O retorno voluntário assistido e a reintegração é um componente indispensável da abordagem integrada à gestão da migração. O objetivo é promover o retorno e a reintegração de migrantes que não podem ou não querem permanecer em seus países de acolhimento – de modo ordenado e humano – e desejam regressar voluntariamente aos seus países de origem. A implementação bem-sucedida desses programas requer a cooperação e a participação de uma ampla gama de interlocutores – incluindo migrantes, sociedade civil e governos, tanto nos países anfitriões quanto nos países de origem. As parcerias entre a Organização Internacional para as Migrações (OIM) e várias partes interessadas nacionais e internacionais são essenciais para a implementação efetiva desses programas, desde a fase de pré-retorno até a etapa de reintegração.

Agência da ONU promove retorno voluntário e reintegração de migrantes; vídeo

O retorno voluntário assistido e a reintegração é um componente indispensável da abordagem integrada à gestão da migração. O objetivo é promover o retorno e a reintegração de migrantes que não podem ou não querem permanecer em seus países de acolhimento – de modo ordenado e humano – e desejam regressar voluntariamente aos seus países de origem.

A implementação bem-sucedida desses programas requer a cooperação e a participação de uma ampla gama de interlocutores – incluindo migrantes, sociedade civil e governos, tanto nos países anfitriões quanto nos países de origem.

As parcerias entre a Organização Internacional para as Migrações (OIM) e várias partes interessadas nacionais e internacionais são essenciais para a implementação efetiva desses programas, desde a fase de pré-retorno até a etapa de reintegração. Confira nesse vídeo.

Resgate de migrantes náufragos provenientes da Nigéria, Paquistão, Síria, Sudão, Etiópia e Malásia na costa da Itália. Foto: ACNUR/D’Amato

UNODC: contrabando de migrantes afetou 2,5 milhões de pessoas no mundo em 2016

Ao menos 2,5 milhões de migrantes foram alvo de contrabando em 2016, de acordo com o primeiro estudo global sobre o tema, lançado pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) nesta quarta-feira (13).

Segundo a Organização Internacional para as Migrações (OIM), há milhares de mortes provocadas por atividades de contrabando de migrantes a cada ano. Muitos morrem afogados, enquanto outros morrem devido a acidentes ou condições extremas. Segundo os registros, o Mediterrâneo parece ser a rota mais mortal, com cerca de 50% do total de mortes.

Migrantes e refugiados resgatados no Mediterrâneo, perto da costa da Sicília, na Itália. Foto: OIM/Francesco Malavolta

ONU elogia decisão da Espanha de acolher embarcação com mais de 600 migrantes

A Organização Internacional para as Migrações (OIM) elogiou nesta terça-feira (12) a decisão da Espanha de oferecer porto seguro a mais de 600 migrantes — incluindo crianças e mulheres grávidas — que estavam aguardando resgate a bordo de uma embarcação desde domingo (10). A decisão ocorreu depois de a Itália ter recusado a entrada do barco no país.

“Estou contente com o fato de a Espanha ter se apresentado para desarmar esta crise, mas temo uma grande tragédia se os Estados começarem a recusar migrantes resgatados”, disse o diretor-geral da OIM, William Lacy Swing.

Passaportes de diferentes países. Foto: Flickr (CC)/Baigal Byamba

Agências da ONU divulgam estratégia de identificação de passageiros para voos internacionais

No Brasil, a Organização Internacional para as Migrações (OIM) e a Organização da Aviação Civil Internacional (ICAO) promoveram nesta semana dois eventos para divulgar boas práticas de controle de fronteiras e identificação de viajantes. Em atividades no Itamaraty, em Brasília, agências da ONU abordaram estratégias para garantir que todos os países das Américas tenham capacidade de saber quem chega aos seus territórios.

Por meio de jogos e exercícios, os indígenas Waraos e Eñepas aprenderam como usar o equipamento de vídeo e escolheram temas e histórias que gostariam de registrar em seus filmes. Foto: OIM

OIM promove festival em Roraima para apresentar vídeos feitos por indígenas venezuelanos

Mais de 300 indígenas venezuelanos dos grupos étnicos Warao e Eñepas, autoridades locais e representantes de organizações não governamentais reuniram-se no fim de maio (31) no abrigo de Pintolândia em Boa Vista, Roraima, para uma edição especial do Festival Global de Cinema sobre Migração.

O evento foi realizado pela Organização Internacional para as Migrações (OIM), parceiros locais e autoridades para apresentar dois vídeos feitos por 20 migrantes indígenas após curso de quatro dias promovido pela OIM e pelo festival.

Representantes dos Ministérios do Trabalho, Justiça, Relações Exteriores, Polícia Federal, Comitê Nacional para os Refugiados e Defensoria Pública da União discutem os desafios de implementação da nova lei de migração. Foto: ASCOM/DPU

Agência da ONU e governo capacitam defensores públicos do Brasil em direito migratório

Em Brasília, a Organização Internacional para as Migrações (OIM) e a Defensoria Pública da União (DPU) realizaram nesta semana um treinamento para 30 defensores de dez estados distintos. Formação, que começou na quarta-feira (6) e se encerra nesta sexta (8), discutiu os desafios do Brasil na implementação da sua nova Lei de Migração.

Aulas e debates também abordaram fluxos de deslocamento na América do Sul e os direitos de migrantes vulneráveis, como pessoas LGBTI, indígenas e sem moradia.

Vítimas de tráfico humano. Foto: ONU/Martine Perret

No Brasil, especialistas veem fragilização de serviços para mulheres vítimas de tráfico de pessoas

O Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) participou no início do mês de encontro para debater a assistência dada pelo Brasil a vítimas de tráfico internacional. Evento em Brasília reuniu representantes do Judiciário e do Executivo para discutir marcos sul-americanos que podem melhorar políticas públicas do país. Especialistas alertaram para momento de fragilização das instituições que prestam serviços para quem sofreu esse tipo de violação.

Venezuelanos desembarcam em Cuiabá - Foto: Silvia Sander/ACNUR

ONU Brasil apoia nova interiorização de cidadãos venezuelanos para Cuiabá

O governo federal levou mais 29 venezuelanas e venezuelanos de Boa Vista (RR) para Cuiabá (MT). O processo de interiorização de solicitantes de refúgio e migrantes vindos da Venezuela é uma das linhas de ações da Força Tarefa Humanitária em Roraima, apoiada pelo Sistema ONU no Brasil.

Com o voo desta terça-feira (15), já são 527 pessoas que foram levadas para as cidades de São Paulo, Manaus e Cuiabá.

O processo conta com o apoio técnico da Agência da ONU para Refugiados, da Organização Internacional para as Migrações e do Fundo de População das Nações Unidas.

Venezuelanos em atividade de registro administrativo promovido pelo governo da Colômbia e agências da ONU. Foto: ACNUR/Johanna Reina

Parceria entre Colômbia e ONU já incluiu quase 204 mil migrantes venezuelanos em cadastro nacional

Com pouco mais de um mês, programa de cadastramento mapeou tendências entre a população vinda da Venezuela. Dos migrantes já registrados, 23% são crianças e apenas 49% dos meninos e meninas em idade escolar estão estudando. A quase totalidade (98%) dos venezuelanos registrados não é afiliada ao sistema de saúde.

Cerca de nove em cada dez expressaram sua intenção de permanecer na Colômbia. Iniciativa tem apoio da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e da Organização Internacional para as Migrações (OIM).

OIM ajuda grupo de etíopes a retornar para casa. Migrantes decidiram deixar o Iêmen após chegar ao país. Foto: OIM

Migrantes no Iêmen vivem situação ‘terrível e desumana’, diz agência da ONU

Após visita ao Iêmen, o diretor de Operações e Emergências da Organização Internacional para as Migrações (OIM), Mohammed Abdiker, alertou nesta semana (8) que estrangeiros que chegam ao país vivem uma “situação desumana e terrível”. Em 2017, quase 100 mil indivíduos chegaram ao território iemenita, palco da “pior crise humanitária do mundo”, lembrou o especialista da agência da ONU.

Jogador português Cristiano Ronaldo. Foto: Flickr (CC)/RCuerda29

ARTIGO: Quando pensamos em migrantes, por que não incluir Einstein e Cristiano Ronaldo?

Em artigo publicado na imprensa britânica, o pesquisador da Organização Internacional para as Migrações (OIM), Jasper Dag Tjaden, lembra que estrelas do futebol, gênios da ciência e astros de Hollywood estão entre os 258 milhões de migrantes espalhados pelo mundo. Mas personalidades famosas não são vistas da mesma maneira que outros indivíduos e trabalhadores que cruzam fronteiras, o que mostra como as percepções sobre os fenômenos migratórios estão distorcidas.

Equipes do ACNUR identificam pessoas interessadas, enquanto OIM e UNFPA prestam informações prévias ao embarque, garantindo que as pessoas tomem decisões conscientes sobre a mudança para outras partes do país. Foto: ACNUR/João Paulo Machado

Venezuelanos chegam a Manaus e São Paulo com apoio da ONU

Com o apoio do Sistema ONU no Brasil, o governo federal concluiu nesta sexta-feira (4) uma nova etapa da estratégia de interiorização de solicitantes de refúgio e migrantes venezuelanos que estão em Roraima. No início da manhã, um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) decolou de Boa Vista levando 233 homens, mulheres e crianças para as cidades de Manaus (AM) e São Paulo (SP).

Ao chegar às novas cidades de residência, todos foram acomodados em abrigos administrados por instituições da sociedade civil e, no caso de São Paulo, também pelo poder público municipal, onde foram registrados e alocados em dormitórios. A estratégia, que tem caráter voluntário, busca criar melhores condições de integração para os venezuelanos que estão vivendo no Brasil.

Em abril, venezuelanos desembarcaram em São Paulo no primeiro processo de interiorização apoiado por agências da ONU - Foto: Reynesson Damasceno/ACNUR

Com apoio do Sistema ONU no Brasil, segunda fase de interiorização leva venezuelanos para Manaus e São Paulo

O governo federal, com apoio do Sistema ONU no Brasil, realiza nesta sexta-feira (4) o segundo deslocamento de venezuelanos de Roraima para outros estados. As cidades de destino desta nova fase do processo de interiorização são Manaus (AM) e São Paulo (SP).

A iniciativa busca ajudar venezuelanos a procurar novas oportunidades em outras localidades do Brasil.

O trabalho tem apoio de três agências da ONU: a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), a Organização Internacional para as Migrações (OIM) e o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA).

Mulheres e crianças aguardam ajuda em Cox's Bazar, Bangladesh, onde vivem 1 milhão de refugiados rohingya. Foto: OIM/Olivia Headon

Relatora da ONU alerta para escalada de violência em Mianmar

Alertando para uma forte escalada das hostilidades na província de Kachin, em Mianmar, uma especialista em direitos humanos da ONU pediu na terça-feira (1) que todas as partes garantam maior proteção aos civis.

Segundo a imprensa internacional, o conflito em Kachin envolve insurgentes que fazem parte da minoria que batiza o estado. Há anos o país enfrenta confrontos entre o governo central, dominado pela maioria budista, e diferentes grupos étnicos e religiosos.

Nesta semana, o Conselho de Segurança da ONU concluiu missão em Bangladesh e Mianmar, verificando de perto o sofrimento de centenas de milhares de refugiados rohingya que atravessaram a fronteira entre os dois países para escapar da violência.

Venezuelanos caminham pela estrada de Pacaraima até Boa Vista, capital de Roraima. Aqueles que não podem pagar o transporte público fazem a viagem de mais de 200 quilômetros a pé. Foto: ACNUR/Reynesson Damasceno

Mais da metade dos migrantes venezuelanos não quer ficar no Brasil, diz OIM

A maioria dos venezuelanos que cruzam a fronteira com o Brasil é homem e tem entre 25 e 49 anos. Mais da metade diz que espera seguir para o sul do continente, especialmente para Argentina e Chile. Cerca de dois terços citam razões econômicas ou laborais como principais razões para a viagem; cerca de um quinto afirma que sua motivação foi a falta de alimentos e de serviços médicos.

Essas são algumas das conclusões de estudo divulgado nesta sexta-feira (27) pela Organização Internacional para as Migrações (OIM) com informações sobre o fluxo de venezuelanos a Roraima. A pesquisa mostrou também que 28% dos venezuelanos entrevistados sofreram violência verbal, física ou sexual no Brasil.

Profissionais da OIM estão divulgando informações para migrantes no Chile entenderem processo de regularização. Foto: OIM

Agência da ONU ajuda Chile a regularizar situação de 300 mil migrantes

O Chile deu início nesta semana (23) a um plano para regularizar a situação de migrantes vivendo em insegurança jurídica no país. Projeto tem o apoio da Organização Internacional para as Migrações (OIM), que espera ajudar 300 mil estrangeiros a normalizar seu status. Em 2017, a nação sul-americana tinha quase 1 milhão de migrantes em seu território, número que equivale a 5,5% de toda a população.

Venezuelanos que vivem na Praça Simón Bolívar, em Boa Vista, fazem fila para receber alimentos fornecidos por membros da comunidade local. Foto: ACNUR/Reynesson Damasceno

Universidade de Roraima e agências da ONU inauguram centro de serviços para refugiados e migrantes

A Universidade Federal de Roraima (UFRR) e agências da ONU no Brasil inauguram nesta sexta-feira (20/04), em Boa Vista, um centro de referência voltado para o atendimento de pessoas refugiadas e migrantes. O objetivo do centro é prestar serviços de orientação, proteção e integração aos cidadãos venezuelanos e de outras nacionalidades que chegam ao estado de Roraima, além de atividades para a comunidade local. Cedido pela UFRR, o espaço funcionará no campus da universidade e não será destinado ao abrigamento de pessoas.

Vítimas de tráfico humano. Foto: ONU/Martine Perret

ONU começa curso online sobre tráfico de pessoas para 720 fiscais e juízes sul-americanos

A Organização Internacional para as Migrações (OIM) deu início neste mês (11) a um curso online sobre inquéritos judiciais de casos de tráfico de pessoas. Formação vai até dezembro e é voltada para funcionários dos governos do Brasil, Bolívia, Colômbia, Chile, Equador e Peru. Iniciativa visa criar rede regional de investigadores, juízes e fiscais que trabalham no combate a esse tipo de crime.

Resposta humanitária no Brasil se intensifica diante da crescente chegada de venezuelanos

Mais de 800 venezuelanos cruzam a fronteira brasileira todos os dias, de acordo com as estimativas mais recentes do governo federal. À medida que a complexa situação política e socioeconômica na Venezuela piora, os venezuelanos que chegam ao Brasil precisam urgentemente de comida, abrigo e assistência médica. Também são muitos que demandam proteção internacional.

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) está trabalhando com autoridades para identificar os venezuelanos dispostos a se mudar voluntariamente de Roraima para outras partes do Brasil. A interiorização fornecerá soluções de longo prazo às pessoas necessitadas e trará alívio a pressão sobre as comunidades e serviços locais no estado. Dois voos, operados pela Força Aérea Brasileira, partiram de Boa Vista esta semana. O primeiro transportou 104 venezuelanos para São Paulo (SP). O segundo deve ocorrer nesta sexta-feira (6) com destino a São Paulo e Cuiabá (MT).

Migrantes e refugiados cruzam Mediterrâneo para chegar à Europa. Foto: Marinha Italiana/M. Sestini

Nova iniciativa de agências da ONU combate tráfico de migrantes

A Organização Internacional para as Migrações (OIM) e o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) lançaram na terça-feira (27), em Viena, uma plataforma conjunta para combater o tráfico de migrantes.

A iniciativa encoraja os principais atores a unir forças para, entre outras medidas, reforçar as capacidades dos Estados-membros de desmantelar redes criminosas de tráfico de migrantes, ampliando a assistência às vítimas e apoiando o desenvolvimento das estratégias de prevenção e planos de ação.

Vencedores recebem prêmio em cerimônia promovida pela OIM em Buenos Aires. Foto: OIM

ONU premia jornalistas brasileiras por cobertura sobre migração e direitos humanos

A Organização Internacional para as Migrações (OIM) reconheceu neste mês o trabalho de duas repórteres brasileiras, que participaram do Prêmio Sul-Americano de Jornalismo sobre Migração. Ângela Bastos, do Diário Catarinense, foi uma dos vencedores da premiação pela reportagem Fronteira Aberta, sobre migrantes e refugiados do Haiti, Senegal e Síria. Carolina Holland, do G1, recebeu menção honrosa por matéria sobre o desemprego entre mulheres haitianas em Cuiabá.

Menina toma água em assentamento de Kutupalong, em Cox’s Bazar, Bangladesh. Foto: OIM/Muse Mohammed

ARTIGO: Água e migração — implicações para formuladores de políticas públicas

Em artigo, especialistas da Organização Internacional para as Migrações (OIM) abordam o impacto da escassez de água nas migrações e as políticas públicas necessárias para abordar o tema em escala global.

“A falta de segurança hídrica aumenta significativamente o potencial de migração, principalmente devido a seu impacto no bem-estar e nos meios de subsistência”, disseram os especialistas. Leia o artigo completo.

Voluntários fornecem tratamento para tuberculose. Foto: OPAS

OIM destaca liderança dos migrantes no combate à tuberculose no mundo

A tuberculose continua sendo a principal causa de morte provocada por um agente infeccioso único no mundo, de acordo com o Relatório Mundial sobre Tuberculose 2017. A cada dia, surgem 28 mil novos casos e 4,5 mil mortes relacionadas à doença.

Casos não detectados de tuberculose geralmente ocorrem entre populações mais vulneráveis — migrantes, pessoas deslocadas internamente, refugiados e outras comunidades afetadas por crises, alertou a Organização Internacional para as Migrações (OIM).

Diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), José Graziano da Silva. Foto: FAO/Alessia Pierdomenico

Antecipar problemas de água pode aliviar pressão migratória, diz estudo da FAO

Em uma mensagem de vídeo dirigida ao 8º Fórum Mundial da Água, realizado em Brasília, o diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), José Graziano da Silva, alertou que dois terços da população mundial vivem em condições de escassez severa de água pelo menos uma parte do ano.

Ele apresentou um novo estudo da FAO e de parceiros que pede que se evite um “agravamento mútuo” dos vínculos entre a escassez de água e a migração. Evidências sugerem que os investimentos públicos em adaptação agrícola podem atenuar os fatores adversos da migração rural, argumento o documento.

Jovens de todo o mundo de até 25 anos podem inscrever vídeos de até cinco minutos no Festival Plural+. Organizado pela Aliança de Civilizações das Nações Unidas (UNAOC) e a Organização Internacional para as Migrações (OIM), o Festival busca vídeos criativos sobre inclusão social, migrantes, respeito à identidade, à diversidade e aos direitos humanos, bem como prevenção da xenofobia. Prazo é dia 3 de junho.

Abertas inscrições do Festival de Vídeo da ONU Plural+ para jovens de até 25 anos

Jovens de todo o mundo de até 25 anos podem inscrever vídeos de até cinco minutos no Festival Plural+. Organizado pela Aliança de Civilizações das Nações Unidas (UNAOC) e a Organização Internacional para as Migrações (OIM), o Festival busca vídeos criativos sobre inclusão social, migrantes, respeito à identidade, à diversidade e aos direitos humanos, bem como prevenção da xenofobia. Prazo é dia 3 de junho.

Agência da ONU para Migrações, OIM, desenvolveu um aplicativo para ajudar migrantes de todo o mundo. De forma personalizada, o #MigApp envia notícias e alertas em função das necessidades e localização geográfica do migrante cadastrado – como programar sua viagem, se informar sobre visto e questões de saúde, comparar custos de remessa de dinheiro ao exterior, entre outras facilidades.

Agência da ONU lança aplicativo para apoiar migrantes em todo o mundo

Agência da ONU para Migrações, OIM, desenvolveu um aplicativo para ajudar migrantes de todo o mundo. De forma personalizada, o #MigApp envia notícias e alertas em função das necessidades e localização geográfica do migrante cadastrado – como programar sua viagem, se informar sobre visto e questões de saúde, comparar custos de remessa de dinheiro ao exterior, entre outras facilidades.

Acesse o aplicativo em www.iom.int/migapp.

Países que integram a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) se comprometeram a combater o tráfico de pessoas. Foto: EBC

ONU disponibiliza dados sobre tráfico de pessoas em plataforma colaborativa gratuita

A Organização Internacional para as Migrações (OIM), uma agência das Nações Unidas, mantém uma plataforma colaborativa e gratuita com informações sobre tráfico humano. A página já recebeu mais de 80 mil contribuições. A instituição convida instituições não governamentais e governos a colaborar com o portal, disponibilizando informações úteis para profissionais, pesquisadores e gestores políticos.