Com parceria da ONU, campanha Natal Sem Fome é relançada 10 anos após última edição

Fundada pelo sociólogo Betinho em 1993, a ONG Ação da Cidadania relançou no último domingo (15) a Campanha Natal Sem Fome, encerrada há dez anos. A nova edição do projeto tem a parceria inédita de duas agências da ONU — a UNESCO e a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO). Iniciativa arrecadará doações de comida para populações que passam fome no Brasil.

Visita do papa Francisco à sede da FAO no dia 16 de outubro de 2017, Dia Mundial da Alimentação. Foto: FAO/Giuseppe Carotenuto

Papa Francisco: fim da fome exige compromisso contra as mudanças climáticas e contra as guerras

Combater a fome exige lutar contra as mudanças climáticas e prevenir conflitos, defendeu o papa Francisco neste 16 de outubro, Dia Mundial da Alimentação. Em cerimônia na sede da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em Roma, o líder da Igreja Católica descreveu como “infeliz” a decisão de alguns países de se retirar do Acordo de Paris.

Alimentação escolar é uma das estratégias defendidas pela FAO para combater a fome na América Latina e Caribe. Foto: FAO/Ubirajara Machado

ARTIGO: Na corrida contra a fome, nos afastamos da meta

Em artigo de opinião, o representante da FAO para América Latina e Caribe, Julio Berdegué, e seu assessor técnico, Pablo Aguirre, alertam que a fome voltou a assombrar a região. Brasil é exceção e continua com progressos, mas precisará desenvolver políticas especiais para enfrentar miséria em bolsões de pobreza, que são reflexo de profundas desigualdades sociais. Especialistas da agência da ONU lembraram que países se comprometeram a alcançar a Fome Zero até 2030.

Na foto, mulher participa do 1º Circuito de Feiras e Mostras Culturais da Reforma Agrária do Distrito Federal e Entorno que acontece em Planaltina (DF), em dezembro de 2016. Foto: Mídia NINJA

Clima em mudança amplia desigualdade para mulheres rurais, alerta agência da ONU

As mulheres rurais representam mais de um quarto da população mundial, enquanto as mulheres representam 43% da força de trabalho agrícola em todo o mundo e nos países em desenvolvimento, lembrou a ONU Mulheres marcando neste domingo (15) o Dia Internacional das Mulheres Rurais.

No entanto, quando se trata de possuir terras, bem como acessar insumos agrícolas, financiamento e tecnologias para a resiliência climática, elas ainda ficam muito atrás dos homens. E isso pode piorar em meio às mudanças climáticas.

Agricultores semeando alface crespa. Foto: Flickr/ Orgânicos do Pivas (Creative Commons)

ARTIGO: Agricultura familiar promove desenvolvimento rural sustentável e a Agenda 2030

Em artigo de opinião, o representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) no Brasil, Alan Bojanic, elogia as iniciativas do país para promover a agricultura familiar, que responde por 33% do valor total da produção no meio rural. Para agência da ONU, programas nacionais são exemplares e devem ser replicados em outras nações. No mundo, 70% dos alimentos que chegam ao consumidor vêm de pequenos produtores.

Delegação da Guiana conheceu escolas e propriedades rurais de agricultores familiares. Foto: FAO/Fernanda Baldo

Delegação da Guiana visita Espírito Santo para conhecer alimentação escolar do Brasil

Para conhecer o Programa de Alimentação Escolar do Brasil (PNAE), representantes do governo da Guiana viajaram até Vitória, no Espírito Santo, onde puderam ver em primeira mão como a agricultura familiar é inserida nas cadeias de abastecimento dos colégios públicos brasileiros. Na capital capixaba, durante os 200 dias letivos do ano, são servidas cerca de 23 milhões de refeições aos estudantes das 103 unidades de ensino.

Viagem ocorreu dos dias 10 a 11 de outubro e foi promovida pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), com apoio do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

O coordenador-residente das Nações Unidas e representante-residente do PNUD no Brasil, Niky Fabiancic, também esteve presente no evento. Foto: FAO

Garantir segurança alimentar requer desenvolvimento rural sustentável e gestão das migrações

Evento em Brasília realizado na terça-feira (10) pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) em conjunto com o governo do Distrito Federal reuniu 300 pessoas, entre autoridades locais, nacionais e do corpo diplomático, para celebrar o Dia Mundial da Alimentação e debater a crescente onda de deslocamentos no mundo.

“Há poucos dias, a FAO constatou que a fome no mundo voltou a crescer depois de anos em constante queda. São 38 milhões de pessoas a mais e um total de 815 milhões. O crescimento desse índice pode estar associado às migrações que muitas vezes obrigam as pessoas a fugirem de seus países. Não podemos aceitar que os deslocamentos forçados gerem insegurança alimentar”, ressaltou o representante da FAO no Brasil, Alan Bojanic.

O número total de pessoas que sofrem com a fome na América Latina e no Caribe aumentou, o que está revertendo décadas de progressos. Foto: EBC

Relatório da ONU pede continuidade de políticas de combate à fome no Brasil

Relatório da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) mostrou que o Brasil manteve o indicador da fome abaixo dos 2,5% nos últimos anos, o que faz com que a meta de erradicação possa ser cumprida em 2030 caso haja continuidade de políticas públicas voltadas às populações mais vulneráveis.

“Hoje, o Brasil é um país de referência em políticas públicas de combate à fome. Mas para que continue no caminho certo e atinja a meta até 2030, é necessário que os investimentos em políticas públicas focadas às populações mais vulneráveis continuem acontecendo de maneira efetiva”, destaca Alan Bojanic, representante da FAO no Brasil.

Programas de alimentação escolar podem fortalecer agricultura local e garantir que crianças frequentam o colégio. Foto: PMA / Vinícius Limongi

FAO: alimentação escolar cria ciclo ‘virtuoso’ que beneficia educação e agricultura familiar

Em congresso promovido pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e pelo governo brasileiro, em Brasília, o representante da agência no Brasil, Alan Bojanic, elogiou o uso da alimentação escolar como ferramenta para promover a nutrição dos jovens e estimular a produção local de alimentos. Organismo internacional trabalha com o país e outras nações latino-americanas para incentivar iniciativas na área.

Entre 2015 e 2016, mais 2,4 milhões de pessoas sofreram com a subnutrição na América Latina e no Caribe. Foto: EBC

ARTIGO: O repto da fome

Em artigo publicado na imprensa brasileira, o brasileiro e diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), José Graziano da Silva, alerta que a fome está aumentando no mundo, tanto em países em conflito, como em nações que passam por crises econômicas.

Em 2016, 815 milhões de pessoas passaram fome. Desse contingente, 20,8 milhões viviam na América do Sul, onde a desaceleração econômica, taxas crescentes de desemprego, perda real do valor do salário mínimo e deterioração das redes de proteção social agravaram os índices de subnutrição, segundo Graziano.

Evento da FAO em Brasília abordará vínculos entre alimentação e migração. Imagem: FAO

Em Brasília, FAO celebra Dia Mundial da Alimentação com debate sobre migrações

Para marcar o Dia Mundial da Alimentação, lembrado em 16 de outubro, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) no Brasil promoverá na próxima terça-feira (10), em Brasília, o evento “Mudar o futuro da migração: investir em segurança alimentar e desenvolvimento rural”. Encontro contará com a participação de especialistas e do chefe Alex Atala. Celebração acontece no Palácio do Buriti, das 9h às 12h.

Debate abordou importância do monitoramento e da mensuração para reduzir desperdício de alimentos. Foto: Save Food Brasil

Iniciativa apoiada pela FAO reúne 40 instituições para debater desperdício de alimentos

Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), cerca de um terço de toda a comida produzida no mundo é desperdiçada. O volume jogado fora seria suficiente para alimentar todas as pessoas que passam fome. Entre as pautas dos debates, estava a importância da mensuração para monitorar a quantidade de alimentos que vão para o lixo sem serem devidamente aproveitados.

O Brasil é um dos países que se destacam na luta contra a insegurança alimentar, de acordo com representante da FAO no país. Foto: EBC

ARTIGO: Brasil é protagonista-chave para erradicação da fome na América Latina até 2025

Em artigo, o representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) no Brasil, Alan Bojanic, lembra que o país, ao longo das últimas três décadas, consolidou políticas, leis e estratégias que fortaleceram as bases e fizeram com que a fome deixasse de ser um problema estrutural.

Para o futuro, Bojanic afirma que o Brasil precisa resolver outra questão que permeia também a garantia da segurança alimentar — as desigualdades sociais. Leia o artigo completo.

Projeto Paulo Freire melhora condições de vida de agricultores familiares do Ceará. Foto: Flickr/Orgânicos do Pivas (CC)

Países da América Latina e Caribe discutem como monitorar políticas agroambientais

Representantes do Brasil, Colômbia, Costa Rica, Cuba, El Salvador, México, Panamá e Paraguai reuniram-se nesta semana para debater avanços no cumprimento das Diretrizes Voluntárias para Políticas Agroambientais. Recomendações sobre crescimento sustentável foram lançadas neste ano pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO). Encontro discutiu quais indicadores estatísticos permitirão mensurar a adoção das estratégias.

Na América Latina e no Caribe, há 60 milhões de agricultores familiares. Foto: Flickr/Secom/Mateus Pereira

Delegação do governo paraguaio visita projetos de agricultura familiar no Brasil

Representantes do governo paraguaio visitaram o Brasil na semana passada para conhecer as ações governamentais de incentivo à agricultura familiar. Eles contaram com o apoio da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) que, por meio da Cooperação Sul-Sul, fornece insumos, conhecimentos e experiências para o diálogo político, estratégico e técnico entre os países.

Entre 2015 e 2016, mais 2,4 milhões de pessoas sofreram com a subnutrição na América Latina e no Caribe. Foto: EBC

FAO vê alta da fome na América Latina e no Caribe; 42,5 milhões estão subnutridos

O número de pessoas que sofrem com a fome na América Latina e no Caribe aumentou em 2,4 milhões de 2015 a 2016, alcançando um total de 42,5 milhões de pessoas, segundo relatório das Nações Unidas, que alertou para uma deterioração da situação, especialmente na América do Sul.

Segundo o representante regional da FAO, a desaceleração econômica da região, resultado da queda dos preços das commodities e do encolhimento econômico global, tem afetado a segurança alimentar na América Latina e no Caribe.

Metade da população centro-africana passa fome devido à intensificação de conflitos internos, desde setembro de 2015. Foto: ACNUR / H. Caux

ONU: após uma década de queda, fome volta a crescer no mundo

Após um declínio constante por mais de uma década, a fome no mundo está novamente em ascensão, impulsionada por conflitos e mudanças climáticas. Em 2016, a fome afetou 815 milhões de pessoas ou 11% da população global.

Os dados constam na nova edição do relatório anual das Nações Unidas sobre segurança alimentar e nutricional. O documento alertou também que múltiplas formas de má nutrição ameaçam a saúde de milhões de pessoas em todo o mundo.

Novo projeto de cooperação Sul-Sul promove o trabalho decente em países produtores de algodão na África e na América Latina, como parte do Programa de Parceria Brasil/OIT para a Promoção da Cooperação Sul-Sul. Foto: Flickr/Kimberly Vardeman

OIT lembra importância de garantir trabalho decente na cadeia produtiva do algodão

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) participou no fim de agosto do 11º Congresso Brasileiro do Algodão em Maceió (AL), o mais importante evento do ramo no país, que reuniu cerca de 1,2 mil participantes, incluindo representantes do setor algodoeiro de Paraguai, Peru, Moçambique e Mali.

“Foi uma ótima oportunidade para esses países terem uma visão de toda a iniciativa do algodão que está sendo promovida pelo Brasil, e da importância do trabalho decente nessa cadeia produtiva”, disse a coordenadora do Programa de Cooperação Sul-Sul Brasil-OIT, Fernanda Barreto.

Colheita de milho em Sertão Santana. Foto: Pedro Revillion / Palácio Piratini (CC)

Com participação da FAO, setores produtivos do agronegócio debatem inovação sustentável

Seminário ocorrido em Brasília contou a mediação do representante da FAO Brasil, Alan Bojanic. Produzir sem impactar o meio ambiente se tornou um desafio do agronegócio brasileiro, que este ano deve movimentar R$ 1,7 trilhão. Com as mudanças no clima, novos acordos ambientais e exigências dos parceiros comerciais do Brasil, sustentabilidade e inovação se tornaram condições exigidas pela sociedade e pelos agentes que compõe o setor.

Mulher prepara “bolos de argila”, discos de barro, manteiga e sal, que se tornaram símbolo da luta do Haiti contra a pobreza extrema e a fome. Foto: ONU/Logan Abassi

Nações Unidas apresentam novo relatório sobre fome e nutrição no mundo

Cinco organismos das Nações Unidas lançam na sexta-feira (15) em Roma, na Itália, o primeiro relatório unificado sobre os avanços na erradicação da fome e da má nutrição no mundo até 2030. A nova edição do documento oferece estimativas atualizadas do número e proporção de pessoas que sofrem com a fome no mundo, apresentando dados globais, regionais e nacionais.

O relatório será lançado por Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA), Programa Mundial de Alimentos (PMA), Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e Organização Mundial da Saúde (OMS). O evento será transmitido pela Internet.

FAO divulgou resultado de concurso de histórias de mulheres rurais na América Latina e no Caribe. Foto: EBC

FAO anuncia histórias vencedoras de concurso Mulheres Rurais da América Latina e do Caribe

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) divulgou nesta segunda-feira (11) a lista de vencedoras do concurso de histórias de mulheres rurais da América Latina e do Caribe.

Mulheres que enfrentaram os efeitos da industrialização de cacau na Bolívia e outras que semearam palmeiras nos territórios recuperados pela paz na Colômbia foram as vencedoras. Duas histórias brasileiras receberam menção honrosa.

Foto: Taylor Bennett/Flickr/CC

Na América Latina e Caribe, é mais barato comer mal; ONU alerta para riscos à saúde pública

Transformar os sistemas alimentares será uma peça muito importante na estratégia para acabar com a fome e todas as formas de má nutrição na América Latina e no Caribe, destacaram nesta semana duas agências especializadas da ONU – a OPAS/OMS e a FAO.

Em muitos países da região é mais barato comer mal que ter uma alimentação saudável – um aspecto que afeta sobretudo os mais pobres, que gastam grande parte de sua renda em comida. Os produtos ultraprocessados são geralmente mais baratos que os alimentos frescos e nutritivos.

África e América Latina discutem soluções para produção de algodão

Foram identificadas oportunidades e ações concretas necessárias para o fortalecimento do setor, a partir da criação de uma rede de intercâmbio Sul-Sul de experiências entre os dois continentes. Diálogo foi organizado em encontro em Maceió pela Agência Brasileira de Cooperação (ABC/MRE), pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e pela Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Para erradicar a pobreza e a fome até 2030, há uma necessidade urgente de canalizar esforços globais para onde os problemas “acontecem mais profundamente no mundo”, disse o presidente do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA), Kanayo F. Nwanze. Em outubro, a ONU marcou o Dia Internacional das Mulheres Rurais (15) e o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza (17). De acordo com Nwanze, o mundo precisa investir na população rural pobre, bem como estimular a agricultura familiar para que ela se torne parte importante do sistema produtivo. Confira neste vídeo

Uma nova aliança para a eliminação da pobreza rural na América Latina

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e o Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA) constituíram uma aliança para eliminar a pobreza rural na América Latina, onde quase a metade dos habitantes rurais é pobre e cerca de um terço é indigente.

A iniciativa é formada por especialistas de desenvolvimento rural e tem por objetivo mudar o cenário da região. O principal objetivo da aliança é propor soluções inovadoras que tenham um impacto concreto na vida de milhões de pessoas.

As modificações nas normas de compras públicas tornaram possível que agricultores familiares vendessem seus produtos a instituições públicas, inclusive escolas. Foto: Jaelson Lucas/SMCS

Parlamentares da América Latina e Caribe discutem inclusão de agricultura familiar nas compras públicas

Os programas de compras públicas para a agricultura familiar fornecem um vínculo entre os mercados locais, os governos e os programas de assistência ao usuário final. Segundo a FAO, iniciativas do tipo impulsionam economias locais, ampliam a saúda da população e valorizam a cultura local.

Parlamentares de oito países – Brasil, Equador, Guatemala, Uruguai, México, Costa Rica, Paraguai e Colômbia – se reuniram em Bogotá para trocar experiências sobre o tema.

Os programas de compras públicas promovem melhores hábitos alimentares, geram novos mercados para a agricultura familiar e estimulam a articulação das políticas públicas, segundo a FAO. Foto: EBC

Países latino-americanos discutem normas para compras públicas da agricultura familiar

Parlamentares de oito países latino-americanos e caribenhos, entre eles do Brasil, participam de oficina de trabalho esta semana em Bogotá, na Colômbia, para discutir a formulação de leis e normas para as compras públicas da agricultura familiar. As estratégias inserem-se no Programa de Cooperação Internacional entre Brasil e Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

Os programas de compras públicas promovem melhores hábitos alimentares, geram novos mercados para a agricultura familiar e estimulam a articulação das políticas públicas, de acordo com a FAO.

Castanha é produto florestal importante para comunidades que vivem na região amazônica. Foto: Agência Brasil/Marcelo Camargo

FAO participa de debates sobre gestão financeira de áreas da Amazônia sob proteção

Em São Paulo para um evento sobre a gestão financeira de áreas da Amazônia sob proteção ambiental, o representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Alan Bojanic, lembrou que zonas de preservação também têm uma função social. Essas regiões, segundo o especialista, podem oferecer oportunidades de geração de renda para quem mora perto das florestas, sem prejudicar o ecossistema.

Políticas de alimentação escolar no Brasil. Foto: PMA/Vinícius Limongi

ONU apoia preparação do Brasil para evento latino-americano sobre alimentação saudável e sustentável

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) participou na semana passada (11) de evento que reuniu organismos internacionais e representantes do governo brasileiro para discutir as pautas a serem apresentadas pelo Brasil no Simpósio Regional sobre Sistemas Alimentares Sustentáveis para uma Alimentação Saudável. Encontro será realizado de 5 a 7 de setembro em El Salvador.

Premiação uniu-se à ONU para promover os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Imagem: Fundação BB

Fundação Banco do Brasil anuncia finalistas de premiação em parceria com a ONU

O Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social divulgou na terça-feira (15) as 18 iniciativas finalistas das categorias nacionais e três internacionais. Nove das selecionadas para a última fase da competição são do estado de São Paulo. Três são da Bahia, duas do Ceará, duas do Distrito Federal, uma da Paraíba e uma do Rio de Janeiro. Já na categoria internacional, duas tecnologias são da Argentina e uma de El Salvador. Premiação desse ano fez parceria com a ONU para promover o desenvolvimento sustentável.