Os moradores da antiga vila de Vunidogoloa foram obrigados a se deslocar devido ao risco de inundações e erosão costeira. Foto: Nansen Initiative, via UNOCHA

ONU alerta para aumento do deslocamento forçado provocado por mudança climática

À medida que o número de pessoas deslocadas em todo o mundo devido a eventos relacionados ao clima continua a crescer, as Nações Unidas e seus parceiros estão focados em abordagens regionais para responder à questão dos “refugiados do clima”.

A média anual de deslocados por mudanças climáticas entre 2008 e 2016 chegou a 25,3 milhões, de acordo com dados divulgados pelo Conselho Norueguês de Refugiados. Os cinco países que têm a maior proporção de sua população afetada pelos deslocamentos são todos Estados insulares: Cuba, Fiji, Filipinas, Tonga e Sri Lanka.

O coordenador-residente da ONU no Brasil, Niky Fabiancic, cobrou uma resposta da sociedade e do poder público à dura realidade enfrentada pela juventude afrodescendente. Foto: UNFPA/Agnes Sofia Guimarães

‘O racismo mata e não podemos ser indiferentes’, diz ONU Brasil em lançamento da campanha #VidasNegras

A ONU Brasil lançou na terça-feira (7) a campanha #VidasNegras, iniciativa de conscientização nacional pelo fim da violência contra a juventude afrodescendente. Em cerimônia que reuniu em Brasília cerca de cem autoridades públicas e representantes da sociedade civil e do corpo diplomático, dirigentes das Nações Unidas alertaram que cinco jovens negros morrem a cada duas horas no país. Por ano, o número chega a 23 mil.

O organismo internacional fez um apelo à sociedade brasileira e ao poder público por repostas ao racismo e à discriminação. Um jovem negro é assassinado a cada 23 minutos no Brasil.

Família colombiana vivendo em região suscetível a enchentes. Foto: Banco Mundial / Scott Wallace

ONU estuda deslocamentos provocados por eventos climáticos extremos na América do Sul

Estudo da Organização Internacional para as Migrações (OIM) concluiu que em cinco comunidades estudadas de Argentina, Brasil, Chile, Colômbia e Equador houve movimentos migratórios de tipo permanente e/ou transitório devido à intensificação de eventos extremos provocados pela mudança climática.

A América do Sul é considerada uma das regiões mais vulneráveis aos efeitos das transformações do clima devido à sua biodiversidade, ao rápido desenvolvimento urbano e às desigualdades de renda.

ONU apoia integração e inclusão laboral de indígenas venezuelanos em Roraima

A partir desta sexta-feira (3), o Centro de Atendimento ao Turista da Orla Taumanan em Boa Vista (RR) terá um espaço permanente para exposição e venda de artesanato do povo indígena Warao. A inauguração do espaço será celebrada pela exposição “Warao – Gente da Água, Em Movimento”, que reúne fotografias, desenhos e grafismos, e ficará em exibição até 3 de dezembro.

A iniciativa é parte de uma parceria da Universidade Federal de Roraima (UFRR) com Agência da ONU para os Refugiados (ACNUR), Organização Internacional para as Migrações (OIM), Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), entre outros parceiros.

Participantes do XIII Encontro Nacional das Redes Solidárias para Migrantes e Refugiados estiveram juntos nos dias 17, 18 e 19 de outubro em Brasília. Foto: Victoria Hugueney.

Evento em Brasília reúne propostas para ampliar acesso de migrantes à educação e ao trabalho

Organizações que atuam na proteção, integração e defesa dos direitos de pessoas refugiadas e migrantes apresentaram durante evento em Brasília (DF) na semana passada sugestões para ampliar o acesso dessa população ao ensino superior e ao mercado de trabalho.

No evento, uma mesa de debates sobre a situação migratória de venezuelanos reuniu representantes da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), da Polícia Federal e do Ministério Público do Trabalho, além de voluntários que atuam na linha de frente em Roraima. O encontro teve o apoio da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e da Organização Internacional para as Migrações (OIM).

Imigrantes haitianos em Iñapari, no Peru. A rota é usada por muitos para alcançar o Brasil pela fronteira com o Acre, para depois seguirem para centros urbanos. Segundo as mais recentes estimativas, mais de 50 mil haitianos já migraram para o Brasil desde o terremoto que atingiu o país caribenho, em janeiro de 2010. Foto: Marcello Casal Jr./ABr

Agência da ONU realiza concurso para jornalistas que cobrem movimentos migratórios na América do Sul

Jornalistas trabalhando no Brasil podem concorrer ao Prêmio Sul-Americano de Jornalismo sobre Migração, competição realizada pela Organização Internacional para as Migrações (OIM). Até 20 de janeiro de 2018, a premiação recebe inscrições de reportagens divulgadas na imprensa, rádio, televisão ou plataformas digitais.

Iniciativa reconhecerá trabalhos que tenham conscientizado o público sobre os direitos dos migrantes, incluindo os direitos a saúde, trabalho e educação. Temas como igualdade de gênero e combate ao preconceito também nortearão a avaliação das matérias.

VÍDEO: México um mês após os terremotos

Há um mês, no dia 19 de setembro de 2017, um terremoto de de magnitude 7.1 sacudiu o centro do México, 12 dias depois após outro movimento telúrico ter atingido o sudeste do país, especialmente as regiões de Oaxaca e Chiapas – e exatos 32 anos depois do terrível terremoto de 1985.

Os terremotos recentes deixaram um saldo de pelo menos 400 pessoas mortas, danos a mais de 150 mil habitações, 12 escolas e 1,5 mil monumentos históricos. Os tremores foram seguidos de um imenso impulso de solidariedade – por parte da população, da comunidade internacional e das Nações Unidas. Confira nesse vídeo do Centro de Informação da ONU na região.

A cidade de São Paulo é um dos principais destinos de migrantes sul-americanos. Foto: Agência Brasil

Relatório reúne informações para cidades do Mercosul elaborarem políticas de atendimento a migrantes

O Instituto de Políticas Públicas em Direitos Humanos (IPPDH) do Mercosul publicou relatório com informações úteis para a formulação e implementação de políticas públicas de promoção e proteção dos direitos humanos dos migrantes em cidades do bloco.

O estudo, apoiado pelo escritório regional para a América do Sul da Organização Internacional para as Migrações (OIM), analisou as políticas adotadas em São Paulo para o acolhimento de migrantes sul-americanos.

Visita do papa Francisco à sede da FAO no dia 16 de outubro de 2017, Dia Mundial da Alimentação. Foto: FAO/Giuseppe Carotenuto

Papa Francisco: fim da fome exige compromisso contra as mudanças climáticas e contra as guerras

Combater a fome exige lutar contra as mudanças climáticas e prevenir conflitos, defendeu o papa Francisco neste 16 de outubro, Dia Mundial da Alimentação. Em cerimônia na sede da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em Roma, o líder da Igreja Católica descreveu como “infeliz” a decisão de alguns países de se retirar do Acordo de Paris.

ONU alerta: 77% das crianças e jovens enfrentam exploração e tráfico em rotas no Mediterrâneo

ONU alerta: 77% das crianças e jovens enfrentam exploração e tráfico em rotas no Mediterrâneo

As crianças e jovens migrantes e refugiados que tentam chegar à Europa enfrentam níveis terríveis de violações dos direitos humanos, com 77% daqueles que viajam pela rota do Mediterrâneo Central relatando experiências diretas de abuso, exploração e práticas que podem se configurar como tráfico humano. A informação é de um relatório recente do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e da Organização Internacional para as Migrações (OIM).

ACNUR distribui suprimentos às famílias rohingya que se refugiam na aldeia de Hindu Par, em Bangladesh. Foto: ACNUR / Roger Arnold

Refugiados muçulmanos de Mianmar já somam meio milhão, alertam agências da ONU

A minoria muçulmana rohingya protagoniza hoje a crise de refugiados que mais cresce em todo mundo. Segundo estimativas, já são pelo menos meio milhão de civis fugindo de suas casas no estado de Rakhine, norte de Mianmar, na busca por proteção em Bangladesh.

O grupo é vítima de perseguições e de graves violações de direitos humanos, que as Nações Unidas descrevem como uma “limpeza étnica”.

Para o secretário-geral da ONU, António Guterres, esta crise humanitária não só fornece um “terreno fértil” para a radicalização, mas também coloca pessoas já em situação de vulnerabilidade – incluindo crianças pequenas – em grave risco. Ele pediu “ação rápida” para evitar mais instabilidade e encontrar uma solução duradoura.

Claudio Presman, representante do INADI, e Gabriela Fernández, chefe do escritório da OIM na Argentina (última à direita), com migrantes convidadas para o evento de lançamento dos curtas-metragens. Foto: OIM

Agência da ONU lança 13 curtas-metragens para campanha sobre migração na Argentina

Na Argentina, a Organização Internacional para as Migrações (OIM) e o Instituto Nacional contra a Discriminação, a Xenofobia e o Racismo (INADI) uniram esforços para combater discursos negativos sobre migrantes. Organismos lançaram vídeos que contam as histórias de expatriados do Haiti, Espanha, Honduras, Paraguai, Guiné-Bissau, Rússia, Peru, Guatemala, Colômbia, Itália, Bolívia e Cuba. Todos residem na Argentina.

Venezuelanos chegam ao Brasil pela cidade de Pacaraima, em Roraima. Foto: EBC

Agência da ONU apoia iniciativas de assistência a migrantes vulneráveis em Roraima

A Organização Internacional para as Migrações (OIM) e o Centro de Migrações e Direitos Humanos (CMDH) assinaram na semana passada (20) um acordo de subvenção para a execução de serviços de assistência direta a migrantes em situação de vulnerabilidade em Roraima.

O estado tem recebido um alto fluxo migratório, especialmente de venezuelanos, que inclui vítimas de tráfico de pessoas e migrantes com necessidade de assistência.

Ao centro, Eurídice Márquez, oficial de justiça criminal e prevenção de crimes do UNODC. Foto: UNIC Rio/Pedro Andrade

Desemprego e cortes no gasto público aumentam risco de tráfico de pessoas, diz especialista da ONU

Em situações de crise econômica, como a vivida pelo Brasil, o desemprego elevado e cortes em investimentos nos serviços públicos agravam o risco de populações vulneráveis serem vítimas do tráfico de pessoas. A avaliação é de Eurídice Márquez, especialista do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC). Em visita ao Rio de Janeiro para um seminário internacional sobre tráfico humano e contrabando de migrantes, ela ressaltou na terça-feira (19) a necessidade de combater essas violações por meio da garantia de direitos.

Escravidão moderna afeta 40 milhões de pessoas no mundo; trabalho infantil atinge 152 milhões

Uma nova pesquisa da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e da Fundação Walk Free, em parceria com a Organização Internacional para as Migrações (OIM), revela a verdadeira escala da escravidão moderna em todo o mundo.

Os dados, lançados nesta terça-feira (19) durante a Assembleia Geral das Nações Unidas em Nova Iorque, mostram que mais de 40 milhões de pessoas foram vítimas da escravidão moderna em 2016 globalmente. Além disso, a OIT também lançou uma nova estimativa de que cerca de 152 milhões de crianças entre 5 e 17 anos foram submetidas ao trabalho infantil no mesmo ano.

Da esquerda para a direita: João Carlos Jarochinski, da Rede Sul-Americana para as Migrações Ambientais (RESAMA) e Organização Internacional para as Migrações (OIM); Isabel Marquez, representante da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR); Rayne Ferretti, Oficial Nacional da ONU-Habitat; Ana Toni, do Instituto Clima e Sociedade, moderadora do debate. Foto: UNIC Rio/Julia De Cunto

Acordos climáticos ajudarão a conter crise migratória, dizem especialistas em evento da ONU

A crise migratória está atrelada ao comprometimento com os acordos climáticos e a criação de políticas de proteção para populações em maior situação de vulnerabilidade.

É o que defendem os especialistas que discutiram, nesta terça (05), os deslocamentos causados por questões climáticas durante o “Seminário Vidas Deslocadas – diálogos sobre Mudanças Climáticas e Mobilidade Humana”, no Museu do Amanhã. Confira matéria e vídeo sobre o debate.

Laura Thomspon, diretora da OIM - Foto: OIM

OIM e CEPAL realizam primeira consulta regional sobre migração

A Comissão Econômica para América Latina e Caribe (CEPAL), o Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais das Nações Unidas e o Organização Internacional para as Migrações (OIM) realizaram, no fim de agosto, a primeira reunião regional preparatória do pacto mundial para uma migração segura, ordenada e regular.

O encontro, realizado durante dois dias em Santiago, no Chile, é o primeiro de cinco Consultas Regionais que fazem parte das discussões preparatórias para o desenvolvimento do Pacto Mundial, negociação intergovernamental que cobre todas as dimensões da migração internacional.

ONU e Museu do Amanhã promovem diálogo sobre efeitos de mudanças climáticas no deslocamento humano

O impacto das alterações climáticas nos movimentos migratórios globais e a capacidade de resposta das cidades são o tema do evento “Seminário Vidas Deslocadas — diálogos sobre Mudanças Climáticas e Mobilidade Humana”, que acontece na terça-feira (5) das 15h às 17h30 no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro.

O encontro terá a presença de representantes de Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), Organização Internacional para as Migrações (OIM) e ONU-Habitat. Também estarão presentes o coordenador-residente da ONU Brasil, Niky Fabiancic, a representante da ONU Meio Ambiente, Denise Hamú, além de representantes do governo brasileiro e da sociedade civil.

Crianças refugiadas de 12 países participaram de ato pela paz na Síria, no Cristo Redentor, Rio de Janeiro. Foto: UNIC Rio/Pedro Andrade

No Chile, representante da ONU pede colaboração regional nos processos migratórios

A representante especial do secretário-geral da ONU para Migração Internacional, Louise Arbour, pediu colaboração regional e afirmou que a migração tem um imenso impacto positivo nos âmbitos social, econômico e cultural nos países de origem e destino e é uma experiência de empoderamento para milhares de migrantes e suas famílias.

Ela participou nesta quarta-feira (30) da abertura da 1ª Consulta Regional no processo para adoção do ‘Pacto Global para a Migração Segura, Ordenada e Regular’, que ocorre até amanhã (31) em Santiago, no Chile.

Haitianos desembarcam no Brasil após terremoto de 2010. Foto: Senado/Luciano Pontes

ONU lança estudo sobre migração haitiana para Brasil, Chile e Argentina

A Organização Internacional para as Migrações (OIM) e o Instituto de Políticas Públicas em Direitos Humanos (IPPDH) do Mercosul lançaram na semana passada (15) um diagnóstico sobre a migração haitiana para os países-membros e associados do bloco, analisando especialmente o caso das cidades de Brasil, Chile e Argentina.

O estudo concluiu que nos três países há evidências de um nível aceitável de garantia de acessos a direitos por parte dos migrantes haitianos, particularmente no acesso à educação e à saúde. Além disso, no Brasil, a regularização de pessoas migrantes contribuiu de forma importante para o acesso dessa população ao mercado de trabalho formal.

Residentes de Alepo, na Síria, aguardam na fila para receber alimentos distribuídos pelo Programa Mundial de Alimentos (PMA) das Nações Unidas. Foto: PMA/Hani Al Homsh

Mais de 600 mil sírios voltaram para casa este ano, diz agência da ONU

Mais de 600 mil sírios deslocados retornaram para suas casas nos primeiros sete meses de 2017, informou relatório publicado nesta sexta-feira (11) pela Organização Internacional para as Migrações (OIM).

Dados da OIM e de parceiros indicam que, do total de pessoas que retornaram, 84% estavam deslocadas dentro do próprio país, enquanto o restante retornou de Turquia, Líbano, Jordânia e Iraque. Segundo a agência da ONU, ainda não é possível afirmar que se trata de uma tendência duradoura.

Daniel, migrante camaronês, é fotografado em Agadez, no Níger. Ele saiu de seu país com o irmão e seu tio, mas foi detido e torturado na Líbia. Foto: ACNUR/Louise Donovan

Refugiados e migrantes são vítimas de trabalho forçado e cárcere em rotas que levam à Líbia

Daniel conhece bem os perigos das estradas que levam para a Líbia. Desde que saiu do Camarões com destino à Europa, no início do ano, sua vida se transformou em uma jornada arriscada. Acompanhado do tio e do irmão gêmeo, esse camaronense de 26 anos conversou com a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) sobre os caminhos que teve de percorrer e sobre os abusos por que passou para tentar atravessar o Mediterrâneo.

Jovens da Gâmbia em Pozzallo, na Sicília. Foto: UNICEF/Gilbertson

UNICEF: perigos na terra natal são principal causa de movimentos migratórios de crianças

Em relatório que avalia as variáveis por trás da migração infantil, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) revela que 75% dos jovens migrantes e refugiados vivendo na Europa decidiram deixar seus países de origem desacompanhados. Para a maioria, porém, a viagem não tinha como destino inicial o continente. Documento aponta que deslocamento é motivado mais por perigos nas comunidades de origem do que por desejo de ir para o território europeu.

Funcionária da OIM conversa com uma migrante em um centro de recepção. Foto: OIM

ONU faz apelo para melhorar proteção de refugiados e migrantes em travessias perigosas

Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) pediu 412 milhões de dólares para ajudar a melhorar a proteção de refugiados e migrantes que cruzam o Deserto do Saara e o Mar Mediterrâneo, bem como para apoiar países europeus que prestam assistência a solicitantes de asilo.

Nos seis primeiros meses deste ano, mais de 2.171 refugiados e migrantes morreram ou estão desaparecidos no Mediterrâneo, enquanto comunicado do UNICEF criticou medidas na Itália que podem piorar ainda mais a situação de resgate.

Já a Organização Internacional para as Migrações (OIM) alertou que cerca de 80% das migrantes nigerianas que chegam à Europa pela costa da Itália são vítimas potenciais do tráfico sexual, destacando os níveis “chocantes” de abuso e violência enfrentados por meninas e mulheres da Nigéria.

O presidente da FNP e prefeito de Campinas, Jonas Donizzete, e o coordenador-residente da ONU no Brasil, Niky Fabiancic, firmaram acordo de parceria em Brasília. Foto: PNUD/Vivian Doherty

ONU Brasil e Frente Nacional dos Prefeitos reforçam parceria pelo desenvolvimento sustentável

O coordenador-residente da ONU no Brasil, Niky Fabiancic, e o presidente da Frente Nacional de Prefeitos (FNP) e prefeito de Campinas (SP), Jonas Donizette, firmaram na terça-feira (4) um memorando de entendimento com o objetivo de criar um marco de cooperação, além de facilitar e fortalecer a colaboração para promoção e alcance dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Filme "After Spring", de Steph Ching e Ellen Martinez (EUA), selecionado no concurso de 2016. Foto: Divulgação

Cineastas brasileiros podem concorrer a prêmio internacional de filmes sobre migração

A Organização Internacional para as Migrações (OIM) recebe até 17 de setembro inscrições para um concurso internacional de cinema sobre migração. Podem concorrer cineastas profissionais e amadores de 92 países, entre eles o Brasil, que submetam filmes de ao menos 25 minutos sobre o tema “a promessa e os desafios da migração e a contribuição dos migrantes para suas novas comunidades”.

Serão aceitos filmes que desafiem as percepções negativas e os estereótipos sobre os migrantes e retratem ações positivas e receptivas das comunidades de acolhimento.

Em Belo Horizonte, jovens realizam uma partida de 'queimado' temática, para discutir questões de gênero e orgulho LGBTI. Imagem de 2016. Foto: Mídia Ninja (CC)

Em dia internacional, ONU defende igualdade de direitos e mais acesso a serviços para pessoas LGBTI

Por ocasião do Dia Internacional contra a Homofobia, a Transfobia e a Bifobia, lembrado nesta quarta-feira (17), dirigentes da ONU fizeram um apelo por mais respeito ao amor em toda a sua diversidade. Agências da ONU defenderam o fim da discriminação, ainda responsável por excluir pessoas LGBTI dos serviços de saúde, do mercado de trabalho e da proteção institucional para famílias e casais.

No Brasil, representantes das Nações Unidas alertaram para a violência motivada pela orientação sexual em evento na sede nacional do organismo, localizada em Brasília.

Cerca de 19 milhões de pessoas precisam de assistência no Iêmen, sendo que mais da metade depende da ajuda para sobreviver. Foto: Giles Clarke/OCHA

Ataque contra cidade e porto no Iêmen pode comprometer capacidade humanitária, alerta OIM

“Caso o ataque aconteça, a expectativa é que, no mínimo, cerca de 400 mil pessoas fujam da cidade [de Al Hudaydah], aumentando a situação já desesperadora de mais de 2 milhões de pessoas deslocadas e suas comunidades de acolhimento afetadas pelo conflito”, alertou o diretor de operações e emergências da Organização Internacional para as Migrações, Mohammed Abdiker. Cerca de 19 milhões de pessoas precisam de assistência no país, sendo que mais da metade depende da ajuda para sobreviver.

Haitianos em São Paulo. Foto: EBC

ONU e sociedade civil pedem sanção sem vetos da Lei de Migração

Mais de 100 entidades da sociedade civil e organizações internacionais como as Nações Unidas enviaram na semana passada (26) uma carta ao presidente brasileiro, Michel Temer, pedindo a sanção sem vetos da chamada Lei de Migração, já aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal.

A nova lei garante acesso igualitário e livre a trabalho, benefícios sociais e seguridade social a migrantes, eliminando discriminações e garantindo a eles os mesmos direitos assegurados aos brasileiros, como participar de protestos e se filiar a sindicatos.