

O Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e o escritório da Organização Mundial de Propriedade Intelectual (OMPI) no Brasil organizaram no fim de abril (24) a segunda edição do evento “Propriedade intelectual no parque”, que celebrou o Dia Mundial da Propriedade Intelectual.

Na ocasião, especialistas discutiram a participação das mulheres na pesquisa e inovação, enfatizando as desigualdades ainda persistentes na academia brasileira.

A professora e cientista Joana D’Arc Felix de Souza. Foto: Acervo Pessoal

No dia da propriedade intelectual, agência da ONU promove debate com cientista brasileira

Para celebrar o Dia Mundial da Propriedade Intelectual, o escritório brasileiro da Organização Mundial de Propriedade Intelectual (OMPI), em cooperação com o Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (CEFET), organizou um debate no Rio de Janeiro para discutir a participação das mulheres na inovação.

Entre as debatedoras, estava a professora e cientista brasileira Joana D’Arc Felix de Souza, que fez um discurso comovente sobre sua origem pobre em Franca, interior de São Paulo, e sua jornada até obter um doutorado em Harvard.

O fomento à inovação faz parte dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS). Foto: iHub/PNUD

Pesquisadoras lembram Dia Mundial da Propriedade Intelectual em evento no Rio

O Dia Mundial da Propriedade Intelectual foi lembrado no último dia 26 de abril com uma mesa-redonda no Rio de Janeiro que discutiu o papel das mulheres na inovação e na criatividade.

O evento, promovido pelo Escritório Regional da Organização Mundial da Propriedade Intelectual no Brasil (OMPI) e pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), foi realizado no auditório do INPI, no centro do Rio de Janeiro.

Equipe do Centro Pan-Americano de Febre Aftosa (PANAFTOSA) esteve presente no show de aniversário de 72 anos da ONU no Rio. Foto: UNIC Rio/Pedro Andrade

Show de aniversário dá visibilidade ao trabalho da ONU no Brasil

O show para comemorar o aniversário das Nações Unidas, realizado na terça-feira (24) na Fundição Progresso, no centro do Rio de Janeiro, contribuiu para divulgar o trabalho da ONU localmente e para integrar a Organização à vida cultural da cidade, na avaliação das agências que contribuíram para que o evento acontecesse.

O encontro reuniu cerca de 200 pessoas e contou com a apresentação musical da banda Bomoko, formada por refugiados de Angola e da República Democrática do Congo, e de representantes do coletivo Baixada Nunca se Rende, composto por mais de 100 artistas da Baixada Fluminense.

Grupo Bomoko. Foto: UNIC Rio/Pedro Andrade

Show de aniversário da ONU reúne 200 pessoas no Rio de Janeiro

Cerca de 200 pessoas reuniram-se na Fundição Progresso, no centro do Rio de Janeiro, na terça-feira (24), para o aniversário de 72 anos das Nações Unidas, celebrado com o show de uma banda de refugiados africanos e outra de artistas da Baixada Fluminense. O evento teve como foco a Década Internacional de Afrodescendentes, adotada em 2015 pelos Estados-membros da ONU, entre eles o Brasil, para enfrentar o racismo.

“A grande participação neste evento mostra que a ONU pode ter uma imagem menos formal, menos protocolar”, disse o diretor do Centro de Informação das Nações Unidas no Brasil (UNIC Rio), Maurizio Giuliano, organizador da festa. “Precisamos estar mais perto dos jovens, das pessoas para as quais trabalhamos, abraçando suas diversidades de opiniões, raças, culturas”.

Banda Bomoko reúne refugiados de Angola e da RD Congo. Foto: divulgação

No Rio, ONU comemora aniversário com banda de refugiados e coletivo da Baixada Fluminense

A Década Internacional de Afrodescendentes será celebrada com música e festa no dia da ONU, em 24 de outubro. O Centro de Informação das Nações Unidas no Brasil (UNIC Rio) realiza evento cultural com apresentação de uma banda de refugiados africanos e um grupo musical da Baixada Fluminense. As apresentações acontecem na Fundição Progresso, no Rio de Janeiro, com entrada franca.

Participam da apresentação a banda de congoleses e angolanos Bomoko, que significa união em lingala. O coletivo Baixada Nunca se Rende reunirá 13 artistas que tocarão reggae, rock e rap e inclui nomes conhecidos como Renato Biguli (Monobloco e Cabeça de Nego) e Eddi Mc (Nocaute).

Indígena da etnia Bororo Boé durante os Jogos Mundiais dos Povos Indígenas. Foto: Agência Brasil/Marcelo Camargo

No Dia Internacional, ONU defende direito dos povos indígenas à educação

“Em alguns países, menos de 40% das crianças indígenas vão à escola em tempo integral. Em muitos outros, poucas concluem a educação secundária”, disse o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, em mensagem para o Dia Internacional dos Povos Indígenas, cujo tema deste ano é o direito à educação. Os povos indígenas frequentemente enfrentam estigmas, desrespeito e falta de reconhecimento de sua herança e valores, inclusive nos livros e outros materiais escolares.