Agência da ONU para as migrações (OIM) promove junto com seus parceiros a inclusão socioeconômica dos venezuelanos interiorizados no Brasil. Foto: OIM.

OIM realiza oficina no Rio para inclusão de migrantes no mercado de trabalho

A Organização Internacional para as Migrações (OIM) realiza na terça-feira (17) mais uma capacitação voltada à implementação de políticas para migrantes em situação de vulnerabilidade no mercado de trabalho. Nesta última edição de 2019, a atividade acontece no Rio de Janeiro (RJ), e é aberta ao público.

O objetivo do evento é sensibilizar o setor privado para a inserção laboral de pessoas refugiadas e migrantes. Na capital carioca, também serão dados esclarecimentos sobre a estratégia de interiorização dos venezuelanos e venezuelanas, que os leva voluntariamente de Roraima a outros estados do Brasil visando uma melhor integração socioeconômica.

Refugiados e migrantes venezuelanos cruzam a ponte Simon Bolívar, um dos sete pontos de entrada legal ao longo da fronteira entre Venezuela e Colômbia. Foto: ACNUR/Siegfried Modola

Duas casas de acolhimento para crianças venezuelanas serão inauguradas em Roraima

Duas novas casas de acolhimento serão inauguradas em Roraima na segunda quinzena de dezembro para receber crianças e adolescentes venezuelanos que chegam ao Brasil desacompanhados de pais e responsáveis, informou o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) em nota publicada nesta segunda-feira (9).

A iniciativa é fruto de uma parceria entre UNICEF, governo de Roraima e Ministério da Cidadania, no contexto da Operação Acolhida. Também teve apoio para mobiliário da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e da Organização Internacional para as Migrações (OIM).

Segunda edição da Conferência de Políticas para Imigrantes da cidade de São Paulo contou com o apoio da Organização Internacional para as Migrações (OIM). Foto: Divulgação/OIM.

Em São Paulo, OIM apoia II Conferência Municipal de Políticas para Imigrantes

Entre 8 e 10 de novembro, cidade de São Paulo sediou a 2ª Conferência Municipal de Políticas para Imigrantes, com o apoio técnico da Organização Internacional para as Migrações (OIM).

Sob o tema “Somos todos cidadãos”, evento reuniu 383 pessoas de 42 nacionalidades e discutiu mais de 400 propostas relacionadas à participação social e aos direitos da população migrante no contexto local.

Na estratégia de interiorização promovida pela Operação Acolhida do governo federal, cidade se tornou o principal destino escolhido por migrantes e refugiados venezuelanos que chegam ao país pelo norte. Segundo o coordenador de projetos da OIM em São Paulo, Guilherme Otero, município “aponta um caminho interessante para muitas outras cidades brasileiras que enfrentam desafios semelhantes”.

Cerimônia de encerramento do Festival Cine Migração 2018, no Cairo, capital do Egito. Foto: OIM.

Festival Cine Migração da OIM exibe filmes em sete cidades brasileiras

Organização Internacional para as Migrações (OIM) inaugura nesta terça-feira (3) o Festival Global de Cinema sobre Migração (ou Cine Migração).

Realizado pela OIM desde 2016, o festival deste ano apresenta no Brasil uma seleção de nove filmes (três longas e seis curtas) “que abordam os desafios da migração e as contribuições únicas que os migrantes trazem para suas novas comunidades”, contou o chefe de missão da OIM no Brasil, Stéphane Rostiaux.

Com exibições em cinemas, auditórios e até abrigos para refugiados, a programação vai até 22 de dezembro e ocorre em sete cidades brasileiras: Curitiba, que sedia nesta terça-feira (3) o evento de abertura, Boa Vista, Brasília, Belo Horizonte, Manaus, São Paulo e Pacaraima, em Roraima, que abriga grande número de venezuelanos que chegam ao Brasil.

O retorno voluntário assistido e a reintegração é um componente indispensável da abordagem integrada à gestão da migração. O objetivo é promover o retorno e a reintegração de migrantes que não podem ou não querem permanecer em seus países de acolhimento – de modo ordenado e humano – e desejam regressar voluntariamente aos seus países de origem. A implementação bem-sucedida desses programas requer a cooperação e a participação de uma ampla gama de interlocutores – incluindo migrantes, sociedade civil e governos, tanto nos países anfitriões quanto nos países de origem. As parcerias entre a Organização Internacional para as Migrações (OIM) e várias partes interessadas nacionais e internacionais são essenciais para a implementação efetiva desses programas, desde a fase de pré-retorno até a etapa de reintegração.

OIM: migrantes internacionais somam 272 milhões, 3,5% da população global

Enquanto a maior parte da população global permanece vivendo no país de nascença, cada vez mais pessoas estão migrando em busca de melhores oportunidades, especialmente de emprego, segundo relatório publicado nesta quarta-feira (27) pela Organização Internacional para as Migrações (OIM).

O documento estimou a existência e ao menos 272 milhões de migrantes internacionais no mundo em 2019, o que corresponde a 3,5% da população mundial. Esse número representa um aumento de 23% na comparação com 2010, quando havia 220,78 milhões de migrantes, ou 3,2% da população global, segundo dados da OIM.

OIM busca sensibilizar setor privado sobre a inclusão de migrantes vulneráveis no mercado de trabalho brasileiro. Foto: Pacto Global/Fellipe Abreu

OIM realiza capacitação para políticas destinadas a migrantes em situação de vulnerabilidade

A Organização Internacional para as Migrações (OIM) realiza na quinta-feira (28) mais uma capacitação voltada à implementação de políticas para migrantes em situação de vulnerabilidade no mercado de trabalho. Esta edição ocorre pela primeira vez no Nordeste, em Recife (PE), e é aberta ao público.

O objetivo do evento é sensibilizar o setor privado para a inserção laboral de pessoas refugiadas e migrantes, esclarecendo mitos e dúvidas sobre o processo de contratação, prestação de assistência e documentação.

Menino trabalha no Nepal - Foto: David Longstreath/Irin

ONU aponta que crianças respondem por 26% da mão de obra no início das cadeias produtivas na América Latina

Um novo relatório da ONU aponta uma contribuição significativa do trabalho infantil e do tráfico de pessoas nos patamares iniciais das cadeias produtivas, em atividades extrativistas e de agricultura, fazendo com que a visibilidade, diligência e identificação de tais atividades seja desafiadora. A América Latina lidera a estimativa de trabalho infantil neste setor, com 26%.

O relatório “Fim do trabalho infantil, trabalho forçado e tráfico humano nas cadeias produtivas” foi produzido pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), Organização Internacional para Migração (OIM) e Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

O documento fornece, pela primeira vez, estimativas de trabalho infantil associadas ao setor em várias regiões: 26% na América Latina e Caribe; 12% no sul e centro da Ásia e outros 12% na África Subsaariana, além de 9% no Norte da África e Ásia Ocidental.

Plano para refugiados e migrantes venezuelanos e países anfitriões busca 1,35 bilhão de dólares

A Agência das ONU para Refugiados (ACNUR) e a Organização Internacional para as Migrações (OIM) lançam hoje um plano regional para captar 1,35 bilhão de dólares para responder às crescentes necessidades humanitárias de refugiados e migrantes venezuelanos na América Latina e no Caribe e nas comunidades que os hospedam.

O Plano Regional de Resposta a Refugiados e Migrantes (RMRP) de 2020, lançado na capital colombiana, Bogotá, é uma ferramenta de coordenação e captação de recursos estabelecida e implementada por 137 organizações. Eles estão trabalhando em toda a região, com o objetivo de atingir quase quatro milhões de pessoas – incluindo refugiados e migrantes venezuelanos e comunidades anfitriãs – em 17 países.

ONU e setor privado apresentam boas práticas de contratação de refugiados no Rio de Janeiro

Na 5ª edição do lançamento da plataforma Empresas com Refugiados, 60 pessoas se reuniram no espaço da WeWork no Rio de Janeiro para apresentar boas práticas de contratação, sensibilização e atuação em rede. O evento foi realizado no início de novembro pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) em parceria com a Rede Brasil do Pacto Global.

“Somos trabalhadores, temos muitas contribuições para dar. Não queremos só receber assistência, e sim mostrar que temos mãos, mente e coragem para trabalhar, como fazíamos no nosso país”, afirmou a venezelana Victoria Velasquez, de 58 anos.

Emebet e seus filhos retornaram à Etiópia. Foto: OIM.

OIM lança Manual da Reintegração para auxiliar assistência aos retornados

A Organização Internacional para Migrações (OIM) lançou hoje (7) um guia sobre reintegração para auxiliar profissionais e organizações na oferta de assistência aos migrantes que optam ou necessitam retornar aos seus países.

De acordo com a agência, os “retornados” muitas vezes sofrem para se readaptar enquanto reconstroem suas vidas de volta ao país de origem. O “Manual da Reintegração: um guia prático para a concepção, implementação e o monitoramento da assistência à reintegração” compartilha as experiências da agência e de seus parceiros no auxílio aos retornados.

O guia contou com o apoio financeiro do Departamento do Reino Unido para o Desenvolvimento Internacional (DFID) e inclui módulos em níveis individual, comunitário e estrutural que focam nas dimensões econômicas, sociais e psicossociais da reintegração.

A venezuelana Almeris, de 20 anos, viajou com seu filho de apenas dois anos e o marido por cerca de 40 horas em um ônibus até Boa Vista. Foto: ACNUR | Alexandre Pereira.

Operação Acolhida em Manaus inaugura espaço com serviços de documentação e interiorização para refugiados e migrantes venezuelanos

Inaugurado na última terça-feira (5), em Manaus, novo Posto de Interiorização e Triagem (PITRIG) da Operação Acolhida visa fornecer, em um único espaço, assistência para milhares de venezuelanos que passam pela cidade devido ao alto fluxo migratório de seu país.

“Quando decidimos deixar a Venezuela, nossa esperança era encontrar apoio aqui para vivermos e termos trabalho. Desde então não tínhamos documentos para isso, como CPF e Carteira de Trabalho. Foi quando soubemos que este posto seria aberto e poderia nos ajudar”, Almeris (20), venezuelana em Manaus.

O posto foi idealizado pelo Comitê Federal de Assistência Emergencial do governo federal e conta com o apoio da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR); Organização Internacional para Migrações (OIM); Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF); Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA); entidades da sociedade civil e atores municipais e estaduais. Espaço funciona de segunda a sexta-feira, das 08h às 17h, na região Centro-Sul de Manaus.

Crianças venezuelanas na praça Simon Bolívar, em Boa Vista (RR). Foto: ACNUR/Reynesson Damasceno

ONU e UE reafirmam compromisso de proteger refugiados e migrantes venezuelanos

A Conferência Internacional de Solidariedade sobre a crise de refugiados e migrantes venezuelanos, realizada em Bruxelas na segunda e terça-feira (28 e 29), enviou uma forte mensagem de apoio a essa população, bem como aos países e comunidades anfitriões de América Latina e Caribe.

Embora tenham reconhecido o direito soberano dos Estados de administrar suas fronteiras, os participantes enfatizaram a importância de preservar o acesso ao asilo, fortalecendo mecanismos que permitem a identificação de pessoas que precisam de proteção internacional.

Também defenderam a necessidade de os países manterem políticas flexíveis de entrada, continuando a regularização e o fornecimento de documentos aos refugiados e migrantes venezuelanos, facilitando o reagrupamento familiar. A conferência foi presidida por União Europeia, ACNUR e OIM.

A cidade de São Paulo é um dos principais destinos de migrantes sul-americanos. Foto: Agência Brasil

Documento aponta São Paulo como exemplo de boas práticas na gestão das migrações

A liderança da capital paulista na gestão das migrações e suas boas práticas são destaques do “Perfil 2019 da cidade de São Paulo – Indicadores de Governança Migratória”, que será lançado na quarta-feira (23).

Além de apontar práticas positivas em seis áreas temáticas, o documento traça oportunidades de avanços em governança migratória. O lançamento é fruto de parceria entre Organização Internacional para as Migrações (OIM), Prefeitura de São Paulo e Unidade de Inteligência da revista britânica The Economist.

O objetivo da capacitação é sensibilizar atores locais e parceiros para a questão do retorno, de modo que os brasileiros que regressaram ao país possam contar com uma rede mais ampla de serviços e iniciativas de seu interesse. Foto: OIM

OIM realiza em São Paulo primeira oficina de formação sobre emigração e retorno

Nos dias 21 e 22 de outubro, a Organização Internacional para as Migrações (OIM) realiza a primeira oficina de formação para multiplicadores sobre o tema de emigração e retorno, em São Paulo (SP). A capacitação é destinada a parceiros da Rede de Referenciamento no Apoio e Reintegração de Brasileiros Retornados, formada por entidades públicas, privadas e ONGs de São Paulo, Minas Gerais e Goiás, os principais estados de destino dos brasileiros retornados apoiados pela OIM.

A atividade vem em complemento à atuação da OIM de apoio ao retorno dos brasileiros que se encontram em situação de vulnerabilidade no exterior. Nos últimos três anos, foram mais de 2 mil beneficiários, muitos dos quais receberam apoio direto para sua reintegração por meio da abertura de pequenos negócios, tratamentos de saúde ou educação profissionalizante.

Famílias de venezuelanos participam do programa de interiorização do Governo Federal. Iniciativa tem o apoio de diferentes agências da ONU. Foto: ACNUR

Acordo incentiva municípios brasileiros a acolherem pessoas venezuelanas

A Organização das Nações Unidas (ONU) no Brasil assinou, na quarta-feira (2), em conjunto com a Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e o governo federal, um protocolo de intenções para incentivar municípios brasileiros a acolherem pessoas refugiadas e migrantes da Venezuela. O objetivo é ampliar a assistência humanitária com foco na integração à sociedade e à economia brasileiras.

“A parceria com a Confederação Nacional dos Municípios é uma conquista nesse processo, por sua capacidade única de sensibilizar e mobilizar os municípios brasileiros para a recepção de pessoas refugiadas e migrantes. Esses municípios terão a oportunidade de integrar à sua população pessoas que aportam capacidades, formações e experiências profissionais variadas”, afirmou o coordenador-residente da ONU no Brasil, Niky Fabiancic.

Órgãos do Judiciário brasileiro participam de oficina em Genebra sobre Direito das migrações

Desde segunda-feira (30), 15 representantes de diferentes setores de Ministério Público, Defensoria Pública da União, Ministério da Justiça e Segurança Pública e Ministério das Relações Exteriores do Brasil participam do Curso de Direito Internacional das Migrações, realizado pela Organização Internacional para as Migrações (OIM), em Genebra, Suíça.

“Apoiar atividades que possibilitem o aprimoramento do sistema de Justiça em relação às migrações é para a OIM um passo fundamental para avançarmos cada vez mais em direção a uma migração ordenada, segura e digna”, disse o chefe de missão da OIM no Brasil, Stéphane Rostiaux.

Família síria de Idlib chegou recentemente a Lesbos, na Grécia, abrigando-se em um olival localizado perto do centro de recepção de Moria, em 23 de setembro de 2019. Foto: ACNUR/Gordon Welters

ONU pede que Grécia acelere processos de refúgio em meio à crise em abrigos

Um aumento do número de refugiados que chegam aos centros de recepção das ilhas gregas deve piorar a situação em instalações já “perigosamente superlotadas”, disse a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) nesta terça-feira (1).

Em um pedido para que os requerentes de refúgio sejam transferidos urgentemente para o continente pelo governo central de Atenas, o ACNUR informou que as chegadas por mar em setembro subiram para mais de 10 mil — o nível mensal mais alto desde 2016.

O comunicado foi publicado após um incêndio no domingo (29) em um contêiner que servia de abrigo no centro de recepção Moria, em Lesbos, no qual uma mulher morreu, provocando protestos violentos.

Refugiados e migrantes venezuelanos cruzam a ponte Simon Bolívar, um dos sete pontos de entrada legal ao longo da fronteira entre Venezuela e Colômbia. Foto: ACNUR/Siegfried Modola

Iniciativa regional fortalece reassentamento de pessoas refugiadas na América do Sul

Com três anos de duração, um mecanismo conjunto de Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e Organização Internacional para as Migrações (OIM) implementado em Argentina, Brasil e Chile fornece apoio técnico e financeiro aos países na criação e expansão de programas de reassentamento de pessoas refugiadas.

Muitos refugiados não podem ir para casa devido a conflitos persistentes, guerras e perseguições. Muitos também vivem em situações perigosas ou têm necessidades específicas que não podem ser atendidas no país onde buscaram proteção. Nessas circunstâncias, agências das Nações Unidas ajudam a reassentá-los em um terceiro país. Saiba mais na reportagem.

Onze venezuelanos foram interiorizados para Montes Claros, no norte do estado de MG, inclusive o pequeno Dylan, de apenas 1 mês. Foto: Exército/Comunicação Social 12 de Guerra

Fórum sobre inclusão laboral de refugiados reúne empresários em MG

Empresários, poder público e organizações da sociedade civil se reuniram na sede da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) na quarta-feira (11) para a 3ª edição do Fórum Empresarial de Empregabilidade e Empreendedorismo para Refugiados e Migrantes.

O encontro foi organizado por Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e Rede Brasil do Pacto Global, em parceria com a FIEMG. Na ocasião, foi lançada a plataforma Empresas com Refugiados, cujo objetivo é auxiliar empresas no processo de contratação e ampliar inserção de refugiados no mercado de trabalho brasileiro.

Agência da ONU para as migrações (OIM) promove junto com seus parceiros a inclusão socioeconômica dos venezuelanos interiorizados no Brasil. Foto: OIM.

ONU Migração atua em diversas frentes para apoiar a gestão do fluxo venezuelano no Brasil

Nos últimos anos, mais de quatro milhões de venezuelanos deixaram seu país para viver majoritariamente em outros territórios da América Latina e Caribe. Dentre os países que mais recebem esses imigrantes, o Brasil é a quinta nação de destino.

Além do apoio logístico, humanitário e de proteção, a Organização Internacional para as Migrações (OIM) promove junto com seus parceiros a inclusão socioeconômica dos venezuelanos interiorizados. Segundo dados da agência, 56% dos venezuelanos que entram no país terminaram o ensino secundário, e 14% possuem diplomas de nível técnico ou superior.

Uma das iniciativas é a organização de oficinas a fim de sensibilizar e estimular o setor privado para a integração laboral de migrantes. Eventos em Boa Vista, Curitiba, Florianópolis, Rio de Janeiro e São Paulo já foram realizados e outros estão programados para os próximos meses.

A capacitação é voltada para pessoas que prestam atendimento a migrantes vulneráveis ou que necessitem de uma introdução sistemática ao tema da migração internacional e da governança das migrações no Brasil. Foto: OIM

OIM abre inscrições para 5ª edição de curso sobre migrações internacionais em parceria com DPU

A Organização Internacional para as Migrações (OIM) e a Defensoria Pública da União (DPU) recebem até 15 de setembro inscrições para a quinta edição do curso de educação a distância “Uma Introdução às Migrações Internacionais”. A oferta é de 200 vagas.

A capacitação é voltada para pessoas que prestam atendimento a migrantes vulneráveis ou que necessitem de uma introdução sistemática ao tema da migração internacional e da governança das migrações no Brasil.

Workshops abordam como empresas podem melhorar suas políticas de inserção laboral para migrantes internacionais. Fotos: OIM

Campinas sedia capacitação para inclusão de migrantes no mercado de trabalho

Na próxima terça-feira (10), Campinas recebe a terceira edição da oficina para a inserção laboral de migrantes em situação de vulnerabilidade realizada pela Organização Internacional para as Migrações (OIM).

A capacitação tem como objetivo a implementação de políticas para migrantes em situação de vulnerabilidade no setor privado, esclarecendo mitos e dúvidas sobre o processo de contratação, prestação de assistência e documentação. As inscrições, além de gratuitas, podem ser realizadas em formulário online.

Mãe e criança venezuelana no abrigo de Pintolândia em Boa Vista, norte do Brasil. Foto: ACNUR/Santiago Escobar-Jaramillo

ARTIGO: Situação de refugiados e migrantes venezuelanos precisa de maior atenção global

Em artigo, o representante especial conjunto de Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e Organização Internacional para as Migrações (OIM) para refugiados e migrantes venezuelanos, Eduardo Stein, afirma que somente através de uma resposta regional coerente, previsível e harmonizada é que os países da América Latina e do Caribe poderão enfrentar o desafio humanitário e responder às necessidades de um número crescente de refugiados e migrantes venezuelanos.

“Embora reconheça o direito soberano dos Estados em decidir quais medidas tomar para permitir o acesso a seus territórios, incentivo os países da região a preservar o acesso ao refúgio e a fortalecer os mecanismos que permitem a identificação de pessoas que precisam de proteção internacional.” Leia o artigo completo.

Há 16 províncias argentinas nas quais os médicos venezuelanos já estão certificados para trabalhar. Foto: OIM/Reprodução

Profissionais venezuelanos fortalecem sistema de saúde pública na Argentina

Um novo estudo da Organização Internacional para as Migrações (OIM) mostrou que a migração venezuelana está ajudando a aliviar a escassez de profissionais de saúde na Argentina.

Muitos dos 145 mil venezuelanos que atualmente vivem na Argentina são enfermeiras e médicos. Há 16 províncias nas quais os médicos venezuelanos já estão certificados para trabalhar, com mais de 200 profissionais atuando apenas na província de Buenos Aires e um número menor em Jujuy, Chubut e Córdoba.

Atualmente, existem 1,8 bilhão de jovens entre 10 e 24 anos no mundo. A maior população de jovens de todos os tempos. Foto: UNFPA

Transformando as Nações Unidas em um espaço mais inclusivo para os jovens

Vinte jovens representando dez organismos do Sistema das Nações Unidas no Brasil participaram na sexta-feira (16) das celebrações do Dia Internacional da Juventude, no escritório da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), em Brasília (DF).

Com o tema “A ONU que vemos, a ONU que queremos”, os participantes tiveram a oportunidade de apresentar suas visões e ideias inovadoras para promoção da mudança, principalmente nos assuntos que envolvem diretamente seu futuro e sobre o papel das Nações Unidas para garantir que os jovens não sejam deixados para trás.

O relato é do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA).

UNAIDS visita Roraima para conhecer desafios e avanços na resposta local ao HIV

A Equipe Conjunta do UNAIDS no Brasil, acompanhada de uma representante do Departamento de Doenças de Condições Crônicas e IST (DCCI) do Ministério da Saúde, esteve na cidade de Boa Vista (RR) para um ciclo de encontros com parceiros locais, incluindo representantes dos governos municipal e estadual, da sociedade civil e de outras agências e programas das Nações Unidas que atuam no local.

O objetivo foi avaliar os principais desafios da resposta ao HIV no estado e prospectar possíveis oportunidades de apoio à coordenação de projetos em andamento e à implementação de novas iniciativas conjuntas com foco na prevenção e cuidados em relação ao HIV e à AIDS.

Equipe do Líbano posa para foto coletiva com medalhas de campeão da etapa Porto Alegre. Foto: ASAV/Matheus Kiesling

Porto Alegre conhece vencedores da Copa dos Refugiados e Imigrantes 2019

Mais que um torneio de futebol, a 3ª Copa dos Refugiados e Imigrantes Porto Alegre (RS) fez do Estádio Passo D’Areia um verdadeiro palco de confraternização entre povos e culturas. A competição foi realizada no domingo (18), reunindo cerca de 200 participantes entre refugiados e migrantes representando Angola, Chile, Colômbia, Costa do Marfim, Guiné Bissau, Haiti, Líbano, Nigéria, Palestina, Peru, Senegal e Venezuela.

A equipe do Líbano conquistou o torneio, mas foram as arquibancadas, com centenas de pessoas torcendo e incentivando, que fizeram um espetáculo à parte no qual a solidariedade e a integração social mostraram que todos saíram vencedores. O relato é da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Chefe de agência da ONU pede apoio internacional para ajuda a venezuelanos no Brasil

O alto-comissário da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), Filippo Grandi, concluiu uma visita de quatro dias ao Brasil com um apelo urgente por maior engajamento internacional, inclusive por instituições financeiras e agentes de desenvolvimento, nas comunidades que abrigam refugiados e migrantes venezuelanos.

“A solidariedade do povo brasileiro com as pessoas refugiadas e migrantes da Venezuela tem sido exemplar. Mas o impacto sobre as comunidades anfitriãs em estados como Roraima e Amazonas tem sido avassalador”, disse Grandi, durante visita a Brasília (DF) no domingo (18).

Jogadores da Guiné-Conacri reúnem-se para foto com troféu e medalhas. Foto: ACNUR/Victoria Hugueney

Guiné-Conacri vence etapa Brasília da Copa dos Refugiados e Imigrantes 2019

O ar seco e o sol da capital federal não atrapalharam o duelo entre as seleções da Guiné-Conacri e da Colômbia, que disputaram no domingo (11) a final da etapa de Brasília da Copa dos Refugiados e Imigrantes 2019.

A equipe guineense, estreante na competição, foi superior aos colombianos durante todo o jogo, consagrando-se campeã no Estádio Valmir Campelo, no Distrito Federal, com um sólido placar de 5 a 2.

A Copa dos Refugiados e Imigrantes é organizada pela ONG África do Coração e apoiada pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), Organização Internacional para as Migrações (OIM), Instituto Migração e Direitos Humanos, Cáritas Brasileira e Sodexo.

Para responder à situação da Venezuela, a ONU Brasil prevê um investimento de 146 milhões de dólares. Desse total, 53% foram arrecadados por meio de doações de países como Estados Unidos, Japão, Brasil e da União Europeia. Foto: ACNUR/Reynesson Damasceno

Chefe de agência da ONU para refugiados elogia solidariedade do Chile com venezuelanos

Durante visita ao Chile, a primeira de um alto-comissário da ONU para refugiados, Felippo Grandi elogiou a solidariedade e a hospitalidade do povo do país ao receber venezuelanos em momento de necessidade, lembrando o fato de a Venezuela já ter recebido refugiados chilenos no passado.

“Também reconheço os esforços que o Chile e as comunidades locais fizeram para acolher, documentar e integrar os refugiados e migrantes venezuelanos e de outras nacionalidades. É importante continuar e intensificar esses esforços para que essas pessoas possam viver de maneira digna e contribuir para a economia e a sociedade do Chile”, declarou Grandi.

A cada manhã, centenas de meninos e meninas atravessam a fronteira da Venezuela para embarcar em ônibus rumo a Cúcuta, na Colômbia. Foto: UNICEF/Arcos

Colômbia: OIM elogia concessão de nacionalidade a crianças venezuelanas nascidas no país

A Organização Internacional para as Migrações (OIM) elogiou a decisão tomada pela Colômbia na segunda-feira (5) de conceder nacionalidade a mais de 24 mil bebês venezuelanos que nasceram no país, após seus pais atravessarem a fronteira.

“Esta resolução é uma contribuição para uma migração segura e regular, a qual esperamos que facilite o reconhecimento dos direitos fundamentais de crianças venezuelanas, além de contribuir para integração delas na sociedade”, disse Ana Durán Salvatierra, chefe de Missão da OIM na Colômbia, nesta terça-feira (6).

De acordo com a imprensa internacional, a medida irá garantir um caminho para que estas crianças obtenham passaportes colombianos, até agosto de 2021, facilitando acesso a serviços de saúde e educação. A medida também previne uma crise de apatridia dentro do país.

Refugiados e migrantes resgatados desembarcam em porto siciliano de Catânia, na Itália, em janeiro. Foto: ACNUR/Alessio Mamo

ONU critica multa de €1 milhão para barcos que resgatarem migrantes no Mediterrâneo

Uma iniciativa de parlamentares italianos para impor multas de até 1 milhão de euros a embarcações e organizações que realizam busca e resgate de migrantes na costa do país provocou preocupação das Nações Unidas nesta terça-feira (6), uma vez que a medida pode impedir futuros esforços de salvamento no mar Mediterrâneo.

Em Genebra, o porta-voz da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), Charlie Yaxley, explicou que a iniciativa dos parlamentares ocorre em um momento em que outros países europeus interromperam as operações de resgate marítimo.

“Sob as mudanças aprovadas pelo Parlamento, as multas para embarcações privadas que resgatarem pessoas e não respeitarem a proibição de entrada em águas territoriais subiram para até 1 milhão de euros”, disse. “Além disso, os barcos serão agora automaticamente apreendidos”, completou.

Refugiados rohingya enfrentaram três dias de chuva contínua que causaram inundações, deslizamentos de terra e danos a estruturas residenciais. Foto: ACNUR/David Azia

Crise climática deve alterar padrões de assentamentos e migrações, diz autoridade da ONU

Ao longo da história humana, a migração e o clima sempre estiveram interligados. Agora, na era contemporânea, os impactos da crise climática provocada pelo homem devem alterar extensivamente os padrões de assentamentos humanos.

Segundo a chefe da divisão de Migração, Meio Ambiente e Mudança Climática da Organização Internacional para as Migrações (OIM), estamos vivendo em uma era em que eventos catastróficos relacionados ao clima estão ligados à atividade humana, e que provavelmente terão grande impacto sobre a maneira com a qual decidimos migrar e assentar.

“Há previsões para o século 21 que indicam que até mais pessoas terão que se movimentar como resultado destes impactos climáticos adversos. O Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC), principal autoridade da ONU para ciências climáticas, tem afirmado repetidamente que as mudanças geradas pela crise climática irão influenciar padrões de migração”, afirmou Ionesco.

Crianças em campo de deslocados internos em Damaturu, Nigéria. Foto: OCHA/Otto Bakano

Crise na Nigéria completa 10 anos; ONU pede apoio a milhões de pessoas vulneráveis

Dez anos após o início de uma violenta insurgência no nordeste da Nigéria levar o país a uma crise humanitária que “ainda está longe do fim”, as Nações Unidas e parceiros destacaram a necessidade de “redobrar esforços coletivos” para ajudar populações mais vulneráveis.

Ao longo da última década, o conflito deixou mais de 27 mil civis mortos e devastou comunidades, vilarejos e cidades nos três estados mais afetados.

Hoje, a crise humanitária continua sendo uma das mais severas do mundo. Mais de 7 milhões de pessoas precisam de ajuda e 1,8 milhão tiveram que deixar suas casas – a maioria mulheres e crianças.

Treinamento da ONU aborda o combate e a prevenção ao abuso e exploração sexuais de venezuelanos. Foto: UNFPA/Yareidy Perdomo

Em Roraima, agências da ONU treinam militares brasileiros para combater violência sexual

Em Roraima, o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) promoveu neste mês um treinamento com militares brasileiros sobre como combater o abuso e a exploração sexuais em contextos de emergência. Os oficiais fazem parte do novo contingente que vai integrar a Operação Acolhida — a resposta do governo federal à chegada de venezuelanos ao Brasil.

A capacitação foi realizada em parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), a Organização Internacional para as Migrações (OIM) e o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR).

OIM Brasil promove mobilização para semana de enfrentamento ao tráfico de pessoas

O tráfico de pessoas é um crime que atinge homens, mulheres e crianças que são explorados para diversos fins, como trabalho escravo e exploração sexual.

Para enfrentar esse delito, a Organização Internacional para as Migrações (OIM) implementa e apoia diversos projetos e ações com o intuito de fortalecer políticas e atividades. Na semana de 30 de julho, dia mundial e nacional de enfrentamento a esse crime, a agência da ONU estará mobilizada em diversas cidades do Brasil.

A agência da ONU também movimenta suas redes sociais em uma parceria inédita com o Conselho Nacional de Justiça. As instituições se uniram na campanha #TráficoDePessoasNão, que informa a população sobre o tema.

Barco que transportava refugiados e migrantes à deriva no mar Mediterrâneo pouco antes de ser resgatada pela Marinha italiana em 2014. Foto: Marinha italiana

ONU: cerca de 100 refugiados e migrantes estão desaparecidos após naufrágio no Mediterrâneo

A Organização Internacional para as Migrações (OIM) informou nesta quinta-feira (25) que em torno de cem refugiados e migrantes estão desaparecidos, após um naufrágio no Mediterrâneo.

A embarcação que levava cerca de 250 passageiros deixou a Líbia, mas apresentou uma falha nos motores e virou perto da costa da cidade de Khums. Segundo a OIM, 145 pessoas conseguiram se salvar e retornar ao litoral líbio.

UNFPA participou de capacitação de servidores públicos com discussões sobre os grupos mais vulneráveis em contextos migratórios, como as mulheres, as crianças, os idosos e a população LGBTI. Foto: UNFPA/Yareidy Perdomo

Agências da ONU discutem direitos humanos com servidores públicos de Pacaraima

Servidores públicos da Prefeitura de Pacaraima (RR) e conselheiros tutelares participaram na semana passada de uma capacitação sobre direitos humanos, migração e refúgio.

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) participou da iniciativa com discussões sobre leis específicas para grupos vulneráveis em contextos migratórios — como as crianças e adolescentes, as mulheres, os indígenas, os idosos, pessoas com deficiência e indivíduos LGBTI.

Mulheres venezuelanas escrevem suas histórias de vida durante atividade em Boa Vista (RR). Foto: UNFPA/Yareidy Perdomo

Em parceria com UNFPA, Exército da Salvação cria espaço para refugiados em Boa Vista

“Cada Vida Uma História” é o nome dado ao primeiro espaço de encontro que permitirá às pessoas que transitam pela Rodoviária Internacional de Boa Vista ter um momento para compartilhar suas experiências nos processos migratórios, por meio da escrita e da conversa. A atividade acontece dentro do espaço seguro que o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) abriu em junho, em parceria com as Forças Armadas, no âmbito da Operação Acolhida.

Atualmente, as áreas de apoio da Rodoviária Internacional de Boa Vista contam com uma estrutura que permite aos migrantes que chegam à cidade em condições de vulnerabilidade ter acesso a diferentes serviços oferecidos por agências da ONU — UNFPA, Organização Internacional para as Migrações (OIM), Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) — e pelo Serviço Jesuíta a Migrantes e Refugiados, entre outros.