O FMI prevê crescimento de 2,3% para a economia brasileira este ano. Foto: EBC

FMI prevê crescimento de 2,3% para economia brasileira em 2018

A economia brasileira deve crescer 2,3% este ano e 2,5% em 2019, segundo projeções divulgadas na terça-feira (17) pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). O avanço do país ficará pouco acima da média regional latino-americana e caribenha, cuja alta prevista para 2018 é de 2%. No ano que vem, os países da região devem crescer em média 2,8%, de acordo com relatório do organismo internacional.

Enquanto a economia mundial continua a mostrar recuperação, o documento alertou para a possibilidade de turbulências adiante, causadas pelo aumento do protecionismo ou por guerras comerciais.

Comércio de rua. Foto: Agência Brasil/Rovena Rosa

FMI: 10% da mão de obra do Brasil trocou agricultura pelo setor de serviços nas últimas 2 décadas

Papel da agricultura, setor de serviços e indústria na geração de empregos é tema de novo relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI). Apesar do peso da agropecuária, a distribuição de postos de trabalho no Brasil por segmento está mais próxima das tendências de países ricos. Atividade industrial manteve participação estável na composição da mão de obra brasileira.

Relatório aborda relação entre crescimento econômico e confiança nas instituições. Foto: Agência Brasil

Seminário no Chile analisa finanças públicas latino-americanas e caribenhas

O Seminário Regional de Política Fiscal, um dos principais fóruns para a discussão de temas relacionados às finanças públicas dos países da América Latina e do Caribe, ocorre na semana que vem em Santiago, no Chile, com a presença de ministros da Economia da região.

Organizado pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), com o apoio do Fundo Monetário Internacional (FMI), o Banco Mundial e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), o evento ocorrerá na segunda e terça-feira (26 e 27) com transmissão ao vivo pela Internet.

Relatório aborda relação entre crescimento econômico e confiança nas instituições. Foto: Agência Brasil

ONU chama países em desenvolvimento a combater a evasão fiscal em prol dos objetivos globais

Os países precisam fortalecer a efetividade de seus regimes tributários para liberar recursos domésticos necessários para garantir a realização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e promover o crescimento econômico inclusivo, disseram na sexta-feira (16) as Nações Unidas e as principais organizações econômicas e financeiras internacionais.

“Peço à comunidade internacional que estabeleça mecanismos eficazes para combater a evasão fiscal, a lavagem de dinheiro e os fluxos financeiros ilícitos, para que os países em desenvolvimento possam mobilizar melhor seus próprios recursos”, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres.

A diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde, durante Fórum de Davos em 2013 Foto: Fórum Econômico Mundial/Michael Wuertenberg

FMI e Banco Mundial realizam cúpula em Washington sobre questões socioeconômicas globais

A cúpula anual dos conselhos de diretores do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional (FMI) ocorre até domingo (15) em Washington, nos Estados Unidos, para discutir o trabalho das instituições e questões globais como perspectivas econômicas, erradicação da pobreza e impulso ao desenvolvimento.

“Após anos de desempenho medíocre, a economia global deve ter crescimento mais forte este ano, de 3,6%, e esperamos que esse impulso positivo continue em 2018”, disse a diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde, durante o evento.

“Isso nos dá uma grande oportunidade de garantir a recuperação e expandi-la para aqueles que ainda não estão se beneficiando dela, e incluir aqueles que estão excluídos ou estão sob o risco de serem excluídos”, salientou.

Família pede ajuda nas ruas da cidade de Secunda, na província sul-africana de Mpumalanga. Foto: Jan Truter (CC, Flickr)

FMI discute ferramentas de política fiscal para crescimento inclusivo

Em relatório divulgado na quinta-feira (12), o Fundo Monetário Internacional (FMI) afirmou que as crescentes desigualdades e a desaceleração econômica no mundo todo ampliaram as discussões sobre políticas de apoio ao crescimento inclusivo.

Citando programas de transferência de renda da América Latina, como o brasileiro Bolsa Família, o relatório discute políticas fiscais de redução das desigualdades, entre elas a maior tributação do topo da pirâmide, a introdução da renda mínima universal e maiores investimentos em saúde e educação.

Economia brasileira deve crescer 2,2% em 2018, de acordo com projeções da CEPAL. Foto: EBC

FMI eleva projeção de crescimento da economia brasileira para 0,7% em 2017

O Fundo Monetário Internacional (FMI) elevou para 0,7% a projeção de crescimento da economia brasileira este ano, segundo relatório do organismo internacional publicado nesta terça-feira (10).

A projeção para o Brasil é uma das menores da América do Sul, ficando à frente somente de Equador, cuja expectativa é de crescimento de 0,2%, e da Venezuela, cujo PIB deve cair 12% este ano, de acordo com o FMI.

Relatório aborda relação entre crescimento econômico e confiança nas instituições. Foto: Agência Brasil

ARTIGO: Tornando o teto dos gastos viável e efetivo

Em artigo, o representante residente do Fundo Monetário Internacional (FMI) no Brasil e a economista sênior do Departamento de Finanças Públicas do órgão afirmam que o Brasil está saindo da recessão e deve voltar a crescer em 2017. No entanto, lembram que a crise deixou cicatrizes profundas nas finanças públicas.

Na opinião do FMI, o Brasil precisa avançar na implementação de reformas estruturais para permanecer dentro do limite do teto de gastos.

Projeção da CEPAL é de crescimento de 0,7% para o Brasil em 2017. Foto: UNCTAD.

Organizações econômicas pedem ao G20 impulso ao comércio internacional e apoio a trabalhadores

Organização Mundial do Comércio (OMC), Fundo Monetário Internacional (FMI) e Banco Mundial pediram aos dirigentes do G20 um impulso ao comércio internacional com a redução das barreiras alfandegárias e dos subsídios, enquanto simultaneamente busquem melhores políticas para apoiar trabalhadores que perderam seus empregos.

Em declaração divulgada antes do início da cúpula do G20, as organizações enfatizaram que o bem-estar econômico de bilhões de pessoas depende do comércio internacional e que uma profunda integração comercial acompanhada de políticas domésticas de apoio aos trabalhadores podem ajudar a impulsionar a renda e acelerar o crescimento global.

América Latina e Caribe devem retomar taxas mais expressivas de crescimento econômico em 2017. Foto: Banco Mundial

Brasil deve crescer 0,7% em 2017, revela Banco Mundial em nova previsão

O Banco Mundial anunciou nesta terça-feira (18), em Washington, que a economia da América Latina e do Caribe crescerá 1,5% em 2017 e 2,5% em 2018, após seis anos de desaceleração econômica regional, incluindo dois anos de recessão. Brasil e Argentina, que estão aos poucos saindo de um cenário de contração da economia, têm papel modesto nesse novo momento regional: devem crescer 0,7% e 3%, respectivamente. Em previsões anteriores publicadas em janeiro, o organismo financeiro calculava que o Brasil cresceria menos em 2017 (0,5%).

Da esquerda, o diretor-geral da OMC, Roberto Azevêdo; o presidente do Banco Mundial, Jim Yong Kim; a diretora-executiva do FMI, Christine Lagarde; e o CEO das Câmaras de Comércio da Alemanha, Martin Wansleben, no lançamento em Berlim do relatório ‘Tornando o comércio um motor de crescimento para todos’ Foto: OMC

ONU: políticas nacionais podem compensar impacto do desemprego causado pela concorrência no mercado

O comércio leva a ganhos de produtividade e benefícios significativos para os consumidores, especialmente os pobres, mas também pode ser responsável por deslocamentos de empregos que devem ser enfrentados através de políticas nacionais sólidas e capazes de ajudar a recuperação dos desempregados.

Foi o que afirmaram economistas da Organização Mundial do Comércio (OMC), do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial nessa semana (10) durante lançamento de relatório.

Foto: CEPAL

ONU divulgará novas estatísticas tributárias e fiscais da América Latina e Caribe na próxima semana

A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) lançará na próxima semana dois documentos com os mais recentes dados tributários e fiscais dos países da região. Relatórios serão divulgados no XXIX Seminário Regional de Política Fiscal, que acontece nos dias 23 e 24 de março, na sede da agência da ONU, em Santiago, no Chile. Evento poderá ser acompanhado pela internet.

Lançamento de Estudo Econômico será transmitido online e por videoconferência para o escritório da CEPAL no Brasil. Foto: Carlos Vera/CEPAL

Seminário da CEPAL discutirá no Chile desafios da política fiscal em cenário de baixo crescimento

Em sua 28ª edição, evento discutirá, entre outros temas, os desafios da política fiscal nos países da América Latina e Caribe diante da atual conjuntura de menor crescimento econômico. Também serão avaliados os progressos na região em matéria de reformas tributárias e de distribuição de renda. Durante o seminário, será apresentado o relatório “Estatísticas tributárias na América Latina e Caribe 2016”.