Edifícios nos arredores de Wall Street. Foto: Michael Aston/Flickr (CC)

ARTIGO: Dez anos depois da quebra do Lehman Brothers — lições e desafios

Em artigo, a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, afirma que as consequências da crise financeira de 2008 e seu pesado custo sobre as pessoas comuns estão entre os fatores-chave para explicar a atual reação contra a globalização — particularmente nas economias avançadas — e a erosão da confiança no governo e em outras instituições. Leia o artigo completo.

A ONU Brasil realiza até setembro exposição no Rio com obras do artista paulistano Otávio Roth, que em 1978 criou e imprimiu xilogravuras que ilustram os trinta artigos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Foto: UNIC Rio/Pedro Andrade

Exposição no Rio reafirma importância da Declaração dos Direitos Humanos 70 anos após adoção

Ao completar 70 anos, a Declaração Universal dos Direitos Humanos permanece necessária e atual em um mundo marcado por crescentes conflitos, desigualdades sociais, racismo, deslocamento forçado e violência, especialmente contra ativistas.

A avaliação é de diplomatas, representantes do Sistema ONU e de organizações da sociedade civil presentes na abertura da exposição de xilogravuras do artista plástico brasileiro Otávio Roth, na quarta-feira (8), no Rio de Janeiro. A exposição fica no Centro Cultural Correios até 9 de setembro.

Artigo 1 da Declaração Universal dos Direitos Humanos / Acervo Otávio Roth

ONU inaugura no Rio exposição inédita com obras da Declaração Universal dos Direitos Humanos

A Organização das Nações Unidas (ONU) no Brasil, com apoio do Acervo Otávio Roth e o Centro Cultural Correios, inaugura nesta quarta-feira (8) a exposição 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, com obras de Otávio Roth.

Realizada pela primeira vez no Rio de Janeiro, a mostra apresenta 30 xilogravuras que traduzem os ideais de paz e igualdade defendidos nos artigos do documento. A entrada é franca.

A exposição fica em cartaz até 9 de setembro, das 12h às 19h.

Economia brasileira deve crescer 1,8% em 2018, de acordo com projeções do FMI. Foto: EBC

FMI reduz previsão de crescimento da economia brasileira para 1,8% em 2018

O Fundo Monetário Internacional (FMI) informou na segunda-feira (23) que o crescimento econômico brasileiro deve prosseguir em ritmo moderado este ano, impulsionado pelo consumo privado e pelo investimento. A alta do PIB em 2018 foi revisada para baixo, para 1,8%, devido às condições globais mais difíceis e à recente greve dos caminhoneiros.

O resultado incerto das eleições de 2018 também pode pesar no crescimento, segundo o organismo internacional. A inflação diminuiu para pisos recordes e a previsão do FMI é de que aumente para o centro da meta em 2019.

Ponte das Mulheres, em Buenos Aires. Foto: Geoff Livingston/Wikimedia Commons (CC)

FMI responde oito perguntas sobre plano de recuperação econômica da Argentina

A Argentina colocou em prática um novo plano econômico destinado a colocar a dívida do país em uma trajetória de queda sustentada, reduzir a inflação e reforçar a independência do banco central. A expectativa é de que o plano, apoiado por um acordo de 50 bilhões de dólares com o Fundo Monetário Internacional (FMI), ajude a restaurar a confiança do mercado na economia do país, a terceira maior da América do Sul.

Em entrevista, o chefe da missão do FMI na Argentina, Roberto Cardarelli, discute os detalhes do plano econômico. “Visa restaurar a confiança dos mercados financeiros e diminuir progressivamente as pressões sobre a capacidade do país de pagar suas contas”, declarou.

Bolsa de Nova Iorque, nos Estados Unidos. Foto: WikiCommons/Carlos Delgado

Em tempos de crise, crédito para estatais não cai, mas juros aumentam em 50 países, aponta FMI

Durante a crise financeira que teve início em 2008, a oferta de crédito para o setor público teve alta — o volume de empréstimos concedidos a estatais aumentou 8,5%. Mas a disponibilidade de recursos veio acompanhada de uma grande elevação dos juros. É o que revela um novo levantamento do Fundo Monetário Internacional (FMI), que analisou 18 mil empréstimos comerciais em 50 países para o período 2004-2011. Relatório foi divulgado neste mês (10).

Família pede ajuda nas ruas da cidade de Secunda, na província sul-africana de Mpumalanga. Foto: Jan Truter (CC, Flickr)

Relator da ONU pede que FMI proteja os mais pobres dos efeitos da austeridade

O Fundo Monetário Internacional (FMI) precisa fazer mais para proteger indivíduos mais vulneráveis e de baixa renda que acabam carregando o fardo das políticas de austeridade, disse nesta terça-feira (19) o relator especial da ONU para a pobreza extrema e os direitos humanos, Philip Alston.

“Agir para ajudar aqueles que não estão bem financeiramente têm até agora sido pouco mais do que uma reflexão tardia no trabalho do FMI no mundo todo. Mas se há pretensão de responder efetivamente nos anos futuros aos desafios de um mundo em que tanto a globalização quanto as democracias liberais continuam a ser atacadas, o FMI precisará de uma mentalidade diferente”, disse Alston.

Merkel e líderes de seis agências multilaterais pedem mais cooperação no comércio global. Foto: OMC

Merkel e líderes de agências multilaterais pedem maior cooperação no comércio global

A chanceler alemã, Angela Merkel, realizou reunião com chefes de seis agências multilaterais na segunda-feira (11) em Berlim para discutir formas de promover a cooperação econômica internacional para enfrentar os desafios globais e melhorar as perspectivas de crescimento inclusivo e sustentável.

“O aumento das tensões comerciais cria o risco de um grande impacto econômico, minando o mais forte período sustentado de crescimento comercial desde a crise financeira”, disse na ocasião o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), o brasileiro Roberto Azevêdo.

O presidente da Argentina, Mauricio Macri. Foto: Agência Brasil/Elza Fiúza

Argentina fecha acordo de US$ 50 bi com FMI; país se compromete a reduzir déficit fiscal

As autoridades argentinas e oficiais do Fundo Monetário Internacional (FMI) chegaram na quinta-feira (7) a um acordo para financiamento de 50 bilhões de dólares ao país. O empréstimo ainda precisa ser aprovado pelo Conselho Executivo do organismo internacional, que irá analisar nos próximos dias o plano econômico apresentado pela nação sul-americana.

A diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde, cumprimentou as autoridades argentinas pelo acordo. “Como enfatizamos anteriormente, trata-se de um plano concebido e desenhado pelo governo argentino, com o objetivo de fortalecer a economia e beneficiar todos os argentinos”, disse.

Em comunicado, FMI sugere reforma da previdência e maior consolidação fiscal para Brasil retomar crescimento. Foto: Agência Brasil

FMI: Brasil precisa buscar consolidação fiscal e reformas para retomar crescimento

Em comunicado após visita ao país, funcionários do Fundo Monetário Internacional (FMI) afirmaram que o Brasil precisa ir além de medidas recentes como a adoção de um teto de gastos federais e a reforma trabalhista para retomar o crescimento econômico.

Segundo o organismo internacional, o Brasil deve intensificar a consolidação fiscal e aprovar uma reforma previdenciária. “O repetido fracasso em aprovar uma forte reforma previdenciária, que é fundamental para garantir a sustentabilidade fiscal, continua sendo um risco fundamental”, disse o FMI em nota.

Ponte das Mulheres, em Buenos Aires. Foto: Geoff Livingston/Wikimedia Commons (CC)

FMI diz que empréstimo pedido pela Argentina impulsionará programa macroeconômico

O Conselho Executivo do Fundo Monetário Internacional (FMI) reuniu-se na sexta-feira (18) em Washington para uma reunião informal sobre o pedido feito por autoridades argentinas para receber apoio financeiro do organismo internacional.

Segundo a chefe do FMI, Christine Lagarde, a Argentina está enfrentando significativa volatilidade financeira, em parte devido ao aperto nas condições globais e também após a seca que minou a produção agrícola do país.

“É nesse contexto que as autoridades argentinas pediram nosso apoio para ajudar a conter essa volatilidade do mercado e proteger o crescimento, a criação de empregos e a coesão social no país.”

O FMI prevê crescimento de 2,3% para a economia brasileira este ano. Foto: EBC

FMI: demanda doméstica tem impulsionado retomada do crescimento na América Latina

O crescimento na América Latina e no Caribe está sendo retomado, graças à demanda doméstica mais forte. O ambiente global mais favorável também ajudou ao recuperar o preço das matérias-primas. Mas para garantir um crescimento mais durável com benefícios disseminados, a região precisa investir mais em setores-chave, como infraestrutura e educação, para impulsionar a produtividade no longo prazo, disse o Fundo Monetário Internacional (FMI) em relatório publicado na sexta-feira (11).

O FMI prevê crescimento de 2,3% para a economia brasileira este ano. Foto: EBC

FMI prevê crescimento de 2,3% para economia brasileira em 2018

A economia brasileira deve crescer 2,3% este ano e 2,5% em 2019, segundo projeções divulgadas na terça-feira (17) pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). O avanço do país ficará pouco acima da média regional latino-americana e caribenha, cuja alta prevista para 2018 é de 2%. No ano que vem, os países da região devem crescer em média 2,8%, de acordo com relatório do organismo internacional.

Enquanto a economia mundial continua a mostrar recuperação, o documento alertou para a possibilidade de turbulências adiante, causadas pelo aumento do protecionismo ou por guerras comerciais.

Comércio de rua. Foto: Agência Brasil/Rovena Rosa

FMI: 10% da mão de obra do Brasil trocou agricultura pelo setor de serviços nas últimas 2 décadas

Papel da agricultura, setor de serviços e indústria na geração de empregos é tema de novo relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI). Apesar do peso da agropecuária, a distribuição de postos de trabalho no Brasil por segmento está mais próxima das tendências de países ricos. Atividade industrial manteve participação estável na composição da mão de obra brasileira.

Em comunicado, FMI sugere reforma da previdência e maior consolidação fiscal para Brasil retomar crescimento. Foto: Agência Brasil

Seminário no Chile analisa finanças públicas latino-americanas e caribenhas

O Seminário Regional de Política Fiscal, um dos principais fóruns para a discussão de temas relacionados às finanças públicas dos países da América Latina e do Caribe, ocorre na semana que vem em Santiago, no Chile, com a presença de ministros da Economia da região.

Organizado pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), com o apoio do Fundo Monetário Internacional (FMI), o Banco Mundial e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), o evento ocorrerá na segunda e terça-feira (26 e 27) com transmissão ao vivo pela Internet.

Em comunicado, FMI sugere reforma da previdência e maior consolidação fiscal para Brasil retomar crescimento. Foto: Agência Brasil

ONU chama países em desenvolvimento a combater a evasão fiscal em prol dos objetivos globais

Os países precisam fortalecer a efetividade de seus regimes tributários para liberar recursos domésticos necessários para garantir a realização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e promover o crescimento econômico inclusivo, disseram na sexta-feira (16) as Nações Unidas e as principais organizações econômicas e financeiras internacionais.

“Peço à comunidade internacional que estabeleça mecanismos eficazes para combater a evasão fiscal, a lavagem de dinheiro e os fluxos financeiros ilícitos, para que os países em desenvolvimento possam mobilizar melhor seus próprios recursos”, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres.

A diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde, durante Fórum de Davos em 2013 Foto: Fórum Econômico Mundial/Michael Wuertenberg

FMI e Banco Mundial realizam cúpula em Washington sobre questões socioeconômicas globais

A cúpula anual dos conselhos de diretores do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional (FMI) ocorre até domingo (15) em Washington, nos Estados Unidos, para discutir o trabalho das instituições e questões globais como perspectivas econômicas, erradicação da pobreza e impulso ao desenvolvimento.

“Após anos de desempenho medíocre, a economia global deve ter crescimento mais forte este ano, de 3,6%, e esperamos que esse impulso positivo continue em 2018”, disse a diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde, durante o evento.

“Isso nos dá uma grande oportunidade de garantir a recuperação e expandi-la para aqueles que ainda não estão se beneficiando dela, e incluir aqueles que estão excluídos ou estão sob o risco de serem excluídos”, salientou.

Família pede ajuda nas ruas da cidade de Secunda, na província sul-africana de Mpumalanga. Foto: Jan Truter (CC, Flickr)

FMI discute ferramentas de política fiscal para crescimento inclusivo

Em relatório divulgado na quinta-feira (12), o Fundo Monetário Internacional (FMI) afirmou que as crescentes desigualdades e a desaceleração econômica no mundo todo ampliaram as discussões sobre políticas de apoio ao crescimento inclusivo.

Citando programas de transferência de renda da América Latina, como o brasileiro Bolsa Família, o relatório discute políticas fiscais de redução das desigualdades, entre elas a maior tributação do topo da pirâmide, a introdução da renda mínima universal e maiores investimentos em saúde e educação.

Economia brasileira deve crescer 1,8% em 2018, de acordo com projeções do FMI. Foto: EBC

FMI eleva projeção de crescimento da economia brasileira para 0,7% em 2017

O Fundo Monetário Internacional (FMI) elevou para 0,7% a projeção de crescimento da economia brasileira este ano, segundo relatório do organismo internacional publicado nesta terça-feira (10).

A projeção para o Brasil é uma das menores da América do Sul, ficando à frente somente de Equador, cuja expectativa é de crescimento de 0,2%, e da Venezuela, cujo PIB deve cair 12% este ano, de acordo com o FMI.

Em comunicado, FMI sugere reforma da previdência e maior consolidação fiscal para Brasil retomar crescimento. Foto: Agência Brasil

ARTIGO: Tornando o teto dos gastos viável e efetivo

Em artigo, o representante residente do Fundo Monetário Internacional (FMI) no Brasil e a economista sênior do Departamento de Finanças Públicas do órgão afirmam que o Brasil está saindo da recessão e deve voltar a crescer em 2017. No entanto, lembram que a crise deixou cicatrizes profundas nas finanças públicas.

Na opinião do FMI, o Brasil precisa avançar na implementação de reformas estruturais para permanecer dentro do limite do teto de gastos.

Projeção da CEPAL é de crescimento de 0,7% para o Brasil em 2017. Foto: UNCTAD.

Organizações econômicas pedem ao G20 impulso ao comércio internacional e apoio a trabalhadores

Organização Mundial do Comércio (OMC), Fundo Monetário Internacional (FMI) e Banco Mundial pediram aos dirigentes do G20 um impulso ao comércio internacional com a redução das barreiras alfandegárias e dos subsídios, enquanto simultaneamente busquem melhores políticas para apoiar trabalhadores que perderam seus empregos.

Em declaração divulgada antes do início da cúpula do G20, as organizações enfatizaram que o bem-estar econômico de bilhões de pessoas depende do comércio internacional e que uma profunda integração comercial acompanhada de políticas domésticas de apoio aos trabalhadores podem ajudar a impulsionar a renda e acelerar o crescimento global.

América Latina e Caribe devem retomar taxas mais expressivas de crescimento econômico em 2017. Foto: Banco Mundial

Brasil deve crescer 0,7% em 2017, revela Banco Mundial em nova previsão

O Banco Mundial anunciou nesta terça-feira (18), em Washington, que a economia da América Latina e do Caribe crescerá 1,5% em 2017 e 2,5% em 2018, após seis anos de desaceleração econômica regional, incluindo dois anos de recessão. Brasil e Argentina, que estão aos poucos saindo de um cenário de contração da economia, têm papel modesto nesse novo momento regional: devem crescer 0,7% e 3%, respectivamente. Em previsões anteriores publicadas em janeiro, o organismo financeiro calculava que o Brasil cresceria menos em 2017 (0,5%).

Da esquerda, o diretor-geral da OMC, Roberto Azevêdo; o presidente do Banco Mundial, Jim Yong Kim; a diretora-executiva do FMI, Christine Lagarde; e o CEO das Câmaras de Comércio da Alemanha, Martin Wansleben, no lançamento em Berlim do relatório ‘Tornando o comércio um motor de crescimento para todos’ Foto: OMC

ONU: políticas nacionais podem compensar impacto do desemprego causado pela concorrência no mercado

O comércio leva a ganhos de produtividade e benefícios significativos para os consumidores, especialmente os pobres, mas também pode ser responsável por deslocamentos de empregos que devem ser enfrentados através de políticas nacionais sólidas e capazes de ajudar a recuperação dos desempregados.

Foi o que afirmaram economistas da Organização Mundial do Comércio (OMC), do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial nessa semana (10) durante lançamento de relatório.

Foto: CEPAL

ONU divulgará novas estatísticas tributárias e fiscais da América Latina e Caribe na próxima semana

A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) lançará na próxima semana dois documentos com os mais recentes dados tributários e fiscais dos países da região. Relatórios serão divulgados no XXIX Seminário Regional de Política Fiscal, que acontece nos dias 23 e 24 de março, na sede da agência da ONU, em Santiago, no Chile. Evento poderá ser acompanhado pela internet.

Lançamento de Estudo Econômico será transmitido online e por videoconferência para o escritório da CEPAL no Brasil. Foto: Carlos Vera/CEPAL

Seminário da CEPAL discutirá no Chile desafios da política fiscal em cenário de baixo crescimento

Em sua 28ª edição, evento discutirá, entre outros temas, os desafios da política fiscal nos países da América Latina e Caribe diante da atual conjuntura de menor crescimento econômico. Também serão avaliados os progressos na região em matéria de reformas tributárias e de distribuição de renda. Durante o seminário, será apresentado o relatório “Estatísticas tributárias na América Latina e Caribe 2016”.