A FAO e o governo brasileiro recebem até 13 de abril inscrições para curso semipresencial sobre programas sustentáveis de alimentação escolar. Foto: PMA / Ana Claudia Costa

ONU recebe inscrições para concurso sobre alimentação escolar na América Latina e Caribe

Competição da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) visa dar visibilidade a projetos que melhoram o fornecimento de refeições em centros de ensino. Podem participar governos municipais e nacionais, universidades e associações de pais, mães ou agricultores. Inscrições vão até 15 de junho. Premiação inclui verba em dinheiro para a compra de equipamentos usados no preparo de alimentos em escolas.

No Camboja, cerca de um terço da população vive abaixo ou um pouco acima da linha da pobreza e dependem da agricultura como única atividade geradora de renda. Devido ao Sistema Participativo de Garantia (SPG), um programa implementado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), esta família cambojana foi capaz de escapar da pobreza cultivando produtos orgânicos de maneira sustentável.

FAO ajuda agricultores no Camboja a gerar renda e fugir da pobreza; vídeo

No Camboja, cerca de um terço da população vive abaixo ou um pouco acima da linha da pobreza e dependem da agricultura como única atividade geradora de renda. Devido ao Sistema Participativo de Garantia (SPG), um programa implementado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), esta família cambojana foi capaz de escapar da pobreza cultivando produtos orgânicos de maneira sustentável. Confira no vídeo.

O Brasil tem boas práticas na área de conservação de solos, mas é preciso divulgá-las ainda mais entre os agricultores, segundo representante da FAO no país. Foto: EBC

Agência da ONU elogia práticas brasileiras de conservação do solo

O Brasil tem boas práticas de conservação de solos, como, por exemplo, a integração lavoura–pecuária–floresta, mas é preciso divulgá-las ainda mais entre os agricultores, destacou nesta quinta-feira (12) o representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) no Brasil, Alan Bojanic, durante o seminário “Conservação de solo: Sustentabilidade na produção de alimentos e na segurança hídrica”, realizado em Brasília (DF).

Representante da FAO participou de fórum de agronegócio em Londrina (PR), onde e ressaltou o papel do Brasil na produção de alimentos. Foto: FAO/Olivier Thuillier

FAO destaca papel do Brasil na resposta à demanda global por alimentos

O representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) no Brasil, Alan Bojanic, participou na segunda-feira (9) do 3º Fórum do Agronegócio, que debateu o protagonismo do agronegócio brasileiro pelo mundo, as estratégias para consolidar novos mercados e as soluções para os problemas que atingem o setor, como infraestrutura, armazenamento, competitividade e logística.

Bojanic destacou o papel do Brasil na resposta à demanda global por alimentos. “Até 2024, 2027 temos certeza de que o Brasil estará produzindo 300 milhões de toneladas de grãos, o que é chave para nós que pensamos em segurança alimentar para a população de todo o planeta”, afirmou. Para Bojanic, o Brasil precisa exportar conhecimento, ser modelo de sustentabilidade e líder em empreendedorismo.

O Brasil tem boas práticas na área de conservação de solos, mas é preciso divulgá-las ainda mais entre os agricultores, segundo representante da FAO no país. Foto: EBC

FAO e Ministério do Meio Ambiente buscam combater desertificação em áreas degradadas

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e o Ministério do Meio Ambiente lançaram em fevereiro iniciativa que visa a recuperação de terras degradadas, denominada projeto Redeser. As ações começarão no Maranhão, em quatro municípios com alto risco de desertificação — Barreirinhas, Tutoia Matões e Água Doce. Posteriormente, serão estendidas para os estados de Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Bahia e Alagoas.

Segundo o representante da FAO no Brasil, Ala Bojanic, o projeto integra o escopo da Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos das Secas. “É essencial recuperar e manter a terra hoje, para garantir comida para o futuro”, declarou.

Mulheres representam 20% da mão de obra do setor agrícola na América Latina e Caribe. Foto: Banco Mundial/Romel Simon

ARTIGO: O concerto da inclusão

Em artigo publicado no jornal Valor Econômico, o chefe da FAO, José Graziano da Silva, cobra mais vontade política na América Latina e Caribe para enfrentar a fome e a pobreza, problemas que se agravaram em anos recentes com a desaceleração econômica regional e o fim do ciclo das commodities.

Para o dirigente, governos não devem esperar a próxima onda de expansão global para lidar com o crescimento da miséria. Cenário atual foi descrito como “teste de sobrevivência da democracia e das lideranças na região”.

Agricultores semeando alface crespa. Foto: Flickr/ Orgânicos do Pivas (Creative Commons)

FAO oferece curso online sobre agricultura familiar e manejo de recursos naturais

Quer aprender técnicas de produção agrícola sustentável e entender como gerir de forma responsável os recursos naturais? A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) oferece uma formação online gratuita sobre o tema, com conteúdos sobre agricultura familiar, sistemas pesqueiros, aquicultura e exploração de bens florestais. Capacitação é inspirada em iniciativa brasileira.

Esta jovem mãe andou 20 dias de Diinsoor, na Somália, com seus sete filhos para o campo de refugiados de Hagadera, em Dadaab, no Quênia. Depois que o gado de seu marido morreu por causa da seca na Somália, ela foi para Dadaab devido à fome. Foto: OCHA/Meridith Kohut

Seca e conflitos aumentaram a fome de milhões em 2017, alerta novo relatório

Impulsionados principalmente por desastres climáticos e conflitos, os níveis de fome aumentaram em 2017, deixando cerca de 124 milhões de pessoas em 51 países enfrentando crises de fome. Esse número representa 11 milhões a mais do que no ano anterior, segundo um novo relatório apoiado pelas Nações Unidas.

Apresentado pela FAO, Programa Mundial de Alimentos (PMA) e União Europeia, o Relatório Global sobre Crises Alimentares revelou que as emergências alimentares são cada vez mais determinadas por causas complexas como conflitos, choques climáticos e preços elevados de alimentos básicos – fatores que, muitas vezes, agem ao mesmo tempo.

Plantação de café em São Paulo. Foto: Marcelo Camargo/ABr

Agricultura irrigada pode contribuir para aumento da produção de alimentos no Brasil, diz FAO

Livro produzido pela FAO e lançado durante o Fórum Mundial da Água, em Brasília, apresenta um panorama de áreas prioritárias com potencial para o fomento da agricultura irrigada no Brasil por meio do uso adequado e sustentável das águas superficiais e subterrâneas – sem conflitos com os demais usuários –, além de definir metas e formas mais eficazes de utilização da irrigação.

A agricultura é a principal usuária dos recursos hídricos disponíveis, uma média de 70% do consumo mundial.

Diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), José Graziano da Silva. Foto: FAO/Alessia Pierdomenico

Antecipar problemas de água pode aliviar pressão migratória, diz estudo da FAO

Em uma mensagem de vídeo dirigida ao 8º Fórum Mundial da Água, realizado em Brasília, o diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), José Graziano da Silva, alertou que dois terços da população mundial vivem em condições de escassez severa de água pelo menos uma parte do ano.

Ele apresentou um novo estudo da FAO e de parceiros que pede que se evite um “agravamento mútuo” dos vínculos entre a escassez de água e a migração. Evidências sugerem que os investimentos públicos em adaptação agrícola podem atenuar os fatores adversos da migração rural, argumento o documento.

Foto: Wagner T. Cassimiro/CC

FAO e Confederação Nacional da Agricultura lançam estudo sobre agricultura irrigada brasileira

O estudo da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) apresenta um panorama das áreas prioritárias para o fomento da agricultura irrigada. A agricultura é o setor que mais consome água, uma média de 70% do consumo mundial.

Documento que será lançado na terça-feira (20), durante o Fórum Mundial da Água, em Brasília, aponta que o Brasil possui mais de 4,5 milhões de hectares com potencial para serem irrigados, com menor investimento e risco, por parte dos governos ou da inciativa privada.

Uma torneira da água em Ruanda. Foto: Banco Mundial/A'Melody Lee

FAO promove debates sobre produção de alimentos e gestão da água em fórum mundial em Brasília

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) participará do 8º Fórum Mundial da Água, que tem início no próximo domingo (18), em Brasília. Com debates que terão a participação de autoridades da ONU e de países, a agência abordará a importância da gestão responsável da água para a produção de alimentos, tendo em vista o crescimento da população mundial, as mudanças climáticas e os fluxos migratórios.

Vista aérea da ilha do Chipre, localizada no Mar Mediterrâneo. Foto: Flickr/Kamel Lebtahi (cc)

México e FAO criam fundo para adaptação do Caribe às mudanças climáticas

O governo mexicano e a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) trabalharão em conjunto para melhorar a adaptação e a resiliência às mudanças climáticas no Caribe.

O México alocará 4,3 milhões de dólares nos próximos cinco anos para criar um fundo de cooperação que trabalhará com os 20 países-membros e associados da Comunidade do Caribe (CARICOM, sigla em inglês) e com as nações da América Central em assuntos de mudanças climáticas.

A colaboração da FILAC e da FAO buscará melhorar o desenvolvimento de políticas públicas focadas nos povos indígenas da região. Foto: EBC

FAO e fundo latino-americano firmam acordo para combater fome e pobreza entre povos indígenas

Erradicar a pobreza, a fome e a desnutrição que afetam os povos indígenas é o principal objetivo do trabalho conjunto a ser desenvolvido pelo Fundo para o Desenvolvimento dos Povos Indígenas para a América Latina e o Caribe (FILAC) e pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

“Queremos que as organizações dos povos indígenas sejam muito ativas nos projetos da FAO nesta região. Mas não só como beneficiários, mas como colaboradores diretos em todas as etapas. Com isso, queremos garantir que estamos ouvindo suas vozes e que trabalhamos lado a lado”, disse o representante regional da FAO, Julio Berdegué.

Mulheres representam 20% da mão de obra do setor agrícola na América Latina e Caribe. Foto: Banco Mundial/Romel Simon

Especialista da FAO defende mais oportunidades para as mulheres rurais

Na semana em que o mundo comemora o Dia Internacional das Mulheres, celebrado em 8 de março, o portal de notícias das Nações Unidas em português, a ONU News, entrevista mulheres notáveis que trabalham na Organização e ajudam a construir um mundo mais justo e sustentável. Entre elas, está a moçambicana Carla Mucavi, chefe do escritório da FAO em Nova Iorque que trabalha para o empoderamento das mulheres no campo.

José Graziano da Silva, chefe da FAO, na abertura da 35ª Conferência Regional da FAO para a América Latina e o Caribe. Foto: FAO

FAO alerta para obesidade na América Latina e Caribe

O chefe da FAO, o brasileiro José Graziano da Silva, pediu na terça-feira (6) que os países da América Latina e Caribe combatam todas as formas de má nutrição, incluindo a obesidade. Durante conferência da agência da ONU para a região, na Jamaica, dirigente afirmou que “erradicar a fome não deve ser a única preocupação em uma região na qual o sobrepeso afeta 7% das crianças com menos de cinco anos e na qual 20% dos adultos dos 24 países são obesos”.

Fome na América Latina e no Caribe aumentou e já afeta 42,5 milhões de pessoas. Foto: FAO

FAO pede apoio de governos e setor privado para combater fome e obesidade na América Latina e Caribe

Na Jamaica, a 35ª Conferência da FAO para a América Latina e o Caribe começou com um apelo do organismo das Nações Unidas por mais esforços pelo fim da fome. Na abertura do encontro, na segunda-feira (5), o representante da agência, Julio Berdegué, lembrou que a fome voltou a crescer e já afeta 42,5 milhões de pessoas na região. Evento tem quórum inédito, recebendo pela primeira vez delegações de todos os 33 países-membros da FAO a nível regional.

Obesidade no Brasil será discutida em conferência da FAO na Jamaica. Foto: Flickr/Tony Alter (CC)

FAO recebe contribuições do Brasil para debate sobre desafios da segurança alimentar e nutricional

O Escritório da FAO no Brasil recebeu na terça-feira (27) cerca de 35 representantes do governo, da sociedade civil e do setor privado para um diálogo sobre os grandes desafios da segurança alimentar e nutricional, agricultura familiar e meio ambiente na região e as contribuições do Brasil, em consulta nacional prévia à 35ª Conferência Regional da FAO para a América Latina e o Caribe, que se realizará na Jamaica, de 5 a 8 de março.

“No caso do Brasil vamos ter uma delegação grande, com a participação de diversos ministérios que levarão para a conferência uma visão interministerial. O Brasil vai ter um papel importante em termos das orientações estratégicas para o trabalho da FAO para o próximo biênio na região”, explicou o representante da FAO no Brasil, Alan Bojanic.

Zona rural do Paraguai. Imagem de concurso de fotografia organizado pelo governo da Argentina sobre paisagens agrícolas paraguaias. Foto: Ministério da Cultura da Argentina

FAO consegue financiamento de fundo climático para projeto no Paraguai

Com uma verba de 90 milhões de dólares, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) implementará uma iniciativa no Paraguai para reduzir a pobreza no meio rural e recuperar florestas do país. O objetivo é diminuir a perda de cobertura vegetal e melhorar a qualidade de vida de 17 mil famílias que estão em situação de vulnerabilidade por causa do desmatamento e das transformações do clima.

Além do aumento da fome, nos últimos anos o ritmo da redução da pobreza rural desacelerou na região da América Latina e do Caribe, segundo a FAO. Foto: EBC

Conferência regional da FAO discutirá obesidade e pobreza rural na América Latina

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) realiza de 5 a 8 de março sua 35ª conferência regional em Montego Bay, na Jamaica, com o objetivo de discutir temas prioritários para a América Latina e o Caribe, como a erradicação da fome, o excesso de peso e a obesidade, o combate à pobreza rural e o impulso à agricultura sustentável resiliente às mudanças climáticas.

O evento será precedido de uma reunião nacional intersetorial com atores estratégicos governamentais e não governamentais que ocorrerá na terça-feira (27) em Brasília no escritório da FAO no país.

Crianças no Sudão do Sul. Foto: UNICEF/Hatcher-Moore

ONU identifica crimes contra a humanidade cometidos por militares no Sudão do Sul

A Comissão de Direitos Humanos das Nações Unidas no Sudão do Sul identificou mais de 40 militares de alta patente acusados de crimes de guerra e crimes contra a humanidade. As acusações fazem parte de um relatório lançado nesta semana. O documento deve ser usado para responsabilizar os autores em tribunais e para outros mecanismos previstos no Acordo de Paz assinado em 2015.

Em outro relatório lançado nessa semana, a ONU encontrou mais de 60 incidentes de violação do direito de expressão, atingindo 102 pessoas.

Foto: Agência Brasil

FAO cria guia para reduzir pegada de carbono do cultivo de bananas

A banana é a fruta mais popular do planeta. Depois de começar a ser cultivada 7 mil anos atrás no Sudeste Asiático, sua variante mais popular, a Cavendish, conquistou o mundo inteiro e é particularmente importante para a segurança alimentar dos países tropicais e subtropicais.

No entanto, seu cultivo também tem custos ambientais. Dessa forma, o Fórum Mundial Bananeiro da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) elaborou um guia prático para reduzir a pegada de carbono e o consumo de água da produção da fruta na América Latina e no Caribe.

Mudanças climáticas ameaçam a Amazônia e, consequentemente, disponibilidade de recursos hídricos para países da região. Foto: Flickr (CC) / Dams999

FAO: países já têm conhecimento para acabar com desmatamento, mas falta vontade política

Ao longo dos últimos 25 anos, a taxa global de desmatamento caiu mais de 50%, segundo a ONU. Para as Nações Unidas, redução prova que um futuro com zero destruição de florestas pode deixar de ser uma aspiração para virar realidade. Mas será necessário mais vontade política, alertou o organismo internacional nesta semana (20) em conferência da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em Roma.

O comércio líquido de produtos agrícolas na América Latina alcançará 60 bilhões de dólares, uma valor três vezes mais alto do que o registrado em 2000. Foto: SMCS/Jaelson Lucas

FAO abre consulta com atores não governamentais sobre atividades na América Latina e Caribe

Até 28 de fevereiro, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) recebe contribuições da sociedade civil, setor privado e instituições acadêmicas para definir os rumos de suas atividades na América Latina e no Caribe. Organismos não governamentais estão convidados a participar de consulta online realizada pela agência da ONU para estabelecer prioridades ao longo do biênio 2018-2019.

No Moçambique, a agricultura familiar é uma fonte de renda importante para as mulheres. Foto: PMA / Molly Slotznick

ONU defende acesso a meios de produção e incentivos públicos para agricultores familiares

Em reunião na Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), em Lisboa, o diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), José Graziano da Silva, pediu mais apoio para os agricultores familiares, responsáveis pela produção de mais de 80% da comida consumida no planeta. Governos devem garantir acesso a recursos e incluir pequenos produtores em programas de compras públicas.

Na América Latina e Caribe, existem 16,5 milhões de fazendas de agricultura familiar. Foto: FAO

Na Jamaica, FAO realiza conferência regional para definir prioridades no combate à má nutrição

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) anunciou nesta segunda-feira (19) que realizará sua 35ª Conferência Regional para a América Latina e o Caribe em Montego Bay, Jamaica, de 5 a 8 de março de 2018.

Encontro, que é a mais alta instância decisória da FAO a nível regional, reunirá representantes dos 33 países-membros da agência da ONU na região e definirá prioridades para o trabalho do organismo ao longo dos próximos dois anos.

Jerônimo Villas-Bôas, ecólogo, trabalha com o resgate da produção de mel de espécies nativas de abelhas. Ele foi um dos palestrantes do evento em São Paulo. Foto: PMA/Isadora Ferreira

Evento em SP discute formas de garantir alimentação de qualidade para todos

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e o Centro de Excelência contra a Fome apoiaram no fim de janeiro (26 e 27) a realização de evento em São Paulo para debater possíveis caminhos para alimentar melhor uma população global que deve chegar a quase 9 bilhões de pessoas até 2030.

O seminário “Fruto — Diálogos do Alimento” reuniu 30 especialistas e 300 convidados, contando com palestras sobre os aspectos culturais, biológicos e sociais da alimentação, tendo como objetivo consolidar o Brasil como principal celeiro dessa discussão.

Colheita de soja em fazenda localizada no município mato-grossense de Rondonópolis, um dos principais pólos produtivos do país. Na década de 1990, a cidade chegou a ser denominada capital nacional do agronegócio Foto: EBC/Roosewelt Pinheiro

FAO: agricultura amorteceu crescimento fraco da economia brasileira

O representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) no Brasil, Alan Bojanic, defendeu nesta semana (23) o papel central do setor agrícola para as atividades produtivas do Brasil. Em 2017, a colheita de grãos do país alcançou a marca de 232 milhões de toneladas. Em um ano de fraco crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), a agricultura funcionou como um “amortecedor” para a economia nacional.

Crianças da Mongólia, no condado de Dadal, zona rural. Foto: Banco Mundial/Khasar Sandag

Agências da ONU defendem investimento no meio rural para lidar com migrações

A Organização Internacional para as Migrações (OIM) e a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) anunciaram nesta semana (24) uma nova parceria para auxiliar países na criação de políticas que combinem gestão migratória e desenvolvimento agrícola. Para agências da ONU, países devem compreender as causas dos deslocamentos humanos, preservar direitos de migrantes e explorar seu potencial.