Imagine que você precisa identificar um copo de água do mar entre centenas de copos de água potável apenas olhando para eles. Quase impossível! Mas e se o copo com água do mar tivesse um ponto vermelho – um marcador – nele? Você resolveria o enigma imediatamente. Achar o marcador é exatamente o que novos desenvolvimentos na ciência agora permitem que os criadores de plantas façam. Agora – com apoio da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) e da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) –, eles podem usar técnicas modernas de sequenciamento de DNA para determinar toda a composição genética das plantas.

VÍDEO: Como a ciência nuclear beneficia os criadores de plantas?

Imagine que você precisa identificar um copo de água do mar entre centenas de copos de água potável apenas olhando para eles. Quase impossível!

Mas e se o copo com água do mar tivesse um ponto vermelho – um marcador – nele? Você resolveria o enigma imediatamente.

Achar o marcador é exatamente o que novos desenvolvimentos na ciência agora permitem que os criadores de plantas façam. Agora – com apoio da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) e da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) –, eles podem usar técnicas modernas de sequenciamento de DNA para determinar toda a composição genética das plantas.

Assista a esta animação e descubra como.

Participante de evento do Dia Mundial das Abelhas na sede da FAO, em Roma. Foto: FAO

No Dia Mundial das Abelhas, ONU alerta para queda global do número de polinizadores

Se você acha que está muito ocupado, pense nas abelhas do mundo. Elas, junto a outros insetos e animais, são responsáveis pela polinização de mais de 75% das principais culturas alimentares do planeta.

Neste Dia Mundial das Abelhas, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) alertou que polinizadores estão sob ameaça e seu volume está caindo por conta das atividades humanas.

Produtor rural na República Democrática do Congo (RDC). Foto: ONU Meio Ambiente

Práticas agrícolas resilientes a desastres geram ganhos econômicos, diz relatório

Amplos ganhos econômicos por meio de práticas agrícolas resilientes a desastres e de fácil implementação são possíveis, de acordo com estudo da agência de agricultura das Nações Unidas divulgado na segunda-feira (13).

Por meio de testes ao longo de anos em mais de 900 fazendas espalhadas por dez países, a FAO afirmou que muitas inovações agrícolas de baixo custo estão dentro do alcance de agricultores pobres. Estas inovações também são muito mais do que barreiras contra desastres.

Exemplos incluem plantação de mangues para proteger áreas costeiras de enchentes e alterar formas de coleta de água e sistemas de irrigação.

O comércio líquido de produtos agrícolas na América Latina alcançará 60 bilhões de dólares, uma valor três vezes mais alto do que o registrado em 2000. Foto: SMCS/Jaelson Lucas

FAO pede fortalecimento de parcerias público-privadas para acabar com a fome

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) pediu nesta quarta-feira (15) que países adotem medidas para atrair mais investimentos privados, a fim de superar o déficit de financiamento na promoção do desenvolvimento sustentável.

De acordo com a agência da ONU, as oportunidades de negócios no cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) relacionados à alimentação podem ter um valor de 2,3 bilhões de dólares para o setor privado até 2030.

Produção de milho no Brasil. Foto: Agência Brasil/Elza Fiúza

Brasil deve se tornar 2º maior exportador global de milho, diz FAO

As primeiras indicações para a safra 2019-2020 mostram que as exportações de milho do Brasil chegaram a 29,5 milhões de toneladas, 15% a mais do que no biênio 2018-2019, de acordo com o mais recente panorama global da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

Divulgada neste mês, a publicação revela que o volume exportado e as estimativas futuras tornariam o Brasil o segundo maior exportador de milho do mundo, atrás apenas dos EUA.

Estiagem de 2001 arrasou produção agropecuária na Nicarágua. Foto: FAO

ARTIGO: O divisor de águas

Em artigo publicado na imprensa brasileira, o chefe da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), José Graziano da Silva, alerta para o agravamento das secas e estiagens, que ameaçam a segurança alimentar e a produção da população rural.

Dirigente aponta que a convivência com a falta d’água será fenômeno comum em muitas partes do mundo — o que exigirá políticas públicas para lidar com o estresse hídrico e uma visão que considere a água como um bem comum.

FAO alerta: 70% das crianças que trabalham estão na agricultura; vídeo

FAO alerta: 70% das crianças que trabalham estão na agricultura; vídeo

O trabalho infantil é definido como o trabalho que é inapropriado na infância – ou, mais especificamente, o trabalho que afeta a educação de uma criança ou que pode prejudicar sua saúde, segurança ou moral.

Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), cerca de 70% de todas as crianças trabalhadoras estão na agricultura – pecuária, silvicultura, pesca ou aquicultura. Isso representa um aumento de 12%, ou 10 milhões de meninas e meninos, desde 2012.

Equipe de avaliação da FAO e do PMA visita o condado de Unpa, em Hwanghae do Norte, na Coreia do Norte, em abril de 2019. Foto: PMA/James Belgrave

Safras fracas resultam em escassez de alimentos para 10 milhões de norte-coreanos

Mais de 10 milhões de norte-coreanos estão sofrendo com uma “severa escassez de alimentos” após a pior colheita em uma década, de acordo com uma avaliação de segurança alimentar das Nações Unidas divulgada no início de abril (3).

Safras fracas por conta de ondas de calor e enchentes durante a temporada significam que pessoas afetadas não terão comida suficiente até a próxima colheita.

A avaliação para a Coreia do Norte é baseada em dados coletados pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e pelo Programa Mundial de Alimentos (PMA), que realizaram missões no país no mês passado e em novembro de 2018.

Um pastor e seu rebanho em uma zona rural de Marrocos, um dos países na linha de frente do combate aos impactos da mudança climática. Foto: Banco Mundial/Scott Wallace

FAO aponta cinco ações para um mundo sem fome em tempos de mudanças climáticas

Com as mudanças extremas de temperatura, o impacto da mudança climática em nosso planeta e em nossas vidas não passa despercebido. A fome está em ascensão no mundo e as principais causas estão ligadas à variabilidade e aos extremos climáticos.

Condições imprevisíveis estão dificultando a produção dos alimentos necessários para uma população em crescimento, mas ainda há tempo para agir, segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

Menina em Guaribas, no sul do Piauí, cidade escolhida para lançar o programa Fome Zero em 2003 no Brasil. Foto: Agência Brasil

FAO participa de debate na Câmara dos Deputados sobre extinção do CONSEA

O direito humano à alimentação adequada e os impactos da medida provisória que extinguiu o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (CONSEA) foram tema de audiências públicas promovidas em abril pelo Congresso Nacional.

No dia 25, no plenário da Câmara dos Deputados, o representante da FAO no Brasil, Rafael Zavala, considerou necessário um diálogo com diferentes setores para que sejam definidas as estratégias de promoção de uma alimentação saudável no país.

“Existe a necessidade urgente de analisar os eventuais impactos da extinção do CONSEA no combate à fome e, especialmente, frente aos desafios impostos pela obesidade. Globalmente, essa nova epidemia tem custado cerca de 2,5 trilhões de dólares aos cofres dos sistemas nacionais de saúde pública”, alertou.

Comitê lança publicação com recomendações e estratégias sobre uso de medicamentos e “medicalização da vida”. Foto: ONU

Doenças resistentes a medicamentos poderão causar 10 milhões de mortes por ano no mundo

Uma pesquisa da ONU revelou na segunda-feira (29) que, até 2050, 10 milhões de pessoas no mundo poderão morrer a cada ano devido a doenças resistentes a medicamentos. Segundo o levantamento, infecções que não respondem a remédios já são responsáveis por pelos menos 700 mil óbitos anualmente. Dessas mortes, 230 mil são causadas por formas de tuberculose capazes de sobreviver a diferentes fármacos.

Sertão do Nordeste. Foto: Wikicommons/Flickr/Maria Hsu

Nordeste brasileiro está entre ‘territórios esquecidos e invisíveis’ da América Latina e Caribe, diz FAO

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) alertou na terça-feira (23) para a persistência da fome e da pobreza em “territórios esquecidos” dentro de países da América Latina e Caribe. O Nordeste brasileiro foi citado pela agência da ONU como exemplo de região que sofre com esses problemas, apesar dos avanços econômicos e sociais do Brasil.

De acordo com o censo demográfico mais recente, as mulheres rurais são responsáveis pela renda de 42,2% das famílias do campo no Brasil.. Foto: Banco Mundial/Andrea Borgarello

FAO lista sete maneiras de ampliar acesso de mulheres rurais à tecnologia

As Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) melhoram a vida dos pequenos agricultores de diversas maneiras, desde o monitoramento de safras até o acompanhamento dos preços de mercado e a disseminação de boas práticas para facilitar o acesso a serviços bancários.

No entanto, muito desse potencial permanece inexplorado, particularmente no caso das mulheres, que desempenham um papel fundamental na produção agrícola, mas também enfrentam desigualdades digital, rural e de gênero. Muitas vezes, elas tendem a ter menos acesso às TIC, o que as deixa em desvantagem.

Diante desse cenário, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) listou sete maneiras de ampliar o acesso de mulheres rurais às Tecnologias de Informação e Comunicação.

Salão de entrada do Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. Foto: UNIC Rio/Gustavo Barreto

Nova exposição do Museu do Amanhã discute alimentação do futuro

Questionando o público brasileiro sobre como alimentaremos a população do futuro, a exposição Prato do Mundo, no Museu do Amanhã, abriu suas portas na sexta-feira (12) no Rio de Janeiro (RJ) abordando o tema por meio de arte e interatividade.

Em parceria com Instituto de Desenvolvimento e Gestão (IDG) e com colaboração da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), a exposição leva visitantes a refletir sobre formas de alimentar uma população crescente com qualidade nutricional, diversidade de produção e sustentabilidade.

Em dezembro de 2017, a Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou resolução criando a Década da ONU para a Agricultura Familiar (2019-2028). Foto: MDA

Agências de alimentação da ONU lançarão em maio Década para a Agricultura Familiar

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e o Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA) realizam no fim de maio em Roma, na Itália, o lançamento oficial da Década das Nações Unidas para a Agricultura Familiar.

A agricultura familiar produz mais de 80% dos alimentos consumidos no mundo e, ao mesmo tempo, contribui para ampliar a sustentabilidade ambiental da agricultura, preservando e restaurando a biodiversidade e os ecossistemas.

A finalidade da Década é focar os esforços da comunidade internacional com vistas a trabalhar, coletivamente, na formulação e implementação de políticas econômicas, ambientais e sociais voltadas à criação de um ambiente propício e ao fortalecimento da agricultura familiar.

Quase dois terços das pessoas que passam fome aguda estão em apenas oito países: Afeganistão, Etiópia, Nigéria, República Democrática do Congo, Sudão do Sul, Sudão, Síria e Iêmen. Foto: FAO

Fome aguda afeta 113 milhões de pessoas no mundo, diz relatório da ONU

Um relatório apresentado nesta terça-feira (2), conjuntamente por União Europeia, Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e Programa Mundial de Alimentos (PMA), concluiu que cerca de 113 milhões de pessoas em 53 países tiveram insegurança alimentar aguda em 2018, na comparação com 124 milhões em 2017.

A insegurança alimentar aguda ocorre quando a incapacidade de uma pessoa de consumir alimentos adequados coloca em perigo imediato sua vida ou seus meios de subsistência. Apesar do recuo em 2018, o número de pessoas no mundo que enfrentam crise alimentar se manteve acima dos 100 milhões nos últimos três anos, e o volume de países afetados aumentou.

À esquerda, o chefe da FAO, José Graziano da Silva. À direita, o papa Francisco. Foto: FAO

Acesso à água é indispensável para erradicar fome, diz chefe da FAO em carta ao papa Francisco

Em carta enviada ao papa Francisco neste mês (1º), o chefe da FAO, o brasileiro José Graziano da Silva, ressaltou que o acesso à água potável e ao saneamento é indispensável para a eliminação da pobreza e da fome.

Os dados mais recentes das Nações Unidas mostram que cerca de 4 bilhões de pessoas — quase dois terços da população mundial — enfrentam escassez grave de água pelo menos um mês ao ano.

Aula de culinária promovida na FAO em dezembro de 2018 com o chef Gianfranco Pascucci. Foto: FAO/Alessandra Benedetti

ONU celebra papel dos chefs na promoção de dietas saudáveis e diversificadas

Em evento em Paris, na França, dirigentes da ONU celebraram neste mês (22) o papel central dos chefs de cozinha na promoção de uma alimentação mais nutritiva e culturalmente diversa. As Nações Unidas lançaram a publicação ‘Chefs como agentes da mudança’, que ressalta o poder da gastronomia em integrar as dimensões de saúde, sociais, culturais e ambientais da alimentação.

“A gastronomia é cada vez mais uma área de grande interesse e os chefs são atores que podem moldar a opinião pública e influenciar os consumidores”, defendeu o chefe da FAO, José Graziano da Silva.

Agricultores coletam água potável no vilarejo de Badnoogo, em Burkina Faso. Foto: Banco Mundial/Dominic Chavez

Em dia mundial, ONU pede acesso universal a serviços de água e saneamento

Dirigentes da ONU pediram nesta sexta-feira (22), Dia Mundial da Água, que países “não deixem ninguém para trás” no acesso a serviços de água potável e saneamento básico.

Atualmente, estima-se que 2,1 bilhões de pessoas no mundo vivam sem água própria para o consumo humano.

Organização alerta que degradação ambiental, crescimento populacional e mudanças climáticas poderão agravar desafios de oferta e disponibilidade dos recursos hídricos.

Mata fechada na Amazônia peruana. Foto: Flickr (CC)/Joseph King

Em dia internacional, ONU defende educação sobre florestas para preservar recursos naturais

No Dia Internacional das Florestas, lembrado nesta quinta-feira (21), a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) defende a educação sobre esses ecossistemas como estratégia para preservar os recursos naturais do planeta

Cerca de 90% de todas as espécies terrestres de seres vivos são encontradas nas florestas, que oferecem não apenas um habitat para a biodiversidade, mas também uma série de serviços ecossistêmicos para os humanos.

Rede Xique Xique é uma articulação de trabalhadoras rurais que busca manter os princípios da agroecologia e da economia solidária para a produção, comercialização e consumo. Foto: ONU Mulheres

Igualdade de gênero é essencial para mundo sem fome e pobreza, dizem agências da ONU

Evento realizado pelas agências de alimentação das Nações Unidas com sede em Roma, na Itália, para lembrar o Dia Internacional das Mulheres discutiu no início do mês (8) a importância da igualdade de gênero para o combate às desigualdades sociais e para a erradicação da fome e da pobreza no mundo.

O encontro, organizado por Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola (FIDA) e Programa Mundial de Alimentos (PMA), teve como foco o tema da ONU para a data: “Pensar em igualdade, construir de forma inteligente e inovar para a mudança”.

Participantes de Assembleia da ONU para o Meio Ambiente fazem um minuto de silêncio em homenagem às vítimas da queda de um avião da Ethiopian Airlines. Foto: ONU Meio Ambiente

ONU lamenta queda de avião na Etiópia; 22 funcionários da Organização morreram

O secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou estar “profundamente triste” com a queda neste domingo do avião da Ethiopian Airlines, que deixou todas as 157 pessoas a bordo mortas, incluindo pelo menos 22 funcionários das Nações Unidas.

Aeronave caiu logo após decolar da capital da Etiópia, Adis Abeba. O destino do voo era Nairóbi, no Quênia, onde teve início nesta segunda-feira a Assembleia da ONU para o Meio Ambiente.

De acordo com o censo demográfico mais recente, as mulheres rurais são responsáveis pela renda de 42,2% das famílias do campo no Brasil.. Foto: Banco Mundial/Andrea Borgarello

FAO lança quarta edição da campanha ‘Mulheres Rurais, Mulheres com Direitos’

“Pensar em igualdade, construir de forma inteligente, inovar para a mudança” é o lema da quarta edição da campanha Mulheres Rurais, Mulheres com Direitos, que a Organização para a Alimentação e a Agricultura das Nações Unidas para a América Latina e Caribe (FAOALC) lança nesta sexta-feira (8).

A desigualdade de gênero e a discriminação contra as mulheres é uma das causas estruturais da pobreza rural e um dos maiores desafios para os países da América Latina e do Caribe.

A pobreza rural afeta mais as mulheres do que os homens: entre 2007 e 2014, o índice de mulheres inseridas na pobreza rural na região aumentou de 108,7 para 114. Por sua vez, o índice de mulheres em extrema pobreza aumentou de 113 para 114,9 no mesmo período.

Foto: FAO/Giulio Napolitano

ONU declara Década sobre Restauração de Ecossistemas

A Assembleia Geral das Nações Unidas declarou o período 2021-2030 como a Década da ONU sobre Restauração de Ecossistemas. A nova data é uma oportunidade única para a criação de empregos, a segurança alimentar e o enfrentamento da mudança climática.

A restauração pode remover até 26 gigatoneladas de gases de efeito estufa da atmosfera. Duas agências da ONU – ONU Meio Ambiente e FAO – lideram a implementação da Década.

Projetos de Argentina e El Salvador concorreram em edições anteriores do Prêmio de Tecnologia Social na categoria internacional. Foto: Fundação Banco do Brasil.

Agências da ONU apoiam prêmio nacional e internacional de tecnologias sociais

O Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, considerado um dos principais do terceiro setor no país, chegou à décima edição em cerimônia de lançamento realizada na segunda-feira (25), em Brasília (DF).

As inscrições estarão abertas até 21 de abril. Podem participar entidades sem fins lucrativos, como instituições de ensino e de pesquisa, fundações, cooperativas, organizações da sociedade civil e órgãos governamentais de direito público ou privado, legalmente constituídas no Brasil ou nos demais países da América Latina ou do Caribe.

Nesta edição, o concurso conta com cooperação da representação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) no Brasil, e apoio da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), do Ministério da Cidadania e Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

Indígena da etnia Bororo Boé durante os Jogos Mundiais dos Povos Indígenas. Foto: Agência Brasil/Marcelo Camargo

Especialistas defendem que conhecimentos indígenas são essenciais para enfrentar mudanças climáticas

Em fórum realizado neste mês em Manágua, na Nicarágua, representantes de organismos internacionais e de povos indígenas da América Latina e Caribe defenderam os conhecimentos que essas populações têm a oferecer para o combate às mudanças climáticas e aos problemas ambientais. Reunião foi promovida pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e parceiros.

Abelhas podem visitar cerca de 7 mil flores por dia. Foto: PEXELS

FAO alerta que desaparecimento da biodiversidade ameaça produção de alimentos

A expansão de atividades produtivas insustentáveis, como a agropecuária intensiva, é uma das causas do desaparecimento da biodiversidade no mundo, o que por sua vez poderá comprometer a produção de alimentos e o próprio desempenho do setor agrícola no futuro. A conclusão é de relatório divulgado nesta sexta-feira (22) pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

Graziano (centro) fez o chamado em uma reunião de alto nível co-presidida pela presidente do 73º período de sessões da Assembleia Geral das Nações Unidas, María Fernanda Espinosa (à direita, de verde). Foto: FAO

FAO pede esforços das cidades para garantir alcance dos objetivos globais até 2030

O diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), o brasileiro José Graziano da Silva, pediu na segunda-feira (19) que as cidades do mundo todo redobrem seus esforços para transformar em realidade local os compromissos mundiais sobre segurança alimentar, nutrição e mudanças climáticas.

“Para implementar a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, o compromisso político dos líderes mundiais não é suficiente. Precisamos também da plena participação das autoridades locais. No fim das contas, é no nível local em que a gente vive, come, usa água ou joga o lixo”, disse.

Para o chefe da FAO, os residentes das cidades não podem ser considerados meros consumidores de alimentos, e as comunidades rurais não devem ser vistas exclusivamente como produtoras. É importante oferecer aos agricultores familiares um melhor acesso a serviços, infraestruturas e mercados, e criar as condições para que os habitantes das cidades consumam alimentos mais frescos e nutritivos, baseados em cadeias alimentares curtas, reduzindo a quantidade de alimentos perdidos ou desperdiçados.

Parceria entre Brasil, Guiné-Bissau e ONU vai melhorar sistema de alimentação escolar do país africano. Foto: PMA/Ramin Rafirasme

Políticas contra fome devem incluir incentivos a dietas saudáveis, defende FAO

A luta pela erradicação da fome no mundo precisa de uma abordagem que inclua também o direito a uma alimentação saudável, defendeu na sexta-feira passada (15) o diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), José Graziano da Silva. Em palestra na Faculdade de Direito da Universidade da Califórnia (UCLA), em Los Angeles, o dirigente alertou para a epidemia de obesidade e sobrepeso no mundo.

Papa Francisco foi à sede da FAO em Roma, na Itália. Foto: FAO/Alessandra Benedetti

Líderes mundiais devem colocar tecnologia ‘a serviço dos pobres’, defende papa Francisco

Em Roma, na sede da FAO, o Papa Francisco pediu avanços nesta quinta-feira (14) no uso da inovação e empreendedorismo para erradicar a má nutrição no mundo e transformar comunidades rurais. O pontífice, porém, alertou que “as novas tecnologias não devem ir contra as culturas locais e o conhecimento tradicional”. Ao contrário, defendeu o chefe da Santa Sé, devem ser complementares a saberes e práticas locais.

O objetivo do Pacto de Milão é criar uma rede de cidades comprometidas com o desenvolvimento e a implementação de sistemas alimentares sustentáveis. Foto: PEXELS (CC)/Daria Shevtsova

Conferência pede cooperação internacional para evitar contaminação por alimentos no mundo

Maior cooperação internacional é necessária para evitar que a contaminação de alimentos siga causando problemas de saúde na população mundial e, consequentemente, dificultando o progresso do desenvolvimento sustentável.

Essa foi a pauta da abertura da primeira Conferência Internacional de Segurança Alimentar organizada por União Africana (UA), Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e Organização Mundial da Saúde (OMS) em Addis Abeba, Etiópia.

Alimentos contaminados com bactérias, vírus, parasitas, toxinas ou produtos químicos são responsáveis pelo adoecimento de mais de 600 milhões e pela morte de 420 mil pessoas por ano. As doenças ligadas a alimentos inseguros sobrecarregam os sistemas de saúde e prejudicam as economias, o comércio e o turismo.

Camponesa no Senegal. Foto: FAO

FAO busca US$940 mi para combater insegurança alimentar no mundo

À medida que os números globais da fome continuam a subir, impulsionados pela proliferação de conflitos e choques climáticos, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) busca 940 milhões de dólares para salvar as vidas e os meios de subsistência de algumas das populações mais expostas à insegurança alimentar no mundo.

Em 2019, a FAO espera alcançar mais de 32 milhões de pessoas que dependem da agricultura para sua sobrevivência e sustento através de uma série de intervenções que visam impulsionar a produção local de alimentos e melhorar a nutrição, fortalecendo a resistência das comunidades às crises.