Os atuais sistemas alimentares oferecem uma abundância de alimentos ultra-processados que são muito mais baratos e fáceis de consumir do que alimentos frescos e nutritivos, segundo a FAO. Foto: WikiCommons/lyzadanger/Diliff

ARTIGO: Já existem mais obesos que famintos

Em artigo publicado no jornal Valor Econômico, o diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), José Graziano da Silva, comenta os resultados de novo relatório global da ONU sobre fome e outras formas de malnutrição no mundo.

Ele lembra haver fatores que explicam a relação direta entre insegurança alimentar e obesidade. “Por exemplo: quando as pessoas têm menos recursos para obter alimentos, elas optam pelos mais econômicos e acessíveis. Os atuais sistemas alimentares oferecem uma abundância de alimentos ultra-processados que são muito mais baratos e fáceis de consumir do que alimentos frescos e nutritivos”. Leia o artigo completo.

Pandemia levará mais de 34 milhões de pessoas à pobreza extrema em 2020. Foto: Jan Truter (CC, Flickr)

Fome aumenta no mundo e atinge 820 milhões de pessoas, diz relatório da ONU

Cerca de 820 milhões de pessoas em todo o mundo não tiveram acesso suficiente a alimentos em 2018, frente a 811 milhões no ano anterior, no terceiro ano consecutivo de aumento. O dado representa um imenso desafio para alcançar o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) número 2, que prevê fome zero até 2030, advertiu nesta segunda-feira (15) a nova edição do relatório anual “O estado da segurança alimentar e da nutrição no mundo”.

“Nossas medidas para abordar essas tendências preocupantes terão que ser mais enérgicas, não apenas em escala, mas também em termos de colaboração multissetorial”, disseram oficiais de Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA), Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Programa Mundial de Alimentos (PMA) e Organização Mundial da Saúde (OMS) no documento.

As aulas serão ministradas por especialistas internacionais da FAO que abordarão aspectos sobre sanidade e inocuidade dos produtos pesqueiros destinados ao mercado europeu. Foto: ONU/Martine Perret.

FAO organiza workshop para indústrias de aquicultura e pesca em Itajaí (SC)

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), junto com a Secretaria de Aquicultura e Pesca do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), promovem, a partir da próxima segunda-feira (15), o Workshop Internacional de Capacitação das Indústrias de Aquicultura e Pesca para o Mercado Europeu.

O evento, uma ação conjunta entre FAO, MAPA e Sindicato dos Armadores e das Indústrias de Pesca de Itajaí e Região (SINDIPI), promoverá uma série de cursos que ocorrerão entre os dias 15 a 19 de julho, na sede do sindicato, em Itajaí (SC).

Obesidade no Brasil será discutida em conferência da FAO na Jamaica. Foto: Flickr/Tony Alter (CC)

ONU vê ‘epidemia de obesidade’ na América Latina e Caribe

As Nações Unidas e a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) alertaram na segunda-feira (8) que a América Latina e o Caribe vivem uma “epidemia de obesidade”.

De 1975 a 2016, a América Latina e o Caribe viram o sobrepeso saltar de 33,4% para quase 60%. Há cerca de quatro décadas, a obesidade afetava 8,6% dos cidadãos da região — agora, estima-se que um em cada quatro sofra do problema.

Mercado de alimentos em San Lucas Tolimán, na Guatemala. Foto: Banco Mundial/Curt Carnemark

FAO: América Latina e Caribe vão responder por mais de 25% das exportações agrícolas globais até 2028

Até 2028, a América Latina e o Caribe vão responder por mais de 25% das exportações globais de produtos agrícolas e pesqueiros, segundo um novo relatório da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Publicação ressalta expansão do protagonismo regional em meio à desaceleração na produção e nas trocas em nível mundial.

A peste suína africana (PSA) é altamente contagiosa e pode causar fortes impactos na criação de porcos. Foto: AIEA/Laura Gil Martinez

Peste suína coloca em risco subsistência de milhões no leste e sudeste da Ásia

A rápida propagação da peste suína africana (PSA) no leste e sudeste da Ásia está ameaçando a segurança alimentar e os meios de subsistência de milhões de lares na região que dependem da criação de porcos, afirmou na terça-feira (2) a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

Pequenos criadores representam uma proporção significativa da produção de carne suína na vasta região, e o surto é uma preocupação especial para estes produtores, que podem não ter o conhecimento e os fundos necessários para proteger seus animais da doença.

A PSA é uma doença viral contagiosa que afeta porcos e javalis selvagens, causando febres altas, hemorragias internas e é quase sempre fatal dentro de poucas semanas. Ainda não há tratamento ou vacina disponível para a doença, que é inofensiva para humanos.

Fome na América Latina e Caribe preocupa universidades da região. Foto: PMA/Alejandra León

FAO pede renovação da vontade política para acabar com a fome na América Latina e Caribe

A vontade política é o ingrediente fundamental e necessário para erradicar a fome e todas as formas de malnutrição — incluindo o sobrepeso e a obesidade — na América Latina e Caribe, afirmou nesta semana (25) o diretor-geral da FAO, o brasileiro José Graziano da Silva. Apesar dos progressos contra a fome na primeira década deste século, a região vê um cenário recente de estagnação no combate à desnutrição.

Foto de capa do vídeo: Unsplash/Mark Kucharski

FAO apoia investimento responsável na agricultura e nos sistemas alimentares; vídeo

Conheça neste vídeo a importância do investimento responsável na agricultura e nos sistemas alimentares para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e, em particular, o ODS 2, para a ‘Fome Zero’.

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) apoia na identificação, revisão, desenvolvimento e implementação de políticas, incentivos e marcos legais que promovam o investimento responsável nos níveis nacional e regional.

Atividade no Rio debate alimentação saudável com jovens. Foto: PEXELS

Guias alimentares podem ajudar a melhorar a dieta da população

A obesidade quase triplicou em todo o mundo desde 1975 e com ela aumentaram os problemas de saúde como diabetes, doenças cardíacas e certos tipos de câncer. Esta tendência não se limita aos países de alta renda. Em países de renda baixa e média, o número de pessoas obesas e com excesso de peso está crescendo a um ritmo ainda mais acelerado. Ao mesmo tempo, em muitos casos, tais países também enfrentam altas taxas de nanismo e deficiências de micronutrientes.

No momento em que a obesidade está aumentando, as orientações dietéticas são ainda mais importantes. Com base nos últimos dados disponíveis, os guias são recomendações de um país para que a população coma melhor e tenha mais saúde.

O site da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) contém a mais completa coleção de guias alimentares de todo o mundo. Mais de 100 países já escreveram guias alimentares adaptados às suas respectivas situações alimentares e populações.

Lixo plástico ao longo da costa de Cingapura. Foto: Flickr (CC)/vaidehi shah

FAO lista cinco maneiras de reduzir nossa dependência do plástico

O plástico é tão comum em nossas vidas que nem percebemos mais — é conveniente, barato e onipresente. A infeliz verdade é que mais de 70% do plástico que usamos não é reciclado e grande parte desse lixo é arrastado de nossas praias para os oceanos ou é levado das ruas para os rios. Estima-se que, atualmente, 5 trilhões de unidades de plástico flutuem em nossos oceanos.

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) listou cinco maneiras de reduzir o uso de plásticos no dia a dia.

Qu Dongyu, novo diretor-geral da FAO. Foto: FAO/Alessia Pierdomenico

Países elegem vice-ministro da Agricultura da China para chefia da FAO

O atual vice-ministro da China para Agricultura e Assuntos Rurais, Qu Dongyu, foi eleito no domingo (23) o novo diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO). O dirigente assumirá o cargo em 1º de agosto, sucedendo o brasileiro e atual chefe da FAO, José Graziano da Silva. Qu Dongyu traz para a agência da ONU mais de 30 anos de experiência em ciência e governança agrícolas.

Jovem coleta água no vilarejo de Douly, no Senegal, onde a FAO implementa o projeto '1 milhão de cisternas para o Sahel'. Foto: FAO/Eduardo Soteras

Em dia mundial, FAO defende inovação tecnológica para combater impacto das secas na agricultura

Em pronunciamento em Roma, na Itália, para o Dia Mundial de Combate à Desertificação e à Seca, o chefe da FAO, José Graziano da Silva, ressaltou nesta segunda-feira (17) que os agricultores e o setor agrícola são os que mais sofrem com esses fenômenos, arcando em média com 80% das perdas e danos provocados por estiagens. Especialista pediu a aplicação de tecnologias inovadoras para evitar prejuízos e devastação dos sistemas alimentares.

Agricultores familiares no Rio de Janeiro. Foto: GERJ/Paulo Filgueiras

ARTIGO: Agricultura familiar e sustentabilidade

Em artigo publicado no jornal Valor Econômico, o diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), José Graziano da Silva, afirma que a
Década das Nações Unidas para Agricultura Familiar 2019-2028 “abre uma extraordinária janela de oportunidades”, em meio ao processo de reconhecimento global da importância dos agricultores familiares para o desenvolvimento sustentável, no contexto da Agenda 2030 e dos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS).

O principal objetivo da Década é promover a elaboração e implementação de marcos normativos e políticas públicas específicas para a agricultura familiar, disse Graziano. Leia o artigo completo.

A ONU designou duas de suas agências, a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) para liderar os esforços de promoção da segurança dos alimentos no mundo. Foto: PEXELS (CC)

FAO lista cinco passos para uma alimentação segura

Sem acesso universal a alimentos seguros, a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável não poderá ser cumprida. Estima-se que 600 milhões de pessoas adoeçam anualmente ao comer alimentos contaminados por bactérias, vírus, toxinas ou produtos químicos — dessas, 420 mil morrem.

No Dia Mundial da Segurança dos Alimentos, celebrado em 7 de junho, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) destacou o papel crucial da segurança alimentar na promoção da saúde e na erradicação da fome.

Em entrevista à ONU News, Bela Gil comentou sua participação no Simpósio Internacional sobre o Futuro dos Alimentos. Foto: Reprodução/Daryan Dornelles

Chefs de cozinha têm papel relevante na defesa da biodiversidade, diz Bela Gil

Os chefs de cozinha do mundo todo têm papel relevante na defesa da biodiversidade, no combate ao desperdício de alimentos e no ativismo alimentar. A opinião é da culinarista brasileira Bela Gil, que participou na terça-feira (11) de evento em Roma na sede da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

Em entrevista à ONU News, Bela Gil comentou sua participação no Simpósio Internacional sobre o Futuro dos Alimentos, onde defendeu a atuação dos chefs de cozinha na transformação dos sistemas alimentares. Leia e assista ao vídeo da entrevista.

O Centro de Excelência contra a Fome trabalha para aprimorar políticas públicas de segurança alimentar e nutricional nos países em desenvolvimento. Foto: Prefeitura do Rio de Janeiro

FAO pede mais incentivos e leis públicas para impulsionar dietas saudáveis

Em Roma para a abertura do simpósio internacional ‘O Futuro dos Alimentos’, o chefe da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), José Graziano da Silva, pediu nesta segunda-feira (10) que países adotem incentivos e leis públicas para promover dietas saudáveis. Medidas incluem tanto estímulos para que o setor privado produza alimentos mais nutritivos, quanto taxações de produtos pouco saudáveis e controle da publicidade.

A ONU designou duas de suas agências, a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) para liderar os esforços de promoção da segurança dos alimentos no mundo. Foto: PEXELS (CC)

Em dia mundial, OPAS alerta para importância de garantir segurança dos alimentos

No Dia Mundial da Segurança dos Alimentos, lembrado pelas Nações Unidas nesta sexta-feira (7), a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS) lembra que a data visa fortalecer os esforços para garantir que os alimentos que comemos sejam seguros. A cada ano, uma em cada dez pessoas no mundo (cerca de 600 milhões de pessoas) adoece e 420 mil morrem após ingerir alimentos contaminados por bactérias, vírus, parasitas ou substâncias químicas.

O tema da data este ano é a responsabilidade de todos em garantir a segurança dos alimentos. A inocuidade dos alimentos contribui para segurança alimentar, saúde humana, prosperidade econômica, agricultura, acesso ao mercado, turismo e desenvolvimento sustentável.

Pescadores no Vietnã. Foto: FAO/Hoang Dinh Nam

Chefe da FAO elogia tratado internacional de combate à pesca ilegal

O diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), José Graziano da Silva, cumprimentou na segunda-feira (3) os mais de 100 países comprometidos com o combate à pesca insustentável e ilegal, chamando a rápida adoção do Acordo de Medidas do Estado do Porto (PSMA) para prevenir, deter e eliminar pesca ilegal, não declarada e não regulamentada (IUU, na sigla em inglês) de uma “conquista fantástica”.

O PSMA, um tratado internacional intermediado pela FAO, entrou em vigor em 2016. Hoje, 87 países fazem parte.

“Hoje vejo uma sala cheia de mais delegados do que há dois anos”, disse Graziano em um pronunciamento no Segundo Encontro das Partes do PSMA, realizado no Chile para discutir como otimizar a implementação do tratado.

Com a pandemia, governos federal, estaduais e municipais tiveram que readequar normas e desenvolver estratégias para dar continuidade à entrega de alimentos a estudantes. Foto: Prefeitura do Rio de Janeiro

FAO: alimentação escolar é estratégica no alcance do desenvolvimento sustentável

Gestores de 19 países da América Latina e Caribe e dirigentes de agências das Nações Unidas reuniram-se esta semana no Rio de Janeiro (RJ) para discutir a alimentação escolar e a Década de Ação sobre a Nutrição, durante o I Fórum da Rede de Alimentação Escolar Sustentável.

Ao fim do evento, foi elaborada uma carta endereçada ao I Fórum Regional do Pacto de Milão, reconhecendo que as Políticas de Alimentação Escolar (PAE) permitem aos países alcançar objetivos em diferentes áreas estratégicas, como educação, saúde, agricultura, desenvolvimento social, territorial e ambiental.

“A alimentação escolar é estratégica no alcance dos resultados de desenvolvimento sustentável, abrangendo diversos setores e com mecanismos de inclusão econômica e social que combatem a obesidade e a fome”, disse Rafael Zavala, representante da FAO no Brasil.

Abertura do 1º Fórum Regional das Cidades Latino-Americanas Signatárias do Pacto de Milão sobre Política de Alimentação Urbana, no Rio de Janeiro (RJ). Foto: FAO

FAO: ambientes rurais e urbanos devem se unir para garantir segurança alimentar

Ambientes rurais e urbanos devem se relacionar de forma engajada para atingir os objetivos globais de garantir segurança alimentar e nutrição para todos, assim como combater as mudanças climáticas.

A avaliação foi feita pelo diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), José Graziano da Silva, em mensagem de vídeo para a abertura do 1º Fórum Regional das Cidades Latino-Americanas Signatárias do Pacto de Milão sobre Política de Alimentação Urbana, que acontece até sexta-feira (31) no Rio de Janeiro.

Segundo Graziano, para atingir tais objetivos é necessário preservar os recursos naturais e, sobretudo, a biodiversidade do planeta, integrando ações sustentáveis e responsáveis desde a produção até o consumo de alimentos.

Os agricultores familiares produzem 80% dos alimentos do mundo e são importantes impulsionadores do desenvolvimento sustentável. Foto: MDA

Agricultores familiares são essenciais para subsistência global, diz oficial da ONU

Em um mundo onde um terço da comida produzida é perdido ou desperdiçado e um terço da terra é usado para a produção pecuária, os agricultores familiares são atores socioeconômicos vitais para apoiar melhores meios de subsistência, criação de empregos, coesão comunitária e desenvolvimento rural.

A declaração foi feita esta semana pela presidente da Assembleia Geral da ONU, Maria Fernanda Espinosa, durante evento em Roma com mais de 300 participantes, reunidos em um diálogo internacional organizado por Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA) para discutir desafios e oportunidades para a agricultura familiar.

Crianças recebem alimentação em escola na Bolívia. Foto: PMA/Boris Heger

Agências da ONU participam de coletiva de imprensa sobre Fórum de Alimentação Urbana

Os representantes do Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos (ONU-HABITAT), Alain Grimard; da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Rafael Zavala; e da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), Socorro Gross; participam de coletiva de imprensa com o subsecretário de Desenvolvimento Econômico da prefeitura do Rio de Janeiro, Epitácio Brunet, nesta quarta-feira (29), às 13h.

Eles falarão sobre o 1º Fórum Regional das Cidades Latino-Americanas Signatárias do Pacto de Milão sobre Política de Alimentação Urbana na América Latina, organizado pela prefeitura. O evento acontece no Museu de Arte do Rio (MAR) até sexta-feira (31).

Foto: FAO

FAO lista sete conexões e contribuições do ecossistema animal ou vegetal

Biodiversidade significa a variedade de vida vegetal e animal no mundo. Inclui genética, espécies e variedade de ecossistemas. Quando há uma rica diversidade de espécies, habitats e genética, os ecossistemas são mais saudáveis, mais produtivos e podem se adaptar melhor a desafios como a mudança climática.

Mais do que apenas variedade, a biodiversidade também é a maneira pela qual diferentes espécies, plantas e animais estão conectados e interagem. O mundo é feito de uma teia invisível que raramente reconhecemos. A perda de espécies, seja animal ou vegetal, pode mudar todo um ecossistema. Isso significa a perda de conexões. A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) listou sete conexões e contribuições do ecossistema das quais você pode não estar ciente.

O objetivo do Pacto de Milão é criar uma rede de cidades comprometidas com o desenvolvimento e a implementação de sistemas alimentares sustentáveis. Foto: PEXELS (CC)/Daria Shevtsova

Rio de Janeiro sedia fórum internacional de segurança alimentar

A Prefeitura do Rio de Janeiro realiza, nos dias 29, 30 e 31 de maio, o 1º Fórum Regional das Cidades Latino-Americanas Signatárias do Pacto de Milão sobre Política de Alimentação Urbana.

O evento reunirá no Museu de Arte do Rio (MAR) especialistas de Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Organização Mundial da Saúde (OMS) e Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU-HABITAT), além de representantes de cidades da América Latina e da Europa, de iniciativas brasileiras e do Poder Executivo.

Mulher vende toranjas asiáticas em mercado flutuante. Foto: Biodiversidade Internacional

Dia da Diversidade Biológica lembra efeitos da negligência ambiental na segurança alimentar

A alimentação está se tornando cada vez mais homogênea no mundo todo, apesar do crescente acesso a uma ampla variedade de alimentos nutritivos. A advertência foi feita pelas Nações Unidas nesta quarta-feira (22), Dia Internacional para a Diversidade Biológica. A data lembra este ano os impactos da negligência ambiental na segurança alimentar e na saúde pública.

A biodiversidade na fauna e na flora – em termos de espécies, habitats e genética – leva a ecossistemas mais saudáveis, mais produtivos e mais capazes de se adaptar a desafios como mudança climática. A atividade humana está ameaçando o destino de espécies como nunca antes, de acordo com um novo relatório, divulgado neste mês.

Imagine que você precisa identificar um copo de água do mar entre centenas de copos de água potável apenas olhando para eles. Quase impossível! Mas e se o copo com água do mar tivesse um ponto vermelho – um marcador – nele? Você resolveria o enigma imediatamente. Achar o marcador é exatamente o que novos desenvolvimentos na ciência agora permitem que os criadores de plantas façam. Agora – com apoio da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) e da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) –, eles podem usar técnicas modernas de sequenciamento de DNA para determinar toda a composição genética das plantas.

VÍDEO: Como a ciência nuclear beneficia os criadores de plantas?

Imagine que você precisa identificar um copo de água do mar entre centenas de copos de água potável apenas olhando para eles. Quase impossível!

Mas e se o copo com água do mar tivesse um ponto vermelho – um marcador – nele? Você resolveria o enigma imediatamente.

Achar o marcador é exatamente o que novos desenvolvimentos na ciência agora permitem que os criadores de plantas façam. Agora – com apoio da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) e da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) –, eles podem usar técnicas modernas de sequenciamento de DNA para determinar toda a composição genética das plantas.

Assista a esta animação e descubra como.

Participante de evento do Dia Mundial das Abelhas na sede da FAO, em Roma. Foto: FAO

No Dia Mundial das Abelhas, ONU alerta para queda global do número de polinizadores

Se você acha que está muito ocupado, pense nas abelhas do mundo. Elas, junto a outros insetos e animais, são responsáveis pela polinização de mais de 75% das principais culturas alimentares do planeta.

Neste Dia Mundial das Abelhas, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) alertou que polinizadores estão sob ameaça e seu volume está caindo por conta das atividades humanas.

Produtor rural na República Democrática do Congo (RDC). Foto: ONU Meio Ambiente

Práticas agrícolas resilientes a desastres geram ganhos econômicos, diz relatório

Amplos ganhos econômicos por meio de práticas agrícolas resilientes a desastres e de fácil implementação são possíveis, de acordo com estudo da agência de agricultura das Nações Unidas divulgado na segunda-feira (13).

Por meio de testes ao longo de anos em mais de 900 fazendas espalhadas por dez países, a FAO afirmou que muitas inovações agrícolas de baixo custo estão dentro do alcance de agricultores pobres. Estas inovações também são muito mais do que barreiras contra desastres.

Exemplos incluem plantação de mangues para proteger áreas costeiras de enchentes e alterar formas de coleta de água e sistemas de irrigação.

O comércio líquido de produtos agrícolas na América Latina alcançará 60 bilhões de dólares, uma valor três vezes mais alto do que o registrado em 2000. Foto: SMCS/Jaelson Lucas

FAO pede fortalecimento de parcerias público-privadas para acabar com a fome

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) pediu nesta quarta-feira (15) que países adotem medidas para atrair mais investimentos privados, a fim de superar o déficit de financiamento na promoção do desenvolvimento sustentável.

De acordo com a agência da ONU, as oportunidades de negócios no cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) relacionados à alimentação podem ter um valor de 2,3 bilhões de dólares para o setor privado até 2030.

Produção de milho no Brasil. Foto: Agência Brasil/Elza Fiúza

Brasil deve se tornar 2º maior exportador global de milho, diz FAO

As primeiras indicações para a safra 2019-2020 mostram que as exportações de milho do Brasil chegaram a 29,5 milhões de toneladas, 15% a mais do que no biênio 2018-2019, de acordo com o mais recente panorama global da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

Divulgada neste mês, a publicação revela que o volume exportado e as estimativas futuras tornariam o Brasil o segundo maior exportador de milho do mundo, atrás apenas dos EUA.

Estiagem de 2001 arrasou produção agropecuária na Nicarágua. Foto: FAO

ARTIGO: O divisor de águas

Em artigo publicado na imprensa brasileira, o chefe da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), José Graziano da Silva, alerta para o agravamento das secas e estiagens, que ameaçam a segurança alimentar e a produção da população rural.

Dirigente aponta que a convivência com a falta d’água será fenômeno comum em muitas partes do mundo — o que exigirá políticas públicas para lidar com o estresse hídrico e uma visão que considere a água como um bem comum.