De acordo com o censo demográfico mais recente, as mulheres rurais são responsáveis pela renda de 42,2% das famílias do campo no Brasil.. Foto: Banco Mundial/Andrea Borgarello

FAO lista sete maneiras de ampliar acesso de mulheres rurais à tecnologia

As Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) melhoram a vida dos pequenos agricultores de diversas maneiras, desde o monitoramento de safras até o acompanhamento dos preços de mercado e a disseminação de boas práticas para facilitar o acesso a serviços bancários.

No entanto, muito desse potencial permanece inexplorado, particularmente no caso das mulheres, que desempenham um papel fundamental na produção agrícola, mas também enfrentam desigualdades digital, rural e de gênero. Muitas vezes, elas tendem a ter menos acesso às TIC, o que as deixa em desvantagem.

Diante desse cenário, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) listou sete maneiras de ampliar o acesso de mulheres rurais às Tecnologias de Informação e Comunicação.

Salão de entrada do Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. Foto: UNIC Rio/Gustavo Barreto

Nova exposição do Museu do Amanhã discute alimentação do futuro

Questionando o público brasileiro sobre como alimentaremos a população do futuro, a exposição Prato do Mundo, no Museu do Amanhã, abriu suas portas na sexta-feira (12) no Rio de Janeiro (RJ) abordando o tema por meio de arte e interatividade.

Em parceria com Instituto de Desenvolvimento e Gestão (IDG) e com colaboração da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), a exposição leva visitantes a refletir sobre formas de alimentar uma população crescente com qualidade nutricional, diversidade de produção e sustentabilidade.

Em dezembro de 2017, a Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou resolução criando a Década da ONU para a Agricultura Familiar (2019-2028). Foto: MDA

Agências de alimentação da ONU lançarão em maio Década para a Agricultura Familiar

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e o Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA) realizam no fim de maio em Roma, na Itália, o lançamento oficial da Década das Nações Unidas para a Agricultura Familiar.

A agricultura familiar produz mais de 80% dos alimentos consumidos no mundo e, ao mesmo tempo, contribui para ampliar a sustentabilidade ambiental da agricultura, preservando e restaurando a biodiversidade e os ecossistemas.

A finalidade da Década é focar os esforços da comunidade internacional com vistas a trabalhar, coletivamente, na formulação e implementação de políticas econômicas, ambientais e sociais voltadas à criação de um ambiente propício e ao fortalecimento da agricultura familiar.

Quase dois terços das pessoas que passam fome aguda estão em apenas oito países: Afeganistão, Etiópia, Nigéria, República Democrática do Congo, Sudão do Sul, Sudão, Síria e Iêmen. Foto: FAO

Fome aguda afeta 113 milhões de pessoas no mundo, diz relatório da ONU

Um relatório apresentado nesta terça-feira (2) conjuntamente por União Europeia, Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e Programa Mundial de Alimentos (PMA), concluiu que cerca de 113 milhões de pessoas em 53 países tiveram insegurança alimentar aguda em 2018, na comparação com 124 milhões em 2017.

A insegurança alimentar aguda ocorre quando a incapacidade de uma pessoa de consumir alimentos adequados coloca em perigo imediato sua vida ou seus meios de subsistência. Apesar do recuo em 2018, o número de pessoas no mundo que enfrentam crise alimentar se manteve acima dos 100 milhões nos últimos três anos, e o volume de países afetados aumentou.

À esquerda, o chefe da FAO, José Graziano da Silva. À direita, o papa Francisco. Foto: FAO

Acesso à água é indispensável para erradicar fome, diz chefe da FAO em carta ao papa Francisco

Em carta enviada ao papa Francisco neste mês (1º), o chefe da FAO, o brasileiro José Graziano da Silva, ressaltou que o acesso à água potável e ao saneamento é indispensável para a eliminação da pobreza e da fome.

Os dados mais recentes das Nações Unidas mostram que cerca de 4 bilhões de pessoas — quase dois terços da população mundial — enfrentam escassez grave de água pelo menos um mês ao ano.

Aula de culinária promovida na FAO em dezembro de 2018 com o chef Gianfranco Pascucci. Foto: FAO/Alessandra Benedetti

ONU celebra papel dos chefs na promoção de dietas saudáveis e diversificadas

Em evento em Paris, na França, dirigentes da ONU celebraram neste mês (22) o papel central dos chefs de cozinha na promoção de uma alimentação mais nutritiva e culturalmente diversa. As Nações Unidas lançaram a publicação ‘Chefs como agentes da mudança’, que ressalta o poder da gastronomia em integrar as dimensões de saúde, sociais, culturais e ambientais da alimentação.

“A gastronomia é cada vez mais uma área de grande interesse e os chefs são atores que podem moldar a opinião pública e influenciar os consumidores”, defendeu o chefe da FAO, José Graziano da Silva.

Agricultores coletam água potável no vilarejo de Badnoogo, em Burkina Faso. Foto: Banco Mundial/Dominic Chavez

Em dia mundial, ONU pede acesso universal a serviços de água e saneamento

Dirigentes da ONU pediram nesta sexta-feira (22), Dia Mundial da Água, que países “não deixem ninguém para trás” no acesso a serviços de água potável e saneamento básico.

Atualmente, estima-se que 2,1 bilhões de pessoas no mundo vivam sem água própria para o consumo humano.

Organização alerta que degradação ambiental, crescimento populacional e mudanças climáticas poderão agravar desafios de oferta e disponibilidade dos recursos hídricos.

Mata fechada na Amazônia peruana. Foto: Flickr (CC)/Joseph King

Em dia internacional, ONU defende educação sobre florestas para preservar recursos naturais

No Dia Internacional das Florestas, lembrado nesta quinta-feira (21), a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) defende a educação sobre esses ecossistemas como estratégia para preservar os recursos naturais do planeta

Cerca de 90% de todas as espécies terrestres de seres vivos são encontradas nas florestas, que oferecem não apenas um habitat para a biodiversidade, mas também uma série de serviços ecossistêmicos para os humanos.

Rede Xique Xique é uma articulação de trabalhadoras rurais que busca manter os princípios da agroecologia e da economia solidária para a produção, comercialização e consumo. Foto: ONU Mulheres

Igualdade de gênero é essencial para mundo sem fome e pobreza, dizem agências da ONU

Evento realizado pelas agências de alimentação das Nações Unidas com sede em Roma, na Itália, para lembrar o Dia Internacional das Mulheres discutiu no início do mês (8) a importância da igualdade de gênero para o combate às desigualdades sociais e para a erradicação da fome e da pobreza no mundo.

O encontro, organizado por Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola (FIDA) e Programa Mundial de Alimentos (PMA), teve como foco o tema da ONU para a data: “Pensar em igualdade, construir de forma inteligente e inovar para a mudança”.

Participantes de Assembleia da ONU para o Meio Ambiente fazem um minuto de silêncio em homenagem às vítimas da queda de um avião da Ethiopian Airlines. Foto: ONU Meio Ambiente

ONU lamenta queda de avião na Etiópia; 22 funcionários da Organização morreram

O secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou estar “profundamente triste” com a queda neste domingo do avião da Ethiopian Airlines, que deixou todas as 157 pessoas a bordo mortas, incluindo pelo menos 22 funcionários das Nações Unidas.

Aeronave caiu logo após decolar da capital da Etiópia, Adis Abeba. O destino do voo era Nairóbi, no Quênia, onde teve início nesta segunda-feira a Assembleia da ONU para o Meio Ambiente.

De acordo com o censo demográfico mais recente, as mulheres rurais são responsáveis pela renda de 42,2% das famílias do campo no Brasil.. Foto: Banco Mundial/Andrea Borgarello

FAO lança quarta edição da campanha ‘Mulheres Rurais, Mulheres com Direitos’

“Pensar em igualdade, construir de forma inteligente, inovar para a mudança” é o lema da quarta edição da campanha Mulheres Rurais, Mulheres com Direitos, que a Organização para a Alimentação e a Agricultura das Nações Unidas para a América Latina e Caribe (FAOALC) lança nesta sexta-feira (8).

A desigualdade de gênero e a discriminação contra as mulheres é uma das causas estruturais da pobreza rural e um dos maiores desafios para os países da América Latina e do Caribe.

A pobreza rural afeta mais as mulheres do que os homens: entre 2007 e 2014, o índice de mulheres inseridas na pobreza rural na região aumentou de 108,7 para 114. Por sua vez, o índice de mulheres em extrema pobreza aumentou de 113 para 114,9 no mesmo período.

Foto: FAO/Giulio Napolitano

ONU declara Década sobre Restauração de Ecossistemas

A Assembleia Geral das Nações Unidas declarou o período 2021-2030 como a Década da ONU sobre Restauração de Ecossistemas. A nova data é uma oportunidade única para a criação de empregos, a segurança alimentar e o enfrentamento da mudança climática.

A restauração pode remover até 26 gigatoneladas de gases de efeito estufa da atmosfera. Duas agências da ONU – ONU Meio Ambiente e FAO – lideram a implementação da Década.

Projetos de Argentina e El Salvador concorreram em edições anteriores do Prêmio de Tecnologia Social na categoria internacional. Foto: Fundação Banco do Brasil.

Agências da ONU apoiam prêmio nacional e internacional de tecnologias sociais

O Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, considerado um dos principais do terceiro setor no país, chegou à décima edição em cerimônia de lançamento realizada na segunda-feira (25), em Brasília (DF).

As inscrições estarão abertas até 21 de abril. Podem participar entidades sem fins lucrativos, como instituições de ensino e de pesquisa, fundações, cooperativas, organizações da sociedade civil e órgãos governamentais de direito público ou privado, legalmente constituídas no Brasil ou nos demais países da América Latina ou do Caribe.

Nesta edição, o concurso conta com cooperação da representação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) no Brasil, e apoio da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), do Ministério da Cidadania e Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

Indígena da etnia Bororo Boé durante os Jogos Mundiais dos Povos Indígenas. Foto: Agência Brasil/Marcelo Camargo

Especialistas defendem que conhecimentos indígenas são essenciais para enfrentar mudanças climáticas

Em fórum realizado neste mês em Manágua, na Nicarágua, representantes de organismos internacionais e de povos indígenas da América Latina e Caribe defenderam os conhecimentos que essas populações têm a oferecer para o combate às mudanças climáticas e aos problemas ambientais. Reunião foi promovida pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e parceiros.

Abelhas podem visitar cerca de 7 mil flores por dia. Foto: PEXELS

FAO alerta que desaparecimento da biodiversidade ameaça produção de alimentos

A expansão de atividades produtivas insustentáveis, como a agropecuária intensiva, é uma das causas do desaparecimento da biodiversidade no mundo, o que por sua vez poderá comprometer a produção de alimentos e o próprio desempenho do setor agrícola no futuro. A conclusão é de relatório divulgado nesta sexta-feira (22) pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

Graziano (centro) fez o chamado em uma reunião de alto nível co-presidida pela presidente do 73º período de sessões da Assembleia Geral das Nações Unidas, María Fernanda Espinosa (à direita, de verde). Foto: FAO

FAO pede esforços das cidades para garantir alcance dos objetivos globais até 2030

O diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), o brasileiro José Graziano da Silva, pediu na segunda-feira (19) que as cidades do mundo todo redobrem seus esforços para transformar em realidade local os compromissos mundiais sobre segurança alimentar, nutrição e mudanças climáticas.

“Para implementar a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, o compromisso político dos líderes mundiais não é suficiente. Precisamos também da plena participação das autoridades locais. No fim das contas, é no nível local em que a gente vive, come, usa água ou joga o lixo”, disse.

Para o chefe da FAO, os residentes das cidades não podem ser considerados meros consumidores de alimentos, e as comunidades rurais não devem ser vistas exclusivamente como produtoras. É importante oferecer aos agricultores familiares um melhor acesso a serviços, infraestruturas e mercados, e criar as condições para que os habitantes das cidades consumam alimentos mais frescos e nutritivos, baseados em cadeias alimentares curtas, reduzindo a quantidade de alimentos perdidos ou desperdiçados.

Parceria entre Brasil, Guiné-Bissau e ONU vai melhorar sistema de alimentação escolar do país africano. Foto: PMA/Ramin Rafirasme

Políticas contra fome devem incluir incentivos a dietas saudáveis, defende FAO

A luta pela erradicação da fome no mundo precisa de uma abordagem que inclua também o direito a uma alimentação saudável, defendeu na sexta-feira passada (15) o diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), José Graziano da Silva. Em palestra na Faculdade de Direito da Universidade da Califórnia (UCLA), em Los Angeles, o dirigente alertou para a epidemia de obesidade e sobrepeso no mundo.

Papa Francisco foi à sede da FAO em Roma, na Itália. Foto: FAO/Alessandra Benedetti

Líderes mundiais devem colocar tecnologia ‘a serviço dos pobres’, defende papa Francisco

Em Roma, na sede da FAO, o Papa Francisco pediu avanços nesta quinta-feira (14) no uso da inovação e empreendedorismo para erradicar a má nutrição no mundo e transformar comunidades rurais. O pontífice, porém, alertou que “as novas tecnologias não devem ir contra as culturas locais e o conhecimento tradicional”. Ao contrário, defendeu o chefe da Santa Sé, devem ser complementares a saberes e práticas locais.

O objetivo da conferência é identificar as principais ações que garantirão a disponibilidade e o acesso a alimentos seguros agora e no futuro. Foto: PEXELS (CC)/Daria Shevtsova

Conferência pede cooperação internacional para evitar contaminação por alimentos no mundo

Maior cooperação internacional é necessária para evitar que a contaminação de alimentos siga causando problemas de saúde na população mundial e, consequentemente, dificultando o progresso do desenvolvimento sustentável.

Essa foi a pauta da abertura da primeira Conferência Internacional de Segurança Alimentar organizada por União Africana (UA), Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e Organização Mundial da Saúde (OMS) em Addis Abeba, Etiópia.

Alimentos contaminados com bactérias, vírus, parasitas, toxinas ou produtos químicos são responsáveis pelo adoecimento de mais de 600 milhões e pela morte de 420 mil pessoas por ano. As doenças ligadas a alimentos inseguros sobrecarregam os sistemas de saúde e prejudicam as economias, o comércio e o turismo.

Camponesa no Senegal. Foto: FAO

FAO busca US$940 mi para combater insegurança alimentar no mundo

À medida que os números globais da fome continuam a subir, impulsionados pela proliferação de conflitos e choques climáticos, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) busca 940 milhões de dólares para salvar as vidas e os meios de subsistência de algumas das populações mais expostas à insegurança alimentar no mundo.

Em 2019, a FAO espera alcançar mais de 32 milhões de pessoas que dependem da agricultura para sua sobrevivência e sustento através de uma série de intervenções que visam impulsionar a produção local de alimentos e melhorar a nutrição, fortalecendo a resistência das comunidades às crises.

Betty Ndugga é uma empreendedora do distrito de Luwero, em Uganda. Foto: FAO

FAO facilita acesso de agricultores africanos à mecanização sustentável

A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) e a Rede Africana de Conservação (ACT) assinaram na quinta-feira (7) um memorando de entendimento para incentivar maior acesso dos pequenos agricultores africanos à mecanização sustentável das propriedades, como tratores e outras máquinas que podem melhorar a vida do trabalhador rural.

A parceria também procura vincular o uso de máquinas agrícolas à agricultura de conservação, que é um sistema de cultivo que promove o mínimo de perturbação do solo e o plantio de espécies vegetais complementares para melhorar a biodiversidade e os processos biológicos naturais.

Formas inovadoras de produzir alimentos são importantes para a comunidade internacional atingir as metas da Agenda 2030. Foto: ONU.

FAO lança livro sobre ações integradas de sustentabilidade agrícola

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) lançou um livro que discute estratégias integradas para garantir a sustentabilidade agrícola.

Segundo a agência da ONU, um terço das terras agrícolas é avaliada como degradada em níveis de moderado a alto. A agricultura é responsável por 70% da coleta de água no mundo e está associada à poluição ambiental. A FAO também estima que a produção de alimentos responde por 75% da perda da agrobiodiversidade.

Homem mostra ouriço de castanha-do-brasil na Floresta do Vale, reserva legal comunitária do assentamento Vale do Amanhecer, em Juruena (MT). Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

FAO lança 1º relatório sobre contribuições da biodiversidade para produção agrícola

A FAO realiza no próximo 15 de fevereiro uma coletiva de imprensa para apresentar as conclusões do seu relatório Estado da Biodiversidade Mundial para a Alimentação e a Agricultura. A publicação é a primeira a analisar o estado das plantas, animais e microrganismos que apoiam a produção agrícola e alimentar — nos níveis genético, das espécies e do ecossistema. O documento será lançado em 22 de fevereiro.

Em Florianópolis (SC), a Revolução dos Baldinhos estimula o aproveitamento de sobras de comida para a produção de adubo. Foto: Ministério do Meio Ambiente

Iniciativa brasileira de compostagem comunitária é premiada na Alemanha

O projeto Revolução dos Baldinhos, que promove a compostagem e o desenvolvimento da agricultura urbana em Florianópolis (SC), foi premiado na Alemanha pela organização World Future Council (WFC) como prática agroecológica de excelência.

A iniciativa foi reconhecida neste mês (18) durante a Semana Internacional Verde, em Berlim, por atender a critérios de sustentabilidade da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

Venda de peixes no Brasil. Foto: Agência Brasília/Gabriel Jabur

FAO e Ministério da Agricultura unem esforços contra embargo da Europa ao pescado brasileiro

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e secretarias do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Brasil reuniram-se na quarta-feira (23) para discutir ações de capacitação do setor pesqueiro do país, a fim de derrubar o embargo europeu ao pescado brasileiro. Encontro teve a participação de integrantes das Secretarias de Pesca e Aquicultura e de Comércio e Relações Internacionais do Agronegócio.

Gerentes de compras no Cazaquistão aprendem a usar aplicativo desenvolvido pela FAO. Foto: FAO

FAO destaca necessidade de inovação digital inclusiva para agricultura familiar no mundo

Chegou a hora de acelerar a inovação na agricultura, e fazer isso de forma a promover melhoras para as centenas de milhões de pessoas que produzem a maior parte dos alimentos do mundo na agricultura familiar, disse no sábado (19) o diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), o brasileiro José Graziano da Silva.

Garantir que as tecnologias digitais transformadoras não deixem ninguém para trás significa encontrar formas de permitir que os pequenos produtores rurais — incluindo os jovens — possam aproveitar seu uso, aumentar sua produtividade e melhorar seu acesso aos mercados, disse o responsável da FAO aos participantes do Fórum Mundial sobre Alimentação e Agricultura (GFFA, na sigla em inglês), realizado em Berlim.

A FAO e o Governo da Suíça convidam indivíduos, empresas e instituições para apresentar suas indicações para o Prêmio Internacional de Inovação para a Alimentação e a Agricultura Sustentáveis, até o dia 28 de fevereiro de 2019. Foto: PEXELS

FAO recebe candidaturas a prêmio de inovação para alimentação e agricultura sustentáveis

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e o governo da Suíça convidam indivíduos, empresas e instituições a apresentar até 28 de fevereiro suas candidaturas ao Prêmio Internacional de Inovação para a Alimentação e a Agricultura Sustentáveis.

A FAO vê a inovação como uma força motriz fundamental para um mundo livre de fome e desnutrição, onde a agricultura e a alimentação possam contribuir para a redução da pobreza de maneira econômica, social e ambientalmente sustentável.

Legumes e frutas frescos num mercado em Skopje, na Antiga República Iugoslava da Macedônia. Foto: FAO/Robert Atanasovski

Chefe da FAO pede mudanças profundas nos sistemas de alimentação para garantir dietas saudáveis

A fome, a obesidade e outras formas de má nutrição seguirão em aumento se não houver uma mudança profunda nos sistemas alimentares, afirmou nesta terça-feira (15) o diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), o brasileiro José Graziano da Silva.

Segundo o último relatório da FAO, a fome afetou 821 milhões de pessoas em 2017 em todo o mundo e a proporção da obesidade em adultos chegou a 13,3% em 2016 — o equivalente a 672 milhões de pessoas.

O chefe do setor de água doce, terra e clima da ONU Meio Ambiente, Tim Christopherson, visitou vários locais na região chinesa para entender melhor a restauração ecológica em larga escala. Foto: Xiaoqiong Li

ONU Meio Ambiente destaca avanços da China na restauração ecológica de larga escala

Na década de 1980, a região montanhosa de Qianyanzhou, na província de Jiangxi, sul da China, enfrentou uma severa erosão do solo devido ao desmatamento e a práticas agrícolas insustentáveis. O solo vermelho fértil estava desaparecendo, o que fez com que os rendimentos das colheitas caíssem.

Mas uma mudança notável ocorreu nos últimos 30 anos graças a um plano de uso da terra apoiado pelo governo chinês que reflorestou montanhas superiores, plantou pomares cítricos em declives moderados e arrozais nos fundos dos vales. Em poucos anos, esse mosaico de uso sustentável da terra passou a gerar rendas mais altas.

As florestas são uma importante e necessária frente de ação na luta global contra as mudanças climáticas catastróficas, graças à sua incomparável capacidade de absorver e armazenar carbono. As florestas capturam dióxido de carbono a uma taxa equivalente a cerca de um terço da quantidade liberada anualmente pela queima de combustíveis fósseis. Parar o desmatamento e restaurar as florestas danificadas, portanto, poderia fornecer até 30% da solução climática. O relato é da ONU Meio Ambiente.

Diretor-geral da FAO, o brasileiro José Graziano da Silva, entrega diploma à vencedora do Nobel da Paz Nadia Murad. Foto: FAO

Vencedora do Nobel da Paz se une à FAO no combate à fome

A ativista iraquiana yazidi vencedora do Nobel da Paz de 2018, Nadia Murad, se uniu em dezembro (10) aos esforços da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) para atacar a fome e a violência ao se tornar nova integrante da Aliança de Laureados do Nobel da Paz para a Segurança Alimentar e a Paz, da FAO.

O diretor-geral da FAO, o brasileiro José Graziano da Silva, entregou a Murad um diploma de participação paralelamente à cerimônia do Prêmio Nobel da Paz, em Oslo.

Camponesa no Senegal. Foto: FAO

Bachelet elogia novo documento para proteção de trabalhadores rurais

Conforme os direitos mais básicos de povos rurais continuam sendo violados em muitas partes do mundo, a alta-comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet, elogiou a adoção na segunda-feira (17) pela Assembleia Geral de uma nova declaração para ajudar a protegê-los.

“Mundialmente, camponeses alimentam o mundo, mas a própria garantia de seus direitos humanos é desafiada, incluindo o direito a alimentos”, disse Bachelet, destacando a importância do novo documento.

Mulher foge da violência em El Salvador por meio de trilhos de trem em Chiapas, no México. Foto: ONU

FAO identifica razões de principais fluxos migratórios de América Latina e Caribe

De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), a migração está intimamente relacionada com os territórios rurais, onde as pessoas enfrentam mais pobreza e menos oportunidades, problemas de violência e de execução da Justiça, bem como os efeitos da mudança climática.

O fenômeno migratório é particularmente intenso e complexo no México e nos países do Triângulo Norte das Américas: El Salvador, Guatemala e Honduras. Dos quase 30 milhões de migrantes internacionais latino-americanos, quase 15 milhões são desses países, dos quais 11 milhões vêm do México.

Durante visita na primeira semana de dezembro à EMBRAPA Milho e Sorgo (Sete Lagoas-MG), a missão marroquina conheceu a biologia da lagarta-do-cartucho, principal praga do milho, seus hábitos alimentares e estratégias de controle. Foto: FAO

EMBRAPA apoia Marrocos no combate a praga do cultivo de milho

Um acordo de cooperação entre o governo do Marrocos e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) deve ser firmado por meio da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) para a adoção de medidas de controle contra a Spodoptera frugiperda, a lagarta-do-cartucho, principal praga do milho.

A praga, responsável por perdas de até 40% na produção do cereal, está se aproximando do Marrocos, e a missão do país africano é implantar um plano de vigilância fitossanitária para proteção do patrimônio vegetal.