Desaceleração econômica mundial, que se traduz em um aumento acentuado do desemprego, pode aumentar o tráfico transfronteiriço de pessoas provenientes de países que registram quedas duradouras das taxas de emprego. Foto: ONU

ONU lembra importância de profissionais que combatem tráfico de pessoas no mundo

O Dia Mundial contra o Tráfico de Pessoas deste ano homenageia os profissionais que ajudam a acabar com esse crime: policiais, assistentes sociais, profissionais de saúde, funcionários de ONGs e muitos outros que trabalham em todo o mundo para proteger os mais vulneráveis.

“Como os heróis da linha de frente que salvam vidas e sustentam nossas sociedades na pandemia de COVID-19, esses profissionais mantêm serviços vitais durante toda a crise – identificando vítimas, garantindo seu acesso a Justiça, saúde, assistência social e proteção e prevenindo novos abusos e exploração”, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres, em comunicado para a data.

Energia eólica, limpa e renovável. Foto: Alexander Droeger/CC.

Transição para economia verde criaria 15 milhões de empregos na América Latina e Caribe até 2030

Relatório de Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e Organização Internacional do Trabalho (OIT) mostrou que a transição para uma economia de zero emissões líquidas provocaria o desaparecimento de cerca de 7,5 milhões de empregos no setor elétrico baseado em combustíveis fósseis, na extração de combustíveis fósseis e na produção de alimentos de origem animal.

No entanto, essas perdas seriam mais do que compensadas: 22,5 milhões de empregos seriam criados nos setores de agricultura e produção de alimentos baseados em plantas, eletricidade renovável, silvicultura, construção e manufatura.

As mulheres negras no Brasil sofrem sucessivas discriminações, baseadas em racismo, sexismo e outras formas de opressão. Foto: EBC

Governos e setor privado latino-americanos precisam reforçar empoderamento econômico de mulheres negras

Na ocasião do Dia Internacional da Mulher Negra, Latino-Americana e Caribenha, celebrado em 25 de julho, a vice-presidenta da Costa Rica, Epsy Campbell, e duas especialistas negras em setor privado lembraram a importância da inclusão econômica de mulheres negras na região.

Por meio de vídeos, gravados para o programa regional Ganha-Ganha: Igualdade de Gênero Significa Bons Negócios, gerido por ONU Mulheres e Organização Internacional do Trabalho (OIT) e financiado por União Europeia em Argentina, Brasil, Chile, Costa Rica, Jamaica e Uruguai, elas chamam governos e setor privado a reforçar as iniciativas de empoderamento econômico das mulheres negras.

Klaus Miranda, aluno de Brasília (DF) do Cozinha&Voz Web. Foto: OIT

Cozinha&Voz lança 2ª turma online de curso de capacitação profissional

Para alunos e professores, o primeiro dia de aula é sempre uma combinação de entusiasmo, planos para o futuro e expectativa. E foi isso o que se viu na sala de aula virtual do curso promovido pelo projeto Cozinha&Voz, que lançou a segunda turma online na última segunda-feira (20).

Criado na forma de aulas presenciais em 2017, o projeto promove a capacitação profissional por meio de um curso de assistente de cozinha, visando aumentar a empregabilidade de pessoas em situação de exclusão e vulnerabilidade socioeconômica.

O Cozinha&Voz faz parte de uma ampla iniciativa de promoção do trabalho decente desenvolvida por Organização Internacional do Trabalho (OIT) e Ministério Público do Trabalho (MPT), com apoio da chef Paola Carosella e da Casa Poema.

Paraguai adota modelo de combate ao trabalho infantil desenvolvido por OIT e CEPAL

O Paraguai é o mais novo país da América Latina a adotar o Modelo de Identificação de Riscos de Trabalho Infantil (MIRTI) para combater esse crime e orientar a formulação políticas públicas.

O modelo foi desenvolvido por Organização Internacional do Trabalho (OIT) e Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) entre 2017 e 2019, com apoio do Programa de Cooperação Sul-Sul entre o Brasil e a OIT.

Posteriormente, foi implementado de maneira piloto em Brasil, Argentina, Colômbia, Guatemala, Jamaica, México e Peru.

Os negócios liderados por mulheres foram mais afetados pela crise (48% fecharam “temporariamente” ou “de vez” contra 43,6% dos liderados por homens) .Foto: OIT/KM Mpofu

Como os pequenos negócios estão sendo afetados pela pandemia no Brasil?

Desde o início da pandemia de COVID-19, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), em parceria com a FGV Projetos, vem realizando pesquisas sobre os impactos nos pequenos negócios.

O mais recente estudo mostrou que 39% dos empreendedores declararam que seus pequenos negócios não conseguem funcionar sem ser de forma presencial, ou seja, as medidas de restrição impedem que o empreendimento funcione. Em função disto, 43% disseram estar temporariamente fechados.

Entre os segmentos econômicos, os maiores percentuais de fechamento temporário foram observados entre Academias e atividades físicas (68%), Turismo (66%) e Economia criativa (eventos e produções), com 62%. Leia o relato da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Líderes globais firmam compromisso de criar mundo do trabalho melhor após pandemia

Líderes globais que participaram da Cúpula Mundial da Organização Internacional do Trabalho (OIT) discutiram online na semana passada estratégias para enfrentar desafios do mundo do trabalho após a pandemia da COVID-19.

A cúpula debateu estratégias para enfrentar as enormes vulnerabilidades do mundo do trabalho expostas pela pandemia e, em particular, as necessidades daquelas pessoas que trabalham sem proteção social e na economia informal.

Foram discutidas formas de promover emprego pleno e produtivo e empresas sustentáveis; garantir que a redução da pobreza, a promoção da igualdade e o combate às mudanças climáticas sejam elementos essenciais na recuperação; e como a comunidade internacional pode se comprometer a cumprir a Agenda 2030.

A crise econômica decorrente da pandemia tem levado à suspensão total ou parcial das atividades produtivas. Foto: ONU

Cúpula global da OIT discute impactos da pandemia no mundo do trabalho

Mais de 50 chefes de Estado e de governo, além de líderes empresariais e sindicais de todo o mundo, participam até quinta-feira (9) de um debate global online sobre a COVID-19 e o mundo do trabalho.

A cúpula é a maior reunião online de trabalhadores, empregadores e governos realizada até o momento. Os participantes abordarão os efeitos econômicos e sociais da pandemia, que revelou a grande vulnerabilidade de milhões de trabalhadores, trabalhadoras e empresas.

Cooperativas que recebem apoio da ONU e do governo no semiárido piauiense. Foto: FIDA/Manoela Cavadas

ARTIGO: Cooperativas podem nos dar percepção valiosa sobre como enfrentar crises globais

Na ocasião do Dia Internacional das Cooperativas, lembrado em 4 de julho, o diretor-geral da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Guy Ryder, lembra que uma das coisas que esta pandemia fez foi nos lembrar o quanto o mundo do trabalho está intimamente conectado às mudanças climáticas e, portanto, tem um papel central a desempenhar no combate a essas mudanças.

“É justamente porque o modelo cooperativo alinha ações a curto prazo com uma visão a longo prazo que ele pode nos dar uma percepção valiosa sobre como enfrentar crises globais, sejam elas pandemias ou mudanças climáticas.” Leia a declaração completa.

OIT: Forte aumento do desemprego na América Latina e no Caribe deixa milhões sem renda

A taxa de desocupação pode aumentar entre 4 e 5 pontos percentuais, elevando o número de desempregados na região para o recorde histórico de 41 milhões de pessoas. Caso a crise se agrave, a situação do emprego poderá piorar, aumentando as desigualdades sociais.

Este panorama será objeto de análise nesta quinta-feira (2) no Evento Regional das Américas, realizado no âmbito da Cúpula Mundial virtual da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

A análise mais recente da OIT mostra que o impacto da pandemia sobre o mundo do trabalho foi mais severo do que anteriormente estimado. Foto: Arisson Marinho/AGECOM

OIT: impacto da pandemia no mercado de trabalho global foi mais intenso do que o previsto

O número de horas de trabalho perdidas em todo o mundo no primeiro semestre de 2020 foi significativamente maior do que o estimado inicialmente, afirmou a Organização Internacional do Trabalho (OIT) nesta terça-feira (30).

Globalmente, houve uma queda de 14% nas horas de trabalho no segundo trimestre de 2020, o equivalente à perda de 400 milhões de empregos em período integral (considerando-se uma jornada semanal de trabalho de 48 horas).

Trata-se de uma queda acentuada comparada à estimativa anterior de baixa de 10,7% (305 milhões de empregos), publicada em 27 de maio.

OIT debaterá ‘Um futuro possível com trabalho decente e inclusão’ pós-pandemia

O escritório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) no Brasil convida para o evento virtual “Um futuro possível: trabalho decente e inclusão”, que ocorre nesta terça-feira (30), às 19h, com transmissão pelo canal da ILO TV no YouTube.

Nas rodas de conversas virtuais, serão reunidos representantes de governo, organizações de trabalhadores e de empregadores, pessoas beneficiadas pelos projetos da OIT e personalidades do mundo da cultura.

O objetivo é trocar ideias propositivas e positivas sobre os caminhos possíveis para a saída da crise e uma reconstrução socioeconômica pós-pandemia, que incluam igualdade de condições e de tratamento, justiça social e trabalho decente para todas, todes e todos.

ONU lança vídeo para celebrar o Dia Internacional do Orgulho LGBTI+

“Como podemos criar um ambiente onde as pessoas LGBTI+ se sintam cada vez mais livres para ser quem elas são?”

Esta é uma das perguntas que o Sistema ONU levanta no terceiro e último vídeo da série Capital Trans: O que a sua empresa tem feito para acolher a diversidade?, lançado sexta (26) como parte das celebrações do Dia Internacional do Orgulho LGBTI+, comemorado mundialmente no dia 28/6.

O vídeo reforça as mensagens de promoção dos direitos das pessoas LGBTI+ no Brasil, especialmente num momento em que a marginalização e as vulnerabilidades impostas à comunidade de lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e intersexo (LGBTI+) colocam estas pessoas entre as mais expostas à pandemia da COVID-19.

OIT realizará cúpula mundial virtual sobre a COVID-19 e o mundo do trabalho

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) realizará uma Cúpula Mundial virtual de alto nível sobre a COVID-19 e o mundo do trabalho de 1 a 2 de julho e de 7 a 9 de julho.

A cúpula será o maior evento on-line realizado até o momento envolvendo trabalhadores, empregadores e governos, e discutirá como enfrentar os efeitos econômicos e sociais da pandemia, que colocou em evidência a grande vulnerabilidade de milhões de trabalhadores, trabalhadoras e empresas em todo o mundo.

Foto: Reprodução

OIT, UNAIDS e MPT lançam vídeo sobre direitos da população LGBTI+ em meio à pandemia

Para marcar o Dia Internacional do Orgulho LGBTI+, celebrado em 28 de junho, Organização Internacional do Trabalho (OIT), Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e Ministério Público do Trabalho (MPT) lançam campanha em vídeo para garantir direitos e proteção da população lésbica, gay, bissexual, travesti, transexual e intersex (LGBTI+) no Brasil.

Em meio à crise de saúde da COVID-19 e seus impactos sobre sociedade, economia e mundo do trabalho, as agências afirmam ser fundamental voltar a atenção para as pessoas historicamente excluídas por preconceitos e discriminação em relação à sua orientação sexual e identidade de gênero.

COVID-19 acentua situação precária de domésticas latino-americanas e caribenhas

Na América Latina e no Caribe, entre 11 milhões e 18 milhões de pessoas se dedicam ao trabalho doméstico remunerado, sendo que 93% delas são mulheres. O trabalho doméstico representa entre 14,3% e 10,5% do emprego das mulheres na região.

Mais de 77,5% delas atuam na informalidade, o que significa que parte significativa trabalha em condições precárias e sem acesso à proteção social. ONU Mulheres, Organização Internacional do Trabalho (OIT) e Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) publicaram relatório sobre o tema.

ARTIGO: Precisamos proteger as crianças do trabalho infantil

Em artigo publicado no NEXO, o diretor da Organização Internacional do Trabalho (OIT) no Brasil, Martin Hahn, afirma que para muitas crianças, adolescentes e suas famílias, a crise da COVID-19 pode acarretar uma educação interrompida, doenças, a potencial perda de renda familiar e até o trabalho infantil.

“O trabalho infantil é uma gravíssima violação dos direitos humanos. A pobreza e a desigualdade social fazem com que os filhos e as filhas de famílias mais pobres tenham poucas oportunidades de escolha e desenvolvimento na infância e adolescência. Ao atingirem a vida adulta, tornam-se, majoritariamente, trabalhadores com baixa escolaridade e qualificação, ficando sujeitos a menores salários e vulneráveis a empregos em condições degradantes, perpetuando, assim, um círculo vicioso de pobreza”. Leia o artigo completo.

Foto: Agência Brasil/Valter Campanato

Trabalho infantil na pandemia pode impedir retorno de crianças à escola

A pandemia de COVID-19 traz, como efeito secundário, o risco de aumento do trabalho infantil no Brasil. Com as escolas fechadas para prevenir a transmissão do vírus e a pobreza se acentuando, o trabalho pode parecer, equivocadamente, uma forma de meninas e meninos ajudarem suas famílias.

Mas ele impacta o desenvolvimento físico e emocional das crianças e pode impedir a continuidade da educação, reproduzindo ciclos de pobreza nas famílias – além de ser porta de entrada para uma série de outras violações de direitos, como a violência sexual. O alerta é do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Criança carrega embalagens de plástico em La Paz, Bolívia. Foto: OIT/Marcel Crozet

Crise pode lançar até 326 mil crianças ao trabalho infantil na América Latina e Caribe

O impacto devastador da COVID-19, que acarreta redução de renda e altos níveis de insegurança econômica, pode provocar aumento significativo no número de crianças e adolescentes em trabalho infantil nos países latino-americanos e caribenhos.

O alerta foi feito na quinta-feira (11) por análise da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) e da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que consideram imperativo adotar medidas para evitar esse cenário.

Evento online vai debater as relações entre o trabalho infantil e o racismo estrutural no Brasil. Foto: EBC

Webinário abordará trabalho infantil e racismo no contexto da pandemia de COVID-19

Organização Internacional do Trabalho (OIT) e parceiros realizam na sexta-feira (12), Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil, o webinário “COVID-19: Agora mais do que nunca, protejam crianças e adolescentes do trabalho infantil”.

A transmissão ocorre partir das 17h, no canal oficial do Tribunal Superior do Trabalho (TST) no Youtube.

O evento integra a campanha nacional contra o trabalho infantil, e vai debater as relações entre o trabalho infantil e o racismo estrutural no Brasil, além de aspectos históricos, os mitos e os impactos da pandemia na exploração infantil.

Nova música de Emicida integra campanha de combate ao trabalho infantil no Brasil

O cantor e rapper Emicida lançou nesta semana uma música para alertar para a exploração do trabalho infantil no Brasil e para a possibilidade de esse crime aumentar diante dos impactos da pandemia de COVID-19.

“Sementes” tem a participação da cantora Drik Barbosa e faz parte de campanha nacional contra o trabalho infantil realizada por Ministério Público do Trabalho (MPT), em parceria com Organização Internacional do Trabalho (OIT).

São necessárias medidas urgentes para enfrentar as consequências da pandemia entre os povos indígenas, segundo a OIT. Foto: PNUD/Tiago Zenero

OIT: 55 milhões de indígenas latino-americanos e caribenhos estão vulneráveis à COVID-19

As vulnerabilidades existentes antes da atual crise se traduzem em consequências particularmente graves durante a pandemia de COVID-19 para 55 milhões de mulheres e homens indígenas que vivem na América Latina e no Caribe. 

A conclusão é de análise da Organização Internacional do Trabalho (OIT) publicada na quarta-feira (3), fazendo um apelo para enfrentar a emergência de saúde e reduzir “uma marginalização centenária”.

O trabalho infantil na América Latina e no Caribe caiu pela metade desde 2000, mas avanços estão sob risco por conta da pandemia. Foto: EBC

Campanha alerta para risco de aumento do trabalho infantil diante dos impactos da pandemia

Começa nesta quarta-feira (3) a campanha nacional contra o trabalho infantil, realizada por Ministério Público do Trabalho (MPT), Justiça do Trabalho, Organização Internacional do Trabalho (OIT) e Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI).

A iniciativa alerta para o risco de crescimento da exploração do trabalho infantil diante dos impactos da pandemia. Entre as ações, os rappers Emicida e Drik Barbosa lançam na semana que vem (9) nos aplicativos de streaming música inédita sobre o tema, intitulada “Sementes”. Um videoclipe será lançado no canal de Emicida no Youtube.

Trabalhar no escritório pode se tornar algo do passado no mundo pós-COVID-19. Foto: ONU/Marvin Bolotsky

Como a COVID-19 pode mudar o futuro do trabalho?

Milhões de pessoas em todo o mundo estão trabalhando remotamente devido à pandemia de COVID-19, e agora especialistas estão questionando se este pode ser o futuro do trabalho, pelo menos para aquelas pessoas cujo emprego não exige presença física em um local específico.

O UN News conversou com Susan Hayter, consultora técnica sênior sobre o futuro do trabalho na Organização Internacional do Trabalho (OIT), com sede em Genebra, sobre como a COVID-19 pode mudar nossa vida profissional. Leia a entrevista completa.

Análise revela o efeito devastador e desproporcional da pandemia sobre os jovens. Foto: Unsplash/Aalok Atreya

OIT: um em cada seis jovens do mundo está sem trabalho devido à COVID-19

Mais de um em cada seis jovens deixou de trabalhar desde o início da pandemia da COVID-19 no mundo, enquanto os que mantiveram o emprego tiveram uma redução de 23% nas horas de trabalho, de acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT).

A pandemia causa um triplo choque na população jovem. Não só destrói o seu emprego, mas também a sua educação e seu treinamento, e coloca grandes obstáculos no caminho de quem procura entrar no mercado de trabalho ou mudar de emprego.

OIT publica orientações para um retorno seguro e saudável ao trabalho durante a pandemia da COVID-19

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) recomenda que as políticas de retorno ao trabalho sejam orientadas por uma abordagem com foco nas pessoas, que coloque os direitos e as Normais Internacionais do Trabalho no centro das estratégias econômicas, sociais e ambientais.

Em documento publicado recentemente, a OIT propõe que, antes do retorno ao trabalho, cada local seja avaliado e que medidas preventivas sejam implementadas. Será necessária uma combinação de medidas de controle técnico e organizacional para evitar o contágio das pessoas que retornarem ao ambiente de trabalho. As medidas a serem aplicadas podem consistir na instalação de barreiras físicas, melhoria da ventilação ou adoção de horários flexíveis de trabalho, além de práticas de limpeza e higiene e uso de equipamento de proteção individual.

A crise provocada pelo novo coronavírus afeta drasticamente os grupos mais vulneráveis. Veja 5 motivos pelos quais jovens estão mais suscetíveis aos efeitos sociais e econômicos desta pandemia. Segundo especialistas da Organização Internacional do Trabalho (OIT), “ignorar os problemas específicos dos jovens trabalhadores é arriscar e desperdiçar talento, educação e treinamento, o que significa que o legado da COVID-19 pode durar décadas”.

VÍDEO: 5 razões pelas quais a pandemia afeta mais as/os jovens no mercado de trabalho

A crise provocada pelo novo coronavírus afeta drasticamente os grupos mais vulneráveis. Veja 5 motivos pelos quais jovens estão mais suscetíveis aos efeitos sociais e econômicos desta pandemia.

Segundo especialistas da Organização Internacional do Trabalho (OIT), “ignorar os problemas específicos dos jovens trabalhadores é arriscar e desperdiçar talento, educação e treinamento, o que significa que o legado da COVID-19 pode durar décadas”.

A crise econômica decorrente da pandemia tem levado à suspensão total ou parcial das atividades produtivas. Foto: ONU

CEPAL e OIT enfatizam importância de priorizar políticas de saúde e segurança no trabalho

Além de fornecer estimativas sobre a dinâmica do mercado de trabalho nos últimos meses, o relatório conjunto de Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) e Organização Internacional do Trabalho (OIT) explora algumas das políticas implementadas pelos países para proteger o setor produtivo, o emprego formal, preservar a renda dos trabalhadores e das trabalhadoras na economia formal e informal, em meio à pandemia.

Aula virtual do Cozinha & Voz. Foto: OIT

Da sala de aula para sala de casa: projeto da OIT utiliza treinamento inédito em meio à pandemia

Projeto Cozinha & Voz faz parte de uma ampla iniciativa de promoção do trabalho decente para pessoas em situação de vulnerabilidade, desenvolvida pela Organização Internacional do Trabalho (OIT),  e pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), com apoio da cozinheira Paola Carosella e da Casa Poema.

Conheça como a iniciativa funciona e está beneficiando pessoas trans de diversas regiões do Brasil.

Relatório de CEPAL e OIT abordará desafios que a pandemia apresenta para o trabalho nos países latino-americanos e caribenhos. Foto: Roberto Vinicius/Flickr/CC

CEPAL e OIT analisam desafios do trabalho na América Latina e no Caribe em meio à pandemia

A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) e a Organização Internacional do Trabalho (OIT) apresentam na quinta-feira (21) uma nova edição de seu relatório conjunto em espanhol “Conjuntura Laboral na América Latina e o Caribe: o trabalho em tempos de pandemia – desafios frente à doença do coronavírus (COVID-19)”, que desta vez abordará os desafios representados pela pandemia para o trabalho nos países da região. 

A apresentação será feita em espanhol durante uma entrevista coletiva virtual simultânea às 13h30, horário do Chile (14h30 horário de Brasília), liderada por Alicia Bárcena, secretária-executiva da CEPAL, e por Vinícius Pinheiro, diretor regional da OIT para a América Latina e o Caribe.

Projeto oferece cursos de capacitação para incluir no mercado de trabalho seguro pessoas em situação de vulnerabilidade. Foto: Jason Lowe/Cozinha&Voz.

OIT reforça missão de promover justiça social e trabalho decente para todas as pessoas

No Dia Internacional contra a Homofobia, a Transfobia e a Bifobia, 17 de maio, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) reforça sua missão de promover a justiça social e o trabalho decente para todas, todes e todos.

Uma importante iniciativa para a promoção da empregabilidade de pessoas em situação de exclusão socioeconômica, incluindo as pessoas transexuais, é o projeto Cozinha&Voz, que capacita profissionais como assistente de cozinha.

Lançado em 2018, o Cozinha&Voz faz parte de uma ampla ação de promoção do trabalho decente para pessoas em situação de vulnerabilidade, desenvolvida por OIT e Ministério Público do Trabalho (MPT), com apoio da cozinheira Paola Carosella e da Casa Poema.

Foto: ONU Mulheres/Ploy Phutpheng

OIT: pandemia expõe lacunas na cobertura de proteção social dos países em desenvolvimento

A crise da COVID-19 expôs lacunas devastadoras na cobertura da proteção social nos países em desenvolvimento e a única maneira de sustentar a recuperação e prevenir crises futuras é os países transformarem suas medidas especiais de resposta à pandemia em sistemas abrangentes de proteção social.

Dois estudos divulgados pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) alertam que os atuais déficits de proteção social podem comprometer os planos de recuperação, expor milhões de pessoas à pobreza e afetar a capacidade de reação global para enfrentar crises semelhantes no futuro.

Diversas empresas têm desenvolvido ações específicas para atrair pessoas trans para suas vagas, buscando, ao mesmo tempo,  sensibilizar seus funcionários para a importância desse acolhimento. Foto: Reprodução

ONU defende proteção e promoção de empregos para pessoas LGBTI+ em meio à pandemia

A marginalização e as vulnerabilidades impostas à comunidade de lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e intersexo (LGBTI+) colocam estas pessoas entre as mais expostas à pandemia de COVID-19.

Como parte das celebrações do Dia Internacional contra a LGBTIfobia (17), a ONU Brasil reforça seu compromisso com a proteção dos direitos humanos das pessoas LGBTI+ e com a promoção do acesso dessas populações ao mercado de trabalho, através de empregos dignos e do respeito à diversidade.

OIT informa que 90% das trabalhadoras e dos trabalhadores informais estão sendo severamente afetados pelos efeitos adversos da pandemia sobre o emprego. Foto: OIT

Perda maciça de renda afeta 90% dos trabalhadores informais na América Latina e no Caribe

As estimativas da Organização Internacional do Trabalho (OIT) sobre o impacto da pandemia de COVID-19 revelam que na América Latina e no Caribe há uma perda maciça de renda do trabalho entre as pessoas com emprego informal, o que poderá causar um aumento acentuado nas taxas de pobreza relativa, afetando quase metade da força de trabalho.

“Após essa crise, será necessário reconstruir o mercado de trabalho e é importante que isso inclua medidas para enfrentar o problema do emprego informal em toda a sua complexidade”, afirmou o diretor da OIT para a América Latina e o Caribe, Vinícius Pinheiro. “A construção de um novo normal no mundo do trabalho deve ser apoiada por políticas de universalização da proteção social e de formalização do emprego”.

Globalmente, cerca de 1,6 bilhão dos 2 bilhões de trabalhadores da economia informal são afetados por medidas de confinamento e de contenção. Foto: OIT

Contágio ou fome, o dilema dos trabalhadores informais durante a pandemia de COVID-19

Os países com as maiores economias informais onde foram aplicadas medidas de confinamento são os que mais sofrem com as consequências econômicas da pandemia, informou a Organização Internacional do Trabalho (OIT).

O percentual de trabalhadores da economia informal severamente afetados pelo confinamento é de 89% na América Latina e nos Estados Árabes, 83% na África, 73% na Ásia e no Pacífico, e de 64% na Europa e Ásia Central.

Peruanos têm a temperatura medida em Lima. Foto: Município de Lima

OIT: metade dos trabalhadores latino-americanos tem meios de subsistência ameaçados

Uma forte queda nas horas de trabalho, equivalente a 31 milhões de empregos, e o risco de perda de renda afetam mais de 140 milhões de pessoas na América Latina e Caribe, que teve um 1º de Maio atípico, sob medidas de confinamento para conter a pandemia da COVID-19.

Um novo relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) prevê que 10,5% das horas trabalhadas serão perdidas na América Latina e no Caribe no segundo trimestre na comparação com o quarto trimestre do ano passado. Isso equivale a algo entre 25 milhões e 31 milhões de empregos em período integral.